Arquivo para 9 de março de 2016

Advogado de presos políticos na ditadura pede ao MPF ação penal contra Moro

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A representação considera que a conduta de Sérgio Moro no episódio envolvendo a condução coercitiva do ex-presidente Lula configura ilícitos penais previstos nos artigos 3°, a) e 4°, a), da Lei 4.898/65,que trata do crime de abuso de autoridade.

Advogado de presos políticos na ditadura pede ao MP Federal ação penal contra Moro

9/mar./2016, 20h00min

Marco Weissheimer, no Sul21

O advogado Werner Cantalício João Becker, a advogada Rejana Maria Davi Becker e quatro presidentes de sindicatos do Rio Grande do Sul protocolaram, nesta quarta-feira (9), representação à Procuradoria Geral da República da 4ª Região, sediada em Porto Alegre, pedindo a instauração de ação penal pública incondicionada (Lei 5.249/67) contra o juiz Sérgio Moro ou a abertura de inquérito para averiguar a responsabilidade administrativa e penal desse magistrado no episódio envolvendo a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para comparecer à uma delegacia da Polícia Federal, no dia 4 de março deste ano.

A representação considera que a conduta de Sérgio Moro no episódio configura ilícitos penais previstos nos artigos 3°, a) e 4°, a), da Lei 4.898/65 (que trata do abuso de autoridade), além do tipificado no artigo 350, parágrafo único, IV do Código Penal.

Assinam a representação, juntamente com os dois advogados, Lírio Segalla Martins da Rosa, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Porto Alegre, Helenir Aguiar Schurer, presidente do Centro de Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS Sindicato), Gilnei Porto Azambuja, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Telefonia do RS, e Everton Gimenez, presidente do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre (Sindibancários). Werner Becker é um nome histórico da resistência contra a ditadura, defendendo presos políticos nos tribunais militares e militando pela redemocratização do Brasil.

A representação assinala que o Código de Processo penal só contempla a condução coercitiva, por decisão judicial, em dois casos: condução de testemunha ou de acusado. No primeiro caso, se regularmente intimada, a testemunha deixar de comparecer sem motivo justificado, o juiz poderá requisitar à autoridade policial a sua apresentação ou determinar que seja conduzida por oficial de justiça, que poderá solicitar o auxílio da força pública. No segundo, se o acusado não atender à intimação para o interrogatório, reconhecimento ou qualquer outro ato que, sem ele, não possa ser realizado, a autoridade poderá mandar conduzi-lo à sua presença.

“Despacho judicial não está amparado em qualquer dispositivo legal”

No caso da condução coercitiva do ex-presidente Lula, prossegue a representação, o despacho judicial emitido pelo juiz Sérgio Moro, não está amparado em qualquer dispositivo legal. “A condução coercitiva, por decisão judicial, somente é cabível com a instauração do processo penal, após o recebimento da denúncia. O acórdão referido no despacho, trata de condução coercitiva pela autoridade policial, sem intervenção judicial, em situação absolutamente diversa da situação em que foi consumada a condução coercitiva do ex-presidente da República”.

“A extemporânea intervenção do juiz Sergio Moro, expedindo mandado de condução coercitiva, pretendeu dar foro de judicialidade à ação da Polícia Federal”, aponta ainda a representação que aponta várias irregularidades neste encaminhamento: “A palavra ‘convite’ constante do despacho judicial é desconhecida da legislação processual e foi usada eufemisticamente para dissimular a evidente coação. Traduzindo-se no coloquial: ‘Ou vai na boa ou o levamos à força’”.

E prossegue a representação:

“Por que a necessidade de imediato comparecimento do ex-Presidente da República à presença da autoridade policial, mesmo antes da chegada ao seu exame, do  material apreendido pelo mandado de busca e apreensão? Somente a necessidade pirotécnica de dar cunho de sensacionalismo à condução coercitiva explica a expedição da urgência. A ampla cobertura da mídia garantiu a pirotecnia pretendida pelo  arbítrio”.

“Despacho redigido sem qualquer forma ou figura de direito”

A representação também aponta a incongruente fundamentação do despacho do juiz para justificar a decisão da condução coercitiva:

No despacho, redigido sem qualquer forma ou figura de direito, e reproduzido na íntegra por alguns órgãos da mídia nacional e, parcialmente por outros, o Juiz Sérgio Moro fundamenta a expedição de mandado de condução coercitiva para “evitar tumultos como o havido recentemente perante o Fórum Criminal de Barra Funda, em São Paulo, quando houve confronto entre manifestantes políticos favoráveis e desfavoráveis ao ex-presidente e que reclamou a intervenção da Polícia Militar.

Não se atina porque a condução coercitiva, no presente caso, minoraria a probabilidade de tumulto, contestam os autores da representação. “O que evitou a possibilidade de tumulto foi a atitude do ex-Presidente, que, embora indignado, aceitou o eufemístico ‘convite’. A sua recusa em atender o ‘convite’ redundaria, conforme ficou expresso no mandato, em ato de força contra a sua pessoa, com as inevitáveis consequências sociais e políticas, claramente previsíveis”, sustentam.

Analisando estes fatos, diz ainda a representação, “resta evidente, que Luiz Inácio Lula da Silva, constrangido pela ação policial em decorrência do ilegal e arbitrário mandado de condução coercitiva exarado pelo juiz Sérgio Moura, restou temporariamente preso, pelo tempo em que foi conduzido por força policial até a delegacia da Guarulhos, onde prestou depoimento. O tempo em que foi mantido preso pela ação policial, não desfigurou o caráter de sua prisão temporária, sem qualquer dos requisitos formais ou materiais da Lei 7.960/89”. Assim, conclui, a conduta do juiz Sérgio Moro configura os ilícitos previstos nos artigos 3° e 4° da lei que tipifica o crime de abuso de autoridade, bem como no artigo 350 do Código Penal.

MULHERES REALIZAM MARCHA NO DIA INTERNACIONA DA MULHER DEFENDEM SEUS DIREITOS E SE MANIFESTAM CONTRA GOLPE DAS DIREITAS

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O devir-mulher, devir-minoria, é a potência que age produzindo uma nova forma de existência que escapa da modelização, serialização, registro e sobrecodificação da semiótica dominante do padrão macho, homem branco, heterossexual, sedimentado pela moral patriarcal-judaica-paulina-burguesa. E como devir-minoria é minoria porque escapou dos valores estabelecidos pela hegemonia chamada de homem. É por isso que a luta das mulheres não busca igualdade com o homem, posto que o homem é o modelo padrão produtor de todas formas de dores, tristezas e desesperos no mundo da sociedade que é representada globalmente pelo capitalismo predador.

Por isso, era estupidamente que afirma que a s mulheres lutam por igualdades com os homens. As mulheres querem produzir um mundo em que a vida seja afirmação e não negação dela como fazem os homens niilistas com suas escalas de valores que selecionam, classificam e hierarquizam tudo para seus benefícios.

Com esse pensamento-deviriano, as mulheres realizaram, em São Paulo, a marcha que reflete sua condição de produtoras de suas próprias existências. Elas apresentaram suas propostas, protestaram contra alguns erros do governo Dilma como a reforma da Previdência e o ajuste fiscal. Mas o que também marcou os tons e cores da marcha no Dia Internacional da Mulher foi o grito de guerra de “Não Vai Ter Golpe” e a defesa do governo Dilma contra o impeachment. E não esqueceram de Cunha.

“Estamos nas ruas por autonomia, por liberdade, por democracia, mas, ao mesmo tempo, falando de questões que estão na conjuntura, como o ajuste fiscal e a reforma da Previdência. Estamos trabalhando com força o tema da legalização do aborto e, claro, o tema da violência.

A gente não quer golpe seja midiático, seja do Judiciário, seja do impeachment. Mas a gente também aponta para a presidenta Dilma. A escolha que ela está fazendo para enfrentar esse momento não é a melhor, com política de ajuste. Reivindicamos que ela governe com o programa pelo o qual foi eleita.

A gente sabe e vê nas pressões da direita sobre o governo Dilma que eles não querem só o ajuste das políticas, eles querem atacar a Constituição de 88. Isto mostra para a gente que o que está em jogo é esse processo político que a agente vem construindo há mais de 40 anos”, analisou Nalu Faria, coordenadora da Marcha Mundial das Mulheres.

A marcha também lembrou do perigo da lei antiterror que vai atingir os movimentos sociais.

“Mesmo com todas as dificuldades colocadas para nós mulheres pretas, lésbicas, bissexuais,  ou transexuais, hoje sofremos uma ameaça que compromete o próprio direito de continuar vindo para as ruas com nossas legitimas manifestações. Refiro-me a Lei Antiterrorismo, que vai criminalizar os movimentos sociais e organizações políticas de luta”, observou Larissa Ana, militante do Coletivo Ana Montenegro.

12528132_966780906703043_414658948_n marcha4Entre as entidades que participaram da marcha que aglutinou milhares de pessoas que saiu da Avenida Paulista passando pela Rua Augusta chegando a Praça da República encontraram-se  o Movimento das Mulheres em Lula, União Brasileira de Mulheres, Observatório da Mulher, Marcha Mundial das Mulheres, Uneafro, Central de Movimentos Populares, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central Sindical Conlutas, PCdoB, PT, PCO e PSOL.

Como era de se esperar, não compareceu nenhuma representante do Individualismo Mulheres Gordurosas que representa a burguesia-ignara. Para não haver erro de entendimento: Individualismo Mulheres Gordurosas são as Coxinhas que refletem, também, seus parceiros gordurosos coxinhas.

Carta aberta ao Juiz Moro

reprodução

Como a dita grande imprensa, notoriamente aquela que opera pela deposição do governo Dilma, sabe de todas as ações com antecedência?

Fórum21: Idéias Para o Avanço Social

Prezado Juiz Sérgio Moro,

À delicada situação política e econômica vivida pelo Brasil acrescenta-se agora uma espiral de  insegurança jurídica, conforme a percepção de um leque ecumênico de respeitáveis vozes do Direito, a exemplo de Marco Aurélio Mello, Fábio Konder Comparato e Celso Bandeira de Mello.

Os acontecimentos da última sexta-feira, 4 de março, envolvendo um ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e um nebuloso convite para depor, ameaçam empurrar essa percepção de insegurança para uma situação de fato, de consequências imprevisíveis num ambiente político por si só já polarizado e de crispação ascendente das ruas.

Manifestações previstas para esta semana impõem a autoridades de diferentes esferas, e sobretudo às envolvidas diretamente nos processos que dividem a opinião pública, uma postura serena, responsável e equidistante.

Nesse sentido, faz-se necessário um esclarecimento límpido e transparente, de quem de direito, sobre a condução das investigações em curso, envolvendo o ex-presidente Lula.

Listamos abaixo algumas questões que têm sido objeto de polêmica em relação ao episódio da última sexta-feira, e cujo esclarecimento certamente contribuiria para desanuviar o debate democrático da indesejável opacidade acrescida pelo componente jurídico.

Somente o senhor pode dar essa contribuição e recusa-la, desde já, será igualmente entendido como uma resposta.

1) – Juiz Moro, a investigação que envolve o ex-Presidente Lula, está tramitando em Segredo de Justiça?

2) – Se sim, como é possível que vários veículos de comunicação já soubessem que a diligência iria ocorrer e nos mínimos detalhes?

Tanto isso é verdade, que o diário ‘Folha de SP’, fez matéria (edição do dia 05/03/2016)  jactando-se de que sua equipe já se encontrava em frente ao prédio onde reside o ex-presidente, por volta das 5:15 hs da manhã do dia 04/03. A Polícia Federal chegou às 5:40 hs.

3) – Consta, ademais, que o deputado Jair Bolsonaro, igualmente contemplado com o dom da paranormalidade que acomete certas redações, já se encontrava logo cedo diante da Polícia Federal de Curitiba, acompanhado de um grupo de fogueteiros, aguardando a chegada de Lula, conduzido desde SP.

Pode o senhor esclarecer esse fenômeno?

4) – Alega o Ministério Público Federal  que houve vazamento da operação e que investigações vão apurar as responsabilidades. Sustenta-se, inclusive, que esse vazamento teria possibilitado a retirada de documentos do Instituto Lula.

5) – Ora, se a Folha de São Paulo sabia, se helicópteros de veículos da mídia monopolista sobrevoavam o local muito cedo, se Bolsonaro sabia, se um repórter da Época, um dos videntes mais assanhados do que se passará na Lava Jato, postou mensagem cifrada em seu Twitter às 2 da madrugada do dia 04/03 antecipando a operação;  cumpre pedir-lhe que se esclareça:

Afinal, de onde se vaza, quem vaza, com que objetivo se vaza?

6) – Se o senhor reiterar que a investigação é sigilosa, bem aí o povo brasileiro tem o direito de saber e o senhor tem o dever de informar:

Como a Globo, neste domingo, dia 6 de março, veiculou reportagem de cerca de 15 minutos com trechos do relatório dos agentes que conduziram a operação envolvendo o ex-presidente Lula?

7) – Parece incontornável admitir-se que se o processo estava em segredo de justiça, não está mais.

8) – Aquilo que tem sido contumaz nas investigações da Lava Jato parece ter se repetido no caso da investigação em curso do ex-Presidente Lula também.

Ou seja, a dita grande imprensa, notoriamente aquela que opera pela deposição do governo Dilma, sabe de todas as ações com antecedência que precede a própria ciência dos investigados, ademais de escarnecer dos profissionais do Direito, humilhados no acesso aos autos, apenas e tão somente  através dos trechos filtrados pelas redações de confiança da Polícia Federal.

É tamanha a desordem jurídica neste caso que o bordão “Exclusivo: dados reservados da Lava Jato” já se tornou quase uma editoria fixa na mídia embarcada nas investigações.

Perguntamos: se isso não gera insegurança jurídica, o que mais gera?

9) – Para o bem do país, para que todos possam se sentir iguais perante a lei, como deveria ser a norma, solicitamos o que já deveria ter sido providenciado como salvaguarda da isenção jurídica diante das sombras que envolvem a sua atuação na Lava Jato:

a) –  a publicação de todas as informações constantes da investigação indigitada, no site da Justiça Federal, do Ministério Público e da Policia Federal de Curitiba/Paraná, onde especialmente conste:

b) –  o requerimento do Ministério Público Federal;

c) –  o despacho na íntegra que V. Exa., Juiz Moro, prolatou, determinando as diligências levadas a efeito no dia 4 de março de 2016;

d) – o mandado expedido por ordem de V.Exa,  bem como a íntegra do relatório dos agentes que cumpriram a referida ordem judicial no dia 04 de março, na residência  do ex-presidente Lula e nos demais locais que foram também objeto da determinação por esse Juízo.

Vossa Excelência merece de todos os brasileiros o devido respeito como autoridade constituída. A Constituição e as leis brasileiras assim o determinam, portanto, de antemão, declaramos que prestar esses esclarecimentos não é uma concessão, tampouco uma rendição.

Apenas é um direito do POVO BRASILEIRO, afinal é para ele que os Poderes Constituídos devem obediência.
 
Fórum21: Idéias Para o Avanço Social

O DEPUTADO DO AMAZONAS PAUDERNEY (PFL), SEM CONHECER O SENTIDO DO DEVIR-GUERRA, DISSE QUE SEU PARTIDO PROTOCOLOU QUEIXA-CRIME CONTRA LULA POR ELE FALAR EM GUERRA

pauderney

Pauderney Avelino faz parte do imenso número de parlamentares que foram conduzidos ao Parlamento não porque vivenciaram dimensões superiores do que seja a potência-politica democrática constitutiva como dizem os filósofos Spinoza e Toni Negri, muito diferente da democracia representativa. Não. Ele chegou a esse cargo pelas mesmas condições do perverso tradicionalismo político partidário.

Pauderney Avelino encontra-se imbricado com o que há de mais atrasado no chamado cenário político do Amazonas cujos governos pós-ditadura impuseram ao povo a mais triste condição que já dura mais de trinta anos. O deputado, que se toma Democrata, mas continua reagindo como PFL, sempre teve o apoio de governadores como Amazonino Mendes acusado de envolvimento na compra de votos para reeleição de Fernando Henrique, e cassado, em primeira instância, pela insigne juíza Maria Eunice Torres. O que significa que o deputado não carrega os corpos comunalidade para poder entender o significado do devir-politico.

Ontem ele, que é líder de seu partido na Câmara Federal – a igualdade precisa de líder? – afirmou que seu partido protocolou – com rima e tudo – uma queixa-crime no Ministério Público (MP) de São Paulo contra Lula. Adivinhem por quê? Porque Lula recorreu filosoficamente o conceito guerra. Por que o deputado reagiu –  sua conduta confirma que nesse tipo só há reação, daí o reacionarismo – assim? Porque ele não estudou os filósofos que concebem o sentido de guerra muito diferente do que ele entende e que Lula entende filosoficamente.

Peguemos o filósofo que mais entende de guerra. Nietzsche diz que a guerra é vida, porque a vida é uma luta continua contra o que lhe quer paralisar. Não matar pessoas, nações, povos como fazem os chamados impérios econômicos. Quem faz guerra homicida é quem odeia a vida. Os reativos, niilista que por terem malogrado a existência odeiam a vida.

Um humano, uma planta, um vegetal encontram sempre diante de si obstáculos que pretendem paralisar seu devir-guerra. Sua disposição-vida. Falando sobre suas enfermidades e consequentemente sua cura, Nietzsche cunha seu sentido guerreiro. “Na escola bélica da vida o que não me mata me fortalece”. A enfermidade é um obstáculo para a vida como saúde. Não são tanto os medicamentos que curam, mas a vontade de potência. A guerra da vida como saúde.

Politicamente, o deputado não sabe disso apesar de seu partido ter o nome de Democrata, a democracia é um movimento contínuum, intensivo, de guerra. Todas as potências políticas dos homens e mulheres se compõem para criá-la e mantê-la nesse contínuum como práxis e poiética. Sempre novas formas de existências. Novas formas de saberes e dizeres. Como Lula sabe muito bem qual o conceito filosófico existencial de guerra ele fez seu uso.        

Agora, leiamos os enunciados anti-guerra de Pauderney que não sabe nada sobre a “escola bélica da vida”.

“Lula convocou os militantes para a guerra. O ex-presidente esta dividindo o país em nós e eles, mas na verdade a maioria da sociedade brasileira desaprova Lula e o governo petista”.

Coisa de Pauderney que nos proporciona momentos grátis de risos. Ele afirma:“ maioria da sociedade brasileira desaprova Lula e o governo petista”. Como democrata que se encontra fora da história do Brasil ele não sabe que Lula é considerado o melhor presidente do Brasil. E mais, hoje, depois do que foi revelado nacionalmente na sexta-feira passada por Lula, as direitas estão apavoradas porque, segundo pesquisa, se as eleições presidenciais fossem hoje, Lula seria eleito. O que confirma, de acordo com Pauderney, que a sociedade brasileira em sua maioria é contra Lula.

Coisa de Pauderney.

O ‘HONESTO’ AÉCIO, LÍDER DOS PARLAGARELAS DO CONGRESSO NACIONAL, CONVOCOU OS GORDUROSOS PARA BRADAR CONTRA A CORRUPÇÃO. ENIO VERRI MOSTRA QUEL CORRUPÇÃO

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Não precisa ser bíblico para saber qual é o amor do fariseu: fingir ser o que não. Aécio, como seu partido, tem várias acusações de corrupção, mas projeta nos outros que ele considera seu rival, o Partidos dos Trabalhadores (PT).

Não precisa fingir por dois motivos. Um porque quem conhece a história do Brasil não acredita nele. Dois porque quem não conhece a história do Brasil e comunga com o ideário das direitas, sendo um reacionário, acredita nele por confirmação de si. O segundo é tão ressentido e antidemocrata quanto seu líder.

Mas não custa nada gargalhar com o vídeo produzido por Enio Verri mostrando, sem projeção, quem são os corruptos que Aécio e sua turma fingem em não ser.

O vídeo ironicamente esclarecedor. 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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