Arquivo para 20 de dezembro de 2013

DILMA PATICIPA DA 4º EXPOCATADORES E FALA DE SUA IMPORTÂNCIA

Tudo começou no governo Lula. Então presidente da República, Lula, construiu junto com os moradores e trabalhadores de rua o natal comunitário dessa parte marginalizada pela opulência (Marcuse) da classe alta da burguesia paulistana. Todo fim de ano Lula se reunia com esses personagens ocultos ( nem tão ocultos ) das metrópoles e se confraternizava mostrando as políticas que poderia beneficiá-los.

Dilma, continuando a política de governo iniciada por Lula, manteve a tradição da festa com os catadores e moradores de rua. O convite é sempre oferecido por estes personagens que trabalham com a gestão dos resíduos sólidos. A 4º Expocatadores ocorreu no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo. É organizada pelo Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), Movimento Nacional da População de Rua (MNPR). ONGs e empresas do Poder Público. Dilma disse, na ocasião, que para ela era importante ser recebida pela população de rua e os catadores de materiais recicláveis.

“Nós continuamos mantendo um compromisso firme com os movimentos sociais. Hoje, o Estado brasileiro trabalha para todos os cidadãos e cidadãs. Eu sigo a tradição inaugurada pelo presidente Lula. E esse encontro nosso é uma confraternização em que fica claro que o meu governo reconhece, considera e olha para os catadores e a população de rua como cidadãos de nosso país.

É importante que a presidenta da República tenha o compromisso anual de ser recebida pela população de rua e também pelos catadores de materiais recicláveis. É a terceira vez que estou com vocês. Meu governo olha para vocês como cidadãos do nosso país.

Vocês têm um papel a cumprir no país, e sempre serão pessoas capazes de ajudar o Brasil a se desenvolver e a melhorar. Meu governo sabe que os movimentos sociais são imprescindíveis para a democracia. Ainda há muito o que melhorar. Precisamos de diálogo para melhorar”, reconheceu Dilma.

O membro da coordenação do MNCR, Roberto Laureano da Rocha, discursou agradecendo ao governo as conquistas do movimento, e aproveitou a oportunidade para entregar um documento à Dilma com suas expectativas.

“Se somarmos todos os recursos investidos pelo governo federal, obteríamos mais de R4 590 milhões em processo de estruturação, organização e formação de catadores. Só temos sido reconhecidos pelas prefeituras do país por causa da força do governo federal, que obriga a destinação de recursos ao envolvimento dos catadores nos programas de reciclagem.

Queremos que esses recursos continuem sendo destinados, porque temos ainda muito a avançar. Ainda temos muitos catadores morando na rua e os lixões”. Analisou Roberto Rocha.

Já o coordenador do MNPR, Samuel Rodrigues, além de mostrar o abandono de décadas que os moradores de rua sofreram, pediu a atuação dos direitos humanos quanto a violências que os moradores de rua são submetidos. Ele lembrou que 308 pessoas em situação de rua foram assassinadas este ano.

“Ainda existe uma defasagem muito grande em relação às nossas reinvindicações, porque a população de rua foi esquecida por décadas.

Ainda há prefeituras que fazem as chamadas campanhas antimendigo, reforçando o estigma. Precisamos do empenho do governo federal para romper com isso”, observou Samuel Rodrigues.

Diante da denúncia feita por Samuel Rodrigues, a presidenta Dilma, disse que seu governo repudia a violência contra os moradores de rua.

“Aproveito para reafirmar aqui o repúdio do governo federal a toda forma de violência contra o ser humano. Violência que é mais grave ainda sobre alguém que vive nas ruas e já se encontra numa situação de vulnerabilidade. Não podemos permitir que essa pessoas sofram a violência, nem muito menos que essa violência fique impune”, se comprometeu Dilma.

MINISTRO DEFENDE A DESCRIMINALIZAÇÃO DA MACONHA E O FIM DA PRISÃO DO PEQUENO TRAFICANTE, PORQUE A CRIMINALIZAÇÃO “DÁ PODER POLÍTICO E ECONÔMICO AOS BARÕES DO TRÁFICO”

Pela primeira vez um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) tem o sentido de tratar publicamente um tema que é conhecido da sociedade brasileira, mas que é envolvido pelo manto da hipocrisia e da ignorância. As chamadas drogas ilícitas e seus personagens reais que fomentam o tráfico e seus ganhos.

O ministro em questão é o ministro Luiz Roberto Barroso que antes tinha uma posição semelhante a da maioria da população e de alguns de seus companheiros da Corte, mas que ao estudar a grande proporção dos casos judicias que envolvem os temas referentes à criminalização da maconha e a prisão do pequeno traficante e o usuário, mudou sua posição.

Sua nova posição foi expressada no momento em que se discutia sobre dois habeas corpus referentes à pessoas detidas com pequenas quantidades de droga.

“É por essa razão, que em relação à maconha, penso que o debate público sobre a descriminalização é menos que discutir a cerca de uma questão filosófica e mais discutir a cerca da circunstância de se fazer uma escolha pragmática.

Não vou entrar na discussão sobre os malefícios maiores ou menores que a maconha efetivamente cause. Mas é fora de dúvida que esta é uma droga que não torna as pessoas antissociais. E diante de volumes de processos que recebemos, cheguei à  constatação, que me preocupa, de que boa parte das pessoas que cumprem pena nos presídios brasileiros por tráfico de drogas são pessoas pobres que foram enquadradas como traficantes por portarem quantidades que caracterizavam tráfico, mas não eram significantes, de maconha.

Está ao meu alcance e possibilidade optar por uma interpretação menos dura dessa legislação. Por essas razões, metajurídicas, que formam a maneira como vejo e penso, estou reajustando minha posição.

Vejo que o foco do meu argumento não é a questão do usuário. Não que considere esse foco desimportante. Mas minha preocupação é outra e é dupla. A primeira é reduzir o poder que a criminalização dá ao tráfico e aos seus barões nas comunidades pobres do país. A criminalização fomenta o submundo, dá poder político e econômico a esses barões do tráfico, que oprimem essas comunidades porque conseguem oferecer utilidades e remunerações maiores do que o Estado e o setor privado em geral.

MINISTRA DA CULTURA, MARTHA SUPLICY, LANÇA O EDITAL DO PRÊMIO FUNARTE CAREQUINHA DE ESTÍMULO AO CIRCO

No ano de 2014, os artistas circenses terão mais motivo para continuar com sua arte de proporcionar ao público um entretenimento que ajuda na saúde afetiva e efetiva da sociedade. É que a verba para à realização dos projetos circenses passarão de R$ 6 milhões, para R$ 10 milhões. As quantidades de prêmios também aumentarão: passarão de 159 para 200. As categorias que serão contempladas serão: Circos de Lona, Números, Espetáculos, Formação, Residência Artística e Pesquisa.

Estas alvissareiras mudanças encontram-se no edital Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo lançado pela ministra Martha Suplicy, e o presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Guti Fraga, na Sala Sidney Miller, no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro. De acordo com Martha, o edital foi modificado para facilitar o uso do vale-cultura pelos trabalhadores. Para a ministra as cidades que não têm salas para espetáculos teatrais e projeções cinematográficas o circo pode fazer esse papel.

“O circo tem uma alma muito brasileira. O circo vai chegar nesses lugares mais distantes. E ele vai possibilitar levar cultura nesses recôncavos, onde as pessoas têm muita dificuldade. A gente já percebeu que a fome de conhecimento é muito grande.

Acho muito importante o circo fazer esse trabalho de capilaridade. O circo, se você não ajuda, ele está em um processo difícil, porque as cidades muitas vezes não acolhem o circo, dizem que não têm espaço e têm preconceito contra o circo. O circo é vida, é tão real. Para criança é sonho”, disse a ministra.

Presente ao lançamento, Bel Toledo, presidenta da Cooperativa Brasileira de Circo, afirmou que o circo é um espaço cênico para outras artes.

“A gente vai com o circo para cidade e recebe outros grupos de música, teatro e dança da região. A gente passa a ser um espaço cênico para receber, e não é só um espetáculo de circo. Por exemplo, eu sou de São Paulo e vou com minha lona para o Amapá. Isso vai fomentar as atividades, não só a circense. Em muitas comunidades o primeiro contado com a atividade cultural é com o circo”, considerou Bel Toledo.

Por sua vez, Guti Fraga, disse que o circo vai ser o movimentador do vale-cultura.

“Vai bombar! Se levar um circo para uma cidade à beira de uma fábrica, todo mundo que tem vale-cultura vai para lá. Em cidades que não tem nada, com a chegada do circo, é a possibilidade de gastar o vale. É um passo legal este que estamos vivendo”, disse Fraga.

“Ah, o circo vem aí, quem chora tem que rir, com tanta palhada”.

“Hoje, tem espetáculo? Tem sim, senhor!”


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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