Arquivo para 22 de fevereiro de 2013

PARTIDO REDE SOLIDARIEDADE DE MARINA SILVA COMEÇA SUAS REUNIÕES EM MANAUS DENTRO DO CENTRO DO CONSUMO CAPITALÍSTICO

Quando se pensa em iniciar um partido popular imagina diversas pessoas se encontrando nas vozes roucas das ruas para junto com o povo engendrar as assinaturas de uma nova realidade. Ao menos se esperava que este brotasse de encontros alegres da força coletiva de seus novos membros.

Porém na não-cidade provinciana de Manaus, onde até missa é celebrada em shopping centers, a reunião inicial para estratégias/criação do Partido Rede em Manaus ocorreu nesta quarta na praça de alimentação e na livraria (ao menos onde estava previsto) do Shopping Manauara. A própria Marina Silva havia visitado o shopping em uma viagem para Manaus onde entre outras coisas lançou seu livro no local.

O que salta deste encontro é a pergunta de como um partido que se pretende popular pode ser engendrado dentro do templo do consumismo? Um espaço construido horizontalmente a partir de estudos com publicitários, psiquiatras, psicólogos sobre as tendências do consumidor para que este seja alienado de cidadania para que se torne apenas um consumidor (Milton Santos). Uma zona de segregação onde impera a divisão de classes voltadas a falsa ilusão da infantilização daqueles que dispõe de dinheiro para gastar. Espaço onde o ser político é aniquilado quando suas relações sociais passam apenas pelo eixo da banalidade que imposibilita as produções sociais.

Obviamente devido a inexistência de uma esquerda que se posicione frente a entendimentos contrários subjetividade capitalística, para estes politicofastros (falsos políticos) que não tem leitura de mundo, o shopping é um lugar do entrenimento propício para um partido “político”. Ainda mais para um partido “político” que prevê a sustentabilidade e se decide reunir em um espaço construido em cima de um buritizal, propiciando a degradação de uma grande área antes produtora dos fluxos produtivos da natureza.

E desta forma a não-cidade de Manaus continua sem saber o que é um partido de esquerda (não como lado, mas como posicionamento existêncial), já que as pessoas trocam de escolhas políticas como vão trocar, na loja do shopping, algum produto  que não lhe serviu.

HENRIQUE OLIVEIRA TEM MAIS UMA VEZ SEU MANDATO CASSADO

O ex-deputado federal e apresentador de programa que e$plora a miséria humana Henrique Oliveira teve nesta quinta-feira seu mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE) que votou a acusação do Ministério Público Eleitoral (MPE/AM) de abuso de poder via meio televisivo.

O acusação está no fato de Henrique Oliveira ter apresentado, durante o pleito de 2010,  os programas “populares” como “Na Hora H” e “Fogo Cruzado” que usam da miséria do ser humano para rendimentos financeiros e eleitorais.

Dentre os juízes que votaram pela cassação estão a digníssima e proba Maria Eunice Torres do Nascimento, Luis Carlos Valois,  e Dimis Braga, enquanto a relatora do processo, desembargadora Socorro Guedes foi a única que votou improcedente.

Mesmo com esta decisão do pleito do TRE possa ser recorrida em Brasília no TSE, uma questão importante é levantada: até onde a influência da mídia (que neste caso é um deserviço público) cria uma situação desigual de visibilidade entre os candidatos concorrentes. Obviamente um candidato que tenha um espaço veiculado diariamente é mais conhecido que alguém das quebradas que tem algum benefício direto na cidade. Mesmo que a atividade radio-televisiva seja uma profissão ela se usa como influência sobre a população mais do que outras profissões. É só lembrar nesta eleição o caso Russomano, que sem nenhuma influência política teve graças a sua exposição midiática alguma esperança de ir para o segundo turno em São Paulo, porém suas propostas se mostraram ineficientes e levaram a sua derrota.

Desta forma se faz necessário que haja uma legislação que conceba um limite para a exposição destes candidatos durante um período prévio da eleição. Assim casos como de pessoas que buscam se dar bem como Henrique Oliveira sejam impedidos de tirar benefícios de sua atividade nefasta a população nos vários sentidos.

Assange defende aumento massivo de meios de comunicação

Em entrevista à Carta Maior, concedida na embaixada do Equador no Reino Unido, Julian Assange fala sobre seu novo livro, que está sendo publicado no Brasil, e analisa o atual momento da mídia mundial. “O abuso que grandes corporações midiáticas fazem de seu poder de mercado é um problema. Nos meios de comunicação, a transparência, a responsabilidade informativa e a diversidade são cruciais. Uma das maneiras de lidar com isso é abrir o jogo para que haja um incremento massivo de meios de comunicação no mercado”, defende.

Marcelo Justo – Direto de Londres

O fundador de Wikileaks, Julian Assange, recebeu a Carta Maior em um escritório especial que a embaixada do Equador no Reino Unido preparou para que ele converse com a imprensa no momento da publicação no Brasil de seu novo livro “Cyberpunks. A Liberdade e o futuro da internet”. Veste uma camiseta da seleção brasileira, com o número sete e seu nome nas costas: a desenvoltura futebolística combina com seu bom bom humor. O cabelo branco e a pele quase translúcida lhe dá um ar de albino insone, mas os mais de seis meses encerrado nos confins da embaixada e o mais que incerto futuro ante à decisão do governo britânico de não conceder-lhe o salvo-conduto que permitiria que viajasse ao Equador, não parecem pesar muito.

É certo que ele em uma aparentemente merecida fama de recluso e que em seu pequeno quarto na embaixada deve fazer o mesmo que fazia a maior parte do tempo em sua vida livre: ficar grudado em seu computador e na internet. É difícil imaginar a vida de Julian Assange sem a tela do monitor e o ciberespaço. Por isso o livro que começa a ser vendido este mês no Brasil, publicado pela editorial Boitempo, contem algo tão inesperado como a camiseta brasileira: uma visão particularmente cética e mesmo negativa sobre o impacto da internet.

Você fala em seu livro da internet como uma possível ameaça para a civilização. Muitos pensam que a internet é uma arma para o progresso humano que produziu, entre outras coisas, Wikileaks. Sua interpretação não é um pouco pessimista?

Assange: Não resta dúvida que a internet deu poder às pessoas que não o tinham ao possibilitar o acesso a todo tipo de informação em nível global. Mas, ao mesmo tempo, há um contrapeso a isso, um poder que usa a internet para acumular informação sobre nós todos e utilizá-la em benefício dos governos e das grandes corporações. Hoje não se sabe qual destas forças vai se impor. Nossas sociedades estão tão intimamente fundidas pela internet que ela se tornou um sistema nervoso de nossa civilização, que atravessa desde as corporações até os governos, desde os casais até os jornalistas e os ativistas. De modo que uma enfermidade que ataque esse sistema nervoso afeta a civilização como um todo.

Neste sistema nervoso há vários aparatos do Estado, principalmente, mas não unicamente, dos Estados Unidos, que operam para controlar todo esse conhecimento que a internet fornece à população. Este é um problema que ocorre simultaneamente com todos nós. E se parece, neste sentido, aos problemas da guerra fria.

Você é muito crítico do Google e do Facebook que muita gente considera como maravilhosas ferramentas para o conhecimento ou as relações sociais. Para essas pessoas, em sua experiência cotidiana, não importa a manipulação que possa ser feita na internet.

Assange: Não importa porque esta manipulação da informação está oculta. Creio que nos últimos seis meses isso está mudando. Em parte por causa de Wikileaks e pela repressão que estamos sofrendo, mas também pelo jornalismo e pela investigação que está sendo feita. O Google é excelente para obter conhecimento, mas também está fornecendo conhecimento sobre os usuários. Ele sabe tudo o que você buscou há dois anos. Cada página de internet está registrada, cada visita ao gmail também. Há quem diga que isso não importa porque a única coisa que eles querem é vender anúncios. Esse não é o problema. O problema é que o Google é uma empresa sediada nos Estados Unidos sujeita à influência de grupos poderosos. Google passa informação ao governo de maneira rotineira. Informação que é usada para outros propósitos que não o conhecimento. É algo que nós, no Wikileaks, sofremos em primeira mão e que vem ocorrendo com muita gente.

Mas no que concerne o controle do Estado há usos legítimos da internet para a luta contra a pornografia infantil, o terrorismo, a evasão fiscal…

Assange: Indiscutivelmente há usos legítimos e a maior parte do tempo a polícia faz isso adequadamente. Mas nas vezes em que não faz, esses usos podem ser terríveis, aterrorizadores, como está ocorrendo atualmente nos Estados Unidos. É preciso levar em conta que o que chamamos de quatro cavaleiros do apocalipse – a pornografia infantil, o terrorismo, as drogas e a lavagem de dinheiro – são usados para justificar um sistema de vigilância massivo da mesma maneira que usaram armas de destruição em massa para justificar a invasão do Iraque. Não se trata de uma vigilância seletiva de pessoas que estão cometendo um delito. Há uma gravação permanente de todo mundo. Isso é uma ameaça diferente de tudo o que já vivemos antes, algo que nem Goerge Orwell foi capaz de imaginar em “1984”.

No Ocidente, falou-se muito da revolução do Twitter para explicar a primavera árabe. Esse não é um exemplo perfeito do potencial revolucionário da internet?

Assange: A primavera árabe se deveu à ação das pessoas e dos ativistas, desde a Irmandade Muçulmana até outros grupos organizados. A internet ajudou o pan-arabismo da rebelião com pessoas de diferentes países aprendendo umas com as outras. Também ajudou a que Wikileaks difundisse os documentos que deram mais ímpeto ao movimento. Mas se você olha para os manuais dos grupos que coordenavam os protestos, na primeira e última página, recomendavam que não se usasse Twitter e Facebook. Para as forças de segurança as mensagens no Twitter e no Facebook são um documento probatório de fácil acesso para prender pessoas.

O que pode se fazer então?

Assange: A primeira coisa é ter consciência do problema. Uma vez que tenhamos consciência disso, não nos comunicaremos da mesma maneira por intermédio desses meios. Há uma questão de soberania que os governos da América Latina deveriam levar em conta. As comunicações que vão da América latina para a Europa ou a Ásia passam pelos Estados Unidos. De maneira que os governos deveriam insistir que os governos deveriam insistir para que essas comunicações sejam fortemente criptografadas. Os indivíduos deveriam fazer a mesma coisa. E isso não é fácil.

De que maneira um governo democrático ou um congresso pode contribuir para preservar o segredo das comunicações pela internet?

Assange: Para começar, garantindo a neutralidade do serviço. Do mesmo modo que ocorre com a eletricidade, não se pode negar o fornecimento com base em razões políticas. Com a internet não deveria existir essa possibilidade de controlar o serviço. O conhecimento é essencial em uma sociedade. Não há sociedade, não há constituição, não há regulação sem conhecimento. Em segundo lugar, é preciso negar às grandes potências e superpoderes o acesso à informação de outros países. Na Argentina ou no Brasil a penetração do Google e do Facebook é total. Se os parlamentos na América latina conseguirem introduzir uma lei que consagre a criptografia da informação, isso será fundamental.

Temos falado da revolução do Twitter, mas em termos de meios mais tradicionais, como a imprensa escrita ou a televisão, vemos que há um crescente debate mundial sobre seu lugar em nossa sociedade. O questionamento ao poder de grandes corporações midiáticas como o grupo Murdoch ou Berlusconi na Itália e as leis e projetos na Argentina ou Equador para conseguir uma maior diversidade midiática mostram um debate muito intenso a respeito. O que você pensa sobre essas iniciativas?

Assange: Nós vimos em nossa própria luta como o grupo Murdoch ou o grupo Bonnier na Suécia distorceram deliberadamente a informação que forneceram sobre nossas atividades porque suas organizações têm um interesse particular no caso. Então temos, por um lado, a censura em nível do Estado e, por outro, o abuso de poder de grupos midiáticos. É um fato que os meios de comunicação usam sua presença para alavancar seus interesses econômicos e políticos. Por exemplo, “The Australian”, que é o principal periódico de Murdoch na Austrália, vem sofrendo perdas há mais de 25 anos. Como isso é possível? Por que ele segue mantendo esse veículo. Porque ele é utilizado como uma arma para atingir o governo para que este ceda em determinadas políticas importantes para o grupo Murdoch.

O presidente Rafael Correa faz uma distinção entre a “liberdade de extorsão” e a “liberdade de expressão”. Eu não colocaria exatamente assim, mas temos visto que o abuso que grandes corporações midiáticas fazem de seu poder de mercado é um problema. Nos meios de comunicação, a transparência, a responsabilidade informativa e a diversidade são cruciais. Uma das maneiras de lidar com isso é abrir o jogo para que haja um incremento massivo de meios de comunicação no mercado.

Tradução: Katarina Peixoto

Manaus lidera as estatísticas de casos de dengue no Amazonas

Da Agência Brasil

Com 515 casos de dengue registrados desde janeiro, Manaus é a cidade com o maior número de pessoas com a doença no estado do Amazonas este ano. Depois vem Tabatinga, com 125, e Humaiatá, com 23. O levantamento foi feito pela Fundação de Vigilância Sanitária e Saúde (FVS). Em todo estado são 726 casos.

Equipes da FVS estão monitorando 11 municípios com casos confirmados e os que ainda não tiveram a população contaminada. O período de chuvas no Amazonas favorece o aparecimento de focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença.

De acordo com o diretor-presidente da fundação, Bernadino Claúdio de Albuquerque, apesar de ser um período de aumento dos casos de dengue, a situação está sob controle. Para o combate à dengue, segundo ele, o estado conta com mil agentes de saúde, em Manaus, e 1.200, no interior, que orientam a população sobre como evitar a proliferação do Aedes aegypti.

O Amante da vida Hugo Chávez persiste con insuficiência respiratória

Da Agência Brasil

A insuficiência respiratória do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, persiste e “a tendência não é favorável”, informou na noite de hoje (21) o ministro da Comunicação e Informação, Ernesto Villegas, que leu o comunicado sobre o estado de saúde de Chávez em cadeia nacional de rádio e TV.

“Convocamos esta cadeia nacional por instrução do vice-presidente da República, Nicolás Maduro, para informar ao povo venezuelano que a insuficiência respiratória que surgiu no pós-operatório da cirurgia feita em dezembro permanece e, por isso, continua sendo tratada”, disse ainda Villegas.

O ministro informou também que Chávez continua em tratamento médico no Hospital Militar de Caracas, “sem apresentar” efeitos adversos. “Ele se mantém em estreita comunicação com a família, a equipe do governo e com os médicos”. completou.

Hugo Chávez regressou à Venezuela na madrugada de segunda-feira (18), depois de ficar 68 dias em Cuba, para o tratamento de um câncer na região pélvica.

O retorno de Chávez e a falta de “notícias” sobre seu estado de saúde têm sido motivos de críticas da oposição. Manifestações do movimento estudantil também cobram informações mais claras do governo sobre a doença e recuperação do presidente.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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