Arquivo para 28 de março de 2015

DIRETÓRIOS MUNICIPAIS DO PT SOFRERAM ATENTADOS NAZIFASCISTAS. A DIREÇÃO DO PARTIDO SOLICITOU APURAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL

20150326_190003É sabido que o maior inimigo da inteligência é o ódio. O sujeito que odeia pode até carregar alguns corpos intelectivos e afetivos, porém por ser um sujeito-sujeitado cuja potência criativa encontra-se bloqueada, o ódio prevalece quando ele encontra alguém que para si é inteligente, afetivo e livre. Ou seja, alguém que apresenta um mundo que ele não pode atingir, já que seu ódio é reflexo da inveja. Freud chama de fixação edipiana nos elementos arcaicos do inconsciente presos nas imagos dos pais. As conhecidas imagos persecutórias que o torna carregado de inveja e ódio. Um estado-psicótico

Os nazifascistas são sujeitos-sujeitados que odeiam a liberdade e todo corpo ético-democrático, embora esbravejem em nome da democracia. São personagens muito identificados. Quer dizer: têm identidade irremovível de predadores. Neles a ausência de inteligência e afetos é visível. Eles têm uma característica que poucos percebem quando estão juntos: formam bandos, mas se expressam individualmente. Seus ódios só são de massa na configuração externa, pois suas impotências são pessoais. O psiquiatra da Função do Orgasmo e Psicologia de Massa do Fascismo. W. Reich mostrou claramente esse tipo. Um fato que mostra a fraqueza de suas imposições. Entretanto, mesmo nessa condição individual, eles são perigosos para a democracia.

O dia 15 de março, o dia em que eles se mostraram em total nudez na Avenida Paulista, o templo da burguesia-ignara, revela o que é essa psicopatologia. Se Marx afirmou que as organizações sociais no sistema capitalista são psicopatológicas, os nazifascistas são a exacerbação dessa psicopatologia. Foi a exacerbação dessa psicopatologia que deixou a inteligência e a sensibilidade da sociedade brasileira preocupada. Ela percebeu e entendeu que eles, os nazifascistas, não pretendem uma sociedade justa em que os direitos de todos estejam garantidos. Eles pretendem é o terror, porque suas mentes são depositários de corpos estraçalhados pela força opressiva do terror repressivo. Daí que eles imaginam, psicoticamente, que ao destruírem o exterior ficam livres desses corpos paranoicos. Na verdade, afundam mais no seu leito obscuro.

safe_imageNo mesmo dia 15, o Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores, em Jundiaí, São Paulo, sofreu atentado nazifascista. Na quinta-feira, dia 26, outro diretório, este em Bela Vista, também São Paulo, foi atacado com uma bomba coquetel molotov. Diante dos dois atentados nazifascistas, a direção do Partido dos Trabalhadores decidiu acionar a Polícia Federal para que ela investigue os dois atentados.  

“Vamos também solicitar à Policia Federal que destaque um delgado para apurar essa situação que atenta contra uma instituição. Vivemos em um país que está em um Estado de Direito e é inadmissível que casos como esse ocorram”, afirmou Paulo Fiorilo, presidente municipal do Partido dos Trabalhadores.

Othon de Sá Funchal Barros, advogado do partido, disse que se trata de um crime em que é da competência de investigação da Polícia Federal.

“Esse tipo de crime é a Polícia Federal que investiga”, disse Othon Bastos.

Deserção do PMDB paralisa governo

Eduardo Cunha e Renan Calheiros trabalham dia e noite para consolidar novo bloco oligárquico, capaz de emparedar Dilma e desidratar sua liderança.

Breno Altman – Opera Mundi

Há poucas dúvidas sobre qual a marca da atual situação política: está em curso impetuosa ofensiva conservadora, destinada a recuperar o governo nacional e a reverter políticas públicas implementadas desde 2003.

Não se trata apenas da direita extrainstitucional e dos partidos de oposição, que se lançam contra o mandato conquistado nas urnas pela presidente Dilma Rousseff e ameaçam a ordem constitucional.

Também forças supostamente aliadas, particularmente o PMDB, a partir do parlamento, operam para debilitar a governante suprema, aprovar reformas de caráter reacionário e impedir medidas de conteúdo progressista.

Além de decisões fiscais corrosivas da autoridade presidencial, a pauta de projetos e emendas constitucionais manifesta objetivos antidemocráticos, regressão em direitos civis e supressão de conquistas trabalhistas.

Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Eduardo Cunha e Renan Calheiros, trabalham dia e noite para consolidar agenda que costure novo bloco oligárquico, capaz de emparedar a chefe de Estado e desidratar sua liderança, ao mesmo tempo que transforma o PT em bagaço político.

Ambos personagens, com a corda no pescoço por conta da Operação Lava Jato, reagiram de maneira oposta à intimidação que tomou conta de hostes petistas: estabelecem compromissos de classe e buscam tornar indispensável sua serventia para desconstituir a esquerda como coalizão dirigente.

O PMDB provavelmente aprovará as propostas de ajuste fiscal, pois correspondem a interesses do capital financeiro, mas tentará ser o mediador de certa flexibilização, jogando no colo do governo e do petismo o desgaste pela defesa intransigente de providências antipopulares.

O aparente populismo no trato do pacote apresentado por Levy, no entanto, está casado com legislação que pode, entre outros retrocessos, sacramentar o financiamento empresarial na reforma política, consolidar draconiano código antiterrorista, alterar normas para indicação de ministros do STF e agências reguladoras, derrubar limites para a terceirização do trabalho e reduzir a maioridade penal.

De quebra, o PMDB se compõe com o PSDB para controlar a CPI da Petrobrás e direcioná-la, em conluio com a mídia privada, contra o Palácio do Planalto.

Resposta pós-eleições

Nada disso é propriamente surpreendente: o deslocamento de frações importantes do centro para a direita era facilmente observável no último processo eleitoral. O apoio de Marina Silva a Aécio Neves e a divisão peemedebista no segundo turno foram as principais expressões dessa tendência.

O que espanta é a apatia e a confusão do governo, aparentemente atônito com o cenário pós-outubro.

A presidente, talvez sem se dar plenamente conta da contraofensiva que se armava, preferiu se empenhar na suposta pacificação das forças conservadoras, desconhecendo que o giro peemedebista representava, dessa vez, mais um ímpeto classista e orgânico do que tradicional manobra fisiológica para arrebanhar cargos adicionais e generosas recompensas no aparato de Estado.

Adotou políticas e discursos desorganizadores do campo progressista que a reelegeu, quando mais necessitava de unidade e mobilização de sua base social, fatores possíveis apenas se o programa da segunda administração expressasse a mesma narrativa de aprofundamento das mudanças que levou à vitória nas urnas.

O governo faz de conta que ainda tem maioria parlamentar.

Os mesmo partidos e grupos que derrotam seguidamente a presidente no Congresso continuam a controlar ministérios e orçamentos sem qualquer contrapartida política ou programática.

O Palácio do Planalto, para agravar a situação, nem sequer extrai todas as consequências da opção por estratégia de conciliação.

Indisposto a mudar de orientação e travar confronto público para defender seus pontos de vista, o oficialismo resolveu, ainda por cima, peitar o PMDB na disputa da Câmara e estimular o surgimento de novas siglas, além de tratar parceiros poderosos com desdém que somente poderia enervá-los.

Dupla hesitação

A presidente vive, assim, no pior dos mundos: nem guerra nem paz.

Abdica de comandar enfrentamento contra a escalada reacionária, descarta a definição programática como critério decisivo para formação do gabinete e evita romper com aliados que estão desertando do projeto político liderado pelo PT.

Tampouco assina efetivamente um armistício, atendendo exigências colocadas à mesa para eventual repactuação, possivelmente com receio de descaracterizar derradeiramente seu governo e esvaziar ainda mais o poder presidencial.

Tal postura significa, na prática, dupla e funesta hesitação. Nem se recorre claramente à mobilização popular e ao concurso da opinião pública como instrumentos de governabilidade, levando ao embate social a disputa de governo, nem se aceita plenamente o predomínio dos conciliábulos institucionais.

Não há dúvidas que resta impraticável administrar sem maioria, no sistema brasileiro, mas o caminho atual está levando a derrotas e recuos desordenados que deterioram o campo de esquerda sem promover qualquer estabilização parlamentar.

A dinâmica política assemelha-se, deste jeito, à vida animal.

Os cachorros loucos do antipetismo, à direita e ao centro, farejam a adrenalina do medo e da indecisão, incrementando a ferocidade de seus ataques.

Para quem preferir imagem mais adequada ao governo que sancionou a Lei Maria da Penha, o roteiro em cena lembra agressores que vão se assanhando com a falta de reação da vítima, sentindo-se cada vez mais fortalecidos e despojados de limites, dobrando a cada lance sua truculência.

A pergunta que não pode calar, como é típico de histórias deste tipo: até quando?


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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