Arquivo para 18 de junho de 2014

JOAQUIM BARBOSA RENUNCIA À RELATORIA DA AÇÃO PENAL 470. MAIS UMA BOA DECISÃO PARA A JUSTIÇA

Menos de um dia da divulgação do manifesto de intelectuais, artistas, políticos, professores, sociólogos, filósofos, sindicalistas, teatrólogos, movimento sociais entre outras representações contra sua atuação frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Joaquim Barbosa renunciou à relatoria da Ação Penal 470. Ele atribuiu sua renúncia ao comportamento de alguns setores da sociedade que estão se manifestando de forma política frente às suas decisões.

Entre eles os advogados dos condenados que, segundo o ministro, estão agindo politicamente. Como exemplo, ele citou Luiz Fernando Pacheco, o advogado de José Genoíno, que debateu com ele na Corte pedindo que o caso de seu constituinte fosse colocado em pauta. Durante o debate Joaquim Barbosa mandou a segurança retirar o advogado do recinto.

“Esse modo de agir culminou, na última sessão plenária do STF, em ameaças contra minha pessoa dirigidas pelo advogado do condenado José Genoíno Neto que, para tanto, fez uso indevido da tribuna, conforme se verifica nos registros de áudio e vídeo da sessão do dia 11 de junho”, disse Joaquim.

A partir desse momento, as questões relativas à execução das penas seriam dirigidas pelo vice-presidente Ricardo Lewandowsky, mas o ministro resolveu que os outros processos fossem sorteados para outro ministro. Feito o sorteio, foi escolhido o ministro Luiz Roberto Barroso. Agora, os pedidos dos condenados da Ação Penal 470 para trabalharem fora serão analisados por ele.

Sobre o caso do advogado de Genoíno, o ministro pediu à Procuradoria da República no Distrito Federal a abertura de uma ação penal contra ele por crimes de desacato, calúnia, difamação e injúria.

Barbosa se aposenta no fim deste mês. O motivo ele não informou à sociedade já que como funcionário público de uma instituição jurídica onde é presidente, deveria fazê-lo. Agora, nessa renúncia da relatoria da Ação Penal ele apresenta razões que não convence a sociedade.

NÃO VAI TER COPA! COMEÇOU A SEGUNDA RODADA

Apresentação14pptx Ainda completando a primeira rodada, Argélia e Bélgica se enfrentaram. Quer dizer, a Bélgica entrou em campo. Razão: a Argélia só se defendeu. Fez um gol de pênalti, no começo do jogo, e voltou para casa. A Defesa. A seleção belga não é um primor de seleção, mas não deixou os argelinos saírem da defesa. Coisa de louco! Um time sem ataque, só defesa. Deveria ser proibido esse absurdo. Um time que só se defende.

O campo tem dois lados para serem usados pelos dois times.image Veio o segundo time. O placar continuou o mesmo, da mesma forma que continuaram os argelinos: defesa. Nada de uma jogada para colocar os belgas na defesa. Resultado que resulta em gol: depois dos 20 minutos os belgas empataram. Quem acreditou que os argelinos iriam para cima se engalou na forma da bola: redondamente. Ficaram plantados na defesa.

Aí, mano, não deu outra: a seleção belga mandou ver e desempatou. Fim do quase jogo. Diferentes dos jogadores de Gana que correm e driblam, mas não chutam, os argelinos nem correm nem chutam. Parece que eles ainda não entenderam que futebol é um esporte do uso do pé em todas suas dimensões.

Principalmente chutar. No mais, as seleções africanas que em Copas passadas produziram a alegria da galera com um futebol criativo e combativo, nessa Copa parece que vieram para cumprir tabela. A temporada de empates foi aberta na segunda-feira com o jogo entre a Seleção da Nigéria e a Seleção do Irã que terminou com zero para todos os dois lados. As seleções do Brasil e México não deixaram por menos.

Em uma partida com muita pobreza futebolística os dois times tentaram, aos seus modos, conseguir um gol, mas não conseguiram.919521-s_arena%20castel%C3%A3o_mexico_brasil_fortaleza-16 A Seleção do México contado na bolsa de apostas daqui da rua para perder para Seleção Brasileira, frustrou os apostadores supersticiosos. A seleção mexicana não é uma obra de arte futebolística, mas tem um espírito nacional chamado Zapata. A de casa, além de ter como craque um peladeiro de firulas, Ney mar, e um simulado como Fred, não tem espírito libertador. Tem Zumbi dos Palmares, mas parece que nossos jogadores sequer tem informação sobre o grande líder-libertário. Por siso, não podem gritar, quando fizerem um gol, “Valeu Zumbi!”

O certo mesmo é que pernadas para lá e pernadas cá, terminou a pelada também com zero para todos os lados. A torcida alencarina, mesmo assim marcou presença em grande festividade com toda a família até criancinha de colo. Vamos esperar espera a Seleção de Camarões.919581-brasil%20torcedores_arena%20castel%C3%A3o_mexico_brasil_fortaleza-21 Na partida de fundo estavam em campo duas seleções ideologicamente profundamente diferentes.

De um lado a Coreia do Sul, aliada notória dos Estados Unidos, e do outro lado a Seleção Russa do presidente Putin, rival do país ianque. Entretanto, em campo não se viu nenhum sinal de rivalidade para ser mostrada pelo futebol.

A partida foi como velhos amigos conhecidos sem qualquer disputa de jogada que lembrasse uma disputa de uma Copa do Mundo de Futebol.ydab33uw Aliás, houve até cortesia explícita. O goleiro russo deu o gol para a Coreia que na hora nem acreditou. Logo em seguida, sem cortesia por parte da Coreia, a seleção do  país do cinegrafista Serguei Eisenstein, empatou. E o restou foi mais um empate.

AINDA SOBRE OS INTESTINOS-PÚTRIDOS DA BURGUESIA-IGNARA NO ITAQUERÃO. O POETA AUGUSTO DE CAMPOS REPUDIA O USO DE SEU POEMA, “VIVA VAIA”, PELA FOLHA DE SÃO PAULO

O pasquim da burguesia-ignara paulistana Folha de São Paulo, que auxiliou a ditadura civil-militar, para atacar a presidenta Dilma Vana Rousseff, e apoiar a burguesia-ignara que fez de seu cérebro uma anomalia através de seu aparelho fonador proferindo pornofonias depravasdas contra a presidenta, usou o poeta Augusto de Campos, “Viva Vaia”.

Augusto de Campos, como poeta que é carregado pela sensibilidade e suavidade superior, escreveu uma carta ao pasquim da burguesia-ignara repudiando o uso indevido de seu poema. Leia a carta e confirme que tipo de imprensa que eleger seu candidato-burguês.

 “A reportagem em que meu poema é cercado de legendas sensacionalistas me envolve nessa forjada querela. A brutalidade da conduta de alguns torcedores mereceria incisiva condenação, não dubitativa cobertura, abonada por um poema meu publicado fora de contexto. Os xingamentos, procedentes da área VIP do estádio, onde se situa gente abastada e conservadora, evidenciam a boçalidade e a truculência que é o reverso da medalha do nosso futebol, assim como a inferioridade civilizatória do brasileiro. Até os candidatos de oposição tiveram a desfaçatez de se rejubilarem com os palavrões espúrios. 


Pois eu lhes digo: VIVA DILMA. VAIA AOS VIPS”.

A ‘turma dos anos 90’ e a pigarra da história

O maior desafio de Aécio Neves reside naquilo que fez a convenção do PSDB parecer uma daquelas tertúlias de aposentados gabolas.

por: Saul Leblon

A convenção do PSDB  que oficializou  Aécio Neves como candidato  tucano, no último sábado, foi tão marcante que o  principal destaque ficou por conta do que não houve.

O partido adiou, mais uma vez,  o anúncio do  vice em sua chapa.

A 19 dias de esgotar o prazo para o registro das candidaturas, o problema de Aécio é saber quem desagrega menos.

Não é uma escolha  fácil.

O repertório vai  de um impoluto Paulinho ‘Boca’, da Força Sindical,  ao demo Agripino Maia, ou talvez o híbrido de  pavão e tucano, Tasso Jereissati , ambos, como se sabe, referências  de enorme apelo popular. Correndo  por fora, a opção puro sangue,  Aécio – Serra, reúne afinidades  equivalentes  à convergência entre o  fósforo e a pólvora.

O dilema não é novo no PSDB. O  ex-governador  José Serra viveu problema semelhante em 2010.

A indecisão quanto ao nome que o acompanharia na derrota para Dilma  começou justamente quando  Aécio tirou o corpo fora, recusando a vaga que hoje oferece ao rival.

Sem opções que agregassem voto, tempo de TV ou base no Congresso (caso, pelo menos, do marmóreo vice de Dilma, o pemedebista Michel Temer), Serra postergou a decisão até o limite final, para então protagonizar  o abraço de afogado com um jovem demo.

Tal qual emergiu, Índio da Costa (DEM-RJ) submergiria  para a eternidade do anonimato após a derrota.

A dificuldade com o vice é sintomática da representatividade dos aliados.

Mas não é o principal obstáculo  para ampliar o teto da candidatura conservadora.

Passada a fase alegre da postulação interna contra rivais destroçados,  Aécio  terá que dizer ao país a que veio.

Seu maior desafio  reside naquilo que fez  a convenção de sábado  parecer uma daquelas tertúlias típicas de  aposentados   gabolas.

O celofane da mocidade mineira talvez seja insuficiente para conter o cheiro de naftalina que irradia das imagens  sempre que a ‘turma dos anos 90’, integrada por Serra, FHC, Pimenta da Veiga, Agripino e assemelhados  se junta para renovar o formol do velho projeto.

Por mais que a palavra mudança seja evocada por entre cenhos franzidos, comissuras enérgicas e punhos  erguidos, não cola.

Não há pastilha Valda que conserte a pigarra da história.

A  esperança em um futuro crível  para a economia e a sociedade  é incompatível com a regressão  apregoada pelos defensores de um modelo  que, a rigor,  não dispõe mais de força nem de consentimento para se repetir.

Para entender o porquê  é preciso enxergar os ingredientes que fizeram o fastígio da hegemonia neoliberal no final do século XX.

A saber.

Três décadas de arrocho sobre o rendimento do trabalho nas principais economias ricas, facilitado pela ascensão industrial chinesa; um contrapeso de crédito farto ao consumo  –e em muitos casos, irresponsável, como se viu na gota d’água das subprimes e, finalmente, por sobre o conjunto, uma untuosa camada de mimos tributários que rechearam os cofres dos endinheirados , contribuindo para a superliquidez  que caracterizou a praça mundial  durante décadas.

Foi sobre essa base de Estado mínimo com desonerações para os ricos, renda e trabalho esfacelados, que se deu o auge e o colapso do modelo. Um movimento inscrito dentro do outro, como em uma sinfonia.

O arranjo  só não desafinou  antes, repita-se, graças à válvula de escape de endividamento maciço de Estados e famílias, propiciado pela desregulação  que liberou a banca de controles e permitiu a lambança do crédito lastreado em derivativos tóxicos.

Era tanto dinheiro que permitia viver hoje como se não houvesse amanhã.

Em vez de salários e direitos, créditos sobre créditos para famílias quebradas.

Em vez de arrecadar  mais dos ricos, tomar  emprestado deles  na  forma de endividamento público, para suprir a anemia fiscal de Estados obrigados a dar conta de  serviços não lucrativos, por isso não privatizados.

O endividamento público lubrificado, no caso brasileiro,  por um juro real superior a 10% ao ano durante o ciclo do PSDB (hoje é de 5%), supria os cofres dos governos  e alegrava o rentismo.

A tentativa atual de ‘limpar’  a implosão do modelo removendo apenas seus ‘excessos  na ponta do crédito  resulta no filme de terror  em cartaz na Europa.

Preservar  para cima, com arrocho para baixo, associando à seca do crédito cortes sobre direitos e salários, ademais da retração do emprego, significa  uma carnificina econômica e social.

No caso brasileiro há  o inconveniente adicional de que  –nos marcos do regime democrático–   essa operação  talvez não seja mais viável depois de 12 anos de governos do PT.

A ‘mensagem mudancista ‘  de Aécio está visivelmente emparedada nessa encruzilhada.

De um lado, ele precisa atender o camarote vip que encarna e que o patrocina.

Engajados em uma cruzada de preconceito belicoso  contra  Dilma e o PT, os endinheirados exigem compromissos com medidas  heroicas .

Aquelas que Aécio prometeu tomar  –‘se der, no primeiro dia’, como afirmou  às papilas empresariais famintas, reunidas  num regabofe na casa do animador de eventos, João Dória Jr, (conforme a Folha 02/04).

A esperança  conservadora é a de que a baixa atividade decorrente de uma paulada imediata no juro, com consequente recuo do crédito e compressão  do salários real,  devolva  a  senzala ao seu lugar.

E o país aos bons tempos.

O trânsito ficaria menos carregado; os aeroportos recuperariam o velho charme .

Não só.

Um desemprego ‘funcional’  de 12,5%, como no ciclo do PSDB (hoje é da ordem de 5%), estalaria a chibata da redução do custo Brasil nas costas de quem tem 500 anos de familiaridade com o assunto.

Mais quatro anos, que diferença faz?

Novidades  no front sugerem talvez não seja tão simples assim rodar  o modelo original  no azeite do arrocho.

Um Brasil formado por dezenas de milhões de famílias antes apartadas na soleira da porta, do lado de fora do país,  agora cobra  a sua vaga no mercado e na cidadania.

No seleto clube  do juro alto  essa gente figura como estorvo.

No ciclo de governos do PT o estorvo tomou gosto da mobilidade social.

No cálculo político do candidato tucano a precaução recomenda que não se diga em público aquilo que se afirma na casa do animador do ‘Cansei’, Dória Jr.

Instala-se assim um malabarismo de alto risco no picadeiro do circo conservador.

Aécio, ora assume  o estereótipo  de mineirinho afável, ora  tenta distrair  a plateia acusando  pecadores com o fogo dos savonarolas  de passado inflamável.

Enquanto isso, operadores de mercado que o representam  costuram  o peru recheado de arrocho servido nos regabofes  da plutocracia insaciável.

O principal personagem  dessas tertúlias é Armínio Fraga, espécie de ‘é com esse que eu vou lucrar até cair no chão’ da nação rentista.

O  prestígio não é obra do acaso.

Armínio carrega no currículo o feito de ter elevado a taxa de juro brasileira de 25% para  45%, em março de 1999.

O colosso se deu  quando esse quadro reconhecido como ‘nosso homem no Brasil’  pela alta finança  internacional  –Timothy Gartner, ex-secretário do Tesouro americano, sugeriu o seu nome a Obama para presidir  o Fed — assumiu a presidência do BC brasileiro, no governo Fernando Henrique Cardoso.

Em declarações para o público mais amplo,  Armínio, que também possui cidadania americana, procura demonstrar serenidade e comedimento. Veste o figurino do Aécio afável e apregoa um caminho gradual, ‘sem choque’, para  recolocar as coisas nos eixos.

Nas entrelinhas do comedimento, porém,  ressoa o  ‘matador dos mercados’, que parece falar diretamente ao camarote vip do ‘Itaquerão’.

Na hipótese de uma extrema eficiência na lavagem cerebral  promovida pela mídia, a ‘turma dos 90’ pode até vencer em outubro.

Mas conseguiria governar emparedada nesse duplo torniquete,  entre o compromisso com a alta finança, de um lado, e a pressão ascendente de um Brasil que tomou gosto pela cidadania, de outro?

Confira, abaixo, trechos das dubitativas respostas de  Armínio , em entrevista ao Valor, nesta 2ª feira:

Sobre baixar  a meta da inflação (leia-se, sobre o  tamanho da paulada nos juros num eventual governo tucano):

‘Tem que ter uma sequência. Primeiro, chegar a uma situação de preços normais, não tabelados, não reprimidos, levar essa inflação para a meta e, depois, decidir o que fazer. Acho que a meta deveria cair um pouco e lentamente…Vamos ter que tirar o remédio do paciente, que está dopado.

Sobre a conveniência de Aécio dizer que está pronto para tomar  ‘medidas impopulares’

‘Sincericídio’, acho que não. É um pouco de ‘honesticídio’, isso sim. Temos que cair na real: as coisas não estão dando certo.

Sobre o futuro dos salários num governo tucano.

 Acho os salários no Brasil ridiculamente baixos porque o Brasil é um povo pouco educado e pouco produtivo. Por isso é que os salários aqui correspondem a 20% dos salários dos países ricos. Há algumas áreas que ganham salários parecidos, mas o salário médio aqui é muito baixo porque somos um país pobre. E por que somos pobres? Porque o país não está crescendo. O salário tem que guardar alguma relação com a produtividade. Isso está nas atas do Copom e nas melhores cabeças que estão no governo. O país não está crescendo, caia na real! Qualquer coisa que eu diga vão interpretar como arrocho enquanto o arrocho já está aí, está sendo feito pela inflação.

Sobre a fuga de capitais que estaria em curso no país enquanto o investimento privado vive uma greve branca.

 O brasileiro gosta do seu país, gosta de morar aqui, de investir aqui. Mas o grau de incerteza hoje é tal que as pessoas estão pensando em investir fora do Brasil, estão pensando até em sair do Brasil. Há um medo que vai além da economia, é medo político também. Há uma sensação de medo que as pessoas não têm coragem de manifestar abertamente. Medo de uma atitude contra a liberdade de imprensa, contra a democracia.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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