Arquivo para 10 de junho de 2015

DILMA ANUNCIA A NOVA ETAPA DO PROGRAMA DE INVESTIMENTOS EM LOGÍSTICA. SERÃO R$ 198 BILHÕES PARA O DESENVOLVIMENTO

962763-09062015-dsc_3952Em sua reinvestida de compromisso com o desenvolvimento do Brasil através de investimento econômico articulado com o ajuste fiscal, a presidenta Dilma Vana Rousseff, anunciou a nova etapa do Programa de Investimentos em Logística (PIL) onde serão investidos R$ 198 bilhões sendo que R$ 69,2 bilhões vão ser aplicados em projetos de concessão de aeroportos, portos, ferrovias e rodovias.

É um plano de desafio logístico do país. Para Dilma “uma virada de página”. Ele também tem como objetivo resgatar o nível de investimento no país. Para o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, a taxa de investimento vai elevar gradualmente o PIB que deve chegar em 20% a 21% no ano de 2018, como ocorreu em 2013.

“Hoje é um dia muito importante neste meu segundo governo. Estamos aqui para renovar nosso compromisso para o desenvolvimento do país. O Brasil vai seguir avançando em emprego, renda e qualidade de vida.

Estamos na linha de saída, o lançamento desse plano é parte da arrancada, não é apenas continuidade do processo de concessões do meu primeiro mandato, mas é a abertura para um futuro melhor. Seus efeitos serão múltiplos em todas as cadeias produtivas, e para a qualidade de vida da população.

É assim que um país se move, investir de forma continua e sistemática”, discursou Dilma.

Algumas concessões que já existem e que fazem parte do programa, ao receberem os investimentos poderão fazer com que os primeiros resultados sejam conferidos com brevidade. Para o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, os primeiros resultados mais visíveis vão ocorrer em 2016.

FERNANDO HENRIQUE O “INSUSPEITO”, EM SUA ONDA DE HONESTO, TEM UM APARTAMENTO EM PARIS, MAS NEGA AFIRMANDO SER INTRIGA DO LULAPETISMO

 

40D694571B0A4CE2D3415295662EE054B32E9A5A0DD8C5A6B32A366033448870É simples de entender, porém impossível aceitar. Em 12 de janeiro de 2003, o talentoso e probo jornalista Jânio de Freitas publicou um artigo em que afirmava que Fernando Henrique era proprietário de um apartamento em Paris. Em 15 de novembro de 2011, a colunista da Folha de São Paulo, Mônica Bergamo, escreveu uma nota cujo título era, “FHC decide reconhecer oficialmente apartamento milionário que tem em Paris”.

Agora, em plena onda de “honestidade” promovida pelas direitas articuladas em partidos reacionários, empresários gananciosos, burguesia-ignara, misóginos, nazifascistas, racistas, fundamentalistas, homofóbicos e as mídias agenciadoras das enunciações paranoicas, o “insuspeito” Fernando Henrique, que durante seus desgovernos permitiu a corrupção se alastrar, inclusive na Petrobrás e que aceitou ‘candidamente’ a Constituição ser violada para satisfazer seu micro-ego-vaidoso com sua reeleição, resolveu culpar Lula pela divulgação de seu apartamento.

Em nota, ele afirmou que o apartamento não é seu e que não tem “apartamento em Paris. Nem lá nem em qualquer lugar fora do Brasil”. O “insuspeito” Fernando Henrique ainda afirma que estranha que o assunto apareça justamente no momento em “Lula e sua turma”, mergulharam o país na corrupção.

Fernando Henrique é “insuspeito”, porque ele não pode falar contra a corrupção sem que sua face não trema, já que ele cometeu um ato profundo de corrupção que atingiu o Poder Constitucional: a compra de votos para ser reeleito. E mais, manteve um engavetador da República, Geraldo Brindeiro, para impedir a investigação e julgamentos de processos que chegavam até ele.

Mas Fernando Henrique não é só “insuspeito”. Ele também é humorista, do tipo que prolifera nos canais de televisão e rádios. Ele termina sua defesa com uma sentença freudianamente hilária.

“(…) os blogs pagam pelo lulopetismo inventam mentira para me atacar. Quanto mais espalharem bobagens na rede, mais me motivarei para mudar o rumo da política no Brasil”.

Para ele negar o real é “bobagens”. Para quem é um ponto molar expressivo do buraco negro capitalista “mudar o rumo da política no Brasil”, é pura abstração-fantasiosa ou nostalgia-retrospectiva a um passado que lhe foi gratificante, mas cruel para o povo brasileiro. 

Fernando Henrique é semelhante a um ressentido personagem que nem sua própria sombra acredita nele.

Especial: Karl Marx tinha razão

O que o Especial enfatiza é que a sociedade não se livrará da servidão rentista pela lógica de mercado. É forçoso organizar a resposta política a isso.

Joaquim Palhares – Diretor da Carta Maior

Os ciclos históricos tem um começo e tem um fim.

O ciclo iniciado nas grandes greves do ABC dos anos 70 e 80 condensou impulsos que nos fizeram chegar até aqui.

Agora já não tem mais a força necessária para nos levar adiante.

As condições objetivas mudaram nesses quase 40 anos.

A classe trabalhadora brasileira também sofreu transformações. Gerações mudaram. A precarização avançou. Empregos de baixa qualidade predominam em um cenário de industrialização declinante.

Precisamos de novos instrumentos com abrangência e capilaridade para enfrentar o mais virulento cerco contra os direitos democráticos e as forças progressistas observado desde o golpe de 1964.

Sacrificar 90% da sociedade para gerar riqueza em benefício de 1%: esse é o programa econômico do conservadorismo para a encruzilhada atual do desenvolvimento brasileiro.

Não há nada mais importante nesse momento do que organizar a capacitação política do campo progressista para enfrentar a severidade dessa ofensiva que interdita a inauguração de um novo ciclo de crescimento e avanço social.

Aquilo que nos devora, que nos faz girar em círculos até a prostração, é a hesitação diante dessa tarefa incontornável.

Em 12 anos de governos de centro esquerda demos passos efetivos na construção da nova fronteira de soberania no século XXI: aquela calcada na justiça social e em alianças internacionais progressistas.

Mas descuidamos do indispensável: a contrapartida da organização popular capaz de sustentar e adicionar avanços a esse percurso.

A fatura chegou.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                            Sem o protagonismo de uma frente democrática e popular afundaremos no limbo de um golpe branco em que os derrotados nas urnas de 2014 comandam a economia, o judiciário, a mídia, o parlamento e o imaginário social.

A ênfase é rebaixar o custo do trabalho, desmontar o pleno emprego, minar os sindicatos, acuar o poder de barganha do trabalho, impor, enfim, o custo da crise nos ombros das famílias assalariadas.

O Brasil gasta pouco mais de 1% do PIB com todas as universidades públicas federais e com o Bolsa Família.

Mas destina 6% do PIB aos rentistas da dívida pública interna.

Cortamos o PAC, o investimento no pré-sal, o Pronatec, suspendemos a renegociação da dívida dos municípios. Mas recolocamos o país, de novo, na humilhante condição de maior taxa de juro do planeta: 7% acima da inflação faz do Brasil o principal pasto de engorda do rentismo global.

Reverter esse quadro não é obra que se possa atribuir a uma liderança ou a um partido.

O Brasil necessita urgentemente viabilizar um novo braço coletivo.

Que seja maior do que a soma das partes, capaz de sacudir o torpor da esquerda, afrontar a soberba da direita, abrir espaço para o governo recuperar seu projeto e a capacidade de iniciativa.

Listar plataformas e bandeiras é quase um truísmo, tão vertiginosa é a sua evidência na encruzilhada brasileira.

Afastar o país do desmonte neoliberal implica coibir a mobilidade dos capitais, taxar o lucro financeiro, os bancos, tributar a herança e assim destinar fôlego fiscal à infraestrutura, à saúde pública, à educação de qualidade.

Nada disso acontecerá sem romper um oligopólio de comunicação que envenena o discernimento social, sabota o pacto entre o desenvolvimento e a democracia social.

O Brasil se mexe.

Em diferentes áreas, vicejam sementes da mobilização necessária para construir uma frente ampla democrática e progressista que abrace as tarefas de hoje e de amanhã.

Carta Maior, modestamente, participa desse mutirão.

Já no final da campanha de 2014, antevendo o esgotamento de um ciclo, criamos o Fórum 21.

Intelectuais, lideranças e quadros de todas as matizes da esquerda tem se debruçado ali sobre a encruzilhada do desenvolvimento brasileiro.

Trata-se agora de sair da esfera dos colóquios dispersos e avulsos para o impulso de uma agenda unificada, prática e desassombrada.

O V Congresso do PT que começa na próxima 5ª feira pode ser o marco histórico dessa virada política.

Para isso, todavia, há um requisito.

Os senhores congressistas precisam ter a coragem histórica de assumir o papel que o partido ainda pode ter como elemento catalizador da frente ampla política que o momento brasileiro requer.

É necessário instituir um comitê provisório de organizações e personalidades para convocar um fórum permanente que coordene lutas, mobilizações e uma conferência nacional.

As eleições municipais de 2016 devem funcionar como um aquecimento do mutirão progressistas.

Mirem-se na Espanha. E, sobretudo, na plataforma que empolgou Barcelona a conclamar seus cidadãos a construir uma cidade que afronte a precariedade e a incerteza da lógica neoliberal (leia a reportagem sobre Barcelona)

É crucial dispor de um instrumento de comunicação. Bem como de recursos para promover seminários, trazer e levar conferencias e explanadores para todo o Brasil.

Sobretudo, porém, para que essa ferramenta deixe de ser uma miragem, para se tornar uma referência aglutinadora da ação, é preciso ter o discernimento claro sobre a engrenagem a afrontar.

O Especial da Carta Maior deste final de semana é uma contribuição nesse sentido.

O que ele enfatiza, com textos marxistas calcados na discussão concreta dos impasses do presente, é que a superprodução de capitais é a contraface indissociável da escassez de demanda gerada pela precarização do trabalho em nossa época.

Dessa servidão rentista a sociedade não se livrará pela lógica de mercado.

É forçoso organizar a resposta política a isso.

Nenhum ajuste de mercado o fará por nós  –é esse o recado substantivo dos textos aqui reunidos.

E foi com esse objetivo que corremos o risco de publicá-los em desafio à norma da simplificação e da frivolidade dominante.

Ou as forças progressistas –e o V Congresso do PT, sobretudo— assumem a contrapartida prática desse desassombro, ou o país afundará refém da espiral descendente comandada pelos Cunhas, Aécios & assemelhados.

Os textos desse especial –repita-se–  não são afeitos à leitura apressada. Porém são dotados da urgência política que pavimenta a compreensão dos afazeres do nosso tempo.

A semana do V Congresso do PT é um pedaço do futuro interditado pela lógica de mercado (leiam também ‘O futuro empoçado’)

Desejamos, sinceramente, que os congressistas reunidos em Salvador a partir desta 5ª feira dediquem um pedaço de seu tempo a esse especial. E extraiam dele as consequências históricas para o Brasil que desejamos construir para os nosso filhos, os filhos e netos que um dia eles terão.

Mãos à obra.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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