Arquivo para 23 de fevereiro de 2016

JORNALISTA DA MÍDIA REACIONÁRIA DESTRAMBELHA COM O CRESCIMENTO DE FILIAÇÃO NO PT: ”DESCONHEÇO EXPLICAÇÕES”

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Há pessoas cujas percepções e concepções foram moldadas, serializadas, registradas de acordo com o conhecimento dominante de uma determinada classe. A família, a escola, a classe social, a vizinhança e outros territórios formaram suas percepções e concepções da existência. São as pessoas cujas opiniões não saem de uma reflexão sobre a objetividade além desses modelos dominantes. Não saem de uma variável que escapa ao modelo dito de conhecimento que é amparado por uma lógica de classe. Se disseram para elas que 1+1 são 2, até hoje elas acreditam. Elas não operam com entendimento de que 1+1 é uma composição de potência e que resulta em 1 potência mais forte, numerante, e não o numeral 2. Uma observação simples mostrada pelo filósofo Spinoza.

Esse tipo de sujeito-sujeitado a essas percepções e concepções é encontrado espalhado aos montes no mundo muito bem protegidos por forças oficiais. São os sujeitos-sujeitados que carregam a chamada inteligência de graduação. Aqueles cujas opiniões saem dos conteúdos programáticos dos cursos que frequentaram. Tanto faz ser meramente a graduação universitária, o mestrado, o doutorado, o pós-doutorado, o pós, pós, que ele só opera com os modelos. No caso dos enunciados políticos são os verdadeiros analfabetos políticos, visto que não são traspassados pela potência-política que dispõe o ser a uma práxis e poética da criação de mundos democráticos. A democracia como devir-constitutivo, que vai além da democracia constituinte.

Capturado nessa modelagem, serializado e registrado como destino a ser cumprido, o sujeito-sujeitado não pode conceber outras formas de existência diferentes das que lhes mostraram como realidade irrefutável e insubstituível. Assim estruturado toda vez que se defronta com uma realidade que seus códigos-semióticos não podem apreender, ele se destrambelha. Como se diz: sai do prumo. Perde o equilíbrio fabricado. Gagueja, emudece, não sabe o que dizer. Sua lógica de classe dominante não responde. Tudo fica estranho.

Foi exatamente esse surto que vivenciou um jornalista das mídias reacionárias, ao saber da pesquisa que mostra que o Partido dos Trabalhadores aumentou o seu número de filiados em apesar das conspirações promovidas por várias instâncias propagadas pelas mídias aberrantes.

“Apesar de todos os escândalos envolvendo estrelas do partido, cresce vertiginosamente o número de filiação ao PT entre o público jovem. Nem na época de ouro do PT ocorreu tal fenômeno. Este é um fato importantíssimo, paralelo à política.

Desconheço explicações que justifiquem esse fenômeno. Mas ele existe. Deveria estar acontecendo o contrário, ou seja, saída em massa”, disse o jornalista.

Existem vários fatores para serem interpretados e avaliados sobre o que vem ocorrendo com o crescimento do PT. Porém, vamos extrair somente dois da própria afirmação do jornalista da mídia reacionária.

Ele diz: “desconheço qualquer explicação que justifique o fenômeno”. Tem razão, já que suas percepções e concepções foram estruturadas no quadro que foi apresentado acima. Estruturado dessa forma não pode entender o que escapa a essa estrutura. Os corpos variáveis, incapturáveis, como dizem os filósofos Deleuze e Guattari, os resíduos, como diz o filósofo Lefebvre. Outro: “Apesar de todos os escândalos envolvendo estrelas do partido, cresce vertiginosamente… Deveria estar acontecendo o contrário, ou seja, saída em massa”. Seu enunciado é próprio de uma inteligência superficial sem qualquer profundidade.

O jornalista das direitas não pode perceber e conceber que os jovens, nos últimos anos tiveram vivências inusitadas, e por tal vêm mostrando que suas inteligências são mais perscrutadoras e livres. Não se atam a dogmas falsificados de inteligências, porque sabem que para existirem é imprescindível se colocarem envolvidos com a práxis e a poética ontológica.

Eles, com seus talentos afetivos e cognitivos, sabem do que vem ocorrendo no Brasil tanto nas mudanças para melhor operadas pelos governos populares de Lula e Dilma, como sabem da vitalícia conspiração das direitas contra a democracia para beneficiar o capital internacional. Ou seja, eles expressam outra subjetividade que se aproxima diretamente da vontade de potência que nos fala o filósofo Nietzsche. Eles querem a vida como vontade de potência e não o niilismo dos reativos que dizem Não a vida. O que o jornalista das direitas não pode experimentar, já que se encontra bem estruturado na subjetividade dominante do sistema capitalista que o leva a estreiteza do entendimento do que seja política e partido político. Por isso, ele afirma: “Deveria estar acontecendo o contrário, ou seja, saída em massa”.

Mas a confissão do jornalista é boa porque ele afirma – sem saber – que as direitas não tem qualquer chance de eleger candidatos à Presidência da República, posto que não são só os jovens, mas também uma parcela muito grande da sociedade brasileira vem colocando em prática suas faculdades sensorial, cognitiva e ética que lhe leva ao entendimento de todas as formas de mentira, desonestidade e hipocrisia usada pelas direitas para tomar o poder governamental.

Nisso o jornalista foi eficiente: mostrou, sem saber, o real Brasil.

HOJE TEM PROGRAMA DO PARTIDO DOS TRABALHADORES NACIONAL

Veja o programa que mostra as conspirações das direitas contra a democracia brasileira.

Lula reafirma irregularidades de Conserino ao Conselho Nacional do MP

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolaram, nesta segunda-feira (22), requerimento ao Conselho Nacional Ministério Público (CNMP) em que reafirmam as informações da representação feita pelo deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) para interromper a série de irregularidades cometidas pelo promotor do Ministério Público de São Paulo Cássio Conserino em seu esforço para envolver Lula em acusações infundadas.

Lula e sua esposa, Marisa Letícia, foram convocados por Conserino para depor no dia 17 de fevereiro em investigação sobre hipotéticas fraudes na compra de uma cota-parte da cooperativa habitacional Bancoop. A investigação não foi distribuída de maneira apropriada, ferindo a legalidade e o princípio do promotor natural.

Conserino tinha ainda anunciado à Revista VEJA que iria denunciar o ex-presidente por crime de ocultação de patrimônio antes que Lula e seus advogados fossem notificados ou ouvidos, com as investigações ainda em andamento, mostrando clara parcialidade.

O depoimento foi adiado por liminar de conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público, que encaminhou a decisão em definitivo sobre o assunto para o plenário do Conselho.

Confira a íntegra da petição assinada pelos escritórios Nilo Batista & Advogados Associados e Teixeira Martins Advogados:

Lei para todos: e agora, FHC?

reprodução

Por que a velha mídia nunca investigou as contas que Fernando Henrique tem fora do país? Simples: porque ela também está envolvida.

Tatiana Carlotti

Uma excelente oportunidade se abriu para os promotores de Justiça de São Paulo. Tão empenhados em investigar os que “se consideram acima e à margem da lei”, eles poderiam se debruçar sobre o contrato fictício de US$ 100 mil, assinado pela jornalista Mirian Dutra com a Eurotrade Ltd, empresa do Grupo Brasif com sede nas Ilhas Cayman, entre 2002 e 2006.

Em entrevista à Folha, Mirian contou que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com quem manteve um relacionamento de seis anos, usou uma empresa para bancá-la no exterior. O contrato foi firmado em dezembro de 2002, quando o tucano ainda era presidente. Segundo a jornalista, o acordo complementaria sua renda, depois que a TV Globo cortou 40% do seu salário.

“Ele me contou que depositou US$ 100 mil na conta da Brasif no exterior, para a empresa fazer o contrato e ir me pagando por mês, como um contrato normal. O dinheiro não saiu dos cofres da Brasif e sim do bolso do FHC”, afirmou Mirian à Folha de S.Paulo, na última quarta-feira (17.02.2016). Jairo Barcellos confirmou o acerto, mas disse não se lembrar do contrato. FHC afirmou não ter memória do caso, dizendo que iria pesquisar para responder.

Na quinta-feira (18.02), o Estadão publicava a reportagem “FHC admite ter pago mesada no exterior a jornalista” com base em nota encaminhada pelo tucano à imprensa. A nota informava: “Com referência à empresa citada no noticiário de hoje, trata-se de um contrato feito há mais de 13 anos, sobre o qual não tenho condições de me manifestar enquanto a referida empresa não fizer os esclarecimentos que considerar necessários. ” (Blog do Josias, 18.02.2016).

No dia seguinte, uma foto de FHC com expressão de vítima ilustrava a nota da Brasif, em O Globo. A empresa negava a participação do tucano na contratação ou em qualquer depósito na Eurotrade ou em outra empresa da Brasif (O GLOBO, 19.02.2016).

Restou ao Estadão publicar, no sábado, o seu “erramos”: “por causa da referência à empresa Brasif feita pelo ex-presidente na nota, o Estado publicou em sua edição de ontem que Fernando Henrique admitiria ter firmado contrato com a empresa, uma interpretação equivocada do texto”.

O jornal destacava da nota o seguinte trecho: “todas as remessas internacionais que realizou obedeceram estritamente à lei, foram feitas a partir de contas bancárias declaradas e com recursos próprios, resultantes do seu trabalho”. (OESP, 20.02.2016)

O Estadão também divulgou uma reportagem sobre a irmã de Miriam Dutra, levantando a suspeita dela ser funcionária fantasma alocada no gabinete do senador José Serra. Paga pelo Senado, ela deveria cumprir novas horas de trabalho no interior do prédio, o que não ocorre. (OESP, 18.02.2016).

Evasão fiscal é crime

O fato é que pairam US$ 100 mil depositados nas Ilhas Cayman, quando FHC ainda era presidente, em um contrato fictício entre a Brasif e Mirian Dutra. As perguntas se acumulam: Qual a origem desse dinheiro? A soma chegou a ser declarada no Imposto de Renda de FHC? Isso passou pelo Banco Central?  “Por que ninguém nunca investigou as contas que Fernando Henrique tem aqui fora?”, contribui Mirian Dutra.

Em sua entrevista, a jornalista também comentou o apoio recebido pelo ex-senador Jorge Bornhausen que negou a ajuda: “ela nunca me pediu nada, nenhum tipo de favor”. O ex-senador também disse que nunca foi sócio da Brasif, “apenas” vice presidente da empresa entre 1991 e 1992, quando deixou o cargo para assumir a Secretaria de Governo da Presidência de FHC (FSP,18.02.2016). A imprensa da época, porém, traz outra versão:

Em 1999, o dono da Brasif, Jairo Barcellos afirmava em entrevista à Veja: “eu não faço lobby, tenho é muitos e bons amigos” – confiram o trecho no blog Amigos do Presidente Lula. A reportagem apontava a participação de Bornhausen, “durante anos” na Brasif, como seu vice-presidente e conselheiro. Sobre o amigo Bornhausen, o dono da Brasif relatava: “ele aparecia no meu lugar”, “era tudo o que eu queria”.

A influência de Bornhausen é notória. Em 1993, o ex-senador chegou a entrar com um processo contra a União, para que a empresa pudesse explorar uma nova loja de importados no Aeroporto Internacional de Cumbica (Guarulhos), sem enfrentar licitação (FSP, 20.11.1995).

A querela vinha de longe: em 1982, a Brasif tinha ganhado a concorrência pública para explorar free shops no Aeroporto Internacional de São Paulo que operava em Congonhas. Quando o aeroporto internacional foi transferido para Guarulhos, em 1984, a empresa obteve o direito de transferir suas lojas. Em 1990, com uma autorização da Infraero, mas sem licitação, a Brasif também ocupou a área do segundo terminado de passageiros do aeroporto, criado naquele ano.

Em julho de 1993, a Procuradoria Geral da Fazenda denunciou o absurdo da situação e a necessidade de uma nova licitação. Daí o processo de Bornhausen, representado por Pimenta da Veiga, então vice-presidente do PSDB. Em entrevista à Folha, dez anos depois, Barcellos relatava que, na época, foi feito um acordo com a Advocacia Geral da União (AGU), reconhecendo o direito da empresa de explorar o segundo terminal. (FSP, 24.10.2004)

O amigo Bornhausen

Outra prova da presença de Bornhausen na empresa é uma cobertura pela Folha de uma reunião entre ele e o ex-senador Artur da Távola (PSDB-RJ) na sede da Brasif que, como atestava a matéria, tinha Bornhausen como vice-presidente (FSP, 19.12.2015). Na pauta da conversa estava o escândalo da Pasta Rosa, a lista vazada com nome de várias instituições bancárias que tinham financiado ilegalmente a campanha de grãos tucanos e outros políticos brasileiros.

Bornhausen também chegou a ser acusado pelo Ministério Público Federal pela lavagem de R$ 5 bilhões nos Estados Unidos (Terra, 15.06.2003 e Revista Epoca) no esquema do Banestado, entre 1996 e 2002. Sem fiscalização do Banco Central, as contas CC5 (que permitem transferências ao exterior) eram gerenciadas por doleiros e utilizadas para lavagem de dinheiro, sonegação de imposto e evasão de divisas.

Durante a CPI do Banestado, veio à tona que além de políticos, várias empresas de comunicação do país, como a RBS, afiliada da Globo no Rio Grande do Sul, utilizavam contas CC5. O Banco Araucária, de propriedade da família Bornhausen, também surgiu na lista (CC, 03.11.2015). Sem o aprofundamento das investigações, nunca foi possível saber quais dessas contas eram ilegais.

Assim como a presença de Bornhausen na Brasif, o trânsito da empresa no governo FHC é inegável. Reportagem da Folha (FSP, 19.02.2016) aponta que, com amigos influentes, a Brasif chegou a alterar uma medida durante o Governo FHC que reduzia de US$ 500 para R$ 300 o limite compras nas lojas “duty free”. A redução compunha o pacote de ajustes do governo em 1997 (confiram as medidas). Na época, a empresa contava com lojas nos aeroportos do Rio, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife (FSP, 11.11.1997).


Sem licitação

Em 2006, a Brasif vendeu suas operações para a empresa suíça Dufry, obtendo US$ 250 milhões na transação. Na época, das 51 lojas da empresa, 29 eram duty-frees nos principais aeroportos do país. A Brasif dominava o setor, praticamente sozinha (FSP, 18.03.2006). Em março de 2006, Luis Nassif denunciava que durante a venda, a concessão pública dada “de graça” à Brasif, vinha sendo negociada pela empresa como se fosse sua.

Ele explicava, inclusive, que cada vez que se prorrogava o contrato de locação da empresa, prorrogava-se automaticamente, também, o contrato de isenção alfandegária, que deveria obedecer a uma tabela com investimentos devidamente comprovados. (FSP – 23.03.2006)

“A Brasif ganhou a concessão de presente, e agora, diz que pretende sair da área. Em vez de devolver a concessão pela qual nada pagou, vende o presente a uma companhia suíça pela módica quantia de US$ 500 milhões. Não tem lógica”, afirmava Nassif (FSP – 23.03.2006).

A questão da ausência de licitação também voltou à pauta em 2011, quando o MPF do Rio de Janeiro propôs duas ações civis públicas e de improbidade administrativa contra a Infraero, Dufry Duty Free Shop e 29 altos executivos das empresas nos últimos anos.

A ação apontava irregularidades cometidas desde 1987 na contratação, prorrogação e execução de concessão de uso de áreas comerciais dos aeroportos Galeão e Santos Dumont. O MPF estimava prejuízos de R$ 50 milhões aos cofres públicos pela falta de licitação (FSP, 13.04.2011).

“Quando o contrato foi celebrado em 1987 sem licitação, já contrariava o Código Brasileiro de Aeronáutica, que prevê a obrigatoriedade de concorrência prévia”, apontava o procurador Edson Adon Filho, na época (MPF, 09.02.2011).

Mensalão do DEM

Em meio aos escândalos envolvendo a oposição, o nome da empresa também surgiu. No final de 2009, um vídeo gravado por Durval Barbosa, então secretário de Relações Institucionais do Governo de José Roberto Arruda, em Brasília, gravou uma série de vídeos.

Em um deles, José Geraldo Maciel, ex-chefe da Casa Civil de Arruda, citava um suposto favorecimento a Barcellos e à Brasif em uma licitação (Extra, 10.12.2010). O advogado da empresa afirmou, à época, que a licitação nem chegou a acontecer e que a empresa nunca teve nenhum contrato com o governo do DF. (FSP, 09.05.2010).

É sempre bom lembrar que Arruda tinha sido cotado a ser o vice de José Serra na eleição presidencial de 2010 (FSP, 28.10.2008).

E a Globo?

Os estreitos laços entre a Rede Globo e FHC também vieram à tona com a entrevista da jornalista. Durante mais de 30 anos, Miriam trabalhou na emissora. O jornalista Palmério Doria, autor de “O Príncipe da Privataria”, já havia apontado a participação da Globo no “exílio” de Mirian emreportagem na Caros Amigos, em 2011 (PD, 18.02.2011).

Durante o Jornal Nacional, a Globo divulgou uma nota, confirmando ter revisado o contrato de Miriam em 2004 e não em 2002, como apontado na entrevista à Folha.  A correção da data vem a calhar. Dificilmente, o contrato seria quebrado em 2002, ano em que o então presidente FHC retribuiu, fartamente, a “simpatia” da emissora em relação ao seu mandato.

Seis meses antes da eleição, apontava uma reportagem da Isto É Dinheiro no período, o BNDES do Governo FHC anunciava uma operação da capitalização da Globocabo, injetando R$ 284 milhões na emissora. Na época, o presidente do banco de fomento, Eleazar Carvalho, justificava a “ajuda” como única forma de preservar o que havia sido investido na empresa. O BNDES tinha apenas 4,8% das ações.

Naquele mesmo ano, o Governo FHC mudava a Constituição para permitir a entrada de capital estrangeiro nas empresas jornalísticas e de radiodifusão do país. Em dezembro, o jornal da família Marinho comentava o esforço tucano: “a primeira vez que a abertura das empresas de comunicação ao capital estrangeiro começou a ser discutido no Congresso foi em 1995, a partir de uma PEC apresentado pelo PSDB. A PEC foi aprovada em 2001 e só em outubro passado, o presidente Fernando Henrique editou regulamentou-a”. (Observatório da Imprensa, 2002).


Mais um helicóptero

Se o favorecimento à emissora é público e notório, as relações entre a Família Marinho e a Brasif ainda estão à espera de investigação. Blogueiros progressistas vêm levantando suspeitas sobre o consórcio Veine-Santa Amália que aparece no registro da ANAC como operador de um helicóptero para a família Marinho.

A Santa Amália, detalha Fernando Britto, em O Tijolaço, tem sede na Fazenda Córrego dos Macacos, uma das propriedades do dono da Brasif. A Vattne – para quem foi transferido o registro da aeronave na ANAC – localiza-se na mesma sala de uma das empresas do Grupo Brasif, registram Luiz Carlos Azenha e Lidyane Ponciano em o VioMundo.

Já o endereço do Consórcio Veine-Santa Amália em Belo Horizonte é o mesmo registrado por uma empresa da Brasif, apontou o internauta Stanley Burburinho no site Megacidadania.

Segundo o VioMundo, a Veine tem como sócia a Vaincre, uma empresa sediada em Nevada (EUA) que foi gerenciada pela panamenha Camille. A Camille, por sua vez, foi aberta pela Mossack Fonseca que vem sendo matéria de investigação na Lava-Jato, suspeita de ter criado um esquema de “laranjas” para facilitar a lavagem de dinheiro no país. A Agropecuária Veine também é a empresa em nome da qual está registrada a mansão de praia da família Marinho, em Paraty, como aponta reportagem doDiário do Centro do Mundo.

O VioMundo questiona: “será que os Marinho colocaram a casa e o helicóptero sob as asas da Veine para proteger o patrimônio? Ou a Vaincre e a Veine foram instrumento para transportar dinheiro recebido no Exterior e estacionado em refúgios fiscais para o Brasil?”

Mais uma boa leva de perguntas para os promotores empenhados em investigar os que “se consideram acima e à margem da lei”.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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