Arquivo para janeiro \21\-04:00 2014



O PRP, PARTIDO DO QUAL ADAIL É MEMBRO, SE DIZ SURPRESO E INDIGNADO COM A NOTÍCIA. QUE PARTIDO É ESSE?

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Enquanto isso, o Partido Republicano Progressista (PRP), partido do qual Adail é membro, afirmou que vai instaurar processo disciplinar contra ele e divulgou comunicado.

“A notícia causou surpresa e indignação aos membros da Executiva Nacional do PRP. Este tipo de crime infringe a principal filosofia do partido, de que a família é base da nação. Caso seja condenado pela Justiça ou decidido pela Comissão de Ética do Partido, o prefeito Adail Pinheiro será expulso do PRP”, diz o comunicado.

Dois signos humorísticos saltam do comunicado do partido que Adail é forte membro. Um: “esse tipo de crime infringe a filosofia do partido”. Não há humor maior do que usar em vão o conceito filosofia. Um uso banal do conceito filosofia já que é da ordem dos devires e das transformações e ultrapassagens, como dizem os filósofos das mudanças. Nada que o PRP manifeste. Dois: “a notícia causou surpresa e indignação”. O PRP não sabia nada sobre Adail quando as denúncias foram expressas publicamente e juridicamente, em 2008. Embora já corressem tempos anteriores, contundentes comentários contra o comportamento escuso de Adail. O PRP gosta de fazer piada. Ele diz que a notícia causou “indignação” quando a notícia é mais velha do que a serra, como diziam os serranos antigos.   

O PRP ter Adail em suas fileiras obriga a sociedade a perguntar: Qual o entendimento do conceito de República dos membros do partido? Se República é o composto das partículas semânticas e linguísticas de res, do latim, coisa, e público, de todos, igual, coisa pública. O comportamento de Adail é totalmente contrário a Republica. Não deveria ser filiado em um partido que se diz Republicano. E que Progressista é esse? Onde as coisas não são públicas, não há progresso de acordo com a visão democrática dos partidos que compõem um Estado.

O PRP tem que reavaliar seus entendimentos políticos para compor um quadro voltado à realidade democrática, para em caso como o de Adail, não esperar a Justiça e sua Comissão de Ética.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ELEIÇÃO DA DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO FILOSOFIA ITINERANTE – AFIN, PARA O BIÊNIO 2014-2015

O presidente da Associação Filosofia Itinerante – AFIN atendendo o que determina o Estatuto Social,  convoca a Assembleia Geral para fazer cumprir o  capítulo IV – das Eleições; artigo 30º e 31º que reza: durante a Assembleia Geral os candidatos poderão formar chapas para a ocupação da Diretoria e do Conselho Fiscal. As chapas devem ser compostas por associados maiores de 21 anos, presentes à Assembleia Geral. Havendo mais de uma chapa concorrente, deve-se proceder com a votação pelos associados presentes até que uma das chapas obtenha a maior parte dos votos. Em caso de empate, haverá nova votação até que somente uma chapa obtenha a maioria dos votos.

Parágrafo único – Em caso de haver somente uma chapa para a disputa da Diretoria e/ou Conselho Fiscal, a mesma poderá ser aclamada vencedora pela Assembleia Geral.

Dia da Eleição: 08 de fevereiro de 2014 – Sábado

Local: Rua 72, Quadra 149, nº 4– Bairro Nova Cidade, Manaus/AM

Horário: 17 h

Manaus, 21 de janeiro de 2014

PROPAGANDA NO RÁDIO “POR UM BRASIL MELHOR”, CONFIRMA O DESESPERO E A IGNORÂNCIA DAS DIREITAS

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Até os minerais sabem, como diz o jornalista-filósofo Mino Carta, que não existe partido político de oposição no Brasil. Dois fatores se concretizaram desde que os governos populares de Lula e Dilma foram para o poder concedido pela maioria da população eleitoral brasileira: Um, por falta de estrutura política real partidária, e outro, por falta de inteligência democrática nesses grupos que são impulsionados simplesmente por reação. São partidos reativos. Consequências expressas como angústia de separação do poder.

Dissipados como partículas apolíticas, o que contribui, também, para o desespero de todas as formas de expressões direitistas, esses chamados partidos políticos se derramam em lamentações ressentidas e acusatórias, contra os governos populares, em um ato de fé de seus próprios suicídios. Já que por suas próprias insignificâncias, não podem ser vítimas de homicídios democráticos. Assim, frustradores das ambições capitalísticas de seus irmãos direitistas, e reconhecidos, também, por eles como ineficientes políticos, como grupos de oposição, as mídias-caducas – caduco aqui não tem nada a ver com cronologia dita humana, mas a ausência do senso intelectivo-social-democrático –, resolveram tentar fazer o papel de oposição. Tudo que seus partidos de igualdade subjetiva, não fazem. O exemplo mais concreto é a inexistência de qualquer figura, de sua classe – a burguesia-ignara -, em condições de disputar a Presidência da República contra a presidenta Dilma Vana Rousseff.

O QUADRO GROTESCO-DESESPERADOR DAS MÍDIAS-CADUCAS

Guardadas nesse quadro grotesco – para elas, as mídias, para os que acreditam em uma democracia real, um quadro humorístico -, elas não cansam de lançar mão de vários expedientes de ofensa contra o governo popular de Dilma e seus companheiros. São centenas de jornalistas amestrados, repórteres e locutores afônicos em campo para encontrar qualquer reflexo que possa ser usado como arma de vingança. Vingança, posto que se trata  de ódio contra os governos de Lula e Dilma. Para elas, responsáveis pelo fim do sonho de suas ambições materialistas (nada a ver com o materialismo dialético).

Como se encontram em estado de desespero propulsionado por suas ignorâncias democráticas, elas não lembram que só existem em função da concessão pública propiciada pelo governo federal, o que lhes proíbe de usar essas concessões de comunicação como aparelho ideológico de seus interesses lucrativos, mas que elas fazem pouco caso e expressam suas ideologias continuamente. Entende-se porque elas são assim. Porque é este o estado de voracidade que elas, como burguesas-ignaras, se mantém. Tudo fixado nelas, nada fora: a sociedade. Assim, algumas emissoras de rádio estão tramando, nesse caduco estilo.

 O RÁDIO-CADUCO PELA VOLTA DAS DIREITAS

Essas emissoras, em nome do que elas imaginam significar o conceito melhor, estão propagando – de propaganda de classe – declarações de ‘jovens’ lamentando o Brasil de hoje. Principalmente exigindo saber o direcionamento dos impostos feito pelo governo se dizendo indignados com a corrupçãoEm um desses quadros ouve-se a voz de um rapaz, na flor de seus 24 anos, narrando que tem um filho e quer um futuro certo para o mesmo, e no final indaga pelos impostos. Logo depois, surge a voz do locutor-afônico: ”O rádio unido por um Brasil melhor”. O Brasil que eles exigem não passa pela oposição feita pela elite-econômica paulistana, nas pessoas da Rede Bandeirante, e o presidente da Federação das indústrias de São Paulo, Skaff, entre muitas, contra o IPTU progressivo criado pela Gestão Haddad que iria melhorar as condições das existências das classes menos privilegiadas. É uma propaganda para confundir os ingênuos como o rapaz, mesmo que seja personagem fictício, visto que há uma parte da população que toma como real personagem de telenovela. Uma forma perversa de consolo.

O INGÊNUO RAPAZ AFÔNICO

Em um breve exame fica tudo desmontado e é revelado o estado ingênuo do rapaz. Ele tem 24 anos, significa dizer que passou quase toda sua infância sob o ‘progresso desenvolvimentista’ de Fernando Henrique. Quando fez 12 anos, Lula foi eleito. O que significa que entrou e saiu da adolescência no período lulista. E de graça entrou na sua década de 20, no período dilmista. Questionamento que salta a inteligência: no período Fernando Henrique, o rapaz, ainda criança certamente não tinha atenção voltada para esses negócios do governo. Ele pode ter obtido informação através dos adultos. Por exemplo, seus pais. Na adolescência lulista, como estudante, talvez, ele possa ter entrado em contato com alguns temas políticos. Aquela ambiência estudantil. Mas eis que, rapaz, na flor de seus 24 anos, está preocupado com futuro de seu filho, mesmo vivendo no melhor período do Brasil contemporâneo. Infere-se simplesmente, que as preocupações de rapaz não têm referência com o real. Alguém mostrou para rapaz, um outro Brasil que ele acreditou. O filósofo Spinoza diria que ele, vive sob a ordem do mais baixo grau de inteligência: a superstição. O texto proferido por ele não sai de uma percepção e uma análise clara e distinta da objetividade, como diz, novamente, Spinoza.

OBSERVAÇÕES SARTREANA PARA ALÉM DA FAMÍLIA

Ainda algumas observações familiares. O rapaz nasceu no ano de 1990. Cinco anos após a o fim da ditadura. O que mostra que seus pais passaram pela ditadura e puderam observar as etapas políticas, econômicas e sócias que o Brasil passou. Ou podem não ter observado nada. Milhares de brasileiros que viveram às décadas de 60 e 70 não sabem que existiu ditadura militar-civil.  Entretanto, tratando-se dos dois casos, se os pais do rapaz falaram para ele, quando criança ou adolescente, sobre o passado do Brasil, ou se não falaram, de acordo com filósofo Sartre, ele é responsável pelo que representa hoje. Ele é sua própria escolha. Se ele se escolheu um ingênuo é de sua responsabilidade. E se seus pais acreditaram que a ditadura foi bem, e o que governo Fernando Henrique, foi um bem também (grande rima), e ele acreditou nesses ditos, não seus pais os responsáveis por ele ser um ingênuo. Como já foi escrito, é tudo de sua responsabilidade. Não há desculpas, como diz, novamente, Sartre. E mais, outra vez, Sartre (“sem ser novamente”, como canta Gonzaguinha), “não importa o que fizeram com você, mas o que você pode fazer com o que lhe fizeram”. Não tem saída para ele. Não há transcendência ao seu estado de ingênuo. Com ou sem as preferencias de seus pais, ele, fez sua escolha: ser o que é. Emissor do som sem enunciado.

OS JOVENS AFÔNICOS

Em síntese: “O rádio unido por um Brasil melhor”, mostra-se desunido por obliteração perceptiva e cognitiva das mídias que acreditam na força deletéria da propaganda. E quem paga a conta dos obliterados é o rapaz, na flor de seus 24 anos, fictícios ou não. Todavia, ele, não é o único a empregar sua inteligência e sensibilidade ‘política’, na labuta pela ‘união do rádio”, têm outros personagens. Tão ‘lúcidos’ e ‘engajados’, como ele.     

CORRUPÇÃO DO PSDB. HÁ “FORTES INDÍCIOS DE EXISTÊNCIA DO ESQUEMA DE PAGAMENTO DE PROPINA”, DISSE RODRIGO JANOT, PGR

De acordo com documentos e declarações de testemunhas, o caso é fácil de entender. De 1998 até 2008, os governos do PSDB, partido reacionário porta-voz da burguesia-ignara paulistana, que corresponde às gestões dos governadores Mário Covas (já falecido), Geraldo Alckmin e José Serra, mantiveram relações com a empresa multinacional Siemens – não esquecer os acordos também com a multinacional Alstom –, para realizar obras no Metrô e na Companhia Paulistana de Trens Metropolitanos (CPTM. Resultado: as tais obras não foram executadas dentro das normas que declaravam os contratos.

Passados alguns anos, começaram a surgir denúncias de corrupção nas licitações privilegiando empresas como a multinacional alemã Siemens em forma de cartel. Das denúncias foram extraídos os fatores produtores da corrupção: pagamento de propina a membros dos três governos. Diante das denúncias, como era esperado, o partido reacionário partiu para sua cândida defesa, visto que para ele e todas às direitas, só quem pratica corrupção é o Partido dos Trabalhadores (PT). Um caso típico freudiano de recalque: a corrupção no PSDB vem muitíssimo antes do PT ir ao poder. Mesmo assim alguns deputados estaduais de São Pulo tentaram articular uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa. Não dava outra: com maioria a turma das licitações propinada barrava.

Mas, com diz Freud, a tendência de toda experiência reprimida ocultada no inconsciente é se manifestar consciente, como retorno do reprimido. Também não deu outra: executivos das empresas passaram a fazer denúncias contra os membros do partido ‘inocente e integro’, como também dos outros partidos, ‘inocentes e íntegros’, DEM e PPS. Foi o que fez o ex-diretor da Siemens, Everton Rheinheimer. Amparado pela delação premiada, ele mandou ver. Em seu depoimento ele acusou nada menos do que deputados, senadores e ex-secretários. Senador do PSDB, José Aníbal – que odeia rolezinho, “coisa de cavalão”, como tachou a manifestação de jovens da periferia -, deputado federal do PPS – partido do ultradireitista, Roberto Freire -, Arnaldo Jardim, Edson Aparecido, do PSDB e Rodrigo Garcia, do DEM. Todos se dizem inocentes.

Inocentes ou não, o certo é que o caso virou o inquérito de número – não esquecer quem gosta de Justiça – 3815, que apura a existência de cartel nos setores de trens e Metrô de São Paulo e que foi enviado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF), e que tem como relator o ministro Marco Aurélio de Mello. O caso encontra-se no STF porque os personagens possuem foro privilegiado.

No dia 7 de janeiro, Rodrigo Janot, procurador-geral da República enviou parecer sobre o caso ao STF.

“Há fortes indícios de existência do esquema do pagamento de propina pela multinacional alemã a agentes públicos vinculados ao Metrô de São Paulo”, escreveu Janot.

 Rodrigo Janot pediu ao ministro Marco Aurélio, o envio do documento a PGR, que consta o depoimento do ex-diretor da Siemens.

PROUNI TEM NÚMERO DE INSCRIÇÕES RECORDE: 1.259.285

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O Programa Universidade para Todos (ProUni), criado no governo popular de Lula, obteve em sua edição de 2014, o recorde de inscrições. Foi o maior número de inscritos em toda sua história desde sua criação em 2004. Inscreveram-se no programa para concorrer às bolsas integrais e parciais 1.259.285. Entretanto, como cada candidato tinha o direito de fazer inscrição em dois cursos, o número foi maior do que os inscritos: 2.424.354 inscritos. A informação foi dada pelo Ministério da Educação (MEC).

Fechada às inscrições, os candidatos inscritos devem aguardar até amanhã, segunda-feira, dia 20, para conhecer os resultados da primeira chamada. Quem não for selecionado na primeira chamada, não deve se desesperar. Dia 3 de fevereiro sai o resultado da segunda chamada. Quem não selecionado também não deve desesperar, pode se inscrever na fila de espera. Os resultados serão divulgados no site do ProUni.

Quanto ao número de bolsas, de acordo com o MEC, houve um aumento de 18% em correspondência ao primeiro semestre do ano de 2013. São 131.636 bolsas integrais, e 59.989 bolsas parciais. Os candidatos-estudantes que conseguirem bolsas parciais podem, também, fazer uso do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Se eis um desses, vai lá no fundo.

Outro enunciado que não deve ser deixado de lado, se refere aos professores da rede pública que estão realizando sua função profissional-social e desejam concorrer ao curso de licenciatura, não precisarão apresentar comprovante de renda.

O mais importante, nesse processo, é que os candidatos já apresentaram um desejo revolucionário: querer estudar. Ter saberes para transformar em dizeres coletivos capazes de produzir a democracia real e fazer do Brasil – sem ufanismo telúrico – um país cuja sociedade não teme a vida.

Como vontade de saber – vontade no sentido dos filósofos Nietzsche e Spinoza -, os estudantes ultrapassam os cursos que são medíocres que perambulam pelo Brasil afora. Como vontade de saber os estudantes se mostram sujeitos históricos.

Vamos nessa, moçada!

 

 

A MINISTRA DA CULTURA, MARTHA SUPLICY, VAI SE ENCONTRAR COM A MOÇADA DO ROLEZINHO PARA DISCUTIR O TEMA

Durante o lançamento aos funcionários do Banco do Brasil do Vale-Cultura, na capital de São Paulo, a ministra da Cultura, Martha Suplicy, diante da onda contínua dos rolezinhos, afirmou que vai ter um encontro com os representantes dessas manifestações para discutir a sua realidade. Mas a ministra adiantou que por causa do rolezinho, seu ministério vai ter que rever a sua agenda cultural. No caso a política do ministério para a juventude.

“Em novembro, quando a gente teve a conferência de cultura, falamos em fazer um grande encontro da cultura com a juventude. O ministério já está trabalhando nisso. Estamos avaliando como fazer, porque era uma ideia, e agora com essa história de rolezinho, temos que adaptar um pouco.

Queremos escutar a juventude que compra tênis de marca, mas não vai a um cinema. Ou nem sabe o quão é legal fazer uma visita guiada a um museu e entender um pouco as coisas que acontecem nas artes.

Tem muito a ver com ser adolescente. Poder ter coisas que nunca teve, como um celular 3G, tênis de marca, camiseta do ídolo de futebol e poder se exibir nos lugares que nunca foi. Como psicóloga, consigo entender isso muito bem, agora tem um significado mais amplo, que nós temos que avaliar.

Tem que pensar o novo. E o novo nós não sabemos qual é. Vamos saber com eles o que eles acham importante. Quem só consegue comprar o tênis de marca, tem que conseguir usufruir da cultura de outra forma. Arrumar um jeito de isso acontecer é que vai ser a nossa ação”, observou a ministra.

O rolezinho é produto próprio da urbe. Da polis, portanto carrega signo político. Apesar de ser uma corruptela de rolê. ” Dá um rolê por aí”. Diria o filósofo Paul Virilio, uma manifestação dromológica. Caminhar pela cidade. Às vezes sem saber por onde e para onde. Quem sabe encontrar um broto, como diária o poeta-compositor-cantor de Sobral, Belchior. Quem não dá rolê pode ficar na mão. Na década de 70, mesmo com toda repressão se dava um rolê pela aí. “Vou dá um rolê, meu”. Rolê também tem semelhança com dá bandeira. “Vou dá bandeira para ver se aquele broto me saca e quem sabe não pinta um lance”. Ou “dá um role para descolar uma mina”.

Uma diferença do rolezinho para o role original é que o role é realizado individualmente. Algumas vezes, em grupo. Mas o rolezinho – embora seja uma figura linguística diminutiva – é realizado em bando. Bando no sentido deviriano, como diriam os filósofos Deleuze e Guatarri. Nada de linguagem policialesca: bando de marginais. São mil jovens em uma singularidade. Aí o medo das pessoas bem conformadas. Formadas com ideias retrógadas. O movimento dromográfico dos jovens causa ansiedade nos habitantes estabelecidos da urbe.

Foi exatamente essa ansiedade, saída do espanto de não poder controlar o movimento, que levou puristas-moralistas-burgueses, bem urbanizados em suas masmorras de classes a condenaram a manifestação. Ainda mais, o fato de elas serem realizadas em shoppings, o símbolo do consumismo que concede a ilusão de ser amado para quem tem dinheiro. A paz comercial dos shoppings, a dromografia rolezista propiciada por jovens das periferias, o espanto impulsionado pelo medo do assalto propagado pelos meios de comunicação histéricos, como a TV Globo, e, por fim, a ansiedade. Não tinha que dá outra opinião: é violência.

Todavia, como se trata de ano de eleição, algumas autoridades já consideram o rolezinho aceitável. Como ocorreu com o governador de São Paulo, o estado mais reacionário, apesar do desenvolvimento econômico, que disse ser rolezinho legal. Mas – como Obama -, contanto que não transgrida e coloque em perigo os bens privados e os consumidores.  

EM DISCURSO, OBAMA, AFIRMA QUE SEU GOVERNO NÃO IRÁ MAIS ESPIONAR OUTROS PAÍSES.

Em discurso proferido ontem, dia 17, na Casa Branca, falando sobre o serviço de inteligência de seu país, Estados Unidos, o presidente Barak Obama, afirmou que mudou a política de inteligência, e que seu governo não irá mais espionar líderes de outros países, só em casos que a segurança nacional esteja ameaçada. A segurança dos Estados Unidos.

Obama tomou essa decisão depois que o ex-consultor Edward Snowden revelou ao mundo a prática de espionagem que o governo de Obama, desenvolvia em quase todos os países, onde não escaparam chefes de Estados, órgãos públicos e cidadãos. Essa posição atual do presidente norte-americano é uma estratégia de tentar diminuir a desconfiança de chefes de Estados sobre a política exterior praticada por Obama.

“Fui muito claro para os serviços de informação: a menos que a segurança nacional esteja em jogo, não iremos espionar as comunicações dos líderes dos países aliados mais próximos e nossos amigos”, declarou Obama.

Obama afirma que só espionará se estiver em jogo a segurança nacional, mas como conceber o que ele entende como “segurança nacional em jogo”? Como trata-se de um país imperialista, e intervencionista, o governo pode muito bem acreditar que determinado projeto de um país aliado seja uma ameaça.

Outro fragmento do discurso de Obama, e que soa como simulação, é afirmar que não irá “espionar as comunicações dos líderes dos países aliados”. Para que pudesse ser tido como verdadeira sua afirmação, Obama, não deveria ter espionado “as comunicações dos líderes dos países aliados”, já que como estadista sabe que isso é ingerência na soberania de uma nação. E que é contra a política internacional dos aliados.

Portanto, pode-se inferir que Obama fez cena para ser entendido como um real democrata que respeita a soberania das nações. Ainda mais quando se sabe que seu governo detém as mais sofisticadas teletecnologias do mundo virtual, a chamada inteligência artificial.

PROUNI CHEGA A QUASE 1 MILHÃO DE INSCRITOS UM DIA ANTES DO FIM DO PRAZO DAS INSCRIÇÕES, DIA 17

O Programa Universidade para Todos (ProUni), criado no governo popular de Lula e continuado no governo Dilma, é um programa de distribuição de bolsas de estudos aos estudantes que pretendem cursar universidades privadas. Para que o programa seja eficaz, o governo federal distribui bolsas integrais nas quantidades de 131.636, e 59.989 bolsas parciais.

Para se inscrever, os estudantes devem ter concluído o ensino médio em escola pública, ou ter cursado o ensino médio em escola particular, mas como bolsista. Os estudantes devem, também, ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter alcançado a nota mínima de 450 pontos na média, além de não ter zerado na redação.

Apesar de todas às opiniões contrárias à eficácia do ProUni, jogadas pelas direitas, opiniões sem qualquer relevância, em função de partir do mais baixo grau de inteligência, inteligência que constrói a inveja e o ressentimento, o programa vem sendo aplaudido e querido pela comunidade estudantil e seus familiares. A prova dessa bem-querência coletiva encontra-se estampada no número cada vez maior de candidatos às bolsas cada ano que transcorre. Todo ano o número de candidatos, com intenção de cursar uma universidade, cresce. O um fato muito importante para o Brasil, já que quanto mais os habitantes de um país estudam, mais esse país se desenvolve, constrói a democracia real, dissolve a ignorância preconceituosa e elimina o espaço para a proliferação de anseios nazifascistas.

Daí que a notícia que dá conta de que o número de inscritos no ProUni chegou a quase 1 milhão, 1 dia antes do fim do prazo das inscrições, que é hoje, dia 17, é uma notícia democraticamente festejada. O que não podem experimentar as direitas que existem sob a força opressora da ignorância, medo e do ódio. Uma notícia que toca diretamente nas eleições de 2014. Essa notícia confirma a aprovação dos estudantes aos governos populares de Lula e Dilma. Forte motivo para as direitas conspirarem contra o governo democrático instalado no Brasil a partir do ano de 2003.

Vamos nessa, estudantes! A democracia é construída por afectos alegres, que aumentam a potência de agir, e não por afectos tristes, que diminuem a potência de agir. O estado de coisa dos impotentes democráticos, os tiranos, como diz o filósofo da Ética, o holandês Spinoza.

HADDAD, PREFEITO DE SÃO PAULO, INSTALA “PROGRAMA BRAÇOS ABERTOS” PARA INCLUSÃO DOS FAVELADOS DA CRACOLÂNDIA

No ano de 2012, o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, do partido de sustentação da consciência discriminatória da burguesia-ignara paulistana, PSDB, juntamente com o ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), reprimiu violentamente os moradores da cacrolândia através da Operação Sufoco, depois chamada de Dor e Sofrimento. Os moradores foram obrigados a ir se instalar em outros bairros. Resultado: novos problemas sociais se manifestaram. As pessoas ficaram mais marginalizadas

Agora, para diminuir a dor e o sofrimento desses moradores, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, o administrador público popular que a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), a Rede Bandeirantes, TV Globo, proprietários de grandes mansões, parte da Justiça, partidos reacionários, alguns médicos, odeiam resolveu criar o Programa Braços Abertos que tem como objetivo prático realizar os direitos básicos que todos merecem quando existem em uma democracia.

O programa é simples, como simples é o ato de pensar democraticamente. Inclusão das pessoas na sociedade através de sua força de trabalho, com direito a um salário de R$ 15 diários; apoio dos CAPES, Centro de Apoio Psicossocial, exames de saúde; e entretenimento.

Opiniões, Comentários e Análises.

Prefeito Haddad falando com os moradores-incluídos, todos de uniforme de trabalho para jornada diária de 4 horas, com direito a hospedagem em cinco hotéis da região em convenio com a prefeitura, e mais três refeições ao dia.   

– “Vai registrar a gente?”

– “É só até a Copa ou é pra valer, de coração?”

– “O senhor acha que 15 reais por dia é um salário digno pra gente?”

– “Não é o primeiro trabalho que eu queria procurar, mas vou agarrar essa oportunidade com todas as forças. Estou muito confiante.

– “Agora pode porque se minha mãe me vê vestida assim, com certeza vai ficar orgulhosa. Até porque ela é gari também ( Disse uma moradora-incluída em entrevista a um canal de televisão.”

– “Sem babação de ovo (morador-incluído pegando na mão de Haddad).”

José Felipi Junior, secretário Municipal de Saúde – “Vamos fazer uma espécie de exame admissional, coletar sangue. Uma espécie de check-up em cada usuário. Queremos que tenham essa atenção para o trabalho e para cuidar de sua saúde”.

Luciana Temer, secretária municipal de Assistência e Desenvolvimento Social – “O programa é de saúde e o caminho para livrar envolve a assistência. O uso de drogas não será compatível com as 4 horas de trabalho”.

Prefeito Haddad – “Recuperamos a confiança que havia sido perdida em função da grande violência que a região vivia. Hoje, em dois dias, conseguimos mudar a cara da região com a frente de trabalho, com tratamento médico, que é o que pode construir um novo horizonte para esse pessoal.

Todos serão referenciados a um Capes, Centro de Apoio Psicossocial, então todos terão o tratamento de saúde disponível. Boa parte vai conseguir deixar a droga. Mas isso não se faz de uma hora para outra, porque são anos e anos de drogadição. Então você tem todo um processo de dessensibilização. Mas eles terão um patamar mínimo para isso.

O tráfico é outro departamento que estamos cuidando. Aí envolve os governos estadual e federal. Estamos aqui em um programa de saúde pública dando uma oportunidade para o usuário que queira uma oportunidade para sair dessa condição”.

Quando não se tem a consciência privada, mantida por conteúdos de lucros, vaidade, prepotência, arrogância, medo e ódio é possível ser democrata. E tudo fica tão simples, né?

VATICANO OCULTA CRIMES SEXUAIS CONTRA CRIANÇAS, DIZ A ONU

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A Comissão da Organização Nacional das Nações Unidas (ONU) para o Direito da Criança realizou ontem, dia 16, uma sessão para avaliar se o Vaticano têm cumprido os compromissos da ratificação da Convenção dos Direitos da Criança. Para Sara Oviedo Ferro, relatora da ONU, o Vaticano tem demonstrado mais interesse às suas causas que às das crianças. De acordo com Sara, esse interesse indica um trabalho pela impunidade. Um sinal péssimo porque o Vaticano tem 200 mil escolas em diversas partes do mundo com mais 50 milhões crianças.

“O quem tem sido implementado de fato? Quantas pessoas foram consideradas culpadas? Quantos padres foram entregues para a Justiça?

O interesse do clero parece ser mais importante que o interesse da criança. Existe um sistema de ocultação dos crimes.

Vocês estão dispostos a expor a dimensão do problema ao mundo? Vocês sabem os números de casos. Por que não difundir?”, observou Sara Oviedo Ferro.

Diante das acusações o Vaticano se manifestou através do representante da Igreja Católica, na ONU, em Genebra, Silvano Tomasi, que disse que o Vaticano não desculpa casos de exploração e violência sexual contra as crianças, mas que agressores encontram-se em todas as profissões.

“Agressores estão em todas as profissões, incluindo entre os membros do clero e o pessoal da Igreja.

Esta relação de confiança é crítica e requer um grande sentido de responsabilidade e respeito em relação à pessoa que serve”, disse Tomasi.

Diante das declarações feitas pelo representante do Vaticano, Sara Oviedo Ferro pediu maior preocupação do Vaticano quanto “aos interesses superiores da criança” e medidas para “reparação física e psicológica” delas.

O LIVRO “OPERAÇÃO BANQUEIRO”, DO JORNALISTA RUBENS VALENTE, SOFRE AMEAÇA DE CENSURA POR PARTE DE DANIEL DANTAS

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Os livros que têm suas edições esgotadas expressam as faculdades sensível e cognitiva dos leitores que os adquirem. Há livros com variados conteúdos: autoajuda, religioso, esporte, empreendimento financeiro, otimismo em gotas, artes, sociologia, biografia, jurídico, político, etc. De acordo com os conteúdos pode-se inferir o grau de envolvimento social e privado dos seus leitores. Nisso, pode-se, também, aventar a importância da obra, como um todo, para a sociedade. Para a produção da democracia.

Os livros adquiridos por necessidade pessoal apresenta um leitor um tanto distante dos envolvimentos político e social. Já os livros adquiridos por necessidade coletiva, confirmam um leitor preocupado com enunciados além de sua existência individual. Pela ótica do mercado editorial, qualquer conteúdo de um livro pode se transformar em best-seller, desta forma são financeiramente importantes. Mas quando se trata de produção de democracia que exige as potências poièsis e práxis, um livro com conteúdo político tem muito mais importância que um livro escrito por um Paulo Coelho. Como um livro escrito por Leonardo Boff, dado a semiótica que carrega como adequada à produção da democracia, tem muito mais importância que um escrito por um Padre Marcelo. Como se trata de graus de inteligência comprometida com existência democrática de todos, a comparação não contém nenhum signo discriminador.

Foi exatamente o que ocorreu com o livro escrito pelo jornalista Rubens Valente, Operação Banqueiro. Por distribuir em suas páginas conteúdos político, ético e jurídico, o livro esgotou sua primeira edição. O que mostra o interesse que uma boa parte da sociedade brasileira vem tendo quanto ao que ocorreu e ocorre na história do Brasil contemporâneo. Ao pretender conhecer melhor os meandros da história do Brasil contemporâneo, esse leitor mostra o seu grau de preocupação intelectual e política, já que o livro conta, com farta documentação legais e verdadeiras, o início, a desenvoltura, a incriminação e a absolvição – temporária – do maior esquema de corrupção instalado no Brasil. Ele parte do governo Fernando Henrique, com suas relações dom Daniel Dantas, personagem principal da obra política, financeira e jurídica, proprietário do Banco Opportunity, autor de várias tramas envolvendo outros personagens como José Serra, tocando ate no ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Como não poderia ser o contrário, Daniel Dantas, o personagem principal da Operação Satiagraha, da Polícia Federal, comandada pelo delegado Protógenes Queiroz, hoje deputado federal pela sigla PC do B, para investigar um esquema de corrupção, não gostou nada do conteúdo apresentado no livro. Sentiu-se moralmente ofendido, embora notícias sobre suas tramas tenham sido veiculadas por anos inteiros, e mandou seus advogados agirem para tirar a obra de circulação. Porém o editor o Publisher da Geração Editorial, que publicou o livro, já tomou providências para que mais uma vez Daniel Dantas não leve vantagem e seja privilegiado como quando conseguiu dois habeas-corpus de seu amigo, ministro Gilmar Mendes.

“O banqueiro Daniel Dantas fez a primeira ameaça oficial à Geração Editorial, que no último dia 10 lançou a obra “Operação Banqueiro”, do jornalista Rubens Valente, com revelações e provas inéditas sobre as atividades do banqueiro e do Banco Opportunity. A primeira edição da obra esgotou nas livrarias em poucos dias, e Geração trabalha para colocar a segunda edição nas livrarias de todo o país.

Em notificação extraoficial datada do dia 9 de janeiro, subscrita pelos seus advogados, Daniel Dantas ataca a citação, na obra, de dados obtidos pelo jornalista em inúmeros processos judiciais e inquéritos policiais e administrativos de interesse público. O banqueiro afirma que “pode-se concluir que a publicação extrapola – em muito – os limites do exercício da liberdade de expressão, sujeitando V, Sas (Geração Editorial), na qualidade de editores e distribuidores, à responsabilização pela divulgação dos dados sigilosos e pelos danos causados ao notificante (Dantas) e ao Opportunity”.

O banqueiro alega que há dados sob sigilo e, por isso, “o conteúdo divulgado no livro intitulado “Operação Banqueiro” é ilícito.

A notificação extrajudicial é datada de 9 de janeiro, um dia antes da chegada da obra nas livrarias do país. A peça assinada pelos advogados do banqueiro reconhece que houve portanto uma “leitura superficial”. Segundo o banqueiro “a leitura superficial da obra publicada permite constatar a divulgação indevida, ainda que não se reconheça o seu teor, de informações sigilosas constantes de processos judiciais e administrativos, como por exemplo o conteúdo de interceptações telefônicas, a transcrição de e-mails; a reprodução de documentos e relatórios da Polícia Federal.

A Geração Editorial e o autor reafirmam que jamais utilizaram material ilícito e que a divulgação de dados do gênero é reconhecida em várias esferas judiciais e oficias que defendem o direto à liberdade de informação e expressão no Brasil. Caso prosperasse a tese desenvolvida pelo banqueiro e contida na peça ameaçadora de seus advogados, todos os jornais e revistas do país, todas as emissoras de televisão e todas as editoras estariam impedidas de divulgar quaisquer investigação desenvolvida, por exemplo, pela Polícia Federal…”, diz trecho da nota publicada pelo Publisher da Geração Editorial.

ENIO SQUEFF, CONHECIDO ARTISTA PLÁSTICO, CONTRIBUI COM UMA OBRA PARA GENOÍNO PAGAR A MULTA IMPOSTA PELO STF

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O ex-deputado e militante pelas causas democráticas, José Genoíno, foi condenado na Ação Penal 470 a seis anos e meio de prisão em regime semiaberto, mas até hoje o fato ainda não foi decido pelo ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Além da pena prisional, Genoíno também foi condenado a pagar de multa R$ 667.513,92, até dia 20 de janeiro. Até ontem, dia 15, havia sido arrecado R$ 201 mil.

Sabedor de todo o processo, condenação e situação atual de Genoíno, o conhecido artista plástico, Enio Squeff, doou uma de suas obras da série que faz parte das estrofes do Hino Nacional, para auxiliar o militante a pagar a dívida imposta. A obra custaq R$ 6 mil. A doação foi impulsionada pelo conhecimento que Squeff tem da práxis democrática de Genoíno e o absurdo que foi sua condenação. Ele não é militante do Partido dos Trabalhadores (PT), e seu gesto saiu de sua observação política sobre a realidade brasileira.

“Estou doando este quadro com muito orgulho, espero que ele seja leiloado, seja lá por quanto for, e que vá para o Genoíno. Mesmo porque essa multa é totalmente extemporânea.

Faço isso porque, em primeiro lugar, quero ajudar o José Genoíno, um homem de bem que foi injustamente condenado. E em segundo, porque acho que tenho que ajudá-lo. A longa militância, o sofrimento dele por esse país mercê isso e muito mais.

O STF está tão comprometido, que acho muito difícil ele fugir da pecha que lhe está pesando, de ser um tribunal de exceção, um tribunal parcial, a favor da oposição no Brasil. Sinceramente, me preocupa muito, como cidadão brasileiro. Eu vivi sob a ditadura, me livrei por pouco de ser preso e torturado, como várias pessoas foram, como Genoíno. E é isso que temos hoje: uma reiteração dos tribunais de exceção, da ditadura quando o sujeito era condenado pelas ideias que tinha.

A mais alta Corte do país condena alguém sem prova alguma e uma pergunta que eu faço é: quanto foi que o José Dirceu roubou? A primeira vez que vejo alguém ser condenado como chefe de quadrilha e eu não sei quanto ele roubou. A mesma coisa a Genoíno.

Do Joaquim Barbosa eu só sei uma coisa: é um homem mau, que leva o ódio dele até as últimas consequências. É o caso claro de um homem ressentido. Até quando este país vai aturar que esse homem faça o que bem entende? Até quando o STF vai ficar submetido a essa crítica de ter feito um julgamento de exceção em pleno o Estado Democrático de Direito?”, analisou o pintor.

Equeff trabalho na revista, quando tinha inteligência e brio, nos jornais Folha de São Paulo e Estadão, e tem da imprensa caduca o entendimento que o objetivo maior dela é impedir o crescimento da esquerda no Brasil. Para isso ela conspira contra qualquer governo popular.

“Não gosto de dizer mídias, Gosto de dizer empresas jornalísticas. Elas têm uma missão, que é de qualquer maneira tratar de derrubar qualquer governo de esquerda que apareça no país”, observou Squeff.

 

 

EM SEU SEGUNDO DIA DE INSCRIÇÃO O PROUNI MOSTRA SUA IMPORTÂNCIA AO CONTAR COM 542.049 INSCRIÇÕES. ENQUANTO ISSO AS DIREITAS SÓ…

Cada ano que passa o Programa Universidade para Todos mostra o quanto é importante para os estudantes que desejam ingressar na universidade. O número de estudantes que buscam uma bolsa para realizar seus estudos comprova que o governo Lula estava certo: o brasileiro tem vocação ao estudo, só precisa de condições. E são essas condições que o Programa Universidade para Todos (ProUni), criado no governo Lula, promove à esses estudantes existencialmente vocacionados ao saber.

Diz o adágio popular, que “contra os fatos não há argumentos”. Quanto ao que vem ocorrendo com o ProUni esse adágio se realiza de forma convincente. São 131,6 mil bolsas integrais e 59,9 mil bolsas parciais, bolsa que o estudante recebe 50% para o custeio de seus estudos. Caminhando no adágio popular, no ano de 2013, 1,03 milhão de estudantes concorreram para disputar 162 mil bolsas. Ontem, dia 14, ao meio-dia do segundo dia de inscrições, o número de estudantes já havia chegado a 542.049, confirmando a adágio popular. Um adágio que leva as direitas na direção de todas as formas de invejas e desatinos.

Alguns membros das direitas poderiam perguntar: “Por que nós quando estivemos no poder, com o Fernando Henrique, não pensamos em fazer esse Programa Universidade para Todos?” Resposta simples: Porque não podiam pensar, isto porque às direitas não pensam, posto que pensar é da ordem do novo, do que supera o estado de coisa estabelecido e revela o movimento real, como diz Marx, e as direitas são caducas em suas opiniões retrógadas. Existem no que está estabelecido como tradição. E como o que está estabelecido como tradição é o discurso dominante burguês, sua identidade pétrea. Logo, elas não podem pensar, só imaginam supersticiosamente. Imaginação improdutiva porque são reflexos de suas vivências privadas. Distante do exterior. E quem vive privado do exterior não pode pensar, já que o pensamento nasce por práxis das alternâncias sociais que se mostra como fora.

SÓ PARA CHACOALHAR MAIS AS DIREITAS, PESQUISA AFIRMA QUE 71% DOS BRASILEIROS SE SENTEM FELIZES COM A VIDA

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Como se não bastassem às pesquisas eleitorais afirmando que a presidenta Dilma Vana Rousseff pode ser reeleita já no primeiro turno – embora já esteja eleita e o ano de 2015, já começou -, agora vem outra vez o IBOPE com o Barômetro Global de Otimismo, em parceria com o Wordlwide Independent Network of Market Research (WIN), divulgar uma pesquisa feita com 66.806 entrevistados, em 65 países, mostrando que 71% da população brasileira se sentem feliz com a vida. A média mundial é 60%. O que significa que nós, os brasileiros, estamos acima da média.

Como o IBOPE é um instituto de pesquisa declaradamente de direita, por isso é contratado pelos órgãos mais reacionários, como o jornal Estadão e TV Globo para realizar pesquisas eleitorais, a divulgação dessa pesquisa é um acinte às direitas que compreendem esse resultado como mais uma confirmação de que às eleições, para elas, estão perdidas. No sentido do desespero, é uma vibrátil chacoalhada. E a chacoalhada se mostra ainda cortante, é que a pesquisa ainda divulga que 53% dos brasileiros, nós, mesmo se não houvessem barreiras para saída do país, não deixaria o Brasil.

Se fizermos uma análise deixando de lado o sentimento pátrio, cívico, ufanista e telúrico, podemos ter como enunciado que esses 53% de brasileiros que não pretendem deixar sua terra natal, são os que acreditam no Brasil como um país democrático que pode melhorar muito mais e produzir uma sociedade mais satisfeita em suas necessidades materiais e imateriais. Por quanto, uma análise que não agrada nada as direitas-caducas. Ainda mais em ano de eleições. 

ACOMETIDA PELA SÍNDROME DO APAGÃO MENTAL A DIREITA MANAUARA TENTA RESPONSABILIZAR DILMA

Manaus é um território sem aurora. Os reacionários a mantém sem amanhecer já há décadas. Talvez seja por essa escura realidade que a maioria dos conhecidos poetas manauara foi trovador do poder. A maioria dos poetas de Manaus sempre teve como fonte de inspiração, o poder. Justo, sem aurora não há como poetar. Como dizer junto com o filósofo Nietzsche, que “outras auroras virão?” Não é possível. Manaus, território sem aurora, nega, além da poesia, a filosofia de Leibniz quando ele fala em zona clara e zona escura. Em Manaus só há zona escura.

Se tivesse aurora, Manaus viveria a ampliação da zona clara com o despertar da aurora. Manaus amanheceria. Mas, Manaus nunca amanhece. Parece que para ela simular que existe ela tem que manter essa condição de jamais despertar aurorada. Existir sob o manto escuro tecido pelas mentes em estado de apagão. Mentes que expulsaram a aurora, e, entretanto, fingem lamentar seu estado de apagão.

Mentes fingidoras, porque não suportam uma aurora, mesmo que seja boreal. Não, nada de claridade. O princípio vampiresco. Para que produzir zona de clareza? Com zona de clareza os reacionários surgirão na zona de visibilidade, e assim seriam mais discerníveis. O que os obrigariam a terem que atuar livremente sem qualquer fingimento. Por isso, é melhor se esconder na zona escura, e continuar lutando para que Manaus nunca tenha aurora. A aurora é um perigo. Ela é revolucionária em razão de sua poiesis e sua práxis. A poiésis e a práxis criam, com suas potências transformadoras, a ultrapassagem do estado reacionário imobilizado/imobilizador, o estado molar dos escurecidos, fazendo com que vida a brote como outras auroras, como fala Nietzsche.

Acometidos pela síndrome do apagão mental os escurecidos direitistas aproveitaram a zona sombreada que envolve Manaus, e distribuíram por viadutos, passarelas e muros os códigos de sua síndrome, mas com todo cuidado de responsabilizar a presidenta Dilma Vana Rousseff, por sua síndrome. Envoltos nas sombras de suas mentes, já que Manaus não tem fog, espalharam, durante a noite, faixas com dizeres-obscuros, “Dilma, chega de apagão”. Uma tentativa de mostrar que eles estavam vendo. Pobre tentativa, quando o homem só vê com luz. Sem luz não há visibilidade humana. Deplorável arrogância em querer afirmar que eles são videntes.

Mas o que os escurecidos direitistas não sabem, por força de seus sentidos e mentes sombreados, é que, mesmo sem aurora, em Manaus existem pessoas que, tal como Diógenes, possuem suas lanternas para encontrar os homens e as mulheres capazes de  fazer Manaus despertar em sua própria aurora apagando a escuridão que lhe impede de amanhecer. Uma claridade que só o Programa Luz Para Todos, criado por Lula, não pode propulsar o fiat lux entre os homens e mulheres. 

PRAÇA 14 DE JANEIRO, ONDE A FESTA É CONTÍNUA

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De janeiro a janeiro a Praça 14 é festa. Para quem não conhece Manaus, a Praça 14 de Janeiro foi um dos primeiros bairros a se constituir como realidade urbana. Mas não é por essa ordem cronológica que esse bairro é ponto de referência de um existir alegre. A sua singular referência encontra-se constituída no fato de ter sido um território de expressivas produções coletivas.

Historicamente foi o território escolhido pelas primeiras comunidades negras para servir de habitação. Território para formação dos signos necessários ao habitar. Uma antecipação prática do diria posteriormente o filósofo alemão Heidegger sobre ser: “Ser é Habitar”. Quando não se habita não, ontologicamente, não se pode ser tomado como ser. E essas comunidades negras concretizaram na Praça 14 de Janeiro sua morada.

E foi nessa morada, habitação, que foi possível ser constituída o folguedo nordestino, vindo do Maranhão, o Bumba-Meu-Boi que depois passou a ser chamado, inicialmente, em Manaus, de Boi-Bumbá. A 14, como é carinhosamente chamada, territorializou o Bumba-Meu-Boi que foi desterritorializado da terra do poeta Gonçalves Dias. Como território singular dos negros, se manifestou como quilombola manauara. Formas de relações culturais que preservaram os signos afros. Mostrar a 14 como território-morada das primeiras famílias negras, não significa torná-la a única expressão dessa etnia em Manaus. Existem outros territórios como Seringal Mirim, onde outras famílias negras foram habitar, e onde também surgiu o Boi-Bumbá Mina de Ouro, além de manifestações do Candomblé, Macumba, Umbanda, como já haviam se manifestado na 14. O que se enfatiza, é que a 14 promoveu com menos acanhamento a cultura negra.

Foi também da Praça 14 que saiu a primeira personagem engajada da luta pelos direitos dos negros. Quer dizer: foi na Praça 14 que foram encadeadas as primeiras manifestações de lutas política, social e cultural dos negros revelada na práxis do negro Nestor Nascimento, membro do PCB. Foi na Praça 14 que o rizoma Consciência Negra se emaranhou pela Manaus. Até então, falar em defesa do negro era uma temeridade. Visto trata-se de uma manifestação étnica-política em plena a ditadura militar-civil que se fixou no Brasil entre os anos de 1964 e 1985. Ditadura que prendeu e torturou Nestor Nascimento.

Como território de manifestações coletivas, a Praça 14 não podia ficar de fora de uma alegoria que se encontra estreitamente ligada a sua expressividade cultural: o carnaval. Depois de muita experiência com o samba, onde as rodas de samba já haviam se tornado tradição, os moradores resolveram criar usar seus talentos musical e dançante e criaram a Escola de Samba da Praça 14. A Verde e rosa, lembrança carinhosa da “Mangueira, teu cenário é uma beleza”. Reduto contínuo do samba. Território da festança anual. Da festança singular de moradores que não arrefecem nem mesmo com todo descaso que as chamadas autoridades administrativas lhes submetem.

Hoje, é 14 de janeiro, e janeiro, com todo respeito a São Sebastião e ao Rio de Janeiro, janeiro é Praça 14. Parabéns, Praça 14, por confirmar que “costume de casa vai à praça”!

ÍNDIOS TENHARIM PODEM RECEBER BOLSA FAMÍLIA. UMA SOLUÇÃO ANTI-INDÍGENA

Para evitar a cobrança de pedágios nas rodovias que atravessam a reserva indígena dos habitantes da floresta, da etnia Tenharim, fator que colocou moradores da região e caminhoneiros em confronto com os indígenas, e que resultou nos desaparecimentos de três homens, o grupo de trabalho formado pela Força Nacional de Segurança, Exército, as polícias Federal, Rodoviária, Militar, como também representantes dos governos federal, estadual e municipal, que visitou ontem a comunidade, decidiu que uma forma de acabar com o impasse é o governo federal determinar o benefício do Bolsa Família às famílias indígenas.

“Há o sentimento de que temos de encontrar uma solução para que os indígenas tenham recursos necessários para sua manutenção. É exatamente isso que estamos sugerindo”, afirmou o vice-governador do Amazonas, José Melo.

Enquanto essa indicação não se concretiza, o grupo de trabalho vai prover a comunidade indígena de medicamentos e alimentos, elementos básicos que eles muito necessitam para a preservação de suas saúdes depois que foram alienados de suas terras pela a cultura dominante branca. São elementos introduzidos em suas existências a partir do momento em que eles foram violentados pela cultura-dominante branca. Antes os indígenas eram autores de suas próprias alimentações, médicos e farmacêuticos de suas próprias enfermidades. Mas com o choque cultural opressor, eles passaram a depender da cultura branca-alienígena. Da mesma forma que tiveram que cobrar o pedágio, posto que tiveram suas terras violadas. A cobrança do pedágio é uma forma criada pelo capitalismo da sociedade dita letrada. Os índios nunca precisaram do capital para existirem em suas sociedades.

Dois sentidos podem ser observados nesse caso dos Tenharim. Um, que aparece como componente político mais implicante responsável pelo que vem ocorrendo, é que o vice-governador, José Melo, é um personagem que sempre se situou nos quadros dos poderes governamentais. Originado nas benesses da ditadura, se manteve muito bem acolhido, como personagem de atuação, em todos os governos pós-ditadura. Ou seja, os governos reacionários formados por grupos direitistas que dominam o cenário chamado de político no estado do Amazonas. O que significa que Zé Melo, como participante de governos como dos ex-governadores Gilberto Mestrinho, Amazonino, Eduardo Braga, e, agora, Omar Aziz, bem poderia ter lembrado, junto aos seus pares, durante todas essas décadas, das condições em que se encontrava a comunidade Tenharim. Se de fato tivesse lembrado, esse conflito teria sido evitado, e não teria chegado a esse grau de violência. A degradação da sociedade Tenharim que vem ocorrendo paralelamente com os tempos percorridos por Zé Melo como indivíduo de poder.

Mas trata-se de um passado que não poderia ser diferente. Zé Melo participou de governos que abandonaram os municípios, um dos fatores da migração para Manaus e o aumento de sua população, além do aumento da pobreza em função da falata de emprego. Ora, se esses governos não se preocuparam nem com os municípios, como iriam se preocupar com sociedade indígena? Se não entendem nem de política administrativa, como vão entender de antropologia cultural?  

O outro sentido é o já banal. Toda vez que ocorre um impasse em um estado, os governos estaduais e municipais pedem socorro ao governo federal. Ineficaz para encontrar uma solução política, econômica e antropológica para o caso da sociedade Tenharim, o governo do estado do Amazonas, na figura do governador Omar Aziz, recorre ao Programa Bolsa Família do governo federal. Mais um fato para confirmar a ineficácia administrativa desse governo. Se não houvesse as políticas sociais do governo federal, o estado estaria caotizado. As únicas políticas públicas que funcionam com concretude são as políticas dos governos Lula e Dilma.

Nesse mesmo quadro de dependência do governo federal, encontra-se a administração municipal do prefeito de Manaus, Arthur Neto, do partido da burguesia-ignara paulistana, PSDB. Arthur Neto tem reclamado, publicamente, que o governo federal não tem auxiliado sua administração. Na verdade, uma das piores nos últimos mandatos em Manaus. Da reclamação de Arthur salta o óbvio: a campanha contra Dilma. Dilma é candidata a reeleição – embora já tenha sido reelegida, e as direitas já saibam que o ano de 2015, já começou -, e Arthur, acreditando que pode ajudar o candidato do PSDB à Presidência, vai fazer uso de todos os recursos que acredita serem eleitoralmente viáveis e compensadores. Inócua empreitada.

UNIVERSIDADE PARA TODOS (PROUNI) INICIA INSCRIÇÃO PARA ESTUDANTES QUE PRETENDEM BOLSAS DE ESTUDOS

O Programa Universidade para Todos (ProUni) inicia amanhã, dia 13, as inscrições, pela internet, as inscrições aos estudantes que pretendem conseguir bolsas de estudos nas universidades privadas. As bolsas de estudos são de valores integral e parcial.

Os estudantes pré-selecionados serão informados no dia 20 de janeiro, e a segunda chamada no dia 3 de fevereiro.

Só podem concorrer ao processo classificatório de bolsas integrais, os estudantes cuja família tenha uma renda, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Já as bolsas parciais, aos estudantes cuja renda familiar seja de três salários mínimos por pessoas. Esses estudantes que adquirirem as bolsas parciais, para completar o resto das mensalidades, poderão fazer uso do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Para participar da seleção do ProUni os estudantes devem ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em sua edição 2013, e ter conseguido pelos menos 450 pontos como média das notas. Também eles não podem ter tirado 0 na redação. Devem ter cursado o Ensino Médio na escola pública, ou ter cursado na escola privada o ensino médio com bolsa integral.

 O estudante que não for classificado nas duas primeiras chamadas, mas quiser participar da lista de espera deve se inscrever através da internet. Depois que for publicado o edital, ele deve comparecer na universidade que tem interesse de estudar munido de seus documentos.

Todos os estudantes selecionados serão informados através do boletim do candidato que se encontra na página online do ProUni.

Vamos lá, moçada! O Brasil precisa de seus conhecimentos para se fazer desenvolvido com uma democracia real!

Os bilionários da Globo

arquivo

A soma das fortunas dos três filhos de Roberto Marinho poderia disputar o primeiro lugar do ranking de bilionários brasileiros.

Altamiro Borges

Semana passada, o jornal Valor divulgou o chamado índice “Bloomberg Billionaires”, o ranking das 300 maiores fortunas do mundo. Em plena crise mundial da economia capitalista, ele confirmou que “as pessoas mais ricas do planeta ficaram ainda mais ricas em 2013 após aumentarem o seu patrimônio líquido coletivo em US$ 524 bilhões” e ainda indicou que “os ricos continuarão ficando mais ricos em 2014”, segundo declaração arrogante de um dos incluídos no ranking. A mídia nativa, porém, não deu maior destaque para os ricaços brasileiros – talvez porque na lista apareçam com destaque os três filhos de Roberto Marinho, donos das Organizações Globo, o maior império de comunicação da América do Sul.

Nesta semana, a edição brasileira do jornal espanhol El País abriu o jogo no artigo intitulado “Quem e quantos são os ricos na América Latina?”. Segundo a matéria, “na região há 111 multimilionários que superam 1 bilhão de dólares de patrimônio. O Brasil lidera ranking de ultrarricos”. Jorge Paulo Lemann, acionista da cervejaria Ambev, da rede da fast food Burger King e da fabricante de Ketchup Heinz, é o maior ricaço brasileiro e o 34º no mundo, com uma fortuna avaliada em US$ 22,3 bilhões. Na sequência surgem o banqueiro Joseph Safra, no posto 92, com US$ 12,4 bilhões; e os empresários Marcel Telles (posto 113, com US$ 10,4 bilhões) e Carlos da Veiga (posto 138, com US$ 8,9 bilhões), ambos sócios de Lemann.

Logo em seguida, no quinto, sexto e sétimo lugares dos mais ricos do Brasil, aparecem os filhos de Roberto Marinho, numa estranha contabilidade. “João Roberto Marinho (Organizações Globo), no número 165 do ranking mundial, com US$ 7,7 bilhões; José Roberto Marinho (Organizações Globo), no posto 166, com os mesmos dados que seu irmão; e Roberto Irineu Marinho (Organizações Globo), no número 177, com os mesmos dados de João e José Roberto”. Será que a estranha contabilidade tem alguma relação com sonegação de impostos e desvio de grana para os paraísos fiscais, como foi denunciado recentemente pelo jornalista Miguel do Rosário, do blog O Cafezinho. De qualquer forma, somando as três fortunas, os três filhos do Marinho poderiam disputar o primeiro lugar no Brasil.

Como observa a matéria do El País, “desde a última crise de Wall Street, muitos cidadãos no mundo e, sobretudo nos EUA, protestaram contra este 1% da população global que domina a riqueza”. Fica a indagação: já que estão sendo planejados tantos protestos contra a Copa do Mundo no Brasil, inclusive com o discurso carbonário de vários “calunistas” da mídia golpista, não seria o caso de se organizar algumas manifestações contra os bilionários brasileiros, principalmente contra os donos das Organizações Globo? O motivo seria bem mais nobre e justo!

CIMI-NORTE CONCEBE AUSÊNCIA DA FUNAI NO EPISÓDIO CONTRA OS ÍNDIOS TENHARIM

Por conta do conflito, postos de cobrança de pedágio ilegal dentro da reserva indígena foram destruídos por não índios – foto: Raolin Magalhães

Situada no sul do Amazonas, a reserva indígena dos índios Tenharim vem sendo alvo constante de ameaças de indivíduos não-índios. Esses personagens estranhos à comunidade indígena, há duas semanas, atacaram sua reserva obrigando alguns índios buscar proteção em uma unidade do Exército. Os fatos vêm preocupando as entidades que lutam pelos direitos dos índios, fato que não é visto por parte da Fundação Nacional do Índio (Funai), segundo essas entidades.

Para os que se encontram envolvidos nessa causa, a Funai não tem mostrado afinco no caso da morte do cacique Ivan Tenharim, líder indígena que luta contra os exploradores da madeira região, encontrado morto na margem da estrada Transamazônica com o corpo coberto por hematomas e com ferimento na cabeça. Em seguida ao ocorrido o professor Stef Pinheiro de Souza, o técnico Aldeney Ribeiro Salvador e o representante comercial Luciano Ferreira Freira, desapareceram ao passar pela região. Com este quadro esculpido, a Funai resolveu exonerar Ivã Gouveia Bocchini, coordenador da Regional Madeira, responsa´vel pelas ações políticas na região de Humaitá, no estado do Amazonas.

Diante do que vem ocorrendo, Guenter Francisco Loebens, coordenador regional do Conselho Indigenista Missionário (Cimi-Norte), concebeu que há ausência da Funai perante os últimos acontecimento.

“Não sei o que motivou a exoneração, mas percebemos uma ausência muito grande da Funai em relação aos últimos acontecimentos. Inclusive no sentido de apoiar os tenharins. Só depois que o Ministério Público a acionou, a Funai fez algo para garantir a segurança da comunidade. Esperamos uma ação mais ativa da fundação na questão da proteção aos índios, já que o contexto era de extrema violência e os índios estavam veneráveis”, analisou o coordenador regional do Cimi-Norte.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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