Arquivo para 25 de outubro de 2013

ANTROPÓLOGOS DO BRASIL PUBLICAM CARTA ABERTA EM DEFESA DO POVO INDÍGENA GUARANI QUE SE ENCONTRA AMEAÇADO

Os interesses econômicos no campo, principalmente, o agronegócio, ameaçam as comunidades indígenas que conseguiram direitos e garantias com a promulgação da Constituição de 1988. Essa é a inferência feita pelos antropólogos da Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Campinas (UNICAMP) e outras universidades de todo o Brasil. Para os antropólogos, dos povos indígenas os mais ameaçados é o Guarani. Essa ameaça é decorrente da posição geográfica que ocupam suas terras: Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Diante dessa perversa ameaça os antropólogos decidiram publicar uma carta aberta à sociedade brasileira para que ela tome ciência do fato violador e também se prontifique a lutar contra essa forma de violação dos direitos dos povos indígenas. Na verdade, não se trata de uma ameaça: já é realidade. Algumas terras indígenas já foram invadidas pelo capital/agrícola. Um exemplo histórico é a própria terra indígena Raposa Serra do Sol quando foi explorada pelos brancos para plantação de arroz, em Roraima.

“Com suas aldeias distribuídas em vasto território, que abrange as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, e também algumas localidades na Região Norte do Brasil, os guaranis constituem hoje o maior povo indígena no país, com cerca de 65 mil pessoas. Entretanto, por ocuparem regiões com antigo histórico de colonização, e de grande interesse para exploração econômica, tem hoje apenas uma fração insignificante e fragmentada de seu território reconhecida pelo poder público.

A falta de terras é a causa fundamental do quadro de marginalização a que foram submetidos em todas essas regiões, onde sofrem com a violência, o preconceito e a falta de efetivação de direitos fundamentais de cidadania.

Hoje, como ao longo dos últimos cinco séculos, grupos oligárquicos aos Guaranis os seus direitos territoriais, com o intuito de perpetuar as injustiças acumuladas ao longo de todo o processo de colonização do Brasil, evitando a construção de uma sociedade justa e solidária, que respeite seus povos indígenas.

Enquanto os ruralistas desenvolvem uma campanha para convencer a população brasileira de que são ameaçados pelas demarcações de terras, o país segue com um dos mais altos índices de concentração fundiária do mundo, cenário que se reveste no acúmulo de poder nas mãos de oligarquias agrárias e nas grandes desigualdades que assolam a sociedade nacional”, diz trecho da carta.

Leia a carta na íntegra.

Carta pública em defesa aos direitos do Povo Guarani

Nós, estudiosos do povo guarani e outros pesquisadores, especialistas e professores, reunidos em São Paulo/SP entre os dias 16 e 18 de outubro, durante o Simpósio CEstA nas Redes Guarani, realizado pelo Centro de Estudos Ameríndios da Universidade de São Paulo, vimos a público nos manifestar a respeito do grave contexto de ataque aos direitos indígenas que está hoje em curso, e em cujo epicentro encontra-se o impasse relacionado ao não reconhecimento dos direitos territoriais do povo Guarani.

Com suas aldeias distribuídas em um vasto território, que abrange as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, e também algumas localidades na região norte do Brasil, os Guarani constituem hoje o maior povo indígena no país, com cerca de sessenta e cinco mil pessoas. Entretanto, por ocuparem regiões com antigo histórico de colonização, e de grande interesse para exploração econômica, têm hoje apenas uma fração insignificante e fragmentada de seu território reconhecida pelo poder público. A falta de terras é causa fundamental do quadro de marginalização a que foram submetidos em todas essas regiões, onde sofrem com a violência, o preconceito e a falta de efetivação de direitos fundamentais de cidadania.

A história mostra como a mão-de-obra de milhares de Guarani foi utilizada para a construção do país, deixando contribuições que hoje consideramos como elementos fundantes da cultura brasileira. Hoje, como ao longo dos últimos cinco séculos, grupos oligárquicos se esforçam em negar aos Guarani os seus direitos territoriais, com intuito de perpetuar as injustiças acumuladas ao longo de todo o processo de colonização do Brasil, evitando a construção de uma sociedade justa e solidária, que respeite seus Povos Indígenas.

Enquanto os ruralistas desenvolvem uma campanha para convencer a população brasileira de que são ameaçados pelas demarcações de Terras Indígenas, o país segue com um dos mais altos índices de concentração fundiária do mundo, cenário que se reverte no acúmulo de poder nas mãos de oligarquias agrárias e nas grandes desigualdades que assolam a sociedade nacional.

Como pesquisadores que atuamos junto a algumas das mais respeitadas universidades brasileiras, temos a percepção clara de que os ataques aos direitos indígenas ora em curso são uma ameaça para toda a sociedade, pois respondem aos interesses de um grupo minoritário que busca apropriar-se privadamente das riquezas nacionais para seu próprio enriquecimento, e tornam nosso país palco dos mais graves desrespeitos aos direitos à vida, à dignidade, à diferença, envergonhando-nos a todos.

O drama humanitário pelo qual atravessam as comunidades nas quais realizamos nossas pesquisas não é tolerável em um Estado Democrático de Direito, e não cessará enquanto o poder público se recusar a enfrentá-lo com a seriedade e respeito que requer, preterindo a sua solução em proveito de interesses eleitorais. Nesse sentido, chamamos a todos os brasileiros para que nos empenhemos junto ao povo guarani e aos demais povos indígenas na defesa de seus direitos, para a construção de uma sociedade igualitária, multicultural e pluriétnica.

Dominique Tilkin Gallois – Professora-doutora em Antropologia Social na USP
Valéria Macedo – Professora-doutora em Antropologia Social na UNIFESP
Beatriz Perrone Moisés – Professora-doutora em Antropologia Social na USP
Marta Rosa Amoroso – Professora-doutora em Antropologia Social na USP
Sylvia Caiuby Novaes – Professora-doutora em Antropologia Social na USP
Renato Sztutman – Professor-doutor em Antropologia Social na USP
Fábio Mura – Professor-doutor em Antropologia Social na UFPB
Levi Marques Pereira – Professor-doutor em Antropologia Social na UFGD
Elizabeth Pissolato – Professora-doutora em Antropologia Social na UFJF.
Donatella Schmidt – Professora em Antropologia Social na Università degli Studi di Padova.
Marina Vanzolini – Professora-doutora em Antropologia Social na USP
Vanessa Lea – Professora-doutora em Antropologia Social na UNICAMP
Maria Inês Ladeira – Centro de Trabalho Indigenista, Mestre em Antropologia (PUCSP) e Doutora em Geografia Social (USP)
Daniel Calazans Pierri – Centro de Trabalho Indigenista, Mestre em Antropologia Social (USP)
Fabio Nogueira da Silva – Mestre e Doutorando em Antropologia Social pela USP
Spensy Pimentel – Doutor em Antropologia Social – USP
Diogo Oliveira – FUNAI – Doutorando em Antropologia Social – UFSC
Rafael Fernandes Mendes Júnior – Mestre e Doutorando em Antropologia Social pela USP
Lígia R. Almeida – Mestranda em Antropologia Social – USP
Amanda Danaga – Doutoranda em Antropologia Social -UFSCar)
Camila Mainardi – Doutoranda em Antropologia Social – USP
Adriana Testa – Doutoranda em Antropologia Social – USP
Alice Haibara – Mestranda em Antropologia Social – USP
Ana María Ramo y Affonso – Mestranda em Antropologia Social -UFF
Tatiane Klein – Mestranda em Antropologia Social – USP
Marcos dos Santos Tupã – liderança guarani e Coordenador Tenondé da Comissão Yvyrupa
Giselda Pires de Lima Jera – professora e liderança guarani
Algemiro da Silva Karai Mirim – professor e liderança guarani
Ariel Ortega – liderança e cineasta guarani
Carlos Papa Mirï Poty – liderança e cineasta guarani
Prof. Dr. Stelio Marras – Professor Doutor em Antropologia Social no IEB-USP
Aline Aranha – FFLCH-USP/ CEstA-USP
Jefferson dos Santos Ferreira – FFLCH-USP/ CEstA-USP
João Pedro Turri – ECA-USP/ CEstA-USP
André L. Lopes Neves – PPGAS/USP – CEstA-USP
Jan Eckart – PPGAS/ UFSCar
Guilherme Meneses – PPGAS-USP
Diógenes E. Cariaga – FUNAI
Lucas Keese dos Santos
Centro de Trabalho Indigenista, Mestrando em Antropologia Social – USP

NOVAMENTE O QUE O POVO ESTÁ CARECA DE SABER: PESQUISA IBOPE MOSTRA QUE DILMA VENCERIA TODOS OS CANDIDATOS NO 1º TURNO

Nova pesquisa do IPOBE divulgada ontem, dia 24, mostra o que o povo já está careca de saber: a presidenta Dilma Vana Rousseff venceria todos os seus chamados concorrentes no primeiro turno se as eleições fossem ontem, hoje e amanhã. De ontem para hoje e amanhã os eleitores não mudariam suas opiniões.

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 21 de outubro, em 143 municípios e ouviu 2002 eleitores. A margem de erro é de dois para cima e para baixo. No caso de Dilma, sua diferença contra seus supostos adversários não importa, visto ela ser superior a qualquer margem de erros.

Os panoramas são esses.

  Contra Never e Campos. Dilma 41%, Never dos reacionários, 14% e Campos, falso socialista, 10%.

  Contra Marina, amiga dos ‘felicianos’, e Never. Dilma 39%, Marina 21% e Never 13%.

  Contra Serra, o imortal, e Campos, o neto sem herança política. Dilma 40%, Serra 18% e Campos os seus tradicionais 10%.

  Contra Marina e Serra. Dilma 39%, Marina, que não acredito que era “bonita com que Deus lhe deu”, 21%, e o fantasma do PSDB, 16%.

 Se, se, se, houvesse segundo turno? Dilma daria mais banho de democracia.

              Dilma 47%. Never 19%.

              Dilma 42% e Marina, bem pintada, 29%.

              Dilma 44% e Serra 23%.

              Dilma 45% e Campos, fora de campo, 18%.

Outras tristes informações para as direitas. Subiu a aprovação do governo de Dilma. Para 38% seu modo de governar bom e ótimo. Já para 35% é regular. Sobre a forma como Dilma governo o país 53% aprovam sua forma de governar.

Para quem entende eleições além de pesquisa de intenção de votos, com Dilma não tem para ninguém. PT saudações!

PROPOSTA DE VEREADOR PARA CRIAÇÃO DE ÔNIBUS E VAGÕES DE TRENS COR DE ROSA PARA MULHERES É RETIRADA

Albari Rosa / Agência de Notícias Gazeta do Povo

O Projeto de Lei propunha o seguinte: criação de ônibus e vagões de trens para mulheres em horário de pico na capital de São Paulo. Áreas seriam marcadas com a cor rosa. O projeto passou a ser conhecido como “ônibus rosa”. Objetivo: proteger as mulheres para evitar assédio dentro dos veículos. Autor do projeto: Alfredinho do Partido dos Trabalhadores. Análise: as feministas foram para cima e sentiram no projeto grande força de discriminação contra as mulheres. Resultado: O projeto foi retirado.

Apesar da boa vontade de Alfredinho – dizem que o inferno encontra-se cheio de boa vontade, mas os que dizem não provam que estiveram lá, nem Dante – estava lógico que o projeto ia causar reboliço, e com toda razão. As feministas estão cobertas de razão: o projeto cor de rosa, não é uma rosa. Está mais para espinho, apesar do espinho fazer parte do conjunto rosa. Mas ele, espinho, também serve para ferir. A boa vontade de Alfredinho não sentiu a ponta do espinho.

O projeto é discriminador. As mulheres não precisam de proteção vinda de uma simples promulgação de uma lei. As mulheres fazem parte da sociedade civil como um todo. São seres-históricos que através de suas forças e inteligências trabalham para produzir uma sociedade em que não haja qualquer forma de assédio, não só contra elas, mas também contra qualquer pessoa que compõe a cartografia humana do existir. Elas sabem que é preciso produzir uma sociedade em que estes homens frustrados e inseguros em suas sexualidades não tenham oportunidade de exercer suas taras. Aceitar um projeto como esse é crer que elas são inválidas e não podem lutar pelos seus direitos.

Agora, como o projeto retirado de análise, as feministas representadas pela Marcha Mundial de Mulheres, Marcha das Vadias, Central Única dos Trabalhadores (CUT), as secretarias municipais de Transportes e de Políticas para as Mulheres vão criar uma comissão que ficará responsável em discutir o fator assédio e a violência contra as mulheres nos veículos públicos.

Para a secretária da Mulher Trabalhadora da CUT/SP, Sonia Auxiliadora, o projeto põe em risco a vida mulher que tem que durante a noite esperando o ônibus rora”.

“A mulher, que tem dupla jornada e volta para casa, não pode ficar nas ruas esperando por um ônibus rosa”, disse Auxiliadora.

Já, para Gabriela Alves, representante da Marcha das Vadias, o projeto tem caráter de segregação.

“A liberdade de ir e vir deveria ser comum a todos e todas, sem jamais pensar que é preciso segregar mulheres, gays ou lésbicas. O transporte que se diz público tem que ter, sim, aparato de segurança para evitar esse e outros tipos de violência”, afirmou Gabriela.

Por sua vez, Alfredinho, fora da cor rosa, disse ter havido, de sua parte, precipitação que não permitiu o diálogo, mas que é preciso discutir outro projeto de lei eficiente e urgente.

“Precisamos construir coletivamente outro PL que venha a apontar um caminho eficiente e urgente”, disse Alfredinho.

ANGELA MERKEL, SE REFERINDO AOS EUA, DIZ QUE NÃO SE FAZ ESPIONAGEM ENTRE AMIGOS

As denúncias publicadas em todo o mundo – até no mundo dos minerais, diria o jornalista-filósofo, Mino Carta – sobre as espionagens praticadas pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, já se tornaram notórias. Espionar governos, empresas, funcionários dos governos e cidadãos, tornou-se do conhecimento da maioria da população mundial.

Os países que mantém relações com os Estados Unidos, como o Brasil, se sentiram profundamente desrespeitados com o ato terrorista do Estado norte-americano. O Brasil tem acordos com o Tio Sam, mas não é seu amigo visceral: é independente. Independência que começou no governo Lula e que foi muito bem materializada no desgoverno Fernando Henrique, o ‘príncipe’ sem trono. Por isso, tem todo o direito internacional e de se sentir indignado por ter sido invadido em sua soberania. Agora, países que são amigos viscerais dos Estados Unidos, afirmarem que firam indignados ao saberem que foram espionados pela segurança ianque, leva a outro entendimento.

Hollande, presidente ‘socialista’ – como PSB no Brasil – da França, e Angela Merkel, chanceler da Alemanha, unhas e carnes – cabelos e sangues -, dos Estados Unidos, que foram espionados também, se sentirem ultrajados em seus direitos é hilário. Eles sabem, entre si, das práticas adotadas pela falsa política democrática do totalitarismo. E ficar indignados com a espionagem tem um único propósito: mostrar aos eleitores que estão preocupados com a soberania de suas pátrias. França e Alemanha estão sempre em alianças com os Estados Unidos. Principalmente quando está em questão a invasão de um país considerado “inimigo da paz” pelos Estados Unidos.

“Espionagem entre amigos é algo que não se faz”, disse Merkel.

Amigos se conhecem. Por isso, não se espionam: sabem de seus segredos. E que segredos.

“A confiança deve ser restabelecida”, afirmou otimista Merkel, depois de conversar com Obama.

Confirmação de que não houve indignação. Nunca houve quebra do que está estabelecido entre eles. Os amigos.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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