Arquivo para 8 de março de 2016

DILMA AO ENTREGAR MORADIAS DO MINHA CASA MINHA VIDA DEFENDE LULA E DIZ QUE OPOSIÇÃO É RESPONSÁVEL, TAMBÉM, PELA CRISE ECONÔMICA

Caxias do Sul - RS - Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de entrega de 320 unidades habitacionais em Caxias do Sul/RS ( Roberto Stuckert Filho/PR)

Caxias do Sul – RS – Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de entrega de 320 unidades habitacionais em Caxias do Sul/RS ( Roberto Stuckert Filho/PR)

Como não poderia ser diferente a presidenta Dilma Vana Rousseff vem defendendo seu companheiro Lula, não só depois que ele foi violentado em seus direitos por força da Operação Lava Jato, como muito antes dessa conduta coercitiva da operação comanda pelo juiz Moro.

Porém, agora Dilma vem mostrando ao público sua posição contra o arbítrio provocado pelos agentes da operação que junto com as mídias aberrantes procuram criar um clima que não corresponde ao Estado de Direito Democrático. No sábado ela visitou Lula em sua casa e se pronunciou em defesa do líder internacional. Ontem, em Caxias do Sul, RG, ao fazer a entrega de 320 unidades habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida ela voltou a se posicionar contra a violência sofrida por Lula.

“Não tem menor sentido conduzi-lo sob vara para prestar depoimento se ele jamais se recusou a ir”, afirmou a presidenta.

Caxias do Sul - Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de entrega de 320 unidades habitacionais em Caxias do Sul/RS (Roberto Stuckert Filho/PR)

Caxias do Sul – Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de entrega de 320 unidades habitacionais em Caxias do Sul/RS (Roberto Stuckert Filho/PR)

Caxias do Sul - RS - Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de entrega de 320 unidades habitacionais em Caxias do Sul/RS ( Roberto Stuckert Filho/PR)

Caxias do Sul – RS – Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de entrega de 320 unidades habitacionais em Caxias do Sul/RS ( Roberto Stuckert Filho/PR)

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Caxias do Sul - RS - Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de entrega de 320 unidades habitacionais em Caxias do Sul/RS ( Roberto Stuckert Filho/PR)

Caxias do Sul – RS – Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de entrega de 320 unidades habitacionais em Caxias do Sul/RS ( Roberto Stuckert Filho/PR)

Dilma também falou sobre os recursos de vazamentos seletivos usados abusivamente pelas mídias que atacam as pessoas e as jogam “na lama” sem que antes elas tenham sido julgadas.

“Não podemos demonizar pessoas ou empresas de mídias, não podemos demonizar opinião diferente da nossa, mas temos que exigir respeito e dar respeito aos outros”, afirmou.

Ela disse que a oposição ainda não aceitou a derrota nas eleições de 2014 e tenta de toda forma antecipar as eleições de 2018 e que com esse comportamento prejudica a economia do país, pois cria instabilidade política.

“A oposição tem absoluto direito de divergir, mas não pode, sistematicamente, ficar dividindo o país. Não pode. Sabem por quê? Porque tem certo tipo de luta política eu cria problema sistemático não só para a política, mas, também, para a economia, e afeta a criação de empregos, crescimento das empresas e ninguém fica satisfeito”, observou.

Uma observação sobre o pronunciamento de Dilma. Ela afirma que a oposição que antecipar as eleições de 2018. A oposição já antecipou. Lula já é presidente. E para ser eleito contou com quatro grandes cabos eleitorais: Moro, PF do Paraná, MPF e as mídias aberrantes comandadas pela TV Globo.

DOM DARCI NICIOLI, BISPO DE APARECIDA, AFASTA CRISTO DA MISSA E PREGA A MORTE DE LULA, EM NOME DO BEM SEM CRISTO

O filósofo Nietzsche diz que o único cristão que existiu foi Cristo. Nietzsche, embora ateu, foi quem mais entendeu Cristo por isso escreveu a melhor livro sobre o filho de Maria, O Anticristo. Nele o filósofo mostra a superioridade em suas faculdades intelectual e espiritual. Um Cristo amante, que não acusa, que não cobra, que não condena, não impõe, não julga e nem ameaça. E mais: não pede para ser amado, porque sabe que cobrar amor é uma forma de ameaça e dominação através da alimentação do medo. 

Em seu entendimento da grandeza de Cristo, o filósofo pode extrair a certeza de que poucos homens e mulheres podem se aproximar do filho de Maria e entendê-lo. A maioria que se diz cristã só tagarela sem ter vivência de grandeza humana. Para vivenciar grandeza é necessário que seja homem ou mulher de espirito livre. Os tagarelas são reativos do espirito cativo.

Tornou-se comum, muitas pessoas terem os evangélicos como reacionários que alimentam pastores que nada tem a ver com religião. Entretanto, há no catolicismo também muitos ditos fiéis reacionários e analfabetos políticos que usam, também, o nome de Cristo em vão. Em vão, porque não possuem a dimensão intelectual e espiritual para entrar em sua área superior.

Um desse tipo de católico é exemplificado pelo bispo auxiliar de Aparecida, Dom Darci José Nicioli, que usou o púlpito da igreja para na missa afastar Cristo e conclamar os fiéis para atacar Lula.

“Apelo, meu irmão e minha irmã, a graça de pisar a cabeça da serpente. De todas as víboras que existem e persistem em nossas vidas. Daqueles se autodominam jararacas. Pisar a cabeça da serpente. Vencer o mal pelo bem, por Cristo nosso Senhor”, convocou o bispo auxiliar.

Humano, demasiado humano o sentido de bem e mal do bispo auxiliar. Uma extraordinária blasfêmia contra Cristo. Claro que só verbalmente, porque na práxis não atinge Cristo. Cristo é superior e “a gente miúda”, como diz Nietzsche não pode alcançá-lo.

O maior tagarelar do bispo auxiliar é comprovado quando ele mostra que não entende nada de serpente e muito menos da serpente de Lula. Serpente que ele só pode conjecturar daí o pedido para matá-la. A serpente de Lula tem a potência intensiva democraticamente cristã que o bispo auxiliar não é traspassado. Há tanta intensidade produtiva cristã em Lula que ele nem precisa se paramentar metafisicamente para apresentar seu testemunho em Cristo.

O bispo auxiliar – e ainda é auxiliar, imaginemos quando for titular – também mostra que não entende nada de teo-freudianismo. Ele não sabe que de acordo com o mito hebraico, sem serpente não pode haver mundo-humano e não existindo mundo-humano ele, bispo auxiliar, não teria essa existência nababesca. Quanto ao freudianismo, ele não sabe que também, segundo Freud, não haveria mundo-humano sem serpente. Não haveria a simbologia do Pai-pai-Lei. Como afirma o psicanalista Lacan. E mais, há serpente macho e fêmea e na simbologia freudiana as duas se encadeiam para a produção do mundo. E mais do mais, Freud era descendente de judeu. Por isso entende mais de serpente do que o direitista auxiliar bispo.

O bispo auxiliar usou a igreja e o nome de Cristo para concretizar sua militância reacionária irmanada com as direitas golpistas.

Veja e ouça o vídeo e depois analise para saber se ele lhe auxilia em sua religiosidade ou não.

     

Com Lula e Dilma, igualdade de gênero vira política de Estado

Conheça algumas das políticas públicas para as mulheres implementadas ao longo dos 13 anos de governos do PT.

A luta pela igualdade entre mulheres e homens e pelo empoderamento feminino no Brasil éuma marca do Partido dos Trabalhadores e de seus governos.

A mudança de “cultura” começou logo no dia 1º de janeiro de 2003, quando, em um dos primeiros atos como presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva criou a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR) com status de ministério. O gesto inaugurou um novo momento da história do Brasil no que se refere à formulação, coordenação e articulação de políticas que promovam a igualdade entre mulheres e homens.

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Treze anos após a criação da SPM, os resultados positivos são indiscutíveis. Com a secretaria, foi possível criar e implementar ações como a Lei Maria da Penha e o Disque 180, entre outras políticas públicas. As iniciativas permitiram reconhecer o papel fundamental do Estado no combate às desigualdades sociais e de gênero. Hoje, o governo da presidenta Dilma Rousseff busca trabalhar a transversalidade de gênero nas políticas interministeriais, de forma a confirmar o protagonismo das mulheres na construção de um projeto de sociedade mais justa, igualitária e democrática.

Conheça algumas das políticas públicas dos governos Lula e Dilma que estão mudando a vida de milhares de brasileiras:

1. LEI MARIA DA PENHA
A violência contra as mulheres é uma construção social, resultado da desigualdade de forças nas relações de poder entre homens e mulheres. Desde 2006, as brasileiras contam com a proteção da Lei Maria da Penha, principal legislação brasileira para enfrentar esse tipo de violência, e reivindicação histórica dos movimentos de mulheres no País para a implementação de um instrumento legal que assegurasse direitos e a defesa de vítimas de violência doméstica e familiar.

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A norma é reconhecida pela União das Nações Unidas (ONU) como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência de gênero. A Lei Maria da Penha tipifica a violência doméstica como uma das formas de violação dos direitos humanos e altera o Código Penal, possibilitando que agressores sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada quando ameaçarem a integridade física da mulher.

2. LIGUE 180
Com o objetivo de receber denúncias de violência contra a mulher, a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres criou, ainda em 2005, a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, conhecida como Ligue 180. O serviço de utilidade pública gratuito funciona 24 horas, todos os dias da semana. Na central, todas as atendentes são mulheres e as denúncias preservam o anonimato. Dados consolidados até novembro de 2015 mostram que o Ligue 180 recebeu quase 5 milhões de atendimentos nos 10 anos de funcionamento do disque-denúncia.

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3. LEI DO FEMINICÍDIO
Outra conquista importante para as mulheres brasileiras é a Lei do Feminicídio, sancionada pela presidenta Dilma em 2015. O feminicídio é caracterizado quando a mulher é assassinada justamente pelo fato de ser do sexo feminino.

A iniciativa modifica o Código Penal para incluir o crime de assassinato de mulher decorrente de violência doméstica ou de discriminação de gênero entre os tipos de homicídio qualificado e incluí-lo no rol dos crimes hediondos. Na prática, isso quer dizer que casos de violência doméstica e familiar ou menosprezo e discriminação contra a condição de mulher passam a ser vistos como qualificadores do crime.

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Foto: Ubirajara Machado/MDS

4. AUTONOMIA ECONÔMICA
Na busca da igualdade entre mulheres e homens, a questão da autonomia econômica femininanão poderia ser esquecida. Essa autonomia é mais do que apenas financeira, pois inclui uma perspectiva de vida de longo prazo, com acesso a previdência social e a serviços públicos.

Para isso, o governo federal desenvolve políticas públicas voltadas para a inserção e a permanência das mulheres no mundo do trabalho e a ampliação dos seus direitos sociais. A lei que amplia os direitos das trabalhadoras domésticas, conhecida como a PEC das Domésticas, as proposições sobre licenças maternidade e paternidade, a agenda do trabalho decente e a ampliação da oferta de vagas em creches são algumas das medidas que reforçam a autonomia econômica das mulheres e promovem a igualdade no mundo do trabalho.

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Albanice Oliveira da Silva, formada pelo Pronatec, faz parte da Cooperativa Moda Juruá Foto: Sergio Amaral/MDS

Apesar dos avanços visíveis nesta área, ainda há importantes desafios pela frente, como a obtenção de igualdade salarial e a questão da dupla jornada de trabalho das mulheres, uma das principais responsáveis pelas condições desiguais entre mulheres e homens no mundo do trabalho.

Por Luana Spinillo, da Agência PT de Notícias

A reação ao golpe

Fernando Frazão / Agência Brasil

Vários parlamentares, intelectuais, artistas e lideranças populares manifestaram seu repúdio à condução coercitiva do ex-presidente Lula.

Tatiana Carlotti

Ovacionado por mais de três mil pessoas que lotaram a quadra do Sindicato dos Bancários, na última sexta-feira, o ex-presidente Lula garantiu que, a partir de hoje (07.03), está disposto a viajar do Oiapoque ao Chuí: “se vocês estão precisando de alguém para animar a nossa tropa. O animador está aqui”.

“Eu fui sequestrado nesta manhã. Eles acabaram de fazer uma provocação. Eu não sei se eu vou ser candidato, mas eles vão ter que me enfrentar nas ruas deste país”, afirmou durante o ato organizado, em menos de 24 horas, pela Frente Brasil Popular, centrais sindicais e movimentos sociais (confiram a íntegra).

Sobre mandato de condução coercitiva, sem poupar o juiz Sérgio Moro, à frente da Operação Lava Jato, o ex-presidente apontou: “Se ele tivesse mandado um ofício, ´Lula, você pode prestar depoimento, tal dia em Curitiba? Eu iria prestar o meu depoimento porque eu sempre fui respeitoso com as instituições brasileiras”.

“O que eu vi hoje, foi um show de pirotecnia. A gente estava com uma liminar na Suprema Corte. Antes dela negar, com medo de que não negasse, ele resolveu fazer o espetáculo dele. Eles foram lá todos gentis, mas fazendo a perversidade que jamais deveriam ter feito”, complementou.

Uma “perversidade” que não passou incólume aos entrevistados da pesquisa Vox Populi: 56% desaprovaram a inclusão do ex-presidente na Lava-Jato; 65% consideraram exagerada a forma como ele foi levado a depor; 43% desaprovaram a conduta do juiz Sérgio Moro; e 57% afirmaram acreditar na inocência de Lula. Vale destacar que 63% assistiram à coletiva de imprensa do ex-presidente (assista também).

Juristas apontam ilegalidades

Denunciando o “show pirotécnico” da última sexta-feira, Lula afirmou que as mesmas perguntas “esdrúxulas” que respondeu, já haviam sido feitas há cinco meses. Sobre o apartamento e a chácara, foi categórico: “não adianta eu ficar dizendo que eu não tenho [apartamento e chácara], se eles dizem que eu tenho. Eles pegaram um barco de três mil reais e transformaram em um iate”.

Também mencionou as palestras que deu: “as pessoas só queriam saber: ´o que você fez para o país virar o que virou?´”. Lula também avaliou: “eles transformaram a minha importância política numa subordinação às empresas envolvidas na Lava-Jato”.

Desde sexta-feira, vários juristas e advogados do país vieram a público denunciar ilegalidades da condução da ação da PF. O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, apontou: “Condução coercitiva? O que é isso? Eu não compreendi. Só se conduz coercitivamente, ou, como se dizia antigamente, debaixo de vara, o cidadão de resiste e não comparece para depor. E o Lula não foi intimado”.

Em entrevista à Rede Brasil Atual, Celso Antônio Bandeira de Mello afirmou que “a condução coercitiva do Lula, juridicamente, não passa de um absurdo. Porque quem não se recusa a depor, quem não resiste a colaborar com a autoridade, não pode receber nenhuma condução coercitiva”.

O jurista Fábio Konder Comparato, por sua vez, classificou a ação da PF como “um abuso manifesto”, afirmando que o Estado de Direito está em frangalhos:  “A detenção de uma pessoa, sobretudo para depor, só pode ocorrer em casos extremos, quando a pessoa foge ou se recusa a depor. Não é o caso do ex-presidente” (leiam a íntegra).

“O espalhafatoso teatro policial à porta da casa do investigado, depois transladado a um aeroporto, foi a real causa da violação da tal ordem pública que o magistrado invocou para pretensamente legitimar sua decisão”, afirmou o professor de Direito Penal da PUC-SP, Edson Luíz Baldan ao portal O Vermelho.

Ao mesmo site, o jurista Gilberto Bercovici, professor de Direito da USP, alertou: “A Constituição de 1988 não vigora mais no Brasil” defendendo que apenas a mobilização popular conseguirá barrar o retrocesso das conquistas democráticas.

No Conjur, o jurista Lenio Luiz Streck apontou que “a condução coercitiva, feita fora da lei, é uma prisão por algumas horas. E prisão por um segundo já é prisão”. Já o jurista Pedro Serrano, salientou em artigo na Folha, “o que aconteceu foi um espetáculo e não uma conduta conforme o direito”.  Até mesmo o ex-ministro da Justiça de FHC, o jurista José Gregori se manifestou à BBC: “o que parece é que esse juiz (Sergio Moro) queria era prender o Lula. Não teve a ousadia de fazê-lo e saiu pela tangente”.

Ponto de ruptura

Vários parlamentares, intelectuais, artistas e lideranças populares manifestaram seu repúdio ao longo do fim de semana. Entre eles, o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos que, em seu blog, apontou a ausência de provas contra o ex-presidente. O escritor Fernando Morais que, em entrevista a O Tempo, destacou o papel da mídia no golpe em curso. O crítico de cinema Inácio Araújo que se manifestou em seu blog: “hoje combatemos a corrupção. Mas me pergunto se combatemos a corrupção ou se combatemos o Lula”.

Já o jornalista Jânio de Freitas detalhou a manobra iniciada com a reportagem da Isto É, “divulgada às vésperas das ações planejadas” (leia aqui). E Mino Carta, editor da Carta Capital, alertou para a “mudança de patamar fatal: a questão se tornou político-social. Chegamos a um ponto de ruptura que pode levar a consequências inimagináveis” (veja o vídeo).

João Pedro Stédile, liderança do MST, garantiu: “Nós vamos nos somar com todas as mobilizações conjuntas da classe trabalhadora. Se a classe trabalhadora decidir uma paralisação nacional em defesa da Dilma, nós estaremos juntos e vamos parar todas as estradas do Brasil” (veja o vídeo).

E o ex-presidente da OAB do Rio de Janeiro e atual deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) alertou: “Quero ser objetivo: há um golpe de Estado em curso. Não um golpe patrocinado pelos militares, como ocorreu em 1964. É patrocinado pelo sistema judicial brasileiro, através de um obscuro juiz do Paraná, que está colocando as instituições democráticas de joelhos”.

E mais: “Não é correto falar que a PF fez uma condução coercitiva do ex-presidente. Isso só se justifica quando alguém é intimado a comparecer em juízo e se rebela, não vai. Nesse caso, houve um sequestro. Lula foi sequestrado pela PF, a mando da República do Paraná”.

Em defesa da democracia

Tratam-se de apenas alguns exemplos dentre as várias manifestações que nas últimas 72 horas surgiram nas redes sociais e em diversos sites do país. Uma onda de apoio ao ex-presidente e, sobretudo, de repúdio à tentativa de golpe contra o governo Dilma e a democracia no país.

É neste sentido que várias entidades da sociedade civil vêm se manifestando. Na Petição Pública em defesa da democracia, o Fórum 21 destaca que “a partidarização de uma parte do judiciário, a obscena sintonia de véspera da mídia conservadora na lubrificação da opinião pública, bem como o desrespeito às urnas, condensados neste episódio, infestam o ar de qualquer democracia com a carniça inconfundível do velho golpe de Estado”.

Várias frentes também divulgaram manifestos como os docentes e pesquisadores da USP, no documento Em defesa de direitos conquistados;  a Frente Brasil Popular, em sua nota oficial de repúdio à condução coercitiva; o texto do Conselho Latino Americano de Ciências Sociais (CLASO) texto, entre outros.

Centrais sindicais e movimentos sociais, como CUT, MST, UNE, Levante Popular da Juventude também divulgaram notas de apoio. Soma-se a isso os atos ocorridos em capitais como São Paulo, Salvador, Brasília, Vitória, Fortaleza, Manaus. E a agenda continua ao longo da semana.

O vale tudo do PIG

Frente à tamanha reação, um dia após a visita da presidenta Dilma em solidariedade a Lula, o PIG tentou contornar o estrago. O Globo, inclusive, esmerou-se em desmentir as declarações do ex-presidente. Várias manchetes caminharam neste sentido: “Lava-Jato desmente a versão de Lula sobre tríplex”, “Lula disse a delegado da PF que só sairia do apartamento algemado” (06.03.2016), chegaram ao cúmulo de dar uma matéria sobre um palavrão dito pelo ex-presidente.

Em seu blog, Renato Rovai, inclusive, chamou a atenção para os textos de Ricardo Noblat e Merval Pereira que mencionavam uma possível atuação das Forças Armadas “para fazer o serviço de organizar o país”. Segundo o blogueiro, “um texto complementa o outro, até porque a voz que os ditou é a mesma. Artigos como esse são escritos na mesa do dono”.

Vale destacar que no domingo, foi realizada na sede da Rede Globo, no Rio de Janeiro, uma grande manifestação popular, organizada pela CUT, sindicatos, integrantes do PT e movimentos sociais. O ato reuniu mais de 2 mil pessoas.

Já a Folha e o Estadão, das famílias Frias e Mesquita, apostaram na agenda da oposição. As manchetes dizem por si: no Estadão “Oposição quer unir esforços para retomar impeachment na Câmara; na Folha: “Oposição mira em Dilma para evitar ´vitimização de Lula´. Esta, aliás, deu boa munição ao ato pró-impeachment, destacando que para uma ala do PMDB, se houver grande adesão aos protestos, “o governo Dilma estará acabado”.

Ontem, a oposição ao governo Dilma afirmou que irá questionar na Justiça a visita de solidariedade da presidenta Dilma a Lula (Época, 06.03.2016).

“Eles querem apagar o meu legado”

Ao destacar a sua importância política e as transformações promovidas pelo seu governo, o ex-presidente Lula mencionou a ação partidária da mídia: “esse legado que estou contando, os meios de comunicação querem apagar. Não estava na lógica intelectual da elite brasileira, eu ser o melhor presidente do Brasil”.

O ex-presidente atribuiu seu êxito ao fato de ter levado para dentro do Planalto aquilo que aprendeu nas ruas. “O Lula é o resultado da consciência política do povo brasileiro. Se vocês evoluíam, eu evoluía”, afirmou, destacando que seu governo mostrou aos economistas e à elite brasileira que os mais pobres não são um problema, mas a solução do país. “A solução para nós é fazer com o que o pobre volte a ser consumidor”.

Diante de milhares de pessoas entoando “Lula de novo, com a força do povo”, o ex-presidente deu uma das declarações mais festejadas da noite: “eu estava quieto no meu canto, estava na expectativa que vocês escolhessem alguém para disputar 2018 (…) Cutucaram o cão com vara curta. A minha única resposta é ir para a rua e dizer: ‘eu estou vivo e sou mais honesto do que vocês’.

Confiram também as reportagens das jornalistas Najla Passos – “O que justifica a ‘condução coercitiva’ de Lula?” e de Maria Inês Nassif – “Manual para entender por que a Lava Jato tem motivação política” – publicados aqui na Carta Maior.

Créditos da foto: Fernando Frazão / Agência Brasil


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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