Arquivo para 15 de junho de 2016

LISTA DE DELAÇÃO DE SÉRGIO MACHADO NÃO PARA. DEPOIS DE AFIRMAR QUE TEMER RECEBEU DINHEIRO DA PETROBRÁS, AGORA É AÉCIO: R$ 1 MILHÃO DE PROPINA

 

 

Resultado de imagem para imagens de aécioEssa quarta-feira é a quarta-feira que se destaca na história das semanas dos últimos meses em Brasília. E por que não dizer, no Brasil? É Cunha, é delação possível de Cunha, é pavor no meio dos golpistas, é tentativa de reverter à cassação no Conselho de Ética por Cunha, Temer tremendo mais do que vara de bambu na correnteza, Temer é citado na lista do delator Sérgio Machado, membros do PSDB, PPS, DEM, golpistas de todos os naipes citados na lista anticorrupção.

             E para completar – embora já se soubesse, mas não com afirmação -, Sérgio Machado delator, delatou Aécio Cunha. O ressentindo presidente do partido da burguesia ignara, PSDB, recebeu, segundo Machado, a quantia de R$ 1 milhão de reais de R$ 7 milhões que fora propinado para o PSDB. Só em 1998. Grana propinada que ajudou na reeleição de Fernando Henrique, Honesto, Cardoso. Os dois personagens atuantes no golpe que afastou a presidenta eleita com mais 54 milhões de votos e colocou no cargo usurpado o golpista predador Temer. Que nessa quarta-feira está mais tremendo do que falso trapezista na corda bamba.

 

INDICADO PELO GOLPISTA TEMER PARA FALAR SOBRE O CASO CUNHA, GEDDEL, MINISTRO DO GOLPE, DISSE QUE “A CONTA VAI SER ALTA”

 

conselho de ética

             Não poderia ser diferente. O pedido de cassação de Eduardo Cunha pela Comissão de Ética e Decoro Parlamentar deixou o grupo inteiro dos golpistas em total apreensão. Apreensão que já existia muito antes da concretização do golpe. Ainda no período de conspiração promovido pelas forças mais obscuras e trevosas da sociedade brasileira.     

     Isto porque, os próprios trevosos sabiam quem era e quem é Eduardo Cunha. Uma espécie vingativa, como todo ressentido, porque é dominado por corpos invejosos e odientos. Como todos os golpistas. Eduardo Cunha, no sentido do ressentimento, da inveja e do ódio, é o reflexo do corpo golpista. Todos os golpistas se sentem refletidos em Eduardo Cunha. O exemplo de ato vingativo: Temer cerceando os movimentos de Dilma. Aí a apreensão.

       O grupo golpista é uma espécie de roupa confeccionada em crochê: puxou a ponta de um fio desfaz toda a roupa. Aí o visível motivo da apreensão em seu estado mais alto. Eduardo Cunha, não é Deus e nem podia Sê-lo, porém conhece os passos e os atos de todos. Ele é a sombra paranoico de todos os golpistas, por isso eles jamais conseguirão se desvencilhar dela. Nem negociando com o Diabo, porque é certo que o próprio Diabo não quer fazer negócio com esse tipo de gente. O Diabo não gosta de covarde, já dizia Fausto.

       Foi então que dominado pela apreensão-mor, Temer, procurando se esquivar do caso Eduardo Cunha, e se iludindo que Cunha não tem memória ou é fiel amigo, recatado e do lar, mandou seu ministro, secretário de governo, o manjadíssimo Geddel, ‘vai às compras’ como lhe alcunhava Antônio Carlos Magalhães, Toninho Malvadeza, tratar do assunto revanchista.

       Geddel afirmou que Temer não iria comentar o assunto porque o caso é da alçada da Câmara e que o Executivo não quer interferir em outro Poder e que é preciso “parar de existir interferência entre os poderes da República”. Como se o golpe não tivesse sido o resultado da interferência de poderes no Executivo, representado por Dilma.

       Mas Geddel, que é amigo de Eduardo Cunha, não conseguiu ser muito fiel com seu patrão-golpista Temer e falou em boca pequena o Brasil sabe em boca grande:

         “A conta vai ser alta. Para o PMDB como todo, para os aliados do deputado afastado e para o governo interino (Temer)”, afirmou Geddel que também já foi denunciado em delação premiada de tanto ir “às compras”.   

 

EDUARDO CUNHA PODE RENUNCIAR E FAZER DELAÇÃO PREMIADA ATINGINDO MUITOS, MAS PARA A DEMOCRACIA SÓ IMPORTA A QUEDA DE TEMER. O GOLPE JÁ FOI CONSUMADO

ff662c18-4db0-4823-9a36-0a1aa96ffe63O que ocorre atualmente com o golpista vingativo, Eduardo Cunha, pouco importa para os que estão com suas potências produtivas encadeadas com os governos populares. A sua decisão de aceitar o pedido do golpe e sua concretização contra o governo Dilma Vana Rousseff eleita com mais de 54 milhões de votos, já se consumou.  

Assim, como também pouco importou o pedido de seu afastamento da presidência da Câmara Federal feito pelo ministro Teori, do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator da Lava Jato, depois de cinco meses que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, havia se pronunciado ao STF pelo seu afastamento do cargo.

Se Teori tivesse agido com brevidade, apresentando os mesmos motivos apresentados por Janot para o afastamento de Eduardo Cunha, não teria havido o golpe. Mas tudo não passa de um “se” desativado, sem qualquer potência produtiva como é necessária à democracia. Além do mais, não se sabe qual foi o motivo que levou o ministro a tanta postergação. Embora as gravações de Sérgio Machado com Jucá, Renan e Sarney possam mostrar uma possível objetivação motivadora. Assim, como o envio das investigações contra Lula a Moro.

Agora, que o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar votou pela cassação de Eduardo Cunha, se especula que ele tende a renunciar e fazer delação premiada para salvaguardar sua esbanjadora mulher e sua filha da Lava Jato. A mulher já ré. Entretanto, antes se espalhavam em bocas de Matildes que ele ia recorrer a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ), visto que ele tem um fiel parceiro como presidente Osmar Serraglio (PMDB/PR).

Eduardo Cunha sempre afirmou que jamais renunciaria. Quando indagado sobre a possibilidade ele vociferara agredindo o alcoviteiro. Como todo personagem de partidos reacionários não tem em suas palavras o corpo ético, tudo se pode esperar deles. “Mas, o senhor disse…”. “Eu não disse! E se eu disse, eu desdigo, entendeu?!”.  É essa a lógica ilógica desses tipos.

Para a maior parte da sociedade brasileira, cuja dimensão democrática é o espírito que lhe move comunitariamente, se ocorrerem às delações de Eduardo Cunha, nesse bojo, só interessa as que envolvem Temer para que ele seja deposto do cargo que usurpou. E que a presidenta Dilma possa ser reconduzida ao cargo que jamais deveria ter sido tirada.

Quanto à prisão e condenação de Eduardo Cunha, isso é da alçada da dita Justiça que não foi justa com Dilma. Há quem queira vingança. Que ele deve pagar pelos crimes que cometeu ao se apossar do dinheiro público. Esse querer é justo, mas não vai devolver ao Brasil a normalidade democrática que foi interrompida com o golpe e transformou o País em um cenário de aviltamento à democracia por obra dos atos predadores praticados pelo golpista-mor Temer & seus cúmplices.

 

 

DONA ONETE, A MUSA DO CARIMBÓ, AFIRMA QUE OS GOLPISTAS “NÃO SABEM FAZER” POR ISSO DESTREM.

Dona Onete manda seu recado aos golpistas: "Amar sem Temer"

Veja o vídeo divulgado pelo Mídia Ninja em que a cantora, compositora e musa do carimbó, Dona Onete, professora de História e Estudos Paraense e que já foi secretária de Cultura do Estado do Pará, afirma sua posição contra os golpistas comandados pelo golpista-mor, Temer, que estão desmontando o País..

A rua cobra uma resposta crível contra o arrocho

Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Trata-se de repor o curso da nação no trilho da democracia social. E não apenas de fixar uma lápide exclamativa no acostamento da história.

por: Saul Leblon

A resistência democrática consolidou um enorme avanço no dia nacional de luta da última sexta-feira (10/06)

Com menos de um mês de iniciativas e mobilizações esparsas, as frentes progressistas provaram sua capacidade de articulação, ao realizarem um protesto massivo contra o golpe em todo o país.

Milhares de pessoas tomaram as ruas do Brasil, com ecos notáveis no exterior e a consolidação de um sentimento que adicionou uma nova legenda ao vocabulário político e cultural da sociedade: ‘Primeiramente, fora Temer’.

Não é pouco.

Quando a alma de uma nação consegue encontrar seu idioma comum, capaz de traduzir e catalisar sentimentos, demandas, setores, opressões e revoltas novas e velhas, coisas extraordinárias podem acontecer.

Essa antessala do novo – e como tal, criativa, colorida e ecumênica–  está delineada no Brasil.

Expressa-se em intervenções ininterruptas, que vazam de manifestações programadas para escrachos espontâneos, de gritos abusados nas ruas e restaurantes, a protestos solenes nos palcos, do funk da periferia a cineastas em Cannes, de torcidas de futebol a balés clássicos, das organizações GLST a chefs de cozinha…

Basta uma frase impressa em sulfite, guardada no bolso ou na bolsa.

Como explicou a atriz Roberta Estrela D’Alva, em reportagem na Folha (‘No calor da hora), este é o novo artigo de primeira necessidade no Brasil pós-golpe: uma folha de sulfite escrito ‘Fora Temer’  — ‘sempre pode ter uma câmera da rede golpe gravando ao vivo’, diz ela.

Se antessala está erguida, falta definir a arquitetura do resto da construção renovadora.

As ruas do Brasil sabem o que não querem.

O arrocho golpista que uniu a escória política, a plutocracia, a mídia, esferas do judiciário e a rapinagem internacional pretende congelar por décadas o valor real do orçamento público.

Significa, na prática, impor o Estado mínimo à sociedade através de uma  fórmula de aparente sensatez contábil, da qual se exclui ardilosamente uma variável chave: a tributação do grande dinheiro (operações financeiras de estrangeiros e dividendos, por exemplo) e a progressividade tributária das grandes fortunas.

Se o ardil se efetivar, calcula-se uma perda anual de gastos –sobretudo nas áreas sociais– de R$50 bi, comparativamente à manutenção do padrão de crescimento real nos últimos anos.

Daí desmonte antecipado e o esvaziamento paralisante de áreas e ministérios marcados para morrer de inanição orçamentária.

O país deixou claro que não aceita a solução que pretende empurrar a pasta de dente de volta ao tubo da exclusão e da desigualdade.

Um vazio, porém, ficou patente nos discursos proferidos pelas lideranças ovacionadas nas ruas do país última sexta-feira, como aconteceu com Lula, em São Paulo, aclamado por cerca de 100 mil pessoas na avenida Paulista.

Falta um arremate à narrativa da luta pela legalidade.

Falta unificar os pilares da ponte capaz de interligar a retomada do poder pela Presidenta Dilma Rousseff e o day after da nação –sendo que a própria Presidenta admite a necessidade de se repactuar a nação, ou ninguém a governará.

A incógnita não permanece em aberto por acaso.

Num certo sentido, ela foi o motor subjacente à encruzilhada que levou o país ao golpe.

As bases do pacto que sustentou a última década de desenvolvimento desapareceram.

O que poderá sucedê-las e, sobretudo, quem acumulará a força e o consentimento necessários para conduzir a negociação do trajeto futuro?

Enquanto o país crescia havia margem de manobra para se negociar o passo seguinte com o centro gelatinoso, pragmático, fisiológico e essencialmente conservador que sempre predominou no congresso.

Ao primeiro sinal do colapso da engrenagem, essa força ‘desfrutável’ sofreu violenta mutação.

Com agenda própria de negócios, como disse Dilma na mencionada entrevista a Nassif, concluiu sua baldeação para a direita –e a extrema direita–  sob a liderança da expressão mais transparente da escória parlamentar: Eduardo Cunha

Poderia ter sido diferente?

Dilma na Rede TV admitiu ter se aliado a pessoas erradas. E Lula, na Paulista, refez os cálculos de 1993, quando afirmou que o Congresso tinha 300 picaretas.

O ex-presidente acredita que desde então o quórum se ampliou.

Isso repõe em novas bases de redobrada urgência a incógnita subjacente ao arremate que faltou tanto no discurso do ex-presidente na Paulista, quanto no de Guilherme Boulos, e por certo no de lideranças importantes de norte a sul do país, na última sexta-feira.

Qual será a nova institucionalidade capaz de repactuar a nação e o seu desenvolvimento, diante do crepúsculo de um centro que se transmudou de criatura em criador?

A polarização, diga-se, não é exclusividade brasileira.

Trata-se de um traço da montanha desordenada de ruínas institucionais e sociais que se evidenciou em 2008, após quarenta anos de hegemonia neoliberal e sua correspondente corrosão do ambiente do trabalho, dos direitos sociais e da democracia.

A esfinge ronda o campo progressista desde as articulações para a reeleição de Dilma, em 2014 e explica, em parte, ao menos, a própria guinada ortodoxa do início do seu segundo governo  –claro sinal de dissolução estratégica e política.

A impressionante –e ainda pouco analisada—irrupção da resistência quase espontânea ao golpe adiou por um momento o debate desse esgotamento de ciclo.

Mas a própria aceleração das mobilizações o repôs novamente, agora em termos incisivos, como que a dizer às lideranças novas e velhas que estão à frente da luta contra o golpe: ‘decifra-me ou te devoro’.

O editorial de Carta Maior da última semana trata justamente desse divisor crucial ao deixar claro que não basta eleger uma ponte de transição entre a volta de Dilma e o day after da governabilidade.

É preciso dizer o que vai passar por ela –tenha ela a forma de um plebiscito ou de qualquer outra opção de consulta popular

‘A resistência ao golpe precisa construir uma pauta de nação que agregue à luta pela legalidade uma dimensão mudancista’, dizia o editorial.

Mais que isso: essa dimensão mudancista requer um equilíbrio justo entre mobilizar ruas e ocupar trincheiras até fisicamente para impedir o desmonte golpista, e a capacidade de negociar um novo pacto de desenvolvimento  –o que se faz entre interesses contrapostos, por definição.

As ruas cobram uma plataforma crível e factível de retomada do desenvolvimento contra o arrocho.

Trata-se de repor o curso da nação no trilho da democracia social. E não apenas de fixar uma lápide exclamativa no acostamento da história.  


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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