Arquivo para 14 de julho de 2015

REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL É UM RETROCESSO E VAI GERAR MAIS VIOLÊNCIA, DISSE REPRESENTANTE DA UNICEF NO BRASIL

69cb0233-d46b-4213-8b6a-7d0a56b8f935Os falsos problemas geram falsas soluções. Os falsos problemas, assim como as falsas soluções geradas pelos falsos problemas, saem da estreiteza sensitiva e intelectiva de quem cria os falsos problemas que geram as falsas soluções também criadas pela estreiteza sensitiva e intelectiva dos agentes das falsas soluções. Ou seja, são demonstrações claras de ausência da crítica que apreende a realidade, a examina internamente e encontra seus elementos fundadores. Nada disse faz parte dos falsos problemas e das falsas soluções.

O tema da delinquência juvenil é um falso problema que gerou uma falsa solução chamada redução da maioridade penal. Não que não exista a delinquência juvenil, mas não ela quem cria a insegurança social. Daí que não é ela quem o problema insegurança social. A insegurança social tem seus fundamentos no sistema capitalista e suas formas de distribuição de renda entre as instituições que não chegam a se materializar em benefício social, onde as crianças e os adolescentes através de seus pais e instituições escola, médica, lazer, etc., não encontram os corpos imprescindíveis para promoverem suas existências.

Quando a criança nasce ela já encontra um mundo cuja organização econômica proporciona uma sociedade de frontal competição determinando os que possuem poder econômico como os mais privilegiados. Sendo, então, a criança de uma classe desprivilegiada ela encontra muita dificuldade para, em seus percursos existenciais, compor corpos que aumentem sua potência de agir, sua alegria de viver. Sua existência a todo modo será uma continua prova de subvivência. O que significa que ela será excluída dos direitos que outras crianças privilegiadas recebem com facilidade.

Nessa situação de contínua luta, só sobra para a criança à atuação das instituições públicas que mantém o Estado. Já que a instituição familiar fracassou restou a ela as instituições públicas como a escola. Só que muitas vezes a escola não se mostra como um território de experiência agradável à criança, e ela a abandona; aumentado o número de desistências por ausência da dimensão política-educacional que muitas escolas apresentam. Foi diante dessa realidade que desagrega emocional, cognitiva e socialmente a criança que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) foi criado. Uma instituição voltada exclusivamente para garantir os seus direitos. Mas, o ECA, teve durante sua existência muita falha em sua aplicabilidade pela inércia de governos estaduais e municipais e muitas crianças não puderam vivenciar seus direitos e elas ficaram a mercê de adultos pervertidos e exploradores.

Agora, submetidos pela estreiteza sensitiva e intelectiva, parlamentares lançam mão de uma falsa solução para resolver um falso problema: a redução da maioridade penal. Não esquecer que muitos desses parlamentares não são somente estreitos em seus sentidos e suas inteligências, mas são também carregados por forte componentes sádicos, por isso a abnegação para impor castigo nos jovens. Suas existências são verdadeiros tribunais em que eles se nomeiam juízes por que antes, quando criança, foram julgados pelos adultos, quase sempre seus pais.

Diante da afronta a condição humana, entidades, movimentos sociais, direitos humanos nacionais e internacionais têm se posicionado para impedir a concretização dessa teratogenia ética e jurídica. Entre essas entidades encontra-se o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), organismo que tem a criança como prioridade geral. Assim, ao participar da comemoração dos 25 anos do ECA, Gary Stahl, representante da Unicef no Brasil, aproveitou para mostrar a opinião da organização sobre a redução da maioridade penal e aplicação de medidas socioeducativas.

“Vejo essa possibilidade como um retrocesso sério para as crianças e adolescentes do Brasil e para a liderança brasileira mundialmente. A redução da maioridade não só não resolverá a questão da violência como poderá agravá-la.

Isso depende muito da forma como for ser feita a internação. Há países onde fazem muito bem porque para recuperar um adolescente de 16 anos, por exemplo, que nunca recebeu educação, não tem família e é morador de rua talvez precise mais de três anos, mas com garantia de educação, apoio psicológico, nutrição e atenção médica”, observou Gary Stahl.

A máfia dos bancos e o silêncio da mídia

Uma grave denúncia que envolve bilhões de dólares não virou manchete nos jornalões nem comentários histéricos contra a corrupção na TV. Por que será?

Altamiro Borges

Com o intento de “sangrar” o governo Dilma, a mídia privada promove diariamente a escandalização da política – com base nas prisões arbitrárias, nos vazamentos seletivos e nas “delações premiadas” de notórios bandidos. Este denuncismo, porém, desaparece do noticiário quando envolve algum cacique da oposição demotucana. Já virou até motivo de piada de que basta se filiar ao PSDB para não ser investigado, julgado ou preso no Brasil. A escandalização também inexiste quando atinge poderosos empresários. Na semana passada, pequenas notinhas informaram que vários bancos são suspeitos da formação de um criminoso “cartel do câmbio”. A bombástica notícia, entretanto, já sumiu da mídia.

Segundo relato da Folha, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu um processo para investigar o “suposto” cartel formado por 15 instituições financeiras estrangeiras com o objetivo de manipular o mercado de câmbio. “É o primeiro processo antitruste no Brasil por manipulação de índices do mercado financeiro. Parte dos bancos já foi investigada pela mesma prática no Reino Unido, na Suíça e nos Estados Unidos, em processos que vieram a público a partir de 2013 e que somaram mais de US$ 5,8 bilhões em acordos e multas”.

Ainda de acordo com o jornal, a investigação do Cade é mantida sob total sigilo – não há vazamentos seletivos ou prisões arbitrárias. Sabe-se, apenas, os nomes das instituições financeiras envolvidas no suposto cartel no Brasil: Banco Standard de Investimentos, Banco Tokyo-Mitsubishi UFJ, Barclays, Citigroup, Credit Suisse, Deutsche Bank, HSBC, JPMorgan Chase, Merrill Lynch, Morgan Stanley, Nomura, Royal Bank of Canada, Royal Bank of Scotland, Standard Chartered e UBS, além de 30 pessoas físicas. “Procurados pela Folha, os bancos disseram que não vão comentar o assunto”.

A máfia dos banqueiros

As investigações do Cade comprovaram até agora a existência de “fortes indícios” de que os bancos adotaram práticas anticompetitivas, como a combinação de preço e de volume de moeda vendida a clientes e comprada deles. “Os operadores trocavam informações por meio de chats da plataforma da agência de notícias Bloomberg. O grupo se autodenominava com expressões como o ‘cartel’ e a ‘máfia’. As indicações preliminares são de que as condutas ocorreram, pelo menos, de 2007 a 2013 –mesmo período em que os bancos são investigados no exterior”.

Para o superintendente-geral do Cade, Eduardo Frade, os bancos investigados tentaram influenciar a Ptax – taxa calculada diariamente pelo Banco Central com base na média das operações de câmbio – e também as taxas de referência do Banco Central Europeu e da Reuters. Essas taxas são utilizadas para liquidar contratos em outros negócios, como financiamento de comércio exterior e proteção contra oscilação de moedas estrangeiras (hedge). “As supostas condutas teriam comprometido a concorrência, prejudicando as condições e os preços pagos pelos clientes”, afirma o Cade.

Os acusados terão um prazo de 30 dias para apresentar sua defesa. “Concluída a investigação, caberá à Superintendência-Geral do Cade recomendar a condenação ou o arquivamento do caso, que terá de ser julgado pelo tribunal do conselho. Não há um prazo para o julgamento, e Frade disse que não deve sair uma decisão ainda neste ano. Em caso de condenação, as multas previstas variam de 0,1% a 20% do faturamento do banco no ramo de atividade em que ocorreu a infração. Os administradores pessoas físicas podem ser multados de 1% a 20% do valor das empresas pelas quais operavam”.

A grave denúncia, que envolve bilhões de dólares, até agora não virou manchete nos jornalões, nem resultou em reportagens especiais nas revistonas ou em comentários histéricos contra a corrupção nas emissoras de rádio e tevê. Na prática, a mídia privada de há muito tempo está totalmente associada ao capital financeiro – é quase sua refém. Daí o silêncio ensurdecedor. A tendência é de que as apurações do Cade sumam totalmente da mídia. Esta operação-abafa não causaria qualquer surpresa.

Isto já ocorreu com a Operação Zelotes, que investiga as fraudes fiscais de vários ricaços – como os donos da Gerdau e da RBS, afliada da Globo. O mesmo fim teve a denúncia sobre a sonegação de impostos forjada pelo HSBC da Suíça – que também envolve figurinhas carimbadas da mídia. Na prática, a escandalização da corrupção sempre serviu a interesses econômicos e políticos. Só mesmo os ingênuos e os otários acreditam nos princípios éticos e na imparcialidade dos barões da mídia.

PAPA HENRIQUE AMORIM ACONSELHA DILMA CONTRA AS AMEAÇAS DAS DIREITAS

Veja e ouça o vídeo onde o Papa Henrique Amorim aconselha Dilma contra os perigos representados contra a democracia e mostrar exemplos a serem seguidos.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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