Arquivo para 8 de outubro de 2014

O QUE AS DIREITAS PRETENDEM É A HEGEMONIA DA SUBJETVIDADE DOMINANTE, MAS NÃO SABEM DOS DEVIRES CRIADORES DO NOVO

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Nesta eleição de segundo turno, como nas anteriores que elegeram Lula e Dilma, o que às direitas pretendem mesmo é a hegemonia da subjetividade dominante: o sistema de significações do corpus capitalístico. Aquele que serializa, registra e modeliza o indivíduo como sujeito-sujeitado a essa subjetividade. Que como sujeito-sujeitado passa a ser agente reacionário, oprimido e alienado. Reflexo da subjetividade que o modelou.

Como o processo de produção de subjetividade é resultante de um agenciamento coletivo de enunciação, como apresentam os filósofos Deleuze e Guattari, o capitalismo recorre a todas as instâncias sociais para encadear uma semiótica dominante de captura para produzir os indivíduos e não as singularizações. Para isso ele usa as mídias, a indústria cinematográfica, fotográfica, televisão, rádio, teatro, indústria musical, tecnologia-virtual, as relações nas fábricas, praças, escolas, todos os territórios em que ele possa se espalhar como cartografia indesejante. Assim, seu indivíduo, sujeito-sujeitado, tem sua vida psíquica dominada. Seus afetos, seu gostos, suas escolhas, seus quereres, suas amizades, suas escritas, suas falas, comportamento, confirmam apenas que eles são meros sujeitos de enunciados dessa subjetividade. Nada de original ou singular.

Dois exemplos para facilitar a compreensão sobre quem se encontra sob essa ordem, opressiva e alienada como sujeito-sujeitado desse agenciamento coletivo de enunciação do Capitalismo Mundial Integrado (CMI), como mostra Guattari. Ou, mais fácil, quem está serializado, registrado e modelizado por nessa subjetividade. Um, os sujeitos-sujeitados que usam a internet para projetar os enunciados da subjetividade dominante nos eleitores de Dilma. Como vem ocorrendo os impropérios lançados por esses indivíduos sobre os nordestinos e nortistas que votaram em Dilma. Outro, a enunciação do sabotador da velhice, Fernando Henrique, que chamou os eleitores que votam em Dilma de pobres e ignorantes. Ambos comprovam o que Deleuze e Guattari disseram sobre a linguagem: “a linguagem não é para que se acredite nela, mas para obedecer e ser obedecido”. O fundamento do discurso indireto concretizado como palavra de ordem. A circularidade do significante.

Como se entende, os dois estão a serviço do sistema de significações dominante. Ambos fazem parte do discurso paranoico do Estado capitalístico. Nenhum tem singularidade porque são sujeitos-sujeitados dessa subjetivação. A singularidade é da ordem “de expressão e criação (Guattari)”. Como o capitalismo é mundialmente integrado (CMI), os mesmos comportamentos dos oprimidos alienados internautas e Fernando Henrique se encontram em qualquer lugar do planeta naqueles que são inimigos da democracia real. O ódio fabricado neles por essa subjetividade é fortalecido pela impossibilidade deles capturarem as singularizações que produzem o novo. O que significa que eles são os ignorantes da subjetividade.

O capitalismo como tentativa de subjetivação burguesa do mundo já tem mais de 500 anos. Contando com seu nascedouro, como diz Marx, na Idade Média, por força dos arrendatários, tem 600 anos. Por isso, o que Fernando Henrique emite juntamente com seus comparsas internautas, é a redundância histórica dessa subjetivação dominante. Que significa a inutilidade do significante, a palavra de ordem que essas enunciações pretendem como verdadeiras. O fracasso da ecolalia: a inutilidade de um regime de signos vazios.

É por isso que essa subjetivação não tem força contra os agenciamentos coletivos de enunciações que constituem as singularizações. Como regime de signos desativados não capturam os fluxos mutantes e os quantas desterritorializantes do novo que estão representados nos eleitores de Dilma e que se encontram em todas as instâncias sociais em formas de percepções e entendimentos da subjetividade dominante. O que faz com que sejam singularidades-críticas da subjetividade opressora e alienadora que tem como formas de dominações as séries, os registros e os modelos capitalísticos. Tudo que as singularidades escapam.

Escravizados pelo sistema de significações dominante o que eles mais pretendem é que todos sejam escravos como eles. Que formem a hegemonia dos oprimidos e alienados. Como eles não conseguem esculpir este quadro-doloroso, eles odeiam as singularizações que são potências livres. Então, recorrem aos recursos que a subjetividade-alienadora lhe talhou: os signos odientos e invejosos.

Assim, o que esta eleição mostra, e que já foi mostrado nas outras eleições que participaram Lula e Dilma, são dois enunciados decorrentes das produções dos agenciamentos coletivo de enunciação. De um lado se tem as direitas sustentadas em seus corpos reacionários, desesperados, imóveis em suas séries, registros e modelos capitalísticos representadas pelo candidato-burguês Aécio, apavoradas com o novo. E do outro lado às singularidades em movimento continuum constituintes da poiesis e da práxis fluindo como novo em Dilma.  

 Em síntese, são os reativos-passivos desatinados de inveja dos ativos-produtivos.

A INTELIGÊNCIA, A CRIATIVIDA E A EDUCAÇÃO POLÍTICA DO ARTISTA BRAULIO BESSA UCHOU DIANTE DA ESTUPIDEZ RACISTA DE ELEITORES DAS DIREITAS

Veja e ouça o vídeo da Nação Nordestina e depois analise e tome sua posição racional.

Há uma pedra no meio da língua de Aécio

Aécio Neves festejou a virada sobre Marina Silva, cujo encolhimento franqueou ao tucano a vaga de adversário de Dilma Rousseff no 2º turno da eleição presidencial deste ano.

por: Saul Leblon

A virada sobre a candidata do PSB, de fato expressiva (pesquisas de véspera davam a Aécio 21% das intenções de voto e ele chegou a 33,5%), precisa ser qualificada para não ser subestimada, nem mistificada.

Aécio cresceu menos por seus méritos, mais pela polaridade estabelecida entre Marina e Dilma, que praticamente monopolizaram o primeiro turno.

Se o embate entre as duas deixou a candidatura tucana no limbo por um período, contribuiu também para preservá-la de um escrutínio mais duro de propostas e dissecação histórica.

À medida  em que Marina perdeu o magnetismo inicial, setores que a apoiavam migraram em debandada de volta a Aécio, que arrebanhou, ademais, os votos temerosos de uma vitória de Dilma no primeiro turno.

Isso ficou nítido na votação significativa do tucano no quartel-general do conservadorismo brasileiro: no estado de São Paulo ele obteve mais de 10 milhões de votos, contra 5,9 milhões de Dilma.

Mesmo assim, a  vantagem que Dilma leva agora para o 2º turno (41,5% x 33,5%, oito pontos), embora inferior a de 2010 quando fez 47% contra  32,6% de Serra,  representa oito milhões de votos de dianteira. Em 2010 foram 14 milhões de votos (*).

Se é óbvio que desfrutará do apoio uníssono do jornalismo isento,  tucano não disporá mais do abrigo de ostracismo agora que personifica o polo antagônico do projeto de construção de uma democracia social no Brasil.

Não só.

Será difícil para quem se propõe a ‘consertar o país’, explicar por que os eleitores do seu estado natal, que vivenciaram essa habilidade  ao longo de dois mandatos sucessivos do candidato, rechaçaram solenemente a sua continuidade neste domingo.

Aécio foi duplamente derrotado em Minas Gerais.

Não qualquer dupla derrota.

O candidato do ex-governador foi derrotado logo no primeiro turno da disputa estadual; não por uma margem estreita, mas por 52% contra 43%. E não por qualquer adversário: pelo PT.

O mesmo partido que ele acusa de haver demolido o Brasil e assaltado a Petrobrás.

Minas tornou-se a pedra no meio da língua de Aécio.

Quanto mais ele ataca o PT, mais complicado fica explicar a sua derrota em Minas.

Como um partido tão ruim foi capaz de derrotar um ciclo tão bom de administrações comandadas por ele?

E para que não haja qualquer tentativa de confundir a derrota emblemática com questões locais, Minas enviou um segundo torpedo ao Brasil.

Embrulhado no ditado ‘só quem não conhece que te compra’, deu a Dilma 43,46% dos votos, contra 39,77% para Aécio Neves.

Nada disso deve ser confundido com otimismo ingênuo diante da virulenta batalha do 2º turno que começa nesta 2ª feira.

Mas é preciso qualificar o adversário que o conservadorismo tentará vender nos próximos dias  com o mesmo celofane da ‘unanimidade mudancista’, com que revestiu Marina Silva, quando ela chegou a ostentar 10 pontos de vantagem no 2º turno sobre Dilma (50% a 40%).

Despida a mística do proficiente governador chega-se ao núcleo duro da disputa, aquilo que realmente importa e está em jogo.

Serão três semanas de confronto duro entre dois projetos de país e duas estratégias de enfrentamento da crise mundial, que está longe de acabar.

Uma, preconiza desarmar a sociedade e amesquinhar o  Estado. Liberado o campo  –de que faz parte derrotar o PT–  entrega-se a economia à lógica do arrocho, esfarelando direitos, empregos, renda e soberania, para dessa forma canalizar riqueza aos mercados encarregados de reordenar  o país, a economia e os pilares do crescimento.

É a mesma lógica da ‘contração expansiva’ (contração dos de baixo para abrir caminho à expansão dos do alto) aplicada na Europa há quatro anos, com os resultados sabidos.

A outra estratégia envolve uma obstinada negociação política das linhas de passagem para um novo ciclo de desenvolvimento.

Ancora-se em quatro patas: avanço da igualdade, salto na infraestrutura, impulso industrializantes do pré-sal e reforma política com democracia participativa.

Nessa repactuação  de metas, prazos, concessões, sacrifícios, ganhos e salvaguardas, a voz dos mercados não poderá sem impor, nem abafar a da sociedade, que para isso requisita  canais adicionais que a vocalizem.

Esse é o jogo, cujo segundo tempo começa agora.

Como diz Lula, não é o tipo do jogo que se ganha em gabinetes.

Mãos à obra.

E pés nas ruas.

(*) Dados sobre totais de votos de 2010 retificados em 06/10 , às 12:57

Dilma e a esperança

Carta Capital apoia a reeleição porque sabe que o PSDB é a direita e uma vitória tucana significaria o retorno ao passado

por Mino Carta

A mídia nativa encontra à última hora o novo salvador da pátria. Aécio Neves atropela Marina Silva na reta final do primeiro turno da eleição presidencial e consegue o segundo lugar com uma porcentagem de votos que supera as expectativas. O tucanato está em festa, e tem boas razões para tanto, a se considerar a rápida ascensão do seu candidato. Agora na aposta da continuidade do desempenho em elevação.

O verdadeiro partido de oposição, a saber a imponente estrutura midiática, exulta, na certeza de que sua atuação foi decisiva em alguns estados, sobretudo em São Paulo. De fato, este primeiro turno confirma a terra bandeirante como a mais reacionária do País. São Paulo não somente reelege um governador incompetente como Geraldo Alckmin, irresponsável até em vários casos, além de envolvido em escândalos, mas também confere a Aécio Neves uma vantagem abnorme em relação a Dilma Rousseff.

Segundo aspecto do pleito a ser acentuado: a clamorosa falha das pesquisas em vários estados. Em São Paulo, a surpresa está no resultado alcançado pelo candidato do PT, Alexandre Padilha, muito acima da porcentagem atribuída pelas pesquisas, tão baixa de fio a pavio, a ponto de levar a Globo a se desinteressar, com indisfarçável alegria, da cobertura da sua campanha.

Notável o erro em relação à Bahia, onde a vitória de Paulo Souto no primeiro turno era garantida por robusta porcentagem, e onde quem se sagrou governador de saída é o escolhido de Jaques Wagner, Rui Costa. E no Rio Grande do Sul quem trafegou em terceiro lugar desde o início da campanha a governador, Ivo Sartori, do PMDB, vai para o segundo turno em primeiro lugar. Cabe questionar os institutos: incompetência ou má-fé? Deslize em proveito da crença guardada a sete chaves, ou falta total de acuidade?

Algo mais a anotar: o excelente resultado obtido pela presidenta no Nordeste, a região que soube entender e aproveitar o êxito das políticas realizadas nos últimos 12 anos pelos governos de Lula e Dilma. Mais expressivo de todos, o desfecho baiano. Ali havia motivos para temer o retorno do carlismo, já representado na prefeitura de Salvador pelo neto de Antonio Carlos. Registra-se o êxito da administração wagneriana, sem cavalgada das Valquírias.

Na visão óbvia das próximas três semanas, a nos separar do segundo turno da eleição presidencial, não é árduo prever uma disputa ao último sangue, com a participação maciça da mídia alinhada compactamente às costas do tucanato e, do outro, de Lula, novamente em ação, talvez mais do que nunca.

Cabe comparar a situação de hoje com aquela de quatro anos atrás. Dilma cai cerca de 5 pontos porcentuais, enquanto Aécio melhora em cerca de 1 ponto a posição do então candidato José Serra. Marina Silva também cresceu cerca de 2. Ou seja, as condições não estão muito longe daquelas de 2010. E, por outra, repete-se a polarização tradicional nas últimas duas décadas. E esta é a hora de reafirmar o apoio de CartaCapital à presidenta.

As nossas motivações se reforçam nesta fase do confronto. Ao se inaugurar a campanha, previa neste espaço que tanto Aécio quanto Marina seriam inevitavelmente arrastados para a direita ao surfar a onda midiática. Neste gênero de entrega ao chamado das sereias os tucanos já mostraram largamente a sua escassa vocação odisseica. Foi o que se deu com Fernando Henrique Cardoso na Presidência e com José Serra em diversas oportunidades. Ambos tornaram-se empedernidos reacionários, a exibir toda a inconsistência ideológica da chamada esquerda brasileira. Ou, pelo menos, de certa vertente dita esquerdista.

A esta altura, Aécio já disse a que veio. Em um ponto, certamente, a orientação fica definida. Confesso meu pavor diante da perspectiva de ter Arminio Fraga como ministro da Fazenda, destemido arauto do neoliberalismo, não menos de FHC e seu governo. Apavorante retorno ao passado, para falar alto e bom som, igual a um editorial do Estadão. Temo, obviamente, que a ameaça formulada então, a privatização da Petrobras, se concretize caso Aécio chegue ao trono. E me pergunto o que será de uma política exterior que desatrelou os interesses do Brasil daqueles dos Estados Unidos, ora viva.

E que sobraria de uma política social que melhorou a vida de boa parte de condenados à miséria e investiu bastante em educação? Avanços insuficientes, é verdade factual, mas importantes no País da casa-grande e da senzala. E esta continua a ser a questão central. Como há de ser para quem se empenha a favor da igualdade.

Apoiamos Dilma porque ela representa esperança de igualdade, e CartaCapital não arrefece na expectativa de quem dela se aproxime cada vez mais. O estadista almejado.  Dono, por exemplo, de sabedoria e coragem para coibir os desmandos midiáticos, a começar pela hegemonia da Globo, na terra do futebol onde o próprio, e chego aos limites do cogitável, é disputado nos horários que ela decide. Este pode ser tomado como exemplo miúdo, mas não é.

E se falamos de esporte, regras hão de ser estabelecidas para impedir de vez a farra dos cartolas, de forma a devolver dignidade ao esporte das multidões. É deste gênero de atuação que o povo precisa, inserida no quadro de uma política social voltada às demandas mais profundas da alma nacional.

Não precisamos, por exemplo, de uma dita Comissão da Verdade que se apavora diante da verdade. Factual, está claro. Precisamos, isto sim, liquidar de vez uma lei da anistia imposta pela ditadura encerrada há quase 30 anos. Atitudes deste porte, talvez menor na aparência, provariam de fato uma ousadia nunca dantes navegada, a indicar um governo capaz de dar início à demolição da casa-grande e da senzala. Conduzida em paz, em sintonia, porém, com o nosso tempo.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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