Arquivo para 21 de fevereiro de 2014

DILMA INAUGURA ARENA BEIRA-RIO, CORTA ORÇAMENTO, SEM ATINGIR EDUCAÇÃO E SAÚDE, E DESEMPREGO É MENOR EM 12 ANOS

Acompanhada pelo governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o prefeito de Porto Alegre, e o ex-jogador Ronaldo, membro do Comitê Organizador Local da Copa, a presidenta Dilma Vana Rousseff inaugurou o Estádio Arena Beira-Rio um dos estádios onde serão realizadas as partidas da Copa do Mundo de 2014. Serão cinco partidas jogadas no local.

O Estádio Arena Beira-Rio é um dos três estádios de futebol privados que participam da Copa. Agora, depois da reforma passou a ter 50 mil lugares teve um orçamento de R$ 330 milhões com R$ 275 milhões do governo federal.  

Com essa inauguração só faltam o Itaquerão, em São Paulo, Arena Pantanal, em Cuiabá e Arena da Baixada, em Curitiba. O que chamou atenção na inauguração foi o time do Internacional todo uniformizado posando em foto com a presidente. Dilma deu o pontapé inicial e foi aplaudida pelos presentes.  

CORTE ORÇAMENTÁRIO

O governo federal divulgou que fará um corte no Orçamento Geral da União de 2014 de R$ 44 bilhões. Segundo o governo federal, o corte é para manter os fundamentos da economia e a confiança dos investidores internacionais e do mercado através de um superávit primário relativo a 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB), que corresponde a todo setor público consolidado.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o corte vai possibilitar ao governo uma economia de R$ 80,8 bilhões que chega a ser maior do que a economia registrada em 2013 que alcançou R$ 75,3 bilhões.

“Os instrumentos que utilizamos são a contenção das despesas de custeio, a ampliação dos investimentos e a manutenção dos programas sociais”, observou Mantega.

Porém, de acordo com o governo federal, o corte orçamentário não atingira os ministérios da Saúde, Educação, Desenvolvimento Social e Ciência, Tecnologia e Inovação.

DESEMPREGO EM QUEDA

Presidenta Dilma Rousseff participou de inauguração simbólica do Beira-Rio

Essa é uma notícia que não agrada nada as direitas que desesperadas, por não terem candidato para disputar à Presidência da República, nesse ano, contra a presidenta Dilma Vana Rousseff, sonham com qualquer sinal de conturbação no governo e têm pesadelo com os avanços do mesmo. 

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho (MP) divulgou que no mês de janeiro o número de empregos criados com carteira assinada foi de 29.595. Portanto, um crescimento de 0,07% em relação a dezembro de 2013 quando foram criadas 28 mil vagas formais. É o menor índice de desemprego em 12 anos.

DECLARAÇÕES INTERVENCIONISTAS DE OBAMA SOBRE A VENEZUELA RESULTA EM CARTA DE REPÚDIO DE MADURO

O presidente Barack Obama como atento continuador de uma subjetividade buraco-negro, que captura tudo que tem vida independente, prossegue com a ideia imperiosa e intervencionista que expressa o caráter alcunhado de político do Estado norte-americano. Em nome de uma democracia-privada, que tem a paz mundial como a satisfação de seus interesses, os governos dos Estados Unidos não mudam a perspectiva de interferir nos negócios dos povos independentes. Seja o governo do Partido Republicano, Bush ou governo do Partido Democrático, Obama, as segmentaridades imperiosas são as mesmas.

A SOCIEDADE MUNDIAL E O INTERVENCIONISMO

Toda sociedade mundial sabe que os governos norte-americanos nunca aceitaram o socialismo bolivariano implantado na Venezuela pelo ex-presidente Hugo Chávez. E muito menos sua relação clara com Fidel Castro. Ou, a bem da verdade, com qualquer personagem que pense o mundo democraticamente como uma realidade filosófica onde o universal é o individual sejam a essencialidade da existência (Hegel/Marx). Daí que a compulsão-imperiosa para mandar – o hábito de mandar faz o tirano – se concretiza novamente na gestão do atual presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Diante das exigências de uma parte da população venezuelana dirigida contra o governo Maduro, resultado de uma derrota eleitoral que ainda não foi digerida pelo grupo apelidado de oposição, algumas pessoas foram presas entre elas o líder radical – não no sentido que Marx dá ao conceito radical que significa o homem sendo sua própria raiz – Leopoldo López que é membro da coalizão antichavista Mesa da Unidade Democrática (MUD). Um líder que o governo Maduro afirmar está a serviço do governo norte-americano. Uma convicção que o levou a suspeitar de três autoridades diplomáticas do governo Obama e por isso expulsou-as do país acusando-as de estarem financiando e apoiando os atos de violência. Com o quadro configurado Obama resolveu divulgar sua opinião sobre as ocorrências na Venezuela e exigiu que o governo venezuelano libertasse todos os presos e considerou “legitimas” as reivindicações. Maduro, entendendo o valor da soberania de seu Estado, repudiou, em nota, a ingerência intervencionista de Obama.

PARTE DA NOTA

“O governo da República Bolivariana da Venezuela  repudia taxativamente as declarações emitidas na quarta-feira, dia 19,pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, a medida em que constituem em uma nova e grosseira ingerência nos assuntos internos de nosso país, com o agravamento de usar como base informações falsas e afirmações sem fundamentos.

Por que financia, alenta e defende os dirigentes opositores que promovem a violência. Atacando um país livre e soberano da América Latina, cujas políticas, orientações e decisões são resultados da vontade popular, expressa democraticamente.

A Venezuela vai continuar a impedir que agentes americanos implantem a violência e a desestabilização no país”, diz trecho da nota de repúdio.

Quem está por trás dos protestos na Venezuela?

Envolvido no golpe de 2002 e representante da elite de seu país, “Leopoldo López representa o que há de mais à direita no espectro político venezuelano”

DemocracyNow

wikimedia commonsOs protestos na Venezuela têm sido apresentados pela mídia comercial como manifestações populares massivas contra o governo Maduro; no entanto, não têm sido discutidos os verdadeiros jogos políticos que elas escondem. Transcrevemos abaixo trecho da entrevista do professor George Ciccariello-Maher*, que dá um panorama da história recente venezuelana e das figuras envolvidas nas tentativas de deposição do governo Maduro. 

DemocracyNow: O que está acontecendo na Venezuela hoje?

George Ciccariello-Maher: Está acontecendo um grande evento, que será uma tarefa crucial para o governo de Maduro. É nossa obrigação que analisemos a situação dentro de seu contexto histórico, para entendermos quem está agindo. Se acompanhamos o Twitter, observamos que há uma tendência: neste momento “pós-occupy” e sucessor à Primavera Árabe, toda vez que vemos protestos nas ruas, nós começamos a retuitá-los e a sentir uma simpatia pela causa, mesmo sem saber qual é o contexto dela. Uma vez que analisamos o contexto venezuelano, o que vemos é mais uma tentativa, dentro de uma longa história de tentativas, de depor um governo democraticamente eleito, desta vez se aproveitando de uma mobilização estudantil contra a insegurança e as dificuldades econômicas.
 
DN: George Ciccariello, quem é Leopoldo Lopez? O Washington Post o descreve como um homem de 42 anos, de esquerda, que estudou em Harvard. O que você sabe da sua história?

GC-M: Dizê-lo de esquerda seria forçar a barra. Leopoldo Lopez representa o que há de mais à direita no espectro político venezuelano. Ele foi educado nos Estados Unidos desde o ensino médio até sua graduação na Harvard Kennedy, ele descende do primeiro presidente venezuelano e dizem que até mesmo do próprio Simon Bolívar. Em outras palavras, ele é o representante desta classe política tradicional que deixou o poder após a Revolução Bolivariana. Em termos de sua história política, seu partido, o Primera Justicia, foi formado por uma intersecção entre corrupção e intervenção norte-americana, corrupção por sua mãe, ao arrecadar fundo fraudulentos de uma companhia de petróleo venezuelana para este novo partido, e pelo outro lado fundos do NED, do USAID, e de instituições do governo norte-americano. Assim que Chávez chegou ao poder, os partidos políticos tradicionais entraram em colapso, e tanto a oposição interna quanto o governo do EUA precisavam criar algum outro veículo para fazer oposição ao governo Chávez, e este partido de Leopoldo Lopez é um destes veículos. Neste momento, até mesmo a liderança anterior do partido, Henrique Caprilles, que foi o candidato para as eleições presidenciais, percebeu que a linha de tomar ações nas ruas na tentativa de depor um governo democrático simplesmente não vai funcionar. No entanto, Leopoldo Lopez e outros líderes, como Maria Corina Machado e Antonio Ledesma, continuam tentando depor o governo.

DN: O presidente Maduro expulsou três diplomatas norte-americanos, alegando que eles estavam envolvidos no apoio à oposição. Você poderia nos falar sobre isso?
GC-M: O governo Obama continua a financiar esta oposição, até mesmo mais abertamente do que Bush fazia: Obama requisitou fundos para estes grupos opositores, mesmo que eles estivessem envolvidos em atividades antidemocráticas no passado e apesar do fato de López e outros estarem envolvidos no golpe de 2002 e terem participado de ações violentas na época. Dizer que López hoje é um representante da democracia só pode ser uma piada. Há uma questão interessante aqui, a de que o governo venezuelano, se ouvimos as palavras da esposa de Leopoldo López em declarações recentes, agiu para proteger a vida de López, que estava sob ameaças. A maneira pela qual López foi preso foi muito generosa, muito mais do que López foi no passado, quando liderou uma caça às bruxas contra os ministros chavistas que foram espancados em público no caminho da prisão. López pode até mesmo falar em um mega-fone no dia em que foi preso. Podemos nos perguntar: por que o governo de Maduro está sendo tão gentil com ele? Na verdade, preferem que ele seja o líder da oposição porque ele simplesmente não seria eleito, pois ele representa a nata das elites venezuelanas.

DN: O que vemos na mídia comercial é uma Venezuela fora de controle, com altos índices de violência, escassez de comida e inflação altíssima. Qual é sua avaliação da situação do país hoje?

GC-M: Para dizer claramente, a escassez de comida tem sido sim um problema, e a segurança pública é um problema gigantesco na Venezuela. Ambos são problemas profundos que tem a ver com falhas do governo para tratá-los, mas também relação com a ação de vários outros atores. No caso da criminalidade, a infiltração de máfias tem sido muito grande nos últimos anos, e no caso da escassez, o papel de capitalistas que estocam bens de consumo e a especulação da moeda tem sido uma força destrutiva que nos lembra muito o Chile de Allende, onde se tentou destruir a economia como uma preparação para o golpe. Mas, na verdade, este dois fatores que os estudantes tem protestado contra não explicam o porquê destes protestos estarem emergindo, pois os índices de criminalidade estão baixando e a escassez de comida não está nem de longe tão ruim quanto estava há um ano. O que explica o que está ocorrendo agora é que, depois das eleições de dezembro, este foi o momento em que a direita disse “já chega, estamos cansados de eleições, nós vamos às ruas tentar derrubar este governo”, mas neste meio tempo, os movimentos revolucionários venezuelanos, as organizações populares, que são no fim das contas a base deste governo, que nunca teve apenas como base Chávez ou Maduro enquanto individuos, mas sim milhões e milhões de venezuelanos que estão construindo uma democracia mais profunda e mais direta, construindo movimentos sociais, organizações, conselhos de trabalhadores, conselhos estudantis, conselhos de camponeses, estas pessoas estão continuando a luta, estão defendendo o governo Maduro, e estes protestos que estão ocorrendo principalmente nas regiões mais ricas de Caracas, a Beverly Hills de Caracas, não as fará desistir desta tarefa.

DN: E o papel dos EUA?

Os EUA continuam a financiar a oposição. Acho que no futuro, como costuma acontecer, nós teremos acesso às informações do grau de envolvimento dos EUA no financiamento à oposição venezuelana. Na realidade, esses protestos são um cálculo errado por parte da oposição, não parece que os EUA teriam dito à oposição para tomarem este caminho, pois ele não parece ser muito estratégico. Sabemos que esta é uma oposição em contato direto com a embaixada norte-americana, que recebe fundos do governo dos EUA, mas este é o movimento de uma oposição venezuelana autônoma que vai, como parece, novamente desmoronar.
 
Você pode conferir o vídeo da entrevista completa no site do DemocracyNow
 
(*) Professor da Drextel University e autor do livro  “We Created Chávez: A People’s History of the Venezuelan Revolution” (Nós Criamos Chávez: Uma História do Povo da Revolução Venezuelana)
 
Tradução de Roberto Brilhante


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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