Arquivo para 6 de dezembro de 2015

DILMA, FALANDO SOBRE O IMPEACHMENT, DISSE QUE ESPERA “INTEGRAL CONFIANÇA” DE TEMER. E ELE TEM EM SI OS SINAIS DA CONFIANÇA?

70e6adc7-97c6-4dc1-95db-b6b8b3570054Na década de 70, era usual uma expressão para tentar definir alguém que jamais se mostrava concreta em uma explícita situação. “Esse cara é escorregadio”. Escorregadio é alguém que nunca se amostra em si mesma. Está sempre escapando. Para o filósofo Sartre, esse alguém é aquele que se encontra sempre em transcendência, nunca em imanência. Alguém que foge sempre, para não se tornar objeto do olhar do outra como existência no para-i. Embora o outro sempre lhe veja além do que ele quer esconder.

Para Sartre, nessa fuga, transcender significa “ser o que não é e não ser o que é”. Esse é o escorregadio: sujeito sem dialética. Sem dialética ele tenta ocultar a tese para impedir a operação da antítese e, consequentemente, a resolução da síntese. Ele é o sujeito malogrado, já que existir é se fazer Estar-No-Mundo como projeto ontológico e não como subterfugio, atalho. O que se tem, então, é alguém que não pode nem si nem no outro ser corpo dialético ou dialetizante. Como a vida social exige corpo dialetizante, todo homem malogrado não pode ser um homem engajado nas causas históricas que movem o mundo para uma existência autêntica.

Para entender o vice-presidente Michel Temer, é necessário perscrutar dois momentos básicos de sua estadia no corpo político partidário. No primeiro ele era alguém bem visível. Um claro direitista e conservador que se colocava em posição de defesa dessas ideias que constituem o copo das direitas. No segundo momento ele se apresenta, aparentemente, próximo aos governos populares movidos pelos interesses conservadores de seu partido e de sua classe. Uma clara viscosidade.

Agora, com as ameaças psicopatológicas das direitas obsedadas pelo poder de qualquer forma, ele traz para cena a expressão da década de 70. Ele nunca se mostra em concretude diante da parte da sociedade que quer definições dos que estão envolvidos na defesa dos governos populares. Agora, ele tem, como escorregadio, se mostrado mais como realidade reacionária (tem se encontrado com os principais personagens do golpe como Aécio), embora ainda tente esconder transcendendo as ideias populares, para não se mostrar sendo claramente o que.

Não se sabe se é verdade que Dilma lhe conhece, ou se ela o conhece e por isso proferiu em público que ele é de “integral confiança” para que ele se desloque da transcendência e se mostre integral na imanência como um autêntico reacionário.

“Ao longo desse tempo eu desenvolvi minha relação com ele e conheço o Temer como pessoa, como político e como grande constitucionalista”, afirmou Dilma.

Dilma reforça sua posição dizendo que espera “integral confiança” dele. Nesse impeachment o alvo a ser cassado é só Dilma. Se ela fosse caçada – que não vai -, Temer seria guinado à Presidência.

“VAI SER PIOR SE RESISTIR”, DISSE O POLICIAL AGREDINDO O ESTUDANTE CHICO QUE LUTA POR UM NOVO CONCEITO DE EDUCAÇÃO , MAS CHICO TEM O APOIO DOS PAIS

bec47298-cc01-4a25-81a1-e63d36535f44O estudante da escola técnica Etec, Francisco, para os íntimos, como o papa, Chico, não é um aluno, o que não tem luz própria. Ele tem luz própria que ilumina sua vontade de saber, como diz o filósofo Nietzsche, por tal compreende a ideia de democracia. Compreende e vive a educação democrática.

Movido pela vontade de saber foi à luta na Escola Estadual Professor Antônio Alves Cruz compor com os companheiros das mesmas ideias de resistência contra o plano de ‘reorganização’ do ensino público imposto pelo governador do estado de São Paulo Geraldo Alckmin do partido da burguesia-ignara PSDB que há mais de 20 anos impõe o atraso a sociedade. Vide, breve exemplo, a crise hídrica.

Chico sabia que a polícia de governos de direitas não contemporizam. Com esse conhecimento sabia que podia sofrer violência e ser preso. Então, ocorreu o óbvio: ele foi preso e no ato de sua prisão ele experimentou diretamente a reverberante voz do governo proferida pelo policial militar que lhe prendia. “Vai ser pior se resistir”. Os filósofos Foucault, Deleuze e Guattari dizem: é a voz marcadora de poder do Estado ecoando pelo corpo do policial sobre Chico.

Não se sabe se Chico, no auge de seus 16 anos, cursando o segundo ano do ensino médio, estudou Foucault, Deleuze e Guattari, mas ele não compôs com a ressonância replicante da sonorização imperiosa traspassada pelo policial como agente a serviço do aparelho de ressonância opressora do Estado.

Chico foi preso, mas, como todos os estudantes que participam da subjetividade ocupação de escolas, teve o apoio de seus pais. Na delegacia sentiu a importância da inteligência e eticidade dos pais em relação ao espírito democrático. Seu pai, Luiz Braga, corretor de seguros, disse que o filho tem princípios que ele, como pai, defende. Seu filho não é um fascista, machista, homofóbico, misógino, racista, imperfeições que dominam corpos antidemocratas. Seu Luiz, com sua luz, soube auxiliar na revelação da luz própria de Chico.

Agora, Chico encontra-se solto deslocando sua luz junto aos outros amigos com luzes próprias como manifestação da vontade de saber. Vontade de saber que os filhos dos coxinhas jamais poderão vivenciar dado ao Não que seus pais escolheram para obstruir a vida.

Veja o vídeo da TVT apresentado pela jornalista do jornal.

Como surgiu o Estado Islâmico, como se financia e quem faz ‘vista grossa’

O desmantelamento das forças armadas iraquianas por parte dos EUA contribuiu para o fortalecimento do Estado Islâmico.

Olga Rodriguez – eldiario.es (via Esquerda.net)

A Turquia tem permitido o fluxo de caminhões que cruzam a fronteira carregados de petróleo procedentes dos campos sírios controlados pelo Estado Islâmico (EI).

O EI debilitou e manteve ocupados os inimigos de Israel, Turquia e Arábia Saudita.

O início do que viria a ser o EI

Os antecedentes que deram lugar ao EI surgem no contexto da ocupação do Iraque. Depois da tomada do país pelas tropas britânicas e norte-americanas (e espanholas até 2004), formaram-se diversos grupos armados para lutar contra os invasores.

Entre eles aparece a autodenominada organização de base jihadista na Mesopotâmia (procedente da Jamaa al Tawhid wal-Jihad, nascida em 1999), conhecida na imprensa como Al Qaeda do Iraque. Posteriormente unir-se-ia a outros grupos, primeiro sob o nome de Conselho de Mujahedeenes e depois, em 2006, Estado Islâmico do Iraque.

O contexto no Iraque

Milhares de iraquianos foram detidos em cárceres secretos norte-americanos, onde sofreram torturas diárias. Alguns presos desapareciam para sempre. Outros reapareciam anos depois devastados pelas torturas, e com uma fé religiosa renascida, inquebrantável e extremista.

Depois da ocupação, os EUA desmantelaram imediatamente as Forças Armadas iraquianas, criminalizaram o partido Baas e integraram milícias sectárias nas novas forças de segurança iraquianas para lutar contra a resistência. Fomentaram as divisões e treinaram membros de milícias policiais que semearam o terror.

Foi o que se chamou esquadrões da morte, comandos que prenderam milhares de jovens sunitas, muitos dos quais apareciam semanas depois mortos nas ruas de cidades como Bagdad, com orifícios de bala na cabeça, pés ou pulmões, com ossos partidos, crânios esmagados, pele queimada ou arrancada, sinais de descargas elétricas ou olhos fora das órbitas.

Centenas de milhares de famílias fugiram do país. Em apenas alguns meses mais de cinco milhões de iraquianos converteram-se em refugiados. Dos quais, dois milhões e meio instalaram-se em Síria.

Em pouco tempo o Iraque, que tinha sido um país onde muitos xiitas e sunitas conviviam juntos, onde uma elevada percentagem dos casais eram mistos, onde não havia grandes tensões sectárias, converteu-se num inferno. Muitos antigos integrantes das Forças Armadas desmanteladas partilharam cela com membros de grupos religiosos que se iam radicalizando à medida que aumentava a violência e a repressão.

O grupo do cárcere de Camp Bucca

Al Bagdadi foi enviado para o cárcere de Camp Bucca, onde as torturas estavam na ordem do dia. Alguns beberam ali as doutrinas mais extremistas e desvirtuadas do Islão, como o wahabismo. Daquela prisão sairiam muitos homens prontos a integrar as fileiras do Estado Islâmico (EI ou Daesh). Abu Baker Al Bagdadi, que se converteria em 2010 no líder do Estado Islâmico do Iraque, foi preso pelos norte-americanos em 2004 na cidade de Faluja, duramente golpeada pelas forças de ocupação, que bombardearam casas, mercados, escolas, hospitais e utilizaram fósforo branco, um armamento letal que queima a pele das suas vítimas. A dor provocada naquela cidade é recordada até ao dia de hoje pelos seus habitantes.

As revoltas no Iraque

Entrevistei
 então um dos organizadores daquelas manifestações iraquianas, Udai Al Zaidi, irmão do famoso jornalista que lançou um sapato a George Bush e foi encarcerado por isso. Al Zaidi, xiita, manifestava-se no Iraque juntamente com milhares de sunitas e xiitas, contra um governo que tachavam de corrupto e sectário.Em 2010, num Iraque totalmente fraturado, irrompeu um movimento pacífico de protesto contra o governo central, que tomou força após a eclosão das revoltas na Tunísia e Egito em 2011.

O governo de Al Maliki, agarrado ao poder, reprimiu aqueles protestos massivos usando balas contra os manifestantes, apoiado pelo Exército norte-americano. Morreram centenas de pessoas e milhares foram encarceradas.

O ‘Estado Islâmico’ na Síria

A repressão governamental iraquiana contra qualquer tipo de queixa ou protesto aumentou e levou ao extremismo alguns setores da oposição.

O mesmo ocorreu na Síria, onde as revoltas tinham irrompido em março de 2011. O ‘Estado Islâmico’ do Iraque enviou uma delegação à Síria em agosto de 2011, quando a guerra civil síria já estava em marcha, depois do esmagamento das revoltas por Bashar al Assad.

O líder do ‘Estado Islâmico’ do Iraque, o clérigo Al Bagdadi, formatado pela sua passagem pelo cárcere de Camp Bucca e pela guerra, anunciou em 2013 a criação do ‘Estado Islâmico’ do Iraque e do Levante (Síria).

O auge do EI

Em 2014, o ‘Estado Islâmico’ tornou-se forte na Síria e no Iraque. Milhares de homens do EI, armados e protegidos comhumvees e tanques, tomaram várias cidades iraquianas quase sem resistência.

Contactei então com alguns antigos efetivos das forças armadas iraquianas, desmanteladas pelos EUA, e com vários grupos da resistência iraquiana. Num momento em que eles próprios tinham ganhado posições em território iraquiano, faziam a seguinte pergunta:

Interrompemos a nossa luta contra o nosso inimigo, o governo de Al Maliki [apoiado pelos EUA], para lutar contra o Estado Islâmico, superior em número e força a nós, ou unimo-nos ao Daesh, apesar das nossas diferenças, para evitar ser derrotados?

A resposta escolhida por muitos foi a segunda. Preferiram ser cúmplices que inimigos.

Quem diria a alguns oficiais das forças do laico Baas iraquiano em 2003 que, anos depois, combateriam lado a lado com jihadistas extremistas que proclamavam um Califado e ditavam as normas mais violentas e medievais em nome de um distorcido e instrumentalizado Islão.

A conquista de mais território

Grupos sunitas de procedência diversa, só unidos por um inimigo comum, acabaram por integrar as fileiras do Daesh. Tomaram várias cidades iraquianas e chegaram muito perto de Bagdade. Apenas encontraram alguma resistência por parte do exército iraquiano, marcado pela corrupção:

“Os militares fugiram a correr, não havia aviões, não havia nada que os parasse. Para ser sincero, os únicos que fizeram algo para deter [o Daesh] foram os militares iranianos e as milícias xiitas”, confessava recentemente o ex-ministro da Defesa iraquiano Ali Allawi num documentário da Al Jazeera.

Em agosto de 2014 chegou a resposta internacional. Obama prometeu acabar com o Daesh, e uma aliança militar integrada por EUA, Arábia Saudita, Emiratos ou Jordânia começou a bombardear focos supostamente controlados pelo grupo terrorista.Desvincular o Iraque como contexto e desenvolvimento do Daesh seria fazer uma análise distorcida da sua evolução. Em 2014, após a tomada de um amplo território no Iraque, o Daesh proclamou o Califado do Estado Islâmico do Iraque e da Síria, controlando um espaço semelhante ao da Jordânia. Às suas fileiras juntaram-se chechenos, muçulmanos procedentes dos Balcãs, do norte de África e da Ásia.

A “vista grossa” e o financiamento

O Daesh foi visto por alguns atores regionais – Israel, Turquia, Arábia Saudita, etc – como um arma potencial contra o Irão. Manteve débil o regime xiita do Iraque e manteve ocupados grupos inimigos de Israel, como o Hezbollah, que luta na Síria contra diversos grupos da oposição, entre os quais o Daesh.

Desse modo acredita poder evitar a possibilidade de uma soberania dos curdos – que estão a lutar contra o Daesh – junto ao seu território.A Turquia fez “vista grossa” perante o Daesh. O primeiro-ministro Erdogan tem querido ver nos movimentos islamistas radicais uma forma de deter tanto a influência xiita na zona como os curdos. Permitiu a passagem de jihadistas pela sua fronteira, bombardeou as YPG curdas – unidades de proteção popular – quando se supunha que esses ataques deveriam dirigir-se contra o Daesh, e permitiu o fluxo de camiões que cruzam a fronteira carregados de petróleo procedente dos campos sírios controlados pelo EI.

A compra de petróleo no mercado negro turco tem sido um dos modos mais eficazes de financiamento para o Daesh, juntamente com a cobrança de grandes somas de dinheiro pelo resgate de alguns sequestrados.

Também recebe apoio económico de indivíduos sauditas face aos quais o regime de Riad faz “vista grossa”. Essas pessoas entregam dinheiro ao Daesh e fazem lóbi por ele, pressionando para que outros o apoiem.

A guerra contra o terror

Os aliados dos EUA na Síria na coligação que bombardeia o país têm sido entre outros a monarquia absolutista da Arábia Saudita, que continua a consentir o apoio ao Daesh a partir do seu país.

Washington e os sauditas também operam juntos, com os Emiratos, na coligação que bombardeia o Iémen, onde estão a criar mais caldo de cultura para o terrorismo com ataques como o que em setembro passado matou 131 pessoas e feriu centenas mais.

François Hollande dizia no sábado que o massacre de Paris é um ato de guerra. Na realidade o Ocidente participa numa contenda desde que se envolveu no Afeganistão armando os mujaheddines que se tornaram nos talibãs. Depois chegariam o Iraque, a Líbia, a Síria, o Iémen… Mas como são guerras que se travam longe das nossas fronteiras, só nos lembramos delas quando algum macabro eco chega aos nossos territóriosAs matanças como a de Paris são habituais no Médio Oriente, quer seja por exércitos ou por grupos terroristas. A chamada guerra contra o terror, a estratégia das bombas e das intervenções, mostrou-se ineficaz: longe de diminuir, o terrorismo e a violência crescem.

Artigo de Olga Rodriguez*publicado em eldiario.es. Tradução de Carlos Santos para esquerda.net


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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