Arquivo para 21 de junho de 2014

PROTESTO CONTRA A REALIZAÇÃO DA COPA SE TRANSFORMA EM EVENTO FOLCLÓRICO PARA TURISTAS.

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No Rio de Janeiro, o território histórico boêmio da Lapa é repleto de bares com constantes shows de artistas e altas frequências. E, agora, em tempo de Copa do Mundo, nem se fala. Mas a moçada que ainda acredita que não vai ter Copa continua em seu ensejo desrrealizado. No universo da desaparição.

Envolta nesse éter inebriador, do não vai ter Copa, a moçada resolveu expressar uma manifestação nesse território. E mais, para comemorar junho de 2013, o mês que não existiu. Que segundo a moçada, foi uma demonstração de força de pressão sobre o governo Dilma, quando em verdade não foi nada mais do que pruridos burgueses. Indiferença das direitas com a democracia.

Pois bem, a moçada-revolucionária, acompanhada de perto pela força policial, com aquele desejo de reprimir violentamente como vem ocorrendo em manifestações, caminhou com seus cartazes, suas palavras de ordens que já não sabem quais ordens, máscaras, mas tudo pacificamente. Tudo no corpo político democrático, embora se ouvissem expressões de revolta revolucionária, mas que não encontram nenhuma objetividade para se adequar.

Só que é tempo de Copa do Mundo. E Copa do Mundo no Rio é sinônimo de auê total. Os bares da Lapa estavam atolados de turistas que quando viram a moçada caminhando e a polícia ao lado, se ouriçaram de alegria. Pegaram suas máquinas fotográficas e passaram a registrar o evento como uma curiosidade folclórica. Teve turista que pediu emprestada a máscara contra gases que um jornalista estava usando para tirar uma foto com a mesma. É possível até, que algum turista tenha acreditado trata-se de um espetáculo promovido pelo governo estadual e municipal para presentear os turistas durante o evento da Copa.

Mas, em tudo isso, o que importa mesmo, é que a moçada fez sua caminhada, a bola continua rodando nos gramados, às vezes redondas, às vezes quadrada, porém os torcedores estão contentes. Como também, encontra-se contente os brasileiros que estão envolvidos na realização do evento futebolístico, que além empregarem milhões de brasileiros, estão lucrando e ajudando o Brasil economicamente.

E já tem gringo afirmando que a Copa está tão bem organizada que seria melhor que a Copa fosse sempre, no Brasil. Na verdade, foi o repórter da ESPN internacional Jason Davies, quem afirmou: “Se a Copa do Mundo no Brasil continuar assim, que todas as Copas do Mundo sejam no Brasil”.

Às direitas se suicidam com esse tipo de observação internacional. A inveja pode até não matar, mas que ela deixa terríveis sequelas irreversíveis, deixa.  

          

NÃO VAI TER COPA! COSTA RIQUÍSSIMA REJEITA PIZZA

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Quando a Seleção da Costa Rica ganhou da seleção celeste por 3 gols contra 1, alguns enuviados do futebol gritaram que era zebra (a zebra não tem nada a ver com futebol) que isso só ocorria uma vez no século. Como os gênios. Como diria, ironicamente, o poeta: ”Qual o quê!”bryanruiz--costarica-reu2

A Costa mostrou que no futebol não é só rica, é riquíssima. A partida contra a esquadra de Mujica era só um aperitivo. Logo o almoço viria: a esquadra de Machiavel. Coberta de molhos para lasanha, pizza e um bom vinho tinto da região da Toscana. E se possível acompanhado do ator comunista, José Maria Volanté. É claro que ele não pode participar da festa visto que largou a cena. O mesmo para Fellini.450937426-594x400

Como o escrete italiano só tem um atacante, o jogador erótico Balotelli, que está mais para o prazer sexual (o que é bom, mas na hora do futebol…) do que para o prazer futebolístico e só realiza jogadas pelas laterais, não deu outra. A seleção da Costa Riquíssima matou todas as jogadas com uma marcação inteligentíssima e um toque de bola primoroso a ponto de seus craques esnobarem na perca de jogadas que poderiam resultar em gols. Poderiam, mas a existência é só o que se efetiva. Então, ficou no 1 a 0.877x658

Talvez, tenha sido o 1 a 0 mais penado pelos italianos. Observava-se que eles estavam ‘loucos’ para que a partida terminasse. “Às favas com vitória!”, poderiam ter vibrado em seus íntimos, cada jogador. E o pior para os ‘macarrãonêzes’, foi a partida que mais os câmaras mostraram as torcidas. A da Costa Riquíssima dionisíaca, pulando, gritando, em êxtase. E a italiana triste, casmurra e desolada. Apesar de que alguns torcedores italianos não estarem nem aí para o placar. Queriam mesmo era cair na folia que o futebol proporciona. Essas foram dionisíacos.

A Seleção da França, depois de uma mirrada pelada contra Honduras com um futebol triste e deprimente, foi enfrentar a Seleção da Suíça que vinha de uma vitória sobre o Equador para a tristeza de Rafael Correa que viu o atacante de seu país proporcionar uma lambança e permitir um contra-ataque da equipe suíça que lhe concedeu a vitória.877x658 (1)

Mas, dessa vez, a seleção francesa sem um futebol que lembrasse Rousseau, Voltaire, Sartre, se apresentou melhor. Não foi uma Revolução Francesa. Ainda bem, basta uma vitória da burguesia. Tudo que a burguesia tupiniquim sonha com seu candidato Aécio arrocho. O sonho fora da realidade é delusão. Mas, o certo é que os franceses foram para cima dos suíços e enfiaram logo 3 gols no primeiro time.

No segundo, parecia que os marselhesa iam golear de zero. Que nada. Fizeram amis dois, mas os suíços não se entregaram e fizeram dois. Foi uma partida com clara predominância francesa, só que não encheu os olhos. O que foi ruim para as meninas dos olhos que sempre pretendem espetáculos maravilhosos.

No terceiro embate, os dois escretes precisavam ganhar. Ambos vinham de derrotas. O empate tirava os dois do páreo que não tanto páreo duro. Honduras que é um país com um governo de direita, não tem tradição de futebol, mas em uma partida já meteu dois a zero na Seleção Brasileira. Com esse cacife-futebolístico e mais o fato de ter se classificado para disputar a Copa, se esperava que ela tivesse uma boa performance.

Ainda não teve. Entretanto, fez o primeiro gol da partida. Porém, em seguida, aos 34 minutos, a equipe de Rafael Correa empatou para no segundo time desempatar e ganhar a peleja.2379394_xlarge-lnd

Como diria o comentarista de rádio, Laurinho: “Foi uma partida razoavelmente razoável”.

Cinco derrotas e um lance decisivo

Da ampliação da democracia depende a sorte das famílias assalariadas, a repartição da renda e a cota de sacrifícios em um novo ciclo de crescimento.

por: Saul Leblon 

ArquivoMuitas vezes,  a janela  mais panorâmica de uma época não se  materializa no indispensável esforço conceitual para descortinar  a sua essência,  mas em um evento simbólico catalisador.

O passo seguinte da história brasileira carece  ainda dessa síntese que contenha as linhas de passagem para um novo ciclo de desenvolvimento.

A  simplificação analítica,  o simplismo  ideológico  são incompatíveis com essa sinapse entre o velho e o novo, projetando-se mais por aquilo que dissipam do que pelo que agregam.

Nenhum polo do espectro político está imune a essas armadilhas. Mas até pela supremacia do seu poder emissor é o conservadorismo que tem liderado o atropelo da tentativa e erro nesse embate.

Durante meses,  por exemplo, o imperativo ‘não vai ter Copa’ –e tudo aquilo que ele encerra de denuncismo derrotista–  reinou soberano  na mídia como uma metáfora esperta  do ‘não vai ter Dilma’.

Quando os fatos desmentiram a pretensa equiparação do Brasil a um Titanic  — a Copa ,independente da seleção, é um sucesso de público, de infraestrutura e de qualidade esportiva–   partiu-se para algo mais  explícito.

O camarote vip do Itaú  –o banco central do conservadorismo – entrou em cena para mostrar os sentimentos profundos da elite em  relação ao país.

Repercutiu,  mas não pegou.

Embora o martelete midiático tenha disseminado a bandeira do antipetismo bélico, a ponto de hoje contagiar setores populares, como admite  –e  sobretudo adverte–   o ministro Gilberto Carvalho (leia nesta pág.),   o fato é que esse trunfo conservador  não reúne a energia necessária para  inaugurar  uma nova época.

A grosseria dos finos  exala, antes,  seu despreparo  para as tarefas do futuro.

Não quaisquer tarefas.

O país se depara com uma  transição de ciclo econômico marcada por uma correlação de forças  instável,  desprovida de aderência institucional , ademais de submetida à determinação de um  capitalismo global  avesso a  outro ordenamento  que não  o vale tudo dos mercados.

Um desaforo tosco é o que de mais eloquente as ‘classes altas’ tem a dizer sobre a sua capacitação para lidar com esse supermercado de encruzilhadas históricas.

Não é o único senão.

Nas últimas horas ruiu também a simbologia conservadora da retidão heroica e antipetista,  atribuída  à figura de Joaquim Barbosa.

Na última 3ª feira, o presidente do STF  jogou a toalha respingada de ressentimentos, ao abandonar  a execução da AP 470.

Não sem antes  grunhir, em alemão, o menosprezo pelas questões mais gerais da construção da cidadania no país.

‘Es ist mir ganz egal’ , sentenciou sobre as cotas reclamadas por negros e índios no Judiciário.

‘Para mim é indiferente; não estou nem aí’.

Esse, o herói dos savonarolas de biografia inflamável.

Seria apenas o epitáfio de um bonapartismo  destemperado, não fosse, sobretudo,  a versão germânica da  indiferença social.

A mesma  inscrita no jogral dos  que se avocam à parte e acima daquilo que distingue uma nação de um ajuntamento humano: a pactuação democrática de valores e projetos que selam um destino  compartilhado.

O particularismo black bloc enfrenta agora seu novo revés no terreno da inflação.
Seja pela eficácia destrutiva da maior taxa de juro do planeta (em termos nominais o juro  brasileiro só perde para o da Nigéria), seja pelo espraiamento das anomalias climáticas  no mercado de alimentos, o fato é que os principais índices de inflação desabam.

E com eles a bandeira ‘popular’ de Aécio e assemelhados.

Mas há uma variável ainda mais adversa ao conservadorismo no plano  da economia política.

O fato de o país viver um quadro de pleno emprego dá ao campo progressista  um trunfo inestimável na negociação de um novo ciclo de crescimento.

Uma coisa é negociar com trabalhadores espremidos em filas de desempregados vendendo-se a qualquer preço. Outra, faze-lo  em um mercado em que a demanda por mão-de-obra cresceu mais que a população economicamente ativa nos últimos anos.

O conjunto fragiliza um  certo fatalismo com devotos dos dois lados da polaridade política,   que encara as eleições como uma formalidade incapaz de alterar  o  calendário do arrocho, com o qual o país teria um encontro marcado  após as eleições.

Tudo se passa, desse ponto de vista, como se houvesse uma concertación não escrita  à moda chilena que tornaria irrelevante o titular da Presidência, diante dos  limites  impostos  pela subordinação do Estado  aos  imperativos dos mercados local e global.

É essa, um pouco,   a aposta  da candidatura Campos, que se oferece à praça e à  banca como a cola ambivalente  capaz de dissolver os  dois lados da disputa em um tertius eficiente e confiável.

O fato de ter fracassado até agora  não implica o êxito efetivo  do campo progressista em se libertar  da  indiferenciação   que  rebaixa o papel da democracia na definição do futuro.

Os desafios desse percurso  não podem ser subestimados.

De modo muito grosseiro, trata-se de modular um estirão  de ganhos de produtividade (daí a importância  de se fortalecer seu principal núcleo irradiador, a indústria, ademais da infraestrutura e da educação)  que financie  novos degraus de acesso  à cidadania plena.

A força e o consentimento necessários para conduzir  esse  ciclo –em uma chave que não seja a do arrocho–  requisitam um salto de discernimento e organização social  que assegure   o mais amplo debate sobre metas, prazos, compromissos, concessões, conquistas  e  salvaguardas.

Não se trata, portanto,  apenas de sobreviver  à convalescência do modelo neoliberal.

O que está em jogo é erguer  linhas de passagem para um futuro alternativo  à lógica do cada um por si, derivada  de determinações históricas devastadoras  que se irradiam da supremacia global das finanças desreguladas, para todas as dimensões da vida, da economia e da sociabilidade em nosso tempo.

A dificuldade de se iniciar esse salto  advém, em primeiro lugar, da inexistência de um espaço democrático de debate  em que os interesses da sociedade  deixem de figurar apenas como um acorde dissonante no monólogo da restauração neoliberal.

Cada um por si, e os mercados por cima de todos,  ou a árdua construção de um democracia social negociada?

É em torno dessa disjuntiva que se abre a  janela mais panorâmica da encruzilhada brasileira nos dias que correm.

Da ampliação da democracia participativa depende o futuro dos direitos trabalhistas, a sorte das famílias assalariadas, a repartição da renda e a cota de sacrifícios entre as classes sociais na definição de um novo ciclo de crescimento.

É essa moldura histórica que magnifica a importância da Política Nacional de Participação Social anunciada agora pelo governo.

Para que contemple as grandes escolhas  do nosso tempo, porém, é  crucial que o governo não se satisfaça em  tê-la apenas como um aceno de participação ou um ornamento  da democracia.

Os desafios são imensos. Maior, porém, é a responsabilidade do discernimento  que sabe onde estão as respostas e tem  o dever de validá-las.

LEIA “A CHANCE PERDIDA” ESCRITA POR MINO CARTA

Chance perdida

Aécio e Eduardo ganhariam ao verberar as manifestações da tribuna vip do Itaquerão. Mas quem odeia quem?

por Mino Carta

Aécio Neves e Eduardo Campos perderam uma oportunidade de puro diamante para mostrar maturidade política, elegância e até mesmo astúcia. Senhoras e senhores da tribuna vip do Itaquerão, na estreia da Seleção Canarinho, primeiro dia da Copa, encenaram um espetáculo que envergonha o Brasil diante do mundo. Quase todos ali são, obviamente, eleitores dos candidatos da oposição, e estes desperdiçaram a chance de condenar o clamoroso, selvagem desrespeito a quem chefia o Estado e o governo.

O pior calão atirado pelos burguesotes chamados a engalanar a festa não surpreende. A dita elite brasileira em boa parte é primária e feroz, prepotente e vulgar, arrogante e ignorante. Muito ignorante. No fundo, a tribuna vip funcionava no Itaquerão como o alpendre da casa-grande. Creio que aquela manifestação, tão reveladora dos comportamentos de quantos ostentam as grifes e acreditam viver em Dubai, não favoreça as candidaturas da oposição, ao acentuar as diferenças e precipitar a polarização. Mas onde estavam os marqueteiros?

Cabia, no meu entendimento, a reação ponderada e imediata de Aécio e Eduardo, prontos a defender a sadia ideia de que a Presidência da República faz jus ao respeito devido ao cargo, acima do acirramento do confronto eleitoral. Aécio, depois de ter declarado que o ocorrido exibia a impopularidade da presidenta, voltou atrás nas redes sociais para uma crítica morna e tardia. No entanto, a disputa torna-se mais agressiva, com a contribuição useira da mídia. Quem odeia quem? Segundo a tese em voga na área da reação, o PT se esforça, com raro brilho e denodo vitorioso, para ser odiado. E ganha as manchetes a polêmica entre Fernando Henrique e Lula, com réplica, tréplica e não sei mais o quê.

É oportuno registrar algumas verdades factuais, do conhecimento até do mundo mineral, embora não haja como acusar a carência de cavernícolas da Idade da Pedra. Então, vejamos.

A mídia nativa sempre e sistematicamente combateu o PT, nascido da reforma partidária imposta pela ditadura no final de 1979. O partido era apresentado como de esquerda revolucionária, conquanto viesse a sofrer alterações de rota ao longo do caminho. O jornalismo pátrio sempre postou-se contra candidaturas petistas onde quer que aparecessem, a começar por aquela de Lula contra Collor, Fernando Henrique, José Serra e Geraldo Alckmin, e de Dilma Rousseff, novamente contra Serra. E mesmo os meteoritos sabem que a mídia distorce, manipula, inventa, omite e mente para desancar o inimigo.

Ao iniciar a tal polêmica, FHC falou em corrupção e ladrões, e me apresso a garantir que as falésias de Dover, elas inclusive, entenderam que se referia ao PT. Donde, a reação de Lula, inegavelmente alguém que põe medo à direita e tem, ao contrário de FHC, apurado senso de humor. Esqueceu-se o tucano, de todo modo, de alguns fatos a macular seu governo. A compra dos votos para conseguir a reeleição, obtida finalmente ao sabor de uma campanha conduzida à sombra da bandeira da estabilidade, rasgada 12 dias depois de reempossado, com o resultado de quebrar o País. Mas a maior bandalheira-roubalheira da história brasileira deu-se com a privatização das comunicações, largamente demonstrada pelos grampos das conversas entre os rapazes do bando, Luiz Carlos Mendonça de Barros, André Lara Resende e Pérsio Arida, cujas passagens mais candentes foram publicadas por CartaCapital, enquanto Época e Veja saíram com as versões corrigidas pelo governo, simpaticamente entregues à Globo por José Serra e à Abril por Eduardo Jorge.

Sim, o PT no poder portou-se como aqueles que o precederam e o próprio Lula reconheceu na entrevista publicada pela edição 802 de CartaCapital. “O PT erra – disse Lula textualmente – quando usa as mesmas práticas dos demais partidos.” Vale acrescentar que o caminho dos chamados “mensalões” foi aberto pelo tucanato ainda no século passado.

Fala-se em ódio contra Lula, Dilma e o partido. Mas como negá-lo? Tentem ouvir os privilegiados do Brasil e seus aspirantes e verifiquem que os graúdos do Itaquerão os representam à perfeição. E de ódio se trata, semeado e regado em primeiro lugar pela mídia. Há quem alegue ódio de classe e aqui me pergunto se a definição é justa. Não sei, sinceramente. Ódio de classe se espalha depois da Revolução Francesa, evento decisivo que até hoje não ocorreu no Brasil. Envolve burguesia, pequena burguesia e proletariado. Aqui ainda vivemos a dicotomia nefanda da casa-grande e da senzala, e os senhores odeiam quem acena com mudanças. Sustentar que o PT faz de tudo para ser odiado é igual a dizer que assim também agiam os judeus dos guetos.

Aliás, Aécio Neves anuncia um tsunami para varrer o PT da face da terra. Em qual país democrático e civilizado frase similar cairia da boca de um candidato ao se referir ao adversário? Algo é certo: o tsunami não partirá da tribuna vip do Itaquerão. A tigrada, além de tudo, é velhaca.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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