Arquivo para 23 de setembro de 2014

O INÚTIL VOTO ÚTIL DAS DIREITAS

DilmaQuioto

O conservador é aquele sujeito que alienado do processo histórico criador conserva as ideias que defendem a imobilidade da existência. O que significa dizer que ele carrega duas fobias básicas. Uma nega e ataca o movimento real porque este lhe causa ansiedade com suas ideias novas. Ideias que ele, por ser conservador, não sabe como lidar com elas. Outra porque pretende manter o estado de coisa em que se encontra que lhe possibilita segurança e satisfação material, por ser capitalista.

Assim, o conservador conserva o que lhe é de interesse. E conservando permanece imutável até na sua forma de racionar, visto que seu raciocínio opera com as notas cognitivas já despotencializadas em função da permanente imobilidade. Seu raciocínio não tem fundamento epistemológico, mas constante recognição. A repetição do mesmo. O já visto e ouvido repetido como o significante imóvel de sua existência desativada.

Essa realidade mental cuja cognição está desativada para outras compreensões ou saberes capazes de produção de novos dizeres constituintes, o faz o modelo reacionário. O sujeito que só reage a sua primeira ideia que serviu de base de proteção de seu conservadorismo. Por isso, se afirma que todo conservador é reacionário. Não é sujeito de ação, mas de reação.

Pois, é com essa mentalidade imóvel que hoje, nesse tempo de eleições, vemos e ouvimos conservadores-reacionários afirmarem, com medo que Dilma seja reeleita, que é preciso recorrer ao voto util. Votar em qualquer candidato, contanto que vença a candidata do governo popular. Por que essa preocupação-fóbica? Porque eles, embora bem protegidos por seu deus-capital, eles querem mais e ter ingerência nas coisas do chamado poder governamental. Além, é logico, de suas psicopatologias que lhes tornam sujeitos invejosos, ressentidos e perversos políticos. Estes inimigos das classes ditas menos favorecidas que os governos populares respeitam e trabalham para que elas tenham autoestima e passem a interferir no processo de crescimento social do país.

Nesse momento em que a disputa eleitoral vai, segundo pesquisas e conversas entre os eleitores, se definindo com incontestável reeleição de Dilma, sustentada com as posições dos outros candidatos Marina e Aécio com diminutas intenções de votos, realidade que lhes impossibilitam à eleição, o estúpido e patológico voto útil se mostra em sua total inutilidade.

E nesse quadro voto útil, revela-se dupla hilaridade. Uma, é a que mostra a reeleição de Dilma revelando a esses tipos, conservadores-reacionários, a inutilidade de seu voto útil. Outra, é que o voto útil dos conservadores-reacionários torna-se inútil diante da potência das políticas públicas. Hilaridade que escancara o a limitação cognitiva e o analfabetismo político desses tipos de sujeitos a-históricos. 

O que confirma que para eles útil é o que lhes mantém imóveis e na ilusão da satisfação e segurança. Voto útil é o corpus político que encadeia fluxos na produção constitutiva da democracia e não anseio individualista burguês.

13 motivos para votar na Dilma

Dilma Rousseff significa a preservação do papel do Estado e dos bancos públicos na economia e na sociedade como elementos indutores do progresso.

Wadih Damous (*)

Esta eleição presidencial se desenha como a mais disputada dos últimos anos. A morte de Eduardo Campos e o perfil que assumiu a candidatura Marina Silva tornaram o resultado imprevisível.

Marina tenta se equilibrar numa tênue linha que torne compatíveis suas posições anteriores e as de seus novos aliados de alma tucana. Ainda que perca credibilidade com seus vaivens e com uma ginástica que parece não ter fim, o resultado da eleição não está definido, nem a vitória de Dilma Roussef, assegurada.

Daí a importância de se ter clara a diferença entre as duas alternativas.

Dilma significa a preservação do papel do Estado e dos bancos públicos na economia e na sociedade como elementos indutores do progresso, numa perspectiva de redução das desigualdades. Ela é a opção dos que compreendem que o mercado seria incapaz, por si só, de melhorar a distribuição de renda ou o acesso de todos aos direitos sociais básicos.

Isso é fato.

A opção Marina se assenta na perspectiva neoliberal, segundo a qual o mercado seria capaz de trazer justiça social e distribuição de renda. O mesmo se diga de Aécio Neves.

Mesmo que possa haver críticas às gestões do PT na Presidência, é inegável que elas são muito diferentes das de FHC e trouxeram avanços significativos para o país. Uma vitória eleitoral de Marina (ou de Aécio) representaria um indiscutível passo atrás.

Isso é fato

Vale a pena olhar para os últimos 12 anos.

Com os programas sociais desenvolvidos por Lula e Dilma houve considerável redução da miséria no país, comprovada por todos os índices e reconhecida internacionalmente.

Isso é fato.

Nos governos do PT foram criados 23 milhões de novos empregos com carteira assinada.

Isso é fato.

Com Dilma foi criado o Mais Médicos, que, mesmo não sendo solução definitiva para os problemas de saúde, levou assistência médica a um grande número de regiões antes abandonadas. Vieram para o país mais de 15 mil médicos e o programa é aprovado por 87% dos brasileiros.

Isso é fato.

Com Lula e Dilma ganhou corpo o aumento do poder de compra do salário-mínimo, hoje 73% maior, em termos reais, do que em 2001.

Isso é fato.

Dilma e o PT têm como prioridade a realização de uma reforma política, essencial para o avanço da democracia e a limitação do poder econômico. Marina ou Aécio não encampam esta posição.

Isso é fato.

Ao contrário do que acena Marina, Dilma já reafirmou que o Banco Central manterá sua autonomia operacional, mas não será independente do presidente e do Congresso, cuja legitimidade vem das urnas. Portanto, não será capturado pelo sistema financeiro.

Isso é fato.

Ao contrário do que ameaça fazer Marina, Dilma já reafirmou que não retirará quaisquer direitos dos trabalhadores, sob pretexto de “atualização” da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Isso é fato.

Com Dilma – apesar dos acenos a certos setores fundamentalistas – o Estado laico será respeitado, como manda a Constituição.

Isso é fato

Dilma vai manter a Lei da Partilha, que aumentou a presença do Estado e da Petrobrás na exploração do pré-sal.

Isso é fato.

Ao defender o plebiscito e a Constituinte exclusiva, Dilma mostrou-se mais sensível aos reclamos das ruas do que os outros dois candidatos.

Isso é fato

Por tudo o que foi dito acima, fica claro que a eleição de Marina ou Aécio seria um enorme retrocesso para o país.

O voto em Dilma é a opção daqueles que querem que a democracia e a justiça social continuem avançando.

Isso também é fato.

(*) Ex-Presidente da OAB do Rio de Janeiro por duas vezes e atualmente , escolhido pelo voto direto do advogado, e atualmente Presidente licenciado da Comissão Nacional de Direitos Humanos de OAB e da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro

Melodrama de Marina emociona, mas não convence

Marina Silva começa a sentir na própria pele os limites do discurso melodramático onde apoiou seu crescimento desde a morte de Eduardo Campos.

Darío Pignotti, Página/12 (@DarioPignotti)

Marina Silva começa a sentir na própria pele os limites do discurso melodramático onde apoiou seu crescimento desde a morte de Eduardo Campos, perceptíveis nas pesquisas de opinião e no público. A presidenta Dilma Rousseff voltou a crescer na última pesquisa do Datafolha perto das eleições de 5 de outubro, fortalecida por um discurso direto, sem apelo emocional, sustentado em argumentos documentados, diante da narrativa oca de Marina Silva, apoiada de forma militante pela grande mídia.

A opção preferencial pelos bancos alardeada por Marina e confirmada por seus conselheiros como Eduardo Giannetti da Fonseca é rebatida por Dilma.

“Banco Central independente (proposto por Marina) é colocar um quarto poder na Praça dos Três Poderes. Aí vai chamar Praça dos Quatro Poderes… mas não é só isso, ela diz que vai reduzir o papel dos bancos públicos”, declarou a candidata à reeleição nesta segunda-feira (22), em entrevista ao programa Bom Dia Brasil.

A afirmação da candidata do PT não é um ataque à sua adversária, mas a posição de quem, durante quatro anos de mandato, reduziu os graus de autonomia do BC, apesar da hostilidade da “grande imprensa” e do rancor da BOVESPA, transformada no mais radical reduto oposicionista.

Respaldada pelos programas sociais aplicados durante os 12 anos de governo do PT, na semana passada, Dilma prometeu que se fosse reeleita o Bolsa Família continuará vigorando, mas colocou em dúvida que Marina o mantenha como é atualmente, atendendo 50 milhões de pessoas, devido aos compromissos assumidos pela oposição com setores que sempre a consideraram uma “política populista” e chamavam o programa de política da “bolsa esmola”.

“Faltam poucos dias para a eleição e, neste momento, o clima fica um pouco quente e nós sabemos que começa uma série de mentiras e boatos falsos por aí”, alertou Dilma.

Aí Marina entrou em cena com uma propaganda na televisão que mescla a estética das novelas mexicanas (piano de fundo acompanhando suas palavras) com a ascendente emotividade de um sermão evangélico.

A propaganda começa com um plano curto de Marina gritando: “Dilma, fique ciente, não vou lhe combater com as suas armas. (surge um piano no fundo)… Nós vamos manter o Bolsa Família. E sabe por quê? (Volta o piano) Porque eu nasci lá no Seringal Bagaço (AC). Eu sei o que é passar fome. Tudo o que minha mãe tinha para oito filhos era um ovo e um pouco de farinha e sal com umas palhinhas de cebola picada”.

Em seguida, o plano abre para mostrar Marina discursando diante de centenas de pessoas que a interrompem para aclamar seu nome, enquanto uma assistente, parada junto dela no palco, chora quando aparece o aviso de transmissão em cadeia nacional de tevê.

“Eu me lembro de ter olhado para o meu pai e minha mãe e perguntado ‘vocês não vão comer?’.(pausa da candidata, com a voz embargada, que se recompõe e conclui), Quem viveu essa experiência jamais acabará com o Bolsa Família”. O que Marina conta é verdade. Nasceu e foi criada na miséria, seu pai vive atualmente na pobreza, trabalhou em seringais da Amazônia, onde contraiu uma doença séria, militou contra fazendeiros, decidiu ser freira e depois desistiu, aprendeu a escrever aos 16 anos e obteve título universitário aos 25.

Até sua candidatura está marcada pela tragédia, já que foi anunciada candidata poucos dias depois de o socialista Eduardo Campos falecer, em 13 de agosto, em um acidente aéreo. Imediatamente a Globo montou uma cobertura especial, com transmissão em tempo real de um funeral que foi, na verdade, plataforma de lançamento da dirigente ambientalista.

A retórica de Marina emociona porque sua vida é de novela, mas sua reformulação política se ampara em argumentos genéricos, ou em retratações quase cotidianas sobre qual será sua política petroleira, trabalhista, sobre anistia aos repressores da ditadura ou sobre LGBT.

Curiosamente sua postura teatral e a falta de precisão foram elogiadas recentemente pela revista semanal liberal The Economist, britânica, que desde 2013 teve a missão de liderar a campanha internacional contra a política econômica dilmista, pedindo a renúncia do ministro da Fazenda Guido Mantega.

Até hoje, a 13 dias das eleições, Marina não respondeu a Dilma quando ela pergunta como conciliará uma política econômico ortodoxa com a expansão dos programas sociais e das políticas de promoção de habitação popular, aumento do emprego e reajuste salarial acima da inflação, como acontece desde o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2011).

Dilma, em contrapartida, não muda sua voz e seu estilo. Se fosse comparado a algum gênero televisivo, se aproximaria de um sóbrio programa de notícias.

“Eu não ataco a candidata Marina, eu apresento minhas divergências, isso é a democracia… porque acredito que a campanha deve ter um alto nível de debate”.

Faz uma semana que a contraposição de argumentos e estilos ressurgiu quando Marina falou de “atualizar” a legislação trabalhista”, como recomendou o professor Giannetti da Fonseca”, economista liberal que foi membro da FIESP e declara compartilhar o modelo aplicado nos anos 90 pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Dilma retrucou firmemente a sugestão de Marina, “eu não mudo os direitos que estão na legislação trabalhista nem que a vaca tussa… estou falando de férias, décimo terceiro, horas extras, fundo de garantia por tempo de serviço”.

Marina defende a terceirização usando os mesmos argumentos dos patrões. Vejam o que está escrito lá: “a terceirização leva a maior especialização produtiva, a maior divisão do trabalho e, consequentemente, a maior produtividade das empresas. Com isso, o próprio crescimento do setor de serviços seria um motor do crescimento do PIB per capita”, disse Vagner Freitas, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores).

“No Brasil, nunca ouvimos ninguém falar em reformar a CLT para beneficiar os/as trabalhadores/as. FHC é um exemplo disso. Ele tinha um projeto de “atualização” da CLT que representava, de fato, a total desregulamentação do mercado de trabalho”, reforçou o dirigente sindical.

Estas podem ser possivelmente as eleições mais disputadas desde 1989, quando Fernando Collor de Mello, também praticando um discurso teatral (respaldado pelas novelas da Globo) venceu as primeiras presidenciais após a ditadura.

Com empate técnico entre as candidatas, nenhuma análise rigorosa está em condições de vaticinar quem vencerá nas urnas em 26 de outubro. Mas no duelo de estilos, Dilma fez valer o seu ao colocarem evidência os eufemismos de Marina com sua fuga para o melodrama.

O estilo de Dilma é uma estratégia de forma e de fundo: emprega frases diretas para politizar a disputa, enquanto sua adversária, defensora de uma “nova política” de contornos voláteis, refugia-se em consignas como “vou governar com os melhores, não importa de que partidos venham” ou “eu não proponho o embate, quero o debate”.

“A estratégia de vitimização teve efeito contrário… Agora ela terá de correr atrás do prejuízo”, com planos melhor fundamentados, observou Helio Gastaldi do instituto IBOPE.

Dilma, devido a seu discurso frontal, entre outros motivos, conta com uma alta rejeição, de 33%, mas seu eleitor é “mais fiel”, enquanto Marina tem rejeição de 22% e um “O voto dela é o mais volátil. É um voto do momento. Se a campanha tivesse uma duração maior, Marina teria mais a perder do que ganhar”, aposta o especialista, sem desconhecer que a ambientalista é a favorita para um segundo turno.

Tradução: Daniella Cambaúva


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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