Arquivo para 11 de abril de 2014

JOVENS DE MOVIMENTOS SOCIAS SE ENCONTRAM COM DILMA E TRATAM DE ASSUNTOS PERTINENTES ÀS SUAS AÇÕES

30 jovens representantes dos movimentos sociais se encontraram com a presidenta Dilma Vana Rousseff além de conversarem vários assuntos pertinentes aos seus interesses como transporte coletivo, reforma política, plebiscito, enfrentamento sobre estupro familiar, linguagem menos formal para falar com os moradores das favelas, também ouvirem dela que o governo não enviará ao Congresso projeto de lei sobre endurecimento às manifestações de rua.

Segundo informação de um dos participantes, Dilma, disse que eles têm que organizar uma pressão popular para que a sociedade force o Congresso a trabalhar sobre a reforma política, pois se for esperar pelos parlamentares ela não sai. Como exemplo o movimento das Direta Já! que forçaram a eleição para governadores e presidente da República.

O QUE FALARAM ALGUNS JOVENS SOBRE O ENCONTRO

“Ela anunciou que não enviará ao Congresso nenhuma lei que venha que venha para aumentar a repressão sobre os movimentos sociais. Isto é muito importante, porque hoje os movimentos de rua, assim como a juventude negra e pobre, sofre muita repressão policial”, falou Vic Barros, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE).

“A presidenta é simpática à ideia de se construir um processo exclusivo, um plebiscito, uma consulta à sociedade sobre a reforma política. Nosso entendimento é o de que o Parlamento precisa discutir e ampliar o debate, mas que a sociedade precisa opinar sobre que reforma política ela quer”, falou Severine Macedo, secretária nacional de Juventude.

“Ela disse que não é uma questão só de caneta, que a maioria que ela tem no Congresso não é uma maioria em todos os temas e que é preciso uma conjuntura que envolva as ruas para pressionar o Congresso e fazer a reforma política”, falou Naná Queiroz, autora do movimento psicológico, político, social, moral e sexual, Não mereço ser estuprada.

“Não é questão de chamar de ‘mano’, mas falar em ‘caros companheiros’ para o jovem, ele não vai se identificar. A gente tem que falar a linguagem do jovem para ele entender. Tem muito curso, muito benefício para levar para comunidade, mas não chega no meio da favela. Por que não chega? Porque às vezes a linguagem não é adequada, não é certa”, disse o rapper Mc Chaveirinho, representante da Associação dos Rolezinhos.

“Neste momento, a gente enfrenta forte aumento de passagem em quatro capitais do país e uma intensificação de políticas e projetos de lei para repressão das manifestações. Se não existir intervenção prática na vida das pessoas, as manifestações vão continuar. A gente só vai ser convencido com ações práticas”, disse Clédson Perreira, representante do Movimento Passe Livre.  

TV GLOBO DISCRIMINA A CUT EM BENEFÍCIO DA FORÇA SINDICAL LIGADA AO SEU CADIDATO AÉCIO, MAS O POVO NÃO É BOBO

Lá ia a 8ª Marcha da Classe Trabalhadora, pelas ruas de São Paulo, em seu ritmo democrático objetivando melhoria para os trabalhadores. Em momentos como esses, não são só os participantes quem surgem no território da marcha. Surgem também os profissionais da mídia jornalistas, repórteres e cinegrafistas. Entre esses profissionais alguns são autênticos e livres. Outros são simuladores da mídia e inautênticos, portanto escravos. Os primeiros têm interesse político no evento. Os outros estão por causalidade.

Foi então, que uma repórter da Globo, segundo assessora de imprensa da Central Única dos Trabalhadores (CUT) Marize Muniz, fez uma entrevista com representantes da Força Sindical. Observando a dedicação da repórter, um representante da CUT lhe perguntou se ela não ia entrevistar os membros da CUT. Aí deu Freud na comunicação: a moça afirmou, sem querer, que a ordem do patrão era entrevistar só os representantes da Força Sindical. Na verdade, o Paulinho da Força. Diante da confissão ela foi vaiada e teve que correr e se proteger em uma agência do Bradesco, com o povo gritando atrás: “O povo não é bobo, fora Rede Globo”. Depois o eleitor de Aécio entrou no Bradesco para ser entrevistado, mas a entrevista não foi realizada em função do agito do lado de forra do banco.

Para quem não sabe, a Força é catapulta-política do Paulinho, o operário-burguês que só se aproximou de Lula e Dilma por interesse pessoal, encenando como se fosse pela classe trabalhadora. É um olho no padre e outro na missa. E de interesse, em interesse, o candidato dele para presidência da República é o Aécio, amicíssimo dos empresários que detém as maiores fortunas no Brasil.

E para confirmar a ordem, o que até o mundo mineral sabe, como diz o jornalista/filósofo, Mino Carta, o candidato dos globianos é o Aécio. A jovem só cumpriu uma ordem que não atingi a dimensão da CUT e nem ameaça a vitória de Dilma. Entretanto serve para reafirmar mais uma vez que a TV Globo – e seus parentes – não faz jornalismo, mas campanha partidária para os que defendem seus interesses.

A indigência intelectual e a caça às bruxas da Folha

A Folha de S.Paulo registra nesta 5ª feira o seu descontentamento com o fato de o escritório do Ipea , em Caracas, não seguir a pauta do jornal na Venezuela.

por: Saul Leblon 

ArquivoO jornal Folha de São Paulo traz na edição desta 5ª feira um artigo assinado pelo jornalista Fabio Maisonnave sobre o escritório regional do Ipea na Venezuela.

O texto registra o descontentamento do veículo e do autor com o fato de a representação do instituto em Caracas não seguir a pauta da Folha na abordagem dos problemas venezuelanos.

A cobertura do jornal dedicada ao país, como é notório, e reafirmado no artigo desta 5ª feira, carrega nas tintas do primarismo maniqueísta, prática de resto generalizada em uma linha editorial que alimenta a  infantilização progressiva do seu público leitor na compreensão e abordagem dos graves problemas enfrentados pelas economias em desenvolvimento na era da globalização.

A endogamia entre o emissor e o receptor compõe uma espiral de indigência histórica que, no caso da Folha,  tem no tema do ‘chavismo’ um de seus vórtices mais dinâmicos.

Os relatos dos seus correspondentes em Caracas, e o senhor Maisonnave foi um deles, notabilizam-se por reduzir a complexidade dos desafios econômicos e sociais da Venezuela aos mandamentos da cartilha colegial do maniqueísmo anti-chavista.

A indigência intelectual na abordagem dos problemas mais amplos do continente latino-americano, em grande parte ainda refém dos ciclos das commodities, conduzem ao paradoxo de um jornalismo que se esponja nos mesmos limites do personalismo politico que pretende criticar.

Escapa-lhe, por dificuldades cognitivas, ou opção deliberada, que a atrofia da participação democrática da sociedade na AL  explica em grande parte a rigidez de seus gargalos econômicos. Sem alterar um lado dificilmente se avançará na equação do outro.

O resultado dessa omissão mais oculta do que revela da dinâmica de uma Venezuela secularmente espremida entre uma elite próspera, uma vasta massa de alijados da renda petroleira e instituições –inclusive o aparelho de Estado, mas também a atrofia partidária–  contidos pela importância subalterna atribuída à vontade popular na ordenação do que estava condenado a ser um eterno entreposto de óleo bruto.

Desarmar essa rigidez –que o caso venezuelano magnifica, mas não é o único– é um dos problemas macroeconômicos mais complexos da luta pelo desenvolvimento latino-americano.

Não por acaso está no centro das análises de Raúl Prebisch e Celso Furtado– autor de um estudo de 1957, ainda atual,  sobre a armadilha do petróleo venezuelano—bem como de Fernando Henrique  e Faleto, entre outros.

Os 50 anos do golpe de Estado de 1964, agora em março, reavivaram a natureza desses impasses no Brasil. Há meio século, a encruzilhada  do desenvolvimento brasileiro foi respondida pela elites   com um ataque às instituições democráticas que permitiriam escrutinar transformações estruturais interditadas pela lógica dos beneficiados dominantes.

Em 1964 a Folha não perfilou ao lado dos que reconheciam a prerrogativa soberana da democracia para superar os impasses nacionais e aderiu aos golpistas.

Adota opção semelhante hoje na forma obtusa como aborda os –repita-se– graves dilemas enfrentados pela sociedade venezuelana na luta para escapar à dependência da renda petroleira –hoje melhor repartida, mas de forma ainda limitante.

 Por discordar dessa renitente irresponsabilidade no tratamento de questões cuja raiz histórica transcende o caso venezuelano –embora tenha ali um mirante extremado– Carta Maior convidou o economista Pedro Barros Silva para colaborar em sua página, com análises e informações de escopo mais amplo e equilíbrio indisponível nos despachos e no foco da Folha e da mídia conservadora  em geral.
Barros e Silva é o responsável pelo escritório do Ipea instalado em 2010 em Caracas. Seus textos em Carta Maior refletem opiniões pessoais, não do órgão que coordena.

O artigo do senhor Maisonnave na Folha questiona a colaboração do economista  com ‘um portal de esquerda’, Carta Maior.

 Faria o mesmo se a contribuição fosse com o site do Instituto Millenium, um sucedâneo do Ipes e do Ibad que tonificaram intelectualmente o golpe de 1964?
Dezenas de intelectuais de distintas instituições do governo ou associados ao aparelho público brasileiro escrevem na Folha.

É ótimo que seja assim.

Carta Maior reserva-se o mesmo direito de –a exemplo de outras publicações democráticas– recorrer  à contribuição ecumênica de estudiosos e pesquisadores da universidade e de esferas do setor público.

Inspira-nos contribuir assim para formar um discernimento desassombrado e progressista dos desafios e as opções colocados ao passo seguinte do desenvolvimento brasileiro.

Quanto à instalação do escritório do Ipea em Caracas, criticado pelo senhor Maisonnave por não ‘tratar de temas econômicos’, por certo  incomoda à pauta da Folha o fato de ter sido criado, e assim funcionar, como uma contribuição ao desenvolvimento venezuelano nas diferentes dimensões que o termo encerra.

 A expansão do mercado interno, como se sabe, fez daquele país um dos principais destinos das exportações brasileiras nos últimos anos.

Entre 1999 e 2012, o volume negociado bilateralmente saltou de US$ 1,5 bilhão para US$ 6 bilhões. As exportações brasileiras passaram de 36% do valor total intercambiado, que tornavam a balança deficitária para o país, para 84% das transações. O dado é do Ministério do Desenvolvimento (MDIC).

 A Venezuela constitui hoje  um dos principais parceiros do comércio exterior  brasileiro;  o Brasil é  o terceiro maior parceiro da Venezuela. Os dois primeiros são Estados Unidos e China. Como se vê, um espectro ideológico distinto da obtusidade destilada por um certo jornalismo.

Alimentos, aviões, automóveis e serviços  –sobretudo  a construção de grandes obras públicas, incluem-se na pauta das exportações brasileiras.

Em 2010, quase seis meses depois de o Congresso Nacional ter aprovado o ingresso da Venezuela no Mercosul, o então pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, o delfim da derrota conservadora predileto da Folha, manifestou-se contrário à entrada daquele país no bloco do Cone Sul.

A sandice ideológica foi recebida com apreensão na Fiesp.

Contribuir para o desenvolvimento sócio-econômico da sociedade venezuelana, uma das atribuições da missão do Ipea, rebate favoravelmente –até do ponto de vista capitalista– no comércio exterior e no crescimento brasileiro.

Mas a Folha talvez preferisse que o Ipea funcionasse ali como uma extensão da Casa das Garças, o think tank tucano da apologia de um receituário econômico que jogou o mundo na pior crise do capitalismo desde 1929. Indisponível essa opção, o jornal procura compensá-la –com denodo, reconheça-se— através de textos e artigos como o desta 5ª feira, onde a indigência intelectual bordeja a caça às bruxas.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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