Arquivo para 2 de julho de 2014

PSDB NÃO VAI AS QUARTAS DE FINAIS PORQUE TOMOU GOLEADA DE 8 X 2 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

O caso do PSDB, partido da burguesia-ignara, é cômico nessa eleição para a Presidência da República. Como ele sabe que não pode impedir que Dilma seja reeleita, ele se agarra a tudo que imagina ser implicante em seu desejo.

Imaginando que a Copa do Mundo seria uma importante vitrine para ele atacar Dilma com faixas, cartazes, palavras de ordens e, quem sabe, filmada pela TV Globo, entrou com uma Ação Direta de inconstitucionalidade da Lei Geral da Copa no Supremo Tribunal Federal (STF) para mudar as regras da FIFA, para que lhe fosse permitido fazer uso de seu marketing ofensivo.

Levado o pedido ao plenário ontem, dia em que a Argentina e a Bélgica se classificaram para as quartas de finais, para ser votado pelos ministros, não deu outra: perdeu de goleada. O placar não foi nada mais do que 8 X 2. Os gols a seu favor foram feitos pelos ministros Marco Aurélio e Joaquim Barbosa, o “alma leve”.Barbosa

Alma leve porque ele afirmou, em sua despedida, que saia do STF com a “alma leve”. Barbosa com sua afirmação física-moral Barbosa mostrou que não entende de alma, já que toda alma é leve. Até alma de capitalista.

E a confirmação maior de que o caso do PSDB é cômico ficou patenteado com a escolha do vice de Arrocho Neve. Ele escolheu o senador Aluysio Nunes. Aluysio Nunes é o senador que em arrobo de desejo explícito, depois de mandar um repórter “á puta que o pariu”, gritou nos corredores do Senado que ia comer o… (quem sabe preenche os pontinhos) do repórter.

A comicidade maior é que na juventude (?) ele se autocognominava de comunista. E foi motorista de Marighella. Uma espécie antecipada de síndrome de Lobão e Roger. Claro que com as devidas proporções. Já que os dois burguesinhos, patéticos ‘roqueiros’, nunca militaram por nenhuma causa social e jamais chegariam a ser motoristas nem de Serra.      

DIRCEU VAI AO TRABALHO E BARBOSA AO ESQUECIMENTO

Em vários momentos a história é irônica. No dia que o ministro Joaquim Barbosa faz seu discurso de despedida no Supremo Tribunal Federal (STF), seguindo ao mundo do esquecimento, a juíza da Vara de Execuções de Penais do Distrito Federal, Leila Cury, liberou o benefício do trabalho externo ao ex-ministro José Dirceu que Barbosa quando pretendia ser indicado para o STF foi pedir sua interferência junto a Lula para que ele pensasse sobre o caso de Barbosa. Depois, viu o que se viu: Barbosa passou a perseguir Dirceu.

Dirceu e mais outros presos condenados pela Ação Penal 470, foram beneficiados para o trabalho externo, visto que eles foram condenados ao regime semiaberto o que Barbosa negava afirmando que eles tinham que cumprir um sexto da pena.

Dirceu cumprirá uma jornada de trabalho das 8 horas às 18 horas, no escritório do advogado José Geraldo Grossi na função de pesquisa de jurisprudência. Como se encontra agora no regime semiaberto, ele vai ser transferido do Presídio da Papuda para o Centro de Progressão Penitenciária local oficial para os presos que trabalham fora.

NÃO VAI TER COPA! MESSI SEGURA O QUEIJO, DI MARÍA SABOREIA E DIABOS RUBROS PERTURBAM O SONHO DE TIO SAM

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Acometida da síndrome “aguenta coração”, criada pela Seleção Brasileira, os hermanos quase matam seus torcedores de tanta tensão-futebolística. Diante de uma muralha formada pelos conterrâneos de Blatter, a Seleção Argentina não pôde mostrar o futebol que virtualmente sabe-se que ela contém.  Copa-Mundo-Argentina-Suica-AFP_LANIMA20140701_0129_1

Os bons produtores de queijos, muito além do chocolate, se postaram de tal forma que não havia como os maradonenses arquitetar uma jogada eficiente que redundasse em gol. O que se viu foi um time com apenas dois jogadores: Messi e o goleiro. Se a regra permitisse mudar nove jogadores os únicos que não seriam substituídos seriam os dois.

Os do queijo não se importaram com o que ocorria com conterrâneos de Che. Fizeram a bola rola a sua maneira. O primeiro time terminou no zero para cada lado e segundo continuou um replay do primeiro e também terminou no zero para cada lado.Copa-Mundo-Argentina-Suica-AFP_LANIMA20140701_0140_1

Veio a prorrogação. Novamente replay dos dois primeiro. Só que ao apagar das luzes, ocorreu o que sempre (quando se tem superstição) ocorre: Messi segura. Driblou um queijo pelo meio de frente para o gol tocou para sua direita, “com açúcar e dom afeto” onde estava Di María, ele, que não havia parecido para a partida, tocou no lado direito do suíço. E o resto foi comemoração dos Hermanos.

Na segunda partida, a Seleção da Bélgica foi para cima da aplicada Seleção dos Estados Unidos. Os belgas com maior intimidade com a dendeca ofereceram aos torcedores maiores momentos de futebol.

Embora a partida corresse franca e aberta, o garoto do placar dormiu na Fonte Nova. Veio a prorrogação. Os belgas, com uma torcida grandemente vibrante, tiraram o zero do placar. Logo em seguida, mais entusiasmado, colocaram mais um número no placar para acordar de vez o garoto.video-belgica-avanzo-a-cuartos-de-final-tras-vencer-2---1-a-ee.uu.

Só que os conterrâneos de Tio Sam não estavam mortos. Foram para cima e marcaram o seu gol. Com o gol ficaram excitados e se mandaram para a procura do empate que levaria para o penal. Só que os belgas, como diabos rubros, perturbaram o sonho de Tio Sam. Defenderam-se como puderam e se mandaram para as quartas de finais para enfrentar hermanos de Che.

Ressaca: pré-sal despeja meio milhão de barris na goela conservadora

No momento em que a Petrobrás alcança meio milhão de barris de petróleo extraídos do pré-sal, ouve-se um silencio sepulcral das goelas conservadoras.

por: Saul Leblon

DivulgaçãoNo momento em que a Petrobrás alcança meio milhão de barris de petróleo extraídos do pré-sal, ouve-se um silencio sepulcral das goelas conservadoras (leia a reportagem de Maurício Thuswohl; nesta pág)

As mesmas que amargam a ressaca  da Copa das Copas.

As mesmas que, há menos de uma semana, trovejavam  contra a cessão de novos  campos à estatal, com mais de 15 bilhões de barris, decidida pela Presidenta  Dilma.

O desconforto é enorme.

A eficiência da empresa em extrair  –aceleradamente– o óleo existente a seis mil metros abaixo da linha do mar,  comprova o acerto da cessão onerosa.
 
Mas reitera também o regime de partilha que ordena toda a exploração das maiores reservas descobertas no planeta no século XXI – decisão exitosa igualmente  bombardeada pelo conservadorismo e seu dispositivo emissor.

A República dos acionistas,  que pauta o jornalismo  isento, tem alergia a novos investimentos em exploração.

 Explica-se: momentaneamente,  eles podem reduzir o caixa dos dividendos.

 O fato de a cessão ter  transformado a estatal na detentora da segunda maior reserva de óleo do mundo, é desprezível aos olhos do interesse particularista que avoca sua supremacia em detrimento da nação e do futuro de sua gente.

Graças à decisão de Dilma,  a estatal criada por Getúlio Vargas  –cujo legado FHC prometeu dissolver—  passou a dispor de um estoque de 31 bilhões de barris exploráveis.
Pouco abaixo apenas da Rosnet (russa), com 33 bi/barris, mas que será certamente ultrapassada pela Petrobrás, que levita num oceano de reservas estimadas em 100 bilhões de barris.

 Não estamos falando de um detalhe tangencial à luta pelo desenvolvimento brasileiro.

O pré-sal, é forçoso repetir, quando tantos preferem esquecer, mudou o peso geopolítico do Brasil.

É como se o país ganhasse quatro  anos de PIB em petróleo, a preços de hoje  –sob  controle político da sociedade.

Graças ao regime de partilha, essa riqueza será estatalmente direcionada para reverter mazelas seculares incrustradas em seu tecido social.

Não se trata de um futuro remoto, como o demonstra o marco de meio milhão de barris de óleo atingido agora.

O pré-sal já alterou a curva de produção da Petrobras.

 A estatal, que levou 60 anos para chegar à extração  de dois milhões de barris/dia, vai dobrar essa marca em apenas sete anos.

Talvez menos.

A ignorância tudo pode, mas quem desdenha dessa mutação em curso sabe muito bem  o que está em jogo.

Dez sistemas de produção do pre-sal entram em operação até 2020.

Hoje, apenas oito anos após as descobertas, os novos reservatórios já produzem 500 mil barris/dia.

Em 2020 serão mais dois milhões de barris/dia.

A curva é geométrica.

Para reter as rendas do refino  na economia brasileira, a capacidade de processamento da Petrobras crescerá proporcionalmente: de pouco mais de dois milhões de barris/dia hoje, alcançará  3,6 milhões de barris/dia em seis ou sete anos.

Para isso estão sendo erguidas quatro refinarias, simultaneamente.

O conjunto requer  US$ 237 bilhões em investimentos até 2017.

É o maior programa de investimento de uma petroleira em curso no mundo.

E será assim por muitos anos –o que explica os surtos recorrentes de urticária da República dos acionistas e de seu jornalismo operoso.

Os desdobramentos desse ciclo não podem ser subestimados.

A infraestrutura é o  carro-chefe do investimento nacional no próximo estirão de crescimento a ser pactuado com toda a sociedade.

 Mais de 60% do total de R$ 1 trilhão em projetos serão investidos na cadeia de óleo e gás.

Objetivamente: nenhuma agenda política relevante pode negligenciar aquela que  é a principal fronteira crível de um salto do país em cadeias tecnológicas que viabilizem a sua inserção soberana no mercado mundial.

Mas foi  exatamente esse sugestivo lapso que o candidato ‘mudancista’, Aécio Neves, cujo coordenador de campanha será o não menos ‘mudancista’ presidente dos demos, Agripino Maia, cometeu em dezembro de 2013, quando lançou sua agenda eleitoral, já como presidenciável do PSDB.

Como observou Carta Maior naquela oportunidade, em oito mil e 17 palavras encadeadas em um jorro espumoso do qual se extrai ralo sumo, o candidato tucano  não mencionou uma única vez o trunfo que mudou o perfil geopolítico do país.

Repita-se, Aécio Neves lançou uma agenda eleitoral sem a expressão pré-sal.
O tucanato espojou-se no caso Pasadena; convocou fanfarras para alardear ‘o desgoverno’ dentro da estatal, mas não reservou um grão de areia de espaço em sua agenda eleitoral para tratar da grande alavanca estratégica representada pelas novas reservas brasileiras.

A omissão  fala mais do que consegue esconder.

O diagnóstico conservador sobre o país  –e a purga curativa preconizada a partir dele– é incompatível com a existência desse  incômodo cinturão de riqueza, a encorajar a construção de uma democracia social , ainda que tardia, por essas bandas.

Ao abstrair  o pré-sal  –exceto em confidências de Serra à Chevron, em 2010, quando prometeu reverter a partilha que  incomoda as petroleiras internacionais–  a agenda do PSDB   mais se assemelha a uma viagem de férias à Brazilândia do imaginário conservador, do que à análise do país realmente existente –com seus gargalos e trunfos.

Só se concebe desdenhar dessa janela histórica  se a concepção de país embutida em seu projeto negligenciar deliberadamente certas  urgências.

Por exemplo, a luta pela reindustrialização brasileira, da qual as encomendas do pré-sal podem figurar como importante alavanca, graças aos índices de nacionalização consagrados no regime de partilha.

Ou o salto da escola pública –que só terá 10% do PIB, como decidiu o Plano Nacional da Educação, porque poderá contar  com o fluxo da renda do pré-sal.

Ou ainda a saúde pública, igualmente beneficiada na divisão do fundo petroleiro, que assim poderá ressarcir o corte de R$ 40 bilhões/ano  imposto à fila do SUS pela extinção da CPMF, em 2010 –obra grandiosa da aliança  ‘mudancista’ demotucana.

Reconheça-se, não é fácil pavimentar o percurso oposto ao apregoado diuturnamente pelos pregoeiros do Brasil aos cacos.

A formação do discernimento social brasileiro  está condicionada por implacável  máquina de supressão da autoestima , que não apenas  dificulta a busca de soluções para a crise, como nega à sociedade competência para faze-lo de forma coordenada e democrática.

Melhor entregar aos mercados, aos mercados, aos mercados, aos mercados…

Eles, sim, sabem o que fazer disso aqui.

Recusa-se  aos locais a competência até mesmo para organizar uma Copa do mundo, que dirá gerir as maiores reservas de óleo do planeta, ou construir , uma nação, não qualquer nação, mas uma cujo emblema seja a convergência da riqueza, a contrapelo da lógica documentada por Tomas Piketty.

Com a maturação antecipada da curva do pré-sal  –como indica o marco dos 500 mil barris em extração–  as chances de êxito nessa empreitada aumentam geometricamente nos próximos anos.

Não é uma certeza, é uma possibilidade histórica. Mas o lastro é cada vez menos negligenciável.

Os efeitos virtuosos desse salto no conjunto da economia, porém, exigem uma costura de determinação política para se efetivarem.

Algo que a agenda eleitoral de quem assumidamente se propõe a ser uma réplica  do governo FHC, omite, renega e descarta.

A ver.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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