Arquivo para 13 de abril de 2014

ESTADOS UNIDOS AMEAÇAM A RÚSSIA POR CAUSA DAS TENSÕES NA UCRÂNIA

             Segundo informações, tropas russas ocuparam a fronteira com a Ucrânia causando tensões no território. No fim da semana ativistas pró-russo invadiram e tomaram posse da sede regional do Ministério do Exterior. Diante desses fatos informados, os Estados Unidos, que têm interesse geo/econômico/bélico no território, por isso apoiaram o golpe de Estado dado por grupos neo-nazistas na Ucrânia, resolveram mais uma vez ameaçar a Rússia.

         O comunicado da ameaça foi feito por John Kerry, secretário de Estado norte-americano.

           “Os militantes estavam equipados com armas especializadas russas, com os mesmos uniformes que vestiam as forças russas que invadiram a Crimeia”, disse Kerry

         Segundo comunicado, Kerry disse que está preocupado porque os ataques no Leste da Ucrânia haviam sido orquestrados e sincronizados da mesma forma que ataques anteriores no Leste da Ucrânia e da Crimeia.

O que se entende por modernizar as esquerdas?

Em seu discurso de candidatura, no Congresso do PSOE, no qual foi eleito candidato, Zapatero utilizou o termo ‘classe média’ doze vezes.

Vicenç Navarro

ArquivoMorei nos Estados Unidos por mais de quarenta anos, tendo participado amplamente da vida acadêmica e política norte-americana, e acredito conhecer bem aquele país. Fui docente em Políticas Públicas na John Hopkins University e assessorei o candidato democrata Jesse Jackson nas eleições de 1984 e de 1988, conhecendo bem o Partido Democrata. E devo dizer que me surpreende enormemente a atração que tal partido exerceu em alguns setores da social-democracia europeia, incluindo a espanhola.

Desta forma, uma pessoa muito influente no governo socialista presidido pelo sr. Zapatero, o sr. Miguel Sebastián (que foi o coordenador do programa eleitoral econômico do PSOE em 2004), escreveu várias vezes no El País (14.05.03 e 21.09.03) que, entre outras propostas – tais como baixar impostos – o PSOE deveria fazer como o Partido Democrata fazia. Isto é: abandonar o intervencionismo público que, conforme admitia Miguel Sebastián, caracterizava o PSOE. O sr. Miguel Sebastián acentuava que o PSOE “deveria defender a ideia dos democratas norte-americanos, que falam do Estado dinamizador frente a um Estado de bem-estar”.

Isso implicava preferir, por exemplo, um sistema de saúde como o norte-americano, financiado e gerido pela iniciativa privada (com os incentivos e apoio público do Estado), em detrimento de um sistema nacional de saúde financiado publicamente por fundos do Estado e que garantisse a acessibilidade à saúde, como acontece na Espanha e na maioria dos países da União Europeia. Miguel Sebastián também tirava a ênfase nas políticas redistributivas e no aumento do gasto público.

Esta visão do Estado coincidia também com a de outros pensadores próximos ao presidente Zapatero, como a do economista Jordi Sevilla, que tinha indicado ser contra as políticas fiscais redistributivas, colocando ênfase no impacto redistributivo do gasto (ver os capítulos “El debate sobre la estrategia socialista: El nuevo socialismo” – em português, “O debate sobre a estratégia socialista: o novo socialismo”; e “El modelo Del Partido Demócrata como propuesta para las izquierdas españolas: debate con Miguel Sebastián” – em português, “O modelo do Partido Democrata como proposta para as esquerdas espanholas: debate com Miguel Sebastián”. Ambos estão em meu livro “El subdesarrollo social de España: Causas y consecuencias” – em português, “O subdesenvolvimento social da Espanha”, publicado pela editora Anagrama em 2006).

Ambos os autores criticavam a social-democracia tradicional (uma maneira agradável para chamá-la de antiquada) por sua ênfase nas políticas redistributivas do Estado, assim como por seu objetivo de conseguir que o Estado garantisse direitos sociais mediante a intervenção pública nos espaços sociais e econômicos do país. E também criticavam aquilo que consideravam uma atenção e uma identificação excessivas que a social-democracia “tradicional” tinha dado à classe trabalhadora, considerando essa classe social como desaparecida ou em vias de extinção, substituída pela classe média. Foi uma característica da social-democracia (que historicamente foi o projeto socialista, com o desejo de ser alcançado por meio da via democrática) conseguir uma aliança de classes entre a classe trabalhadora e as classes médias, obtendo um bloco político definido como “classes populares”.

Nesta versão “modernizada”, desaparecia a primeira classe, que foi substituída pela segunda. Esses economistas tiveram grande influência no candidato, e depois no presidente Zapatero. Em seu discurso de candidatura, no Congresso do PSOE, no qual foi eleito candidato, o sr. Zapatero utilizou o termo “classe média” doze vezes. Nem uma vez se referiu à classe trabalhadora. E durante os anos de governo socialista, o discurso de classe desapareceu por completo. Essa foi precisamente a postura que caracterizou a chamada “modernização do socialismo”. Eram estas e outras as mudanças citadas que precisamente caracterizaram a Terceira Via, iniciada pelo governo Blair. Na Espanha, muitas mudanças aconteceram no primeiro governo do sr. Zapatero e tinham claramente uma marca social-democrata. Agora, nas áreas econômicas e fiscais, o socialismo não foi a característica que as definiu. Por quê?

A necessidade de modernizar, uma vez mais, a social-democracia espanhola

A última voz atraída pelo Partido Democrata nesta tradição é a do sr. Juan Moscoso del Prado, em seu livro “Ser hoy de izquierdas. Por una izquierda moderna y ejemplar” (“Ser hoje de esquerda. Por una esquerda moderna e exemplar”), com prólogo do Secretário Geral do PSOE, o sr. Rubalcaba, e com um epílogo do sr. Felipe González. A obra toma o presidente Obama e, portanto, o Partido Democrata, em que ele é o expoente máximo, como o modelo que a social-democracia espanhola e europeia deveriam adotar enquanto ponto de referência e de inspiração.

Esta postura se apresenta no contexto, também destacado pelos autores citados anteriormente (Miguel Sebastián e Jordi Sevilla), de que a esquerda deve reduzir o peso da “consciência de classe”, visto que “a classe deixou de ter importância em nossas sociedades porque os cidadãos já não se definem pela sua situação no mundo do trabalho”. Daí sua conclusão de que “as classes, tal e como um dia as entendemos, desapareceram”.

Essas posturas (e inclusive a narrativa que utiliza para descrevê-las) são praticamente idênticas às utilizadas pelo sr. Blair, pelo sr. Jordi Sevilla, pelo sr. Miguel Sebastián, pelo sr. Zapatero, pelo sr. Valls (novo primeiro ministro da França) e pelo sr. Renzi (novo primeiro ministro da Itália). É interessante destacar que naturalmente há diferenças entres esses autores. E, portanto, também entre o sr. Juan Moscoso del Prado e, por exemplo, Jordi Sevilla e Miguel Sebastián, pois o primeiro acentua que um dos erros da social-democracia foi adotar de maneira acrítica grande parte do paradigma liberal (com ênfase na desregulação e nos mercados), distinguindo-se e distanciando-se assim das tendências liberais de Sevilla e de Sebastián. No mais, Juan Moscoso del Prado continua na linha do blairismo, sendo Matt Browe, assessor de Tony Blair, um dos colaboradores do livro (para uma resenha favorável deste livro, ver Gutiérrez Calvo em “La izquierda debe olvidar el discurso de clase” – em português, “A esquerda deve esquecer o discurso de classe”, El País, 07.04.14).

Outra característica de sua postura (comum aos outros autores citados) é a justificativa que o autor utiliza para fazer essas propostas (como enfatizar o desaparecimento das classes sociais). Seu objetivo é “modernizar” os partidos políticos socialistas a fim de ganhar as eleições. O autor destaca (aquilo que deveria ser uma obviedade) que os socialistas devem ter o desejo de governar (com o que parece assumir que há partidos de esquerda que não querem governar, o que não deixa de ser surpreendente).

O fracasso político da Terceira Via

Mas a grande suposição por trás dessa afirmação é a de assumir que aqueles partidos que seguiram suas receitas foram os mais exitosos em suas disputas eleitorais, quando a evidência, facilmente acessível, aponta exatamente o contrário. Como mostrei com datos e números, o governo Blair perdeu muito rapidamente seu apoio eleitoral (ver meu artigo “Tony Blair e o declínio da Terceira Via”, Sistema, 16.11.12). E assim aconteceu em toda a União Europeia com todos os partidos social-democratas que seguiram sua linha. Na realidade, faz dez anos que a social-democracia era ua forma dominante a UE. Hoje é uma minoria. E também, e de uma maneira muito clara, caiu o apoio popular tanto do Presidente Obama (um dos mais impopulares dos últimos cinco) como do Partido Democrata (e é provável que perca o controle do Senado). Mas, além do declínio eleitoral, as receitas da Terceira Via dizimaram os partidos social-democratas e, no caso dos EUA, também o Partido Democrata.

E hoje, o PSOE da Espanha não está se reerguendo e sua grande esperança é de que o PP vá pior. E o fato de estar em declínio não se deve a um discurso de que ele é “o partido da classe trabalhadora na Espanha, envolto a uma luta de classes frente à classe capitalista”. Na Espanha que eu conheço, o PSOE deixou de utilizar tal narrativa e postura há muitíssimo tempo. É incrível, portanto, que os modernizadores continuem destacando o perigo desse enfoque, que não é aplicado já há décadas. O que os modernizadores propõem tem sido a norma.

Adeus à classe trabalhadora

Mas, independentemente da narrativa que se utiliza, o fato é que todos esses partidos se distanciaram mais e mais da classe trabalhadora, que, ao contrário do que se supõe, continua existindo. Quando, nas pesquisas, se pergunta aos cidadãos espanhóis ou norte-americanos a qual classe social pertencem – oferecendo-lhes, como alternativas, “classe alta”, “classe média” e “classe trabalhadora” –, a maioria se define como classe trabalhadora. Por certo, se a pergunta se faz utilizando os termos “burguesia”, “pequena burguesia”, “classe média” ou “classe trabalhadora”, a porcentagem é ainda maior. Esse distanciamento em relação à classe trabalhadora é acompanhado por uma aproximação à classe média – que, eles supõem, está substituindo a primeira. O presidente Obama nunca utiliza o termo “classe trabalhadora”, e ele o substitui por “classe média” (paradoxalmente, o Tea Party, a ultradireita, é a que utiliza o termo “classe trabalhadora”, como também acontece na Europa, onde a ultradireita está se apresentando como a defensora da classe trabalhadora”.

Dar prioridade à classe média (como sua base social e eleitoral) resultou em um crescente abstencionismo da classe trabalhadora, o que prejudicou enormemente o apoio eleitoral aos partidos social-democratas. Nos EUA, o Partido Democrata ganha ou perde segundo o grau de abstenção da classe trabalhadora. E uma situação semelhante ocorre na Espanha e na UE. Essa abstenção e perda de apoio explica por que da direitização na política. Nos EUA, a maior participação de que se tem notícia acontece nas eleições presidenciais (54%) e, dado que há uma relação entre o nível de renda e a participação no processo eleitoral (quanto maior a renda, maior a participação), nota-se que a maioria da classe trabalhadora (52% da população) não vota. O Partido Democrata compete, portanto, pela mesma base eleitoral do que o Partido Republicano – as classes médias –, o que explica a sua direitização. E algo semelhante ocorre na UE. O “blairismo” é o abandono da classe trabalhadora, sendo substituída pela classe média.

Por que a direitização?

Por várias razões. Uma é que, para mobilizar o voto abstencionista (que, em geral, está mais à esquerda do que quem vota), o Partido Demcorata deveria se mover à esquerda, com políticas redistributivas que (a fim de não antagonizar com a classe média) deveriam combater o 1% mais rico da população – como o chama o movimento Occupy Wall Street e que é a maneira de definir a classe capitalista.

Mas ele não se atreve a isso devido ao enorme poder que essa classe tem nos meios de comunicação e na vida política. Aí está o xis da questão. O casamento entre a corrente blairista e o mundo financeiro das grandes corporações empresariais é facilitado pela extração social dos aparatos dos partidos social-democratas, predominantemente entre os economistas e outros analistas sociais próximos ao mundo do capital e distantes do mundo do trabalho. Isso o torna muito mais vulneráveis à influência do 1% do que à da classe trabalhadora. Blair simboliza claramente esse tipo de personagem. Ele foi pintado de ouro devido a sua proximidade com o mundo empresarial. E, como é previsível, é um dos políticos menos populares nos bairros de trabalhadores do Reino Unido.

A aliança de classes

O grande êxito da social-democracia foi estabelecer uma aliança entre a classe trabalhadora e a classe média, transformando-se nos componentes das classes populares. E isso foi conquistado sem abandonar a classe trabalhadora, mas sim desenvolvendo políticas públicas universais, isto é, com o desenvolvimento de direitos sociais, trabalhistas e políticos como características da cidadania. E tudo isso financiado com políticas fiscais progressivas que redistribuíam os recursos do capital ao mundo do trabalho, com um grande protagonismo do Estado (tanto em nível central como autônomo e loca) para alcançar tal redistribuição, em um projeto que tinha como objetivo o estabelecimento de uma sociedade na qual os recursos se produzissem e distribuíssem segundo as necessidades democraticamente definidas, mediante formas de participação indireta (democracia representativa) e direta (o que se chama de direito a decidir ou referendos). Isso em um ambiente com plena diversidade de informação, rompendo com o controle desses meios, que são tão abusivos na Espanha.

Evidente,ente, tanto a estrutura de classes como sua expressão política tem variado constantemente, e hoje a concentração do capital alcançou níveis tais, que há grandes possibilidades de alianças políticas entre as distintas classes sociais.

Essas alianças não devem supor a diluição das classes e a defesa de seus interesses de classes, mas sim a busca de pontos em comum. Entre eles, está a universalização dos direitos sociais, trabalhistas e políticos às custas da redistribuição baseada na necessária e urgente redução das rendas do capital, e inclusive sua socialização, pelo mundo do trabalho. Intervenção esta que pode ou não ser estatal, mas deveria ser pública, isto é, com formas de controle democrático do que se chamava e continua sendo os meios de produção e distribuição, assim como dos meios de informação e persuasão. As pesquisas mostram claramente que, tanto nos EUA como na Europa, é isso o que os cidadãos querem. Seria aconselhável que as esquerdas atuassem com base nisso e se atrevessem a enfrentar o mundo do capital, incluindo o capital financeiro, que hoje domina os Estados. Daí o grande descrédito dos partidos, e especialmente daqueles que são percebidos como excessivamente próximos a tal capital.

 (*) Artigo publicado originalmente no site pessoal do autor: http://www.vnavarro.org/  Vicenç Navarro é Catedrático de Políticas Públicas, Universidade Pompeu Fabra, e Professor de Public Policy na The Johns Hopkins University.

Tradução: Daniella Cambaúva


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Outras Comunalidades

   

Categorias

Arquivos

Blog Stats

  • 4.243.141 hits

Páginas

Arquivos