Arquivo para 12 de maio de 2016

ASSIM COMO O CÉU É DO CONDOR A RUA É DO POVO

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Não reconhecemos governo que entra pelas portas do fundo do palácio. Não reconhecemos governo que comete ato falho, desafina e empossa ministério com inidôneos e inotáveis. Não respeitaremos quem sem voto governe um povo que nos últimos anos saiu da miséria, que nesse momento passa por dificuldades próprias dos ciclos onde o capitalismo quer mais lucros e impôs com apoio do congresso brasileiro chefiado por um ladrão dificuldades para que  a presidente governasse.

Por isso o povo está na rua. Neste momento, em São Paulo, milhares de manifestantes de vários movimentos pró-democracia ocupam as duas vias da Avenida Paulista e rumam para a sede da FIESP onde um grupo defensor do golpe está reunido e a polícia já os isolou. 

O coordenador do movimento Frente Povo Sem Medo, Guilherme Boulos, disse que a ação é em defesa da democracia e dos direitos sociais; “Permanecemos mais do que nunca agora nas ruas, porque o que hoje se estabeleceu no país é algo muito grave. A partir do dia de hoje, temos um presidente ilegítimo na cadeira da Presidência da República”, disse.

Não daremos trégua aos usurpadores da incipiente democracia brasileira. Esse povo que esteve sempre ao lado da democracia vai estar sempre conosco e aqueles que elegeram deputados golpistas também são responsáveis pelos acontecimentos graves que nosso pais está sofrendo. É necessário atitude. E nós estamos preparados para a luta. Seremos  soldados contra a infâmia e a injustiça que se cometeu contra uma mulher digna e que continua no coração do povo brasileiro.

DILMA FALA AO DIGNO POVO BRASILEIRO QUE HONRA A DEMOCRACIA

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dilmarua Veja, ouça e analise os vídeos, e conceba sua consciência engajada. Se é que ainda não concebeu.

NÃO HÁ QUALQUER DISTINÇÃO SENSORIAL, COGNITIVA E ÉTICA ENTRE OS DEPUTADOS E SENADORES GOLPISTAS: TODOS RESPONDEM A MESMA SUBJETIVIDADE PARANOICA

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A sociedade “humana, demasiada humana (Nietzsche)”, é um corpo histórico, político, social, econômico, antropológico, estético, ético, etc., expressada em forma de segmentaridade. Forma segmentaridade material e imaterial realizada como território e função em um Estado. No caso específico, no Estado paranoico.

Cidade, rua, bairro, estado, país, mundo, todos percorridos através das relações sociais dos que aí se deslocam. Todavia, o reflexo melhor observado pela força da segmentaridade pode ser constatado na prática de suas três formas de determinações de territórios e escalas. A seleção, a classificação e a hierarquização. Todas elas estabelecidas para distribuir os espaços, as funções e as utilidades dos que aí são alocados.

No Estado paranoico, estas segmentaridades atuam em todos os quadrantes sociais. Na família, na escola, na vizinhança, no trabalho, em todos os seguimentos há sempre representações instituídas para selecionar, classificar e hierarquizar. Entretanto, os atos de selecionar, classificar e hierarquizar alguém não implicam mudanças biológica, genética e epistemológica, visto que elas só respondem às regras de um sistema.

Por exemplo: quando uma pessoa é selecionada para ocupar um cargo, essa seleção a diferencia de suas concorrentes, quando ela é classificada, é tida como melhor que outras, e quando é hierarquizada ela passa a uma posição de superioridade em relação às outras, mas tudo através da aplicação das regras dessa instituição. O que significa que ela não teve qualquer mudança biológica, genética e epistemológica. Ela se adequou as regras segmentares.

É o que ocorre na universidade. O aluno entra na universidade com seus corpos de conhecimentos para aprender outros novos corpos de conhecimento desconhecidos por ele. É graduado, faz mestrado, doutorado, e pós-doutorado. Assimila outros conhecimentos, mas sua biologia, sua genética e sua epistemologia, que necessitam de conexões neuro-cerebrais, não se modificam. É certo que algumas áreas da cognição são afetadas, formam sinapses, mas não mudam seus esquema e funções nucleares.

Isso assim ocorre, porque essas graduações constroem apenas formas de assimilações de novos conceitos. O que não alteram qualquer corpo biológico e genético. Ele permanece o mesmo. Só mudou para a comunidade do saber constituído que seleciona, classifica e hierarquiza. Como doutor ele é considerado superior a um mestre. Só. Não tão “só”, porque serve para sua carreira profissional. O que a maioria dos professores das universidades tencionam com seus doutorados: a prática do carreirismo como segurança na aposentadoria.

É o que ocorre com os deputados e senadores golpistas sujeitos-sujeitados a indigência política. Um deputado federal nessa condição biológica, genética e epistemológica, se antes fora em seu estado deputado estadual, ou vereador, seu comportamento é o mesmo na Câmara Federal. Basta observar os representantes do Amazonas. Só se diferenciam de quando eram deputados estaduais e vereadores, por força das atribuições impostas pelo regimento interno da Câmara Federal a quem é deputado. Nada mais.

Quando um deputado federal se candidata ao cargo de senador, e é eleito, significa que ele foi selecionado, classificado e hierarquizado pelos eleitores. Aqui não se discute como ele conseguiu ser eleito, só que ele foi eleito. Como senador ele vai se comportar de acordo, também, com o regimento interno do Senado, nada mais. Não ocorre qualquer mudança em suas faculdades sensorial, cognitiva e ética. Exemplo breve e convincente. Caiado era deputado federal, foi eleito senador, mudaram os conteúdos, as formas e as expressões dessas faculdades? Não, ele continua reacionário, prepotente e irascível. Outro breve exemplo sobre o Tiririca do Senado, Romário. Romário era deputado e foi eleito senador mais votado do Rio de Janeiro, mudaram os conteúdos, as formas e expressões dessas faculdades? Não. Se eles fossem vereadores estariam da mesma forma.

Diante dessa realidade é que se pode afirmar, sem medo de errar, que o cerimonial do golpe no Senado, comandado por Renan, com mais de uma dezena de denúncias no Supremo Tribunal Federal (STF), é o mesmo da Câmara Federal dirigido pelo réu Eduardo Cunha. Se os Caiados e Romários estivessem na Câmara iam ter as mesmas condutas golpistas contra o governo popular da presidenta Dilma Vana Rousseff eleita com mais de 54 milhões de votos democraticamente. As condutas desses tipos afirmam o quanto o Senado não os elevou a condição, pelo menos, de sobriedade, já que epistemologicamente é impossível.

Desta forma, para que esses tipos não ocupem qualquer lugar no Congresso Nacional, é fundamental que aqueles que os selecionam, classificam e os hierarquizam façam uso de seus poderes de forma democrática. Votem apoiados em suas faculdades sensoriais, cognitivas e éticas. Porque, caso contrário, haverá sempre golpistas. E os que os elegeram serão os responsáveis pelos golpes. Como está ocorrendo agora: os responsáveis pelo golpe desferido pelos golpistas contra o governo popular são seus eleitores. Os golpistas estão apenas exercendo as atribuições que seus eleitores lhes outorgaram. Os golpistas vilipendiam a democracia apoiados pela alienação, ignorância e irresponsabilidade de seus eleitores. Na Câmara existem centenas de deputados implicados com a Justiça. No Senado 60% tem caso pendente com a Justiça e 8% não foi eleito diretamente.

Como eleitores elegem deputados e senadores políticos, existem eleitores – na verdade falsos eleitores – que elegem deputados e senadores apolíticos.

‘O Judiciário brasileiro é seletivo contra o PT’

Agência Brasil

Raúl Zaffaroni, ex-ministro do Supremo argentino e juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos, aponta arbitrariedades na Lava Jato e em tribunais.

por Thales Schmidt – Calle2

Raúl Zaffaroni é advogado e um dos maiores especialistas em direito penal do mundo. Foi durante mais de 10 anos ministro do Supremo argentino e hoje é juiz na Corte Interamericana de Direitos Humanos. Nesta terça (10), o secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), Luis Almagro, após se reunir com Dilma e Lewandowski (STF), anunciou a intenção de consultar a Corte Interamericana sobre a legalidade do processo de impeachment, para encontrar respostas jurídicas mais contundentes, já que as que obteve até o momento foram consideradas insuficientes.

O perfil de Zaffaroni na Revista Anfibia conta que, quando foi convidado, em 2003, pelo então presidente Néstor Kirchner para o Supremo, ficou incrédulo e lhe perguntou: mas você me conhece? Ele tem 32 doutoradoshonoris causa de diversas universidades ao redor do mundo, vários livros publicados em português e é uma referência para os advogados brasileiros. O magistrado não se esquiva de marcar suas opiniões − e elas são muitas.

Em entrevista exclusiva para a Calle2, por e-mail, o juiz afirma que o Judiciário brasileiro é burocrático e seletivo contra o Partido dos Trabalhadores (PT) e que a comparação entre a Lava Jato e a Operação Mãos Limpas – responsável por investigar casos de corrupção na Itália nos anos 1990 e fonte de inspiração de Sérgio Moro – é errada. “A operação italiana Mãos Limpas foi contra todos os setores da política italiana, a Lava Jato é contra um só setor.” Para ele, vivemos um “golpe de estado institucional, de estilo novo”.

A decisão de Moro grampear e divulgar conversas entre o ex-presidente Lula e seu advogado também foi alvo de críticas por parte do juiz: “A comunicação com o advogado não pode ser interceptada por ninguém, muito menos ser usada como prova. Que garantias vamos ter se não se pode falar com sigilo nem sequer com o próprio advogado?”. Zaffaroni diz ainda que a Lava Jato abusa da prisão preventiva e critica o uso da delação premiada.

Ele analisa ainda que o governo de Mauricio Macri enfrentará “sérios problemas” e afirma que o político do Propuesta Republicana (PRO) governa por decretos-leis, “como os militares”. “Esses meses criaram uma transferência de riqueza muito preocupante”, diz Zaffaroni.

Há uma grande discussão no Brasil se as chamadas “pedaladas fiscais” do governo de Dilma Rousseff são um crime de responsabilidade e suficientes para afastar a presidente. Na sua leitura, houve crime de responsabilidade?

Não, não houve crime de responsabilidade, porque outros presidentes fizeram a mesma coisa e o Tribunal de Contas não apontou erro. O Tribunal de Contas pode mudar seu critério, mas ao menos, se ele o faz, deve deixar à margem a responsabilidade da presidente, pois a sua mesma conduta anterior a teria feito incorrer em erros.

O Brasil assiste um processo de impeachment que respeita todos os requisitos legais ou trata-se de um golpe disfarçado?

É um golpe de Estado institucional, de estilo novo, como corresponde à modalidade da onda de colonialismo tardio que estamos vivendo na região. Já não nos ocupam com as forças armadas nem com as oligarquias locais, mas entram pelos defeitos institucionais das nossas democracias. Fundamentalmente, dois deles: o monopólio dos meios de comunicação e a estrutura burocrática e seletiva do poder Judiciário.

De que maneira o Judiciário brasileiro é seletivo?

Vejo que o Judiciário brasileiro é seletivo contra o PT.

O que acha do provável próximo presidente do Brasil, Michel Temer, do PMDB?

Não sei, mas temo que o Brasil entre em um período de difícil governabilidade, espero que isso não aconteça, pelo bem de todos, inclusive de nós. O Brasil é, pela sua dimensão, população e por sua economia, a peça chave da nossa regionalização, e se uma ingovernabilidade debilita ou desativa a regionalização, todos os sul-americanos estão perdidos no mundo atual, onde sem a regionalização os interesses do capital financeiro transnacional passará por cima de nós.

Muitos juristas criticam a operação Lava Jato dizendo que há um abuso da prisão preventiva como forma de forçar delações premiadas. Na sua leitura, estão sendo respeitadas todas as garantias constitucionais dos acusados?

Sem dúvida que o uso arbitrário da prisão preventiva é uma extorsão. A prisão preventiva é a quadratura do círculo do processo penal, ainda mais quando se manipula arbitrariamente [a prisão preventiva], à margem de razões legais e jurisprudências que a limitam. É óbvio que há uma extorsão quando se diz “se fala eu te solto, se não fala te mantenho preso”. Isso é o mesmo de quando a Inquisição torturava as mulheres para que falassem o nome de outra possível “bruxa”, até que a mulher nomeava qualquer uma: é uma forma de assegurar a clientela.

O juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato, escreveu em artigo de 2004 sobre a operação Mãos Limpas que a parceria com a mídia é indispensável para combater a corrupção. Dessa maneira, praticamente todas as informações envolvendo a Lava Jato são vazadas à imprensa. Qual é a avaliação do senhor sobre essa prática?

A operação italiana Mãos Limpas foi contra todos os setores da política italiana, a Lava Jato é contra um só setor. Isso não nem nada a ver com a Mãos Limpas, é diretamente uma partidarização judicial, algo totalmente diferente.

Uma das ações mais polêmicas de Moro foi a divulgação de grampos de Lula conversando com seu advogado e até mesmo com Dilma Rousseff. Moro foi longe demais divulgando esses grampos?

A comunicação com o advogado não pode ser interceptada por ninguém, muito menos ser usada como prova. Que garantias vamos ter se não se pode falar com sigilo nem sequer com o próprio advogado? Como se pode interceptar comunicações privadas porque um juiz tem essa vontade e publicizar isso? O que é isso? Stalinismo? O “Grande Irmão” controla tudo? Estamos em uma democracia e em uma República ou em um Estado totalitário?

Qual o papel da imprensa na atual crise política brasileira?

Fundamental, básico. Os monopólios midiáticos latino-americanos, por seu volume, são parte de corporações transnacionais e, portanto, dos interesses do capital financeiro transnacional. Enquanto continuarmos a ter monopólios midiáticos, que nenhum país desenvolvido tolera, não teremos democracia, eles inventam a realidade, a criam. Agora não é Hitler, nem Mussolini ou Stalin os que controlam os meios de comunicação e fazem censura, são as corporações transnacionais e seus interesses mesquinhos.

Em entrevistas anteriores, o senhor fez duras críticas ao uso da delação premiada. Ela não é um importante recurso nos crimes do colarinho branco?

A delação premiada é como a tortura: dá lugar a quem, para resolver sua situação, fale qualquer coisa. Que valor tem o que diz uma pessoa que sofre extorsão? Se isso é prova de culpa, realmente, voltamos à Idade Média, acabou o Estado de Direito, naufragaram todas as garantias. Não há crime do colarinho branco que não se possa investigar com papéis, a marca fica, o dinheiro sujo tem rotas que se podem investigar sem maiores dificuldades, não é necessário recorrer à delação. Isto é como fingir que não se pode investigar e punir sem tortura.

Qual avaliação o senhor faz dos primeiros meses de governo de Mauricio Macri? O que podemos esperar?

Acredito que esses meses criaram uma transferência de riqueza muito preocupante. A diminuição dos impostos do agronegócio e, sobretudo, da mineração, as demissões em massa na administração pública, a desarticulação da pesquisa e tecnologia em Bariloche, a redução dos orçamentos universitários, a inflação e a depreciação de salários; além do caos institucional, a manipulação do Congresso, uma Corte Suprema de Justiça reduzida a três ministros, tudo isso anuncia um panorama de dificuldades que é muito preocupante. Além da pretensão de fechar todo espaço de crítica ao perseguir jornalistas opositores, o discurso que atribui todos os males ao governo anterior, a acusação judicial contra Cristina Kirchner, a prisão de Milagro Sala. Enfim, acredito que vamos ter sérios problemas.

Macri está abusando dos DNU’s, os decretos de necessidade e urgência, como os utilizados para alterar a Lei de Serviços e Comunicação Audiovisual?

Sim. Macri faz o que quer. Não se trata de abusar, mas sim de governar por decretos-leis, como os governos militares: um decreto de necessidade e urgência sem urgência é um simples decreto-lei.

Qual sua leitura sobre a prisão de Milagro Sala [dirigente política e social argentina, líder da Organización Barrial Túpac Amaru, presa no início do ano acusada de causar tumulto]?

É uma vingança pessoal do governador da província de Jujuy [Gerardo Morales, aliado de Macri] e, também, uma arbitrariedade. Se Milagro usou recursos de maneira desordenada, é um delito execrável. O resto são invenções de uma Justiça da província manipulada descaradamente pelo governo de Jujuy, que parece um feudo. Em uma sessão noturna do Legislativo, ampliou-se o Superior Tribunal da província e, no dia seguinte, dois dos deputados que votaram pela ampliação foram nomeados juízes desse tribunal. Mais claro e descarado impossível. Milagro é deputada do Parlasul (Parlamento do Mercosul) e tem direito a foros, pelo menos para o translado para integrar-se, mas eles não são reconhecidos, precisamente porque ela está presa.

CONVOCAÇÃO PARA A LUTA CONTRA O DESPOTISMO DAS DIREITAS


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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