Arquivo para 12 de março de 2016

DILMA: RENUNCIAR JAMAIS. “APRENDEMOS MUITO NESSES ANOS. AFINAL DE CONTA NÃO TEM CABIMENTO ENTREGAR O JOGO (IVAN LINS)” NO TERCEIRO TEMPO. “NADA DE FUGIR DA RAIA”

Brasília - A presidenta Dilma Rousseff afirmou, em coletiva, após reunião com reitores dos institutos federais de Educação no Palácio do Planalto, que não vai renunciar ao cargo. À esquerda, os ministros da Casal Civil, Jaques Wagner, e da Educação, Aloizio Mercadante (José Cruz/Agência Brasil)

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff afirmou, em coletiva, após reunião com reitores dos institutos federais de Educação no Palácio do Planalto, que não vai renunciar ao cargo. À esquerda, os ministros da Casal Civil, Jaques Wagner, e da Educação, Aloizio Mercadante (José Cruz/Agência Brasil)

As rasgas-mortalhas continuam exibindo impudicamente suas indigências políticas. Diante do espetáculo grand gui dirigido por elas, o desejo de renúncia da presidenta da República Dilma Vana Rousseff solta no palco das cenas horror-farsesco. Como a presidenta conhece os significados das escolas de teatro da dor, com um simples sorriso, ela espantou os lamentos das rasgas-mortalhas.

No Palácio do Planalto, após reunião com os diretores dos institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia, Dilma respondeu às mídias aberrantes, as que promovem o rasga-mortalismo de sua renúncia, que é preciso respeitar a Constituição.

“Ninguém tem o direito de pedir a renúncia de uma presidenta legitimamente eleita. Não sairei desse cargo sem que haja motivo para tal. Quem quer a minha renúncia tem que respeitar a Constituição. Solicitar a minha renúncia é reconhecer que não há base legal para o impeachment.

Saímos de um processo de luta e resistência contra a ditadura que nos levou até a Constituição de 88, que garante que a cada cidadão é devido tratamento respeitoso perante a lei. Se desrespeitarem o direito da presidenta da República, estarão desrespeitando todo e qualquer cidadão. Portanto, eu não sairei deste cargo sem que haja motivo para tal. Vamos discutir com toda sociedade, com o país inteiro, por que querem tirar a presidenta do cargo.

Eu fui presa e torturada pelas minhas convicções, eu devo respeito ao povo brasileiro pelos votos que me deu, não tenho essa atitude perante.

Faço grande apelo para que as pessoas sejam capazes de se manifestarem de forma pacífica. A manifestação é importante na democracia, é um momento de consolidação democrática. Não deve ser manchada pela violência. Precisamos manter a vitória da democracia brasileira e uma das vitórias é o direito de manifestação.

Vocês acham que eu tenho cara de estar resignada e renunciar? Vocês acham que eu tenho gênio para me resignar e renunciar? Eu não estou resignada diante de nada e não tenha essa atitude diante da vida. Acho que essa onda de boatos não contribui e cria uma crise política negativa para economia brasileira. Temos todas as condições de fazer a retomada. Pelo menos testemunhem que eu não tenho cara de quem vai renunciar”, respondeu a otimista Dilma.

Todo pessimista é um melancólico. Tem um centro de baixa potência que o faz temer a vida e projetar esse temor nos outros. Enquanto para os que têm um centro de alta potência os incidentes são tratados de forma simples sem que abalem sua alta potência, os pessimistas melancólicos diante de qualquer incidente, por mais banal que seja, imaginam três soluções para o incidente: negar o incidente, fugir e suicidar. É o que pensa o filósofo da vontade de potência, Nietzsche.

Dilma é do tipo de alta potência. Os incidentes não obstruem seu movimento vital. Ela é o tipo otimista que sempre diz Sim a vida e Não ao pessimismo-niilista que domina todas as formas de reacionários representados pelos negadores da vida que são as direitas.

Os que querem a renúncia de Dilma não representam a vida, mas a morte. E no caso político, a morte da democracia. O que não conseguirão: a vida sempre se movimenta.

Em função dessa alta potência, Dilma pode cantar Ivan Lins: Renunciar jamais. “Aprendemos muito nesses anos. Afinal de conta não cabimento, entregar o jogo”, terceiro tempo. “Nada de correr da raia”.

BREVE COLÓQUIO SOBRE A IMPORTÂNCIA OU NÃO DO ENSINO DE FILOSOFIA NO CURSO DE DIREITO

afin-logotipo-marca-registradaA Associação Filosofia Itinerante (Afin), com sede em Manaus,  responsável por esse blog, assim como o Blog Esquizofia, aproveitando o estímulo antifilosófico promovido pelos três promotores, vai realizar, em data e local a ser combinado, um breve colóquio filosófico com o tema: Há Importância do Ensino de Filosofia no Curso de Direito?

O breve colóquio é aberto a todas as pessoas compromissadas com os saberes-devires que movimentam e fortalecem a democracia.

Toque: o breve colóquio promovido pela Afin não é sarro. É real.  

 

 

BLAT, UM DOS PROMOTORES QUE PEDIRAM A PRISÃO PREVENTIVA DE LULA, CONFIRMA QUE ELES USARAM O CONCEITO FILOSOFIA PARA GLAMOURIZAR O TEXTO JURÍDICO

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O leitmotiv para o grande sarro de muitos brasileiros e estrangeiros que começou na quinta-feira e continua ainda hoje, foi o uso inadequado, sem eufemismo: tortamente errado, apresentados pelos três promotores, Cássio Conserino, Fernando Henrique Araújo e Carlos e José Carlos Blat, referentes a filósofos. Erraram na forma, no conteúdo e na expressão.

Como fora mostrado ontem, dia 11, por esse Blog Afinsophia, eles afirmaram no documento jurídico que para elaborarem o conteúdo-jurídico para pedir a prisão preventiva de Lula tomaram o filósofo Nietzsche como elemento de suporte para o pedido. O texto publicado ontem mostrou o total desconhecimento dos três promotores quanto à filosofia de Nietzsche. Um total disparate antifilosófico.

Os três se referiram ao super-homem de Nietzsche da mesma forma que a irmão do filósofo da Visão Dionisíaca do Mundo, Elizabeth Forest-Nietzsche, junto com seu marido anti-semita, Bernhard Förester se referiam. O modelo da raça ariana. Quando Nietzsche jamais concebeu esse entendimento. E ainda erram também no conceito de racionalidade que o filósofo desenvolveu. 

Não satisfeitos com o uso errado – nada de inadequado, erro mesmo – do filósofo da Vontade de Potência, também ilustraram a narrativa-jurídica com Marx e Hegel, afirmando que os dois iriam se envergonhar de Lula hoje. O sarro ficou por conta da relação que eles criaram entre Marx e Hegel quando na verdade a relação é Marx e Engels. Marx, apesar de ter construído sua dialética a partir de Hegel, viveu em outra época do filósofo da Fenomenologia do Espirito, e combateu seus postulados de filosofia idealista para quem o mundo é produzido na consciência como ideia. E não produzido das experiências do homem com o mundo-material-social.

Diante da enxurrada de sarros, repórteres resolveram perguntar ao promotor Blat sobre a apresentação no documento-jurídico da relação de Marx com Hegel. Não deu outra.

“É claro que sabemos a diferença entre Engels e Hegel. Numa peça de 200 laudas, falando de crimes essências, vão preferir ficar discutindo a filosofia”, respondeu ríspido Blat.

Se não é para discutir filosofia, então por que foi usado o filósofo Nietzsche como suporte para o pedido de prisão preventiva de Lula, e a citação dos filósofos Marx e Hegel que ficariam envergonhados de Lula?

Resposta filosófica: Os três não sabem nem os fundamentos preliminares para o estudo filosófico.

PROCURADORES, PROMOTORES E REPRESENTANTES DO PODER JUDICIÁRIO DO BRASIL PUBLICAM NOTA CONTRA OS “CONSERINOS”

Leia a nota, analise e forme sua consciência política democrática.

Os/as Promotores de Justiça, Procuradores/as da República e Procuradores/as do Trabalho abaixo nominados/as, integrantes do Ministério Público brasileiro, imbuídos da defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos direitos fundamentais, individuais e coletivos, previstos na Constituição Federal de 1988, vêm a público externar sua profunda preocupação com a dimensão de acontecimentos recentes na quadra política brasileira, e que, na impressão dos/as subscritores/as, merecem uma reflexão crítica, para que não retrocedamos em conquistas obtidas após anos de ditadura, com perseguições políticas, sequestros, desaparecimentos, torturas e mortes.

1. É ponto incontroverso que a corrupção é deletéria para o processo de desenvolvimento político, social, econômico e jurídico de nosso país, e todos os participantes de cadeias criminosas engendradas para a apropriação e dilapidação do patrimônio público, aí incluídos agentes públicos e privados, devem ser criteriosamente investigados, legalmente processados e, comprovada sua culpa, responsabilizados.

2. Mostra-se fundamental que as instituições que compõem o sistema de justiça não compactuem com práticas abusivas travestidas de legalidade, próprias de regimes autoritários, especialmente em um momento em que a institucionalidade democrática parece ter suas bases abaladas por uma polarização política agressiva, alimentada por parte das forças insatisfeitas com a condução do país nos últimos tempos, as quais, presentes tanto no âmbito político quanto em órgãos estatais e na mídia, optam por posturas sem legitimidade na soberania popular para fazer prevalecer sua vontade.

3. A banalização da prisão preventiva – aplicada, no mais das vezes, sem qualquer natureza cautelar – e de outras medidas de restrição da liberdade vai de encontro a princípios caros ao Estado Democrático de Direito. Em primeiro lugar, porque o indivíduo a quem se imputa crime somente pode ser preso para cumprir pena após o trânsito em julgado da sentença penal condenatória (CF, art. 5º, LVII). Em segundo, porque a prisão preventiva somente pode ser decretada nas hipóteses previstas no art. 312 do Código de Processo Penal, sob pena de violação ao devido processo legal (CF, art. 5º, LIV).

4. Operações midiáticas e espetaculares, muitas vezes baseadas no vazamento seletivo de dados sigilosos de investigações em andamento, podem revelar a relação obscura entre autoridades estatais e imprensa. Afora isso, a cobertura televisiva do cumprimento de mandados de prisão, de busca e apreensão e de condução coercitiva – também utilizada indiscriminada e abusivamente, ao arrepio do art. 260 do Código de Processo Penal – redunda em pré-julgamento de investigados, além de violar seus direitos à intimidade, à privacidade e à imagem, também de matriz constitucional (CF, art. 5º, X). Não se trata de proteger possíveis criminosos da ação estatal, mas de respeitar as liberdades que foram duramente conquistadas para a consolidação de um Estado Democrático de Direito.

5. A história já demonstrou que o recrudescimento do direito penal e a relativização de garantias não previnem o cometimento de crimes. Basta notar que já somos o quarto país que mais encarcera no mundo, com mais de 600 mil presos, com índices de criminalidade que teimam em subir, ano após ano. É certo também que a esmagadora maioria dos atingidos pelo sistema penal ainda é proveniente das classes mais desfavorecidas da sociedade, as quais sofrerão, ainda mais, os efeitos perversos do desrespeito ao sistema de garantias fundamentais.

6. Neste contexto de risco à democracia, deve-se ser intransigente com a preservação das conquistas alcançadas, a fim de buscarmos a construção de uma sociedade livre, justa e solidária. Em suma, como instituição incumbida da defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, o Ministério Público brasileiro não há de compactuar com medidas contrárias a esses valores, independentemente de quem sejam seus destinatários, públicos ou anônimos, integrantes de quaisquer organizações, segmentos econômicos e partidos políticos.

Afrânio Silva Jardim – MPRJ (Procurador de Justiça aposentado)

Alexander Martins Matias – MPSP

Antonio Alberto Machado – MPSP

Antonio Visconti – MPSP (Procurador de Justiça aposentado)

Arthur Pinto Filho – MPSP

Bettina Estanislau Guedes – MPPE

Cristiane de Gusmão Medeiros – MPPE

Daniela Maria Ferreira Brasileiro – MPPE

Daniel Serra Azul Guimarães – MPSP

Domingos Sávio Dresh da Silveira – MPF

Eduardo Maciel Crespilho – MPSP

Eugênia Augusta Gonzaga – MPF

Fabiano Holz Beserra – MPT

Fernanda Peixoto Cassiano – MPSP

Gustavo Roberto Costa – MPSP

Helio José de Carvalho Xavier – MPPE

Inês do Amaral Buschel – MPSP

João Porto Silvério Júnior – MPGO

Júlia Silva Jardim – MPRJ

Júlio José Araújo Junior – MPF

Jecqueline Guilherme Aymar – MPPE

José Godoy Bezerra de Souza – MPF

Laís Coelho Teixeira Cavalcanti – MPPE

Marcelo Pedroso Goulart – MPSP

Márcio Soares Berclaz – MPPR

Maísa Melo – MPPE

Maria Ivana Botelho Vieira da Silva – MPPE

Maria Izabel do Amaral Sampaio Castro – MPSP

Osório Silva Barbosa Sobrinho – MPF

Plínio Antonio Britto Gentil – MPSP

Raphael Luis Pereira Bevilaqua – MPF

Renan Bernardi Kalil – MPT

Rômulo de Andrade Moreira – MPBA

Sueli Riviera – MPSP

Thiago Alves de Oliveira – MPSP

Thiago Rodrigues Cardin – MPSP

Tiago Joffily – MPRJ

Tadeu Salgado Ivahy Badaró – MPSP

Taís Vasconcelos Sepulveda – MPSP

Westei Conde Y Martin Junior – MPPE


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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