Arquivo para 4 de março de 2016

ASSISTA A ENTREVISTA COLETIVA DE LULA EM QUE ELE MOSTRA O QUE SE PASSA NO BRASIL E QUEM SÃO OS INIMIGOS DA DEMOCRACIA

Veja e ouça a entrevista de Lula na TVT dos Trabalhadores.

 

 

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PASQUIM DAS DIREITAS DELIRA DELAÇÃO DE DELCÍDIO CONTRA DILMA E LULA, JANOT NEGA, O PRÓPRIO DELCÍDIO TAMBÉM E DILMA CHAMA DE “APÓCRIFO”

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Um dos pasquins das direitas, IstoÉ, divulgou que o senador Delcídio Amaral havia concordado em fazer delação premiada na Operação Lava Jato afirmando que Dilma e Lula sabiam da corrupção na Petrobrás, além de declarar que a presidenta tentou parar a Operação Lava Jato para proteger as empresas envolvidas em denúncias de corrupção. As aberrantes direitas comemoraram.

Nenhuma das malogradas mídias divulgou que o próprio Delcídio Amaral e seu advogado negaram o que a matéria publicada pela repórter Débora Bergamasco, namorada de José Cardoso, ex-ministro da Justiça havia apresentado como verdade. Não podia ser diferente. Com a publicação a Ibovespa teve estratosférica subida. Tudo esperado.

Só que para o malogro arrasador delas, o procurador-geral da República Rodrigo Janot negou que Delcídio tenha feito o acordo da delação premiada, porque todo acordo de delação premiada de quem tem foro privilegiado tem primeiro que ser consentido pela Procuradoria-Geral da República (PGR) que ouve o delator.

“Não sei nem se ele fez delação. Ele fez?”, zombou o procurador-geral que ainda disse que não comenta “ato jornalístico, que não é jurídico”.

Para mostrar ao público o sentido inverídico da matéria o senador publicou uma nota explicando sua negação.

Diante da violência jornalista que imobilizada na desonestidade, ausência de probidade, ética profissional e democrática, o que já é comum há anos no país, perpetrada e praticada pelas mídias aberrantes, no caso específico o pasquim IstoÉ – conhecida também com o nome de “QuantoÉ” – a presidenta através do Blog do Planalto publico uma nota de repúdio ao que foi publicado. Para ela “vazamentos apócrifos”.

Leia a nota.

“Todas as ações de meu governo têm se pautado pelo compromisso com o fortalecimento das instituições de Estado, pelo respeito aos direitos individuais, o combate à corrupção e a defesa dos princípios que regem o Estado Democrático de Direito. Nós cumprimos rigorosamente o que estipula a nossa Constituição.

Em meu governo, a lei é o instrumento, o respeito ao cidadão é a norma e a Constituição é, pois, o guia fundamental de nossa atuação.

Por isso, à luz de nossa lei maior defendemos o cumprimento estrito do devido processo legal. Os vazamentos apócrifos, seletivos e ilegais devem ser repudiados e ter sua origem rigorosamente apurada, já que ferem a lei, a justiça e a verdade.

Se há delação premiada homologada e devidamente autorizada, é justo e legítimo que seu teor seja do conhecimento da sociedade. No entanto, repito, é necessária a autorização do Poder Judiciário.

Repudiamos, em nome do Estado Democrático de Direito, o uso abusivo de vazamentos como arma política. Esses expedientes não contribuem para a estabilidade do País.”

DILMA EMPOSSA MINISTROS E TOMA DEFESA DO ESTADO DE DIREITA E A OBEDIÊNCIA À CONSTITUIÇÃO

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Pela primeira vez a presidenta Dilma Vana Rousseff vem a público tomar posição sobre as questões levantadas por parte da sociedade civil, esquerdas, intelectuais, juristas, movimentos sociais, entidades de direitos humanos, estudantes sobre os abusos na Operação LavaJato onde, para muitos juristas, os direitos não estão sendo observados, como o elementar direito constitucional da presunção de inocência.

Dilma não tergiversou. Foi clara e direta no tema ao empossar tres ministros ligados diretamente aos fatos relativos à preservação do Estado de Direito Democrático que obriga que a Constituição seja respeitada. O ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, muito censurado por vários seguimentos sociais por sua apática atuação na pasta, empossado na Advocacia-Geral da União (AGU) no lugar de Luis Adams. E o novo ministro da Justiça, Wellington Cesar Lima e Silva. E Luiz Navarro de Brito na Controladoria-Geral da União (CGU).

Dilma reconheceu o trabalho de Cardozo frente ao Ministério da Justiça e afirmou que no novo cargo ele será muito importante para o governo e para a sociedade brasileira. Quanto a Wellington Cesar Lima e Silva a presidenta afirmou que é um profissional notável com importante biografia em sua área e que trata os temas com tranquilidade. Já Luiz Navarro conduzirá os acordos de leniência com as empresas envolvidas nos casos de corrupção. Na ocasião ela afirmou que “penalizar os responsáveis não significa punir as empresas”.

Em seu discurso ela disse que é preciso respeitar o Estado de Direito Democrático, a Constituição e as instituições. Ela também destacou que o princípio da presunção da inocência é fundamental e que não pode ser substituído pelo pressuposto de culpa, em relação a qualquer pessoa.

“O respeito aos princípios individuais, a preservação adas empresas públicas e privadas e dos empregos dos milhões de brasileiros e brasileiras são e continuarão sendo prioridade do meu governo.

A lei é o instrumento, o respeito à Constituição é a norma e a Constituição é a luz.

Nenhum governo travou um enfrentamento tão duro à corrupção quanto o meu”, discursou convicta e determinada Dilma.

Dilma andava muito calada diante dos fatos que vêm ocorrendo no Brasil referente aos abusos, principalmente em relação aos vazamentos seletivos que eram usados pelas mídias golpistas contra o governo popular o qual ela preside. Agora, com esse posicionamento a população sente mais segurança quanto a defesa ao Estado de Direito Democrático.

Para mostrar ao público o sentido inverídico da matéria o senador publicou uma nota explicando sua negação.

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Para mostrar ao público o sentido inverídico da matéria o senador publicou uma nota explicando sua negação.

Leia a nota.

Logo depois de tomar conhecimento da reportagem da revista Istoé anunciando que Delcídio do Amaral fizera uma delação premiada que comprometia Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula Silva, enviei um pedido de entrevista a um dos principais assessores do senador. A resposta chegou pelo whatspp às 10h53, fazendo referências diretas à reportagem que seria o grande assunto do dia:

— Não estou em Brasília. Estamos preparando uma nota, obviamente, negando!

Publicada em seguida como manchete do Brasil 247, a informação de que o senador Delcídio do Amaral preparava um desmentido que mudaria a história do dia passou cinco horas e 49 minutos no portal, enfrentando, solitariamente, uma avalanche de notícias que tratavam a reportagem da Istoé como expressão de fatos verdadeiros. A Bolsa de Valores subiu. A oposição tentou engrossar o coro do impeachment. Recém empossado como o Advogado Geral da União, o próprio José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça por cinco anos e três meses, deu declarações infelizes, nas quais dava crédito a reportagem da Istoé e colocava em questão a credibilidade de Delcídio.

A nota anunciada chegou, pelo mesmo whatsapp, cinco horas e 49 minutos depois de ter sido informada ao 247 pela assessoria de Delcídio. “À partida, nem o senador Delcídio nem a sua defesa confirmam o conteúdo da matéria da jornalista Debora Bergamasco” diz o pequeno texto, assinado pelo próprio Delcídio e pelo advogado Antonio Augusto Figueiredo Basto, o principal cérebro jurídico por trás das delações premiadas da Lava Jato, e que chegou a reunir-se com o senador logo após sua prisão, em novembro de 2015. “Não conhecemos a origem tampouco reconhecemos a autenticidade dos documentos que vão acostados ao texto,” acrescenta a nota, para completar: “Esclarecemos que em momento algum, nem antes nem depois da matéria, fomos contatados pela referida jornalista para nos manifestar sobre a fidedignidade dos fatos relatados.”

Apesar do tom prudente, evitando adjetivos categóricos, a nota tem o valor de afirmar pontos essenciais. O primeiro: aquele texto publicado pela Istoé pode ser o rascunho preliminar de uma oferta de delação premiada negociado por Delcídio do Amaral logo após sua prisão, quando audiências do senador com Figueiredo Basto chegaram aos jornais. Pessoas próximas que tiveram acesso ao senador, nos primeiros dias após a prisão, guardam a imagem de uma pessoa próxima do desespero, que sentia-se desamparada, vítima ideal de técnicas conhecidas de coerção psicológica.

Mas também pode ser uma versão unilateral, confeccionado por uma das partes — réu, advogado, ministério público — envolvida nas negociações, sem o aval indispensável dos demais.

Em qualquer hipótese, o ponto fundamental é o seguinte: não se trata de uma delação premiada nem merece ser tratada como tal. Isso porque este tipo de documento expressa um acordo de valor jurídico preciso, que deve ser avalizado pelo principal interessado — o delator — e referendado pelo Ministério Público e pela Justiça. Nada disso ocorreu com o documento divulgado pela revista.

Pior. A repercussão desse texto de paternidade incerta e natureza indefinida só pode ser explicada por um traço de comportamento comum em boa parte dos veículos de comunicação envolvidos na cobertura Lava Jato — a capacidade para publicar uma denúncia sem um esforço indispensável para separar os fatos comprovados das versões interesseiras. Nesta quinta-feira, o país passou uma longa jornada horas às voltas com um conto do vigário que pretendia vender gato por lebre, aquecendo a temperatura política a partir de um episódio que havia muita fumaça e pouco (quem sabe nenhum) fogo.

O triste resultado é que no fim do dia, os telejornais e a maioria dos portais falavam de cara limpa, sem qualquer autocrítica ou retificação, nas “denúncias de Delcídio” ou na “delação premiada do senador”. Bastaria ter aguardado por uma curta nota divulgada no fim da tarde para compreender que não se tratava nem de uma coisa nem de outra. Mesmo quem estivesse convencido de que tudo o que se podia ler na revista tinha como base a palavra do senador, sem qualquer alteração, edição ou montagem, tinha obrigação de conferir o que lhe era atribuído. Chamar o texto de “delação premiada” implicava em lhe dar uma credibilidade que não possuía nem merecia. Como esclareceu o PGR Rodrigo Janot, não era um documento jurídico, mas “uma reportagem.”

A pressa está na origem de muitas reputações enterradas no cemitério do mau jornalismo do mundo inteiro. A fé cega em fontes que à primeira vista se mostram confiáveis explica vexames históricos, como a Escola Base, em São Paulo. Este caso tem um agravante particular, explicável pela conjuntura política: a vontade de alimentar de qualquer maneira a pressão contra Dilma e contra Lula. Este é o fator que explica o clima de circo incapaz de responder a uma singela nota de 14 linhas.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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