Arquivo para abril \09\-04:00 2015



PARLAMENTARES DA BASE ALIADA ENTRAM COM PEDIDO DE MANDATO DE SEGURANÇA NO STF PARA IMPEDIR A VOTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO

b732fa52-ac14-4d29-ad5e-6bad51128cd0Na noite do dia 7, o Projeto de Lei (PL) 4.330 que regulamenta a total prática da terceirização no país, teve aprovada sua tramitação em rito de urgência urgentíssima pelos parlamentares que tramam contra os trabalhadores em benefício do capital representado por seus patrões capitalistas que não satisfeitos com o assalto da mais-valia pretendem mais lucros em nome de uma falsa modernidade trabalhista.

Diante do acinte contra os trabalhadores e a maior parte da sociedade brasileira, já que são os trabalhadores que produzem economia de onde saem as rendas de outros trabalhadores que desempenham funções sociais específicas, parlamentares da base aliada se reuniram para tratar da possibilidade de entrar com um mandato de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir a votação da PL 4.330. O teor da decisão se baseia no fato de que a Medida Provisória (MP) 664, enviada pela União ao Congresso, cuja data para sua votação em fevereiro, já expirou.

Se for considerada da MP 664, a votação da PL da terceirização será tida como inconstitucional. Diante da realidade-democrática, o presidente da Câmara, com perfil total de antidemocrata, o reacionário Eduardo Cunha (PMDB/RJ) afirmou que o recurso não tem força nenhuma porque a MP 664 não lida em plenário. Todavia, como os parlamentares da base aliada, principalmente os governantes, não são avoados e nem desatentos, eles afirmaram que já houve a leitura em plenário da MP 664. Tudo ocorreu semanas trás, de forma ligeira, e o próprio relatório da comissão especial afirma que foi lido na ata sessão.

“Já há convicção de que, caso o resultado da mesa, seja de que a votação da PL pode ter continuidade, a não que a explicação apresentada não deixe margem para dúvidas, será ajuizado o mandado de segurança na Suprema Corte”, afirmou um deputado.

AUTORITARISMO DE EDUARDO CUNHA, DE IMPEDIR SINDICALISTAS ASSISTIR A VOTAÇÃO DA PL 4.330, É DERRUBADO POR MINISTRO

image_largeDurante a manifestação dos trabalhadores em frente ao Congresso Nacional contra a votação da PL 4.330 que coloca o trabalhador em posição maior de escravidão, a terceirização total no mercado de trabalho, quando vários manifestantes foram feridos e agredidos pela Polícia Legislativa e Policia Militar, o reacionário e processado presidenta da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) afirmou, com arrogância e prepotência, que a manifestação dos trabalhadores lhe impulsionava para votar com maior ligeireza a PL da terceirização.

Como já lhe é peculiar, Eduardo Cunha, impediu que os representantes sindicais circulassem nas dependências da Casa do Povo, onde quase não há representantes do povo. Proibidos, os trabalhadores tiveram mais um dos seus direitos reprimidos: o direito à liberdade de participar, pelo menos visualmente, da votação de um projeto de lei que atenta contra sua dignidade de produtor de economia para satisfazer os capitalistas e – como não? -, os próprios deputados que são algozes de seus direitos.

Porém, ontem, dia 8, a prepotência – a prepotência é a cidadela dos inseguros que tomam as instituições como suas protetoras – do campeão de processos, deputado Eduardo Cunha, enfraqueceu. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio autorizou a entrada e circulação dos representantes Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Câmara para que possam assistir a votação da irracional PL da terceirização. A violência contra os trabalhadores em benefício dos patrões.

“Mostra-se simplesmente inimaginável que criem obstáculos ao ingresso do cidadão em qualquer das Casas que o integram. Em tempos estranhos, como o presente, há de se buscar o fortalecimento desse imprescindível Poder, em atuação constante, considerado o sistema de freios e contrapesos – tão necessário a evitar-se o cometimento do mal que é o abuso”, disse o ministro em sua decisão.

Os roedores, o incendiário e a lava jato

Os nossos procuradores da Lava-Jato seguem a seguinte filosofia: para eliminar os ratos, deve-se colocar fogo no paiol. No caso, o paiol é o Brasil.

Sebastião Velasco

(Este artigo acabara de ser escrito quando surgiu a informação de que o Bradesco havia estendido por 90 dias linha de crédito à Brasil Sete. Infelizmente, os mesmos jornais informam que outra empresa — a Schahin – paralisou a operação de cinco sondas da Petrobrás, por não ter conseguido recursos para financiar os US$ 120 milhões de que necessitava. Como a referência à Brasil Sete é meramente ilustrativa, mantenho o artigo, com a redação original).

A depender deles, não vai acalmar enquanto não acabar.

Vejam esta notícia, que circulou dias atrás: o Procurador Julio Macedo de Oliveira entrou com representação junto ao TCU para suspender, como medida cautelar, qualquer empréstimo do BNDES à empresa Brasil Sete. Fundamenta o ato a suspeita de que estaleiros tenham pagado propina a ex-diretores da empresa para obtenção de contratos.

Em quarentena desde que foi citada por Pedro Barusco, sem esses recursos a Sete Brasil não tem como pagar os estaleiros subcontratados para a produção de sondas e navios-plataformas encomendados pela Petrobrás. Os valores pendentes ascendem a mais de 1.3 bilhões de reais. A quebra da Sete Brasil arrastaria boa parte da indústria de construção naval no Brasil, com perda estimada em cerca de 200 mil empregos. Cairia por terra, com esta, a política de conteúdo nacional para o pré-sal inaugurada pelo governo Lula.

Se um marciano chegasse a essas plagas, sem informação prévia sobre os costumes de seus habitantes, pensaria ter pousado em um imenso hospital psiquiátrico.

Reparem no contraste. Em 1920, o presidente dos Estados Unidos sancionou uma lei de marinha mercante determinando que o transporte de cabotagem fosse feito em navios com bandeira dos Estados Unidos, construídos nos Estados Unidos, de propriedade de cidadãos americanos, com tripulação composta de residentes permanentes nos Estados Unidos. Duplamente protecionista, a lei criava mercado cativo para empresas de transporte marítimo e para a indústria de construção naval. Mais conhecida como Jones Act, ela sofreu várias alterações ao longo do tempo, mas no essencial continua em vigor até hoje.

Um caso, entre outros. Na década de 1970, a Coréia entrou no ramo da construção naval por expressa exigência do autocrata de turno. Naquela época, o país desenvolvia uma política industrial agressiva, que reservava mercado aos produtores locais, e usava abertamente uma pletora de instrumentos para garantir estrito controle nacional sobre os empreendimentos. Instado pelo ditador, o dono do grupo Hyundai aceitou o desafio de construir no país o maior estaleiro do mundo.  Obtido o financiamento e a assistência externa indispensáveis, teve início a corrida frenética para entregar as encomendas contratadas dentro dos prazos estabelecidos. Foi então que sobreveio o choque do petróleo, e com ele a pressão insuportável dos compradores. Ante o fracasso iminente, o grupo deu o seu grande salto: fundou a Companhia Hyundai de Marinha Mercante e garantiu mercado para suas próprias embarcações, beneficiado pelo monopólio do transporte de óleo cru importado, imposto por decreto, com esse preciso fim, pelo governo coreano. Hoje, pouco mais de quarenta anos depois, a Hyundai Heavy Industries Shipbuilding Division está solidamente instalada no primeiro lugar entre as maiores empresas de construção naval do planeta.

Tudo bem, estamos em outra época, e em outro continente. Ninguém imaginaria replicar no Brasil de hoje os exemplos evocados. Mas não precisamos exagerar. O que se está promovendo aqui é um grande salto para trás, além de um espetáculo de sadismo social explícito.

E não se trata apenas da indústria naval.  A Lava Jato tem impacto direto nos investimentos da Petrobrás e atinge outros setores da engenharia, ao dificultar o crédito bancário às empreiteiras, e ao ameaçar vedar-lhes, por inidoneidade, a participação em contratos com entes públicos. Estudo econométrico da FGV estima em cerca de 87 bilhões de reais, só este ano, o custo para a economia brasileira da Operação Lava Jato.

Mas, qual o problema? O chororô dos empresários afetados e o trololó de seus defensores não faz o menor sentido. É o que nos assegura o Procurador Carlos Fernando Lima, integrante da força-tarefa encarregada da operação. Para esse senhor tranquilo, o argumento da preservação de empregos é um sofisma. “Os empregos não vão desaparecer.” “As obras vão continuar”, diz ele, logo depois de enunciar a profecia autorrealizável: “Não creio ser possível salvar as empresas.”

E arremata com outra profecia — esta, completamente estranha à sua esfera de competência: “Eu não creio que vamos perder o capital humano, porque as pessoas mudam para novas empresas. As empresas é que vão mudar. As obras vão continuar por aí”.

Não crê? Como não?  Será que o Doutor Lima nunca abriu um livro de economia industrial? Será que imagina, de fato, empresas de tecnologia altamente sofisticada, organizações grandes e complexas, formadas ao longo de décadas de aprendizado, a entrar e sair do mercado com a facilidade que fazem as barracas de feira?

A displicência com que o Procurador fala dos efeitos prováveis de sua ação seria prova de irresponsabilidade criminosa se não atendesse a um propósito bem definido.

Ele é evidente: trata-se de aparar a crítica e remover qualquer obstáculo à cruzada a que se entregam os membros de sua equipe. Mesmo que para isso seja necessário passar por cima da lei e invadir a competência de outros órgãos do Estado, como fazem ele próprio e seus colegas quando se lançam em campanha contra a CGU, para evitar que ela negocie acordos de leniência, como prevê a lei, com empresas investigadas por práticas ilícitas.

Não é preciso ser leitor de Nietzche para distinguir uma vontade de poder ilimitada no agir desses jovens – e não tão jovens  —  de rosto crispado e colarinho duro.

Às vezes ela se expressa descuidadamente, como no comentário final do Procurador Deltan Dallagnol ao responder à pergunta do repórter sobre as razões do sucesso da operação Lava Jato.

“São tantas as circunstâncias fortuitas que muitos chamariam isso de um grande acaso, uma conspiração do universo. Em razão de minha cosmovisão cristã, eu creio que Deus está agindo no meio das circunstâncias e nos dá uma oportunidade única na história de promovermos mudança estrutural em prol de uma sociedade mais justa e mais honesta.”

O maniqueísmo é de assombrar. De um lado, os combatentes da virtude, lançados na tarefa ingente de purgar a sociedade brasileira dos vícios que a deformam. De outro, os corruptos, degenerados, monstros odientos — e todos que com eles compactuam, ou protegem.

O bem contra o mal. Num mundo assim, a discordância é um obstáculo a ser removido; a lei, um detalhe. O que importa é realizar a missão salvadora, custe o que custar.

O folclore político americano do século XIX registra um termo que nos dá o que pensar. Barnburners, literalmente queimadores de paiol. O rótulo era usado para designar os integrantes de uma ala radical do Partido Democrata na década de 1840. A origem um tanto lendária da expressão é deliciosa: o fazendeiro aloprado, que para combater uma infestação de ratos, resolveu pôr fogo em seu paiol. Os nossos procuradores de idéia-fixa comportam-se como o incendiário da historieta. Com uma diferença: o paiol que eles se dispõem a queimar não é deles, mas um patrimônio nacional.

Para nós – que detestamos ratos, mas não abrimos mão do nosso paiol — é mais do que chegada a hora de vencer a inibição, tomar a palavra, e dizer, alto e bom som a esses senhores: Basta!

DILMA DIZ, DURANTE LANÇAMENTO DO PACTO NACIONAL CONTRA AS VIOLÊNCIAS NA INTERNET, QUE HÁ OFENSA, PRECONEITO E INTOLERÂNCIA NAS REDES SOCIAIS

954901-dilma_dsc_9689Sempre defendendo a liberdade de expressão e de manifestação, que foram conquistadas com luta, a presidenta Dilma Vana Rousseff discursou no lançamento do Pacto Nacional de Enfrentamento às Violações de Direitos Humanos na Internet, batizado com o nome Humaniza Rede que tem como objetivo produzir uma atmosfera virtual sem preconceitos e discriminação e encontra-se ligado diretamente a primeira ouvidoria de direitos humanos online. O pacto também prevê medidas de prevenção aos crimes digitais e orientação aos professores, alunos e pais sobre ambiente digital seguro.

Durante seu discurso, ela disse que as regras éticas da vida real deveriam servir de orientação aos internautas que fazem uso da vida virtual, já que muitos que fazem uso das redes sociais usam-nas para expressar preconceito, discriminação, ofensa e intolerância.

“Com a extensão de nossa vida real, esse mundo da internet deveria também ser regido pelas mesmas regras éticas, comportamentais e de civilidade que queremos que ocorram na sociedade e no dia a dia, mas não é o que vem ocorrendo. No Brasil, e em âmbito internacional, infelizmente, as redes sociais têm sido palco de manifestações de caráter, ofensivo, preconceituoso, de grave intolerância.

Sob o anonimato da rede, alguns usuários se sentem a vontade para expressar todo tipo de agressão e difusão de mentiras ferindo a honra e a dignidade de outras pessoas.

O governo tem compromisso com a liberdade inabalável de expressão e de manifestação, com o direito de cada cidadão se expressar, informar-se, ser informado, criticar, enfim, manifestar-se e usar todos os mecanismos para penar por conta própria. Somos a favor do bom debate, do respeito e da convivência democrática entre todos.

É para valorizar e reafirma isso que estamos aqui hoje. Por prezarmos a liberdade e a democracia, queremos uma internet, que ao assegurar a livre expressão de opiniões, compartilhe respeito e fortaleça direitos e deveres”, discursou Dilma.

O discurso de Dilma é para os que alcançaram a dimensão humana da socialização. Entretanto, a internet é um corpo-virtual que as aberrações paranoicas, em função de suas taras afetivas, cognitivas e éticas que lhes tiram a condição humana, encontraram para reverberar suas alucinações e delírios como se fosse exercício de liberdade de expressão.

Um breve exemplo: o sentido pornofônico, pornográfico e escatológico que elas carregam como manifestação política. O caso do15 de março.  

DIA NACIONAL DE LUTA EM DEFESA DOS TRABALHADOES, CONTRA TERCEIRIZAÇÃO E A INTOLERÂNCIA DAS DIREITAS

954929-manifestacao_wdo0997Ontem, dia 7, foi o Dia Nacional de Luta em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores. A manifestação organizada pelas centrais sindicais defendeu uma política que não altere os ganhos da categoria em benefício dos privilegiados. Os trabalhadores também se posicionaram fortemente contra o projeto de lei que regulamenta a terceirização no Brasil e que é defendido pelos parlamentares da bancada empresarial que fazem lobby porque tiveram suas campanhas financiadas pelas empresas como também pelo presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ). Ele já afirmou que a votação não passa dessa semana.

Em São Paulo, durante a manifestação, que percorreu a Avenida Rebouças, passando pela frente da Secretaria de Saúde, seguindo até a Praça da República, na capital paulista, os participantes se prontificaram à defesa da democracia, combate à corrupção, defesa da Petrobrás, a reforma agrária, a democratização da comunicação e, aproveitando a comemoração do Dia Mundial da Saúde, exigiram melhor atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

954931-manifestacao_wdo1007 954946-manifestacao_1148 954947-manifestacao_1211 954953-manifestacao_1175Já na manifestação em Brasília que reuniu mais de 4 mil trabalhadores que protestaram contra a votação do Projeto de Lei (PL) 4330/04 que tem como objetivo legalizar totalmente a terceirização do mercado de trabalho, as policias Legislativa e Militar agrediram com a sua tradição violência os manifestantes.

Tudo começou, segundo Pascoal Neto, secretário geral da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), que foi agredido com spray, quando um policia legislativo atirou, sem qualquer motivo ameaçante, no chão. Quem sabe que, por força do hábito, quisesse matar uma formiga.

“Fomos conversar com ele para saber o que estava acontecendo e chegaram mais policiais, que já foram batendo no pessoal com cassetetes e gás de pimenta. A truculência da polícia foi muito forte. Sem motivo algum”, afirmou Pascoal Neto. E é preciso ter motivo quando alguém foi doutrinado para usar a violência?

O deputado Vicentinho (PT/SP), que teve o rosto ferido, disse que havia policial infiltrado no meio dos trabalhadores.

“Tem gente infiltrada aqui! Tem que identificar e prender esse vagabundo desse policial que está infiltrado aqui”, disse Vicentinho.

As fotos são de Wilson Dias, da Agência Brasil.

Em São Paulo, Luiz Antônio Queiroz, diretor executivo da Central Única dos Trabalhadores (CUT), disse que o protesto em relação à saúde, é para ver se ela melhora.

“Fazemos o protesto para ver se essa questão da melhora da saúde vai para frente. É muito difícil. É um atoa suprapartidário, a gente faz isso para esclarecer a população”, disse o diretor da executiva da Central Única dos Trabalhadores (CUT) Luiz Antônio Queiroz.

Por sua vez, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo (Sind-Saúde/SP), Gervásio Foganholli, afirmou que o governo estadual não repassou verbas aos municípios.

954955-manifestacao_1039 954956-manifestacao_1076 954957-manifestacao_1085 954958-manifestacao_1096“A Superintendência de Endemia do Estado de São Paulo repassou serviços para os municípios, fez a descentralização da gestão, mas não repassou os recursos necessários, não deu infraestrutura”, afirmou Gervásio.

DILMA, DURANTE POSSE DO MINISTRO RENATO JANINE, DISSE QUE NÃO HAVERÁ REDUÇÃO DE RECURSOS PARA A EDUCAÇÃO

dd92abf6-7c1e-4964-9f3d-06f352d91f60Em solenidade com tom de alegria geral, a presidenta Dilma Vana Rousseff, empossou o ministro da Educação Renato Janine, filósofo, escritor e professor de ética da Universidade de São Paulo (USP), para ela, sua chegada ao governo, é uma “feliz novidade”.

Demonstrando clara segurança, Dilma falou sobre os planos de seu governo referente à educação. Ele disse que não fará qualquer redução de recursos nas chamadas áreas estruturais do ministério. Ela chamou atenção para a política de aumento de alfabetização de crianças, atividade de ensino de tempo integral e expansão do Pronatec focado no Jovem Aprendiz, além da renovação do Fies. Citando Paulo Freire, Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro, Dilma agradeceu ao ex-ministro da Educação Cid Gomes.

Cid Gomes mostrou para o Brasil o que a maioria já sabia, mas precisava de confirmação por uma autoridade. Chamou o deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) de achacador. E por cima disse para os deputados da base aliada, mas que trabalham contra o governo, que largassem o osso. Uma espécie de complexo-oral: querem tudo para si sem distribuir.

Dilma falou também da aplicação de recursos do pré-sal na educação que possibilitará uma grande revolução no setor. Ela continuou defendendo a Petrobrás que hoje produz dentro de nível superior ao esperado. Segundo ela, a Petrobrás vai ter sua credibilidade recuperada.

“Quem poderia ser o mais indicado para comandar todo esse processo de transformação da nossa educação que um professor e um pensador como é Renato Janine? Não faltará ao novo ministro competência e educação.

Para nós, a educação sempre teve dupla função: moldar uma república democrática e soberana e preparar o país para o grande desafio de crescimento e inovação tecnológica. É como pátria educadora que o país será uma Nação desenvolvida e ao mesmo tempo, justa com seu povo.

O Plano Nacional de Educação estabelece um cronograma de investimentos que permitirão uma revolução no ensino nos próximos anos. A luta pela recuperação da Petrobrás é minha, do meu governo e de todo o povo brasileiro”, discursou Dilma.

EM MANAUS INVEJOSOS-PARANOICOS CONTINUAM PERSEGUINDO ELEITORES DE DILMA: OS GOVERNOS POPULARES

60 Jahre Kriegsende - Adolf HitlerA inveja é um dos afetos mais tristes criados pelo homem. Leva a potência ao mais baixo grau, nos diz o filósofo Spinoza. O invejoso sofre duas vezes. Uma, porque deseja o que o outro tem. E outra, porque desejando o que é de outro, mostra que tem uma existência malograda. Ou seja, não tem existência, já que só teria existência se tivesse o que o outro tem. Como não pode ter, situa-se no mais baixo grau de potência.

Para o filósofo Nietzsche, é um reativo. Um ser ignóbil que traiu a vida. Na verdade, um corrompido, já que seu espirito não carrega a vontade de potência. É um degenerado. Nasceu com a vida, mas não a manteve. Preferiu sua abdicação por medo. O que se pode afirmar quando morrer: teve vida, mas não nasceu. Dai que seu medo da vida levou-o a invejar o que confirma a vida. O ativo. O livre.

Mas há um sinal que deve ser observado sobre o desejo que o invejoso tem sobre o que é de outro. O invejoso é também um trapaceiro. Um miserável trapaceiro. Um trapaceiro de si mesmo. Ele não deseja em verdade o que o outro tem. Ele simula querer esse objeto do outro. Porque o que o outro tem é demais para ele. E ele não pode cultuá-lo em si. De tão impotente, ele não pode ter o que o outro tem. Ele não pode vivenciar o objeto que ele deseja no outro. Aí, seu grande desespero: simular querer ter o que não pode ter, porque não carrega potência suficiente para cultuá-lo. Já que viver é cultuar o que necessária à vida.

Para a psicanálise o invejoso é um paranoico. Alguém que acredita que estão sempre tramando contra ele. Ou, em outro entendimento – que é o mesmo-, alguém que acredita que lhe tiraram algo que lhe pertencia. Uma espécie de narcisismo-malogrado. Ele não conseguiu amar a si mesmo em si mesmo. A psicanálise vai mais distante. O invejoso-paranoico se encontra emaranhado nos códigos do medo da castração e da inveja do pênis do pai. Medo da castração e impotência diante da imago-ameaçadora do pai e posteriormente, na fálica vida adulta, a identificação com personagens, dominadores, perversos, tirânicos, sintetizam o invejoso-paranoico.

Como a democracia é um regime produzido pela composição das potências de todos os homens e mulheres, portanto, um regime que cultua a alteridade, o congraçamento e a tolerância, o invejoso-paranoico não tem lugar nesse modus de ser coletivo, já que ele é, também, uma aberração política. Um exemplo simples: a imobilidade dos invejosos-paranoicos do dia 15 de março. Todos seus pronunciamentos delirantes e alucinados confirmam este estado psicopatológico. Foram pronunciamentos pornofônicos, pornográficos e escatológicos. Enunciações próprias das consciências aberrantes.

Como em outras partes do Brasil, em Manaus, alguns desses invejosos-paranoicos continuam perseguindo os eleitores de Dilma. Os eleitores que elegeram os dois governos populares de Lula e Dilma. A inveja-paranoica, neste caso, veste veículos. O motorista invejoso-paranoico se aproxima com seu carro – quase sempre carro de grande porte – de outro carro com adesivo favorável a Dilma, como “Fica Dilma”, e coloca seu carro na direção do carro-invejado, simulando uma batida. O objetivo, além da ameaça, é causar terror no motorista do carro com adesivo favorável a Dilma. Que ele gostaria que fosse o demente “Fora Dilma”.

Depois de alguns minutos de assédio, ele passa acelerando seu paranoico-veículo, pelo carro contrário com a mão realizando gestos obscenos e proferindo pornofonias. O velho símbolo fálico da impotência sexual desse tipo. Nietzsche diria que ele inveja a inteligência, a honradez e compromisso democrático do “Fica Dilma”.

São vários os casos contados a este blog em que os motoristas foram vítimas da violência contra seus direitos. Como eles ficaram preocupados com as ameaças, eles não anotaram as placas dos carros. Mas agora, estão dispostos a anotar as placas e realizar um boletim de ocorrência nas delegacias, para que seja aberto um processo contra os invejosos-paranoicos agressores.

Outro adendo. Eles atacam mais à noite e em ruas com pouca movimentação. Um conhecido modus operandi dos invejosos-paranoicos nazifascista. Também não esquecer que eles escolhem os governos populares como seus alvos, apenas para tentarem sublimar suas impotências, já que não atingem a compreensão política do que seja um governo popular. Suas reações – não esquecer que são sempre reativos – são todas ligadas aos modelos estereotipados, onde não se encontra a crítica da objetividade.

Esse é o perigo: elas não lutam por nada, pois suas consciências são puras mortificações. Uma imensa mortalha.    

A mídia e a greve mundial no McDonald’s

Está agendada para 15 de abril uma “greve mundial” contra a rede estadunidense de fast-food McDonald’s. A previsão é de que o movimento tenha a adesão de 200 cidades de 35 países. O motivo é a brutal exploração exercida pela multinacional, que paga míseros salários e adota inúmeras práticas lesivas aos direitos trabalhistas. Os trabalhadores brasileiros participarão da jornada.

Altamiro Borges

Em meados de março, o sindicato da categoria (Sinthoresp) protocolou uma ação no Tribunal de Justiça do Trabalho de São Paulo exigindo o fim do acúmulo de funções e o pagamento do adicional por insalubridade. Houve protesto dos funcionários na Avenida Paulista e a população foi informada sobre a adesão à “greve mundial”. A mídia privada, porém, não deu maior destaque ao movimento. A multinacional é uma das maiores anunciantes do país, o que explica a cumplicidade da imprensa privada e venal!

A mobilização contra os abusos do McDonald’s tem crescido no mundo inteiro. Ela teve início nos EUA em 2012, quando os funcionários desta e de outras redes de fast-food se reuniram em Nova York para exigir aumento salarial e melhores condições de trabalho. Desde então, outras cidades de várias partes do mundo aderiram aos protestos. O movimento conquistou o apoio de vários sindicatos, de estudantes e até de pastores de igrejas de Nova York, Chicago e Detroit.
Arrogante e truculenta, a direção da multinacional tenta minimizar o impacto das mobilizações. “Esses eventos não são ‘greves’, mas manifestações organizadas para atrair a atenção da mídia”, afirma Heidi Barker, porta-voz do McDonald’s nos EUA. A realidade, porém, é bem diferente, conforme aponta Kwanza Brooks, funcionária da empresa na Carolina do Norte. “Quando nós começamos, poucas pessoas queriam participar. Elas estavam assustadas, com medo de perder o emprego. Mas o movimento está realmente crescendo, e pessoas que não sabiam que nós existíamos, agora sabem”.
Os efeitos da mobilização já se fazem sentir em vários terrenos. Em fevereiro, a multinacional confessou uma queda de 4% nas vendas em suas lojas nos EUA e de 1,7% em sua operação global, segundo reportagem do jornal “The New York Times”. Nas últimas semanas, o comando da “campanha global pelos direitos dos funcionários do McDonald’s” também comemorou outras vitórias parciais. Pela primeira vez na história ocorreu uma audiência do Comitê Nacional de Relações de Trabalho dos EUA em que a empresa foi acusada formalmente por práticas lesivas aos direitos dos trabalhadores e pela repressão à ação sindical. Antes, o órgão responsabiliza apenas os franqueadores da rede.

Já na terça-feira (31), a Comissão Europeia Antitruste solicitou, em Luxemburgo, informações sobre o acordo fiscal feito com o McDonald’s em decorrência das denúncias de sindicatos de trabalhadores de evasão da ordem de 1 bilhão de euros entre 2009 e 2013. E no Japão, os investidores de fundos de pensão detentores de ações do McDonald’s pediram a troca dos integrantes do conselho da empresa motivados pelas quedas nos resultados da companhia desde uma crise envolvendo o uso de matéria-prima estragada. Todos estes fatos, porém, não geram reportagens e denúncias na mídia “imparcial”. A grana da publicidade justifica a postura mafiosa!

O TESTAMENTO DE JUDAS 2015

image002Como ocorrem todos os anos este blog divulga para o conhecimento do público, principalmente, brasileiro o Testamento de Judas, o cara que possibilitou o cristianismo que hoje a maioria das pessoas acredita como sendo o verdadeiro. Como é do entendimento de alguns, se não houvesse a chamada traição de Judas não haveria cristianismo. Pelo menos o paulino. O que crucificou Cristo como uma forma de manter a culpa nos homens sem bem-aventurança.

Com Cristo, o filho de Maria, não o paulino, aconteceu a Boa Nova. A Boa Nova que escapava das semióticas sobrecodificadoras romana e judaica. Cristo como o idiota, o novo (em grego, o que é novo, o inusitado), o singular, o diferente, traiu as causas, as metas e os interesses desses dois seguimentos despóticos que só se propunham a dominação das almas individuais e coletivas. O que Cristo e nem Judas pretendiam. Os dois eram mais amigos do que possa imaginar a vã filosofia dos crentes, como diria Shakespeare.

O testamento deste ano aparece como uma grande novidade. Judas não nos entregou seu testamento de forma particular, como sempre ocorre. Ele nos entregou no Bar Rabás, point de movimentação de poetas, escritores, jornalistas, escultores, políticos de esquerda, atores, atrizes, religiosos, sambistas, passistas, capoeiristas, grafiteiros, músicos, hip hopistas, blogueiros-sujos, roqueiros, trabalhadores de várias categorias, educadores, cinegrafistas, dramaturgos, teatrólogos, funkeiros, macumbeiros, umbandistas, candomblecistas, pintores, garis, sem teto, sem terra, índios, negros, LGBT, entre tantos esquizos-estéticos-produtivos.

O certo é que Judas foi entrevistado por muitos desses malditos. O seu mote principal foi o Brasil, e, principalmente, os governos populares de Lula e Dilma. Segundo ele, como amigo de Marx, estava adorando. Não foi resultado da revolução que ele e Cristo almejavam, mas foi uma revolução diante do que as direitas vinham fazendo com o país. Perguntado sobre a questão da redução da maioridade penal, ele foi curto e grosso: ”Coisa de filhos de Herodes! Quer dizer: pior que Herodes. Matam as crianças depois de crescidas! Esses parlamentares deveriam ser impedidos de falar em nome do povo”. Foi efusivamente aplaudido.

Quando perguntaram sobre o combate à corrupção, ele soltou uma tremenda gargalhada e completou afirmando que desse tema ele conhecia, porque em Roma havia a maior corrupção de toda a antiguidade. E seguiu afirmando que no Brasil, os governos de Lula e Dilma estavam fazendo o que os imperadores romanos não fizeram. Perguntado como respondia sobre essa falsa onda de impeachment de Dilma, ele foi oviparomente sintético: “Lembram do negão Mussum? Pois é, impeachment é meus óvis! Sobre a tentativa de terceiro turno promovido pelas direitas, ele escancarou. Disse que era recurso dos falsos políticos, os aproveitadores que não respeitam a democracia porque não a vivenciaram. Disse, também, que se tratava de ressentimento. “Se sofro, a culpa é tua. Se não chego a ser presidente, a culpa é tua”. E completou observando que aprendera muito sobre o ressentimento, a má consciência e o ideal ascético com seu amigo, o filosofo Nietzsche, que escrevera o mais importante livro sobre Cristo, o verdadeiro, O Anticristo. O Homem que não criou a dívida, a culpa, a vingança, a condenação, a cobrança, o castigo. O Homem mais amado! E o Homem que mais amou!

Sobre as mídias ele negou que elas fossem o espírito da opinião pública. Segundo ele, as mídias são escravas do grande capital e se satisfazem com as migalhas que caem dos banquetes dos grandes capitalistas. Sobre a homofobia, ele foi bem contundente afirmando que todo homofóbico não tem medo de LGBT. Ele tem medo é que seus mecanismos de defesa falhem e expressem publicamente suas relações incestuosas com seus pais. Para ele, o que ocorre na verdade, é que todo homofóbico odeia o pai, mas quer se passar como autoridade-machista. Uma forma de ocultar sua frustração sexual com seu pai. E, então, ter que se virar na punheta. Em linguagem psicanalítica burguesa, masturbação. E disse que sabia disso porque, seu amigo Freud, o havia ensinado. Para ele o movimento LGBT é autêntico movimento da vida.

Diante da pergunta se ele havia beijado mesmo Cristo, ele foi direto. Afirmou que não só beijou como abraçou. E que Cristo sempre que encontrava com as pessoas beijava. E para animar mais o tema observou que Cristo foi o primeiro Maradona da história. E mais, disse que os lábios foram feitos para beijar e não só ajudar para assoviar. Não economizou elogios a Cristo. Então, alguém, incautamente perguntou se ele havia mesmo traído Cristo. Agradeceu a pergunta e afirmou que entre eles dois os compromissos não cabiam traição. A traição é uma criação do Estado Romano e dos judeus que odiavam Cristo e tinham pavor do que ele, Judas, idealizava como revolucionário. E acrescentou: se ele e Cristo tivessem tido suas ideias vitoriosas, o mundo seria outro. A galera foi ao delírio! Aplausos gerais!

Depois de debater outros temas, foi convidado a subir ao palco para proferir seu testamento. Então, mandou ver. 

O TESTAMENTO

 – Para minha amiga Dilma

Mulher corajosa, proba e inteligente

Deixo como lembrança

A sinceridade de sua gente.

E com os movimentos

Siga sempre em frente.

 

 

– À minha presidenta querida

Que luta contra a corrupção

Deixo minha ultra-lupa

Que revela qualquer ladrão.

Porque eles sempre se escondem

Atrás de um riso bonachão.

 

 

– Minha amiga não esqueça

Impeachment é só falação

Por isso mantenha o sorriso

Esse protesto é fogo de rojão.

 

 

– Para meu amigo Lula

Que não para de lutar

Deixo-lhe muita saúde

Para os inimigos perturbar.

Enquanto se preocupam com você

Você leva a vida a desfrutar.

 

 

– À Petrobrás soberana

Do petróleo e do pré-sal

Deixo-lhe os poderes do povo

Para se livrar do mal.

Nenhum traidor da pátria

Pode acabara com a estatal.

 

 

– Para as centrais sindicais

Que lutam pelo trabalhador respeitado

Deixo-lhes uma lei trabalhista

Em que ele jamais será arrochado.

 

 

– Para os nazifascistas

Que querem a Petrobrás privatizar

Deixo-lhes Miami Beach

Para o delírio bronzear.

 

  

– Para os reacionários-burgueses

Que cultuam palavras de ordem

Deixo-lhes a explosão do Big-Bang

Para que nunca acordem.

 

  

– Para a alienada burguesia

Que fez seu ídolo um torturador

Deixo-lhe os guetos da Gestapo

E o livro: “III Reich o Terror”.

 

 

– Para o vaidoso Fernando Henrique

Cuja memória é lusco-fusco

Deixou os depoimentos

Do corrupto Pedro Borusco.

 

 

– Ainda para Fernando Henrique

Cujo desgoverno foi só paralização

Deixo-lhe os governos de Lula e Dilma

Para ninguém esquecer a lição.

 

  

– Ao companheiro Genoíno

Que genuinamente permanece honrado

Deixo-lhe o cipó de aroeira

No lombo de quem lhe julgou culpado.

 

  

 – Ao ressentido Aécio Cunha

Cuja inveja não tem fim

Deixo-lhe a preocupação

Com a candidatura Alckmin.

 

 

– Para a caloteira TV Globo

Que de sonegação é afeita

Deixo-lhe sua condenação

Em processo na Receita.

 

 

– Ao escamoteador Jornal Nacional

Que não prima pela verdade

Deixo-lhe o prêmio honroso:

“Campeão de Desonestidade”.

 

 

– Para que o povo do Brasil

Seja o espírito da informação

Deixo aprovada a Lei

Que acaba com a monopolização.

 

 

– Aos engajados blogueiros-sujos

Cujo texto é político e inteligente

Deixo-lhes a implosão

Da própria mídia-demente.

 

 

– Para mostrar que Aécio Cunha

Não deveria ser eleito pelas urnas

Deixo aberto o processo

De corrupção em Furnas.

 

 

– Aos professores de São Paulo

Que lutam por uma educação transformadora

Deixo-lhes o Troféu Paulo Freire:

“Por Uma Educação Libertadora”.

 

 

– Ao grupo sujeitado Vem Pra Rua

Para quem a rua é desativada

Deixo a minha obra:

“Não há Mobilização Privada”.

 

 

– Para os analfabetos políticos

Que vivem com as fantasias a voar

Deixo-lhes o aeroporto de Aécio

Se precisarem aterrissar.

 

 

– Ao prefeito Arthur Neto

Que ajudou Manaus esburacar

Deixo-lhe uma sunguinha

Para nos buracos mergulhar.

 

 

– À categoria dos professores do Paraná

Que enfrenta o descaso psdbista

Deixo-lhes a tenacidade

Para que da luta nunca desista.

 

 

– Ao covarde e frustrado misógino.

Que gosta de mulher espancar

Deixo-lhe a Lei Maria da Penha

Para em suas penas gozar.

 

 

– Aos professores de Manaus

Cuja atuação é patética

Deixo-lhes minha obra:

“Por Uma Educação Dialética”.

 

 

– Aos correntistas desonestos

Que ao HSBC desviam dinheiro

Deixo-lhes minha fé na Justiça

Para o bem do povo brasileiro.

 

 

– Aos apresentadores de TV

Que primam e protegem a estupidez

Deixo-lhes coceiras na boca

Para experimentarem a mudez.

 

 

– Aos histéricos exibicionistas

Figurados em corpo-coxinha

Deixo-lhes minha unha encravada

Para aquela coçadinha.

 

 

– Aos parlamentares infanticidas

Que querem da maioridade a redução

Deixo-lhes a certeza democrática

Que jamais se elegerão.

 

 

– Para todos homofóbicos

Que ocultam o conflito sexual

Deixo-lhes minha obra erótica:

“Sodoma: Um Livre Bacanal”.

 

  

– Para os invejosos racistas

Que contra as cotas são posicionados

Deixo-lhes a inconteste realidade

Jamais serão diplomados.

 

  

– Aos jornalistas reacionárias

Que escrevem para agradar o patrão

Deixo-lhes o Troféu Baba-Ovo:

“A Lama é Meu Quinhão”.

 

  

-Aos jornalistas éticos

Que escrevem pela democracia

Deixo-lhes o Troféu Político:

“Produzindo Cidadania”.

 

  

– Aos falsos parlamentares

Para quem política é masturbação

Deixo-lhes um corpo pleno sem órgão

Para se enroscarem no fálico tesão.

 

 

– Ao termino desse testamento

Lembro a qualquer candidato afoito

Percam as esperanças

Pois Lula já foi eleito em 2018.

 

  

 – Portanto, companheira Dilma,

Se proteja contra a tirania.

Mas continue seu governo

Porque ele é da minoria

E como dizem Deleuze e Guattari:

É minoria o devir-democracia.

 

 

Creio que o testamento

Não foi de menos e nem demais

Mas pode alguém não concordar

Porque queria muito mais

Mas fiz o que foi possível

Nesse clima Bar Rabás!

 

 

– Com o testamento concluído

Vamos ao que interessa

Músicas, bebidas e alegria

Porque a hora é esta.

E quero ao meu amigo Cristo

Oferecer o espírito dessa festa!

E lembrar que sob sua bênção

O Brasil seguirá a sua gesta!  

MESMO COM ALGUNS EQUÍVOCOS, OS GOVERNOS POPULARES SE MOSTRAM COMO O FATO HISTÓRICO MAIS IMPORTANTE PARA O BRASIL

Lula_e_Dilma_be_01Em, tempo de ditadura é comum se ouvir desabafos de supostos escritores, ou outros tipos de artistas, de que só não produzem porque serão censurados. Alguns até afirmam ter escondidas algumas obras. Mas ocorre, então, da ditadura chegar ao final. Alguns incautos esperam as publicações das ditas obras escondidas da censura. Resultado: não havia obras e muito menos talentos em tais escritores.

Entretanto, como foram grandes marqueteiros de suas próprias causas, aproveitam a abertura e se imiscuem nos meio dos que verdadeiramente lutaram pela liberdade de seu povo e passam a ocupar um cargo. Ocupam o cargo, mas não produzem qualquer sentido para a democracia agora vigente.

No Brasil ocorreu exatamente essa deplorável situação. Fernando Henrique, um dos maiores exemplares do afeto triste que é a vaidade, como diz Spinoza, se tomava como um contrário a ditadura civil-militar, embora o tempo ditatorial nunca tenha mostrado o seu perigo para ele. Queria o poder para colocar em prática suas ideias sociais como sociólogo que detinha os segredos da felicidade do povo. Segredo que hoje como conspirador contra o governo Dilma, a sociedade brasileira conhece.

Foi para o poder, e junto com seu amigo ministro Mota, conseguiu rasgar a Constituição, e por força do orgulho e da vaidade, também conseguiu em uma das tramas mais sujas da política brasileira, até então, ser reeleito através de um esquema de compra de votos. A corrupção que jamais calou.

Segundo depoimento, em delação premiada, o corrupto Pedro Barusco, afirmou que a corrupção na Petrobrás iniciara no ano de 1997, no terceiro ano do primeiro governo de Fernando Henrique. O fato já havia sido denunciado pelo jornalista Paulo Francis, amigo de Fernando Henrique, que por força de um processo veio a falecer com profunda depressão.

Já é do conhecimento da maioria da população brasileira que os dois desgovernos de Fernando Henrique não se preocuparam em combater a corrupção. Pelo contrário, o procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, que passou a ser conhecido por seu habito de engavetar todas as denúncias contra o governo ou amigos de Fernando Henrique, como engavetador-geral da República, permitiu a paralização das ações policiais nos âmbitos federal e jurídico.

Com os governos populares de Lula e Dilma essas instituições de combate à corrupção passaram a fazer aquilo que constitucionalmente devem fazer: investigar, julgar e condenar os malfeitores. Em função dessas atuações, tornou-se moda se falar em corrupção no Brasil. Falam de corrupção até quem não conhece seu significado. O termo corrupção é usado até pelos mais desavergonhados fariseus. O chamado combate à corrupção tornou-se um elemento de tal moda que até corrupto fala em combatê-la. E muitos desses corruptos têm uma história de corrupção muito antes dos governos populares. Muito deles fazem parte dos que mais atacam Dilma. Mas a sociedade sabe que se trata apenas de simulação: se mostrar que é o que não é.

Agora, imaginemos se Lula não tivesse sido eleito e o candidato do PSDB, José Serra, partido de Fernando Henrique, tivesse sido o vitorioso. Há quem acredite que o Brasil, no quesito combate à corrupção, seria esse que hoje experimentamos? Haveriam sido deflagradas operações como Lava Jato, Zelotes? CPI do HASBC? Operações que ligam diretamente os desgovernos Fernando Henrique. As mídias reacionárias, que sempre protegeram Fernando Henrique e seu partido PSDB, seriam hoje objetos de análise de jornalistas independentes? Se falaria sobre sonegação de impostos da emissora que mais enriquece com dinheiro público, a TV Globo? Claro que não. Seria possível os nazifascistas se manifestarem violentamente, como é de seu tipo psicopatológico, da forma que estão se manifestando como ocorreu no dia 15, dia da burguesia-ignara-parasita realizar convescote coletivo?  Claro que não.

Tudo estaria da forma que era antes. Os nazifascistas estariam satisfeitos, assim como a burguesia-ignara-parasita, os falsos políticos, falsos artistas, falsos comunicadores, todos não teriam motivos para se preocupar. Não haveria corrupção no país. Os chamados políticos, as empreiteiras, os bancos, a elite, as mídias reacionárias, seriam todas tidas como honestas, nacionalistas e patrióticas. E a Petrobrás, que já vinha sendo corrompida no tempo dos desgovernos de Fernando Henrique, não seria peça de investigação. A estatal estaria calmamente produzindo e não seria objeto de assalto de  uma corja de funcionários crápulas, empreiteiras inidôneas e aéticos políticos. E sobre Furnas? Nada se saberia. Também estaria em completo funcionamento. Tudo caminharia como querem as direitas farisaicas.

Só que Lula e Dilma foram reeleitos presidentes da República e conseguiram produzir, junto com o povo, uma nova realidade onde os órgãos de controle do dinheiro público funcionam como instituições republicanas e democráticas. Daí o valor histórico desses dois governos para a sociedade brasileira.

Sabe-se que os dementes e ensandecidos vão às ruas, democraticamente, não para exigir combate à corrupção, porque isso já estar ocorrendo, eles vão às ruas, impulsionados por suas próprias taras psicopatológicas expressadas em gestos obscenos, amorais, pornofônicos. Um direito também produzido pelos dois governos. Afinal, o capitalismo não é só uma fábrica produtora de loucura monetária, mas também de vícios-gregários-axiomáticos, apresentados paranoicamente como valores, como dizem os filósofos Deleuze e Guattari. E de vícios-gregários-axiomáticos paranoicos as direitas são hexacampeãs.

Por tal realidade, apesar dos equívocos dos governos populares, o Brasil deu o salto-ontológico para a sua humanização.

MOVIMENTOS SOCIAIS REALIZAM MANIFESTAÇÃO CONTRA O MINISTRO GILMAR MENDES PARA QUE DEVOLVA A ADIN 4.650.

b8679ae6-6aeb-41be-b375-44acd4578714Hoje faz um ano que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), representante da direita, Gilmar Mendes, pediu vista do processo que trata da reforma política e não mais entregou para que fosse julgado. A Ação Direta de Inconstitucionalidade n° 4.650, estabelece as normas para as eleições incluindo o financiamento de campanhas.

Diante da prepotência e irresponsabilidade do ministro, que já vem sofrendo atos repugnantes por sua desconsideração democrática, os movimentos sociais realizaram na Praça Três Poderes, em Brasília, uma manifestação contra sua atitude para mostrar a sociedade o descaso democrático dele e, se possível, demovê-lo de sua posição que contraria as posições dos outros 6 ministros que já votaram a favor do fim do financiamento privado de campanha contra 1 voto.

Como é do conhecimento de todo democrata, o financiamento privado de campanha é uma espécie de personagem teratogênica. Um monstro que ameaça constantemente a democracia. As empresas financiam vários candidatos, e como se trata de empresas capitalistas, esses candidatos ao invés de trabalharem pela democracia de forma geral, eles se dedicam a defender os interesses financeiros destas empresas. A Operação Lava Jato vem mostrando como ocorre essa dependência corruptível.

Os manifestantes esperam que Gilmara Mendes devolva o processo para que o STF realize o julgamento, é o que acredita Ismael César, diretor da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Para Ismael o fim do financiamento privado de campanhas evite decisivamente a corrupção partidária.

“Faz um ano do pedido de vista do processo que trata do financiamento de empresas a partidos políticos, e esse ato é um esculacho, exigindo que Gilmar Mendes, devolva esse processo, haja vista que temos 6 votos a 1 favoráveis à aprovação contra o financiamento privado.

As empresas, na realidade, fazem um empréstimo aos parlamentares e depois esse recurso é devolvido por meio de processo de corrupção. Portanto, combater a corrupção significa garantir que o financiamento seja público e não empresarial”, observou Ismael.

Alguns jornalistas tentaram falar com o ministro no STF, mas como é Semana Santa não há expediente. Ironia do tempo pulsado juridicamente: se durante um ano ele não devolveu o processo, agora, na Semana Santa, ele vai devolver?  

PT e governo se preparam para sair da defensiva

A ideia é voltar ao clima pós-eleitoral, dar discurso à militância e acenar para uma ação integrada com todas as forças progressistas.

Maria Inês Nassif

“Ajustar o ajuste fiscal”, de forma a torná-lo mais palatável para as esquerdas, e ao mesmo tempo produzir uma agenda, negociada com os movimentos sociais, que minimize seus efeitos sobre as camadas mais pobres da população, são as duas ações simultâneas que estão sendo articuladas por setores do governo e do PT, com o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Esta seria uma tentativa de retroceder a novembro, quando a presidenta Dilma Rousseff venceu o segundo turno eleitoral constituindo-se num razoável consenso entre camadas mais pobres da população e os setores progressistas, e de retirar a militância do acuamento a que foi submetida por uma agressiva saída do armário de grupos de direita.

Se tiver êxito, uma articulação como esta dá perspectiva às inúmeras iniciativas de debate sobre a constituição de uma frente de esquerdas que, num modelo uruguaio, possa agregar não apenas partidos progressistas, mas militância sem carteirinha, isto é, simpatizantes do projeto de governo de esquerda que não são filiados a partidos políticos.  

A negociação de uma agenda política de esquerda com os movimentos sociais proveria setores comprometidos com as classes mais pobres da população – e interessados na manutenção de um projeto político de esquerda no poder – de um discurso capaz de conter o efeito da agressividade de uma “minoria de direita” sobre as camadas da população que votaram em Dilma, e de reverter o clima de insatisfação que rapidamente contaminou o ambiente político.  

A mobilização dos setores progressistas não descarta, mas complementa os esforços feitos junto à base aliada no Congresso, em especial ao PMDB, para recompor a maioria parlamentar. A avaliação é a de que o maior partido da base governista tem interesses consolidados, mas é muito susceptível à opinião pública. Se é impossível cooptá-lo para um projeto político, será mais fácil convencê-lo a ajudar – e não atrapalhar – a governabilidade se a popularidade do governo Dilma, hoje em baixa, for revertida.  

Unir as esquerdas e fazer o PMDB voltar a ser sustentação e não oposição ao governo não são tarefas fáceis. Mas a avaliação que se faz é que, por parte das forças de esquerda, há um razoável consenso de que deixar a presidenta Dilma à deriva compromete o projeto de todos. Se o governo não conseguir reverter o quadro político, reconhecidamente desfavorável, e se essas forças deixarem Dilma  “sangrar” como pregam figuras da oposição, ou ainda se for permitida qualquer quebra na legalidade e interrompido o seu mandato, as chances de retomada de um projeto de poder no campo progressista serão remotas e longínquas.

Outra vertente das articulações de setores do governo, ex-presidente Lula e PT é para revitalizar o partido. Segundo diagnóstico que é comum entre todos os envolvidos nos esforços, o partido perdeu a capacidade de liderança, quer devido a sucessivos escândalos políticos, cujas apurações policiais, sentenças judiciais e repercussão midiática estão concentradas no partido, quer pelo descolamento da militância e perda de quadros.

A reunião do ex-presidente Lula com a direção nacional e os diretórios regionais do partido, na terça-feira, definiu alguma estratégia para tirar o partido da defensiva, como a proposta para que a legenda deixe unilateralmente de receber financiamento empresarial, mesmo se não for aprovada a lei que proíbe isso para todos os partidos políticos.

 

SOB INTENSO PROTESTO, A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL É APROVADA NA CCJ DA CÂMARA. PRIMEIRA VITÓRIA DOS INIMIGOS DA INFÂNCIA

e8ace7ad-2e9c-4714-9a72-623e79a4ee40Com um grande número de manifestantes representando entidades contrárias a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 171, de 1993, que reduz a maioridade de 18 anos para 16 anos, a Comissão Constituição e Justiça (CCJ) votou a PEC que propõe a redução da maioridade penal de 18 anos para 16 anos.

Deputados reacionários com a percepção e o entendimento do que seja criança e adolescentes, se reuniram em um número de 42 para votar a favor da redução da maioridade penal contra 17 progressistas e comprometidos com o futuro do país que votaram pela manutenção da maioridade.

No início da votação o relator, deputado Luiz Couto (PT/PE) votou pela inconstitucionalidade da proposta. PT, PSB, PCdoB, PPS, Psol, votaram contra. O resto votou a favor da redução. No muro ficaram os partidos Pros e PDT que liberaram seus representantes.

O “sábio” argumento dos deputados reacionários que votaram pela redução é que com a redução os crimes cometidos por crianças e adolescentes vão diminuir, porque eles vão saber que serão punidos. Inteligência própria de quem não deveria participar de um ato como esse, visto que não chegaram ao estágio da vida adulta, onde predomina as decisões racionais e não motivadas pelos seus próprios medos. Os medos que produzem a ignorância e a violência.

“Os jovens que estão aí preocupados, é só não cometer crime, fazer as coisas certas. Eu não quero colocar nenhum jovem na cadeia. Mas todo ano aumentam os índices em pelo menos 10% do número de jovens que cometem crimes”, disse o “sábio” deputado do PDT, Giovani Cherini.

“É só não cometer crime, fazer as coisas certas. Não quero colocara nenhum jovem na cadeia”, afirmou o “sábio” deputado. Será que ele sabe quais os motivos que levam os jovens a delinquência? Será que ele sabe quais são os corpos que formam nas pessoas o sentido do mal e bem? Será que ele sabe que essa proposta é uma forma cretina de simular a diminuição da culpa social dos fracassados adultos em relação às crianças? Pelo seu voto se entende que ele não chegou a este grau de entendimento necessário a produção dos direitos democráticos.

O deputado do Psol, Ivan Valente  resumiu essa pétrea “sabedoria”.

“Eu vi argumentos aqui que eu nunca imaginei. Disseram ‘olha, vocês não têm acesso à escola, vocês são pobres, então vocês vão para a cadeia’. Isso é um absurdo. O papel do legislador não é esse. Nós não somos vingadores!”, falou veemente o deputado.

Diante do espetáculo dos horrores infanticidas, os manifestantes bradavam: “Não, não, não vamos aceitar, primeiro negam escola agora querem encarcerar!”.

Esses deputados odeiam as crianças e os adolescentes, porque não conseguiram serem crianças e adolescentes, por isso não chegaram à idade adulta. E agora querem que as crianças e os adolescentes sejam responsabilizados pelas castrações impostas por seus pais neles. É necessário que eles entendam – se é que podem entender -, que o Congresso não é uma clinica psicanalítica local onde eles possam sublimar suas frustrações.

A TV GLOBO É PERNICIOSA PARA OS SENTIDOS E INTELECTO. VOCÊ QUE GOSTA DE JOGO VIRTUAL, USE O CONTROLE: APAGUE-A

prospecto-grito-dos-excluidos-finalA TV Globo foi criada com capital norte-americano. O que é inconstitucional. Mas a violência não se resume nisso. Como foi criada com capital norte-americano, ela  prima e segue o padrão da sociedade de consumo de massa que o único objetivo é assaltar a mente e os sentidos dos telespectadores.

A TV Globo apoiou a ditadura. E foi exatamente no tempo da ditadura que ela concretizou sua hegemonia como meio de comunicação televisivo.

A TV Globo tem uma rede de programação que obscurece as potências afetivas e cognitivas dos telespectadores. Sua programação é uma fábrica de alienação e fabricação de autômatos-virtuais.

A TV Globo se apresenta como combatente da corrupção, mas continua sonegando a Receita Federal em mais de 1 milhão de reais.

A TV Globo sempre foi inimiga da democracia. É da família Globo a sentença contra JK. Não pode se candidatara. Se candidatar não deve ganhar. Se ganhar não deve tomar posse. Se tomar posse não deve governar.

A TV Globo odeia os governos populares.

A TV Globo odeia Lula e Dilma e o Partido dos Trabalhadores.

A TV Globo, como porta-voz das direitas, é contra as políticas sociais que beneficiam as classes mais pobres.

A TV Globo é a emissora de televisão que recebe mais de 80% da verba publicitária paga pelo governo federal.

A TV Globo observada por uma perspectiva da vida, ela é totalmente reativa. Odeia a vida. Ela cultiva o ódio próprio de sua classe burguesa que é projetado nos que defendem a democracia.

A TV Globo tem o sentido da democracia como regime privado que deve somente de lhe favorecer.

A TV Globo para manter seu sentido antidemocrático precisa da subserviência dos globotários, já que são eles que a sustentam.

A TV Globo, por ter um sentido tirânico da comunicação, ela só objetiva escravizar seu telespectador.

A TV Globo, como criou para ela um mundo que contrastante com a realidade, ela é uma gigantesca mentira. Acreditar na TV Globo é compactuar com a dissipação dos sentidos e intelecto.

Se você não pretende compactuar com essa gigantesca mentira, e é preocupado com sua saúde integral, mental, social e ambiental, use seu controle remoto e apague-a.

Você vai sentir que ela não lhe faz falta.

 

 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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