Arquivo para 5 de agosto de 2014

DILMA VISITA UNIDADE DE SAÚDE, QUE MODIFICOU ATENDIMENTO, A PARTIR DO PROGRAMA MAIS MÉDICOS

Dilma durante visita unidade de saúde em Guarulhos.

A presidenta Dilma Vana Rousseff, candidata a reeleição à Presidência da República, visitou a Unidade Básica de Saúde, em Guarulhos, município de São Paulo, e falou sobre as mudanças que ocorreram com a introdução dos profissionais de saúde ligados ao Programa Mais Médicos.

Durante o momento em que esteve na unidade, à presidenta foi grandemente aplaudida pelos presentes que acompanhavam a visita. Dilma falou que a unidade, durante oito meses, funcionou com apenas um médico, mas que agora tem dois médicos cubanos, um médico do Programa de Valorização Profissional da Atenção Básica e três concursados pela prefeitura de Guarulhos.

“Esta é uma unidade bastante efetiva, que trouxe melhoria significativa do atendimento na segunda maior cidade de São Paulo. A solução foi muito rápida para o problema do médico da atenção básica.

 Pelo Programa Mais Médicos, como vocês sabem concluímos ao atendimento de 100% da demanda pedida pelo 3.800 municípios. Hoje há uma cobertura de saúde para 50 milhões de brasileiros melhor do que havia antes. Porque o que estamos fazendo não é dividir, é juntar esforços no sentido de resolver o problema do atendimento à saúde da população.

Muita gente pensa que este programa foi feito para atender as regiões mais isoladas desse país, as mais distantes. Sem dúvida nenhuma fizemos o Mais Médicos para atender essas regiões, mas a principal demanda pelos médicos vem das cidades mais populosas do país. São Paulo é a cidade que mais demandou médicos”, falou Dilma.

E as direitas são contra o Programa Mais Médicos e querem ganhar as eleições.

POLICIAL COM TATUAGEM-NAZISTA, MEIN KAMPF (MINHA LUTA), É ACUSADO POR MANIFESTANTES DE SER AUTOR DE TORTURAS

No dia 23 de junho os manifestantes Fábio Hideki Harano, de 27 anos, e Rafael Marques Lusvargh, de 29 anos, foram presos por policiais durante ato contra a Copa em São Paulo. Os dois manifestantes foram levados até ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) e, de acordo com seus depoimentos, foram torturados.

Além do fato de serem manifestantes, mais um sinal os torna semelhantes: as torturas que sofreram foram executadas pelo mesmo policial. Eles identificaram o policial, porque o agente-agressor tem uma tatuagem no braço, onde se encontra escrito: Mein Kampf. Como é notório e do conhecimento da sociedade que acredita nos valores humanos e dignidade ontológica de ser, é o título do livro de Hitler que traduzido do alemão significa Mina Luta. Na verdade, a formação ideológica de Hitler composta por corpos psicopatológicos. Elementos psicopáticos.

A escolha da tatuagem-nazista para ser inscrita no corpo do policial, mostra o traço fácil de ser entendido porque o policial torturou os dois manifestantes. É lógico, que para ser torturado não precisa se declarar seguidor e leitor de Hitler. Aliás, as práticas nazistas estão bem difundidas no mundo. Há Estados que as usam constantemente e se dizem não nazistas.

Com as denúncias feitas pelos manifestantes, a Corregedoria da Polícia Civil encontra-se investigando a denúncia e Defensoria Pública juntou provas para que o Supremo Tribunal Federal julgue e conceda habeas-corpus para que eles sejam julgados em liberdade.

“Após as agressões, todos os policiais presentes começaram a me xingar e humilhar novamente. Havia um policial branco e alto com uma tatuagem no braço, que pelo que vi, estava escrito My Kampf. Fiquei assustado. Posteriormente, foi este policial quem me tirou as digitais”, disse Hideki.

Para o advogado Luiz Eduardo Greenhalhg, o policial agressor pode ser identificado pela tatuagem. E as agressões podem ajudar na defesa dos presos.

“E também na apuração das agressões, porque iremos apurá-las. Estou imaginando que quem bateu nele é um dos policiais que vai à Justiça como testemunha. A tatuagem é uma das formas de reconhecê-lo.

O médico no IML nem te olha e já manda de volta com o laudo como os dois policiais. É uma bobagem”, disse o advogado.

Não é surpresa encontrar cultuadores de Hitler nas forças opressivas se se encontra escrachadamente na própria internet. Basta ler comentários contra o governo Dilma. Agora, que trata-se de iminente perigo, trata-se.

EM VÍDEO, CARLINHOS MEDEIROS TRAZ SUA VERVE POLÍTICA.

É bom ver o companheiro Carlinhos Medeiros em atuação sempre engajado. Depois dos CDs, agora em vídeo.

A resposta ao arrocho

Contrapor-se ao discurso padrão de uma época nunca foi tarefa simples. A politização do embate econômico é a pedra de toque desta campanha.

por: Saul Leblon

Numa sequência de pronunciamentos encadeados entre a quinta e a sexta feira  da semana passada, Lula e Dilma começaram  exercitar a politização de um tema divisor da campanha presidencial de 2014.

Está em jogo a apresentação de uma alternativa crível  ao arrocho neoliberal, vendido como um misto de panaceia e fatalidade pelo conservadorismo  brasileiro.

Contrapor-se ao discurso padrão de uma época nunca foi tarefa simples.

Mais complexa ainda é a sua tradução para uma narrativa popular numa sociedade dominada por um oligopólio midiático de conhecido alinhamento ideológico com as causas dos endinheirados.

A politização do embate econômico é a pedra de toque capaz de romper a falsa aparência de consenso que reveste a defesa do interesse particular como se fosse o de todos os brasileiros.

Foi isso que Dilma e Lula começaram a fazer. É isso que precisa ser aprofundado até a boca da urna de outubro.

Trata-se de romper o jogo de espelhos que hipnotiza a sociedade impedindo-a de enxergar além da muralha que aprisiona seu potencial, sua criatividade e  seus recursos.

O Brasil está no meio do caminho de se enxergar com os  próprio olhos.

Reconhecida pelo FMI como a nação que mais reduziu o desemprego em pleno colapso mundial –11 milhões de vagas foram criadas  desde 2008, enquanto o mundo fechava mais de 60 milhões de postos de trabalho–  o país, todavia, é estigmatizado  como a ovelha negra pelo padrão ortodoxo.

Assim tem sido tratado pelos candidatos do peito dos mercados nesta eleição.

Nos salões elegantes o lamento é unânime: ‘o quase pleno emprego vigente na economia impede que os ganhos de produtividade se façam pelo método tradicional’. Qual? A compressão dos holerites, também chamado arrocho, impulsionado pela  rotatividade  descendente da mão de obra assalariada.

A ‘purga’  trabalhista e social é acenada como elixir paregórico  capaz de devolver ‘eficiência’ à indústria, moderação aos preços (pelo garrote sobre a demanda) e equilíbrio fiscal (com a depreciação do salário mínimo e, por tabela, dos benefícios aos aposentados da previdência).

Entre os doutores da ‘racionalidade’, a arrochoterapia  é anunciada como um tratamento obrigatório após as eleições, ganhe quem ganhar.

O ‘consenso’  não conta com a anuência da candidata que lidera a disputa, nem do seu principal cabo eleitoral.

No evento na CUT, 6ª feira passada, Dilma flechou: ‘Nosso remédio para os males do Brasil não passa pelo desemprego’.

Falando ao seu lado no dia seguinte, em Montes Claros (MG), no primeiro comício da campanha,  Lula reiterou: ‘Dilma sabe que a inflação prejudica exatamente a população que vive de salário. Ela quer provar que é possível controlar a inflação sem ter desemprego e sem ter arrocho salarial (como preconiza o PSDB)’.

A determinação encerra desafios apreciáveis.

Ao resistir à ‘destruição criativa’ promovida pela maior crise do capitalismo desde 1929, o Brasil tornou-se de fato um paradoxo.

Enquanto a participação do trabalho na renda esfarela em boa parte do mundo, aqui ela cresceu  desde 2008.

Em boa parte, segundo o Ipea, por conta do ganho real de poder de compra do salário mínimo, que teve um aumento de 70% acima da inflação, desde 2003.

Sob governos do PT , a renda dos  10% mais pobres  deu um salto de 91,2%.  A parcela endinheirada ficou com um ganho da ordem de 17%.

Estamos falando do fluxo da riqueza, sem mexer ainda nos estoques acumulados.

Uma parte da distribuição promovida desde 2003, porém, tem vazado para os mercados ricos,  através das importações baratas que sufocam a manufatura brasileira. Por tabela depreciam os salários ao gerar um número menor de vagas no setor industrial, que paga melhor e irradia produtividade a todo o sistema econômico.

25% do consumo atual de manufaturados no Brasil tem origem em mercadorias importadas.

O déficit comercial específico nessa área foi de US$ 105 bi no ano passado.

A solução conservadora é martelada sem trégua pelo seu aparato emissor.

O Brasil precisaria, segundo essa visão,  de um choque de juros e de um aumento do desemprego; mais um arrocho de gastos públicos.

Finalmente, necessitaria de uma abertura comercial ampla, com cortes de tarifas, câmbio livre e mobilidade irrestrita para os fluxos de capitais.

O conjunto, assegura-se, permitiria desmantelar a couraça de ‘atraso’ e custo elevado  –o ‘populismo lulopetista’  que impede o  país de  voltar a crescer com eficiência e a competitividade.

Não se explica crescer para quem, nem como a partir daí.

Trata-se, em síntese, de trazer para o país os  desdobramentos da crise mundial  que o PT tenta evitar desde 2008, e de faze-lo  na forma de um grande  arrocho em dose única – ‘no primeiro ano; se possível, no primeiro dia’, promete Aécio às plateias empresariais.

As intervenções de Dilma e Lula colocam um pé na porta que ameaça interditar o futuro da população com um longo ferrolho de arrocho e desemprego.

O desafio é convencer o eleitor de que desmontar a tranca não é tarefa exclusiva dos  sábios da macroeconomia. O impulso da alavanca depende de um maior  discernimento da sociedade, capaz de engajá-la  na repactuação das bases do desenvolvimento.

Alimentar essa engrenagem é a tarefa progressista nesta campanha.

A aposta exige  forte coordenação do Estado e a ampliação da democracia participativa para funcionar.

Mais que nunca vale o mandamento: política é economia concentrada.

Nas discussões em curso dentro e fora da academia, algumas estacas começam a delinear  o caminho ainda a ser debulhado em linguagem popular nos palanques e na televisão; a saber:

1. Evitar a recessão evocada pelo conservadorismo — Preservar o mercado de consumo de massa ampliado desde 2003 é crucial para se ter um trunfo na reordenação do crescimento. Dispor de um mercado interno em expansão  é  o principal diferencial do Brasil  num mundo em crise, capturado pelo binômio da demanda rastejante associada à baixa atividade produtiva. É isso que o conservadorismo quer importar para cá como lacto purga para restaurar o império dos livres mercados sobre os anseios da sociedade.

2. Não errar o diagnóstico da inflação –Arrochar salário e crédito para derrubar a  inflação é um erro.  A  inflação de alimentos, bem como as pressões decorrentes  do custo da energia, tem origem na seca, não na exacerbação da demanda. E os indicadores estão em queda.

3. O ajuste cambial possível — O dólar baixo que desequilibra a balança comercial reflete, em primeiro lugar, a fraca recuperação mundial e a inundação de liquidez nos mercados globais, que já ensaia novo ciclo de bolhas. É possível recuperar alguma margem competitiva com uma dose combinada de desvalorização cambial e redução do juro , a partir do próximo ano, quando a inflação climática perder seu ímpeto. Mas  as projeções para o comércio mundial são pouco animadoras. As cotações das commodities, sobretudo grãos, segundo a FAO,  tendem a recuar ainda mais nos próximos dois anos. Os superávits comerciais elevados da última década que ampliaram a margem de manobra do desenvolvimento brasileiro  não devem se repetir. Daí a importância de se preservar o dinamismo interno como condição indispensável para reordenar o crescimento econômico.

4. Em vez de arrocho fiscal, corte de juros –  A despesa fiscal que pode ser contida é o gasto com o juro da dívida pública, que devora cerca de  5% do PIB  ao ano. As demais despesas são incomprimíveis. Há espaço para cortar juros em linha com um recuo da inflação de alimentos. A relação dívida bruta/PIB permanece estável no Brasil desde 2004, em torno de 57%. Não se justifica que o país tenha uma das três maiores taxas de juros do planeta. Nos países desenvolvidos, a relação dívida/PIB saltou de 80,4% para 108,5% desde 2004. A taxa de juro elevada  impede operações de longo prazo: os bancos não emprestam para projetos de investimento de 20 e 30 anos. Criou-se um círculo de ferro: o desestímulo ao investimento produtivo serve, ao mesmo tempo, como incentivo à atividade rentista; que por sua vez deixa o crescimento  na dependência exclusiva do consumo. Quebrar esse torniquete requer quebrar o dogma conservador do juro alto.

5. Controle de capitais —  As linhas de passagem para um corte sustentado dos juros incluem: a) salvaguarda contra fugas de capitais na forma de uma regra de ingresso que estabeleça uma permanência mínima no país; b) forte incentivo à produtividade industrial para reduzir o peso dos importados no consumo interno. Porém, sem ilusões: o Brasil não será capaz de suplantar a competitividade asiática em boa parte das linhas de consumo já abocanhadas pela oferta oriental; a ênfase das políticas de desenvolvimento industrial deve recair sobre setores nos quais o fôlego manufatureiro ainda resiste. O equilíbrio entre importações e contas externas terá que ser modulado com a maturidade das exportações do pré-sal; o forte incremento na industrialização de commodities e saltos de inserção em cadeias globais nas quais a competitividade brasileira é real –caso da aeronáutica, por exemplo, emas também setor de energia e serviços (grandes obras). Arrochar  o mercado interno como forma de equilibrar a balança comercial, ao contrário, sepultaria de vez o atrativo ao investimento representado pela pujança da demanda popular.  Sobretudo, porém, não teria nenhum efeito positivo sobre a relação de troca desfavorável, fruto de um horizonte de queda nos preços das commodities. A receita ortodoxa simplesmente engessaria a economia de vez, privando-a de uma das poucas alavancas de comando endógeno que ainda restam ao país.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Outras Comunalidades

   

Categorias

Arquivos

Blog Stats

  • 4.243.149 hits

Páginas

Arquivos