Arquivo para 8 de maio de 2014

OS MÉDICOS-BURGUESES COMO ANALFABETOS PROFISSIONAIS

O filósofo marxista, Lucien Goldmann, cunhou no fim da década de 60 o conceito “especialista analfabeto”. Com esse conceito ele se referia ao sujeito-individual que se especializa em uma área do saber constituído, eliminando, assim, o sujeito coletivo. O sujeito transindividual. O sujeito da ação, da criação e da práxis coletiva.

Entende-se, então, que o “especialista analfabeto”, que hoje é chamado de analfabeto profissional, é um sujeito-sujeitado por um conhecimento estreito e limitado. Sua referência ontológica, seu modus de ser, constitui-se como reflexo de sua profissão. Ou seja, ele é uma reação saída de sua vivência particular conjunta com o resultado do entendimento que teve de sua profissão na sociedade em que vive. Sua relação com o mundo sai tão somente do discurso de sua profissão situado na sociedade que existe. Sua opinião é expressão sintética de sua condição profissional limitada.

Compreende-se assim, que o profissional analfabeto, como reação de sua profissão na sociedade que existe, se relaciona com sua família, com seus comparsas, nos supermercados, shoppings, lojas, aniversários, reuniões sociais, etc., através da linguagem estreita que carrega. Como que diz o filósofo, Sartre, ele é “uma insuportável consequência”. Uma consequência, diria Lucien Goldmann, de sua condição de profissional analfabeto.

DA LIMITAÇÃO INTELECTUAL DO ANALFABETO PROFISSIONAL

Sabe-se quando um profissional é analfabeto a partir do momento que se percebe que ele não carrega outros conhecimentos. Outros enunciados, outros conceitos, outros dizeres. Outras ideias que lhes disponham às altercações dialéticas para que ele possa ser um sujeito-histórico, um sujeito transindividual. Alguém que interpreta o mundo, que conhece suas contradições e tenta criar outras formas de sentir, ver, ouvir e pensar. E sua condição profissional não se encontra isolada das outras formas de agenciamentos coletivos, semióticas econômica, politica, social, histórica, estética, antropológica, ética, tudo que o que não reflete alienação.

Seu discurso não é estruturado com clichês, palavras desativadas, estereótipos, preconceitos. Conceitos assimilados em sua família, sua classe social e posteriormente usados cotidianamente sem passar pelo exame, pela crítica. Porque não há crítica nele. Se não fosse sua profissão, ele seria tomado como alguém sem a faculdade racional.

DR: CANTÍDIO, O MÉDICO-BURGUÊS, PROFISSIONAL ANALFABETO

O médico Cantídio Lima Vieira, que em uma reportagem da revista IstoÉ, em sua edição 2246 foi tratado como um “marajá de jaleco”, em função de possuir uma rede de clinicas e de ser bem pago para trabalhar em um hospital do Senado. É um bom exemplo para se compreender o que é o médico-burguês como profissional analfabeto conceituado pelo filósofo Lucien Goldmann, já que se trata de um exemplo de sujeito-sujeitado a medicina de mercado.

Por isso cabe aqui um trecho da reportagem da revista IstoÉ. “Duas unidades médicas dos funcionários, operam no Sudoeste, outro bairro nobre de Brasília. Uma delas pertence ao médico Cantídio Lima Vieira. Ele tem participação em mais quatro clínicas. Duas delas, a Policlínica Planalto e a Cordis são prestadoras de serviço da mesma associação de médicos contratada pelo Senado”.

Cantídio foi indicado pelo ministro Joaquim Barbosa para fazer parte da equipe que examinaria José Genoíno, cujo resultado poderia mantê-lo em prisão domiciliar ou mandá-lo de volta ao Presídio da Papuda. Como se sabe, o resultado foi o segundo. Como participante da equipe médica, ele assinou o laudo que indicou que Genoíno deveria deixar o tratamento domiciliar.

Mas o exemplo não acaba aí, muito pelo contrário. O “marajá de jaleco” publicou no Faceboock a seguinte frase que torna o exemplo concreto: ”Os médicos do Brasil advertem: Dilma faz mal à saúde”. Lógico que não são os médicos do Brasil são os médicos-burgueses do Brasil. Se o doutor Cantídio tivesse um corpus intelectual multidisciplinar, composto por uma cartografia de saberes saída de uma vivência ética-epistemológica, e fosse um sujeito de enunciação coletiva e não um sujeito-sujeitado ou sujeito de enunciação, como dizem os filósofos Deleuze e Guattari, de uma sociedade alienada de mercado, como dizem os filósofos Marx/Marcuse, ele jamais teria tido o comportamento despudorado de querer ofender a presidenta de um país que é um dos primeiros em desenvolvimento no mundo. A presidenta de uma Nação que por si só merece respeito.

O VAZIO POLÍTICO

O doutor, “marajá de jaleco”, não carrega o discurso dessa cartografia de saberes saída de uma vivência ética-epistemológica. Por isso, ele reverbera o que há de mais baixo grau de conhecimento representado no Brasil, que é o discurso das direitas. O discurso de quem não conhece as desumanas etapas históricas do capitalismo liberal, monopolista e de trustes, de organização, de consumo e financeiro do liberalismo econômico que foi o patrão definidor dos desgovernos de Fernando Henrique.

Por isso, ele não aceita as transformações que Brasil teve a partir dos governos Lula e Dilma. Por isso, ele exibe sua misoginia ao querer ofender Dilma. Que para seu triste propósito, ela não compõe. Portanto, não se sente ofendida.

O SIGNO REVELADOR

Mas houve um signo enunciador-significativo na ofensa dirigida por Cantídio à presidenta. A sociedade brasileira que não é imobilizada por ressentimento, inveja e ódio, ficou sabendo quem são esses médicos-burgueses. Os reduzidos profissionais analfabetos que alguns desconfiam que eles representem uma mutação cognitiva-política-profissional que os tornar antítese de Hipócrates e Che, entre outros médicos que sabem, junto com Marx, que todo profissional é a representação de todos os homens na sociedade. Por tal seu engajamento político-profissional.

Definidos neste quadro-diagnóstico ontológico os médicos-burgueses não podem opinar sobre nada, a não ser reverberar o vazio do significante, como diz o filósofo Baudrillard.

SENADOR ALOYZIO NUNES DO PSDB MOSTRA, EM LINGUGEM PORNOFÔNICA, A SENSIBILDA DE QUEM QUER VOLTAR À PRESIDÊNCIA DO BRASIL

É simplesmente simples, embora não seja aceitável. Por isso, prescinde de texto longo. O jornalista Rodrigo Pilha tentou realizar uma entrevista com o senador do partido da burguesia-ignara, PSDB, sobre o tema Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), procurando saber, também, porque o partido do senador reacionário não permitiu a concepção de mais de 70 comissões parlamentar no Estado de São Paulo.

Ele não gostou. Foi para cima do jornalista e mandou um rosário de pornofonias. “Vai pra puta que o pariu…” E revelou um desejo íntimo: “Vou comer seu cu!”.

Sem mais delongas, sem mais delongas, manos e manos. Tirem as crianças da frente do computador, porque tem cenas orais explícitas. Não precisa analisar o conteúdo do vídeo: é bem explicito.

Uma receita para a desigualdade

Os gêmeos ideológicos e a mídia complacente desconversam sobre os efeitos indigestos da receita que anunciam como se fosse um biscoito fino para o país.

por: Saul Leblon

ArquivoO conservadorismo costuma se declarar  vítima do maniqueísmo que regularmente carimbaria na testa de seus candidatos  rótulos  depreciativos aos olhos da população.

Elitistas  e entreguistas, por exemplo.

O problema real parece ser outro. Candidaturas conservadoras mostram dificuldade  para conciliar o discurso de palanque com a identidade do projeto que defendem para o país.

Na história recente tornou-se emblemático o caso do governador Geraldo Alckmin.

Presidenciável tucano em 2006, ele se fantasiou com adesivos de estatais brasileiras  na vã tentativa de afastar compreensíveis suspeitas do eleitor.

Convenceu tanto quanto o lobo vestido de vovozinha na história da Chapeuzinho Vermelho. 

Ou então Serra. Em 2010, já descendo a ladeira, aliado ao humanista bispo Malafaia para atacar gays, aborto e petistas, o tucano chegou a acenar com um gesto generoso.

O governo propunha então R$ 538 reais para o salario mínimo válido a partir de  2011, um valor calculado conforme a regra pactuada com CUT e sindicatos quatro anos antes.

 ‘Acho pouco’, disse o tucano e sapecou:

 ‘Vou fixar em R$ 600 reais’ (veja aqui: www.youtube.com/watch?v=qzyOIv–uKw).

Não contente, prometeu um aumento de 10% para os aposentados.

E arrematou com o compromisso de incluir 15 milhões no Bolsa Família (o programa reunia  então 12,3 milhões; hoje são 13, 8 milhões), ademais de  assegurar  um 13º pagamento a todos os beneficiados.

Digamos que Dilma tomasse decisão semelhante hoje.

O que diriam os centuriões do equilíbrio fiscal que saíram de faca na boca diante do reajuste de 10% para o Bolsa Família, somado à correção da tabela do IR, ambos anunciados no discurso presidencial do 1º de Maio?

No caso de Serra, zumbiu um  silencio obsequioso.

Inútil.

A credibilidade do discurso tucano não superou as desconfianças entranhadas no personagem.

O resultado é sabido:  Dilma venceu as eleições de 2010, no 2º turno, por uma diferença de mais de 10 milhões de votos sobre o delfim do conservadorismo.

Tome-se agora o caso dos gêmeos ideológicos, Aécio & Eduardo.

Ambos querem devolver aos mercados  o comando do país.

Há diferenças de estilo, mas nisso são univitelinos.

Em linguagem explícita ou cifrada vão alternando, como num jogral,  detalhes  de como se faz esse cozido de uma Nação.

Junte um Banco Central independente (da sociedade), a um choque de juros; acrescente mais duas voltas de arrocho com um superávit de 3,5%. Pique a meta da inflação ao gosto dos rentistas. Depois misture tudo com a batedeira  da liberdade irrestrita aos capitais; leve ao forno da abertura comercial plena, geral e irrestrita.

Sirva fervendo.

Só falta explicitar  à opinião pública os custos de cada ingrediente.

Colunistas isentos  (ideológicos são os blogueiros ) adornam a omissão com uma condescendência melosa e enjoativa.

A  exemplo do que fizeram com Serra não arguem o preço social e estratégica do cardápio maturado na cozinha  dos gêmeos ideológicos.

Coube à Presidenta Dilma quebrar  o segredo culinário nesta 3ª feira, ao calcular aquilo que se omite deliberadamente:

‘Baixar a meta da inflação para 3% (como querem os gêmeos) jogaria 8,2% dos trabalhadores no desemprego’, advertiu escancarando a linha tênue que separa o salitre  impopular do lacto purga antipopular.

Preguiçosa nos cálculos quando  se trata de escarafunchar  a cozinha conservadora,  a mídia reagiu celeremente ao discurso do 1º de Maio.

Manchetes faiscantes denunciavam no dia seguinte  a ‘gastança’: R$ 8,9 bi vai  custar o reajuste de 10% para o Bolsa Família e a correção da tabela do IR.

A assimetria da reação reflete uma divergência de prioridades.

Um aumento anterior de impostos providenciado pelo governo, sobre cervejas e refrigerantes, custeará quase a metade da despesa anunciada no 1º de Maio (R$ 3,6 bi).

O mercado financeiro reagiu inconsolável.

Do Itaú, o Banco Central tucano, veio a explicação: ‘esperava-se que a receita extra fosse cobrir despesas das elétricas para não prejudicar ainda mais o superávit de 2014’.

Em bom português:  teme-se que a hidráulica fiscal vire o registro para subtrair  água dos que já tem a caixa cheia, em benefício de que vivem de gota em gota.  
Só no 1º trimestre deste ano, por exemplo, R$ 13,048 bilhões  foram adicionados  à caixa dos rentistas da  dívida interna.

O volume poderia ser significativamente menor se o registro dos juros girasse para baixo.

O Brasil paga o terceiro juro real mais alto do mundo, cerca de 5%, depois de uma queda de braço em que Dilma conseguiu, momentaneamente, trazer para  3,5%, uma taxa real que foi da ordem de 11,5%, em média, no segundo governo Lula e de 18,5% na média do segundo governo FHC.

As medidas que os gêmeos ideológicos listam para o país requisitam um cavalo de pau nessa trajetória descendente.

Com elevado risco de  retornos pífios em relação aos seus próprios objetivos.
É o que demonstra o pulso agonizante de países europeus que desde a crise de 2008 vem sendo tratados com o receituário que Aécio & Eduardo  querem agora ministrar aqui.

Vejamos.

Depois de três anos de arrocho, que decepou  7% de sua economia, a dívida pública em Portugal  saltou de 108%  para  129% do PIB. O desemprego médio passa de 15%; e supera os 30% entre os jovens.

Na Espanha, que começou o arrocho antes do vizinho ibérico,  ainda com o PSOE, e o aprofundou com a chegada da direita ao poder, em 2011, o quadro é ainda mais sombrio. 

A ponto de o país registrar um déficit fiscal que é quase o dobro daquele anterior à crise.

O arrocho congelou a economia e decepou a receita do governo. A recessão fez o resto e tornou  a crise autossustentável.

Há quase  seis milhões de desempregados na Espanha (24% da força de trabalho)

A população ativa encolhe mês a mês pela desistência pura e simples de se  procurar o que não tem: emprego.

Hoje ela  é inferior à existente há seis anos  –evolução semelhante a uma situação de guerra, quando os adultos em idade produtiva, jovens, sobretudo, vão para os campos de batalha e não retornam.

Na Espanha eles estão indo às filas de embarque .

A taxa de desemprego na juventude espanhola passa de 55%. Significa que metade de uma geração inteira talvez nunca encontre trabalho em sua terra.

Pior  só a Grécia.

Seis de cada 10 jovens gregos estão desempregados e cerca de 4 milhões dos seus 11 milhões de habitantes vivem em um labirinto de pobreza e exclusão.

Há seis anos sob implacável terapia de arrocho, o país perdeu 25% de seu PIB. Em compensação, a taxa de suicídio aumentou 45% desde 2007.

O conservadorismo sabe as consequências da receita que preconiza  para o Brasil.

O colunismo especializado, que encena esclarecimento diante do livro de Thomas Piketty (‘ O Capital no Século XXI’), tem a exata dimensão do que está em jogo. 
Está em jogo assegurar aos endinheirados  uma fatia da riqueza crescentemente superior ao desempenho médio da economia. Exatamente o traço forte do capitalismo atual denunciado minuciosamente por Piketty.

Ao fixar essa estaca, a conta de chegar não fecha para o resto da sociedade.

O capitalismo assume a sua genética como usina imbatível de assimetrias sociais. 
Ou não será exatamente essa a raiz da desordem europeia nos dias que correm? 
 Rentistas e banqueiros (alemães, sobretudo) festejam a ‘retomada’,  laços sociais se desintegram e a extrema direita colhe os frutos desesperados da pobreza e do desemprego propondo uma ordem policial contra a anomia neoliberal.

Os gêmeos ideológicos e a mídia complacente desconversam sobre os efeitos indigestos da receita que anunciam como biscoito fino para o país.

Apenas os mais afoitos admitem que o segredo da massa remonta  a uma tradição  que vem da casa grande no trato com a senzala.

Trata-se da receita da desigualdade, segundo a qual , para uma  sociedade avançar , é preciso o seu povo regredir.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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