Arquivo para 25 de junho de 2014

“DEMOS DE GOLEADA NO PESSIMISMO, NOS PESSIMISTAS QUE PENSAVAM QUE NÃO HAVERIA COPA”, DISSE DILMA

920625-convencao%20do%20pros_2072

Durante a Convenção Nacional do PROS, partido que vai apoiar sua candidatura à reeleição, a presidenta Dilma Vana Rousseff, fez um sintético balanço da Copa do Mundo até o momento atual. Ela falou sobre o os voos pontuais, os atendimentos nos hotéis, a construção no tempo necessário dos estádios e da hospitalidade do povo brasileiro. Além de parabenizar a Seleção do Brasil pelas conquistas de até o momento.

“O brasileiro é capaz de se aproximar dos turistas dar explicações, apoiar, ajudar e receber com todo carinho. É mérito dos brasileiros, de assumir um evento extremamente complexo em 12 cidades, num país continental.

O que vemos são voos sem atrasos, hotéis recebendo turistas, vemos festa e segurança. Nós, brasileiros, demos de goleada no pessimismo, nos pessimistas que pensavam que não haveria Copa. Os estádios estão prontos, e neles as torcidas comemoram os 109 gols desta Copa. O Brasil se coloriu de Verde e Amarelo, e por toda parte foi enterrado o ‘Não Vai Ter Copa’: nas ruas, nos estádios, nas fan fests.

O time do Felipão mostrou garra, talento e determinação. Estamos, todos, confiantes em mais uma grande exibição contra o Chile”, disse Dilma.

NÃO VAI TER COPA! OS MUJICAS RENEGARAM A PIZZA, A COSTA MUITO RICA NÃO COMPROU A COROA, COLÔMBIA COME SUSHI E GRÉCIA CHUTA PLATÃO

Apresentação14pptx

Em tempo de Copa do Mundo e Quadra Junina nada como mostrar um canto de Luiz Gonzaga, pouco conhecido dos que tratam da mistura Futebol e Música. Trata-se do canto “Lá Vai Pitomba”. Segura essa pitomba, Buffon!

Lá Vai Pitomba

“De pé em pé

A bola no gramado

Vai de lado a lado

E lá vai pitomba

Do meio do campo

Vaia para o ataque

Que não é de araque

E lá vai pitomba

O goleiro sai

Consegue espalmar

Meu time de novo vai lá

No pé na cabeça

No corpo no chão

Meu time jogando um bolão

[E é goooool]

Bota a bola no meio do campo

Bota a bola no meio do campo

Meu time vai fazer mais um gol…

[Goooool]”.

O jogador Suárez, da esquadra celeste, o time do socialista Mujica e do escritor engajadíssimo Eduardo Galeano, é conhecido também por Luisito. Luisito é o diminutivo de Luiz, como se sabe, que é dado a uma criança. De acordo com o criador da psicanálise, Freud, a maioria das pessoas não completa suas fases psico-sexual-social. Suárez, em idade conferida como adulta, gosta de morder.Brazil Soccer WCup Italy Uruguay

Na partida contra os conterrâneos de Leonardo da Vinci, ele mordeu o ombro do zagueiro Chiellini, do país da pizza. De acordo com depoimentos, morder já é comum para Suárez. Em outras partidas ele já mordeu outros adversários. Ora, como ele gosta de morder, para Freud e a psicanalista-infantil Melanie Klein, ele ficou fixado na fase-oral. Como a fase-oral tem dois estágios, oral-passiva, quando a criança tem prazer em sugar, e oral-agressiva, ou sádica, quando a criança tem prazer em morder, Suárez, gostando de morder, encontra-se fixado na fase oral-agressiva.Brazil Soccer WCup Italy Uruguay

Embora Suáres tenha idade que tem, ele não é o Suárez adulto. Elé é o Luisito. O menino que não saiu da fase-oral agressiva. Talvez, seja o fato dele ser Luisito, o fator que lhe faz ser um grande jogador. Já que o futebol é (como todo real esporte) um jogo de criança. É só observa como fala a maioria dos jogadores de futebol. A maioria infantilizada. Ou seja, encruada.

Mas o escrete de Mujica e Galenao ganhou dos Fellinis, não por causa da mordida. Ganhou porque foi superior aos Toni Negris. A esquadra italiana teve um jogador expulso, mas não foi também o motivo da queda. É que a turma de Sophia Loren, tem um modo de jogar semelhante ao da laranja: se posta no campo covardemente. Não se arrisca no ataque. Fica esperando uma falha do adversário. Dessa forma, quando encontra uma esquadra como a celeste que tem jogadores habilidosos e corajosos, leva couro.

Mas, de qualquer sorte, a Seleção da Itália sai da Copa do Mundo com grandeza, apesar de ter perdido duas partidas decisivas, teve uma boa postura como equipe campeã do mundo. Tem craque como Pirlo e Buffon.877x658

Na outra partida, os ingleses reservas entraram em campo para enfrentar a classificada Costa Rica, com todos os titulares, mas tudo ficou no zero para todos os lados.

Nas partidas do fim da tarde, os colombianos, que já estavam classificados, jogaram contra a equipe nipônica. Como queriam os 100% de aprovação, os conterrâneos de Valderama, não deram mole para os do sol-nascente. Empurraram quatro gols contra um, com direito a homenagem ao veterano goleiros de 43 anos, Mondragon, que entrou nos últimos dez minutos e ainda se deu ao luxo de fazer algumas boas defesas.japcol1_gettyimages-14

A equipe japonesa se despede da Copa do Mundo com brio. Embora não tenha jogado o suficiente para passar para a outra fase, entretanto foi corajosa e chegou a mostrar um futebol que se encontra em crescimento.

Na outra partida, no mesmo horário, os gregos deram um chute em Platão, mandaram-no para o Topos Uranos, desceram do Mundo das Ideias e conceberam como realidade o Mundo Sensível. O mundo do devir. O mundo defendido pelos sofistas. O mundo onde os sentidos prevalecem como primeira forma de conhecimento que se movimenta continuamente e que Platão tinha pavor.75484_20140624191625

No mundo real, os jogadores gregos que já havia0m empatado com os japoneses e perdido para a magnífica seleção colombiana, só tinham um ponto e estavam prontos para voltar aos braços de Morfeu.

Mas qual o quê. Encarram a Costa do Marfim, que só precisava do empate, e mandaram ver: meteram dois gols contra um dos nossos companheiros afros. Com o resultado, para alguns, inesperado, os afros voltam para o continente de Zumbi, e os gregos continuam do Brasil ao som do samba.grecosta1_gettyimages-22

Costa do Marfim recebeu um verdadeiro ‘presente de grego’, e ficou dançando com Zorba.

E o Brasil não bebeu água em meia cuia de queijo Palmira

O cenário de terra arrasada, que faria a autoestima nacional beber água num pé da mesa, em meia cuia de queijo Palmira, passa ao largo do que se vê na Copa.

por: Saul Leblon

Agência BrasilOs caosnáticos que durante meses  anunciaram  o apocalipse para os 32 dias  em que o país sediaria a Copa do Mundo  devem estar duplamente arrependidos.

Vencido  1/3 do torneio a apreensão cedeu lugar à agradável sensação de que, afinal, com todas as deficiências  sabidas, esse lugar  não é a montanha desordenada de incompetência, corrupção e conflagração  anunciada – incentivada- – por seus vocalizadores  desinteressados.

O  cenário de terra arrasada, que faria a autoestima nacional beber  água  num pé da mesa, em meia cuia de queijo Palmira, passa ao largo do que se vê, se ouve e se vive dentro e fora dos estádios.

Sobretudo,  porém, o maior gol contra foi a aposta  de que o fracasso da Copa serviria como credenciamento antecipado para  o conservadorismo ‘consertar o Brasil corroído pelo PT’.

A menos que um acontecimento inesperado  inverta o quadro em curso, a verdade é que estamos diante de um efeito bumerangue  em espiral ascendente. Nem mesmo uma eventual eliminação brasileira do torneio poderá modificá-lo.

O revés não é café pequeno.

Ele  desqualifica  de forma importante o discurso derrotista  da turma do Brasil aos cacos.

O caos na Copa era (atenção: ‘é’) acalentando como um precioso passaporte emocional para garantir o livre trânsito do discurso conservador  no imaginário brasileiro, na disputa presidencial de outubro.

O que emerge das ruínas  anunciadas, ao contrário, é outra coisa, na forma de uma pergunta bastante incomoda.

Como dar crédito às avaliações mais abrangentes  –e às propostas ‘mudancistas’–  de quem   não consegue sequer enxergar o país em que vive,  tanto quanto  não consegue  diferenciar um Felipão falso de um verdadeiro?

A verdade é que a emissão conservadora criou um sósia do Brasil, tentou espetá-lo  na alma nacional  e agora se tornou refém de seu próprio ardil.

Quanto custa a uma sociedade  ter uma elite que,  nas horas decisivas, aposta quase sempre contra  as suas potencialidades?  Seja por interesses unilaterais, seja por incapacidade histórica, mantem-se impermeável  à compreensão do lugar em que vive,  da época em curso e dos seus desafios?

O paradoxo da Copa, que de excelente oportunidade para o Brasil, quase  foi soterrada como um estorvo contagioso ,  encerra, portanto, angulações  mais graves do que apenas  o  fla-flu eleitoral da superfície.

Só o inexcedível  descompromisso com a sorte da nação e o destino de sua gente poderia menosprezar, como se fez, o  conjunto de  projetos  e possibilidades  associados  ao evento   – que no caso do legado logístico reúne  projetos ainda inacabados, mas em curso.

No fundo, trava-se aqui um embate visceral entre lógicas antagônicas embutidas  na disputa histórica entre dois projetos para o país.

Grandes obras e investimentos públicos constituem a melhor maneira de socializar e regular  a curva do investimento na sociedade, impedindo uma oscilação desastrosa ao emprego, ao consumo e ao crescimento.

As grandes obras do  PACs, os projetos em torno  da Copa, o financiamento subsidiado para aquisição de máquinas e equipamentos (PSI), do BNDES, por exemplo  – o maior banco estatal de investimento do mundo foi criado  há 62 anos, em 20 de junho de 1952, por Getúlio Vargas, exatamente com essa finalidade–  são formas de amortecer a tendência errática, intrínseca à incerteza  que cerca  as inversões privadas  no capitalismo em geral. E mais acentuadamente   em nações em luta pelo desenvolvimento.

Um dos grandes gargalos  brasileiros , ao contrário do que ruge o jogral ortodoxo, é justamente o  reduzido fôlego fiscal do Estado ( subtraído em parte pelo rentismo), que o  impede de exercer uma coordenação de mercado que  propicie  a curva estável e sustentada do crescimento.

O movimento anti-Copa, ainda que inclua parcelas  bem intencionadas à esquerda,  reflete no fundo  o velho antagonismo  entre os que buscam viabilizar o papel do interesse público sobre o erratismo privado, e os que recusam essa prerrogativa ao Estado.

Por que recusam se inclusive seriam beneficiados  por ela?

Porque para  exerce-lo o Estado deve controlar  uma fatia significativa do gasto social. Deve socializar  o comando sobre grandes massas de investimentos,  que lhe permitam coordenar as expectativas da sociedade, sobretudo as do investimento privado.

Isso requer, entre outras providências,  desmontar  a linha Maginot do rentismo.
Entrincheirada em taxas de juros sempre mais rentáveis do que a aplicação produtiva , ela suga o fôlego fiscal do país e inibe  o planejamento do interesse público, ademais de fixar  um piso elevado para a desigualdade social, como ensinou Thomas  Piketty.

A cortina de fogo contra a Copa   –contra ‘a gastança’ de um modo geral–   filia-se a essa corrente.

Trata-se  de impedir que  a racionalidade social se imponha sobre o salve-se quem puder  característico do ambiente de competição, incerteza  e, em decorrência disso, de obsessão mórbida pela liquidez rentista, que move o capital privado aqui e em todos os lugares.

Ademais dos desequilíbrios  estruturais  irradiados por essa lógica,  a economia brasileira  reúne distorções  específicas que os  acentuam  e reproduzem, como a  segunda taxa de juros  mais elevada do planeta,  câmbio fora do lugar  e livre mobilidade de capitais.

O quão equivocado era o  garrote anti-Copa  se vê agora pelo  desmentido do desastre nas ruas e nos campos.

Mas também nas entrelinhas do noticiário econômico.

O pouco que escapa –somente agora–  da pauta catastrofista serve como ilustração de um benefício  que talvez pudesse ter sido muito superior, caso as expectativas  do país  não tivessem sido garroteadas pela coleira da ortodoxia derrotista.

Abaixo, algumas evidências  de um dinamismo  torpedeado  durante meses  pelas previsões de  fiasco da Copa  e de quem apostasse no seu sucesso:

1) Faturamento médio das empresas de turismo cresceu 7,1% no 1º trimestre –antes mesmo de começar a Copa.  Levantamento do Ministério do Turismo, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra que a área de turismo receptivo cresceu 14,7%, agências de viagem e parques temáticos, mais 9,6% de faturamento e setor de  hotelaria, mais 9% no período.

2)Mais de  600 mil estrangeiros  vieram  para o Mundial, além de 3,1 milhões de brasileiros que vão se deslocar  para as 12 cidades-sede  dos jogos. A previsão é de que os gastos do conjunto somem R$ 6,7 bilhões (Valor)

3)Bons negócios com a Copa elevaram em 16% os planos de investimento do setor de turismo para o 2º trimestre.

4)Em média, a projeção dos 80 maiores conglomerados de turismo do país é de um crescimento da ordem de 6,5% este ano.

5) Para quem acreditou no fiasco vaticinado pela mídia, o sucesso inesperado do evento trouxe gargalos por falta de capacidade de atendimento. Sintomas: em Brasília,  segundo o jornal Valor, ‘restaurantes do Pontão do Lago Sul  já não têm chope –“os colombianos tomaram tudo”, diz um garçom ouvido pelo jornal.  Em Fortaleza, sobraram poucas opções  no cardápio de restaurantes  na avenida Beira Mar, relata o mesmo jornal que engole agora o pessimismo estampado em sua linha editorial por  meses: ‘ Lá, a culpa era dos mexicanos, segundo a garçonete’.

6) A subestimação da demanda atingiu até  a prosaica produção de  brindes, que se deixou contagiar pelo jogral derrotista.  ‘Nos aeroportos de São Paulo e Brasília, por exemplo, produtos como chaveiro do Fuleco, o mascote da Copa, já estão em falta’, admite o mesmo Valor, sem explica o motivo.

7)Fogo de palha? Não é essa a percepção de quem está na linha de frente dos acontecimentos. Hotéis, bares, restaurantes e agências de viagens afirma  que o Mundial proporcionará outros ganhos, nem sempre mensuráveis.: ‘a experiência de receber turistas de todas as partes e a superexposição do país no exterior são alguns desses legados que ficam para as empresas e deverão reverberar por muitos anos’ (Valor).

8)No dia de abertura da Copa, no Itaquerão, na zona leste de São Paulo, a capital paulista tinha 76,6% de suas vagas de hospedagem ocupadas ; 93% dos restaurantes e bares dos bairros Bela Vista, Jardins e Pinheiros festejavam o movimento;  98,7% das mensagens sobre a cidade postadas nas principais redes sociais foram positivas. Durante a partida Brasil e Croácia, foram publicados 12,2 milhões de comentários sobre o jogo somente no Twitter.

9) Em apenas três dias , de 12 a 15 de junho, na abertura da Copa, segundo a Visa, visitantes internacionais movimentaram US$ 27 milhões com seus cartões, alta de 73% em relação ao mesmo período do ano .

10) Por fim, diz Walter Ferreira, assessor da presidência do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur),enquanto a bola rolar, o Brasil concentrará as atenções de 3,6 bilhões de espectadores, quase metade da população mundial. ‘ O evento terá o poder de quebrar estereótipos e revelar ao mundo um país moderno, com empresas globais importantes, que investe em ciência de ponta e que tem um povo acolhedor e alegre.  A cena dos jogadores holandeses abraçando brasileiros em Ipanema, por exemplo, ou as inúmeras cenas de confraternização entre os torcedores contagiam o mundo. Este é o nosso maior legado de imagem’, diz Ferreira (Valor)


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Outras Comunalidades

   

Categorias

Arquivos

Blog Stats

  • 4.243.147 hits

Páginas

Arquivos