Arquivo para 12 de julho de 2013

Fascistas mascarados atacam manifestantes no Rio de Janeiro

De O Cafézinho

Eu quero fazer uma denúncia grave. A manifestação aqui no Rio seguia tranquila. Os trabalhadores marchavam com suas bandeiras. No carro de som, locutores defendiam propostas objetivas. Por volta das 18 horas, quando a passeata ainda estava concentrada junto à Candelária, houve um primeiro incidente envolvendo os “mascarados”, que jogaram pedras nos vidros da Candelária. A polícia veio, pediu para que um deles tirasse a máscara. O sujeito se recusou, o policial o segurou pelo braço. Outros mascarados cercaram o policial. Então a polícia jogou uma bomba de pimenta, causando transtornos em várias pessoas que não tinham nada a ver com os mascarados.

Aí o negócio se acalmou. Os locutores pediram para ninguém usar máscara. Tentou contemporizar.  Esse foi o grande erro.

Mascarados são inimigos dos trabalhadores. Tem que ser expulsos sumariamente das passeatas. São vândalos e fascistas, apesar de alguns usarem o rótulo de “anarquistas”. De anarquistas não tem nada.

Havia pelo menos uns três grupos de mascarados. Um se manteve desde cedo diante do Palácio Guanabara, sede do governo, bem distante das passeatas.

Um grupo ficou na Cinelândia, esperando a passeata. Outro, na parte de trás – foi esse que jogou pedras nos vidros da Candelária.

Em seguida, o grupo de trás se dirigiu para a frente, infiltrando-se no meio da passeata. Havia uns dois que dirigiam os grupos.

Os dois grupos se uniram na frente da passeata e marcharam juntos por algum tempo. Até que, de repente, o grupo inteiro, uns duzentos mascardos, se voltou e passou a marchar na direção da passeata. Posicionaram-se em frente ao carro de som da UGT, e ali permaneceram, bloqueando a passagem de mais de 50 mil manifestantes.

Vários faziam gestos ameaçadores com as mãos. Lançaram bombas. Dirigiram rojões na direção das pessoas.

A polícia entrou em cena com a delicadeza de sempre, lançando gás pimenta, bombas de efeito moral e atirando pro alto. O caos se instalou. As pessoas correram assustadas.

Eu estava com amigos, ao lado do Amarelinho, esperando a passeata chegar. Um grupo de amigos chegou correndo, com olhos ardendo. Levei-os para o escritório da minha esposa, na Alcindo Guanabara.

A passeata terminaria com uma grande assembléia popular para discutir a mídia. Os mascarados estragaram a festa.

Não eram “coxinhas”, apesar de circularem no mesmo universo de ideias e partilharem do mesmo tipo de radicalismo e truculência política. Eram jovens organizados, num esquema de guerrilha.

O serviço de inteligência do governo federal precisa, urgentemente, entrar em ação para descobrir quem está por trás desses grupos. Aliás, o serviço de inteligência precisa, em primeiro lugar, existir. O governo tem de dar estrutura à ABIN. Se não temos poderio militar, o mínimo que esperamos, para nos sentirmos seguros contra a influência externa, é um serviço de inteligência decente.

Os movimentos sindicais, por sua vez, tem de endurecer contra os mascarados. Alguma coisa tem de ser feita.

As bombas jogadas no palácio do governo indicam que o objetivo do grupo é desestabilizar. Qual a proposta que trazem?

Enquanto aguardávamos a confusão se amainar, conversamos sobre o tema. Teorias conspiratórias pipocaram. Um achava que era coisa de partido político, inclusive o PMDB, querendo produzir um clima de instabilidade. A teoria tem uma lacuna importante: que vantagem isso traria ao governador Sérgio Cabral? Ou será algo do PMDB acima do Cabral? Outros mencionaram a oposição: PSDB e DEM. Seja quem for, é gente querendo desestabilizar. Está conseguindo.

A hipótese de interferência estrangeira é algo que tem sido discutida no setor de inteligência do governo. Eu tenho uma fonte na Abin, que mencionou este fato. Na Primavera Árabe, houve muita ingerência externa, especializada em pegar carona em manifestações autênticas, e transformá-las em motivo de instabilidade.

O fato de estar marcada, para o final do ato, uma assembléia para discutir a mídia, também virou tema de nossas teorias de conspiração. Durante a passeata, havia grandes faixas e palavras de ordem contra a Globo. Os locutores cantavam, no alto do carro de som, o refrão mais famoso das passeatas: “A verdade é dura, a Globo apoiou a ditadura.”

Reiterando: dessa vez os mascarados não atacaram prédios públicos. Eles marcharam diretamente contra os próprios manifestantes. Foi uma agressão, uma declaração de guerra.

Isso vai ter troco. Me desculpem a violência. Jamais pensei que escreveria algo assim: da próxima vez que eu ver um mascarado na minha frente, terei que me controlar muito para não lhe dar um murro.

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O povo não é bobo

Do jornalista Leandro Fortes, na Carta Capital:

O povo não é bobo

Enquanto ainda alimenta a fantasia das “manifestações pacíficas” que cobriu, covardemente, do alto dos prédios das cidades, com repórteres postados como atiradores de(a) elite, a Rede Globo se vê, finalmente, diante de uma circunstância que não consegue dominar, manipular e, ao que parece, nem mesmo entender. Aliás, que jamais irá entender, porque se tornou uma instituição não apenas descolada da realidade, mas também do tempo em que vive. Ela e a maior parte dos profissionais que nela trabalham, estes que acreditam ter chegado ao topo da profissão de jornalista quando, na verdade, estão, desde muito tempo, vinculados ao que há de mais obsoleto, atrasado e cafona dentro do jornalismo nacional.

O poder da blogosfera progressista e de esquerda, que tanto incomoda, portanto, a conservadores e direitistas (partindo do pressuposto otimista de que há eventual separação entre eles), lançou-se numa organizada empreitada de apuração jornalística que fez a gigante platinada do Jardim Botânico tremer nas bases e, mais de uma vez, colocar pelo menos um dos joelhos no chão.

A partir de um superfuro do jornalista Miguel do Rosário, do site O Cafezinho, estabeleceu-se na blogosfera uma correia de transmissão informal, mas visceralmente interconectada, sobre o megaesquema de sonegação fiscal montado pelas Organizações Globo que resultou, em 2006, numa cobrança superior a 600 milhões de reais — 183 milhões de imposto devido, 157 milhões de juros e 274 milhões de multa. Foi resultado do Processo Administrativo Fiscal de número 18471.000858/2006-97, sob responsabilidade do auditor Alberto Sodré Zile. Como o auditor constatou crime contra a ordem tributária, abriu a Representação Fiscal para Fins Penais sob o número 18471.001126/2006-14.

Na sequência, outros três dos mais ativos blogueiros do País, os jornalistas Luiz Carlos Azenha, Rodrigo Vianna e Fernando Brito, respectivamente, do Viomundo, O Escrevinhador e do Tijolaço, estabeleceram uma sequência formidável de fatos que deram um corpo sólido à história levantada por O Cafezinho:

1)   A multa da Receita, de mais de 600 milhões de reais (1 bilhão de reais, em valores atualizados), de 2006, é referente a sonegação fiscal praticada na compra, pela TV Globo, dos direitos de transmissão da Copa de 2002. Envolve, ainda, ligações com dois criminosos internacionalmente conhecidos: João Havelange, ex-presidente da FIFA, e Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF.

2)   Em 2007, uma funcionária da Receita Federal, Cristina Maris Meinick Ribeiro, foi denunciada pelo Ministério Público Federal por ter dado sumiço no processo contra a Globopar, controladora das Organizações Globo, por sonegação fiscal.

3)   Como não poderia deixar de ser nesses casos, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, deu sua contribuição às trevas: foi ele que relatou o habeas corpus que soltou a funcionária da Receita, depois da ação de CINCO advogados junto ao STF.

Sempre tão poderosa e segura de seus privilégios, as Organizações Globo entraram nessa briga mais ou menos como Anderson Silva diante de Chris Weidman, no octógono de Las Vegas. Acharam que estavam diante de adversários menores e insignificantes, mas, como se sabe, a soberba é o sentimento imediatamente anterior à queda.

Em apenas três semanas de contínua e criteriosa apuração da blogosfera, a Globo se perdeu em versões sem sentido e recuos de informação, admitiu a culpa da sonegação e justificou-se com um pagamento alegado, mas nunca provado. Teve, pela primeira vez desde que foi criada no ventre da ditadura militar, que se pronunciar publicamente sobre uma denúncia contra si, desgostosa de que isso tenha acontecido fora de seu espectro de dominação, a velha e reacionária mídia nacional, da qual é líder e paradigma. A poderosa vênus platinada teve que responder, primeiro, ao O Cafezinho, de Miguel do Rosário, e depois às redes sociais, ao País, enfim.

Soubemos, assim, que as Organizações Globo, que vivem de concessões públicas e verbas oficiais, ao serem confrontadas com a informação sobre o roubo do processo pela funcionária da Receita Federal, divulgaram uma nota dizendo terem tido uma “grande surpresa” ao saberem da ação criminosa perpetrada por Cristina Maris Meinick Ribeiro.

Então, está combinado assim:

1)   Cristina, funcionária de carreira da Receita, enlouqueceu em uma manhã de 2006 e, do nada, apenas movida pela índole de anjo e pela vontade de ajudar a pobre Rede Globo, decidiu por conta própria roubar e desaparecer com o processo de sonegação fiscal de 600 milhões de reais da família Marinho. Depois, conseguiu pagar, sozinha, cinco advogados para arranjar um habeas corpus com o inefável Gilmar Mendes;

2)   Em seguida, o Ministério Público Federal, então comandado pelo procurador-geral da República Antonio Fernando Souza, denunciou Cristina Ribeiro pelo sumiço da papelada, que resultou na condenação da referida servidora a 4 anos e 11 meses de cadeia, segundo sentença da Justiça Federal do Rio de Janeiro. Isso em 2007, tudo na surdina, sem que um único procurador da República tenha se preocupado a vazar um fato grave desse para a imprensa ou, no limite, para jornalistas com atuação independente na blogosfera. Nada comparável à fúria e à disposição do mesmo Antonio Fernando ao dar publicidade à denúncia do “mensalão”, notícia, desde então, incorporada à grade de programação da Globo como um coringa usado tanto em época de eleição como nos espasmos de epilepsia antipetista, aliás, recorrentes na emissora.

Talvez, de tanto viver na dimensão onírica de suas telenovelas, ou na falsa percepção que alguns dos seus sorridentes jornalistas têm do mundo real, a Rede Globo ache, de fato, que é possível fazer o contribuinte acreditar de que ela nada tem a ver com o roubo do processo da Receita Federal. Afinal, somos todos uma nação de idiotas plugados no Caldeirão do Huck, certos de que, ao morrermos, teremos nossas almas levadas ao céu pela nave espacial da Xuxa.

Ou seja, os de lá não aprenderam nada com o debate Lula x Collor, em 1989, nem com a bolinha de papel de José Serra, em 2010, duas farsas desmascaradas, cada qual a seu tempo, pela História. Não perceberam que a internet acabou com a era das fraudes de comunicação no Brasil e no mundo.

Apostam as últimas fichas na manada que reuniram em cinco décadas de monopólio de um império movido a entretenimento e alienação. Mas esse gado que foi alegremente tangido por vinhetas e macacas de auditório ganhou, com o fenômeno da rede mundial de computadores, novas porteiras e, com elas, uma perspectiva real de liberdade.

O silêncio envergonhado e vergonhoso dos tristonhos oligopólios de mídia brasileiros sobre uma notícia tão grave é, antes de tudo, revelador das nossas necessidades.

Fico imaginando qual seria a capa dos jornalões e das revistas coirmãs se fosse Lula a dever mil réis de mel coado à Receita Federal. E se descobrissem, no curso da apuração, que um militante aloprado havia lhe feito o favor de roubar o processo judicial a respeito. As massas seriam, no mínimo, conclamadas a linchar o ex-presidente e pedir as Forças Armadas nas ruas.

Por essa razão, enquanto o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, se dispõe a ir às páginas amarelas da Veja se colocar – e ao governo do PT – de joelhos perante quadrilhas ligadas a bicheiros e a esquemas de sonegação fiscal, a ação periférica da blogosfera rouba o protagonismo que antes era dessa autointitulada “grande imprensa”.

E, para tal, faz apenas o que tem que ser feito: jornalismo.

APÓS SANÇÃO PRESIDENCIAL DO ATO MÉDICO COM VETOS, PROFISSIONAIS DE SAÚDE COMEMORAM E MÉDICOS

Apresidente Dilma Vana Rousseff sancionou com vetos a lei regulamentadora da prática médica também conhecida como Ato Médico. O texto publicado no Diário Oficial da União recebeu vetos em artigos importantes como o Artigo 4º, que teve novo pontos vetados, incluindo o que atribuía exclusividade aos médicos na formulação de diagnóstico de doenças.

A lei determina que somente médicos podem realizar a indicação e intervenção cirúrgicas, além da prescrição dos cuidados médicos pré e pós-operatórios, além de a indicação e execução de procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo acessos vasculares profundos, as biópsias e as endoscopias. Outro ponto exclusivo do fazer médico se refere a sedação profunda, os bloqueios anestésicos e a anestesia geral.

Dentre as atividades que podem ocorrer multiprofissionalmente  estão o atendimento a pessoas sob risco de morte iminente; a realização de exames citopatológicos e emissão de seus laudos; a coleta de material biológico para análises laboratoriais e os procedimentos feitos através de orifícios naturais, desde que não comprometa a estrutura celular e acupuntura.

De acordo com nota oficial do governo federal “A aprovação deste dispositivo [se refere a exclusividade de diagnóstico] traria restrições ao trabalho de outros profissionais de saúde. Hoje, por exemplo, pacientes com doenças como malária, tuberculose e dengue são diagnosticadas ou iniciam o tratamento com profissionais de enfermagem e têm acompanhamento por equipes compostas por médicos”.

Além disso, o governo ainda afirmou que os vetos são necessários para o bom funcionamento do SUS e inclusive de programas e projetos que estão em vigor como de combate a malária, entre outros.

A presidenta do Conselho Federal de Enfermagem, Márcia Krempel, comemorou os vetos como uma vitória do SUS, uma vez que “com o veto, o SUS vai continuar funcionando de uma forma não hierarquizada, todos os profissionais tendo o mesmo peso e o mesmo valor”.

O Conselho Federal de Psicologia também apoio a versão sancionada por Dilma e afirmou oficialmente que caso aprovado da forma que veio do senado os psicólogos “não poderiam mais diagnosticar transtornos mentais (…) Assim, o CFP apoia a decisão da presidente Dilma que, em seu veto, defendeu o Sistema Único de Saúde e a atuação integrada dos profissionais da área. A presidente ressaltou que a sanção do texto ‘poderia comprometer as políticas públicas da área de saúde, além de introduzir elevado risco de judicialização da matéria'”.

O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto d’Ávila, vociferou contra a sanção com vetos e se sentiu como amante traído. Em sua visão os médicos estão “sendo agredidos, o Congresso desautorizado e a população está desprotegida”. Ele afirmou que os médicos vão recorrer dos vetos através da mobilização da categoria: “Vamos lutar para derrubar esses vetos”.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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