Arquivo para 27 de março de 2013

VEREADOR BOSCO SARAIVA, ORA VEJAM, FAZ UMA ORAÇÃO

condorJamais cercearemos o direito de ninguém se manifestar. Expressar-se sobre o que sente, pensa está amparado na Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão. Mas sobre aquilo que a pessoa se manifesta cabe nossa interferência, nossa opinião também.

Talvez por estarmos na semana santa,  as pessoas se preparam para participar de um ritual que aconteceu lá pelas bandas de Jerusalém onde o Homem foi assassinado por romanos e judeus por que trabalhava para construir uma sociedade diferente daquela época e das que se construiu posteriormente, resolvem orar, rezar, imaginar, superticiar.

Nessa de fazer oração, prefiro a de um aluno do oitavo ano que solicitado pelo professor para criar uma oração com sujeito indeterminado assim se expressou: “pai noseu quitai no seu”. Esta oração é mais sublime do que a oração de um Bosco falando sobre um Francisco num jornal matutino desta não cidade de Manaus que também não tem jornais.

Embora ortograficamente a oração do aluno não esteja de acordo com a norma culta, ela tem sentido semântico. A comunicação foi entendida.  Porém, um político condoreiro se manifestar elogiando um papa só porque este sai da América, não quer dizer que seja Santo como arvora-se caracterizá-lo. Deve ser por causa de seu condoreio, de seu voar, estar nas alturas. O condor é da América, dos Andes, dos Alpes.

“Quando vi as imagens daquele padre de branco com aquele sorriso aberto entoando simples gestos de extrema humildade, senti que a Igreja de Roma tinha reencontrado no Jesuíta maravilhoso  o caminho para seu retorno aos trilhos que fizeram da Igreja Católica a grande morada da fé do povo do Brasil e do mundo.”

Na oração condoreira, uma tascada certa foi reconhecer que a Igreja católica é romana e que só deveria interessar aos romanos e que no seu afã poderoso por cá chegou cooptando almas e perseguindo negros e índios e outros manifestações religiosas, principalmente dos povos da floresta,  africanos, do islã e demais religiões.

Nosso condor não fala da corrupção no Vaticano. Ele não tece nenhuma linha dizendo assim: Esse soldado Jesuíta, com seu exército vai excomungar cardeal e serviçais pilantras que armam ciladas e até cometem assassinatos tudo por causa da grana, do poder e da fé.

Talvez daqui a R$ 500.000,00 mil anos, quando por cá já não estivermos, nossos seguidores possam fazer uma oração de contentamento numa sociedade que não precise mais de papas, políticos corruptos, e que um “pai nosso que estais no céu” tenha mudado da imaginação, da superstição  para o real. E o condor estará sempre lá, deslizando nos ventos gelados da Cordilheira dos Andes.

Organização LGBTT venezuelana anuncia apoio a Nicolás Maduro

ASGDR destaca avanços e desafios de sua pauta dentro da Revolução Bolivariana e aposta em Nicolás Maduro para ativar os três “Rs”: revisão, retificação e ‘reimpulso’ do legado deixado por Hugo Chávez. Maduro enfrentará o opositor Capriles Radonski no dia 14 de abril.

Vinicius Mansur

Caracas – A organização Aliança Sexo-Gênero Diversa Revolucionária (ASGDR) convocou uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira (25) para anunciar seu apoio à campanha do candidato chavista na eleição presidencial venezuelana, Nicolás Maduro. O pleito ocorre em 14 de abril.

Em comunicado oficial, o coletivo diz apoiar Maduro porque o tema da diversidade de sexo e gênero está incluída dentro de seu o projeto de governo, o Plano da Pátria, nos objetivos 2.3.1, 2.3.4.3 e 5.3.3.2, ao contrário, do plano do candidato opositor Capriles Radonski, no qual a palavra “diversidade” só aparece três vezes, referindo-se a diversidade econômica e territorial.

O representante da ASGDR, Simon Urtado, também enfatizou que o apoio não se dá somente por um candidato “que nos ofereça a nossa pauta, mas por todo um projeto” e que “a diversidade sexual é parte do socialismo”. O comunicado da ASGDR afirma que “antes de sermos ‘maricon@s’ somos gente pobre, explorada e espoliada por nossa classe social” e que “a paz que precisamos para exercer nossa diversidade só é possível com um governo anti-imperialista”.

Nas últimas semanas, a oposição criticou Maduro por dar declarações insinuando que Capriles era homossexual. O candidato chavista rebateu e disse que suas declarações estão sendo manipuladas para transformá-lo em homofóbico. A ASGDR acusou jornais privados de utilizarem, no dia 15 de março, fotos de antigas de concentrações do movimento para forjar protestos contra Maduro.

Urtado chamou Capriles de cínico por tentar se apropriar das bandeiras LGBTT. “Indiferentemente das preferências sexuais do candidato opositor, que não é um tema relevante, ele nem em suas campanhas para ser prefeito de Baruta, governador de Miranda, nem nas derrotas presidenciais, fez qualquer proposta para combater a homofobia”, disse, agregando que, apesar da dívida com as pessoas não-heterossexuais existente na Venezuela, “durante os 14 anos de revolução se aprovaram mais leis e se deram mais avanços de reconhecimento da diversidade sexual e de gênero que em toda história” do país.

Maria Gabriela Blanco, também integrante da ASGDR, destacou que durante o governo Chávez o combate à discriminação por orientação sexual e identidade de gênero formaram parte da Lei do Poder Popular, da Lei do Trabalho, da Lei do Arrendamento e do Código Civil, que em seu artigo 146 permite a troca de nome por uma vez aos transgêneros e transexuais. Entretanto, ela destacou que a posição da organização é um chamado a Maduro a ativar os três “Rs”: revisão, retificação e ‘reimpulso’ do legado deixado por Hugo Chávez. “Não é só importante o apoio das leis, mas a conscientização. A lei permite a mudança de nome, mas o os funcionários às vezes não deixam os transexuais fazerem a mudança”, criticou.

Segundo Blanco, a Revolução Bolivariana permitiu que a pauta LGBTT deixasse de ser um tabu em diversos movimentos sociais, a partir de inúmeros espaços de formação, e também nos meios de comunicação. “Tivemos um programa de televisão aonde se falava sem problemas em horário matutino sobre a diversidade sexual, feminismo, o tema da mulher e seu corpo, na Ávila TV [integrante do Sistema Nacional de Meios Públicos]. Agora temos na Rádio Nacional da Venezuela um programa que chama “Diversos, não perversos” e conta com 2 horas, as vezes 3, a nível nacional”, relatou.

Apesar da ASGDR não descartar a importância das mudanças legais, como a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo para a conquista de outros direitos civis, Blanco disse que o principal desafio é a mudança de consciência: “Queremos mudar o sistema educativo. O matrimonio é importante, para nós é muito mais importante a transformação educativa, porque ainda há muita discriminação.”

Fotos: Vinicius Mansur

Fórum Social Mundial encontra a Primavera Árabe em Túnis

Encontro reúne a partir desta terça-feira (26) dezenas de milhares de pessoas que se deslocaram das mais distintas partes do mundo para discussão de alternativas aos sistemas de hegemonia e dominação vigentes. Para Boaventura de Sousa Santos, intelectual português ligado ao Fórum, o ideal de um “outro mundo possível” deve levar obrigatoriamente em conta a questão da “dignidade”, tema-chave do evento deste ano.

Maurício Hashizume

Túnis – O “berço” da Primavera Árabe recebe oficialmente a partir desta terça-feira (26) mais uma edição do Fórum Social Mundial (FSM).

Desde 2001, o FSM, que surgiu em contraposição ao Fórum Econômico Mundial, vem reunindo periodicamente dezenas de milhares de pessoas que se deslocam das mais distintas partes do mundo para discussão de alternativas aos sistemas de hegemonia e dominação (políticos, econômicos, culturais etc.). Esses sistemas, justamente, estão no cerne das mobilizações da sucessão de rebeliões populares que têm pressionado e até já derrubaram algumas ditaduras que já duravam há décadas em países do Norte da África e do Oriente Médio.

Com uma larga experiência nas edições anteriores do FSM, a ativista uruguaia Lilian Celiberti veio até a capital da Tunísia e espera ouvir e aprender, saber mais sobre como se sentem e de que formas pensam os protagonistas das lutas que vêm desafiando regimes marcados por autoritarismos, em nome da “dignidade”, que vem a ser o tema central desta edição de 2013.

A dignidade (“karama”, na língua árabe) traz consigo, no entendimento de Lilian, uma percepção enfática da urgência e da gravidade dos problemas sociais concretos em curso mundo afora ou, como ela prefere pontuar: uma “perspectiva radical da violência das relações humanas não só em nível individual, mas também coletivo”.

O contexto em que se realizará este encontro internacional é tenso e complexo, sublinha a militante feminista que foi sequestrada em Porto Alegre durante o regime militar na Operação Condor (http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19900). A imolação de um vendedor de rua da cidade de Sidi Bouzid que teve o seu carrinho de frutas e verduras impedido de trabalhar pelas autoridades locais, em dezembro de 2010, catapultou uma onda intensa de manifestações massivas que abalou as estruturas da ditadura comandada pelo militar Zine El Abidine Ben Ali. “É um símbolo extremo, muito forte. Que mundo é esse em que a forma de se expressar é a imolação?”.

Autoritário no poder desde 1987, Ben Ali caiu e se refugio na Arábia Saudita após contínuas mobilizações que culminaram com a massiva celebração de 14 de janeiro de 2011; durante os protestos e o conflito com forças policiais, outras dezenas de manifestantes também perderam suas vidas. O partido islâmico Ennahda, que venceu as eleições de outubro daquele mesmo ano, vem sofrendo intensas pressões por conta da continuidade dos problemas sociais e de sinalizações de restrições de ordem religiosa, que ganharam ainda mais força – inclusive provocando a renúncia do primeiro-ministro Hamadi Jabali, do Ennahda – com o assassinato cujas responsabilidades ainda não foram esclarecidas do principal líder da oposição, o advogado de esquerda Chokri Belaid, menos de dois meses atrás.

De acordo com Lilian, o FSM em Tunis consiste também em uma ocasião-chave para fazer ecoar as vozes dos protagonistas destas contestações, sem tantas camadas de mediação, visto que povos e movimentos do mundo árabe tendem facilmente a ser estigmatizados. “Tudo nos chega sempre muito descontextualizado. Vem sendo dada, por exemplo, muita ênfase ao papel da internet e das redes sociais para a chamada Primavera Árabe, sem que seja dada visibilidade à ocorrência de outras diversas formas de organização de base [reuniões, debates, articulações etc.]”, comenta Lilian. A despeito da expectativa de contato direto com este “novo olhar sobre a dignidade. Inovador e desafiante”, ela também revela certo medo no que diz respeito a indícios de recrudescimento político, especialmente quando se trata de alguém que viveu na própria pele os anos de chumbo das ditaduras na América do Sul.

Enfrentamento às monoculturas
Para o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos, que vem acompanhando muito de perto o processo do FSM desde os seus primórdios, espera-se que esta edição que se inicia contribua para o processo democrático na Tunísia, que experimenta um quadro de convulsão política, econômica e social que se estende Magrebe e Machereque. “Apesar de assumir a sua dimensão mundial, o Fórum tem, desde a sua origem em Porto Alegre, uma forte ligação com inquietações locais”, observa o professor da Universidade de Coimbra.

Boaventura realça que as duas margens do Mediterrâneo, historicamente a partir de onde se espalhou o capitalismo, vivem hoje uma crise, que tem diferenças e semelhanças. O neoliberalismo selvagem faz estragos em nações do Sul da Europa (como Grécia, Portugal, Espanha e Itália), bem como os modelos econômicos adotados por países do Norte da África (como a própria Tunísia e o Egito) excludentes estão na Primavera Árabe.

Enquanto no Sul da Europa, constata-se que a crise é incompatível com a democracia (cenário em que as lutas se concentram na tentativa de preservar conquistas sociais para que elas não percam o seu sentido), no Norte da África e em pontos do Oriente Médio, dissemina-se a ideia de que a democracia é crucial para reverter crise econômico-financeira. “Ditaduras foram eliminadas, mas o modelo econômico selvagem continuou”, emenda. O cenário de deterioração econômica é acompanhado das dificuldades enfrentadas em torno de uma nova Constituição após a queda de Ben Ali e o risco da queda da separação entre Estado e religião (por meio da sharia islâmica). Nesse sentido, o FSM tem uma contribuição relevante aos países dos levantes quanto à busca de alternativas pós-neoliberais.

Para Boaventura, o ideal de um “outro mundo possível”, lema clássico e crucial do Fórum Social Mundial, deve levar obrigatoriamente em conta a questão da “dignidade”, tema-chave do encontro deste ano. A dignidade, acrescenta o professor, resulta de uma conquista de autonomia e de respeito e embute o sentido mais profundo da diversidade. Nessa linha, a Primavera Árabe que impressionou o mundo em sua luta contra a monocultura política das ditaduras, tem também o desafio de enfrentar, além dos já citados desafios no campo econômico, a monocultura religiosa.

Nos dois dias que antecederam o Fórum, Boaventura esteve reunido com representantes de movimentos sociais e investigadores sociais de 16 países para o diálogo e a troca de experiências e conhecimentos sobre a “dignidade” em mais uma oficina da Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS), resultado da parceria do Projeto ALICE, coordenado pelo sociólogo, e a organização não-governamental feminista El Taller.

Na sede do comitê tunisiano de organização do Fórum Social Mundial 2013, os integrantes da equipe são, em sua maioria, jovens. Faixa e adesivos de Chokri Belaid, o líder da esquerda assassinado, são vistos no recinto. Uma entre os milhões de jovens tunisianos que fizeram e continuam a fazer parte das rebeliões na Tunísia, Zahra Khammassi reforça a importância das mulheres e da juventude nas mobilizações sociais, vê como muito bons olhos a abertura para intercâmbios propiciada pelo Fórum, mas não deixa de denunciar a “ambiguidade” do processo em curso. “As mobilizações vieram e a ditadura tombou. Mas, até agora, quem realmente se beneficiou do quer fizemos?”

Organização e abertura
Cerca de 30 mil pessoas são esperadas para o FSM 2013. Tenda montada na principal avenida da cidade – Habib Bourguiba, o líder da independência que governou o país de forma ditatorial por 30 anos (1957-1987) antes de Ben Ali – recebe os participantes. Postos menores foram montados no aeroporto e até nos hotéis para facilitar a acolhida. Mais de 2,7 mil organizações devem promover aproximadamente 1,5 mil atividades até o dia 30 de março.

A programação do primeiro dia do Fórum começa com a Assembleia das Mulheres, no auditório da Faculdade de Direito na Universidade El Manar, espaço que concentrará o conjunto de atividades programadas. “Queremos que nossa presença seja tão grande como o são nossas lutas contra as discriminações e tão diversificada como o são as formas de violência que sofremos”, realça a convocação assinada pelas mulheres tunisianas.

A tradicional marcha de abertura do FSM 2013 terá início às 16h, com saída da praça 14 de janeiro de 2011, que foi um dos epicentros das recentes revoltas. A multidão ganhará as ruas de Túnis até o Estádio Menzah, ponto final da caminhada onde, já à noite, e apresentará o cantor brasileiro e ex-ministro da Cultura, Gilberto Gil.

Fotos: Maurício Hashizume


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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