Arquivo para dezembro \19\-04:00 2015



LEI QUE CRIA A ZONA FRANCA VERDE FOI REGULAMENTADA POR DILMA

b4386870-eb83-4398-a681-772c56c8c717Agora as indústrias que fabricam produtos com composição predominantemente  de matérias-primas naturais estão isentas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Essa realidade que vai impulsionar esse setor industrial é a Lei da Zona Franca Verde que foi criada em 2009 e agora foi regulamentada pela presidenta Dilma Vana Rousseff.

Os estados que serão beneficiados com a regulamentação da lei são o Amapá, Amazonas, Acre, Rondônia. Sendo que no Amapá os municípios beneficiados serão Macapá, capital, e Santana; no Amazonas o município de Tabatinga; em Rondônia o município de Guajará Mirim; e no Acre os municípios de Basileia e Cruzeiro do Sul.

A os critérios para definir a preponderância da matéria-prima nos produtos serão definidos pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

“O Brasil abriga na Amazônia a maior biodiversidade do planeta e, em relação a essa biodiversidade, temos uma dupla responsabilidade: preservá-la e torna-la, de forma ambientalmente correta, a base para o desenvolvimento sustentável da região”, afirmou Dilma.

A Zona Franca Verde, no entender do ministro Armando Monteiro Neto, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, vai valorizar as matérias-primas da região.

“Oferece um incentivo para que essa região possa ter um modelo de industrialização que valorize o aproveitamento de sua biodiversidade e a dotação extraordinária de recursos que tem a região”, disse o ministro.

DILMA RECEBE DOS INTELECTUAIS MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA E LEGALIDADE

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Leia o manifesto e assista o pronunciamento da filósofa Marilena Chauí na Faculdade de Direito da USP.

MANIFESTO EM DEFESA DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS

O Brasil vive um momento histórico em que a legalidade e as instituições democráticas são testadas, o que exige opinião e atitude firme de todos e todas que têm compromisso com a democracia.

Desde as eleições de 2014, vivemos um grande acirramento político que permeia as mais diversas relações humanas e sociais. Essa situação ganhou novos ingredientes a partir da eleição de Eduardo Cunha para a presidência da Câmara dos Deputados e, de forma especial, após este ser denunciado pelo Ministério Público Federal por seu envolvimento em atos de corrupção, possuindo contas bancárias no exterior e ocultando patrimônio pessoal.

Absolutamente acuado pelas denúncias, pelas fartas provas do seu envolvimento em atos ilícitos e enfrentando manifestações em todo Brasil contra a agenda conservadora e retrógrada do ponto de vista de direitos que lidera, Cunha, que já não tem mais nenhuma legitimidade para presidir a Câmara, decidiu enfrentar o Estado Democrático de Direito. A aceitação de um pedido de impedimento daPresidenta da República no momento em que avança o processo de cassação do deputado é uma atitude revanchista que atenta contra a legalidade e desvia o foco das atenções e das investigações.

Neste sentido, viemos a público repudiar a tentativa de golpe imposta por Eduardo Cunha, por não haver elementos que fundamentem esta atitude, a não ser pelo desespero de quem não consegue explicar o seu comprovado envolvimento com esquemas espúrios de corrupção. Não se trata neste momento de aprovar ou reprovar o governo ou a forma como a Presidenta da República, mas defender a legalidade e a legitimidade das instituições do nosso país.

Por outro lado, defendemos o cumprimento do Regimento da Câmara dos Deputados e da Constituição Federal, ambos instrumentos com fartos elementos que justificam a cassação do mandato de Eduardo Cunha. Caso contrário, toda a classe política e as instituições brasileiras estarão desmoralizadas, por manter no exercício do poder um tirano que utiliza seu cargo de forma irresponsável para manutenção dos seus interesses pessoais. Apelamos às e aos parlamentares, ao Ministério Público e ao Supremo Tribunal Federal, autoridades cuidadoras da sanidade da política e da salvaguarda da ordem democrática num Estado de Direito, sem a qual mergulharíamos num caos com consequências políticas imprevisíveis. O Brasil clama pela atuação corajosa e decidida de Vossas Excelências.

Não aceitamos rompimento democrático! Não aceitamos o golpe! Não aceitamos Cunha na presidência da Câmara dos Deputados!

OPERAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL CONFIRMA QUE CORRUPÇÃO NA PETROBRÁS JÁ OCORRIA NO GOVERNO FERNANDO HENRIQUE. QUEM NÃO SABIA?

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O jornalista Paulo Francis representante da TV Globo em Nova York denunciou, em 1997, que havia um dos maiores esquema de corrupção na Petrobrás. Seu presidente era Joel Rennó. Presos pela Operação Lava Jato os ex-funcionários da estatal Pedro Barusco e Paulo Roberto da Costa afirmaram que começaram o esquema de propina em 1997. O presidente era Fernando Henrique, já em seu segundo governo depois do maior atentado contra a Constituição com a compra de votos dos deputados para votarem a favor da reeleição que até então não havia. Foi o marco da corrupção constitucional.

No mesmo ano de 1997, o jornalista foi processado pelo presidente da Petrobrás, Rennó, afirmando que nada havia de corrupção. O processo contra Paulo Francis não foi aberto no Brasil, mas nos Estados Unidos, porque lá quando alguém acusa outro deve mostrar as provas, caso contrário se transforma em réu. O jornalista sabia, mas não tinhas as provas. A indenização era de alguns mil dólares que ele não tinha. Fernando Henrique era seu amigo, mas deixou o processo rolar.

No fim do ano, deprimido e com problemas coronarianos, ele veio a falecer. E corrupção continuava. Hoje, sabe-se que o Cerveró, preso pela Operação Lava Jato, e o senador Delcídio Amaral, ainda no governo Fernando Henrique praticaram corrupção. Delcídio era do PSDB, saindo em 2001 para se filiar ao PT. Ele já percebia que Lula ia ser eleito presidente. Na verdade, a corrupção na Petrobrás era um tema que na época que Fernando Henrique era desgoverno se difundiu pelo Brasil. Uma confirmação de quando se falou em investigação da Petrobrás em 2013 para pegar o PT, Lula afirmou sorrindo que não tinha medo. Ele sabia, como sabe, da corrupção na estatal nos desgovernos de Fernando Henrique. Esse é um dos motivos que leva o ‘príncipe’ sem trono odiar Lula.

Ontem, dia 17, o Ministério Público denunciou 12 pessoas envolvidas em esquema de corrupção na Petrobrás entre os anos 1997 e 2012. No esquema eles faturaram em propina US$ 45 milhões da empresa holandesa SBM Offshore.

Os denunciados são, alguns já presos pela Operação Lava Jato, José Pedro Barusco Filho, ex-gerente-executivo da Engenharia; Jorge Luiz zelada, ex-diretor da Área Internacional; o Renato Duque, ex-diretor de Serviços; Paulo Roberto Buarque Carneiro, membro da Comissão de Licitação, Júlio Faerman, Luiz Eduardo Campos Barbosa, Robert Subiate, Didier Henri Keller, Anthony, (o Tony) Jogn Mace, Bruno Yves Raymond Chabas, Sietze Hepkema e Philippe Jacques Levy.

BOLSONARO CONTINUA CONDENADO POR OFENSA MISÓGINA A DEPUTADA MARIA DO ROSÁRIO

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Em dezembro de 2014, o deputado racista, homofóbico, misógino Jair Bolsonaro (PP/RJ) ao discutir com a deputada Maria do Rosário (PT/RG) em sessão no Congresso Nacional, afirmou que não estupraria porque ela é feia e não fazia seu tipo. O que se pode inferir da misoginia do racista deputado é que se ela fosse bonita, nos padrões dele, ele não dispensaria o estupro. Logo, sua índole é de estuprador.

 “Ela é muito ruim e muito feia. Não faz meu gênero, jamais a estupraria”, afirmou o misógino.

A deputada entrou com processo contra o deputado homofóbico no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Território (TJDFT) e ele foi condenado. Porém ele recorreu afirmando que o que havia ocorrido eram divergência de cunho político.

Agora, o TJDFT se reuniu para analisar sua defesa e por unanimidade resolveu manter a primeira decisão. O amigo do “impoluto” Eduardo Cunha vai ter que pagar indenização por ofensa e ainda escrever uma carta de retratação e publicá-la.

Em sua decisão a juíza Tatiana Dias da Silva afirmou que não foram divergência de cunho político que levaram Bolsonaro, para ela as ofensas têm teor ofensivo e ataque ofensivo à autora na sua condição de mulher. O taque visa “diminuir e abalar intencionalmente sua honra”.

A deputada também entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação criminal pedindo a condenação do misógino-deputado por crime de injúria e calúnia. O relator da ação é o ministro Luiz Fux.

 

POR OBRA DE TEMER, O DEPUTADO PICCIANI, PRÓ-DILMA, FOI AFASTADO DA LIDERANÇA DO PMDB, MAS AGORA ESTÁ DE VOLTO

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A Secretaria Geral da Mesa da Câmara dos Deputados divulgou que o deputado federal Leonardo Picciani, votou a ser o líder do PMDB na Casa. Ele havia sido destituído do cargo por obra de uma trama do vice-presidente Michel Temer, que conspira contra o governo Dilma. No lugar de Picciani, Temer indicou o deputado Leonardo Quintão (PMDB/MG).

O deputado Picciani, para voltar ao cargo de líder do PMDB, teve que apresenta um documento com 36 assinaturas de parlamentares do partido. Uma assinatura a mais das necessárias para ser líder. No todo são 66 assinaturas.

Mais um fato positivo para o governo Dilma, e mais um fato negativo para Temer que ambiciosa a Presidência.

Por sua vez, o presidente do Senado Renan Calheiros, em sua posição contrária a de Michel Temer, falando sobre a volta de Picciani, disse diretamente a Temer, que “o PMDB sempre foi aberto, democrático, sem dono, sem coronel. A volta de Picciani à liderança da bancada mostra isso. Por mais que o Michel quisesse ser coronel ele não conseguiria”.

MINISTRO BARROSO COMANDA NO STF O CHORO DE CUNHA, AÉCIO, FERNANDO HENRIQUE E OUTROS: VOTO DE FACHIN PERDEU

images-cms-image-000472943O ministro Luiz Edson Fachin foi recebido pelas consciências democratas, quando de sua indicação para o Supremo Tribunal Federal pela presidenta Dilma Vana Rousseff, como um jurista que ia fortalecer a ala progressista dessa Corte. Mas já em sua primeira grande missão, como relator do pedido dos partidos PCdoB e PT para anular a decisão tirânica de Eduardo Cunha ao criar uma comissão especial, ofendendo o regime da Câmara Federal em seu benefício, para analisar o pedido de impedimento do governo Dilma e outros temas pertinentes, se mostrou contrário ao que as consciências políticas aguardavam.

Fachin votou a favor dos desmandos de Eduardo Cunha: a normalidade da criação da comissão especial, voto fechado e que a presidenta só se defendesse depois de instalado o pedido de impeachment. Seu ato foi comemorado pelas direitas golpistas. Como disse o jornalista Paulo Nogueira do Diário do Centro do Mundo: passou a ser o herói dos golpistas.

Porém, a vitória dos golpistas foi de Pirro. Não durou, 48 horas. O ministro Luis Roberto Barroso ao abrir a sessão do julgamento no dia de hoje, 17, desmanchou os argumentos de Fachin que conferiu alegria aos golpistas. Votou contra suas teses. Barroso votou a favor da anulação da comissão especial, mostrando que a escolha da comissão deve ter através dos líderes dos partidos, e votou também a favor da eleição aberta da escolha dos membros. E mais, que só o Senado tem o poder de decidir sobre o afastamento do presidente.

Aí, a democracia correu para o abraço fraterno e solidário. Outros ministros como Teori Zavasky, Rosa Weber, Marco Aurélio, Carmen Lúcia, Luiz Fux e Lewandowski, presidente do STF. Os que negaram a democracia fora, além de Fachin, o já conhecido defensor das ideias conservadoras, Gilmar Mendes, seu discípulo José Toffoli e Celso Mello, votos já esperados.

Prevaleceu a ética democrática do povo brasileiro! Prevaleceu a democracia!

ENQUANTO JANOT PEDIA SAÍDA DE CUNHA, EDUARDO AZEREDO (PSDB) ERA CONDENADO, EM MANAUS MAIS DE 7 MIL CONSCIÊNCIAS DEMOCRÁTICAS DEFENDIAM DILMA E A DEMOCRACIA

DSC02737Já se tornando hábito. Toda vez que a parte consciente e não alienada de Manaus é convocada para defender os direitos democráticos do país não é outra a resposta. Os movimentos sociais, partidos de esquerdas, sindicatos, artistas, educadores, indígenas, negros, mulheres, crianças, todas as expressões sociais se fazem presente.

Foi assim, ontem dia16, o dia da luta contra o impeachment da presidenta Dilma Vana Rousseff, a defesa da democracia e o Estado de Direito que as direitas pervertidas querem obstruir em seus benefícios. Derrotadas nas urnas não metabolizam o corpo eleitoral e ficam ingurgitando o ressentimento da dor causada pela quarta derrota. Mas não completam seu objetivo porque o povo brasileiro é sentinela dos corpos democráticos.

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12398464_957879164279059_1915415431_o (1)A concentração foi na Praça São Sebastião, depois a manifestação desceu a Rua 10 de Julho, pegou a Avenida Getúlio Vargas, desembocou na 7 de Setembro e parou na Avenida Eduardo Ribeiro, foram realizados os pronunciamentos. Uma festa! Quer dizer: mais uma festa democrática! Uma festa com direito a um clímax, antes do clímax maior. Em meio a um pronunciamento, alguém em cima do carro com som, anunciou que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, havia pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) o afastamento da presidência da Câmara Federal do deputado Eduardo Cunha, assim como o impedimento de seu mandato de deputado. Os manifestantes foram ao ‘delírio’ de alegria. Coisa de Dionísio!

DSC02548DSC02503DSC02504 DSC02548 DSC02549 DSC02550 DSC02551 DSC02553 DSC02556 DSC02565 DSC02570 DSC02571 DSC02593 DSC02597 DSC02603 DSC02605 DSC02608 DSC02610 DSC02613 DSC02616Antes o ministro do STF, relator do pedido do PT e PCdoB, sobre o rito de impeachment na Câmara Federal e o voto aberto, Luiz Edson Fachin, havia decidido em favor de Eduardo Cunha e os golpistas. Sendo elogiadíssimo pelas direitas. Mas para impulsionar mais a festa, foi anunciada a condenação em julgamento em primeira instância pela Justiça de Minas Gerais, do ex-senador Eduardo Azeredo do partido da burguesia-ignara, PSDB. O partido que inventou o mensalão no governo Fernando Henrique. O mensaleiro pegou mais de 20 anos. Custou mais chegou.

DSC02743 DSC02749 DSC02750 DSC02787 DSC02805 DSC02809 DSC02824 DSC02835 DSC02837Sem mais delongas, vamos às imagens-fotográficas das câmeras e artes dos membros da Associação Filosofia Itinerante (AFIN) Alcir Madureira e Aldenice Carvalho dos bons momentos da festa democrática.

CHEGOU O DIA NACIONAL DE DEFESA DO GOVERNO DILMA, DA DEMOCRACIA E DO ESTADO DE DIREITO. VAMOS ÀS RUAS!!

golpe_nao_388127Hoje é o dia nacional em que os brasileiros comprometidos com a continuidade do governo Dilma e com o Estado de Direito Democrático vão às ruas para manifestar seus sentimentos pátrios contra os golpistas que tentam de toda forma espúria impedir um governo eleito pelo voto popular e, com esse ato, ferir a democracia em sua alma: a Constituição.

Não satisfeitos com o resultado das urnas os golpistas querem tomar o poder para realizar suas ambições. Uma delas é paralisar as investigações de corrupção depois que tomarem o poder porque vários membros do grupo golpista estão envolvidos com corrupção. Essa é a mais forte ambição dos golpistas.

Eles jamais acreditaram que quando Lula fortaleceu as instituições jurídicas no combate a corrupção, o Brasil passaria por uma clareza jurídica. Elas acreditaram que tudo se tratava de uma exibição populista de Lula, já que Fernando Henrique não se preocupou essa prática nefasta à democracia. Mas, agora, com os órgãos específicos tratando a corrupção como deve ser tratada em uma democracia, a verdade se materializa diante deles e os assombra. Por isso, eles querem o poder como proteção pessoal.

Qualquer brasileiro pode confirmar essa tentativa desesperada ao confirmar quantos deles estão acusados em corrupção e apavorados com a ameaça de serem julgados e condenados. Exemplo límpido, seu grande mestre Eduardo Cunha.

Essa realidade inconteste é confirmada com a falta de liderança entre eles e, consequentemente, a inexistência de qualquer projeto de governo.

Por isso, moçada, o dia promete. Vamos às ruas lutar por nossos direitos tanto de brasileiros como também de eleitor que elegeu Dilma para quatro anos de mandato presidencial. Porque impedir Dilma de continuar governando é ferir a constituição e enfraquecer a democracia que conquistamos com muita luta enquanto esses indigentes políticos estavam alheios em suas condições de analfabetos políticos.

Confira abaixo onde será a manifestação em sua cidade:

Região Sul

Rio Grande do Sul – Porto Alegre
Concentração: 14 horas: Rua Barros Cassal, 220 Bairro Floresta.

Santa Catarina – Florianópolis
Concentração: 16 horas: Largo da Alfandega

Paraná – Curitiba
Concentração: 18 horas: Praça Santos Andrade

Região Sudeste

São Paulo – São Paulo
Concentração: 17 horas: Masp

Rio de Janeiro – Rio de Janeiro
Concentração: 16 horas: Cinelândia

Minas Gerais – Belo Horizonte
Concentração: 16 horas: Praça Afonso Arinos

Espírito Santo – Vitória
Concentração: 16 horas: Praça Costa Pereira

Região Nordeste

Bahia – Salvador
Concentração: 14 horas: Praça da Piedade

Sergipe – Aracaju
Concentração: 16 horas: Praça Falso Cardoso

Pernambuco – Recife
Concentração: 15 horas: Praça do Derby

Ceará – Fortaleza
Concentração: 16 horas: Praça da Bandeira

Maranhão – São Luís
Concentração: 15 horas: Praça João Lisboa
Percurso: João Lisboa-Rua Grande-Praça Deodoro.

Rio Grande do Norte – Natal
Concentração: 15 horas: Av. Salgado Filho (Em frente à Fiern). Percurso: Passeata até o shopping Midway – Ato Público.

Piauí – Teresina
Concentração: 16 horas: Praça Pedro II

Paraíba – João Pessoa
Concentração: 12 horas: Largo de João Pessoa

Região Norte

Amazonas – Manaus
Concentração: 16 horas: Teatro Amazonas

Amapá – Macapá
Concentração: 9 horas: Praça da Bandeira

Acre – Rio Branco
Debate sobre democracia: 9 horas: Teatro Plácido de Castro

Pará – Belém
Concentração: 9 horas: 14 de Março (Próximo ao Posto de Urgência e Emergência)

Roraima – Boa Vista

Concentração: 15 horas na Praça do Centro Cívico.

Região Centro-Oeste

Goiás – Goiânia
Concentração: 17 horas: Praça Bandeirantes

Mato Grosso – Cuiabá
Concentração: 16 horas: Rua Barão do Rio Branco (Bar do Zé)

Mato Grosso do Sul – Campo Grande
Concentração: 9 horas: Calçadão da Barão

DF – Brasília
Concentração: 15h: Mané Garrincha

Vamos lá, moçada! Essa é a hora! 

DEPUTADOS PEDEM AO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL A IMEDIATA SAÍDA DE EDUARDO CUNHA DA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA

15f3fc93-2551-4be7-a7a0-f732edf4ce6cDeputados de vários partidos protocolaram no Supremo Tribunal Federal (STF) uma carta aberta aos ministros do colegiado da Corte que pede o imediato afastamento do deputado Eduardo Cunha da presidência da Câmara Federal.

Os deputados afirmam em sua carta que a situação na Câmara Federal encontra-se insustentável com os atos praticados de forma indecorosa pelo parlamentar que não só busca seu benefício impedindo o real exercício democrático no Parlamento.

Para os deputados a situação é de total anomalia. E, agora, com a busca e apreensão em suas casas fica mais evidente a necessidade de sua saída da presidência na Câmara Federal.

Leia a carta na íntegra.

“A justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta.”

(Rui Barbosa)

Exmo. Sr. Ricardo Lewandowski

Presidente do Supremo Tribunal Federal

Exma. Sra. Cármen Lúcia

Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal

Exmo. Sr. Celso de Mello

Ministro do Supremo Tribunal Federal

Exmo. Sr. Marco Aurélio

Ministro do Supremo Tribunal Federal

Exmo. Sr. Gilmar Mendes

Ministro do Supremo Tribunal Federal

Exmo. Sr. Dias Toffoli

Ministro do Supremo Tribunal Federal

Exmo. Sr. Luiz Fux

Ministro do Supremo Tribunal

Exma. Sra. Rosa Weber

Ministra do Supremo Tribunal Federal

Exmo. Sr. Teori Zavascki

Ministro do Supremo Tribunal Federal

Exmo. Sr. Luís Roberto Barroso

Ministro do Supremo Tribunal Federal

Exmo. Sr. Edson Fachin

Ministro do Supremo Tribunal Federal

Dirigimo-nos publicamente a Vossas Excelências por ser a situação de continuada anomalia na Câmara dos Deputados de interesse geral, e por termos a convicção de que, no exercício dos nossos mandatos, tudo deve ser feito com transparência de posições.

Acreditamos que os Poderes da República precisam agir conjuntamente para garantir os direitos básicos e o funcionamento democrático de todas as instituições desenhadas pela Lei Maior. Em sua função precípua, o Supremo Tribunal Federal deve sempre atuar quando a superioridade dos valores constitucionais for atingida. Esse é, aliás, o sentido de checks and balances, tal como teorizado desde Montesquieu. Entende-se, assim, que é indispensável para a dinâmica da República os freios e contrapesos institucionais entre os poderes.

Para que o instituto da prerrogativa de foro não seja um privilégio antidemocrático, urge o zelo pelo adequado exercício dos cargos, contendo abuso de autoridade ou barrando decisões desarrazoadas.

No intuito de lhes conferir base factual plena, relatamos situações concretas que revelam que a presidência da Câmara dos Deputados tem sido exercida para benefício privado, autoproteção em investigações e usufrutos inconstitucionais. Como fiscal da estrutura fundamental dos poderes instituídos e do devido processo legislativo, é indispensável que o Supremo Tribunal Federal resgate a dimensão democrática desta função.

Submetemos, pois, à sua elevada consideração – na expectativa de que o aqui elencado possa contribuir para decisões urgentes dessa Suprema Corte – procedimentos e atitudes do atual presidente da Câmara dos Deputados, deputado Eduardo Cunha (denunciado pelo Ministério Público Federal a esta Corte pelas suspeitas de cometimento dos crimes de corrupção, ocultação de bens e lavagem de dinheiro), que, a nosso juízo, ferem a Carta Magna e a dinâmica republicana.

Ei-los:

1. Como é notório, o presidente Eduardo Cunha divulgou a decisão pelo acolhimento de um dos pedidos de impeachment da presidente da República, no dia dois do mês corrente, apenas quatro horas depois de a bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) ter decidido votar pela admissibilidade da Representação nº 1/2015, em seu desfavor. Caberia a ele, ainda, marcar tanto a sessão plenária para eleger a Comissão Especial, quanto a reunião de sua instalação. Os votos dos deputados do PT no Conselho de Ética, pelos mapeamentos divulgados, teriam relevância para o prosseguimento do processo.

Importante salientar que Miguel Reale Júnior, um dos autores da denúncia contra a Presidenta da República, reconheceu a utilização do instituto do impeachment como forma de chantagem pelo presidente da Câmara dos Deputados: “O Cunha acaba escrevendo certo por linhas tortas porque ele usou o impeachment o tempo todo como instrumento de barganha. No momento em que ele está no desespero, diante da inevitável derrota no Conselho de Ética, ele joga o impeachment como areia nos olhos da nação sobre a sua situação. Ele acabou aceitando o impeachment por razões não corretas” (disponível em: http://oglobo.globo.com/brasil/miguel-reale-jr-diz-que-cunha-escreve-certo-por-linhas-tortas-18203244#ixzz3u6x0L1wO). Entretanto, discordando em parte do eminente jurista, é certo que o princípio da moralidade veda ao agente público e/ou político escrever “por linhas tortas”, o que equivaleria a dizer que os fins justificam os meios. A hipótese é de evidente e confessado desvio de finalidade.

2. Em relação à eleição da Comissão Especial para apreciação do pedido de impeachment, verifica-se a atuação da presidência da Câmara dos Deputados com a finalidade de interferir no seu resultado. Inicialmente, o prazo fixado para que os partidos indicassem os membros para a chapa foi 14 horas do dia sete do mês

corrente. Posteriormente, o Presidente adiou o prazo para 18 horas daquele mesmo dia, horário, inclusive, em que estava marcada a sessão extraordinária para a eleição. Porém, a sessão foi cancelada e o presidente adiou mais uma vez a data de indicação dos membros, transferindo-a para 14 horas do dia seguinte (oito de dezembro). A imprensa reportou a causa dos adiamentos: “O adiamento se deu porque a oposição e a ala antigoverno do PMDB resolveram lançar uma chapa independente, com viés contrário à presidente Dilma” (disponível em:http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2015/12/07/cunha-adia-instalacao-da-comissao-que-analisara-impeachment-para-terca.htm). A própria deliberação por chapas em disputa, desprezando a ideia de bancadas partidárias, é, no mínimo, questionável.

Ressalte-se, ainda em relação à malfadada sessão para eleição da Comissão Especial, que o seu cancelamento se deu por meio de anúncio do deputado Carlos Manato, que presidia sessão ordinária não deliberativa de debates, sem qualquer justificativa, às 18h24 do último dia sete.

Da mesma forma, afrontando o princípio da legalidade, o presidente Eduardo Cunha abriu uma votação secreta para eleição da Comissão Especial do impeachment na sessão de oito de dezembro sem ter justificado as razões pelas quais estaria adotando o sistema oculto, contrário ao disposto na Constituição Federal e, ineditamente, sem franquear a palavra a deputados. Apenas após aberta a votação, ligou os microfones com a única finalidade de ouvir questões de ordem, tendo-os fechado assim que lhe aprouve. Destaque-se que as cabines para o voto secreto foram instaladas no plenário da Câmara no fim de semana anterior, 48 horas antes da reunião do colégio de líderes em que partedeles teria aceito a proibição da regra, que é o voto aberto, ostensivo.

3. No último dia 19, o presidente, desprezando a impessoalidade das iniciativas do agente público, iniciou a Ordem do Dia da Câmara mais cedo que o de costume, e com a presença registrada em plenário de 186 deputados, muito aquém do quórum exigido constitucionalmente para deliberações (257). Com isso, impediu o Conselho de Ética, que realizava a primeira reunião para apreciar o parecer do relator acerca da Representação nº 1/2015, em seu desfavor, de deliberar. O presidente do Conselho, deputado José Carlos Araújo, suspendeu a reunião, que seria retomada após o término da Ordem do Dia. Contudo, em resposta a Questão de Ordem (134/2015), o presidente da Câmara em exercício determinou, com a notória orientação de Eduardo Cunha, o cancelamento da reunião daquele órgão colegiado, gerando grande revolta no Plenário.

4. O deputado Eduardo Cunha parece interferir até na disponibilização dos espaços para as reuniões do Conselho de Ética. O Presidente de tal Comissão explicita, desde a primeira sessão em que a Representação nº 1/2015 esteve na pauta, a dificuldade em conseguir reservar um dos dezesseis plenários de que a Casa dispõe para as comissões. Essa ingerência ficou ainda mais perceptível quando soubemos que, no dia oito do mês corrente, o horário ordinário da reunião da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania foi alterado, para que o maior plenário estivesse liberado no período da tarde, quando, a princípio, ocorreria a instalação da Comissão Especial do impeachment.

5. Quando da apresentação do parecer do relator Fausto Pinato, pela admissibilidade da Representação nº 1/2015, Eduardo Cunha usou a página da Câmara na Internet para divulgar nota em sua defesa, assinada por seu advogado (disponível em: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/POLITICA/500063-NOTA-DA-DEFESA-DE-EDUARDO-CUNHA.html), pervertendo para benefício pessoal o preceito dapublicidadedos atos administrativos.

6. Após o Ministro Barroso negar o pedido para afastar o relator Fausto Pinato, por se tratar de matéria interna corporis, Cunha, operando por intermédio de um de seus aliados – em seu típico modus operandi de agir através de terceiros, vide a própria denúncia da Procuradoria-Geral da República, em que consta a apresentação de requerimentos de informação para achaque a Júlio Camargo encaminhados através da também denunciada ex-deputada Solange Almeida – recorreu à presidência da Câmara. O presidente em exercício, deputado Waldir Maranhão (aliado de Cunha e também denunciado na Lava Jato), deu provimento ao recurso e, durante a reunião de votação do parecer pela admissibilidade do processo, declarou impedido o Relator, deputado Pinato, uma vez que sua legenda, o Partido Republicano Brasileiro (PRB) integrava o bloco parlamentar do partido do Representado (PMDB) no início da legislatura. Maranhão também considerou nulos todos os atos praticados por Pinato na condição de Relator, bem como os demais atos praticados com base nesses (Of. n. 2849/2015/SGM). Ressaltamos que, conforme confirmado na reunião do Conselho do dia dez deste mês pelo presidente deste órgão, e ratificado pelo Secretário Geral da Mesa, a prática para escolha dos relatores das representações sempre foi, até então, considerando a formação atual dos blocos, e não a do início da Legislatura. Sintomaticamente, a manobra interna só foi ultimada após a realização de várias sessões na Comissão, deixando claro o propósito de protelar e manipular alegadas dúvidas regimentais a fim de direcionar os trabalhos.

Tais fatos fizeram com que sequer a fase preliminar do processo – a votação pela admissibilidade/arquivamento – fosse vencida, após constar na pauta de sete reuniões do colegiado.Onde está a eficiência, resguardado, como está sendo, o direito de defesa? Outra Representação, em face do deputado Alberto Fraga, instaurada no mesmo dia que a de Cunha, precisou de apenas duas reuniões para ter seu parecer prévio, pelo arquivamento, aprovado.

Vale lembrar, ainda, que o Presidente da Câmara dos Deputados jamais remeteu à Corregedoria da Casa o pedido de abertura de sindicância para apuração das condutas dos vinte e dois deputados federais denunciados pela PGF na Operação Lava Jato (Memorando nº 12/15, de 10/03/2015), em conduta que pode ser enquadrada no tipo penal prevaricação, pelo nosso ordenamento jurídico.

Apesar de Eduardo Cunha afirmar que age em conformidade com o Regimento Interno da Câmara dos Deputados, atribuindo aos que o acusam de usar o cargo de presidente em benefício próprio de dar “falsa conotação jurídica” a assunto “exclusivamente político”, reafirmamos que há mandamentos constitucionais aos quais qualquer agente público deve se cingir. Sua Excelência, ao praticar os atos acima mencionados, em que usa a função para se defender de acusações na esfera privada, claramente afronta o espírito republicano que exige imparcialidade e atuação pública em prol da coletividade, e fere os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, basilares da administração pública, como dispõe o artigo 37 da Constituição Federal.

Ressalte-se que não mencionamos aqui o avassalador conjunto de denúncias graves que pesa sobre Eduardo Cunha e que desbordam do aqui exposto, mas igualmente maculam deploravelmente a dignidade do exercício da função de presidente da Câmara dos Deputados.

O apelo que fazemos às Vossas Excelências, pela intervenção do STF para afastar cautelarmente o deputado Eduardo Cunha da presidência da Câmara, sem prejuízo de outras iniciativas cabíveis, visa assegurar procedimentos legislativos garantidores do cumprimento da Constituição, vale dizer, da proteção de direitos fundamentais, fruição da Justiça e resguardo da democracia e das instituições republicanas.

Certos do compromisso da nossa egrégia Suprema Corte quanto à defesa da Carta Magna,

subscrevemo-nos,

Brasília, 15 de dezembro de 2015.

Deputados Federais

Chico Alencar

Jean Wyllys

Edmilson Rodrigues

Glauber Braga

Ivan Valente

Adelmo Carneiro Leão

Afonso Florente

Alessandro Molon

Angelim Arnaldo Jordy

Bohn Gass

Chico D’Angelo

Clarissa Garotinho

Décio Lima

Eliziane Gama

Érika Kokay

Givaldo Vieira

Helder Salomão

Henrique Fontana

João Daniel

João Derly

Jorge Solla

Julio Delgado

Leonardo Monteiro

Luiz Couto

Luiza Erundina

Luizianne Lins

Marcon

Margarida Salomão

Maria do Rosário

Moema Gramacho

Paulo Pimenta

Paulo Teixeira

Pepe Vargas

Professora Marcivania

Valmir Assunção

Vicentinho

Wadih Damous

Waldenor Pereira

Zé Carlos

EDUARDO CUNHA TEM A CASA VASCULHADA PELA POLÍCIA FEDERAL E USA O ESPERADO PARA SE DEFENDER: “REVANCHE DO PT”

cf816f44-980a-414c-9389-1fda45a57584O que era esperado ocorreu. Eduardo Cunha, o “impoluto” diante da busca e apreensão executada pela Polícia Federal determinada pela Operação Lava Jato, em três de suas residências a pedido do relator da operação no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Teori Zavascki, afirmou que tudo foi obra do Partido dos Trabalhadores como forma de revanche por ter feito o pedido de impeachment da presidenta Dilma.

Essa simulação de homem íntegro que ele apresenta afirmando que o governo tenta lhe prejudicar não se sustenta diante de sua folha corrida de atos antidemocráticos e indiciamentos que vem experimentando estabelecido pela Justiça. E ainda há um fator que deve ser considerado quanto essa simulação de ser íntegro. Ele mesmo afirmou, quando determinou a abertura do impeachment, que se antecipou para impedir que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedisse sua saída da presidência da Câmara Federal. E que depois de sua decisão o governo estava de mãos amarradas, visto que se fizesse algo contra ele a sociedade ia tomar como vingança.

Como Eduardo Cunha é mais um caso de politicofastro que entulha a Câmara Federal, os que não atingiram qualquer grau do espírito democrático, era, também, de se espera que ele afirmasse o que afirmou.

 “Não estou nem um pouco preocupado com a situação. Confio na Justiça. Todos podem ser investigados”, disse.

Ainda imaginando que sendo o homem dos milhões de dólares, ainda tem poder, afirmou que vai tentar anular a decisão do Conselho de Ética, porque o seu presidente José Carlos Araújo é amigo do ministro da Casa Civil, Jaques Wagner.

E nesse desvario afirmou, também, que não vai renunciar. Como se ainda tivesse poder para decidir sobre sua renúncia ou não.

 “Não há a menor hipótese de renúncia de minha parte”, desvairou.

Coisas de Eduardo Cunha cunhado por seus próprios atos indecorosos contra a democracia e a coisa pública.   

11 X 9, FOI O PLACAR DO CONSELHO DE ÉTICA QUE DETERMINA CONTINUAÇÃO DE PROCESSO DE CASSAÇÃO DE CUNHA

86b73d54-cd2c-431d-b6fb-9007f793f65dDessa vez não houve trama que impedisse a votação do relatório da representação que pede a instauração do processo de cassação do antidemocrata presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha (PMDB/RJ) cujo pedido tem com conteúdo quebra de decoro parlamentar. Cunha mentiu ao afirmar na CPI da Petrobrás que não possuía contas em bancos suíços.

Dos deputados presentes na sessão, 11 aprovaram o relatório do deputado Marcos Rogério (PDT/RO) que pediu admissibilidade da representação contra o “impoluto” deputado comparsa dos golpistas, Fernando Henrique, Aécio, Caiado, Roberto Freire, Jarbas Vasconcelos, Serra entre outras figuras da grotesca trupe que atenta contra a democracia.

Os deputados iguais do “impoluto”, pertencentes ao Partido SD, recorreram a um pedido de vista, mas foi negado pelo presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo. Porém, logo em seguida, ele permitiu uma votação para receber ou não o pedido de vista. O resultado foi o 11X9. E a sessão continuou.

O deputado do PSB de Minas Gerais, Júlio Delgado comentou sobre o relatório do deputado Marcos Rogério.

“Não há nulidade se não houve prejuízo. Não dar para anular o ato porque não teve um prejuízo e ele. Se tem uma pessoa que nunca foi prejudicada foi ele”, afirmou o deputado.

Agora, Eduardo Cunha será notificado da decisão do Conselho de Ética e terá 10 dias para defender sua defesa por escrito.

NO DIA DE SEU ANIVERSÁRIO, DILMA RECEBEU APOIO DE PREFEITOS DE VÁRIAS CAPITAIS QUE DIVULGARAM UMA CARTA

fe2ee740-a60d-45c8-b7ec-8e612d315035Entre os inúmeros votos de felicidades e parabéns, a presidenta Dilma Vana Rousseff, recebeu apoio de 17 prefeitos de várias capitais que também publicaram uma carta mostrando suas decisões políticas.

De acordo com os prefeitos, a carta, que foi escrita a quatro mãos, Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro e Paulo Garcia, de Goiânia, não só defende o governo Dilma, mas também a democracia.

Os prefeitos se encontraram com a presidenta Dilma no Palácio Alvorada. Todos os prefeitos foram unânimes em afirmara que a abertura do impeachment é um claro “processo explícito de disputa política do presidente da Câmara contra a presidenta”. Para os prefeitos a abertura do processo do impeachment já nasceu marcada por vícios o que demonstra “uma condução desvirtuada do processo”. Para eles o impeachment aberto contra Dilma “é uma banalização do dispositivo legal do impeachment, que fragiliza as instituições e atenta contra a democracia”.

Para o prefeito Eduardo Paes o apoio à presidenta Dilma é “uma questão de respeitos às instituições”.

 “Não se trata de ser aliado da presidenta ou não ser, a questão é de respeito às instituições. Não existe crime de responsabilidade contra a presidenta, mas no clima de barganha política o presidente da Câmara resolveu aceitar o requerimento de impeachment. Isso não é possível”, considerou Eduardo Paes.

Leia a íntegra da carta.

“Em defesa da democracia e das instituições brasileiras

Nós, prefeitos de capitais brasileiras, repudiamos o acolhimento do pedido de abertura de impeachment contra a Presidenta da República, acatado pelo presidente da Câmara Federal.

Devemos respeitar a vontade da população que conferiu à Presidenta da República o exercício de seu mandato. A Presidenta Dilma Rousseff tem demonstrado retidão institucional e compromisso público no exercício de suas funções.

Vale ressaltar que a análise do pedido de afastamento se inicia eivada de vícios, que denota condução desvirtuada do processo. Por isso, os efeitos foram responsavelmente suspensos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) até decisão do Plenário daquela instituição.

A banalização do uso do dispositivo legal do impeachment fragiliza as instituições e atenta contra a democracia. No pedido acolhido pela Presidência da Câmara dos Deputados não há atos ou fatos que respaldem o início de um processo dessa natureza. A peça se apoia em ilações e suposições que tentam sem consistência jurídica imputar responsabilidade à Presidenta da República, como em pedidos rejeitados anteriormente.

As dificuldades pelas quais passa o Brasil não serão superadas a partir do desrespeito à ordem constitucional. Pelo contrário, um processo com essas características fere e desestabiliza o País. Por fim, acentuamos que o diálogo nacional deve se apoiar primordialmente no respeito à civilidade democrática e ao resultado das urnas nas últimas eleições.”

ATO PÚBLICO PARA O LANÇAMENTO DO MANIFESTO “IMPEACHMENT, LEGALIDADE E DEMOCRACIA” DEFESA DO GOVERNO DILMA E DEMOCRACIA

Com quase dez mil assinaturas, até hoje, professores, intelectuais e juristas farão dia 16, às 17 horas, na frente da Faculdade de Direito da Faculdade de São Paulo, no Largo São Francisco, ocorrerá o lançamento do manifesto Impeachment, Legalidade e Democracia, com o objetivo de defender o governo Dilma e a democracia.

O manifesto conta com assinaturas de personalidades de respeitabilidade, honradez, probidade e inteligência superior da sociedade brasileira. Uma demonstração do que é diferente apresentada pela brutalidade das direitas representadas por Fernando Henrique, Aécio e outros elementos grotescos que tramam o golpe sórdido contra a democracia e o Estado de Direito.

Cientista político da USP, André Singer, historiadora Maria Victória Benevides, neurobiólogo Miguel Nicolelis, arquiteta Ermínia Maricato, professor de Letras Alfredo Biasi, economista Luiz Gonzaga Belluzzo, filósofa Marilena Chauí, jurista Fábio Konder Comparato, sociólogo Francisco Oliveira, antropólogo Otávio Velho entre tantas outras expressividades que dignificam a ética da sociedade democrática brasileira.

Leia o manifesto.

Impeachment, legalidade e democracia

Para: Congresso Nacional

Nós, professores universitários abaixo assinados, vimos a público para reafirmar que o impeachment, instituto reservado para circunstâncias extremas, é um instrumento criado para proteger a democracia. Por isso, ele não pode jamais ser utilizado para ameaçá-la ou enfraquecê-la, sob pena de incomensurável retrocesso político e institucional.

Por julgar que o processo de impeachment iniciado na semana passada pelo presidente da Câmara dos Deputados serviria a propósitos ilegítimos, em outras ocasiões muitos de nós nos pronunciamos contrariamente à sua deflagração.

Com ele em curso, defendemos que o processo não pode ser ainda mais maculado por ações ou gestos oportunistas por parte de quaisquer atores políticos envolvidos. Papéis institucionais não podem, nem por um instante, ser confundidos com interesses políticos pessoais, nem com agendas partidárias de ocasião que desprezem o interesse da sociedade como um todo.

O processo de impeachment tampouco pode tramitar sem que o procedimento a ser seguido seja inteiramente conhecido pela sociedade brasileira, passo a passo. Um novo teste para a democracia consistirá, assim, em protegê-lo de lances obscuros ou de manobras duvidosas, cabendo ao Supremo Tribunal Federal aclarar e acompanhar, em respeito à Constituição, todas as etapas e minúcias envolvidas.

É inegável que vivemos uma profunda crise, mas acreditamos que a melhor forma de enfrentá-la é com o aprofundamento da democracia e da transparência, com respeito irrestrito à legalidade. Somente assim poderemos extrair algo de positivo deste episódio. Manobras, chicanas e chantagens ao longo do caminho só agravarão a dramática situação atual.

O que está em jogo agora são a democracia, o Estado de Direito e a República, nada menos. Acompanharemos tudo com olhos vigilantes e esperamos que, ao final do processo, a presidente da República possa terminar seu mandato.

Assinam:

Antonio Candido de Mello e Souza – Letras/USP
Alfredo Bosi – Letras/USP
Boaventura de Sousa Santos – Economia/Coimbra
Carlos Lessa – Economia/UFRJ
Dalmo de Abreu Dallari – Direito/USP
Emilia Viotti da Costa – História/USP
Ennio Candotti – Física/UFAM
Fábio Konder Comparato – Direito/USP
Francisco de Oliveira – Sociologia/USP
Luiz Carlos Bresser-Pereira – Economia/FGV
Luiz Felipe de Alencastro – Economia/FGV
Luiz Gonzaga Belluzzo – Economia/UNICAMP
Maria da Conceição Tavares – Economia/UFRJ
Maria Vitoria Benevides – Educação/USP
Marilena Chauí – Filosofia/USP
Otávio Velho – Antropologia/Museu Nacional
Paul Singer – Economia/USP
Paulo Sergio Pinheiro – Ciência Política/USP
Roberto Schwarz – Letras/UNICAMP
Walnice Nogueira Galvão – Letras/USP
Adalberto Cardoso – Sociologia/IESP/UERJ
Adalberto Paranhos – História/Federal de Uberlândia
Adalmir Marquetti – Economia/PUC-RS
Adriana Ancona de Faria – Direito/PUC-SP
Adrian Fanjul – Letras/USP
Adrian Gurza Lavalle – Ciência Política/USP
Adrián Pablo Fanjul – USP
Adriana Ancona de Faria – Direito/PUC-SP
Adriana Flavia – Letras/Universidade Veiga de Almeida
Adriano de Freixo – História/UFF
Adriano H. R. Biava – FEA/USP
Afranio Mendes Catani – PROLAM/USP
Alamiro Velludo Salvador Netto – Direito/USP
Aldaíza Sposati – PUC-SP
Alessandro André Leme – Sociologia/UFF
Alessandro Constantino Gamo – Cinema/UFSCAR
Alex Leonardi – Economia/FURG
Alex Leonardi – Economia/FURG
Alex Reinecke de Alverga – FACISA/UFRN
Alexandre Bebiano de Almeida – Depto. Letras modernas/FFLCH/USP
Alexandre Cesar – Direito/UFMT
Alexandre de Freitas Barbosa – IEB/USP
Alexandre Jeronimo de Freitas – Economia/UFRJ
Alexandre José Ribeiro Costa – Direito/FASAR
Alexandre Leone – UNISAL/FSB e USP
Alexandre Macchione Saes – Economia/USP
Alexandre Werneck – Sociologia/UFRJ
Alexandro Dantas Trindade – Sociologia/UFPR
Alfredo Alejandro Gugliano – PPGPol/UFRGS
Alice Mitika Koshiama – ECA/USP
Almir Menezes – sociologia UFAM
Álvaro de Vita – Ciência Política/USP
Alvaro Puntoni – FAU/USP
Alysson Mascaro – Direito/USP
Amaury Fernandes – Comunicação/UFRJ
Amélia Cohn – Saúde Pública/USP
Ana Amelia da Silva – Sociologia/PUC-SP
Ana Carolina Corrêa da Costa Leister – UNIFESP
Ana Castro – FAU/USP
Ana Claudia Marques – Antropologia/USP
Ana Costa – UFF
Ana Fernandes – FAU/UFBA
Ana Flávia Pires Lucas D’Oliveira – Medicina/USP
Ana Jordânia de Oliveira – UFRuralRJ
Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer – Antropologia/ USP
Ana Luiza Nobre – Arquitetura/PUC Rio
Ana Maria Nusdeo – Direito/USP
Ana Paula Hey – Sociologia/USP
Ana Paula Pacheco – Letras/USP
Ana Rosa Ribeiro de Mendonça – Economia/UNICAMP
André Botelho – Sociologia/UFRJ
Andre de Melo Modenesi – Economia/UFRJ
André Luís Cabral de Lourenço – Economia/UFRN
André Luis Rodrigues – Letras/USP
André Martins Biancarelli – Economia/UNICAMP
André Medina Carone – Filosofia/UNIFESP
André Nascimento Pontes – Filosofia/UFAM
André Nassif – Economia/UFF
André Pires – PUC
André Ramos Tavares – Direito/USP
André Riani Costa Perinotto – UFPI/Campus Parnaíba
André Roncaglia de Carvalho – Fecap e Fipecafi
André Singer – Ciência Política/USP
Andréa Freitas – Ciência Política/UNICAMP
Andreia Galvão – UNICAMP
Andrés Ernesto Ferrari Haines – Relações Internacionais/UFRJ
Andrés Vivas Frontanta – FECAP
Angela Alonso – FFLCH/USP
Angela Araújo – Ciência Política/UNICAMP.
Angela Prysthon – CAC/UFPE
Antônio Brasil – Sociologia/UFRJ
Antonio Carlos Dias Júnior – Educação/UNICAMP
Antonio Carlos Macedo e Silva – Economia/UNICAMP
Antonio Corrêa de Lacerda – Economia/PUC-SP
Antonio David Cattani – Sociologia/UFRGS
Antônio Herculano Lopes – História/Fundação Casa de Rui Barbosa
Antônio J. Escobar Brussi – Ciência Política/UNB
Antonio José Alves Junior – Economia/UFRuralRJ
Antônio José Costa Cardoso – UFSB
Antonio José de Almeida Meirelles – Faculdade de Engenharia de Alimentos/UNICAMP
Antonio Sérgio Alfredo Guimarães – Sociologia/USP
Antônio Sérgio Carvalho Rocha – Ciências Sociais/UNIFESP
Arílson Favareto – UFABC
Armando Boito Jr. – Ciência Política/UNICAMP
Artur Oriel Pereira – Pedagogia/FASP
Ary Cesar Minella – Sociologia/UFSC
Bárbara Gomes Lupetti Baptista – Direito/ UFF
Barbara Maisonnave Arisi – Antropologia/Estudos Latino-Americanos/UNILA
Barbara Maisonnave Arisi – Antropologia/UNILA
Beatriz Gama Rodrigues – Letras/UFPI
Beatriz Heredia – Antropologia/UFRJ
Benedito Tadeu César – Ciência Política/UFRGS
Benjamin Abdalla Jr. – Letras/USP
Benjamin Eurico Malucell – FMVZ/USP
Bento Antunes de Andrade Maia – Economia/FACAMP
Bernardo Medeiros Ferreira da Silva – Ciências Sociais/UERJ
Bernardo Ricupero – Ciência Política/USP
Betânia Amoroso – IEL/UNICAMP
Breno Bingel – Sociologia/IESP/UERJ
Brunno Vinicius Gonçalves Vieira – Linguísitca/UNESP
Bruno Konder Comparato – Ciências Sociais/Unifesp
Bruno Lazzarotti Diniz Costa – Adm. Pública/Fundação João Pinheiro
Bruno Thiago Tomio – Economia/FURB
Bruno W. Reis – Ciência Política/UFMG
Camila Alves de Rezende – IQ/Unicamp
Camila Caldeira Nunes Dias – UFABC
Camila Nicácio – Direito UFMG
Carla Regina Mota Alonso Diéguez – FESPSP
Carlos Aguiar de Medeiros – Economia/UFRJ
Carlos Augusto de Castro Bastos – História/UNIFAP
Carlos Eduardo Jordão Machado – UNESP
Carlos Enrique Ruiz Ferreira – RI/UEPB
Carlos Frederico Rocha – Economia/UFRJ
Carlos Henrique Aguiar Serra – UFF
Carlos Henrique Horn – Economia e Relações Internacionais/UFRGS
Carlos Pinkusfeld Bastos – Economia/UFRJ
Carlos R. S. Milani – IESP/UERJ
Carlos Zeron – História/USP
Carmem Feijó – Economia/UFF
Carmen Sylvia Vidigal Moraes – Educação/USP
Carole Gubernikoff – UNIRIO
Carolina Chaves – Arquitetura e Urbanismo/UFS
Carolina Raquel Duarte de Mello Justo – Ciência Política/UFSCar
Carolina Troncoso Baltar – Economia/UNICAMP
Caroline Cotta de Mello Freitas – FESPSP
Cecilia Fernanda Saraiva de Oliveira – UNIRIO
Celia Lessa Kerstenetzky Ciência Política/UFF
Célia Maria Magalhães – Linguística/UFMG
Celso Amorim – Instituto Rio Branco/UnB/USP
Celso Pinto de Melo – Física/UFPE
Ceres El-Jaick Andrade – UFRJ
Cesar Sabino – Unirio
Cezar Augusto Miranda Guedes – UFRuralRJ
Charles Kirschbaum – Insper
Charles Pessanha – Ciência Política/UFRJ
Christian Lynch – UERJ/ Casa Rui Barbosa
Christiane Vieira Laidler – Historia/UERJ
Christianne Rochebois – UFSB
Christy G. G. Pato – UFFS
Cibele Rizek – FFLCH/USP
Cicero Araujo – Ciência Política/USP
Cilane Alves Cunha – Letras/USP
Claudia Amigo Pinto- Letras/USP
Cláudia Gomes de Araújo – Arquitetura e Urbanismo/UEG
Clodoaldo Almeida da Paixão – DCHF/UEFS
Conrado Hubner Mendes – Direito/USP
Conrado Pires de Castro – DCH/UFLA
Corival Alves do Carmo – UFS
Cristian Borges – ECA/USP
Cristiane Batista – Unirio
Cristiane Kerches da Silva Leite – EACH/USP
Cristiani Vieira Machado – Ensp/Fiocruz
Cristina Fróes de Borja Reis – Economia/UFABC
Cristina Meneguello – História/UNICAMP
Cynthia Andersen Sarti – Ciências Sociais/UNIFESP
Daniel Tourinho Peres – Filosofia/UFBA
Daniela Prates – Economia/UNICAMP
Danilo Tavares da Silva – Direito/Mackenzie
Débora Alves Maciel – Ciências Sociais/Unifesp
Debora Messenberg – Antropologia/UnB
Débora Morato Pinto – UFSCar
Deisy Ventura – IRI/USP
Denilson Botelho – Unifesp
Denilson Luis Werle – Filosofia /UFSC
Diana Junkes Bueno Martha – Letras/UFSCAR
Dioclézio Domingos Faustino – Filosofia/USP
Diogo R. Coutinho – Direito/USP
Edison Ricardo Bertoncelo – Sociologia/USP
Edson Ferreira Liberal – Medicina/UNIRIO
Eduardo Fagnani – Economia/Unicamp
Eduardo Fagnani, Economia/Unicamp
Eduardo Ferioli Gomes – Matemática/UFF
Eduardo Fontes Henriques – Física/UFPel
Eduardo Marques – FFLCH/USP
Eduardo Natalino – História/USP
Eduardo Strachman – Economia/UNESP
Edwaldo Cafezeiro – Letras/UFRJ
Elaini C. G. da Silva – Direito/PUC-SP
Eleutério Prado – Economia/USP
Eliana de Freitas Dutra – UFMG
Eliana Povoas Britto – UFSB
Eliane Robert Moraes – Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas/USP
Elide Rugai Bastos – Sociologia/UNICAMP
Elina Pessanha – Sociologia/UFRJ
Elisabetta Santoro – FFLCH/USP
Elizabeth Harkot de La Taille – FFLCH/USP
Emília Pietrafesa de Godoi – Antropologia/UNICAMP
Emílio Meyer – Direito/UFMG
Eric Leonardo Dick – Economia/UNISINOS
Erminia Maricato – FAU/USP
Ester Gammardella Rizzi – Direito/Cásper Líbero e MACKENZIE
Esther Solano – RI/ UNIFESP
Ethel Menezes Rocha – Filosofia/UFRJ
Euclides Ayres de Castilho – Medicina/USP
Eugenio de Bona Castelan Neto – DAS/CTC/UFSC
Eunice Ostrensky – Ciência Política/USP
Everaldo Andrade – História/USP
Evergton Sales Souza – História/UFBA
Fabiana Augusta Alves Jardim – FEUSP
Fabiano Abranches Silva Dalto – Economia/UFPR
Fabiano Gomes da Silva – História IFMG/UFJF
Fabiano Kenji Nohama – Física/UFT
Fabiano Santos – Ciência Política IESP/UERJ
Fábio Alexandre dos Santos – EPPEN/Unifesp
Fabio Cesar Alves – Literatura Brasileira/USP
Fabio Contel – Geografia/USP
Fábio David Alves Aarão Reis – Física/UFF
Fábio Simas – Matemática/UNIRIO
Fabio Stallivieri – Economia/UFF
Fabrício Maciel – Ciências Sociais/UFF
Fabrício Neves – UnB
Fabrício Pereira da Silva – Unirio
Fabrício Pitombo Leite – Economia/UFRN
Feliciano de Sá Guimarães – IRI/USP
Felipe Borba – UNIRIO
Felipe Gonçalves Silva – Filosofia/UFRGS
Felipe Gonçalves Silva – UFRGS
Felipe Pereira Loureiro – IRI/USP
Felix Carriello – UFF/Ciência Ambiental
Fernanda Areas Peixoto – Antropologia/USP
Fernanda Bruno – UFRJ
Fernanda Graziella Cardoso – Economia/UFABC
Fernanda Salgueiro Borges – Mackenzie SP
Fernando Antonio Lourenço – Sociologia/UNICAMP
Fernando Antônio Ribeiro de Gusmão Filho – Medicina/UPE
Fernando Costa Mattos – Filosofia/UFABC
Fernando Coutinho Cotanda – Sociologia/UFRGS
Fernando de Faria Franco – Biologia/UFSCar
Fernando Limongi – Ciência Política/USP
Fernando Nogueira da Costa – Economia/UNICAMP
Fernando Pinheiro – Sociologia/USP
Fernando Rugitsky – Economia/USP
Fernando Sarti – Economia/Unicamp
Filipe Almeida do Prado Mendonça – Relações Internacionais/UFU
Felipe Pereira Loureiro – IRI/USP
Flávia Biroli – Ciência Política/UnB
Flavia Brito – FAU/USP
Flávia Lages – UFF
Flavio Azevedo Marques de Saes – Economia/USP
Flávio Wolf Aguiar – Letras/USP
Flora Sussekind – UNIRIO
Francisco Luiz Lopreato – Economia/UNICAMP
Frederico Mazzucchelli – Economia/UNICAMP
Fúlvio Teixeira de Barros Pereira – Ppgau/UFPB
Gabriel Cohn – Ciência Política/USP
Gabriel Feltran – Sociologia/UFSCAR
Gabriela Lotta – UFABC
Gentil Corazza – UFRGS
Geraldo Miniuci – Direito/USP
Gilberto Bercovici – Direito/USP
Gilberto Hochman – Ciência Política/FIOCRUZ
Gilberto Maringoni – Relações Internacionais/UFABC
Gilberto Tadeu Lima – Economia/USP
Gilson Carlos Visú – Geografia/UFGD
Gilson Schwartz – ECA/USP
Giorgio Romano Schutte – RI e Economia/UFABC
Giovanna Ferreira Dealtry – Letras/UERJ
Glaucia Villas Boas – Sociologia/ UFRJ
Glauco Peres da Silva – Ciência Política/USP
Glaydson José da Silva – Unifesp
Guilherme Flynn Paciornik – Gestão Pública /Metodista de São Paulo
Guilherme Grandi – Economia/USP
Guilherme Leite Gonçalves – Direito/UERJ
Guilherme Simões Reis – Ciência Política/UNIRIO
Guilherme Wisnik – FAU/USP
Gustavo Venturi – Sociologia/USP
Helder Garmes – Letras/USP
Heleno Taveira Torres – Direito/USP
Helga da Cunha Gayhva – Sociologia/ UFRJ
Hélio Guimarães – Letras/USP
Heloisa Meireles Gesteira – História/MAST/PUC-Rio
Heloisa Starling – História/UFMG
Henrique Pavan Beiro de Souza – Economia/FMU
Homero Santiago – Filosofia/USP
Horacio Gutierrez – História/USP
Hugo Fortes – ECA/USP
Iagê Zendron Miola – Direito/São Judas Tadeu
Ieda Maria Alves – FFLCH/USP
Igor Fuser – Relações Internacionais/UFABC
Ileno Izídio da Costa – Psicologia/UnB
Ingrid Cyfer – Ciências Sociais/Unifesp
Iram Jácome Rodrigues – Economia/USP
Iris Kantor – DH/FFLCH-USP
Isabel Loureiro – Filosofia/UNESP
Isabel Lustosa – Fundação Casa de Rui Barbosa
Itania Gomes – Comunicação/UFBA
Iumna Simon – Letras/USP
Ivã Gurgel – IFUSP
Ivan Francisco Marques – FFLCH/USP
Jacyan Castilho – ECO/UFRJ
Jaime Fernando Villas da Rocha – Biociências/UNIRIO
Jaime Rodrigues – História/UNIFESP
Jalcione Almeida – Sociologia/UFRGS
Jean Tible – Ciência Política/USP
Jean-Paul Veiga da Rocha – Direito/USP
Jessé Souza – Ciência Política/UFF
Joana Domingues Vargas – Sociologia/UFRJ
Joana Luz Guimarães – UFSB
Joana Mello de Carvalho e Silva – FAU/ USP
João Adolfo Hansen – Letras/USP
João Farias Rovati – UFRGS
João Fernando Pires Meyer – FAU/USP
João Furtado – Poli/USP
João Ignacio Pires Lucas – Ciência Política – Universidade de Caxias do Sul – RS
João Marcelo Ehlert Maia – Sociologia/CPDOC
João Marcos de Almeida Lopes – IAU/USP
João Paulo Allain Teixeira – UNICAP/UFPE
João Paulo Medeiros Araújo – Direito/UFJF
João Ramos Costa Andrade – Faculdade de Ciências Médicas/UERJ
Joao Ruggiero Neto – Inst. de Biociências, Letras e Ciências Exatas/UNESP
João Zanetic – Física/USP
Jofre Silva – Escola de Belas Artes/UFRJ
John Cowart Dawsey – Antropologia/USP
Jorge Eduardo de Castro Soromenho – Economia/USP
Jorge Grespan – História/USP
Jorge Luiz Berto – Agronomia/UFFS
Jorge Luiz Souto Maior – Direito/USP
Jorge Mattar Villela – DCSo e PPGAS/UFSCar
Jorge Mattoso – Economia/UNICAMP
José Alves de Freitas Neto – História/UNICAMP
José Antônio Galo – Uberlândia/UFU
José Arbex Júnior – PUC-SP
José Augusto Fontoura Costa – Direito/USP
José Carlos Braga – UNICAMP
José Carlos Vaz – Políticas Públicas/EACH
José Dari Krein – UNICAMP
José Eduardo Bicudo – Universidade de São Paulo
José Eduardo de Salles Roselino Júnior – UFSCar
José Geraldo Silveira Bueno – PUC-SP
José Guilherme C. Magnani – Antropologia/USP
José Henrique Artigas de Godoy – Ciências Sociais/UFPB
José Henrique Bortoluci – CPDOC/FGV
José Lira – FAU/USP
José Luiz Fiori – Economia/UFRJ
José Mario Martínez – IME/UNICAMP
José Maurício Domingues – Sociologia/IESP/UERJ
José Miguel Soares Wisnik – Teoria Literária/USP
José Miguel Wisnik – Letras/USP
José Paulo Martins Junior – Ciência Política/Unirio
José Porfiro da Silva – Economia/UFAC
José Renato de Campos Araújo – EACH/USP
José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres – Medicina/USP
José Ricardo Ramalho – Sociologia/UFRJ
Jose Roberto Braga Portella – História/UFPR
José Rodrigo Rodriguez – Direito/Unisinos
José Sérgio Leite Lopes – Antropologia/Museu Nacional
Josianne Cerasoli – História/UNICAMP
Juarez Lopes de Carvalho Filho – Sociologia/UFMA
Juarez Melgaço Valadares – UFMG
Julia de Medeiros Braga – Economia/UFF
Julia Vasconcelos Studart – UNIRIO
Juliana Missaggia – Filosofia/UNICAP
Juliano Sobrinho – História/Uninove
Juliano Zaiden Benvindo – Direito/UnB
Julio Casarin Barroso Silva – Ciências Sociais/ Unifesp
Júlio César Vellozo – Direito/Mackenzie
Karl Monsma – Sociologia/UFRGS
Kátia Gerab Baggio – História/UFMG
Kauê Felipe Paiva – FAUeD UFU
Kauê Paiva – Arquitetura/UFU
Kenia Beatriz Ferreira Maia – Comunicação/UFRN
Kimi Tomizaki – Educação/USP
Klarissa Silva – Direito/UFF
Ladislau Dowbor – Economia/PUC-SP
Larissa Cardoso Feres Elias – Artes Cênicas/UFRJ
Laura Carvalho – Economia/USP
Laura Mello e Souza – História/USP
Laura Moutinho – Antropologia/USP
Laurindo Dias Minhoto – Sociologia/USP
Laurindo Leal Filho – ECA/USP
Laymert Garcia dos Santos – Sociologia/UNICAMP
Leandro di Bartolo – Observatório Nacional
Leandro Martínez – Instituto de Química/Unicamp
Leda Paulani – Economia/USP
Leila Bianchi Aguiar – História/UFF
Leila Leite Hernandes – FFLCH/USP
Lena Lavinas – Economia/UFRJ
Lenina Pomeranz – Economia/USP
Leonardo Avritzer – Ciência Política/UFMG
Leonardo Isaac yarochewsky – Direito/PUC-Minas
Leonilde Servolo de Medeiros – CPDA/UFRuralRJ
Leopoldo Waizbort – Sociologia/USP
Lia Levy – Filosofia/UFRGS
Liana Carleial – IPARDES
Liana de Paula – Ciências Sociais/UNIFESP
Lidiane S. Rodrigues – UFSCar
Lígia Bahia – UFRJ
Ligia Chiappini – Letras/USP
Ligia Dabul – Sociologia/UFF
Lígia Fabris Campos – Direito/ FGV-RJ
Lilia Blima Schraiber – Medicina/USP
Lincoln Secco – História/USP
Lorelai Brilhante Kury – História/Fiocruz e UERJ
Lucas Ferrari – Meio Ambiente IFNMG
Lúcia Aparecida Valadares Sartório – Educação/UFRuralRJ
Luciana de Oliveira Royer – FAU/USP
Luciana Nicolau Ferrara – Planejamento Territorial/UFABC
Luciana Royer – FAU/USP
Luciana Salazar Salgado – Cech/UFSCAR
Luciana Silva Reis – Direito/Univ. São Judas Tadeu
Luciane Patrício – Direito/UFF
Luciano Fedozzi – Sociologia / UFRGS
Luciano Gatti – Filosofia/Unifesp
Luciano Losekann – Economia/UFF
Lucio Gregori – Poli/USP
Luís Carlos Dalla Rosa – Faculdades/EST
Luís César Oliva – Filosofia/USP
Luis Claudio Krajevski – Economia/UFFS
Luis Felipe Miguel – Ciência Política/UnB
Luís Fernando Massonetto – Direito/USP
Luís Juracy Rangel Lemos – UFT
Luis Roberto de Paula – UFABC
Luiz Antonio Domakosky – Economia/UFPR
Luiz Antônio Silva Araujo –UFSB
Luiz Bernardo Pericás – História/USP
Luiz Carlos Delorme Prado – Economia/UFRJ
Luiz Carlos Jackson – Sociologia/USP
Luiz Carlos Vilalta – História/UFMG
Luiz Fernando de Paula – Economia/UERJ
Luiz Manuel do Eirado Amorim – Ufpe
Luiz Recaman FAU/USP
Luiz Repa – Filosofia/USP
Luiz Roncari – Letras/USP
Luziene Dantas de Macedo – Economia/UFRN
Magda Lucio – Gestão Publica – UnB
Malvina Tania Tuttman – Educação/UNIRIO
Manoel Vieira – DPI/UFV
Manuel Ramon Souza Luz – Economia/UFABC
Manuela Lavinas Picq – San Francisco de Quito.
Marcelo Arend – Economia e RI/UFSC
Marcelo Kunrath Silva – Sociologia/UFRGS
Marcelo Ridenti – Sociologia/UNICAMP
Marcelo Sampaio Carneiro – Sociologia/UFMA
Marcelo Santos de Abreu – UFOP
Marcelo Weishaupt Proni – Economia/Unicamp.
Marcia Cristina Consolim – Ciências Sociais/UNIFESP
Márcia Maria dos Santos de Moraes – UFSB
Marcia Ribeiro Dias – UNIRIO
Marcia Tosta Dias – Ciências Sociais/UNIFESP
Márcio Bobik – FEA-RP/USP
Marcio Florentino – UFSB
Marcio Pochmann – Economia/Unicamp
Márcio Sampaio de Castro – Facamp
Marco Aurélio Santana – IFCS/UFRJ
Marco Aurélio Sousa Alves – Filosofia/UFMG
Marco Cepik – Economia/UFRGS
Marcos Alexandre dos Santos Albuquerque – UERJ
Marcos Barbosa de Oliveira – Educação/USP
Marcos de Carvalho Dias – FATEC/AMERICANA
Marcos Eugênio da Silva – Economia/USP
Marcos Jayme Novelli – UFSCar
Marcos Nobre – Filosofia/UNICAMP
Marcos Olender – Departamento de História/UFJF
Marcos Ribeiro Mesquita – Psicologia/UFAL
Marcos Virgílio da Silva – FIAMFAAM/Belas Artes
Marcus Abílio Pereira – DCP/UFMG
Marcus Vinícius Peinado Gomes – EAESP/FGV
Margareth Rago – IFCH/UNICAMP
Maria Emília Xavier Guimarães Lopes – Física/UFF
Maria Aparecida Azevedo Abreu – IPPUR/UFRJ
Maria Aparecida Leite Soares – UNIFESP
Maria Aparecida Mello – Pedagogia/UFSCar
Maria Caramez Carlotto – RI/UFABC.
Maria Chaves Jardim – Sociologia/UNESP
Maria Cristina da Silva Leme – FAU/USP
Maria de Fátima Alves da Silva – Física/UERJ
Maria de Lourdes Borges – Filosofia/UFSC
Maria de Lourdes Ortiz Gandini Baldan – UNESP
Maria de Lourdes Rollember Mollo – UnB
Maria de Lourdes Zuquim – FAU/USP
Maria do Carmo Ferreira – UNIRIO
Maria Elena Bernardedes – CMU/Unicamp
Maria Eloisa Martin – Sociologia/PUC-RJ
Maria Ester Saturnino Reis – PUC Minas
Maria Fernanda Fernandes Lombardi – Ciências Sociais/UNIFESP
Maria Fernanda Garbero – Letras/UFRRJ
Maria Fernanda Godoy Cardoso de Melo – Economia/FACAMP
Maria Helena Machado – História/USP
Maria Helena Oliva Augusto – Sociologia/USP
Maria Helena Rodriguez – PUC/RJ
Maria Helena Rolim Capelato – História/USP
Maria Isabel Limongi – Filosofia/ UFPR
Maria Ligia Coelho Prado – História/USP,
Maria Lucia Refinetti Martins – FAU/USP
Maria Paula Dallari Bucci – Direito/USP
Maria Ribeiro do Valle – Sociologia/UNESP
Maria Rita Loureiro – FGV-SP
Maria Rosilene Alvim – Antropologia/UFRJ
Maria Stella Bresciani – História/UNICAMP
Maria Teresa Gonzaga Alves – UFMG
Maria Tereza Serrano Barbosa – UNIRIO
Maria Thereza de Oliveira Azevedo – Artes UFMT
Mariana Fix – UNICAMP
Mariano Laplane – Economia/Unicamp
Marilde Loiola de Menezes – Ciência Política/UnB
Marildo J. Nercolini – Estudos de Mídia/UFF
Marilia Verissimo Veronese – Ciências Sociais/UNISINOS
Marina Cordeiro – Sociologia/UFRuralRJ
Marina Mello e Souza – História/USP
Mario Aquino Alves – FGV/EAESP
Mário Augusto Medeiros da Silva – Sociologia/UNICAMP
Mário Duayer – UFF
Mário Jorge Brasil Xavier – Ciências Sociais/UEPA
Mario Schapiro – Direito/FGV-SP
Marisa Midori Deaecto – ECA/USP
Maristela de Paula Andrade – Sociologia/UFMA
Maro Lara Martins – Sociologia/UFES
Marta Amoroso – Antropologia/USP
Marta Arretche – Ciência Política/USP
Marta de Aguiar Bergamin – Escola de Sociologia e Política
Marta Medeiros – Geografia/USP
Marta Rodriguez de Assis Machado – Direito/FGV
Mary Garcia Castro – UCSAL
Matheus Lopes – Faculdade de Direito/UERJ
Matías Vernengo – Economia/Bucknell University
Mauro Almeida – Antropologia/UNICAMP
Mauro Koury – Antropologia/UFPB
Mauro Zilbovicius – Poli/USP
Max Hering de Queiroz – Centro Tecnológico/UFSC
Michael Freitas Mohallem – Direito/FGV-Rio
Michel Misse – Sociologia/UFRJ
Michelle Ratton Sanchez Badin – Direito/FGV-SP
Miguel Nicolelis – Neurobiologia/Duke University
Milton Braga – FAU/USP
Milton Martins – Medicina/USP
Moacir Palmeira – Antropologia/Museu Nacional
Moisés Goldbaum – Medicina/USP
Monica Arroio – Geografia/USP
Monica Herz – Relações Internacionais/PUC-RJ
Muryatan Santana Barbosa – RI/UFABC
Nabil Bonduki – FAU/USP
Nadya Araújo Guimarães – Sociologia/USP
Natacha Rena – Arquitetura/UFMG
Neide Esterci – Antropologia/UFRJ
Neide Maia Gonzales – Letras/USP
Nelson Gouveia – Medicina/USP
Neusa Serra – UFABC
Newton de Menezes Albuquerque – Direito/UFC
Niemeyer de Almeida Filho – Economia/UFU
Nilce Aravecchia – FAU/USP
Nísia Trindade Lima – Sociologia/FIOCRUZ
Norma Lacerda – MDU/UFPE
Nuno de Azevedo Fonseca – FAU/USP
Otaviano Helene – Física/USP
Otilia Beatriz Fiori Arantes – FFLCH/USP
Patrícia Junqueira – EACH/USP
Patricia Rodrigues Samora – Arquitetura e Urbanismo/PUC-Campinas
Patrícia Valim – História/UFBA
Patricio Tierno – Ciência Política/USP
Paula Marcelino – Sociologia/USP
Paula Rodrigues de Andrade – Arquitetura/UNISANTOS/UNIP
Paulo A. Maia Neto – Física/ UFRJ
Paulo Arantes – Filosofia/USP
Paulo Denisar Fraga – UNIFAL-MG
Paulo Farias – Escola Politécnica/UFBA
Paulo Feldman – FEA/USP
Paulo Fontes – História/CPDOC-FGV
Paulo Gustavo Correa Pelegrini – UNIFAP
Paulo Henrique Braz-Silva – Odonto/USP
Paulo José dos Reis Pereira – RI/PUC-SP
Paulo Nakatani – UFES
Paulo Niccoli Ramirez – FESPSP E FEI
Pedro Arantes – História da Arte/UNIFESP
Pedro Cezar Dutra Fonseca – Economia/UFRGS
Pedro Chadarevian – UNIFESP
Pedro de Niemeyer Cesarino – Antropologia/USP
Pedro Garcia Duarte – Economia/USP
Pedro Luis Dias Peres – Engenharia/UNICAMP
Pedro Meira Monteiro – Espanhol e Português/Princeton University
Pedro Paulo Schieffi – Medicina/Santa Casa
Pedro Paulo Zahluth Bastos – Economia/UNICAMP
Pedro Puntoni – FFLCH/USP
Peter Pal Pelbart – Psicologia Clínica/PUC-SP
Priscila Figueiredo – Letras/USP
Prof. Gilberto Faggion – IHU e Adminsitração/UNISINOS
Rafael Araujo Cienxias Sociais – PUC-SP / FESPSP
Rafael Evangelista – Jornalismo/UNICAMP
Rafael Villa – Ciência Política/USP
Ramón G. V. Fernández – Economia/UFABC
Raphael Jonathas da Costa Lima – Sociologia/UFF
Raquel Imanishi – Filosofia/UNB
Raquel Rangel de Meireles Guimarães – Economia/UFPR
Raquel Rolnik – FAU/USP
Raquel Schenkman – PUC-SP
Raquel Weiss – Sociologia/UFRGS
Rebecca Abers – Ciência Política/UnB
Regina Aída Crespo – UNAM/MÉXICO
Regina Facchini – UNICAMP
Regina Helena Alves da Silva – FAFICH/UFMG
Reginaldo Nasser – RI/PUC-SP
Rejane Cristina Rocha – UFSCar
Renan Rangel Bonamigo – Med/UFCSPA
Renata Alvares Gaspar – Direito/PUCCampinas
Renata Mirandola Bichir – EACH/USP
Renato Anelli – IAU/USP
Renato Cymbalista – FAU/USP
Renato da Silva Queiroz – FFLCH/USP
Renato Duarte Fonseca – Filosofia/UFSM
Renato Glauco de Souza Rodrigues – UFSB
Renato Sztutman – FFLCH/USP
Renilson Rosa Ribeiro – UFMT
Ricardo de Araújo Kalid – UFSB
Ricardo Lodi Ribeiro – Direito Financeiro/UERJ
Ricardo Mariano – Sociologia/USP
Ricardo Mayer – Ciências Sociais/UFSM
Ricardo Musse – Sociologia/USP
Ricardo Rodrigues Teixeira – Medicina/USP
Ricardo Silveira Bernardes – UnB
Ricardo Terra – Filosofia/USP
Rita Paiva – Filosofia/UNIFESP
Róber Iturriet Ávila – Economia/Unisinos
Roberto Imbuzeiro Oliveira – IMPA
Robson Sávio Reis Souza – PUC Minas
Rocío Elizabeth Chávez Alvarez/UFSB
Rodnei Nescimento – Filosofia/UNIFESP
Rodrigo Alves Teixeira – Economia/PUC-SP
Rodrigo Cazes Costa – Produção Cultural/UFF
Rodrigo Czajka – Ciências Sociais/UFPR
Rodrigo Sales Pereira dos Santos – Sociologia/UFRJ
Rogério Arantes – Ciência Política/USP
Rogério Schlegel – Ciências Sociais/UNIFESP
Romeu Adriano da Silva – Universidade Federal de Alfenas
Ronaldo Campos e Silva – Direito/IBMEC e UFF
Rosa Gabriella de Castro Gonçalves – UFBA
Rosa Maria Marques – PUC-SP
Rosana Curzel – UFRuralRJ
Rosângela Ballini – Economia/UNICAMP
Rosângela Sarteschi – Letras/USP
Rosemary Segurado – PUC-SP e FESPSP
Rossana Rocha Reis – Ciência Política/USP
Rossano Cabral Lima – Medicina Social/UERJ
Rubem Leão Rego – Sociologia/Unicamp
Rubens Alves da Silva – Ciência da Informação/UFMG
Rubens Sawaya – Economia PUC/SP
Rudinei Toneto Júnior – FEA-RP/USP
Rudinei Toneto Junior – FEA-RP/USP
Rúrion Melo – Ciência Política/USP
Ruy Braga – Sociologia/USP
Sabine Gorovitz – UnB
Sabrina Parracho – Sociologia/UFRuralRJ
Salete de Almeida Cara – FFLCH/USP
Samuel de Jesus – Artes/UFGO
Samuel Rodrigues Barbosa – Direito/USP
Sandra de Sá Carneiro – Antropologia, ICS/UERJ
Sarah Feldman – IAU/USP
Sávio Cavalcante – Sociologia/UNICAMP
Sávio Cavalcanti – UNICAMP
Sean Purdy – História/USP
Sebastião Velasco e Cruz – Ciência Política/UNICAMP
Sérgio Amadeu da Silveira – UFABC
Sérgio Costa – Universidade Livre de Berlim
Sergio Miceli – Sociologia/USP
Sergio Rezende – Física/UFPE
Sérgio Salomão Shecaira – Direito/USP
Sérgio Schneider – Sociologia/UFRGS
Sidney Calheiros de Lima – DLCV/FFLCH/USP
Silvana Cristina da Silva – Geografia UFF/Campos
Silvana Rubino – História/UNICAMP
Silvia Lorenz Martins – UFRJ
Silvio Cario – Economia/UFSC
Simone Kropf – História/Fiocruz
Simone Meucci – Sociologia/UFPR
Sônia Salzstein – ECA/USP
Stella Senra – Comunicação/PUC-SP
Steven Dutt Ross – UNIRIO
Sueli Gandolfi Dallari – Direito/USP
Suely Rolnik – Psicologia Clínica/PUC-SP
Suhayla Khalil – FESPSP
Syd Lourenço – FFP/ PPGHS/UERJ
Sylvia Caiuby Novaes – Antropologia/USP
Sylvia Gemignani Garcia – Sociologia/USP
Sylvia Helena Telarolli de Almeida Leite – UNESP
Tales Ab’Sáber – Filosofia/Unifesp
Tânia Bessone da Cruz Ferreira – UERJ
Tânia Cristina Teixeira – Economia/PUC Minas
Tarso Cabral Violin – PPGD/UFPR
Tarso de Melo – Direito/FACAMP
Tatiana Berringer – UFABC
Tatiana Savoia Landini – Ciências Sociais/UNIFESP
Tercio Redondo – Letras/USP
Thiago Ferreira – Comunicação/UFBA
Tiago Mesquita – Escola da Cidade
Tiago Resende Botelho – Faculdade de Direito e Relações Internacionais da UFGD
Tomás Rotta – University of Greenwich
Túlio Batista Franco – Saúde Coletiva/UFF
Ursula Peres – Políticas Públicas/USP
Vagner Camilo – Letras/USP
Valdemir Pires – Administração Pública/UNESP
Valéria Barbosa de Magalhães – EACH/USP
Valéria de Marco – Letras/USP
Valter Pomar – Relações Internacionais/UFABC
Vanessa Petrelli Correia – Economia/UFU
Venicio Lima – Ciência Política/UnB
Vera Alves Cepêda – Ciência Política/UFSCar
Vera da Silva Telles – Sociologia/USP
Vera Pallamin – FAU/USP
Victor Garcia Miranda – Ciência Política/UFMS
Vilma Arêas – IEL/Unicamp
Victor Giraldo – Matemática/UFRJ
Virgilio Carlo de Menezes Vasconcelos – Escola de Belas Artes/UFMG
Vitor Peixoto – Ciência Política/UENF
Vitor Schincariol – Economia/UFABC
Vivian Paes – Sociologia/UFF
Vladimir Pinto Coelho Feijo – Direito e Relações Internacionais/IBMEC Minas
Wagner de Melo Romão – Ciência Política/UNICAMP
Wagner Pralon Mancuso – EACH/USP
Waldir Beividas – Letras/USP
Waldir Quadros – Economia/UNICAMP
Waleska de Araújo Aureliano – ICS/UERJ
Walquiria Leão Rego – Ciência Política/UNICAMP
Wellington Cyro de Almeida Leite – UNESP
Wendel Antunes Cintra – Faculdade de Ciências e Letras/UNESP
William Nozaki – FESPSP
Wilma Peres Costa – História/UNIFESP
Wilson Reis de Souza Neto – Matemática/PUC-RJ
Wilson Vieira – Economia/UFRJ
Yara Frateschi – Filosofia/UNICAMP
Zilda Iokoi – História/USP

“MEU CORAÇÃO ESTÁ CONTIGO”, DECLAROU MARADONA PARA DILMA O QUE NENHUM PELÉ PODE DECLARAR

maradonaO ódio que muitos brasileiros dirigem ao argentino, craque mundial de futebol Maradona não se refere ao fato dele ser um jogador que empanou a fama de Pelé, o ídolo dos adoradores dos astros da sociedade de consumo, mas ao fato dele pensar. Nem mesmo o fato dele ter usado substância considerada ilícitas é o motivo do ódio. A questão precípua é que ele pensa muito além da realidade de ser um futebolista.

Por isso mais uma vez Maradona mostrou que pensa, porque pensar é um ato político. Impossibilidade para a maioria dos membros do Congresso Nacional e outros seguimentos da sociedade brasileira. Em seu pensar político Maradona, declarou o que pensa sobre Dilma.

“Quero enviar meu apoio à Sra. Presidenta Dilma Rousseff, meu coração está contigo”.

Dilma, por sua vez, agradeceu no dia de seu aniversário.

“Gracias.”

Maradona com sua declaração de compromisso com Dilma ajuda a esvaziar mais ainda as ruas das presenças deploráveis dos indigentes golpistas.

VÍDEO NÃO VAI TER GOLPE, DILMA VAI FICAR E EM 2018, LULA VAI VOLTAR

Dois jovens, duas consciências políticas endereçadas para a democracia. Ao contrário dos nazifascistas golpistas cujas consciências estão dominadas pelas forças tanáticas, onde não há ideia democrática muito menos prática.

Veja e ouça o vídeo e produza seu dizer democrático.

 

RUAS VAZIAS SEM GOLPISTAS CONFIRMAM QUE OS GOLPISTAS NÃO TÊM RUAS PARA O IMPEACHMENT NEM O “FORA DILMA”, MAS O “FICA DILMA!”

28c15d46-f97b-4e3b-95dc-404f44737afbTodas as ruas do mundo são transitadas por vários tipos de afetos. Afetos alegres, afetos tristes, afetos democráticos, afetos nazifascistas, antidemocráticos, libertários, golpistas, afetos que se deslocam em buscam de suas adequações de acordo com suas constituições.

Os afetos alegres compõem com os afetos alegres. Os afetos nazifascistas compõem com os afetos nazifascistas. E assim se deslocam os corpos com suas constituições nas ruas.

Os afetos nas ruas se manifestam de acordo com seus itinerários e objetivos. O apaixonado se desloca em busca de seu objeto de amor. O nazifascista se desloca – só no espaço perceptível, jamais no espaço-devir: mudança substancial – pelo itinerário do mal impulsionado por sua obsessão irracional, porque o mal sempre marca encontro com o mal. Seu amor é a destruição da vida.

Os golpistas dominados por seus delírios primários, aquele que falsifica a realidade mesmo que a realidade se mostre em sua potência-real, comandados por Fernando Henrique – o predador do Brasil –, Aécio, o ressentido incontrolável e as mídias-fantasmagóricas, marcaram uma retumbante manifestação pelo impeachment de Dilma. O sabotador da velhice fez a convocação aos seus semelhantes golpistas através do Facebook, assim como outros de sua laia.

Como bons golpistas, escolheram o dia 13 de dezembro data em que foi instituído o mais terrorista dos atos institucionais – na verdade inconstitucionais – impostos pelos militares na época da ditadura civil-militar que dominou o Brasil entre os anos de 1964 a 1985. O Ato Institucional N°5 decretado em 1968. Ato de exceção que fechou o Congresso Nacional, extinguiu todos os partidos, proibiu habeas-corpus para preso político e estabeleceu censura a liberdade de expressão, entre outros efeitos.

Os golpistas atuais não escolheram essa data acidentalmente. Eles, em verdade queriam mostrar que sempre foram dominados pela força da tirania. Mesmo os que na época da ditadura, como Serra, tenham se colocado contra o regime ditatorial. Eles, os golpistas mais velhos, mostram hoje que o sentido de liberdade democrática que apresentavam no passado era só uma sublimação de seus afetos tirânicos. Um claro comportamento reativo, como se diz em psicanálise. E agora eles não conseguem refrear neles. O impulso golpista é mais forte. Perturbados pela força de seus recalques incontroláveis, os bons golpistas não lembraram que o 13 é o número da legenda do Partido dos Trabalhadores.

Tudo combinado, os golpistas delirantes primários se prepararam para a “heroica” batalha. “Avante revolucionários!” Lá foram eles. Quer dizer: não foram. Os revolucionários delirantes primários tiveram que acordar diante da potência do real social. As ruas se mostraram apenas pelos afetos que não deliram. Deu total chabu o delírio. E nem teve Corinthians e Palmeiras. E nem vascão caindo para segundona.

Diante da frustração, os revolucionários que iam salvar o Brasil, expulsando Dilma do poder, passaram a buscar explicações para o retumbante malogro frustrante.

 “Houve muito pouco de divulgação. É normal que um movimento com menos tempo de divulgação tenha menos gente. Não nos surpreende”, disse o golpista desvariado Rogério Chequer, líder (?) do movimento (?) Vem Pra Rua.

Delira o golpista quanto à falta de divulgação. Há mais de 13 anos que as direitas fazem divulgação para acabar com os governos populares. Aliás, muito antes de Lula ser eleito, as direitas já tramavam contra qualquer política popular. Em suas dissipações do real Fernando Henrique, Aécio e as mídias aberrantes tinham certeza que os delirantes golpistas iam transbordar nas ruas com tanto grito de “Fora Dilma”.

Porém, o que se viu mesmo em todo o Brasil que ao invés de ouvir o brado nas ruas de “Fora Dilma”, o que as ruas bradaram mesmo foi “Fica Dilma!”.

Em tempo. Segundo o Datafolha, entidade que tem simpatia pelos golpistas, o chabu dos golpistas foi de 70%. O que significa que 70% dos coxinhas anteriores deixaram de ir às ruas no domingo para protestar desvairadamente.

A IMPORTÂNCIA DO PODER JURÍDICO NA SAÍDA DE EDUARDO CUNHA DA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA, SEGUNDO PARLAMENTARES

3edad7d8-dcdb-4b5f-9c1b-9953eb035db9Vários parlamentares que trabalham pela defesa dos princípios democráticos acreditam que o poder jurídico, no momento atual, tem função fundamental para o afastamento do presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha (PMDB/RJ) investigado  pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e com processo de cassação por quebra de decoro parlamentar.

Eduardo Cunha, antes mesmo de ser alçado presidente da Câmara, já mostrava sua face antidemocrática a serviço da sabotagem do governo federal. Agora, como presidente ameaçado de cassação e prisão, tem usado os meios mais bastardos para ferir a democracia cujo objetivo é o impeachment da presidenta Dilma Vana Rousseff. Como a maior parte da sociedade civil sabe seu ato antidemocrático não é um ato isolado, tem a cumplicidade dos partidos antipopulares capitaneados, também, pelo líder do golpe PSDB. Cujos principais personagens são Fernando Henrique, Aécio Cunha.

Diante do quadro que se vislumbra para a semana que começa, alguns parlamentares expuseram opiniões sobre a situação, principalmente o julgamento pelo STF do rito do impeachment.

“Esta semana vai ser forte, não vai ser uma semana para covardes. Isso já era esperado. O que dá para compreender é que, em relação às medidas de protelação do Eduardo Cunha, o PSDB está inteiramente envolvido de forma solidária com Cunha desde o início. É preciso realmente enfrentar e denunciar, não aceitar o comando espúrio de Cunha e a continuidade do processo do impeachment.

A estrutura do parlamento é extremamente presidencialista. O presidente tem muitos poderes dentro daquela casa. Mas, como parlamentar, acredito que Eduardo Cunha já excedeu tudo aquilo que poderia ser legítimo. Seus atos são ilegais.

Tudo que está acontecendo visa unicamente aos seus interesses e seus interesses são nefastos. Ele não tem escrúpulo, mas nenhum parlamentar pode aceitar o que está acontecendo, muito menos a sociedade”, afirmou a deputada Maria do Rosário (P/RG).

“Não estamos pedindo a prisão do Eduardo, não estamos pedindo nem o mandato dele, por enquanto. Estamos pedindo seu afastamento da presidência pelo uso das prerrogativas presidenciais, inerente, por exemplo, ao Conselho de Ética.

A gente tem de ainda acreditar nas instituições. Não dar para ir lá e arranca ele da cadeira. Não tem como fazer isso”, disse o deputado Júlio Delegado (PSB/MG).

“A questão é o afastamento. Cassação tem um rito que passa pelo Conselho de Ética, e renúncia depende dele. Então temos de aguardar do Judiciário a determinação de afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara. Fora isso, ele tem um grupo com o qual se articula, construído com acordos visíveis e outros invisíveis. Mas na minha opinião é uma questão de tempos”, observou a deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ). 

DUAS NO CUNHA. I -JANOT QUER VOTAÇÃO ABERTA. II – FACHIN NEGA PEDIDO DO DESEJO DO PSDB PARA CONTINUAÇÃO DO IMPEACHTMEN

janot cunha

Na boquinha da noite Cunha levou duas. A I do procurador-geral da República, Rodrigo Janot que pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) anule a votação da comissão especial chefiada por Eduardo Cunha e apoiada pelos partidos reacionários e golpistas como o PSDB que tem seu guru-mor Fernando Henrique junto com o ressentido Aécio Cunha na ponta da trama.

A criação da comissão especial pelos delirantes golpistas é uma trapaça promovida por esses personagens inimigos da democracia que rasgaram o regime da Câmara Federal com objetivo de galgar a escada do golpe contra a democracia.

“Sigilos de votações na Câmara dos Deputados e Congresso Nacional é medida excepcional, pois a Constituição da República determina como regra publicidade e transparência dos atos de todas as esferas de Poder”, diz o parecer do procurador-geral da República.

A II da boquinha da noite. Cunha, impulsionado por sua desrazão, havia entrado com pedido no STF para que a Corte determinasse a continuação do rito do impeachment que, ele, junto com sua trupe estabeleceram para levar o ato antidemocrática através da chamada comissão especial. Acreditava, ele, que no STF não tem ministro justo, honesto e que julga com a lei. Se deu mal mais uma vez.

O ministro Luiz Edson Fachin negou o pedido do homem dos milhões de dólares e investigado pelo STF e em processo no Conselho de Ética acusado por quebra de decoro parlamentar.

Assim, Fachin, mantém o processo do impeachment em suspensão. E Cunha vai lamentar no vale de lágrimas criado por seus comparsas Fernando Henrique, Aécio, Serra, Caiado, Agripino, Roberto Freire, em outras mais menos democratas. 

DILMA AFIRMA QUE NÃO É HIPÓCRITA PARA FINGIR QUE A RELAÇÃO COM O PMDB NÃO FRÁGIL E QUE O PSDB SEMPRE ESTEVE ALIADO A CUNHA67

image_large (1)Depois de participar da cerimônia de entrega do Prêmio Nacional de Direitos Humanos, no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Vana Rousseff concedeu rápida entrevista e a falou sobre a relação do governo com o PMDB e a posição do PSDB, partido da burguesia-ignara, que junto com o acusado de corrupção e quebra de decoro parlamentar, Eduardo Cunha, tramam o golpe para seu impedimento.

Segundo Dilma nunca foi novidade que a relação do PMDB com o governo sempre foi frágil, daí que não será novidade a quebra da aliança com o Partido dos Trabalhadores. Dilma disse também que Eduardo Cunha sempre foi protegido pelo PSDB.

Ela não disse nada mais do que a sociedade brasileira vem constatando e sabendo que essa aliança do partido golpista tem como objetivo tomar o poder como forma de vingança depois que foi derrotado quatro vezes seguidas em eleições presidenciais. É mágoa integral, ressentimento por se saber impotente para ganhar eleição dentro dos princípios democráticos.

“Estou aqui falando isso apenas porque fui perguntado por vocês. Tive uma conversa que considerei muito positiva com Temer na quarta-feira, mas não vou ser hipócrita e fingir agora que o problema não está acontecendo.

A base da conduta do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, sempre teve amparo dos tucanos. Não é nenhuma novidade. Não possível que os jornalistas aqui presentes tenham ficado surpreendidos. Aliás, a base do pedido e das propostas do presidente da Câmara é o PSDB, sempre foi. Ou alguém aqui desconhece esse fato?

O conteúdo da conversa que tive com Temer foi pessoal e institucional. Essa foi a conversa que tivemos. Agora, a única coisa que posso dizer para vocês, é que, em relação a nós, governo, vamos trabalhar contra o impeachment”, afirmou Dilma.

MOVIMENTOS SOCIAIS COMO MST,UNE,CUT, CTB, CMP, MAM, MDH, UNEGRO, LEVANTE POPULAR CONFIRMAM DEFESA DE DILMA

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Semana que vem os movimentos sociais e as entidades dos direitos humanos realizarão uma reunião com a presidenta Dilma para tratar da ameaça de impeachment e também sobre temas relativos aos interesses gerias do povo brasileiro, como a lei antiterrorismo que de acordo com o senador reacionário investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) Aloysio Nunes, do partido da burguesia-ignara, PSDB, deve incluir os movimentos sociais. Mas antes desse encontro, militantes dos movimentos sociais se encontraram no Palácio do Planalto com o ministro-chefe da Secretaria de Governo Ricardo Berzoini para discutir a agenda que será usada na reunião com Dilma.

Dilma já mostrou interesse em receber os militantes e tratar de assuntos como geração de emprego, maior oferta de crédito para o consumo e capital de giro para as empresas recuperarem a produção, itens que já se encontram nos documentos que serão entregues a presidenta.

Segundo Raimundo Bonfim, coordenador da Central de Movimentos populares, e Carina Vitral, presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), o movimento social não está condicionado só à luta contra o golpe e as manifestações de ruas e a atos do governo, como afirma a mídia oficial do golpe.

“Afirmamos que não condicionamos a nossa posição contra o impeachment ao atendimento da pauta dos movimentos”, disse Bonfim.

O mesmo afirmou a líder estudantil Carina Vitral.

“A reunião é para seguir pautando os avanços, mas não, como divulgou a imprensa, que os movimentos estariam condicionando apoio à luta ao atendimento de nossas bandeiras.

O que os movimentos sociais têm conhecimento é que de que hoje o inimigo são os que querem o impeachment. Se acontecer o impeachment as coisas vão ficara muito piores, seja na luta contra o ajuste fiscal, seja contra o conservadorismo”, analisou Carina.

Para os movimentos sociais o fim da ameaça do impeachment possibilita discussão de outras pautas.

“Eliminando o fantasma do impeachment, o governo terá melhores condições de dialogar no sentido de atender as reivindicações. Do ponto de vista mais específico, algumas pautas são a priorização da reforma agrária, a continuidade do Minha Casa Minha Vida, e a implantação do Plano Nacional da Educação, entre outras”, afirmou Bomfim.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

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Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
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