Arquivo para 6 de maio de 2016

“É MUITO FRACA A ACUSAÇÃO,… TODOS SABEM QUE TEM UMA INJUSTIÇA EM ANDAMENTO”, AFIRMOU DILMA EM ENTREVISTA PARA A TELESUR

 dilma

    A presidenta Dilma Vana Rousseff concedeu mais uma entrevista internacional em sua luta pela defesa do mandato produzido por mais de 54 milhões de eleitores que lhe elegeram presidenta do Brasil até o fim do ano de 2017. Por isso que a luta não é só dela, mas de todos os brasileiros que lhe concederam o direito a governança. E também de todos que não votaram nela, mas que só votaram porque há democracia no Brasil e os golpistas querem destruí-la.

          Agora, a emissora que entrevistou Dilma foi a Telesur, empresa de comunicação que abrange toda a América do Sul e parte da América Central. Afirmando que “a democracia é o lado certo da história”, a presidenta disse ainda que o golpe “não tem base jurídica”.

       “Estou sendo acusada por questões de administração orçamentária que não são a base para afastar um presidente.

      É muito fraca a acusação, e porque é fraca, tudo que eles gostariam é que eu renunciasse porque eu sou a prova de que estão cometendo uma injustiça. De certa forma, todos sabem que tem uma injustiça em andamento, e isso é muito difícil de lidar politicamente.

       Podem continuar investigando, tenho mais de dois anos de investigação nas costas, e ninguém nunca provou que eu recebi um centavo sequer de dinheiro público desviado para mim”, afirmou Dilam.

        Dilma Vana Rousseff a primeira presidenta do Brasil, e que por sua condição feminina foi escolhida como objeto de projeção das frustrações dos misóginos tanto dos chamados homens como das chamadas mulheres, em função de seus ódios inconscientes contra suas mães que não lhes auxiliaram na construção da imago da mãe-boa que na vida adulta resultaria na alteridade com todas as mulheres e homens de forma saudável, e não psicopatológica como eles segregam agora.    

EDUARDO CUNHA, RÉU NO STF ACUSADO DE CORRUPÇÃO, CULPA DILMA E O PT POR DECISÃO QUE O AFASTOU DA CÂMARA, E DE QUEBRA PEDE PROTEÇÃO A DEUS

cunhaÉ simples. Eduardo Cunha réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes de lavagem de dinheiro, corrupção, recebimento de US$ 5 milhões de propina em esquema investigado pela Lava Jato, e mais R$ 52 milhões em outro esquema. Ainda pesam sobre o ‘santo’ outras acusações de corrupção apresentadas pelo ministro Teori que iniciou o seu afastamento e foi complementado do STF. 

Sempre delirando, estado psicopatológico que lhe permitiu galgar postos importantes no Legislativo apoiado por outros delirantes-cúmplices e conseguir materializar seu delírio, Eduardo Cunha afirmou que a culpa da decisão tomada pelo ministro Teori e o STF de lhe afastar do cargo de deputado e da presidência da Câmara Federal, inclusive com voto de seu amigo, ministro Gilmar Mendes, foi da presidenta Dilma Vana Rousseff e do Partido dos trabalhadores, que, segundo ele, “que tanto mal fez ao nosso país”.

“É claro que eu estou sofrendo e vou sofrer uma retaliação política por causa do processo do impeachment. É óbvio que tem um processo político por trás disso e que, em vários momentos, eu enfrento a contestação do PT. Mas isso vai acabar na quarta-feira que vem. Se for da vontade de Deus, nós vamos ter o afastamento da presidenta da República para que o Brasil possa se livrar da era do PT, era que tanto mal fez ao nosso país”, delirou Cunha.

Cunha, como fariseu-blasfemo, recorre ao nome Deus para se defender dos governos populares, não lembrando que o Papa Chico, representante maior de Deus para o cristianismo, já se posicionou contra o golpe que pretende usurpar da presidência Dilma, que faz parte do partido que diminuiu a pobreza extrema, além de tirar quase 40 milhões de brasileiros da faixa da miséria. Tudo que Deus abençoa. Como que Deus vai atender ao delírio farisaico blasfemo de Cunha? Coisa de Cunha.

O que se observa, sem qualquer esforço, é que Cunha sofre muito com seu ressentimento projetado nos brasileiros democratas. É um grande sofrimento manter sempre a tez tensa para não esquecer o ressentimento que lhe coloca como escravo de seu próprio ódio.

Cunha é o seu próprio algoz.

Atos “contra o golpismo midiático” escracham Rede Globo e filiadas em todo o país

Ato no vão do Masp, em São Paulo (SP), no início da noite desta quinta (5) - Créditos: Rafael Soriano

Mais cedo nesta quinta (5), um twitaço espalhou a hashtag #monopolioégolpe pelas redes sociais.

Gisele Brito

A Frente Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e a Frente Brasil Popular organizam nesta quinta (5), em diversas cidades do Brasil o Dia Nacional de Luta contra o Golpismo Midiático. O objetivo é denunciar como o monopólio das comunicações contribui para o apoio da opinião pública ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff que, para os manifestantes, é um golpe.

Em São Paulo, o ato se concentrou no começo desta noite no vão do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e marchou em direção ao prédio da Gazeta, onde fica a antena da Rede Globo. Cerca de 50 pessoas participaram do “cortejo fúnebre”, protagonizado por um caixão em que estavam coladas capas de revistas e logotipos de emissoras de TV.

Segundo os organizadores, a Globo é o principal alvo das manifestações por ser a maior empresa privada de comunicação do país e ter papel de destaque nessa articulação contra a atual presidência da República. Entretanto, outras redes de comunicação e publicações impressas também foram lembradas pelos manifestantes, que gritavam seu nome seguido do verbo “queima”.

Do ponto de vista dos movimentos sociais, Iris Pacheco, da direção nacional da comunicação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, afirmou que “não existe democratização da terra sem democratização da mídia”. “A mídia funciona como um partido no Brasil. O campo fica invisibilizado, e os movimentos são criminalizados pela mídia. A própria legislação é feita de forma a não refletir nem atender às necessidades do campo”, afirma a dirigente.

Guto Camargo, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, afirmou que “combater a concentração é bom para todo mundo, inclusive para os jornalistas, porque aumenta as possibilidades de mercado de trabalho e a diversidade de conteúdo”. Para ele, “concentrar poder na mão do patronato é ruim porque diminui os salários e aumenta a pressão, sem falar nas outras consequências sobre a diversidade cultural no país”.

Outros estados

Simultaneamente ao ato na capital paulista, outras passeatas aconteceram em Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Belém (PA), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), João Pessoa (PB), Recife (PE) e Porto Alegre (RS). Amanhã, serão realizadas oficinas e colagem de cartazes em Maceió (AL). Mais cedo, um twitaço espalhou a hashtag #monopolioégolpe pelas redes sociais.

Entrevista

Para as frentes, a concentração dos veículos nas mãos de poucos grupos empresariais que veiculam apenas a visão politico-ideológica das elites e de seus interesses econômicos representa uma grave falha na democracia do país.

“A existência do monopólio impede a livre circulação de ideias e a diversidade e pluralidade na mídia. Esse monopólio no Brasil é controlado por seis grupos empresariais familiares, que existem desde o século passado e que fazem parte da elite econômica no país. Portanto, eles têm um lado nessa disputa de projeto colocada no país hoje”, afirma Renata Mielli, coordenadora geral da FNDC.

Segundo ela, o próprio Estado, que é responsável por distribuir as concessões de radiodifusão, é corresponsável por esse cenário de concentração, já que não fiscaliza nem cria mecanismos que regulamentem a mídia.

Leia abaixo entrevista com Renata Miele, coordenadora nacional da FNDC.

Brasil de Fato – Qual o objetivo dos atos de hoje?

Renata Mielli – A intenção é denunciar como o monopólio nos meios de comunicação é um golpe à democracia e como ele contribuiu para articular o golpe em curso no Brasil. Estamos fazendo atos nas redes e nas ruas para denunciar esse cenário de monopólio.

Como o monopólio influencia o golpe?

A existência do monopólio impede a livre circulação de ideias e a diversidade na mídia. Esse monopólio hoje no Brasil é controlado por seis grupos empresariais familiares, que existem desde o século passado e que fazem parte da elite econômica dominante no país. Portanto, eles têm um lado nessa disputa de projeto colocada no país hoje.

Essa mídia monopolista criminaliza os movimentos sociais, ataca os direitos dos trabalhadores, dá destaque às pautas mais conservadoras e reacionárias da nossa sociedade e invisibiliza os atores sociais contrários à visão politica e ideológica que eles têm. Ao invisibilizar a luta dos trabalhadores e não dar espaço para o contraditório, ela manipula a opinião pública denunciando, julgando e condenando pessoas, governos e partidos.

Essa mídia estimula o preconceito, a intolerância e o ódio, e isso cria um ambiente propício para um golpe institucional, que é o que estamos vendo no país hoje.

E qual é o antidoto para isso? Qual o tipo de articulação para romper esse monopólio?

São dois caminhos. O primeiro é esse que já estamos construindo, que é o fortalecimento das mídias alternativas e dos movimentos sociais. A possibilidade que a internet trouxe, de dar vazão à multiplicidade de visões que a sociedade tem, contribui de forma decisiva para que a gente possa disputar as narrativas dos acontecimentos do país. Hoje, são milhares de sites das várias entidades dos movimentos sociais, de movimentos culturais, de cooperativas de jornalistas que no, dia a dia, visibilizam o contraditório que hoje não tem espaço na mídia hegemônica.

O outro caminho é a pressão sobre o governo e o diálogo com setores mais amplos da sociedade para mostrar a urgência de o país ter um novo marco legal para as comunicações. É papel do Estado garantir diversidade e pluralidade. O Estado faz isso a partir da construção de regras que, por um lado, proíbam a existência desses monopólios, como está previsto na Constituição, e, por outro, fomente a pluralidade e a diversidade dos meios de comunicação através da radiodifusão pública, comunitária e do incentivo de outros instrumentos de comunicação. E o Brasil ainda não possui uma legislação que garanta isso.

Por que o alvo principal dos atos é a Globo?

Porque ela é o principal monopólio no Brasil. Ela detém o maior número de concessões de rádio e televisão no país. Ela, sozinha, detém a maior audiência, além de ser proprietária de jornais e revistas, o que configura propriedade cruzada e aprofunda ainda mais o discurso único. Isso é um ataque à liberdade de expressão e à liberdade de comunicação.

Além disso, as atitudes que a Globo tomou desde a sua criação foram todas para favorecer uma elite política econômica e nunca para apoiar a luta dos trabalhadores e da maioria do povo brasileiro. Ela mesmos já admitiu que apoiou o golpe de 1964, que editou de má fé o debate entre Collor e Lula em 1989. Ou seja, é assumidamente golpista. Por isso, acaba sendo o exemplo e o símbolo para essa luta por uma comunicação mais democrática.

Edição: Camila Rodrigues da Silva


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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