Arquivo para outubro \12\-04:00 2014



DESESPERO DE CANDIDATURA DE AÉCIO NEVER RECORRE À PESQUISA FRAUDULENTA REVERBERADA PELA MÍDIA CAPITALISTA

Novamente ao anoitecer de sábado, dia 11.10.2014, mais uma pesquisa eleitoral fraudulenta do segundo turno foi divulgada. Desta vez realizada pela SENSUS Data World Pesquisa e Consultoria S/C Ltda, instituto muitas vezes denunciado pelo próprio PSDB por fraude, que semelhante ao Instituto Paraná resolveu solicitar para si a pesquisa e lhe efetuando o pagamento da bagatela de R$ 110.000,00 pelo trabalho. Virou moda o próprio instituto pagar a si “pesquisa” feita.

A pesquisa é uma fraude.  Como pode, dados tão elevados,18% para o candidato das direitas acontecerem tão rápidos contradizendo o que o DATAFOLHA e o IBOPE fizeram até o dia 9 de outubro de 2014? Na pesquisa dos dois institutos constatou-se  empate técnico que motivou prejuízo na Bolsa e tristeza nas hostes psdbistas, pois esperavam números surpreendentes. Isso não aconteceu.   

Nessa “pesquisa” da SENSUS aconteceu um fenômeno nunca dantes visto. Votos fixos da presidenta Dilma Rousseff migraram para Aécio. No primeiro turno a presidenta obtivera 41,39%. Agora está, segundo a fraude, com 41,2%. Todos os votos de Marina foram para Aécio.

O que é mais estranho. Aécio Never captou todos os votos  brancos e nulos. A somatória de 58,8 + 41,2 é igual a 100%.

A justificativa para tão descalabra preferência é de que está vencendo em todas as regiões do Brasil e motivado por dois fatores: a entrada de vários políticos vencedores no primeiro turno como Tasso Jereissati, no Ceará, o empenho de ACM Neto na Bahia, Richa no Paraná, Serra em São Paulo dentre outros. Esses candidatos não estiveram com ele no primeiro turno?

Outra justificativa foi o vazamento de forma parcial e mal intencionada do depoimento de Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Yousseff no caso Petrobras de forma ilegal contrariando preceitos jurídicos. 

Evidentemente que isso é uma forma para se justificar uma fraude, pois segundo  Ricardo Guedes,  que controla o Instituto SENSUS, no seu delírio fraudulento “Aécio já está eleito.”

Cuidado brasileiros, eles não têm qualquer sinal de pudor.    

DILMA SE POSICONA CONTRA O USO QUE A MÍDIA CABO ELEITORAL DE AÉCIO, ESTÁ FAZENDO COM VAZAMENTO DA DELAÇÃO PREMIADA

Novamente a sociedade brasileira está presenciando um dos espetáculos mais sórdidos promovido pelas direitas em todas suas facetas. Um espetáculo tão sórdido que eliminou a certeza que só seria apresentado pelos sociopatas diagnosticados psiquiatricamente. Uma fúria tamanha para realizar seus institutos corrompidos que não há como não tratar como uma anomalia na condição humana.

Quando a sociedade acreditava que tudo havia ficado nas campanhas dos candidatos das direitas Serra e Alckmin, eis que a ética social se surpreende. Sem qualquer pudor as direitas estão em projetando todas suas formas de taras para tentar eleger seu candidato representante da burguesia-ignara.  E nessa trama estão cumpliciados vários seguimentos interesseiros como mídias acéfalas, principalmente Organizações Globo, Folha de são Paulo, Estadão, Veja, Época, Istoé, membros do judiciário, profissionais liberais, etc. Fazendo uso de as todas formas fraudulentas para conseguir o intento escuso.

É facílimo de entender. O corrupto Paulo Roberto Costa, funcionário de carreira da Petrobrás desde o ano de 1979, e que foi guinado a postos importantes dentro da estatal no governo Fernando Henrique, mas que permaneceu no governo Lula, por força dos partidos da base aliada, embora Dilma, como ministra da Casa Civil, tenha tentado demiti-lo, foi preso, mas com pavor da condenação, resolveu acordar uma delação premiada. Para quem não sabe, delação premiada corre em segredo de justiça. Só que a justiça, não se sabe como, não manteve o segredo.

Não mantido o segredo, parte do depoimento do corrupto foi entregue a mídia conspiradora que fez uso exaustivo de divulgação com o claro objetivo de influir na eleição presidencial. Impedir que Dilma seja reeleita. Uma realidade que lhe causa desespero. Por isso, prefere um golpe de Estado que a reeleição da presidenta. Imobilizadas nesse propósito as direitas passaram esses últimos dias divulgando sua trama. Como elas odeiam a democracia, elas sabem que qualquer golpe sempre lhes será favorável, dada a anomalia de seus caráteres. Sociopatas não sentem remorsos e muito menos experimentam alteridade. Por isso eles cometem atos imorais e amorais sem qualquer culpa.

Diante dessa trama pervertida, Dilma teceu algumas considerações afirmando que “tudo isso é estranho e muito estarrecedor”.

“Que haja de fato interesse legítimo, real e concreto de punir corruptos e corruptores, mas que não se use isso de forma leviana em períodos eleitorais e de forma incompleta, porque nó não temos acesso a todas informações. Tudo isso é estranho e muito estarrecedor.

Tive todo interesse em ter acesso a isso para tomar as medidas cabíveis. Sei, por informação do Ministério Público Federal, que esta informações ainda estão sob sigilo. Então, eu acho muito estranho e muito estarrecedor que, no meio de uma campanha eleitoral, façam esse tipo de divulgação.

O que eu suponho? Que lá esteja a maior parte das provas, que lá tenha um arco bem maior do que esse que foi divulgado. O que eu considero incorreto é divulgar parcialmente num momento eleitoral”, se posicionou Dilma.

O que se infere do que vem ocorrendo, é que está em curso uma ameaça à democracia, com a derrota do candidato dos conspiradores. Como trata-se de aberrações tudo se pode esperar.

TARSO GENRO AFIRMA QUE DIVULGAÇÃO DA DELAÇÃO PREMIADA PELA MÍDIA QUE PROTEGE AÉCIO “É UMA CONSPIRAÇÃO PARA INTERFERIR NO RESULTADO DA ELEIÇÃO”

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O governado do estado do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, que tenta a reeleição, deu uma entrevista afirmando que o vazamento da delação premiada e divulgada pela mídia que protege Aécio é “uma conspiração política em curso para manipular a vontade eleitoral no segundo turno”.

Também a jornalista Tereza Cruvinel, em seu blog, viu essa ameaça à eleição presidencial. Ela afirmou que tudo foi arranjado para que os depoimentos de Paulo Roberto Costa, da Petrobrás e do doleiro Alberto Yousseff, ocorressem nesse momento da eleição, e que pode influir no resultado da eleição ou não.

Veja o vídeo onde Tarso explana o golpe, e depois analise e tome suas conclusões.

https://www.facebook.com/video.php?v=654155101372659&set=vb.456999407754897&type=2&theater

APESAR DE LUCIANA GENRO NÃO APOIAR DILMA (QUE PARECE TER ELEMENTOS EDIPIANOS) MEMBROS DO PSOL APOIAM

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Na mesma linha Marina Silva, que deixou a escolha de seus companheiros de partido para votar no candidato que lhe aprouver, menos em Dilma, Luciana Genro também seguiu essa construção lógica, para ela. Que escolhem em quem quiser votar menos em Aécio. Só que Luciana não deu apoio à candidatura de Dilma.

Assim, como ocorre com outros partidos em tempo de eleição, muitos filiados votam em quem lhe interessa por motivos vários, membros do PSOL decidiram apoiar a candidatura de Dilma, apesar de Luciana não apoiá-la. O que deixa transparecer alguns elementos um tanto edipiano, diria os freudianos.

Os membros do PSOL como os deputados Jean Wyllys, Chico Valente e Ivan Valente, para confirmar seus apoios a Dilma publicaram uma nota em que diz que há uma grande preocupação com o avanço conservador no país e no Congresso.

“A decisão foi tomada diante da composição de forças políticas e sociais que se constituiu, com os vínculos entusiasmados dos setores mais conservadores e retrógados com a candidatura tucana, e do retrocesso que isso pode representar”, diz parte da nota.

Urgente: Nova tentativa de manipular as eleições no Brasil!

Por Miguel Rossetto

Companheiros e companheiras,

Há em curso uma gravíssima tentativa de manipular a eleição presidencial no Brasil. A quinze dias das eleições, justamente no dia do primeiro programa eleitoral do segundo turno, um vídeo de um criminoso investigado é vazado de forma parcial e mal intencionada. O que diz neste vídeo? Que o preso ouvia nos corredores da Petrobrás que o PT se beneficiaria de dinheiro de contratos da empresa. Quais as provas que apresenta? Nenhuma! Quais os casos concretos que relaciona? Nenhum! Baseado nisto, num fragmento de depoimento de um presidiário que relata boatos, a grande imprensa estampa manchetes de brutais ataques ao PT. Manchetes que negaram sistematicamente no caso do Metrô Paulista do PSDB com um desvio bilionário descoberto em uma investigação internacional.

O combate à corrupção é uma marca profunda do governo Dilma e é justamente por isto que o investigado foi demitido e preso por nosso governo, fato também omitido pela grande imprensa.

Nada disto é novo para nós. Desde que fundamos o PT, sabíamos o preço de enfrentar a elite brasileira. Tivemos o caso Abílio Diniz, a manipulação das eleições de Lula em 1989, a falsa ficha de Dilma, a falsa matéria das Farc.

Sempre em ano eleitoral. Sempre esquecidos logo após passarem as eleições.

É preciso dar um basta a este tipo de política.

Fazem isto porque não podem discutir com o povo suas propostas para o País. Propostas que geram desemprego, recessão e privatização como sempre fizeram quando estiveram no poder.

Nossa campanha cresce em todo o País. As manifestações de apoio nas atividades do Nordeste foram históricas. Hoje, vamos ao Rio Grande do Sul confirmar a vitória e animar nossa militância. Estaremos amanhã em Minas Gerais, depois em São Paulo e assim, junto do nosso povo, percorreremos todo o País. É disto que eles têm medo, a força de um povo mobilizado que não quer voltar atrás. Por isto criam esta barreira de fumaça de um denuncismo tão seletivo quanto manipulador. Mais uma vez o povo dirá não à mentira e deixará claro que este não é mais um país em que poucos podem falar por um povo!

Faremos história de novo. Elegeremos Dilma presidenta.

Até a vitória!

DILMA PERGUNTA AOS DO PSDB: “POR QUE NÃO FIZERAM ANTES, QUANDO PUDERAM”

A presidenta Dilma Vana Rousseff, candidata à reeleição, começou sua campanha eleitoral no segundo turno visitando o Nordeste, região descriminada por membros das classes mais abastadas. Durante sua estada no estado da Bahia, onde recebeu uma expressiva votação, ela falou sobre as realizações de seu governo, suas propostas e comentou o que era o governo do PSDB, partido de seu adversário, Aécio, quando estava no poder.

“Querem atribuir minha a votação a pessoas que não são qualificadas, desinformadas, e não sabem o que estão fazendo. Eles não andam no meio do povo, não dão importância ao povo. Querem desqualificar, destilar um ódio mal resolvido.

Esta é uma conversa velha, e eu não só agradeço, mas respeito extremamente pessoas que votaram em mim, pois me orgulha esse voto.

O nosso projeto diz que o Brasil tem que ser governado para todos os brasileiros, olhando com cuidado pros que mais precisam. Nosso projeto garante que as pessoas tenham emprego e renda, que o salário mínimo seja valorizado, que tenham estudo, e que haja igualdade de oportunidades, desde pequenininho. A creche no Brasil tem que ser a melhor creche possível.

Aí eles vêm e falam: “eu também acho isso, vou adotar o programa de vocês”. Mas por que não fizera antes, quando puderam? O que explica eles nunca terem feito um programa habitacional como o Minha Casa Minha Vida?

Eles ousam dizer que criaram o Bolsa Família, mas era um programa para poucos. O nosso é para mais de 50 milhões de pessoas. E nós olhamos para essas pessoas e descobrimos: ah, tem que ter ensino técnico, tem que ter a qualificação profissional, as pessoas têm que melhorar o salário melhorando sua qualificação.

O Pronatec é programa para 8 milhões de pessoas, e a segunda fase vai ser para 12 milhões. Em 8 anos vamos formar 20 milhões de brasileiros.

Eles dizem: “Ah, o Prouni, eu gosto muito. Vou continuar com o Prouni”. Mentira! Quando nós iniciamos o Prouni, eles foram no STF e pediram para que a gente não tivesse autorização para fazer o Prouni.

Nunca olharam para cá. Deixaram anos e anos o Nordeste sem investimentos, sempre usaram e abusaram da indústria da seca e não tentaram resolver o problema a fundo, que era garantir água, não de emergência, mas de maneira a garantir que o Nordeste aprendesse a conviver com a seca. Nós estamos fazendo diferente.

A eleição é um momento democrático. Então, diante das urnas, a gente vota com consciência, paz e amor no coração”, explanou Dilma.

ELEITORES AMAZONENSES QUE VOTARAM EM MASSA EM DILMA MANDAM LEMBRANÇAS AOS ELEITORES PAULISTAS DE AÉCIO

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A população amazonense é composta de índios, nordestinos e negros. O que significa ser uma população etnicamente rica e culturalmente criadora. Há nessa população também alguns brancos que chegaram ao estado com os ciclos econômicos nos casos do ciclo da borracha e, agora, com a Zona Franca.

Existem no Amazonas várias escolas do ensino fundamental, médio, universidades e escolas técnicas profissionalizantes como o Pronatec. O Amazonas, que sempre fora um estado abandonado pelos governos federais antigos- como no caso específico do desgoverno de Fernando Henrique -, com os governos Lula e Dilma, entrou em uma nova fase de desenvolvimento econômico, cultural, artístico, científico e humano.

Com essa nova de percepção e entendimento da objetividade, os eleitores do estado foram às urnas no dia 5 de outubro para escolher seus candidatos à presidência da República. Com toda esta nova forma de entendimento, os eleitores do amazonas votaram enormemente em Dilma, deixando o candidato das direitas, Aécio, em um triste último lugar. Não esquecer que ele á apoiado pelo prefeito de Manaus Arthur Neto, do partido reacionário PSDB, e que quando no Senado prometeu surrar Lula. E é também apoiado pelo candidato ao governo, na surdina, Zé Melo, do PROS, e pelo PSB do conservador Serafim Correia.

Em todos os municípios, Aécio perdeu clamorosamente. Dilma teve no total do estado 915.030. Enquanto, Aécio, a bagatela de 325.734. E a diferença foi 589.296. E vale uma observação: Dilma não visitou o Amazonas no primeiro turno. Já o candidato das direitas gananciosas visitou o Amazonas duas vezes, mas não adiantou nada. Derrota que deve continuar no segundo turno, visto que o Amazonense, em relação à eleição presidencial é grandemente inteligente. Ao contrário do que dizem os reacionários paulistas que junto com Fernando Henrique estigmatizaram os nortistas e nordestinos de ignorantes, pobres e mal informados.

Diante dessa estupidez e anomalia segregacionista proposta por Fernando Henrique e alguns eleitores paulistas, nada como uma lembrança dos eleitores amazonenses como uma forma racional de votar. Tudo que pede a democracia real.

 

CANDIDATO DO PSDB INICIA CAMPANHA NA TV COM FRAUDE ELEITORAL

A ignara direita brasileira através de sua mídia acéfala, aquela que comemora com carnaval a passagem de seu “canidato”, isto mesmo leitor, canidato para o segundo turno aprontou mais uma.

O partido que se diz mais ético, puro, que se esbalda em tripudiar a corrupção na Petrobras, onde  provas não são apresentadas, ontem, dia 09 de outubro de 2014, na estreia de seu programa do segundo turno, fraudou, mentiu para seu eleitorado e para o eleitorado da presidenta Dilma Rousseff dizendo que estava na frente nas pesquisas eleitorais com uma vantagem de 8 pontos. Algo fenomenal, pois quem obtivera apenas 33,55% no primeiro turno disparara superando os 41,39 da presidenta Dilma num período também meteórico. 

Como a mentira tem pernas longas, veio o horário eleitoral para tirar a máscara do Instituto Paraná e do Veritá. O Instituto Paraná, da terra do senador Requião, aliado de Lula e Dilma plantou a vantagem de 8 pontos. Segundo se noticiou, a pesquisa havia sido solicitada pela Revista Época do grupo Globo de comunicações. Jornais televisivos festejaram e o que nos preocupa é que jornais e blogs ligados à esquerda divulgam disparates como esse.

Consultado o TSE não havia nenhuma solicitação da Revista Época, mas sim, do próprio instituto que pagou para si a bagatela de R$ 62,000,00. Instituto ligado a um psdebista de plumagem tucana que no primeiro turno não se manifestou nenhuma vez e agora se saiu com essa.

No programa do PSDB um dos apresentadores narrou – saímos na frente. Instituto Paraná dá para Aécio Never  8% das intenções de votos.

O eleitor descobriu a fraude porque nos jornais da noite, blogs, sites, redes sociais, e afins,  todos noticiaram as pesquisas do IBOPE e do Datafolha dando empate técnico entre as duas candidaturas. 51% para Never e 49% para Dilma. Nos votos válidos 46 e 44. Empate técnico também.

A pesquisa dos dois institutos foram fraudulentas, corroboram ainda mais para não acreditar numa candidatura que propõe mudanças para o país. Mudanças para o retrocesso,  pois unir-se às candidaturas derrotadas de  pastores Obaid, Everardo, Malafaia, Feliciano, pvertido ideologicamente Eduardo Jorge,  parte de membros do PSB, Bolsonaro,  e o ex-presidente FHC proferindo impropérios e preconceitos outrora contra aposentados e agora contra os eleitores do PT já foi muito esses dois pontos de vantagem, pois pelas pesquisas anteriores ele vinha numa ascensão  demolidora pegando votos seus que haviam migrado para Marina. E a propaganda na TV e os comícios estão só começando. Os votos que lhe cabiam neste latifúndio minguaram. 

A fraude eleitoral do canidato que ameaça arrocho salarial, descompromisso com a educação precisa ser questionada para que não engane e não fraude a consciência do povo brasileiro.

MANIFESTO NACIONAL DE APOIO À REELEIÇÃO DE DILMA É LANÇADO POR JURISTAS, ADVOGADOS, ESTUDANTES E REPRESENTANTES DA CLASSE

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Juristas, advogados, membros do Ministério Público, professores de direito, estudantes e mais representantes da entidade jurídica, lançaram Manifesto Nacional de apoio à reeleição de Dilma. E a primeira assinatura foi da maior personalidade do Brasil em Direito Administrativo, jurista Celso Antônio Bandeira de Mello. O lançamento ocorreu em Curitiba por representantes da classe.

Leia a integra do texto.

Agora é Dilma Presidenta 13! Manifesto dos Juristas

No governo Dilma foram sancionadas a Lei de Acesso à Informação e o Marco Civil da Internet, Lei da Comissão Nacional da Verdade, Lei das Parcerias entre Administração Pública e Organizações da Sociedade Civil.

Por um Brasil cada vez mais justo e igualitário; pelo meio ambiente equilibrado; por uma nação cada vez mais reconhecida internacionalmente; pela defesa da liberdade religiosa em um Estado Laico; pela liberdade de expressão e democratização da mídia; pela defesa de nossa Constituição Social, Republicana e Democrática de Direito de 1988; por uma Reforma Política que aprimore ainda mais a Democracia brasileira em construção; pela defesa dos movimentos sociais; pelas Defensorias Públicas estruturadas e autônomas; pelo fim da miséria e redução das desigualdades social e regionais; por um Estado presente na ordem social e econômica; por uma América Latina unida; por uma economia mais solidária; pela não privatização da Petrobrás, do Banco do Brasil, das Universidades Federais e demais entidades estratégicas; pela manutenção do pré-sal sob domínio brasileiro; pela manutenção da independência do Ministério Público, dos Tribunais de Contas, das CPIs e da Polícia Federal na investigação de todo e qualquer rastro de corrupção; pelo ensino público e não mercantilizado; por uma saúde pública cada vez mais universalizada; pela manutenção e ampliação das conquistas econômicas e sociais dos Governos Lula e Dilma (2003-2014); e por uma eleição sem boatos e calúnias; nós, juristas, professores universitários e estudantes de Direito, abaixo-assinados, declaramos voto à candidatura da Presidenta Dilma Rousseff 13, do Partido dos Trabalhadores (PT), neste segundo turno das eleições de 2014, para que ela continue sendo a nossa primeira mulher Presidente do Brasil!

MARINA, RECORRENDO A SUA LINGUAGEM MISTIFICADA, DIZ QUE APOIO A AÈCIO É CAMINHO DA CRUZ, VISTO QUE O PT É O INFERNO

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Marina já mostrou que é uma pessoa que carrega um grande ressentimento consigo contra o Partido dos Trabalhadores (PT) do qual foi uma das fundadoras e muito se beneficiou. Ressentimento e mágoa se confundem em Marina. Afetos que para os seguidores de Deus são tidos como pecados. Mas, como Marina já mostrou, só há pecado naquilo que lhe atinge. Por isso ela afirmou que pretende “acabar com esse demônio PT”. Sabe-se que esse ódio paralisador de Marina contra o PT surgiu no momento que Lula lhe preteriu escolhendo Dilma. Não deu para segurar. Ela quer a forra. Não se encontra na disputa política porque tem um compromisso democrático político, mas por necessidade de vingança. Um afeto cruelmente triste.

O quadro de Marina causa preocupação, porque lhe apresenta como uma pessoa endividada consigo mesma. O que lhe deixa sempre incomodada com algo que não se realizou em sua existência e que lhe persegue. Para a psicologia da gestalt (forma, em alemão), ela não fechou essa gestalt PT. Isso permanece lhe incomodando. Ela não sabe dizer adeus, diriam os gestalterapeutas. É horrível. Por isso, ela escolhe o PT como seu grande inimigo. O que de certa forma fantasiosa, massageia seu ego perturbado pelo fato, já que o partido lhe surge como poderoso.

Por ser traspassada por esses afetos tristes Marina, afirmou que depois de conversa com Renata, mulher do falecido Eduardo Campos, teve a certeza que apoiar o PT é ir em direção ao inferno. E que apoiar Aécio é ir em direção da cruz. O que pede uma dupla observação sobre a representação significante cruz.

Uma o sentido de que cruz era uma forma de suplício no império romano aplicado aos condenados pelo Estado. Crucificar como castigo e como exemplo para os que tivessem objetivo de se opor contra o Estado romano. Um dos mais cruéis suplícios criados pelo homem contra o próprio homem. Nesse caso Marina vai para a crucificação junto com Aécio. Um caso patológico de masoquismo apolítico.

Outra, o entendimento de que pregar Cristo na cruz foi uma sacada cruel de Paulo contra Ele. Uma espécie de vingança, como diz o filósofo Nietzsche, em sua obra o Anticristo, onde ele mostra que os verdadeiros inimigos de Cristo não são somente os que o levaram para a crucificação, mas o que se aproveitam dessa tortura contínua pretendendo salvação. Deixar eternamente Cristo na cruz é um ato de crueldade, porque é como se ele estivesse sempre nos acusando do que não fizemos. Fato que não é verdadeiro. Cristo jamais disse que ia morrer para nos salvar, visto que ele sabia que a morte não salva ninguém. Por isso é preciso tirar Cristo da cruz e o que Marina está fazendo é colocar mais um prego em seu corpo para usufruir benefício pessoal. 

Desta forma, o caminho de Marina para cruz com Aécio prova que já não estamos mais no território da política-democrática. Entramos em uma zona sombria do culto a tânatos, o fascínio pela morte, onde não há vida pulsante, mas tão somente símbolos-perversos.

Quanto ao inferno que é o PT, segundo Marina, a apoiadora de Aécio não pode fazer qualquer abordagem que se leve em conta, porque ela sequer desconfia que o que ela toma como caminho da cruz é o estado infernal mais terrível do que o ficcional inferno de Dante. Se ela não sabe que manter Cristo na cruz é o inferno, mas que para ela é o caminho mais agradável materializado em apoio a Aécio, ela não tem condições de afirmar que o caminho do PT é o inferno.  

Para se salvar e fechar essa compulsiva Gestalt, Marina, precisa urgentemente de um instrumento racional para auxiliar os que estão tentando tirar Cristo da cruz. Os honestos e éticos cristãos.

MÉDICOS-BURGUESES-NAZIFASCISTAS, ANALFABETOS PROFISSIONAIS, PREGAM A CASTRAÇÃO QUÍMICA DE NORDESTINOS

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Na campanha para eleições presidenciais de 2010, práticas nazistas abundaram na internet contra o Nordeste e o Norte pelo fato de se constituírem as regiões de maior quantidade de votos à candidata Dilma Vana Rousseff. A Justiça Federal investigou e encontrou os culpados que não estavam nada ocultos, visto se apresentarem em seus instrumentos virtuais. Houve sentença.

Nessas eleições a prática nazifascista voltou com força. Desta vez com mais um participante: Fernando Henrique. O triste sabotador da velhice. O tagarela do que não superou, resolveu, discriminativamente, afirmar que os eleitores do Partido dos Trabalhadores (PT), são pobres e mal informados. Uma clara discriminação de classe expressada por todo burguês antidemocrata. Uma forma de afirmar que bons são os que votam nas direitas, porque às direitas representam maior poder econômico. Apesar de estúpidas.

A afirmação discriminadora serviu de impulso para as redes sociais serem usadas mais uma vez para a prática nazifascista. Vários destes elementos tarados psicologicamente postaram sentenças exigindo o fim das duas regiões. O mesmo que Hitler pretendia com o fim dos judeus e os homofóbicos brasileiros como Malafaia, Fidelis, Bolsonaro, Feliciano entre outros, pretendem com os LGBT. Uma funcionária pública, auditora fiscal do trabalho, pediu que se lançasse uma bomba atômica no Nordeste como ocorreu com Nagasaki, no Japão.

Como não poderia ser diferente, médicos-burgueses, analfabetos profissionais, aqueles cuja fala se reduz a linguagem de sua profissão, família e classe social, nada mais de inteligente, como diz o filósofo Henri Lefebvre, também apresentaram suas sugestões nazifascistas. Entre essas sugestões uma aparece para contemplar fortemente Hitler: a castração química dos nordestinos. Uma das piores violências já perpetradas contra um povo. Um perigo que deve ser tratado pela justiça de forma eficaz, pois se trata de personagens sociopatas, que apresentam aberrações genéticas que os impossibilita de conviver socialmente com as diferenças.

Eles querem que o candidato Aécio ganhe essa eleição, mas não é a candidatura de Aécio que os leva a esses comportamentos nazifascistas, houve o mesmo comportamento quando o candidato era Serra, é que eles aproveitam a oportunidade oferecida como manifestação coletiva e recorrem a essa prática para sublimar suas taras nazifascistas elegendo o PT como seu alvo psicopático. Aí o grande perigo coletivo que são. Como psicopatas não tem qualquer valor moral que os mantenham em relação de alteridade na sociedade.

O QUE AS DIREITAS PRETENDEM É A HEGEMONIA DA SUBJETVIDADE DOMINANTE, MAS NÃO SABEM DOS DEVIRES CRIADORES DO NOVO

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Nesta eleição de segundo turno, como nas anteriores que elegeram Lula e Dilma, o que às direitas pretendem mesmo é a hegemonia da subjetividade dominante: o sistema de significações do corpus capitalístico. Aquele que serializa, registra e modeliza o indivíduo como sujeito-sujeitado a essa subjetividade. Que como sujeito-sujeitado passa a ser agente reacionário, oprimido e alienado. Reflexo da subjetividade que o modelou.

Como o processo de produção de subjetividade é resultante de um agenciamento coletivo de enunciação, como apresentam os filósofos Deleuze e Guattari, o capitalismo recorre a todas as instâncias sociais para encadear uma semiótica dominante de captura para produzir os indivíduos e não as singularizações. Para isso ele usa as mídias, a indústria cinematográfica, fotográfica, televisão, rádio, teatro, indústria musical, tecnologia-virtual, as relações nas fábricas, praças, escolas, todos os territórios em que ele possa se espalhar como cartografia indesejante. Assim, seu indivíduo, sujeito-sujeitado, tem sua vida psíquica dominada. Seus afetos, seu gostos, suas escolhas, seus quereres, suas amizades, suas escritas, suas falas, comportamento, confirmam apenas que eles são meros sujeitos de enunciados dessa subjetividade. Nada de original ou singular.

Dois exemplos para facilitar a compreensão sobre quem se encontra sob essa ordem, opressiva e alienada como sujeito-sujeitado desse agenciamento coletivo de enunciação do Capitalismo Mundial Integrado (CMI), como mostra Guattari. Ou, mais fácil, quem está serializado, registrado e modelizado por nessa subjetividade. Um, os sujeitos-sujeitados que usam a internet para projetar os enunciados da subjetividade dominante nos eleitores de Dilma. Como vem ocorrendo os impropérios lançados por esses indivíduos sobre os nordestinos e nortistas que votaram em Dilma. Outro, a enunciação do sabotador da velhice, Fernando Henrique, que chamou os eleitores que votam em Dilma de pobres e ignorantes. Ambos comprovam o que Deleuze e Guattari disseram sobre a linguagem: “a linguagem não é para que se acredite nela, mas para obedecer e ser obedecido”. O fundamento do discurso indireto concretizado como palavra de ordem. A circularidade do significante.

Como se entende, os dois estão a serviço do sistema de significações dominante. Ambos fazem parte do discurso paranoico do Estado capitalístico. Nenhum tem singularidade porque são sujeitos-sujeitados dessa subjetivação. A singularidade é da ordem “de expressão e criação (Guattari)”. Como o capitalismo é mundialmente integrado (CMI), os mesmos comportamentos dos oprimidos alienados internautas e Fernando Henrique se encontram em qualquer lugar do planeta naqueles que são inimigos da democracia real. O ódio fabricado neles por essa subjetividade é fortalecido pela impossibilidade deles capturarem as singularizações que produzem o novo. O que significa que eles são os ignorantes da subjetividade.

O capitalismo como tentativa de subjetivação burguesa do mundo já tem mais de 500 anos. Contando com seu nascedouro, como diz Marx, na Idade Média, por força dos arrendatários, tem 600 anos. Por isso, o que Fernando Henrique emite juntamente com seus comparsas internautas, é a redundância histórica dessa subjetivação dominante. Que significa a inutilidade do significante, a palavra de ordem que essas enunciações pretendem como verdadeiras. O fracasso da ecolalia: a inutilidade de um regime de signos vazios.

É por isso que essa subjetivação não tem força contra os agenciamentos coletivos de enunciações que constituem as singularizações. Como regime de signos desativados não capturam os fluxos mutantes e os quantas desterritorializantes do novo que estão representados nos eleitores de Dilma e que se encontram em todas as instâncias sociais em formas de percepções e entendimentos da subjetividade dominante. O que faz com que sejam singularidades-críticas da subjetividade opressora e alienadora que tem como formas de dominações as séries, os registros e os modelos capitalísticos. Tudo que as singularidades escapam.

Escravizados pelo sistema de significações dominante o que eles mais pretendem é que todos sejam escravos como eles. Que formem a hegemonia dos oprimidos e alienados. Como eles não conseguem esculpir este quadro-doloroso, eles odeiam as singularizações que são potências livres. Então, recorrem aos recursos que a subjetividade-alienadora lhe talhou: os signos odientos e invejosos.

Assim, o que esta eleição mostra, e que já foi mostrado nas outras eleições que participaram Lula e Dilma, são dois enunciados decorrentes das produções dos agenciamentos coletivo de enunciação. De um lado se tem as direitas sustentadas em seus corpos reacionários, desesperados, imóveis em suas séries, registros e modelos capitalísticos representadas pelo candidato-burguês Aécio, apavoradas com o novo. E do outro lado às singularidades em movimento continuum constituintes da poiesis e da práxis fluindo como novo em Dilma.  

 Em síntese, são os reativos-passivos desatinados de inveja dos ativos-produtivos.

A INTELIGÊNCIA, A CRIATIVIDA E A EDUCAÇÃO POLÍTICA DO ARTISTA BRAULIO BESSA UCHOU DIANTE DA ESTUPIDEZ RACISTA DE ELEITORES DAS DIREITAS

Veja e ouça o vídeo da Nação Nordestina e depois analise e tome sua posição racional.

Há uma pedra no meio da língua de Aécio

Aécio Neves festejou a virada sobre Marina Silva, cujo encolhimento franqueou ao tucano a vaga de adversário de Dilma Rousseff no 2º turno da eleição presidencial deste ano.

por: Saul Leblon

A virada sobre a candidata do PSB, de fato expressiva (pesquisas de véspera davam a Aécio 21% das intenções de voto e ele chegou a 33,5%), precisa ser qualificada para não ser subestimada, nem mistificada.

Aécio cresceu menos por seus méritos, mais pela polaridade estabelecida entre Marina e Dilma, que praticamente monopolizaram o primeiro turno.

Se o embate entre as duas deixou a candidatura tucana no limbo por um período, contribuiu também para preservá-la de um escrutínio mais duro de propostas e dissecação histórica.

À medida  em que Marina perdeu o magnetismo inicial, setores que a apoiavam migraram em debandada de volta a Aécio, que arrebanhou, ademais, os votos temerosos de uma vitória de Dilma no primeiro turno.

Isso ficou nítido na votação significativa do tucano no quartel-general do conservadorismo brasileiro: no estado de São Paulo ele obteve mais de 10 milhões de votos, contra 5,9 milhões de Dilma.

Mesmo assim, a  vantagem que Dilma leva agora para o 2º turno (41,5% x 33,5%, oito pontos), embora inferior a de 2010 quando fez 47% contra  32,6% de Serra,  representa oito milhões de votos de dianteira. Em 2010 foram 14 milhões de votos (*).

Se é óbvio que desfrutará do apoio uníssono do jornalismo isento,  tucano não disporá mais do abrigo de ostracismo agora que personifica o polo antagônico do projeto de construção de uma democracia social no Brasil.

Não só.

Será difícil para quem se propõe a ‘consertar o país’, explicar por que os eleitores do seu estado natal, que vivenciaram essa habilidade  ao longo de dois mandatos sucessivos do candidato, rechaçaram solenemente a sua continuidade neste domingo.

Aécio foi duplamente derrotado em Minas Gerais.

Não qualquer dupla derrota.

O candidato do ex-governador foi derrotado logo no primeiro turno da disputa estadual; não por uma margem estreita, mas por 52% contra 43%. E não por qualquer adversário: pelo PT.

O mesmo partido que ele acusa de haver demolido o Brasil e assaltado a Petrobrás.

Minas tornou-se a pedra no meio da língua de Aécio.

Quanto mais ele ataca o PT, mais complicado fica explicar a sua derrota em Minas.

Como um partido tão ruim foi capaz de derrotar um ciclo tão bom de administrações comandadas por ele?

E para que não haja qualquer tentativa de confundir a derrota emblemática com questões locais, Minas enviou um segundo torpedo ao Brasil.

Embrulhado no ditado ‘só quem não conhece que te compra’, deu a Dilma 43,46% dos votos, contra 39,77% para Aécio Neves.

Nada disso deve ser confundido com otimismo ingênuo diante da virulenta batalha do 2º turno que começa nesta 2ª feira.

Mas é preciso qualificar o adversário que o conservadorismo tentará vender nos próximos dias  com o mesmo celofane da ‘unanimidade mudancista’, com que revestiu Marina Silva, quando ela chegou a ostentar 10 pontos de vantagem no 2º turno sobre Dilma (50% a 40%).

Despida a mística do proficiente governador chega-se ao núcleo duro da disputa, aquilo que realmente importa e está em jogo.

Serão três semanas de confronto duro entre dois projetos de país e duas estratégias de enfrentamento da crise mundial, que está longe de acabar.

Uma, preconiza desarmar a sociedade e amesquinhar o  Estado. Liberado o campo  –de que faz parte derrotar o PT–  entrega-se a economia à lógica do arrocho, esfarelando direitos, empregos, renda e soberania, para dessa forma canalizar riqueza aos mercados encarregados de reordenar  o país, a economia e os pilares do crescimento.

É a mesma lógica da ‘contração expansiva’ (contração dos de baixo para abrir caminho à expansão dos do alto) aplicada na Europa há quatro anos, com os resultados sabidos.

A outra estratégia envolve uma obstinada negociação política das linhas de passagem para um novo ciclo de desenvolvimento.

Ancora-se em quatro patas: avanço da igualdade, salto na infraestrutura, impulso industrializantes do pré-sal e reforma política com democracia participativa.

Nessa repactuação  de metas, prazos, concessões, sacrifícios, ganhos e salvaguardas, a voz dos mercados não poderá sem impor, nem abafar a da sociedade, que para isso requisita  canais adicionais que a vocalizem.

Esse é o jogo, cujo segundo tempo começa agora.

Como diz Lula, não é o tipo do jogo que se ganha em gabinetes.

Mãos à obra.

E pés nas ruas.

(*) Dados sobre totais de votos de 2010 retificados em 06/10 , às 12:57

Dilma e a esperança

Carta Capital apoia a reeleição porque sabe que o PSDB é a direita e uma vitória tucana significaria o retorno ao passado

por Mino Carta

A mídia nativa encontra à última hora o novo salvador da pátria. Aécio Neves atropela Marina Silva na reta final do primeiro turno da eleição presidencial e consegue o segundo lugar com uma porcentagem de votos que supera as expectativas. O tucanato está em festa, e tem boas razões para tanto, a se considerar a rápida ascensão do seu candidato. Agora na aposta da continuidade do desempenho em elevação.

O verdadeiro partido de oposição, a saber a imponente estrutura midiática, exulta, na certeza de que sua atuação foi decisiva em alguns estados, sobretudo em São Paulo. De fato, este primeiro turno confirma a terra bandeirante como a mais reacionária do País. São Paulo não somente reelege um governador incompetente como Geraldo Alckmin, irresponsável até em vários casos, além de envolvido em escândalos, mas também confere a Aécio Neves uma vantagem abnorme em relação a Dilma Rousseff.

Segundo aspecto do pleito a ser acentuado: a clamorosa falha das pesquisas em vários estados. Em São Paulo, a surpresa está no resultado alcançado pelo candidato do PT, Alexandre Padilha, muito acima da porcentagem atribuída pelas pesquisas, tão baixa de fio a pavio, a ponto de levar a Globo a se desinteressar, com indisfarçável alegria, da cobertura da sua campanha.

Notável o erro em relação à Bahia, onde a vitória de Paulo Souto no primeiro turno era garantida por robusta porcentagem, e onde quem se sagrou governador de saída é o escolhido de Jaques Wagner, Rui Costa. E no Rio Grande do Sul quem trafegou em terceiro lugar desde o início da campanha a governador, Ivo Sartori, do PMDB, vai para o segundo turno em primeiro lugar. Cabe questionar os institutos: incompetência ou má-fé? Deslize em proveito da crença guardada a sete chaves, ou falta total de acuidade?

Algo mais a anotar: o excelente resultado obtido pela presidenta no Nordeste, a região que soube entender e aproveitar o êxito das políticas realizadas nos últimos 12 anos pelos governos de Lula e Dilma. Mais expressivo de todos, o desfecho baiano. Ali havia motivos para temer o retorno do carlismo, já representado na prefeitura de Salvador pelo neto de Antonio Carlos. Registra-se o êxito da administração wagneriana, sem cavalgada das Valquírias.

Na visão óbvia das próximas três semanas, a nos separar do segundo turno da eleição presidencial, não é árduo prever uma disputa ao último sangue, com a participação maciça da mídia alinhada compactamente às costas do tucanato e, do outro, de Lula, novamente em ação, talvez mais do que nunca.

Cabe comparar a situação de hoje com aquela de quatro anos atrás. Dilma cai cerca de 5 pontos porcentuais, enquanto Aécio melhora em cerca de 1 ponto a posição do então candidato José Serra. Marina Silva também cresceu cerca de 2. Ou seja, as condições não estão muito longe daquelas de 2010. E, por outra, repete-se a polarização tradicional nas últimas duas décadas. E esta é a hora de reafirmar o apoio de CartaCapital à presidenta.

As nossas motivações se reforçam nesta fase do confronto. Ao se inaugurar a campanha, previa neste espaço que tanto Aécio quanto Marina seriam inevitavelmente arrastados para a direita ao surfar a onda midiática. Neste gênero de entrega ao chamado das sereias os tucanos já mostraram largamente a sua escassa vocação odisseica. Foi o que se deu com Fernando Henrique Cardoso na Presidência e com José Serra em diversas oportunidades. Ambos tornaram-se empedernidos reacionários, a exibir toda a inconsistência ideológica da chamada esquerda brasileira. Ou, pelo menos, de certa vertente dita esquerdista.

A esta altura, Aécio já disse a que veio. Em um ponto, certamente, a orientação fica definida. Confesso meu pavor diante da perspectiva de ter Arminio Fraga como ministro da Fazenda, destemido arauto do neoliberalismo, não menos de FHC e seu governo. Apavorante retorno ao passado, para falar alto e bom som, igual a um editorial do Estadão. Temo, obviamente, que a ameaça formulada então, a privatização da Petrobras, se concretize caso Aécio chegue ao trono. E me pergunto o que será de uma política exterior que desatrelou os interesses do Brasil daqueles dos Estados Unidos, ora viva.

E que sobraria de uma política social que melhorou a vida de boa parte de condenados à miséria e investiu bastante em educação? Avanços insuficientes, é verdade factual, mas importantes no País da casa-grande e da senzala. E esta continua a ser a questão central. Como há de ser para quem se empenha a favor da igualdade.

Apoiamos Dilma porque ela representa esperança de igualdade, e CartaCapital não arrefece na expectativa de quem dela se aproxime cada vez mais. O estadista almejado.  Dono, por exemplo, de sabedoria e coragem para coibir os desmandos midiáticos, a começar pela hegemonia da Globo, na terra do futebol onde o próprio, e chego aos limites do cogitável, é disputado nos horários que ela decide. Este pode ser tomado como exemplo miúdo, mas não é.

E se falamos de esporte, regras hão de ser estabelecidas para impedir de vez a farra dos cartolas, de forma a devolver dignidade ao esporte das multidões. É deste gênero de atuação que o povo precisa, inserida no quadro de uma política social voltada às demandas mais profundas da alma nacional.

Não precisamos, por exemplo, de uma dita Comissão da Verdade que se apavora diante da verdade. Factual, está claro. Precisamos, isto sim, liquidar de vez uma lei da anistia imposta pela ditadura encerrada há quase 30 anos. Atitudes deste porte, talvez menor na aparência, provariam de fato uma ousadia nunca dantes navegada, a indicar um governo capaz de dar início à demolição da casa-grande e da senzala. Conduzida em paz, em sintonia, porém, com o nosso tempo.

FERNANDO HENRIQUE, QUE JÁ CHAMOU DE VAGABUNDOS OS APOSENTADOS, TENTA OFENDER OS POBRES CHAMANDO-OS DE IGNORANTES E DILMA MOSTRAQUEM É IGNORANTE

serra-e-fernando

O grande sabotador da velhice e ambicioso que colocou o Brasil de joelhos diante do capital internacional Fernando Henrique, que chamo os aposentados de vagabundos, voltou a lançar sua bílis burguesa contra as camadas mais pobres.

Em entrevista a um periódico conservador afirmou que “o PT está fincado nos menos informados, que coincide de ser os mais pobres. Geralmente é uma coincidência entre os mais pobres e os menos qualificados”, afirmou discriminatoriamente o sabotador da velhice.

“Os pobres menos informados” sabem que ele é um homem que faz parte da classe mais parasita do Brasil e que até hoje se alguém ainda tem lembrança dele é porque os meios de comunicação, que fazem parte dessa classe parasitária, lhes concedem espaço. Como Dilma é uma mulher de inteligência e dignidade superior a qualquer um dos membros da classe parasitária teve que ir em defesa dos “desqualificados” que não têm espaço nesse mídias acéfalas, mas tem espaço-político com seus votos.

Em entrevista no Palácio Alvorada ela foi firme ao mostrar a diferença do eleitor do Partido dos Trabalhadores em relação aos eleitores ricos que comportam as direitas reacionárias-parasitárias.

“É muito interessante. A conta sempre cai na conta do pobre. Os ricos nunca são culpados de nada. O Brasil que nós recebemos deles, mais da metade do Brasil era composta de pobres e miseráveis. Hoje, o Brasil está diferente. De cada quatro brasileiros, três estão na classe média majoritariamente, ou acima, nas classes A e B. Temos uma mudança substantiva no perfil dos que são hoje a maioria do país”, observou Dilma.

O que Fernando Henrique chama de se encontra informado é o sujeito-sujeitado aos enunciados dos meios de comunicação porta-voz das direitas. Como também a identificação com o programa entreguista ao capital internacional que seu partido PSDB propõe como meta. Um programa profundamente contras as classes baixas e os trabalhadores. Um programa de exaltação e proteção do mercado com um Estado mínimo que elimina as políticas públicas. É isso que o sabotador da velhice chama de está bem informado.

“DEUS É UM CARA GOZADOR ADORA BRINCADEIRA (CHICO)” DEIXOU MARINA SE ILUDIR E DEPOIS LHE MOSTROU A REALIDADE CRUA

deus

Como já do conhecimento da maioria dos brasileiros, Marina, tentou criar seu partido Rede de Sustentabilidade, mas não conseguiu o número de assinaturas suficientes para registrá-lo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com a aproximação das eleições presidenciais, para por em prática sua ambição, resolveu se filiar ao PSB, de Eduardo Campos, e logo foi escolhida como vice na chapa do partido.

Foi então que ocorreu o acidente e Eduardo Campos morreu. Qualquer pessoa dotada de um espírito político-ético, analisando como se deu a ida de Marina para o partido, não aceitaria ocupar a posição que foi de Eduardo, mas como Marina é ambiciosa, aceitou e ainda tripudiou diante do cadáver, ainda quente do pernambucano.

Em estado de efusão, disse que fora Deus que impedira de entrar no avião que matou Eduardo. Como evangélico sua afirmação passou despercebida como uma ofensa a Deus e a vítima. Fato que mesmo a família do ex-governador não comentou. Assim, como também o presidente do partido Roberto Amaral e outros membros.

Os filósofos Deleuze e Guattari afirmam que não há desejo pelo poder, porque o desejo é o próprio poder. O que existe é fascinação pelo poder. E foi exatamente neste estado de fascinação que Marina passou a existir durante todo o transcurso da campanha política. Fascinada ela não via o real. Ficou totalmente envolvida pela névoa da fascinação que obliterava suas percepções reais e sua razão-eficiente. Exemplo é não ter conseguido apresentar um rela programa de governo ficando na posição de vítima acusando a candidata Dilma exercer uma campanha de sua desconstrução. Quando era ela mesma que estava se impondo um estado apolítico.

Então, de confusão, em confusão, ela que fora tida também pelos analistas (?) políticos delirantes como um fenômeno, em função de sua subida nas pesquisas, começou a sentir o começo do desanuviamento de sua percepção. No início ela ainda bem que tentou continuar acreditando na fascinação, mas ao pouco o real foi se pondo diante de sua percepção e razão-eficiente.

Chegou o dia das eleições, e não deu outra: Marina acordou de vez. Viu que o que a fascinação lhe impedia ver. Sentiu a existência crua da vida. Sentiu que o cantor-compositor sobralense, Belchior, havia dito: “ao vivo é muito pior”. Como Marina se tem por evangélica, é provável que ela tenha se dirigido a Deus, e cristianizado sua situação com o “Pai por que me abandonaste?”.

Algumas observações teológicas-políticas podem ser consideradas nesse caso Marina e Deus. Se Deus existe e tem o poder de interferir Ele tirou Eduardo da existência para a entrada de Marina na disputa eleitoral. Então, se Ele é onipresente mesmo, ele ouviu o que Marina falou sobre o não entrar no avião. Aí, Ele se preocupou. Ficou observando a candidata e não gostou de sua conduta durante a campanha e intercedeu, no momento pelo candidato Aécio que também lhe desconstruiu e foi beneficiado, no momento.

Mas se Deus é realmente um gozador como diz Chico Buarque, ele todo momento estava vendo a conduta de Marina e já sabia do final. Deixou-a em seu livre-arbítrio seguir o que escolhera. O que significa que ela mesma construiu esse final. E certamente Ele já sabe o que vai acontecer com Aécio que foi beneficiado com o drama de Marina. Beneficiado com o sofrimento de Marina sem fazer qualquer esforço. Como sempre ocorreu em sua carreira política, onde sempre foi presenteado. Nunca produziu nada pessoalmente.

Infere-se que Ele só observa a fascinação do momento de Aécio e sua turma de burgueses ambiciosos. A crença enuviada que a fascinação pelo poder proporciona aos incautos.

FILÓSOFA E HISTORIADORA MARIA VICTORIA BENEVIDES SE DIZ PREOCUPADA COM VITÓRIA DO PSDB EM SÃO PAULO

Já é do conhecimento público que grande maioria da população do estado de São Paulo é conservadora, inimiga de mudanças e afeiçoada aos costumes neoliberais. Um signo que mostra porque as matrizes das reacionárias mídias direitistas estão estaladas no estado. Apesar de ter uma vida intelectual e artística bem promovida, entretanto, essa realidade não possibilita a mudança da consciência dessa parte da população. Principalmente da classe mais rica economicamente que tem facilidade de comungar com esses signos de elevação espiritual.

Pois foi exatamente essa parte da população que permitiu a fixação do partido mais reacionário da sociedade brasileira: o PSDB. São vinte anos de desgoverno no estado. Vinte anos das mais vetustas políticas públicas que impedem até a criação de abastecimento de água condizente com a necessidade da população. Hoje, São Paulo, é o único estado do Brasil que luta com a falta d’água. Uma monstruosidade social visto trata-se do estado mais industrializado da América do Sul.   

A prova maior desse conservadorismo é materializada com a reeleição de Geraldo Alckmin para governador e a expressiva votação de Aécio, candidato à presidência da República. Nesse quadro, a filósofa e historiadora Maria Victoria Benevides faz uma reflexão sobre essa realidade dolorosa que atinge a maior parcela da população, principalmente a mais pobre.

“Estou desolada com São Paulo e preocupada com o Brasil. Se aqui foi um dos lugares do país onde mais se protestou no ano passado contra a corrupção e falta de qualidade nos serviços públicos, como entender? Crise de água, crise de segurança, de saúde e educação de péssima qualidade, serviços péssimos. Agora me parece que tampouco as ruas entenderam os recados das ruas.

Se fosse a indignação com a corrupção o problema, não teria sido o PT a principal vítima dos protestos, como acabou sendo. Em parte graças aos meios de comunicação, em parte a despolitização dos movimentos, que foram importantes, sobrou para a Dilma, sobrou para o Haddad, e só.

O que diferencia o Alckmin de Paulo Maluf quando ele se refere ao assunto segurança pública? Nada. É o mesmo discurso e a mesma prática da ditadura, que sufoca o conceito de direitos humanos, desloca o seu sentido de acesso à educação, moradia digna, acesso a empregos para uma rotulação torta de que defender direitos humanos é defender bandido. Oque diferencia Alckmin de Paulo Maluf é apenas seu modo aparentemente de se expressar, um jeito de falar com que se identificam as pessoas simples. Sua cara de simpatizante da Opus Dei parece inspirar confiança”, analisou a filósofa e historiadora.

DILMA, PARA A FILOSOFIA POLÍTICA, PARTICIPA DO SEGUNDO TURNO COM SUPERIORIDADE POLÍTICA

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A filosofia política compreende as orientações que os homens executam em sociedade através dos corpos econômico, social, mental, ético e ambiental relacionados à conduta social. Conhecido como pratica do bem comum. Ela também se apresenta pomo uma poiesis e práxis de produção de novas formas de sentir, ver, ouvir e pensar como movimento real. A ultrapassagem do sujeito histórico, como afirma o filósofo político Karl Marx.

Desta forma, para que um governante possa ser adequado a esses pressupostos da filosofia política, é necessário que ele carregue em si a concretude do mundo como resultado de sua crítica sobre a objetividade. E para que ele realize a crítica do mundo é preciso que esteja em um grau superior de conhecimento. Conhecimento que lhe vai permitir produzir corpos transformadores da realidade em benefício de todos. Assim, para ele o home é ser político concreto.

Nessas eleições, que agora chegam ao segundo turno, Dilma é a única candidata que carrega a superioridade política, porque sua epistemologia do mundo foi construída na experiência com o homem concreto. Ao contrário dos outros seus adversários que o entendimento do homem sai de uma abstração formada pelas categorias fantasiosas. No caso de Marina, fora do segundo turno, o sentido de natureza emana de uma concepção divina. A natureza para Marina é um reflexo do poder criador de Deus e não dela mesma natureza. O que faz com que seu conceito de ambientalista seja tido como uma mera ilusão satisfatória.

Também candidato Aécio, disputando o segundo turno, tem do homem um sentido abstrato e não concreto. A concretude que sai da produção da matéria como formadora das representações mentais. Seu sentido de homem é abstraído em sua própria  condição de classe burguesa, solipsista, que não chega no exterior, nas experiências concretas entre os homens. São fantasmas de agenciamentos coletivos de sujeitos de enunciação provocados pela abstração do mundo. Assim, como de seus próprios seguidores. É como se o mundo fosse apenas um simulacro da sociedade, porque o burguês não tem contato direto com esse mundo.

Já Dilma, tem a concepção do mundo construída na relação direta com a matéria mundo. Ela não projeta no mundo uma ideia concebia em seu interior, como os dois, essa forma triste de idealismo cognoscível. Por isso, quando fala de políticas sociais ela experimenta primeiro a realidade política da sociedade para depois produzir as políticas públicas. Nos dois primeiro vem à ideia. E como é uma ideia abstraída no eu, não há como concretizá-la politicamente, porque ela não notas reais.

Essa a superioridade política de Dilma que nos mostra a filosofia política e que nos dois jamais poderá se manifestar, caso eles permaneçam nas mesmas condições em que se encontram. Porque o espírito metafísico sobrenatural é tão imobilizador quanto o espírito de classe burguesa, já que tudo é fetiche: desvio do real.

ELEIÇÃO FESTA DEMOCRÁTICA

voto

Neste dia de eleições gerais em todo o país, nada como um corpo poiético popular comprometedor criado.

Vamos nessa! Título na mão e o engajamento político como sujeito produtor da história. Nada de impotência alienada que nega o direito de ser cidadão, porque só se constrói democracia real com a composição da potência-política de todos em forma pletus: a diferença dos iguais. Homonoia: a igualdade do pensamento. E homologia: a igualdade do discurso político. Princípios fundamentais da democracia real.

FESTA DEMOCRÁTICA

É festa democrática

É tempo de eleição

Com o seu voto

Você faz revolução.

Mas de você se omite

Negando essa ação

Nega também

O ser de cidadão.

“Analfabeto Político”

Será considerado

Para a democracia

Impotente-alienado.

Porém, se você é

Engajado-social

Compõe seu voto

Democrata racional.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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