Arquivo para 1 de julho de 2014

O PROGRAMA MAIS MÉDICOS, QUE OS MÉDICOS-BURGUESES ODEIAM E INVEJAM, JÁ ATENDEU MAIS DE 50 MILHÕES DE PESSOAS

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É muito simples de entender, mas, para os médicos-burgueses, é impossível entender e aceitar. A meta projetada pelo governo federal para o Programa Mais Médicos, até esse momento, era atender 46 milhões de pessoas. Mais qual o quê. O Programa Mais Médicos não atingiu a meta. Ultrapassou! Atendeu mais de 50 milhões de pessoas.

Uma demonstração racional e solidária de que coexistência requer vivência-humana. E a essencialidade humana é uma dimensão ontológica que nem todos atingem. Os médicos-burgueses e todas as facetas das direitas não podem tingir essa dimensão dado ao fator solipsista em que estão encerradas. O exterior como objetividade do outro não existe para elas.

Para elas, o outro como enfermo não existe. Ainda mais, quando o enfermo é alguém da classe pobre que não tem dinheiro para pagar um plano de saúde, que alimenta a ambição-patológica dos profissionais analfabetos, e precisa do Estado com suas instituições funcionando. Ao contrário das direitas, que detentoras de poder econômico, não precisam do Estado. Suas riquezas lhes conferem o que necessitam.

Por isso, elas quando comentam a existência dos pobres é através de um ato abstrato de suas próprias consciências-idealizadas que não foram produzidas por experiências concretas saídas da relação com a matéria, já que não podem atingir a objetividade. Com essas consciências-idealizadas que se iludem com suas abstrações não podem atingir o pobre, visto que compreender o sofrimento do outro é da ordem da aprendizagem, como diz o filósofo da Vida-Ativa, Nietzsche. As direitas são estúpidas demais para entenderem o real. Principalmente quando o real comporta as classes pobres que ela não conhece por sua ignorância. Elas confundem o real com suas abstrações de poder e riquezas.

São 3.819 municípios em que contam com a vocação, a inteligência e denodo dos profissionais do Mais Médicos. Nestes municípios atuam 14.452 médicos brasileiros e estrangeiros. E mais, de acordo com pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, houve uma diminuição de 21% no número de encaminhamentos a hospitais depois que o Mais Médicos começou a atuar.

Uma parte dessa realidade foi apresenta ao público pela presidenta Dilma Vana Rousseff.

“O Mais Médicos é uma das nossas ações que aumenta a capacidade de atendimento do SUS. Muitas cidades não tinham sequer um médico. A pessoa que precisasse de atendimento tinha que se deslocar para outra cidade, às vezes a dezenas e dezenas de quilômetros de distância – de carro, de ônibus e até mesmo de barco, algumas iam a pé.

Quando a gente trata o problema da saúde lá na base, lá no posto de saúde do bairro, a gente trata as doenças no início. Assim, você consegue controla-las e até curá-las. E isso desafoga os hospitais e os serviços de urgência. Com o Mais Médico, conseguimos reduzir 21% o número de encaminhamento aos hospitais. Os centros mais especializados de saúde estão cada vez mais atendendo apenas os casos mais graves.

Uma coisa importante é que a maior parte dessas vagas está também sendo criada em cidades do interior. Essa é uma estratégia fundamental para fixar os médicos na própria região onde são formados. Isso faz parte do nosso esforço de descentralizar a graduação e a especialização de médicos, que antes só se formavam nos grandes centros urbanos, em especial na região Sul e Sudeste”. Analisou Dilma.

Essa realidade mostra fatos que arrocham as consciências-abstrata das direitas.

NÃO VAI TER COPA! SEM ESPÍRITO DA MARSELHESA, FRANCOS TIRAM A NIGÉRIA SEM A POTÊNCIA-NEGRITUDE E GERMÃNICOS PENA CONTRA OS AFROGÉLIAS

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No primeiro embate entre as seleções da Nigéria e da França não houve embate. Houve um evento sem os elementos determinadores do que seja um futebol criativo e combativo.

Em um breve momento que parecia que a Nigéria ia presentar os torcedores mundiais com o espírito futebolístico da potência-negritude, ficou apenas em um breve momento. Simplesmente arrefeceu a fruição-negritude que a mostra singular. Não participou da partida com criatividade e combate.451510030_10

Os francos, também, sem o espirito da Marselhesa, não criaram e não combateram. Deixaram, como a Nigéria, o tempo rolar que rolaria mesmo sem as vontades das duas seleções.

Entretanto, como é sabido pelos cronometrados, mesmo sem criatividade e combate Cronos pode proporcionar gols. E foi o que ocorreu. A França, no segundo time, conseguiu empurrar dois na Nigéria.75714_20140630134850

Na partida do final da tarde o que se viu foi a velha germânica com seu jogo apertado, calculado, sem vibração para nenhum lado. Por sua vez, os afrogélias entrando na imobilidade dos louros.

Em uma partida contida, sem o entusiasmo-criativo que o futebol pede, terminou no zero para cada lado. Veio à prorrogação e com ela a demonstração de que os atletas não são deuses, são humanos: estavam literalmente impossibilitados para a prática do esporte bretão. Há quem diga que foi um jogaço. Dizem que em futebol todo brasileiro é um especialista ou um inteligente analista.aleargelia1_gettyimages-36

Em uma prorrogação dos arrastados, deu germânicos com dois gols contra um da Argélia. Agora, nas quartas de finais os francos disputam a semifinal contra os germânicos.

Reforma Política: só com Lula na rua

A pouco mais de cem dias das eleições a rotatividade na política brasileira é tão intensa que fica difícil acompanhar o sopão das siglas que se misturam.

por: Saul Leblon

Instituto LulaA pouco mais de cem dias das eleições de outubro a rotatividade na política brasileira é tão intensa que fica difícil acompanhar o sopão das siglas se misturam pela manhã para se dissociarem à noite.

O ziguezague forma um caldeirão desprovido de qualquer  coerência retrospectiva ou prospectiva, para não falar de referencias de somenos importância, como história, ideologia, programas ou projetos de nação.

O cenário político estilhaçado é um dos gargalos à continuidade do desenvolvimento brasileiro, que requer o lastro de amplas maiorias para seguir em frente.

Hoje, é essa lava de interesses incandescentes que modela a composição e a lógica do Congresso brasileiro.

Vinte siglas se digladiam ali num jorro desordenado a equiparar a coerência programática de qualquer governante ao desafio de conduzir um trem longe dos trilhos.

Todos os governantes e todos os partidos são reféns dessa montanha russa desengonçada que compõe o sistema político brasileiro.

O sobe e desce abrupto nos dias que correm tem provocado  sugestivas manifestações de enjoo e indigestão.

O Prefeito do Rio, Eduardo Paes, por exemplo.

Ex-demo, ele  classificou de ‘bacanal’ a possível junção entre PMDB, seu atual partido, e o PSDB,  na disputa pelo governo do Estado.

Dias antes, fora a vez de a palavra ‘suruba’ dar o ar da graça no noticiário, para classificar o apoio do PSB ao PT na mesma disputa fluminense. O desabafo veio então do deputado federal pelo PSB, ex-verde, Alfredo Sirkis.

Beirando o despudor em relação ao eleitorado, ao contribuinte e à democracia, o  presidenciável Aécio Neves esponjou-se nesse ambiente carregado de cenas explícitas de promiscuidade.

O tucano exortou os convivas a um comportamento que ilustra o seu conceito de retidão republicana e respeito ao país e ao povo: ‘Suguem mais um pouquinho e depois venham para o nosso lado’, disse esse que se anuncia um cruzado mudancista na vida política nacional.

A sucção tem funcionado bem no seu nariz, mais precisamente em São Paulo, onde Alckmin apunhala Serra e ‘aspira’ Kassab, do PDS –que apoia Dilma–  para candidato a senador, na vaga do PSDB.

Foi no âmbito desse corso financiado pelo dinheiro privado  –com todos os complementos daí decorrentes–  que a discussão sobre a ‘corrupção petista’, catalisada pelo julgamento da AP 470, assumiu contornos de um imenso biombo.

Savonarolas de biografias inflamáveis e togas coléricas cerraram fileiras para fazer desse episódio  uma nuvem de fumaça capaz de desviar a atenção daquilo que o circunstanciava e decifrava: a urgência de uma reforma política para  libertar a democracia da subordinação a interesses que se impõem à revelia das urnas.

Alertas como os feitos atualmente por dirigentes do PT e membros do governo  –que advertem para a disseminação do estigma conservador, que colou no PT  o carimbo de corrupção —   são benvindos.

Mas correm o risco de perder a força renovadora que carregam, sempre que cederem lugar ao lamento reiterativo, em detrimento da mobilização por uma Constituinte destinada a promover uma mudança efetiva na política do país.

Lula, em vídeo recente em defesa dessa bandeira (https://www.youtube.com/watch?v=q1X66PR3KZ), foi eloquente em evocar a sua importância como um divisor na história brasileira.

“Para o Brasil continuar mudando, é preciso garantir a legitimidade das instituições e acabar com a interferência do poder econômico nas eleições”, afirmou reiterando que ela é ‘cada vez mais necessária e urgente; um clamor, que nasce das ruas, que vem da sociedade’.

O ex-presidente que deixou o governo com 80% de apoio popular pede adesão a um manifesto que pretende reunir 1,5 milhão de assinaturas para propor ao Congresso Nacional a convocação de uma Constituinte, exclusiva e soberana, com essa finalidade.

A manifestação é convincente e ilustrativa da centralidade que a radicalização da democracia passou a ocupar na visão petista do que é prioritário – indispensável– para destravar o passo seguinte desenvolvimento brasileiro.

Mas carece, ainda, de um lastro mobilizador efetivo.

A ausência desse requisito reflete certa prostração do campo progressista, que hesita em transformar o  aggiornamento histórico de suas reflexões em mobilizações de massa, necessárias para alterar, de fato, a correlação de forças que está na origem dos impasses brasileiros.

Intervenções como a de Lula terão a força requerida pelo objetivo a que se propõem, quando forem parte de um engajamento prático.

Uma determinação feita de agendas, comícios e caminhadas, claramente traduzidos em locais e datas que ofereçam alternativas à participação organizada de amplas esferas da sociedade, para além da franja dos iniciados.

Não apenas isso.

É indispensável  explicitar o vínculo entre democracia e superação da encruzilhada do desenvolvimento do país.

Portanto, entre reforma política e retomada do crescimento brasileiro.

Trata-se de rejeitar a mística conservadora de uma estabilidade em si da economia, fruto da terceirização dos destinos da sociedade aos impulsos dos ‘livres’ mercados.

Em primeiro lugar, a ideia de um capitalismo em equilíbrio é uma contradição nos seus próprios termos.

No capitalismo, a estabilidade reivindicada pela ortodoxia equivale, na verdade, à paz salazarista dos cemitérios, na qual o povo faz o papel de defunto e o dinheiro grosso, o de coveiro.

A retomada do crescimento por aí tem outro nome: concentração de renda; expropriação de direitos trabalhistas; regressão social e alienação do patrimônio público.

É o oposto do compromisso com a melhoria efetiva da qualidade de vida das amplas massas brasileiras.

Só há uma receita econômica compatível com esse pacto: aquela que entende o desenvolvimento como um processo histórico de transformação da sociedade, o que implica superar estruturas existentes e criar outras novas.

Isso não se faz a frio.

Ao contrário do que sugerem os dogmas neoliberais apregoados pelo jornalismo isento, quem determina a coerência macroeconômica nesse processo é a correlação de forças de cada época.

Dito de forma muito clara: para romper os torniquetes do dinheiro grosso é necessário poder; e poder hoje no Brasil implica subtrair espaços do mercado em favor da democracia.

Quem pode propiciar isso  é uma reforma política que amplie os canais de participação popular e assegure maior legitimidade à representação da sociedade.
Lula disse em recente encontro de blogueiros, em maio, que ela virá das ruas.
E ela só virá das ruas se Lula estiver nas ruas.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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