Arquivo para 25 de novembro de 2015

DEPUTADOS DAS DIREITAS E ESQUERDAS OBSTRUEM VOTAÇÃO NA CÂMARA PARA FORÇAR A SAÍDA DE EDUARDO CUNHA

50b48784-7055-40fb-a580-2e0aa5fe68feQuando se trata de decisão de partidos das direitas em relação aos resguardos dos princípios democrático, é preciso ter cuidado. Como se diz: dois passos para frente e dois pra trás. Diante da posição do presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha em querer de qualquer forma obstaculizar as reuniões do Conselho de Ética que trata do processo de quebra de decoro parlamentar quando na CPI da Petrobrás, Eduardo Cunha, faltou com a verdade ao afirmar que não tinha contas nos bancos suíços, quando foi provado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) que ele tem, os partidos das direitas PSDB, DEM, PPS, Rede, decidiram obstruir as votações na Câmara.

Mas, o que tira a pulga detrás da orelha, é que partidos de esquerda, como o PSOL também estão aliados, na questão, aos partidos das direitas. A esquerda também objetiva o mesmo que às direitas estão mostrando: a saída de Eduardo Cunha da presidência da Câmara. Daí que essa decisão enfraquece as manobras de Cunha de impedir a reunião do Conselho de Ética para analisar o relatório do deputado Fausto Pinato que pediu a continuação do processo contra o ‘impoluto’ deputado.

Na semana passada Eduardo Cunha conseguiu impedir, através de uma manobra antidemocrática, que o Conselho de Ética se reunisse. Ele abriu a sessão questão de ordem, que proíbe as comissões se reunirem, com o objetivo de impedir a reunião do Conselho de Ética. E conseguiu: o Conselho se reuniu ontem, dia 24, para analisar o relatório do deputado Fausto Pinato, mas a reunião foi suspensa em função de um pedido de vista coletivo. Agora, o Conselho vai se reunir no dia 1°.

“Diante do ocorreu semana passada, não podemos voltar atrás. Obstruiremos todas as votações a partir de agora e vamos ao procurador-geral da República a quem pediremos a afastamento do presidente”, disse o deputado Molon.

O mesmo decidiu o deputado do PSOL/RJ, Chico Alencar. Ele também pretende ir hoje, dia 25, falar com o procurador.

“Vamos noticiar os fatos ao procurador-geral da República”, disse Alencar.

Também o PT, PCdoB e PMDB vão participar do protesto contra Cunha. Segundo o deputado Júlio Delgado (PSB/MG), a oposição faz a obstrução formal e os outros partidos fariam uma obstrução branca.

“Sabemos que temos adeptos nos demais partidos. Estamos conclamando que, enquanto estamos fazendo uma oposição real, eles façam uma obstrução branca. Nós faremos de forma oficial e eles de forma oficiosa. Seria uma obstrução branca para retardar o registro e a votação de matérias”, disse Júlio Delgado.

Porém, Eduardo Cunha blefou afirmando que os deputados não conseguiriam número necessário para obstruir a votação das matérias. 

RELATÓRIO EDUCATION AT A GLANCE 2015: PANORAMA DA EDUCAÇÃO MOSTRA QUE JOVENS DO BRASILTRABALHAM MAIS DO QUE ESTUDAM

saladeaula187232A principal fonte de demonstração da educação no mundo o Education At a Glance: Panorama da Educação divulgou ontem, dia 24, seu relatório de 2015 onde mostra que 76% dos jovens brasileiros entre 20 e 24 anos não estão estudando quando no resto do mundo a média é de 54% segundo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

 O relatório mostra que dos 76% dos jovens que não estão estudando 52% estão trabalhando. Comparando com outros países, o Brasil tem mais jovens trabalhando que estudando. O estudo mostra dados da estrutura, financiamento e desempenho dos sistemas educacionais de 46 países onde 34 deles fazem parte do OCDE, países que são parceiros do G20.

O relatório também mostra que embora o Brasil apresente uma baixa taxa de desemprego, uma grande parte da juventude nem trabalha e nem estuda. Essa grande parte faz parte do grupo que é chamado de ‘nem-nem’. Em 2013, os jovens entre 19 e  29 anos compreendiam 20% desse grupo. Para a OCDE a média é de 16%. O índice dos jovens brasileiro é semelhante aos dos jovens do Chile, 19%, Colômbia, 21%, e Costa Rico, 19%.

“Embora o fato de que esses indivíduos não estarem mais estudando seja motivo de preocupação, é importante notar que a maioria deles estava trabalhando em vez de estudando”, diz o relatório.

Por sua vez, Francisco Soares, presidente do Instituto Anísio Teixeira (Inep), disse que apesar do Brasil apresentar baixos indicadores, o relatório mostra que houve avanço na educação brasileira nos últimos anos e que a dívida com a educação brasileira “está sendo paga”.

Para Corinne Heckmann, coordenadora do relatório, o Brasil tem feito progresso apesar dos dados apresentados.

“O Brasil tem feito progresso significativo no acesso à educação, principalmente entre jovens e pessoas de baixa renda”, afirmou Corinne.

Cinco verbetes sobre Theodor W. Adorno.

reprodução

Adorno e Horkheimer criaram o conceito ‘indústria cultural’ para nomear a modalidade de arte destinada ao consumo de massa.

RICARDO MUSSE – Blog da Boitempo

Teoria crítica

O termo “teoria crítica” surgiu como codinome para o marxismo, na década de 1930, época da ascensão do nazi-fascismo e do stalinismo. Sob tal disfarce, delineou-se uma nova formulação da doutrina, preocupada em preservar essa linhagem sem o amparo de suas âncoras tradicionais, o proletariado e o partido.

A versão então exposta, ulteriormente denominada “materialismo interdisciplinar”, atesta o predomínio intelectual e político, entre seus partidários, de Max Horkheimer, na ocasião diretor do Instituto de Pesquisas Sociais. Os artigos publicados na revista do Instituto, Zeitschrift für Sozialforschung, sobretudo, os de sua lavra, constituem a espinha dorsal do movimento que ficou conhecido como “Escola de Frankfurt”. 

Examinados de um ponto de vista retrospectivo, os ensaios dos principais colaboradores – Erich Fromm, Herbert Marcuse, Walter Benjamin e Theodor Adorno – prenunciam a futura diáspora. Não seria difícil, porém, considerar os desenvolvimentos teóricos posteriores desses autores como tentativas de correção da primeira “teoria crítica”.

Adorno concebe um conceito expandido de “experiência”, mais abrangente que o de “filosofia social”, descrito por Horkheimer como a junção de teoria e pesquisa empírica, de filosofia e saber científico especializado. No decorrer de sua obra, procurou incorporar outras modalidades de conhecimento, tais como a vivência individual (cujo caso mais paradigmático aflora nos aforismos de Minima moralia, em 1951) e a reflexão sobre a arte – desdobrada em uma série de textos que encontra seu fecho na Teoria estética (1970).

Aufklärung

Durante a Segunda Guerra, Adorno e Horkheimer escreveram juntos Dialética do esclarecimento. Trata-se de uma inflexão radical na “teoria crítica”, estruturada até então sob a égide de uma práxis direcionada para a adoção de critérios e interesses racionais. O conturbado contexto mundial, concomitante à implantação de diferentes formas de economia planificada na Alemanha, na União Soviética e nos Estados Unidos, levou-os a abdicar de sua expectativa anterior de superar a injustiça por meio de uma progressiva racionalização da ordem social. Nesse cenário, emerge, ao primeiro plano, a questão: “Por que a humanidade, em vez de entrar em um estado verdadeiramente humano, está se afundando em uma nova espécie de barbárie”?1

Adorno e Horkheimer não compreendem o esclarecimento (Aufklärung) no diapasão do idealismo alemão (Kant, Fichte, Hegel), que considera esse processo como uma rota que conduz exclusivamente à emancipação. Debruçam-se sobre sua dialética própria – resumida na expressão “o mito já é esclarecimento e o esclarecimento acaba por reverter à mitologia” –,2 pressentida, entre outros, por Marx, Nietzsche e Freud.

Nessa acepção, Aufklärung torna-se indissociável da dominação social da natureza. Dialética do esclarecimento procura reconstituir a “pré-história” da reificação, na tentativa de explicar por que a mesma lógica, a da “razão abstrata”, preside, simultaneamente, a ordem econômica (a troca mercantil), a esfera do conhecimento (a ciência moderna) e as formas de dominação (e de legitimação política). Propõem assim uma reflexão sobre o caráter destrutivo do progresso, numa perspectiva que não visa “conservar o passado, mas resgatar suas esperanças”.3

Indústria cultural

Adorno e Horkheimer criaram o conceito “indústria cultural” para nomear a modalidade de arte destinada ao consumo de massa. Trata-se de um produto elaborado não mais segundo o padrão e a escala do trabalho artesanal, mas conforme o esquema capitalista de produção de mercadorias, no qual o valor de uso é reduzido à condição de mero suporte do valor de troca.

Em contraposição às expectativas de Walter Benjamin, Adorno avalia esse fenômeno, antes mesmo da redação do capítulo da Dialética do esclarecimento, como apenas mais um instrumento de dominação social.4 Enquanto Benjamin, de olho na cena russa e confiando no potencial desencadeado pela cooperação no trabalho criativo, predica a “politização da arte”, Adorno destaca a despolitização inerente a uma situação em que as massas estão confinadas à pura passividade.

A indústria cultural insere-se no quadro mais amplo da administração do “tempo livre”. A organização do lazer no âmbito do processo de valorização do capital promoveu uma racionalização de procedimentos que expandiu a reificação, prolongando a não-liberdade característica do espaço da produção, para o mundo do consumo e daí para a esfera da vida imediata. No entanto, nem por isso, adverte Adorno, cabe supor que a consciência esteja completamente integrada.

Ele confronta ainda os objetos da indústria cultural com o ideal artístico de exposição da “vida verdadeira”. Mercadorias no sentido pleno do termo, seus produtos, construídos em

função do efeito visado, extinguem a autonomia da obra, por conseguinte, a própria possibilidade da arte subsistir como fonte de conhecimento, reserva utópica ou ação voltada para a emancipação.

Forma ensaio

Exacerbando uma tendência latente na primeira versão da teoria crítica, Adorno descarta o proletariado e, com ele, o partido, como motor da negatividade. A crítica da sociedade transfere sua atenção do processo de produção capitalista para a análise de seus efeitos. Esse deslocamento não significa um repúdio das teses do materialismo histórico, ao contrário, ressalta – ao atestar a inversão entre meios e fins – que o predomínio do aparato econômico ainda condiciona a consciência e o inconsciente dos indivíduos.

É, portanto, como dimensão reificada, carente de autonomia, que a subjetividade torna-se tema prioritário de investigação. O direcionamento da análise para o singular, o transitório, o não-idêntico, por sua vez, impõe uma retificação da atividade conceitual, desmontando a ilusão de uma “subjetividade constitutiva”.

O predomínio da “forma ensaio” nos textos e no estilo de Adorno deriva tanto de sua afinidade e militância na vanguarda modernista, como da premissa de que a exposição não é indiferente à teoria. A insurreição contra a totalidade sistêmica e a filosofia da identidade requer, por um lado, procedimentos específicos como o uso de tropos pouco habituais (parataxes e quiasmos, por exemplo) e a composição de constelações que associem sem hiatos o conteúdo e a dimensão especulativa. Mas também, em outra vertente, demanda construções pertinentes ao gênero “fragmento”: aforismos, notas, verbetes, pequenos escritos, estudos, palestras, artigos, modelos críticos.

Dialética negativa

Dialética negativa (1966) conecta o exame crítico dos pressupostos metodológicos do conhecimento com a compreensão do presente histórico. O livro pode ser considerado, ao mesmo tempo, o ápice e o ponto terminal do marxismo ocidental.

Nele, a contestação da filosofia tradicional desemboca em um alargamento do conceito de filosofia, um movimento reiterado inúmeras vezes ao longo da linhagem do marxismo ocidental. Adorno distancia-se dessa vertente, porém, em sua insurgência contra a primazia do método, com a tentativa de proceder “metodicamente sem método”. Mas também e, sobretudo, por sua convicção de que o capitalismo, mesmo depois de sua metamorfose em “mundo administrado”, não pode ser explicado supondo-se que as determinações características da sociedade seguem o modelo – delineado pelo idealismo alemão – de um sujeito unitário.

No sentido estrito do termo, dialética negativa designa a autoconsciência da submissão da subjetividade à sua prisão categorial, a crítica da mutilação dos indivíduos pelo cativeiro social moldado pelo aparato de autoconservação. A meditação, a reflexão “especulativa” preserva a negatividade ante o existente, limpando o terreno para um “pensamento de conteúdos”.

A metacrítica da teoria do conhecimento desdobra-se assim em crítica da sociedade. A passagem para o materialismo, um segundo giro copernicano, prepara a dialética para expressar conceitualmente o não-idêntico, rompendo com a “filosofia da identidade” que Adorno detecta tanto no par antitético “positivismo-idealismo”, como nas tentativas de assentar a dialética nas ciências naturais (Engels) ou na ação revolucionária do proletariado (História e consciência de classe).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ADORNO, Theodor. Dialética negativa. Rio de Janeiro, Zahar, 2009.
ADORNO, Theodor. Minima moralia. Rio de Janeiro, Azougue, 2008.
ADORNO, Theodor. Teoria estética. Lisboa, edições 70, 1982.
ADORNO, Theodor e HORKHEIMER, Max. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1985.
HORKHEIMER, Max (ed.). Zeitschrift für Sozialforschung. Reprint. München, Deutscher Taschenbuch Verlag, 1980.

NOTAS

ADORNO, Theodor e HORKHEIMER, Max. Dialética do esclarecimento, p. 11.
2 Idem. Dialética do esclarecimento, p. 15.
3 Idem. Ibidem, p. 15.
4 O capítulo intitula-se, significativamente, “A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas” (Idem. Ibidem, p. 113-156).


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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