Arquivo para 25 de fevereiro de 2016

OS QUE ESPERAM DAS MÍDIAS NIILISTAS IMPARCIALIDADE, HONESTIDADE, BRIO CONTINUAM ERRANDO: ELAS DEFENDEM SUA SUBJETIVIDADE DE CLASSE

lg-Anti-media

Desde tempos imemoriais a lei de grupo sempre foi defender de qualquer forma os interesses da família. “Nunca se coloque contra sua família!”, berravam e berram os pais. E os filhos amedrontados pela opressão dos pais baixavam e baixam suas cabeças e consciências e quando cresciam e crescem (?) replicavam e replicam o grito dos pais e passam a ser o que o filósofo Nietzsche chama de homem do espírito cativo. Aquele que nega a vida sempre dizendo Não contra ela em deferência a moral da opressão.

Dominados pelo medo forjado na infância abandonada, já que os gritos dos pais gerando o medo impedem que os filhos vivam suas infâncias seguras, eles quando adultos – escrevemos adultos só por ironia, já que eles nunca atingem a idade adulta, porque foram domesticados por pais psiquicamente infantilizados – , como sujeitos-sujeitados pela opressão passam a ser os agentes reverberantes da ordem moral dos pais em forma de comportamento também dominador. A moral produzida pelo medo passa a ser então o grande dogma paranoico deles.

No sistema capitalista essa moral se espalha para todos os seguimentos sociais: escola, trabalho, igreja, entretenimento, etc. Aí a dificuldade de um sistema político de igualdade de todos mesmo que essa igualdade preserve as diferenças de cada um. O egoísmo familiar pesa muito nas relações sociais. Embora muitas pessoas consigam escapar dessa força manipuladora sustentada pelo medo. Há no Brasil bons exemplos de famílias que escaparam dessa formação reativa que nega a vida.

Assim, o que aparentemente parece ser reduzido na psicologia familiar, é na verdade, uma subjetividade. Um agenciamento coletivo de enunciação que estrutura o sujeito-sujeitado defensor dessa subjetividade. Ele é o agente capturado paranoicamente e o perseguidor-paranoico de tudo que seja contrária a essa dogmática subjetiva capitalista. É dessa forma que as instituições são usadas para defender e preservar essa subjetividade.

Essa subjetividade muito bem estruturada como moral que fabrica as consciências modelizadas, serializadas e registradas direcionadas ao mesmo fim confirmam que não se deve esperar de seus agentes outro comportamento que não seja o produto da força que foram submetidos. Por isso, erram os que esperam das mídias aberrantes comportamentos democráticos no trato da comunicação e informação pública com imparcialidade, honestidade e brio. Elas não podem se comportar democraticamente assim. Elas não podem se comportar de acordo com o princípio social publico que é o jornalismo: disciplina cívica e princípio ético. Não podem. Elas defendem os interesses da subjetividade da qual elas são agentes.

Portanto, erram os democratas que pretendem que as mídias aberrantes tratem seus iguais, os sujeitos-sujeitados pela subjetividade paranoica, da mesma forma que tratam  Lula, Dilma, os interesses nacionais, todos que pensam diferente dessa subjetividade que elas são as denodadas representantes. Elas não mudam. Estão bem estruturadas de forma molar. Pétrea. Não se movem. Internalizaram convictamente as ordens dadas que se transformaram em regras morais.

Esperar que elas sejam imparciais de acordo como o que expressa o jornalismo ético, é ingenuidade e, às vezes, ate parece uma espera mendicante. E mendigar dignidade de quem é um corpo indigente-político-ético, é doloroso. O que se tem que fazer é o que se vem fazendo. Fazer uso contínuo da práxis e da poética como forma de produção de saberes e dizeres junto à população através dos movimentos sociais, sindicatos, estudantes, organizações não governamentais, entidades de direitos humanos, sites e blogs sujos, e outros corpos que criam variáveis que enfraquecem a subjetividade dogmática.

Reclamar acreditando que essas mídias aberrantes deveriam atuar diferentes é o mesmo que acreditar que elas têm o poder de formar a consciência da opinião pública, quando não têm. A opinião pública – como já foi escrito várias vezes nesse blog – é uma produção dela nela mesma. Não reverbera a opinião molar-paranoica dessas mídias. A opinião pública é molecular: se movimenta por seus próprios elementos. A opinião pública entende o que essas mídias aberrantes estão fazendo e quais os seus interesses quando acusam Lula, Dilma e os governos populares. Elas sabem, porque é ela a autora dos governos populares. E consciente dessa realidade sabe que essas mídias aberrantes conspiram contra ela como governos populares. Ela sabe o quanto há de manipulação nas pesquisas que afirmam que seus candidatos encontram-se na frente de Lula no interesse do eleitor. Exemplo: as quatro eleições dos governos populares que ela, opinião pública, foi autora.

Deste modo, é necessário que se creia politica e eticamente na vontade, inteligência e decisão do povo, sem compaixão e sem ignorância, porque é isso que as mídias aberrantes querem: que se tenha a ideia de que o povo sem vontade, inteligência e decisão, precisa delas.

É preciso entender: o povo é devir e nenhuma força opressora escraviza um devir. Um devir sempre se sai bem em sua potência criadora.

DEPUTADO WADIH DAMOUS DIZ QUE FERNANDO HENRIQUE DEVE SER INVESTIGADO E QUE MORO ESTABELECEU NO PAÍS ESTADO DE EXCEÇÃO

Leia o texto do discurso que o deputado Wadih Damous pronunciou na Câmara Federal denunciando de forma cristalina o que ocorre no Brasil promovido pelo conluio das mídias reacionárias, a oposição conspiradora e às ações do juiz Moro, segundo o deputado.

Ouça e veja o vídeo e forme sua opinião.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o juiz Sérgio Moro, as ilegalidades da Operação Lava-Jato e os “procuradores concurseiros” que pretendem se tornar celebridades foram os destinatários de duras críticas do deputado Wadih Damous (PT-RJ) nesta terça-feira (23), na tribuna da Câmara. Para ele, a investigação conduzida na “República de Curitiba” é uma operação “fora da lei” com marcas de um Estado de exceção que abre precedentes para o fascismo se instaurar no Brasil.

Damous informou que a bancada do PT pediu ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que seja aberta investigação contra FHC. Em seguida Damous questionou “lideranças da oposição” conservadora que entendem que “há pessoas que têm o dom do absolutismo”, como o ex-presidente tucano. “O apelido do presidente Fernando Henrique Cardoso é príncipe. E parece que ele acredita nisso. Ou seja, o príncipe e os reis encarnam o Estado e não podem praticar crimes. Eles estão acima de qualquer suspeita e são ininvestigáveis. Foi isso o que eu ouvi aqui hoje pelo simples fato de se pedir investigação”, disse Damous.

O parlamentar fluminense ressaltou que não é a vida privada de FHC que está em discussão, mas possíveis delitos como evasão de divisas, crimes contra a ordem tributária e corrupção passiva. “Estamos falando aqui de uma série de eventos que podem tipificar ações penais e que podem ensejar contra Fernando Henrique Cardoso, assim como contra qualquer cidadão brasileiro, uma investigação penal”, argumentou Damous, que é advogado e presidiu a secional da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ).

Para Wadih Damous, a moral seletiva é decorrente da seletividade da Operação Lava-Jato, que comete irregularidades que comprometem a imparcialidade da investigação. “Esta é a péssima lição que a Operação Lava-Jato está trazendo para a consciência jurídica do povo brasileiro, para as novas gerações de brasileiros: para combater malfeitos, para combater corrupção, para combater ilegalidade, vale praticar ilegalidades tão graves quanto. Isso é um absurdo!”, protestou.

“Aceita-se a palavra de diversos delatores, aceita-se como verdade o que dizem, quando o delatado é o presidente Lula, alguém do PT, algum inimigo pessoal dos membros dessa operação. Agora, quando os mesmos delatores dizem que Aécio Neves, na campanha eleitoral, abiscoitou muito mais do que o que foi doado ao PT, cria-se a divisão: o que foi para o PT é propina, o que foi para Aécio Neves foi porque ele é bonzinho, porque ele é legal, porque ele merecia ganhar a doação”, complementou.

Segundo o deputado, os erros dos responsáveis pela Lava-Jato serão expostos. “Mais à frente, quando essa onda baixar, isso será esclarecido, essa seletividade, essa invenção. O juiz Moro, além de juiz, é um inventor. Ele inventou — se não inventou, aperfeiçoou — a pena sem processo. Primeiro, prende; depois, abre o processo. Depois, cria as condições para tentar provar que aquele acusado é culpado. Mas, até lá, o acusado, o delatado, fica mofando na cadeia, esperando que, um dia, se faça a delação premiada, isso se for feita a delação premiada e se for delatado aquilo que os juízes, procuradores querem ouvir. Senão, não sai. Delatou o que querem ouvir, sai no dia seguinte. Isso não é Direito, isso não é processo. Isso se chama Estado de exceção”, alertou.

As mentiras dos parlamentares da direita também foram criticadas por Damous. “Vejo as lideranças da oposição repetirem, ad nauseam, de uma forma cansativa e que pouco dignifica este Parlamento, as mentiras da grande imprensa. Ontem o delegado que está tratando do caso do Sr. João Santana disse com todas as letras que, em relação à campanha eleitoral de reeleição do Presidente Lula e das eleições da presidente Dilma, não há envolvimento de irregularidades supostamente praticadas pelo marqueteiro João Santana. Isso está no inquérito, isso está escrito no relatório do delegado. Mas o simples fato de ser o senhor João Santana notoriamente alguém que prestou serviços ao PT, às campanhas eleitorais do PT, já o criminalizam, a partir da prisão dele, para possibilitar que os senhores da oposição subam à tribuna e digam que a presidente Dilma, se não for sofrer impeachment aqui, vai sofrer cassação lá no TSE. Ora, isso é um verdadeiro absurdo”, atacou.

O parlamentar considera a Lava-Jato uma “operação fora da lei” porque a mesma “descumpre todos os preceitos de direitos e garantias fundamentais da Constituição”. Ainda de acordo com Damous, esse cenário “abre um precedente de fascismo aqui no Brasil”.

Concurseiros – Damous encerrou seu discurso chamando atenção para os agentes públicos que querem se tornar estrelas midiáticas. “Nós não podemos alçar à condição de heróis juízes-celebridade e procuradores concurseiros que estão procurando entrar para o rol das celebridades nacionais à custa do desrespeito à Constituição, à custa do desrespeito a direitos e garantias fundamentais, à custa da violação da normatividade do Estado Democrático de Direito”, encerrou o deputado.

ACARAJÉ LEVA GOVERNO A COMPRAR BRIGA COM MORO

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Foram necessários pouco mais de dois anos de Operação Lava Jato para que o governo federal se convencesse de que o juiz Sergio Moro, que conduz força-tarefa curitibana, possui uma agenda política, que contempla objetivos como a destruição do Partido dos Trabalhadores, a derrubada da presidente Dilma Rousseff e a inviabilização da eventual volta do ex-presidente Lula ao poder.

Essa conclusão foi tomada pelo núcleo político do governo federal após a mais recente etapa da Lava Jato, batizada como Acarajé, que levou à prisão o marqueteiro João Santana, responsável pela campanha da presidente Dilma Rousseff. Isso fará com que, a partir de agora, ministros do governo federal passem a confrontar explicitamente as posições do juiz paranaense e de integrantes da força-tarefa.

O primeiro a agir dessa maneira foi Ricardo Berzoini, ministro da Articulação Política. Ele afirmou, em entrevista à agência Reuters, que há uma tentativa de se fazer um “impeachment cautelar” para evitar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2018. Depois de afirmar que “algumas coisas no Brasil estão sendo tratadas de maneira muito precipitada”, Berzoini foi questionado se essa era uma crítica direta ao juiz Moro. “Claro que é uma crítica. Eu acho que a lógica desse processo (operação Lava Jato) está comandada por uma visão midiática e uma tentativa de criar um clima de constrangimento no país”, disse o ministro.

Integrantes do núcleo político do governo federal se convenceram de que o objetivo da etapa Acarajé é justamente alimentar as quatro ações movidas no Tribunal Superior Eleitoral pelo PSDB que pedem a cassação da chapa Dilma-Temer e a diplomação do senador Aécio Neves (PSDB-MG) como novo presidente da República.

Há também indignação no governo federal com o fato de nada ter sido feito em relação ao senador Aécio, no âmbito da Lava Jato. Embora tenha sido citado por vários delatores, seus casos têm sido arquivados nos tribunais superiores por falta de provas. O que se diz, no Palácio do Planalto, é que não há provas porque não houve empenho, por parte da força-tarefa curitibana, em buscá-las. Aécio já foi citado como responsável por um mensalão em Furnas, durante o governo FHC, e como o “mais chato” cobrador de propinas da UTC.

A mudança do governo federal em relação a Moro e sua equipe representa uma inflexão importante. Até agora, nenhum ministro, em especial José Eduardo Cardozo, da Justiça, ousava fazer qualquer crítica à Lava Jato. Ao contrário, o que se dizia era que a Lava Jato era mérito do governo federal, que permitia toda e qualquer investigação, doa a quem doer.

A partir de agora, no entanto, Moro passará a ser confrontado por diversos ministros. Talvez, porque a água tenha batido no pescoço.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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