Arquivo para 11 de novembro de 2014

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO TRABALHO DIZ QUE O BRASIL É REFERÊNCIA MUNDIAL NO COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO

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Participando do 3° Encontro das Comissões Estaduais para a Erradicação do Trabalho Escravo (Coetraes), Luiz Machado, coordenador do Projeto de Combate ao Trabalho Escravo no Brasil da Organização Internacional do Trabalho (OIT), disse que apesar dos problemas que o país enfrenta em relação ao tema, o Brasil é referência mundial no combate ao trabalho escravo.

Na ocasião, Luiz Machado, também falou sobre a política do governo federal que através do Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo vem operando na diminuição da violência trabalhista. Para ele o governo deve iniciar outras ações para ir debelando o problema. Segundo ele, os trabalhadores mais vitimados são homens pobres provenientes de regiões com baixo índice de desenvolvimento. Esse tipo de violência encontra-se envolvido com tráfico de pessoas.

“Nós temos mecanismos que não encontramos em nenhum lugar no mundo como os grupos especiais de fiscalização que atendem todo o território.

Como a prevenção e assistência à vítima porque precisamos romper o ciclo vicioso da escravidão. O trabalhador apesar de ser resgatado continua vulnerável e muitos voltam para a escravidão.

É um crime dinâmico e em outro lugares do mundo está envolvido com tráfico de pessoas”, observou Luiz Machado.

Para Juliana Felicidade Armede, coordenadora do Núcleo d Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Estado de São Paulo, a maioria dos trabalhadores escravizados está na área rural. Já na área urbana os trabalhadores escravos aparecem mais na construção civil e na indústria têxtil. Para ela outro fator que implica é imigração. Muitas pessoas procuram trabalho em estados que elas consideram mais desenvolvidos e ricos.

“Existem estados muito ricos, mas empobrecidos em políticas públicas. Em muitos locais as pessoas não tendo acesso a esses benefícios não se inserem no mercado de trabalho e quando se inserem ficando na situação de escravidão.

Quando eu estou desconectado da realidade nacional e sem acesso a essas políticas públicas também estou vulnerável.

Dentro desses dois universos há uma diversidade de problemas. Isso ainda acontece porque temos um perfil de produção que não garante isonomias às pessoas. Há sempre um grupo mais explorado e um que explora. Não conseguimos evoluir do ponto de vista de estruturas econômicas capazes de acompanhar os problemas sociais”, disse Juliana Felicidade.

A MAIORIA DA POPULAÇÃO DO ESTADO DA CATALUNHA DIZ QUE QUER À SUA INDEPENDÊNCIA DA ESPANHA

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A maioria dos habitantes do Estado da Catalunha que responderam a consulta sobre a independência ou não de seu estado, no domingo passado, respondeu que sim. Foram 80,76%, correspondendo 1.861.753 votantes, que tiveram essa preferência, disse a vice-presidente Joana Ortega.

Já, os que votaram, para que a Catalunha continue dependente da Espanha, correspondeu a 104,172 habitantes, significando um índice de 4,54% dos votantes. Participaram da consulta 2.305.290.

O muro a derrubar

O que falta para o governo federal definir uma agenda de conferências nacionais de ampla participação social, sobre temas nevrálgicos para o país? Nada.

por: Saul Leblon

As celebrações da queda do muro de Berlim, neste 25º ano, careceram do brilho e do triunfalismo observado em outros aniversários.

A opacidade das imagens épicas não traduz apenas o escorrer do tempo.

Nunca a hegemonia dos chamados livres mercados foi tão radical quanto nesse quarto de século pós-muro.

E nunca suas promessas foram tão desmentidas pelos fatos. Sobretudo a partir do colapso da ordem neoliberal, em 2008.

Não se sanciona aqui o regime autoritário-burocrático do extinto sistema intramuros.

Importa reter, porém, que não se confirmaram as promessas de fastígio econômico, convergência social, cidadania plena e mesmo de paz mundial, em uma geopolítica supostamente saneada da tensão da guerra fria.

Em muitos casos,  vive-se o inverso.

A dieta de arrocho e desemprego imposta às populações europeias  nos dias que correm seria impensável no mundo anterior a 9 de novembro de 1989.

O desmonte do  Estado do Bem Estar Social europeu, acelerado a partir de então, não apenas subtraiu uma estaca de resistência da civilização à voragem capitalista.

Ao reduzir o lado de dentro do Muro a um caso de patologia do horror, no dizer do filósofo italiano Domenico Losurdo, desqualificou-se, simultaneamente, a crítica de esquerda à degeneração soviética e à degradação capitalista subsequente.

O que se deu é sabido: os  limites da democracia liberal ascenderam à condição de fim da história legitimando-se a captura definitiva do sistema político pelo poder econômico.

Qualquer dissonância seria carimbada, a partir de então, como fanatismo religioso,  terrorismo ou corrupção.

O Estado e a ação estatal ganharam uma cruz no peito: zumbis.

A insistência em resgatá-los  estaria condenada a repetir a matriz de ineficiência econômica, corrupção  e repressão política.

Não é um vaticínio. É uma interdição à escolha das urnas.

Sob o martelete desse imperativo a agenda de amplos setores da esquerda rendeu-se incondicionalmente aos ditames do neoliberalismo econômico.

O que sobrou encontraria dificuldades para conciliar a genuflexão estratégica com bandeiras libertárias na esfera da democracia, dos costumes e do meio ambiente.

Como regular o clima, doce Marina, se a governança do mundo cabe ao Banco Central independente e às finanças desreguladas?

Tornou-se deselegante dar ao capitalismo o seu nome e as suas consequências.

Um gigantesco aparato de capilaridade inexcedível opera em todas as latitudes para desautorizar a aposta em qualquer lógica alternativa a essa que, em 2008, arrastou o capitalismo a sua maior crise em oitenta anos.

Não importa.

Tudo o que não é mercado é corrupção.

Tudo o que não é mercado é ineficiência.

É bolivarianismo, déficit e crise.

Assinado: mercados, mídia, togas e epígonos.

O maçarico que derrete votos em interditos está em plena operação num Brasil que acaba de rejeitar nas urnas a fatalidade da restauração neoliberal.

A amnésia histórica nunca foi tão providencial aos derrotados.

É forçoso relembrar, portanto, inclusive a setores progressistas.

A democracia é uma forma de Estado.

Sua forma atual no Brasil permite aos Cunhas & Itaús   afogarem o país na lavagem cerebral aspergida sobre a luta política com mais força desde a queda do Muro, em 1989.

Tudo se passa como se não houvesse amanhã.

Para isso é preciso naturalizar o fato de que a liberdade irrestrita dos mercados implica a servidão das nações.

A mesma amnésia histórica leva o jornalismo isento a ‘esquecer’ que o desmonte global de direitos sociais após a queda do Muro de Berlim, assim como o avanço da desigualdade e a desregulação financeira compõem os fatores seminais da crise econômica  global que ocorreria dezenove anos depois.

Se depender do conservadorismo, o segundo governo Dilma será soterrado pela lógica que anexou a derrubada do Muro de Berlim ao seu acervo simbólico.

Serão tempos extraordinários. Para os quais as ferramentas da rotina não servem mais.

Caberá ao governo e as forças progressistas brasileiras o desassombro de reinventá-las.

Questões concretas, que contribuam para derrubar o muro da dispersão progressista devem ter prioridade em lugar de temas esgotantes e pouco factíveis a atual correlação de forças.

Por exemplo: o que falta para o governo definir uma agenda de conferencias nacionais de ampla participação social, em 2015, sobre temas palpitantes da atualidade brasileira?

Nada.

Não é preciso  a anuência do senhor Cunha, nem a simpatia de Aécio.

Ainda: o fim do financiamento empresarial de campanhas pode mudar a dinâmica eleitoral e institucional?

Pode.

Tem o apelo popular de impedir o tubarão de fraudar a vontade das sardinhas?

Tem.

Então talvez seja prioridade em relação a revisões ciclópicas pouco críveis.

Outra: a regulação da mídia une as forças progressistas com potencial para se constituir em um amplo movimento de legitimidade democrática incontestável pelos Cunhas & Aécios?

Sim.

Então cumpre estruturar sua articulação imediatamente.

Uma campanha de redução dos juros, de modo a que o Estado disponha de recursos adicionais para investir em qualidade de vida urbana e rural une o campo progressista e engendra outra lógica de desenvolvimento?

Sim. Pode, inclusive, sedimentar, na prática, uma frente de esquerda a partir dessa bandeira.

Então cumpre organizá-la.

São apenas exemplos.

Mas enlaçados a um mesmo potencial cuja pertinência não pode mais ser negligenciada: derrubar o muro da amnésia histórica com a força da mobilização política esclarecedora.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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