Arquivo para 8 de junho de 2016

PESQUISA CNT/MDA MOSTRA QUE O SAPO BARBUDO, LULA, VENCE NAS ELEIÇÕES DE 2018. LULA É COMO TAMBORIM: QUANTO MAIS BATE MAIS TEM TOM

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As direitas se iludem porque não podem viver sem ilusão, já que a ilusão é o desejo sem objeto. Por isso, falar que querem eleições para serem eleitas, é ilusão, posto que lhes falta o objeto: a democracia.

O contrário ocorre com Lula e seus eleitores que não têm ilusão, pois são democratas. É o que afirma a pesquisa realizada pelo instituto das direitas CNT/MDC. Lula tem 22% de preferência dos eleitores para à presidência da República em 2018. Já a candidata-ressentida que não respeitou a morte de seus titular Eduardo Campos, Marina, tem 20%.

Lula não tem vergonha: continua humilhando os infiéis da democracia. Essa pesquisa serve para duas orientações. Uma, a óbvia: mostrar que Lula é tamborim que quanto mais bate mais tem som. Outra, mostra o porquê que os institutos de pesquisa das direitas que protegem Temer como Datafolha e Ibope não realizam pesquisas. Temer, o encruado, está no fim do poço, e Dilma cresce na preferência da população brasileira que já entendeu que foi golpe e não aceita a vil trapaça.  

EM ENTREVISTA A CARTA CAPITAL O FAMOSO JORNALISTA GLENN GREENWALD, PRÊMIO PULITZER, AFIRMOU QUE “TUDO FICOU MAIS CLARO, É GOLPE”

Leia a entrevista com o brilhante e engajado jornalista norte-americano Glenn Greenwald, realizada pelas talentosas jornalistas Leneide Duarte-Plon e Clarisse Meireles.

Uma entrevista com tudo que você já sabe, mas que lhe concede maiores inferências sobre o terrorismo partidário, jurídico e midiático executado para afastar a presidenta Dilma Vana Rousseff e incinerar mais de 54 milhões de votos assaltando sem qualquer pejo a democracia.

Glenn Greenwald

Através de você, Edward Snowden revelou o escândalo das escutas telefônicas da NSA que mostravam que Dilma Rousseff  e Angela Merkel, entre outras personalidades, foram grampeadas pelos americanos. Como você explica que a presidenta Dilma e o ex-presidente Lula tenham continua­do a usar o telefone para tratar de assuntos tão importantes quanto o da nomeação dele para ministro da Casa Civil?

Tive uma grande surpresa e Snowden disse algo no Twitter sobre isso, quando as conversas foram divulgadas. Ele ficou decepcionado, quase ofendido, pois sacrificou muito de sua vida para mostrar ao País como a presidente Dilma estava sendo espionada e monitorada.

E sei que, depois das revelações, o governo brasileiro investiu muito para construir métodos de contraespionagem com fotografia, e fizeram muitas reuniões em Brasília para evitar isso.

O fato de um ex-presidente e uma presidenta estarem tratando de coisas muito sensíveis dentro desse clima num telefone aberto e não encriptado é, para mim, incompreensível. Fiquei chocado.

Depois de 11 anos vivendo no Brasil e escrevendo sobre geopolítica e política americana, recentemente, com o agravamento da crise no País, você passou a se interessar mais pela política local?

Eu queria viver num país com tranquilidade, sem problemas, sem precisar lutar ou brigar. Quando decidi morar aqui, há 11 anos, não pensava no Brasil como meu país. Agora que moro há tanto tempo, sou casado com um brasileiro, estamos adotando uma criança que vai ser brasileira, amo este país que me deu muitas coisas, e penso que tenho não somente o direito, mas a obrigação de fazer reportagens sobre o que não está sendo feito mas acho necessário fazer.

Este período que estamos vivendo não é normal. É uma crise que está ameaçando a democracia. Existe um risco de que ela seja extinta de novo e não posso ficar sem fazer nada, quando acho que tenho algum poder de ajudar e defender a democracia.

Não ficaria em paz com minha consciência o resto da vida, se não fizesse coisa alguma. Em relação à mídia dominante, talvez eu não percebesse antes o quão extremista ela é. Ela faz propaganda. Isso me choca como jornalista. Quis usar a minha revista e meus meios para lutar contra isso.

O que desencadeou sua decisão de passar a escrever sobre o Brasil?

Eu vi que a Globo estava incitando os protestos. Mas, por outro lado, eu estava olhando a Lava Jato como algo impressionante, positivo, pois colocava na prisão por corrupção bilionários e políticos poderosos, independentemente do partido ou da ideologia. Isso não acontece nos Estados Unidos, e no Brasil menos ainda.

As pessoas achavam uma coisa fantástica. Comecei a mudar quando o juiz Moro mandou fazer a condução coercitiva de Lula, sem razão, uma vez que o ex-presidente fazia depoimentos voluntários. Ficou claro para mim que o juiz criou uma cena dramática.

Pior ainda, em minha opinião, foi quando Moro divulgou a conversa do ex-presidente com a presidenta. Ele não divulgou apenas grampos de interesse público, mas também conversas para enxovalhar a reputação do ex-presidente.

Mas minha decisão de começar a cobrir a política brasileira foi quando vi o Jornal Nacional fazendo uma leitura do diálogo entre o ex-presidente e Dilma Rousseff como se fosse de novela. Tive uma imensa vergonha e pensei que era o limite do suportável.

O que é fazer jornalismo honesto?

Numa democracia, o jornalismo tem um propósito: o principal é ser uma força contra facções poderosas, que podem ser os ricos, o governo, a polícia, as grandes empresas. Ser realmente o Quarto Poder. Ele deve ser um poder que vai esclarecer, trazer à luz o que certos grupos estão fazendo às escuras.

Quando o jornalismo está servindo a esta ou aquela facção, para mim é corrupto. Jornalismo que luta contra os poderosos é o jornalismo honesto, fiel a seu propósito de investigar e mostrar a verdade.

O mito da objetividade é que está em xeque?

Sim, Dilma fala de golpe, a oposição defende que foi impeachment legal. Quando saem esses artigos muito fortes, criamos espaço para os jornalistas estrangeiros irem mais longe.

A GloboNews tentou desqualificar toda a imprensa internacional, dizendo que os jornalistas estrangeiros não entendiam o processo.

Isso foi patético, mas não conseguiram. E também a Dilma e o PT resolveram adotar uma estratégia forte, organizando coletivas da presidenta e de Lula para a imprensa internacional, e quando Lula fez uma entrevista comigo e não com jornalistas brasileiros. Dilma fez três entrevistas, uma com a CNN, uma com a Telesur e outra comigo. Depois ela fez uma entrevista exclusiva com CartaCapital.

Na matéria de 23 de maio, sobre a gravação de Romero Jucá, o Intercept diz que vai introduzir definitivamente a palavra golpe. Como foi a repercussão dessa matéria?

Eu, pessoalmente, nunca usava a palavra golpe porque, para mim, era como a palavra “terrorismo”. Todo mundo usa essa palavra politicamente. Não tem um significado específico. Para mim, a gravação de Jucá mudou tudo, porque tive todos os ingredientes necessários para definir um golpe.

Qualquer que seja a definição de “golpe”, ela se enquadra no que foi feito no Brasil com relação à presidenta Dilma Rousseff. Houve envolvimento de políticos, da Justiça e dos militares, entre outros. O motivo não foram as alegadas “pedaladas fiscais”. No dia da votação na Câmara, ninguém falou desse motivo.

Seria possível a Suprema Corte americana agir tão partidariamente como a brasileira?

Nos Estados Unidos, um juiz da Suprema Corte não pode falar publicamente sobre assuntos que estão em julgamento. A autoridade do Judiciário precisa ser e parecer independente da política.

É impensável ver um juiz encontrando-se com políticos, almoçando com políticos. Para mim, como advogado que sou, esse processo é totalmente corrupto. Que confiança você pode ter num juiz que discute com políticos casos que está julgando?

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‘Minha opinião sobre Moro mudou quando da condução coercitiva de Lula sem razão’, diz Glenn

Ele toma partido…

Sim. Para mim, isso é mais importante do que o envolvimento dos militares. Quando comecei a prestar atenção no debate sobre o impeachment, eu pensava: “Não pode ser golpe, porque está sendo conduzido sob a autoridade de um tribunal legítimo”. Para mim era um bom argumento. Perguntei a Dilma e a Lula nas entrevistas que fiz: como pode ser um golpe se é um tribunal legítimo? Mas agora a legitimidade desse tribunal fica totalmente duvidosa.

Como avalia a queda do Brasil no ranking de liberdade de imprensa da respeitada ONG Repórteres Sem Fronteiras? O Brasil ocupava o 58º lugar em 2010 e hoje ocupa o 104º posto? A Reporters Sans Frontières disse literalmente: “O problema dos ‘coronéis midiáticos’, que descrevemos em 2013 no relatório ‘O País dos 30 Berlusconis’, continua intocável”.

O Brasil ficou atrás de El Salvador, Peru e Libéria. Essa organização é muito respeitada no mundo inteiro, porque não se envolve em nenhum debate político nos países, atua apenas como um observador.

A Reporters Sans Frontières disse isso de uma forma clara e absoluta, condenando a mídia brasileira e dizendo que os jornalistas não estão se comportando como profissionais, mas tentando influir na queda da presidenta Dilma.

Outra forma de avaliar a liberdade e o pluralismo da imprensa brasileira foi em relação ao assassinato de jornalistas em cidades pequenas, a concentração de empresas jornalísticas nas mãos de poucas famílias e a conexão com a classe política, tentando forçar a saída de Dilma, o que contradiz a liberdade de imprensa.

A avaliação da RSF foi tão severa com a mídia brasileira que fiquei chocado e surpreso, pois eles em geral não são tão explícitos nos seus julgamentos. Imagino que isso deve ter causado muita vergonha no Estadão,Folha, Globo, Veja e IstoÉ.

Mas eles não deram essa notícia. “O que é ruim, a gente esconde”, foi uma frase dita por um ministro que falava sem saber que o microfone estava aberto. Faz algum tempo, mas nada mudou.

Em todos os lugares onde vou falo disso justamente, porque não vejo ninguém falar. Na gravação de Jucá, ele disse que a imprensa estava insistindo na saí­da de Dilma, nitidamente tomando partido. Ele deixou tudo muito claro.

No Brasil, o povo vê o que a mídia quer que ele veja…

Você viu o que o Jornal Nacional fez para noticiar essas gravações? Eles deram 20 segundos no começo, depois 15 outras reportagens sobre zika, o tempo, a Venezuela. Os últimos dez minutos foram para comentar as gravações, mas sem falar do envolvimento dos militares nem a tentativa de impedir a Lava Jato. Disseram que Temer afirmou que “agora tudo está certo”.

O que falta ao Brasil para ter maior pluralidade na mídia?

Vi críticas ao PT por não ter feito quase nada nesse sentido. Nos EUA, há leis mais leves, aliás, do que na Inglaterra e na França. Se existem instituições fortes e maduras, não há problemas. Havia a TV Brasil, onde o Temer já mudou as regras. Para mim, muito mais promissora é a internet.

Vai mudar tudo. Jovens de menos de 25 anos não veem tevê, não leem jornal. Estão no Facebook, Twitter e leem os jornais estrangeiros na internet. Acho essa opção melhor que leis para regular e controlar.

Na França, por exemplo, o governo subvenciona os jornais para garantir o pluralismo. O governo não quer nem que o jornal comunista L’Humanité desapareça. O pluralismo na imprensa é importante para a democracia francesa. O leque ideológico da imprensa é enorme.

Mas é preciso que haja maturidade política e democracia. Na Argentina, a primeira coisa que Mauricio Macri fez foi mudar a lei de mídia.

De onde você vem? Qual a sua história familiar a explicar seu interesse por política, seu engajamento?

Meu avô me influenciou muito quando eu era criança. Ele foi vereador na nossa cidade, um político que sempre lutou contra as injustiças. Quando me tornei advogado, me especializei em Direito Constitucional e me distanciei da política. Depois do 11 de Setembro, eu morava em Nova York e via as mudanças nos direitos constitucionais irem no mau sentido.

Comecei a voltar os olhos para a política. Mas era advogado. Comecei a ler blogs porque a mídia não cobria de forma inteligente e contestadora o modo como os Estados Unidos se conduziam. Em 2005, decidi criar um blog para me comunicar com os blogueiros que estava lendo e rapidamente me transformei em jornalista.

Dá para fazer um paralelo entre a falta de crítica da mídia americana no pós 11 de Setembro e a situação dos grandes jornais brasileiros hoje, tão partidarizados?

Sim. Aderiram à invasão do Iraque de forma bastante acrítica. Depois, o New York Times pediu desculpas, mas na época o apoio foi integral, com um discurso muito nacionalista. A imprensa americana sabe que uma grande parte da população presta pouca atenção à política e, por isso, é facilmente manipulável.

Mas mesmo naquela época, quando o jornalismo se tornou horrível e perigoso, havia espaço no New York Times e Washington Post, às vezes na tevê, para argumentações contra a invasão do Iraque, desafiando crenças da maioria dos que apoiavam a guerra. Aqui no Brasil, no Globo, por exemplo, não há quase nada que conteste o impeachment. Esse pensamento único me dá medo, pois é algo muito perigoso.

Você se considera uma pessoa de esquerda?

Existe esse debate: ele é de esquerda, libertário, independente, muitas pessoas tentam me colocar numa caixa. Não gosto, porque acho que é uma forma de as pessoas começarem a ignorar seus argumentos. Tenho opiniões, claro, e há assuntos em que acho que estou à esquerda, mas em outros não. Tento evitar pensar me posicionando dessa forma.

Como analisa a entrega do pré-sal brasileiro às multinacionais nesse contexto?

O representante do governo interino já estava em Nova York na semana passada para encontrar grupos de Wall Street. Já se deixou claro que a intenção é privatizar muitas coisas, inclusive parte da Petrobras. Sempre que vimos acelerar esse tipo de privatização em diversos países, os processos foram recheados pela corrupção.

José Serra, atual ministro das Relações Exteriores, afirmou que a política externa agora pretende dar menos importância aos tratados internacionais e multilaterais e privilegiar relações baratas, além de estreitar relações com os EUA.

Numa entrevista recente, um repórter fez uma pergunta sobre a espionagem dos EUA ao Brasil, citando a NSA, e ele perguntou: “O que é NSA?” Revelou que o objetivo de sua política é reforçar o relacionamento com os EUA.

O golpe de 1964 deu-se com a cumplicidade e a ajuda de Washington. No dia seguinte à votação do impeachment na Câmara, o candidato a vice na chapa de Aécio Neves, senador Aloysio Nunes Ferreira, foi aos EUA, onde se encontrou com autoridades do Departamento de Estado. Qual o papel dos EUA no atual golpe?

Não há evidências de que os EUA estejam envolvidos no processo do impeach­ment. Não que eu saiba. Mas isso não diz muito. Qualquer envolvimento americano seria discreto. Creio que a direita brasileira não conduziria esse processo sem a aprovação dos EUA.

E também está claro que os EUA têm preferência por governos à direita na América Latina, porque são mais abertos ao capital internacional, enquanto a esquerda reforçou iniciativas como o Mercosul e os BRICS. Não sei que tipo de apoio estão dando, se estão planejando e encorajando, mas certamente demonstram aprovação.

O que aconteceria a um juiz americano se tomasse posições claramente partidárias, participasse de eventos de organizações ligadas a partidos ou de órgaos da imprensa, como faz, por exemplo, o juiz Sergio Moro?

Nos EUA, isso seria impensável. O Poder Judiciário aqui é muito forte. Um juiz pode grampear conversas, mandar alguém para a prisão, manter alguém numa cela por 20 anos. É um poder extremo. Para aceitarmos esse poder, é preciso manter muito claros os limites não só das leis, mas das instituições.

O Judiciá­rio precisa estar acima de personalidades, exercer suas funções com objetividade e isenção. Moro virou um herói coberto de elogios. Acho que isso o está afetando muito. Nos EUA, esse protagonismo de um juiz jamais seria permitido.

DILMA, QUE JUNTO COM O POVO TRANSCENDEU EM DILMOCRACIA, NÃO É PSICANALISTA, MAS FEZ O DIAGNÓSTICO PRECISO DE TEMER: ”É PEQUENO E MESQUINHO”

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A psicanálise diagnostica uma pessoa mesquinha como alguém que na infância sofreu fortes frustrações por força de atos repressores desencadeados pelos pais. Esses atos aos reprimirem o desejo de prazer investido pela criança no pai ou na mãe produziram nela rastros profundos de medos reprimidos por suas censuras ao imaginar ter cometido algo errado que merece castigo. Aí a culpa que na vida adulta se apresenta como inveja, ódio e necessidade de vingança compulsiva. Muitas vezes como necessidade compulsiva de ser punido.

Tudo que é ilegítimo tem em sua constituição elementos claros de frustrações projetadas em sociedade como busca sublimada do desejo reprimido. Uma espécie de prótese, ou máscara, fantasiosa gratificante para o medroso-invejoso. No sujeito-sujeitado, frustrado, a mesquinhez se torna o leitmotiv das projeções do invejoso sobre aqueles que ele tem em conta como seus inimigos. Porém, todas estas projeções invejosas, traduzidas como atos mesquinhos, não passam de exaltação e confirmação de que a pessoa invejada é na verdade grandiosa e superior. Por isso, o ódio-invejoso contra sua superioridade.

A presidenta Dilma Vana Rousseff afastada do governo popular eleita com mais de 54 milhões de votos por golpistas invejosos e medrosos, como afirmou o senador, Romero Jucá, em gravação de Sérgio Machado, em função de sua vontade de potência que lhe faz combativa tenaz na busca de seus direitos junto com a maioria do povo brasileiro de todas as instâncias da sociedade, é hoje um conceito que despontou nacional e internacionalmente: Dilmocracia. Dilma composta com o povo-democracia.

Transcendida em sua atuação junto com povo em busca do resgate da democracia no Brasil usurpada pelos golpistas, a dilmocracia exacerbou nos invejosos mais ódios. Aí um dos fortes corpos que levaram Temer, a recorrer à força para extrair da presidenta, direitos como alimentação e transporte. Atitude invejosamente-mesquinha que explicitou para a maioria do povo brasileiro quem é o golpista-mor, Temer.

Dilma penetrou nos subterrâneos da mente de Temer e, mesmo não sendo psicanalista, expôs para o Brasil o inconsciente tenebroso que nem ele sabe que lhe transporta. Não sabe, porque, como diz Freud, o “ouvido não é o vivido”.

“O governo interino é pequeno e mesquinho. O que explica nesse momento é que precisam de uma ruptura democrática para viabilizar outras, que não passam pelo processo eleitoral.  

Estão testando sistematicamente as características de um regime democrático. Tentam proibir meu direito de defesa nas instâncias da Câmara e do Senado. Tentam transformar o Palácio da Alvorada em uma “prisão dourada” colocando uma barreira. Criam obstáculos para o meu direito de ir e vir. Ainda apresentam todas as sortes de armadilhas. Me obrigam a responder se foi golpe ou não.

A lei que rege o impeachment é absolutamente arcaica. É estarrecedor que, sem nenhum voto, um governo provisório e interino assuma a condução do país e desmantele o seu aparato institucional.

Ninguém é ingênuo para não saber que a grande briga é no Senado. Temos que ter 28 votos no Senado, mas a briga é ganha porque os senhores senadores fazem parte da sociedade, mas é ganha por todos que acreditamos na democracia”, afirmou a presidenta Dilmocracia.

Escute e veja o vídeo com a fala de Dilmocracia na íntegra.

Dilma, para devolver ao povo o que é do povo: a escolha do futuro

Roberto Stuckert Filho/PR

A resistência ao golpe precisa construir uma pauta de nação que agregue à luta pela legalidade uma dimensão mudancista.

por: Saul Leblon

Qualquer observador realista sabe que a ruptura representada por um golpe militar ou constitucional abre trincas duradouras na vida da sociedade.

Atravessado o Rubicão, dificilmente se retorna ao ponto original, ainda que os golpistas sejam derrotados.

Não há motivos para imaginar que será diferente no Brasil de 2016.

O golpe de 12 de maio evidenciou uma beligerância conservadora que soube construir as condições necessárias ao assalto ao poder, num esforço de convencimento, e autoconvencimento, ao longo de quatro derrotas em escrutínios presidenciais.

Estamos falando de um jogo de tentativa e erro de desestabilização de 14 anos.

Talvez até mais antigo.

O economista Eduardo Fagnani, da Unicamp (leia nesta pág. a transcrição do artigo de Joana Rozowykwiat para o Portal Vermelho) acredita que ‘as elites financeiras jamais aceitaram que o movimento social dos anos 70 e 80 introduzisse direitos sociais na Constituição de 1988.

‘Esses direitos capturam cerca de 10% do PIB’, estima Fagnani.

O golpe incluiria, assim, interesses longamente sedimentados na busca da oportunidade para arrombar a Carta Cidadã e retirar dali o que acreditam lhes pertencer.

‘É uma disputa por recursos públicos: o capital quer de volta os 10% do PIB da seguridade social’, reafirma o professor da Unicamp.

Talvez seja até mais que isso também.

Uma ação feroz se pôs em marcha nos últimos anos diante da encruzilhada do desenvolvimento brasileiro.

Insista-se nesse divisor: um ciclo de crescimento se esgotou, antecipado pelos esforços para mitigar o impacto da crise mundial no país; outro precisa ser pactuado.

A sociedade terá que fazer escolhas nessa travessia.

A opção por maior igualdade, direitos e cidadania exigirá deslocar o eixo fiscal na direção de maior justiça tributária.

A riqueza financeira terá que pagar mais.

Hoje ela paga pouco em proporção a sua fatia no bolo –dividendos são isentos; bancos recolhem menos que assalariados; o capital estrangeiro não é tributado quando investe em títulos públicos para lucrar com a arbitragem global de juros.

Etc.

O golpe é a resposta de uma elite que optou por jogar a sociedade nas mãos da escória política com a tarefa de tornar a inclusão social tão rígida quanto o eletrocardiograma de um morto.

Os que hoje se avocam em depuradores da nação entendem desse açougue.

Eles sangraram Getúlio em 54; sangraram a reforma agrária em 1964; sangraram a Petrobras em 1997; sangraram a Vale do Rio Doce; sangraram o salário mínimo por décadas; sangraram o BNDES; sangraram a Lei de Remessa de Lucros; sangraram a CPMF em 2006; sangrariam Lula em 2005 (se ele não reagisse)…

Sangram até hoje a Constituição de 88 no capítulo das comunicações — artigo 220, parágrafo 5º, onde se diz que os meios de informação não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio.

Agora prometem travar as mandíbulas na jugular do povo brasileiro instaurando a longa noite da supressão dos direitos sociais.

‘Querem 10% do PIB’, como diz o professor da Unicamp; talvez para reforçar os 9% já alocados ao pagamento de juros aos rentistas da dívida pública.

Essa é a mensagem contida no enunciado geral dos interventores da área econômica.

Não há qualquer disposição de repactuar o destino da sociedade e a destinação do seu desenvolvimento.

O mercado decide.

E essa supremacia, no caso do SUS e das aposentadorias, por exemplo, resume a violência antissocial nisso que se instalou no poder em 12 de maio.

O conjunto, se subsistir, dificilmente poderá se dissociar de uma espiral repressiva como a que empurrou 1964 para 1969.

Consolidada a quaresma, as bases do desenvolvimento estarão comprometidas por anos, possivelmente, décadas. Não se fala  de crescimento, mas da destinação da riqueza.

A resistência ao golpe, porém, não saiu do sofá ou das periferias apenas para devolver a nação ao lugar em que estava antes de ser abalroada pelos guardiões do mercado.

Ao contrário.

A demanda que está no ar requer profunda revisão na política econômica adotada em janeiro de 2015, quando o governo apostou sua cabeça na aliança com personagens, setores e forças que a cortariam sem pudor 16 meses depois.

Entre os algozes figuram o vice-presidente da República, o presidente da Câmara, o Supremo Tribunal Federal, a mídia e o Exército, ademais do empresariado engasgado em subsídios oficiais.

Esse retrospecto não endossa projetos exclamativos que descartam a negociação (entre interesses contrapostos, por definição)  na longa marcha para se construir uma verdadeira democracia social no país.

Ao contrário.

É a capacidade de liderar essa travessia que está em jogo nos dias que correm.

Ela inclui requisitos não contemplados anteriormente.

O economista Ianis Varoufakis, ex-ministro das finanças da Grécia, que experimentou na carne as feridas de uma negociação com o capital globalizado, extraiu desse convívio uma lição oportuna para o Brasil.

‘Só tem algo a negociar quem está preparado para romper’.

O PT e o governo legítimo da nação não se prepararam. E por essa capacitação não se entenda um curso de retórica.

Desdenhou-se do principal: ferramentas organizativas e de comunicação indispensáveis  à prerrogativa  da sociedade sobre o seu futuro  e o seu desenvolvimento.

O preço da imprevidência está sendo cobrado em espécie, em libras peso de carne do próprio pescoço, mas também da identidade e da alma.

Imaginar que é possível obter indulgência dos capitais para ‘sanar’ as inconsistências de um ciclo de desenvolvimento em direção a outro, é quase acreditar na mão invisível dos mercados.

A ambiguidade atordoa e joga a sociedade nas cordas, de onde não consegue mais se erguer. Quando o faz, não sabe para onde ir, recaindo em prostração.

Foi o que ocorreu após a guinada ortodoxa do governo reeleito em 2014.

Lição inestimável: o apelo às ruas agora não pode se tornar um adereço ornamental como ocorreu nas campanhas presidenciais depois de 2002.

Evita-lo exige que a resistência inicial quase espontânea ao golpe dê um salto capaz de formular uma pauta de nação.

Um outro nome para isso seria agenda de repactuação do desenvolvimento.

É preciso esboça-la desde já para aglutinar a forças capazes de reverter golpe.

Uma nova eleição presidencial, associada a uma Constituinte específica para a reforma política, pode ser uma versão institucional desse mutirão.

Mas é apenas uma forma — insuficiente se não se fizer acompanhar de alternativas substantivas à encruzilhada atual.

O pós-golpe, repita-se, jamais será o retorno ao país anterior a 12 de maio.

Aquele Brasil não existe mais.

Embora os desafios sejam qualitativamente os mesmos debatidos na eleição de 2014, a intensidade mudou a qualidade.

Para se retomar o crescimento é necessário uma reordenação negociada do poder e da economia, que magnetize a nação adicionando uma dimensão mudancista à luta contra o golpe.

Não faz parte dessa pavimentação  iludir a sociedade com a possibilidade de amplos consensos entre interesses antagônicos, nem de hegemonias retóricas desprovidas de contrapartida na correlação de forças.

Faz parte da resistência resgatar o papel pedagógico da democracia na mediação dos confrontos do desenvolvimento.

Apesar do alarido massacrante do jogral conservador por soluções ‘definitivas’ para a disputa pela riqueza –agora deslocada para a esfera fiscal–  ainda é disso que se trata.

De metas, salvaguardas e concessões politicamente negociadas em grandes câmaras setoriais.

De compromissos para preços e salários; para o emprego e o investimento.

De metas para o juro e o equilíbrio fiscal; para a produtividade e o PIB.

De acordos e parâmetros de curto, médio e longo prazo para a retomada do investimento  em obras de infraestrutura.

Enfim, da sociliazação de macrodecisões entre o capital, o Estado e a sociedade, de modo a assegurar um fôlego persistente à caldeira do investimento, da produtividade, da renda, do emprego, dos direitos e da cidadania plena.

Sobretudo, é preciso dizer à rua que não há alternativa para o país na ‘ciência econômica’ vendida pelos charlatões do mercado.

A economia brasileira não tem problemas insolúveis –exceto se quiser ‘sanear’ os conflitos do desenvolvimento com calculadoras, à margem da democracia.

O país dispõe de alavancas potenciais como o mercado interno poderoso, a força do pré-sal, o agronegócio, uma larga  fronteira de infraestrutura por construir e o câmbio agora estimulante para rejuvenescer o investimento fabril.

Falta dar a isso um arcabouço de reordenação pactuada, alternativa à receita golpista.

Uma parte da resposta está nas ruas.

A resistência democrática em todo o país é um bem-vindo desmentido à tese de que o ‘ciclo lulopetista’ – segundo este ponto de vista, um misto de clientelismo e conciliação–  teria corroído de forma letal a capacidade criativa da sociedade em defesa de seus direitos.

Mas é exatamente esse desmentido que realça o flanco do qual muitos já se ressentiam, desde a crise do mensalão, em 2005/06

Carece a nação de uma agenda debatida e pactuada para transformar os avanços dos últimos anos no chão firme de um novo estirão de crescimento.

Preencher essa lacuna é o cerne da luta pela legalidade.

É o que dará sentido renovado à volta da legítima detentora da cadeira presidencial usurpada no Palácio do Planalto

Não como a condutora de uma viagem ao passado.

Mas como a portadora de um mandato renovado contra o arrocho.

E, sobretudo, como a fiadora da ponte que devolverá ao povo o que é do povo: as escolhas do futuro brasileiro.

DOM ORVANDIL PEDIU QUE ROMÁRIO CONSIDERASSE SEU VOTO NO SENADO. O RELIGIOSO ESQUECEU QUEM É O DEUS-DINHEIRO. ROMÁRIU PEDIU A TEMER UMA DIRETORIA EM FURNAS

1ae8Romário vem sendo tido como o Tiririca do Senado. Porém, logo nos primeiros dias da usurpação do governo Dilma Vana Rousseff e da ofensa à democracia com o golpe executado pelas forças mais reacionárias, ambiciosas e grotescas da sociedade brasileira, ele ensaiou uma mudança em seu comportamento em relação ao golpista-maior. Alguns fantasiaram que ele mudara sua postura frente ao golpe. O que poderia ser contado como um voto contra o golpe. O fato foi alardeado pelos incautos. Talvez alguns vascaínos e flamenguistas, que conhecem o cara, tenham ficado impressionados.

Romário foi um jogador que na falta de craque em sua época, como continua ainda hoje, como exemplo o firuleiro Neymar, soube muito bem realizar seu marketing. Claro que não sozinho. Teve ajuda da TV Globo que, segundo afirmam, era protegido de Roberto Marinho. Depois passou a ser amigo de Eurico Miranda. Que dispensa comentários.

O certo é que Romário foi eleito com votos dos dois times cariocas rivais, mas que se uniram nessa empreitada, já que Romário sabe dessa coisa de fazer charme e levar a melhor. Mas, Romário continuou com a consciência do jogador de futebol senso comum que soube muito bem explorar sua imagem construída pelos meios de comunicações futebolísticos, territórios de anêmicas inteligências. Salvo algumas exceções como José Trajano, Juca Kfuri, entre poucos.

Daí que não se pode esperar de Romário uma erudição e um engajamento político de um Sócrates, Afonsinho, Wladimir, Paulo César Caju, Maradona, Marcial, e outros que foram jogadores de futebol, mas homens de inteligências superiores ao meio que transitaram profissionalmente e que entenderam que futebol é brincadeira infantil e continua infantil mesmo quando o capitalismo impõe a condição de profissional. Na verdade, um eufemismo quando relacionado com outras profissões em que as vidas estão comprometidas. Futebol é um divertimento, por isso é play, jogo, brincadeira.

Foi então que Dom Orvandil, há poucos dias, resolveu escrever uma carta a Romário pedindo que ele observasse com firme consciência seu voto quando da votação do golpe nos próximos meses. O religioso, um homem engajado nas causas dos pobres, sabendo que Romário foi de família pobre no subúrbio do Rio, imaginou que o ex-jogador poderia ajudar na mudança do itinerário do golpe.

Entretanto, o religioso, envolvido por sua forte religiosidade, não viu que o dinheiro como deus do capitalismo, é o grande e sincero amor dos golpistas. Não foi por outro ente que todos os parlamentares votaram a favor do golpe. Por tal, enquanto Dom Orvandil rezava pela mudança do voto de Romário, ele, Romário, barganhava com Temer uma diretoria em Furnas. Empresa em que Aécio está afundado além da cabeça acusado de dirigir um esquema de corrupção.

Dom Orvandil escreveu também no dia 6, segunda-feira, uma conclamação ao senador Cristovam Buarque para defender a democracia.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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