Arquivo para 27 de junho de 2014

EDIÇÃO EXTRA DO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO PUBLICA A SANÇÃO DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO POR DILMA SEM VETOS

O Plano Nacional de Educação sancionado pela presidenta Dilma Vana Rousseff, sem vetos, foi publicado pelo Dario Oficial da União (DOU) em uma edição extra. O plano determina que 20 metas serão cumpridas durante os próximos dez anos. Dá educação infantil ao ensino superior, passando por gestão e financiamento do setor e pela formação dos profissionais.

De acordo com a presidenta os 75% dos royalties do petróleo e os 50% do Plano Social do pré-sal vão realizar as metas.

“O Brasil tem hoje um PNE à altura dos desafios educacionais do país. Sancionei sem vetos o novo Plano Nacional da Educação […]. Ao longo dos últimos 11 anos, criamos um caminho de oportunidades por meio da educação. O PNE permite ampliar as oportunidades, partindo da educação infantil, passando pela educação em tempo integral, o crescimento das matrículas da educação profissional e tecnológica, a ampliação do acesso à educação superior.

Para isso serão muito importantes a valorização dos professores e o aumento do investimento em educação”, observou Dilma.

Um dos pontos principais do plano é que ele estabelece investimento mínimo na educação de 7% do Produto Interno Bruto no quinto ano de vigência e 10% no décimo ano. Os recursos dos royalties do petróleo e do Fundo Social do pré-sal serão usados para realizar as metas. Para o ministro Paim o governo deverá dispender grande esforço para cumprir as metas.

“Como temos dez anos, precisamos fazer uma grande discussão, verificar exatamente as fontes que nós temos e ver no que é preciso avançar. É óbvio que a União terá que fazer um grande esforço, mas sabemos também que os estados e os municípios terão também que fazer um grande esforço, um esforço conjunto tanto no cumprimento das metas como no financiamento”, disse o ministro. 

NÃO VAI TER COPA! GANA SEM GANA SAI DA COPA E PORTUGAL, SEM PASSAPORTE, TAMBÉM. FICA ALEMANHA, SEM MARX, OS IANQUES

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Gana tinha 1 ponto. Portugal também. Os ianques tinham quatro pontos e jogavam com a Alemanha. Se perdessem e Gana ganhasse de Portugal estaria classificada pela contagem de gols. Mas nada disso ocorreu.877x658

Os ianques perderam e Gana, sem qualquer gana, perdeu para Portugal cujo escore também não lhe servia. Resultado: Gana, nada gananciosa par a vitória, e Portugal, sem passaporte, voltam para os braços de seus entes que devem se encontrar chateados.

Foram suas das piores partidas. Sem contar que a partida contra Gana foi a partida que mais Ronaldo perdeu gol. Fez um golzinho presenteado pelo goleiro sem gana.622_1ee3abaa-ddc4-37c5-ac47-1d9306391ef4

Na outra partida, no mesmo horário, a Alemanha jogou com o time do Tio Sam. Falava-se que seria um jogo de compadre já que as duas equipes estavam classificadas e o final seria empate. Não foi. Os germânicos fizeram um gol nenhum dos ianques.

Nas partidas do final da tarde, os ex-camaradas do país de Lênin encaravam os irmão do psiquiatra Frantz Fano na busca da classificação. Começaram com o placar na frente, mas a moçada da Argélia se empolgou e foi para cima e marcou o empate.argelia x russia

Os russos, que não queriam qualquer acordo com um resultado ruço, foram para cima porque o placar empatado não lhes interessava. Atacaram o quanto puderam, mas os argelinos se defenderam e aproveitaram os contra-ataques, sem resultado.islam-slimani-da-argelia-e-denis-glushakov-da-russia-dividem-a-bola-durante-a-partida-na-arena-da-baixada-1403818493107_300x200

No final, com o placar em 1×1, o carnaval foi dos argelinos com a bênção de Maomé e tudo.

Na outra partida, a Seleção da Bélgica cumpriu a tabela de classificação derrotando os orientais da Coreia do Sul por um gol a zero.mertens-tenta-passar-pela-marcacao-de-jeong-ho-em-partida-entre-belgica-e-coreia-do-sul-1403817287702_1920x1080

Enquanto isso, o tribunal da FIFA condena Soàrez a não jogar nove partidas, quatro meses sem frequentar clubes e não se envolver com a Seleção Uruguai durante essa Copa.

E o que disse Mujica sobre a mordida de Luisinho?

Mujica –“Parece um moleque de bairro”.

A PREMONIÇÃO DO DESASTRE DA COPA FEITA PELO FALSO PAI DE SANTO, ÁLVARO DIAS (PSDB), UM ANO ANTES DE UM ANO

Ouça e veja o audiovisual da premonição proporcionado pelo senador do partido da burguesia-ignara que, através do pensamento mágico, desejava que não houvesse Copa. E se houvesse deveria ser um desastre.

Antigamente, usando o antropomorfismo, se dizia que “praga de urubu não pega em cristão”. Em relação aos reacionários, hoje, se diz: “Praga das direitas não pega na democracia”.  

É gargalhada homérica pura!

Monsanto, a semente do diabo

A Monsanto não poupa recursos para acabar com as sementes camponesas: trata-se de monopolizar a essência dos alimentos.

Esther Vivas

Clay Bennett“A semente do diabo”, foi assim que o popular apresentador do canal norte-americano HBO Bill Maher batizou a multinacional Monsanto, num dos seus programas e em referência ao debate sobre os Organismos Geneticamente Modificados.

Por quê? Trata-se de uma afirmação exagerada? O que esconde esta grande empresa da indústria das sementes?

A Monsanto é uma das maiores empresas do mundo e a número um em sementes transgênicas, 90% das culturas modificadas geneticamente no mundo contam com os seus traços biotecnológicos. Um poder total e absoluto. Além disso, a Monsanto está à frente da comercialização de sementes, e controla 26% do mercado. Atrás, vem a DuPont-Pioneer, com 18%, e a Syngenta, com 9%. Só estas três empresas dominam mais de metade, 53%, das sementes que se compram e vendem à escala mundial. As dez maiores, controlam 75% do mercado, segundo dados do Grupo ETC. O que lhes dá um poder enorme na hora de impor o que se cultiva e, em consequência, o que se come. Uma concentração empresarial que só fez aumentar nos últimos anos e que corrói a segurança alimentar.

A ganância destas empresas não tem limites e o seu objetivo é acabar com variedades de sementes locais e antigas, ainda hoje com um peso muito significativo especialmente nas comunidades rurais dos países do Sul. Sementes autóctones que representam uma concorrência para as híbridas e transgênicas das multinacionais, que privatizam a vida, impedem os camponeses de obter as suas próprias sementes, convertem-nos em “escravos” das empresas privadas, além do seu impacto negativo no meio ambiente, com a contaminação de outras culturas, e na saúde das pessoas.

A Monsanto não poupou recursos para acabar com as sementes camponesas: processos judiciais contra agricultores que tentam conservá-las, monopólio de patentes, desenvolvimento da tecnologia de esterilização genética de sementes etc. Trata-se de controlar a essência dos alimentos, e aumentar assim a sua cota de negócio.

A introdução nos países do Sul, em particular naqueles com vastas comunidades camponesas capazes ainda de se proverem com sementes próprias, é uma prioridade para estas empresas. Deste modo, as multinacionais das sementes intensificaram as aquisições e alianças com empresas do setor principalmente na África e na Índia, apostaram em culturas destinadas aos mercados do Sul Global e promoveram políticas para desencorajar a reserva de sementes.

A Monsanto, como reconhece a sua principal rival DuPont-Pioneer, é o “guardião único” do mercado de sementes, controlando, por exemplo, 98% da comercialização da soja transgênica tolerante a herbicidas e 79% do milho, como assinala o relatório “Quem controla as matérias-primas agrícolas?”, o que lhe dá poder suficiente para determinar o preço das sementes, independentemente dos seus concorrentes.

Das sementes aos pesticidas
No entanto, para a Monsanto não é suficiente controlar as sementes. Para fechar o círculo, procura dominar aquilo que se aplica nas suas culturas: os pesticidas. A Monsanto é a quinta empresa agroquímica mundial e controla 7% do mercado de inseticidas, herbicidas, fungicidas, etc., atrás de outras empresas, líderes ao mesmo tempo no mercado das sementes, como a Syngenta que domina 23% do negócio dos pesticidas, a Bayer 17%, a BASF 12% e a Dow Agrosciences quase 10%.

Cinco empresas controlam, assim, 69% dos pesticidas químicos sintéticos que se aplicam nos cultivos em escala mundial. Os que vendem as sementes híbridas e transgênicas aos agricultores são os mesmos que lhes fornecem os pesticidas a aplicar. Negócio garantido.

O impacto no meio ambiente e na saúde das pessoas é dramático. Apesar das empresas do setor assinalarem o caráter “amistoso” destes produtos com a natureza, a realidade é exatamente o contrário. Hoje, depois de anos de fornecimento do herbicida Roundup Ready da Monsanto, à base de glifosato, que já em 1976 foi o herbicida mais vendido do mundo, várias são as ervas que desenvolveram resistências. Só nos Estados Unidos, calcula-se que apareceram cerca de 130 ervas daninhas resistentes a herbicidas em 4,45 milhões de hectares de culturas, segundo dados do Grupo ETC. O que levou a um aumento do uso de pesticidas, com aplicações mais frequentes e doses mais elevadas, para combatê-las, com a consequente contaminação do meio ambiente.

As denúncias de camponeses e comunidades afetadas pelo uso sistêmico de pesticidas químicos sintéticos é uma constante. Na França, o mal de Parkinson é considerado uma doença laboral agrícola causada pelo uso de pesticidas, depois do agricultor Paul François ter ganho a batalha judicial contra a Monsanto, no Tribunal de Lyon em 2012, e ter conseguido demonstrar que o herbicida Lasso era responsável por tê-lo intoxicado e deixado inválido. Uma sentença histórica, que permitiu criar jurisprudência.

O caso das Mães de Ituzaingó, um subúrbio da cidade argentina de Córdoba, rodeado de campos de soja, em luta contra a pulverização é outro exemplo. Depois de dez anos de denúncias, e após ver como o número de doentes de cancro e crianças com malformações no bairro não parava de aumentar, de cinco mil habitantes duzentos tinham cancro, conseguiram demonstrar o vínculo entre essas doenças e os pesticidas aplicados nas plantações de soja locais (endosulfan da DuPont e glifosato do Roundup Ready da Monsanto). A Justiça proibiu, graças à sua mobilização, a pulverização com pesticidas próximo de zonas urbanas. Estes são apenas dois casos dos muitos que podemos encontrar em todo o planeta.

Agora, os países do Sul são o novo objetivo das empresas agroquímicas. Enquanto as vendas globais de pesticidas caíram nos anos 2009 e 2010, o seu uso nos países da periferia aumentou. Em Bangladesh, por exemplo, a aplicação de pesticidas cresceu 328% na década de 2000, com o consequente impacto na saúde dos camponeses. Entre 2004 e 2009, a África e o Oriente Médio tiveram o maior consumo de pesticidas. E na América Central e do Sul espera-se um aumento do consumo nos próximos anos. Na China, a produção de agroquímicos atingiu em 2009 dois milhões de toneladas, mais do dobro do que em 2005, segundo assinala o relatório “Quem controlará a economia verde?”.

Uma história de terror
Mas de onde surge esta empresa? A Monsanto foi fundada em 1901 pelo químico John Francis Queeny, proveniente da indústria farmacêutica. A sua história é a história da sacarina e do aspartame, do bifenil policlorado, do agente laranja, dos transgênicos. Todos fabricados, ao longo dos anos, por esta empresa. Uma história de terror.

A Monsanto constituiu-se como uma empresa química e, na sua origem, o seu produto principal era a sacarina, que distribuía para a indústria alimentar e, em particular, para a Coca-Cola, de que foi uma das principais fornecedoras. Com os anos, expandiu o seu negócio à química industrial, convertendo-se, na década de 20, num dos maiores fabricantes de ácido sulfúrico. Em 1935, absorveu a empresa que comercializava o bifenil policlorado, utilizado nos transformadores da indústria elétrica. Nos anos 40, a Monsanto centrou a sua produção nos plásticos e nas fibras sintéticas, e, em 1944, começou a produzir químicos agrícolas como o pesticida DDT.

Nos anos 60, juntamente com outras empresas do setor como a Dow Chemical, foi contratada pelo governo dos Estados Unidos para produzir o herbicida agente laranja, que foi utilizado na guerra do Vietnã. Neste período, fundiu-se, também, com a empresa Searla, que criou o adoçante não-calórico aspartamo. A Monsanto foi produtora, também, da hormona sintética de crescimento bovino somatotropina bovina. Nas décadas de 80 e 90, a Monsanto apostou na indústria agroquímica e transgênica, acabando por se tornar na número um indiscutível das sementes modificadas geneticamente.

Atualmente, muitos dos produtos made by Monsanto foram proibidos, como o agente laranja ou o DDT, acusados de provocar graves danos à saúde humana e ao meio ambiente. Só o agente laranja foi responsável na guerra do Vietnã de dezenas de milhares de mortos e mutilados, bem como de bebês nascidos com malformações. A somatotropina bovina também está vetada no Canadá, na União Europeia, Japão, Austrália e Nova Zelândia, apesar de ser permitida nos Estados Unidos. O mesmo ocorre com o cultivo de transgênicos, onipresente na América do Norte, mas proibido na maioria dos países europeus, com exceção, por exemplo, da Espanha.

A Monsanto, além disso, move-se como peixe na água nos corredores do poder. A Wikileaks tornou isso bem claro quando divulgou mais de 900 mensagens que mostravam como a administração dos Estados Unidos gastou consideráveis recursos públicos para promover a Monsanto e os transgênicos em muitíssimos países, através das suas embaixadas, do seu Departamento de Agricultura e da sua agência de desenvolvimento USAID. A estratégia consistia e consiste em conferências “técnicas” desinformando jornalistas, funcionários e formadores de opinião, pressões bilaterais para a adoção de legislações favoráveis e para abrir o mercado às empresas do setor, etc.


Resistências

Perante tanto despropósito, muitos não calam e se levantam em protesto. As resistências contra a Monsanto são milhares em todo o mundo. O dia 25 de maio foi declarado dia de jornada de ação global contra essa empresa e centenas de manifestações e ações de protesto foram realizadas nesse dia em todo o mundo.

Em 2013, realizou-se a primeira convocação, milhares de pessoas saíram às ruas em várias cidades de 52 países diferentes, desde a Hungria até o Chile passando por Holanda, Espanha, Bélgica, França, África do Sul, Estados Unidos, entre outros, para mostrar a profunda rejeição às políticas da multinacional. No último dia 25, a segunda convocatória, teve ações em 49 países.

A América Latina é, neste momento, uma das principais frentes de luta contra a empresa. No Chile, a mobilização conseguiu, em março de 2014, a retirada da chamada Lei Monsanto que pretendia facilitar a privatização das sementes locais e deixá-las nas mãos da indústria. Outra grande vitória foi na Colômbia, um ano antes, quando a massiva paralisação agrícola, em agosto de 2013, conseguiu a suspensão da Resolução 970, que obrigava os camponeses a usar exclusivamente sementes privadas, compradas das empresas do agronegócio, e os impedia de guardarem as suas próprias sementes. Na Argentina, os movimentos sociais estão, também, em pé de guerra contra outra Lei Monsanto, que está para ser aprovada no país e pretende subordinar a política nacional de sementes às exigências das empresas transnacionais. Mais de cem mil argentinos já assinaram contra essa lei no quadro da campanha “Não à Privatização das Sementes”.

Na Europa, a Monsanto quer agora aproveitar a brecha aberta pelas negociações do Tratado de Livre Comércio União Europeia – Estados Unidos (TTIP) para pressionar em função dos seus interesses particulares e poder legislar por cima da vontade dos países membros, muitos deles contrários à indústria transgênica. As resistências na Europa contra o TTIP, esperemos, não demorarão.

A Monsanto é a semente do diabo, sem dúvida.
_______

Esther Vivas é pesquisadora de movimentos sociais e políticas agrícolas e alimentares. Licenciada em jornalismo e mestre em sociologia, milita na Izquierda Anticapilista espanhola, tendência interna do Podemos.

A tradução é de Carlos Santos, para o Esquerda.net.

Créditos da foto: Clay Bennett


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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