Arquivo para 28 de julho de 2016

DIANTE DA “CLARA FALTA DE IMPARCIALIDADE” DE MORO ADVOGADOS DE LUA ENTRAM COM RECURSO NA ONU PARA PROTEGER O EX-PRESIDENTE

 

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      Antes os advogados de Lula entraram com recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) para que Moro fosse o responsável pela investigação e julgamento do ex-presidente. O recurso se baseou no entendimento de que Moro não é um juiz que julga com imparcialidade seu constituinte. Então, como forma de manter segurança a Lula, os advogados entraram com um recurso no Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) para que Lula seja protegido do arbítrio.

       Para os advogados, que fizeram a declaração à imprensa em Londres, Moro apresenta “clara falta de imparcialidade”. Lula afirma, no recurso, que não é contra a investigação, mas que ela seja “justa e transparente”. Para os advogados Moro já mostrou prática de “atos ilegais” como a gravação das conversas de Lula com Dilma e que foram entregues a Rede Globo.

        Para sustentar que Moro encontra-se “irremediavelmente enviesado”, o recursos cita outras cortes interamericanas, e nessa condição Moro não tem condição de “julgá-lo e prendê-lo”, e que “se isso acontecer, que seja decidido por um juiz imparcial”, diz o recurso.

O LÚCIDO E ENGAJADO ARTIGO DE MAURO SANTAYANA – “O FASCISMO E SUA IMBECILIDADE ILÓGICA

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Célebre por seus estudos sobre a França de Vichy, Robert Paxton dizia que o fascismo se caracteriza por uma sucessão de cinco momentos históricos: a criação de seus movimentos; o aparelhamento do setor público; a conquista do poder legal; a conquista do Estado; e, finalmente, a radicalização dos fins e dos meios – incluída a violência política – por intermédio da guerra.

O fascismo de hoje se disfarça de “liberalismo” no plano político e de neoliberalismo no plano econômico.

Seu discurso e suas “guerras” podem ser dirigidos contra inimigos externos ou internos.

E sua verdadeira natureza não pode ser escondida por muito tempo quando multidões uniformizadas, quase sempre com cores e bandeiras nacionais, descobrem “líderes” dispostos a defender o racismo, a ditadura, o genocídio e a tortura.

Que, quase sempre, são falsa e artificialmente elevados à condição de deuses vingadores.

E passam a ter seus rostos exibidos em camisetas, faixas, cartazes, por uma turba tão cheirosa quanto ignara, irascível e intolerante, que os exalta com os mesmos slogans, em todos os lugares.

Repetindo sempre os mesmos mantras anticomunistas, “reformistas” e “moralistas” contra a política e seus representantes – contra o “perigo vermelho”, a “corrupção” e os “maus costumes”.

Uma diatribe que lembra as mesmas velhas promessas e “doutrina” de apoio a outros “salvadores da pátria” do passado – que curiosamente costumam aparecer em momentos de “crise” aumentados intencionalmente pela mídia, ou até mesmo, a priori, fabricados – como Hitler, Mussolini, Salazar e Pinochet, entre muitos outros.

Não importa que as “bandeiras”, como a do combate à corrupção – curiosamente sempre presente no discurso de todos eles – sejam artificialmente exageradas.

Não importa que, hipocritamente, em outras nações, o que em alguns países se condena seja institucionalizado, como nos EUA, por meio da regulamentação do lobby e do financiamento indireto, e bilionário, de políticos e partidos por grandes empresas.

Nem importa, afinal, que a democracia, contraditoriamente, embora imperfeita, aparentemente – por espelhar os defeitos próprios a cada sociedade – ainda seja, para os liberais clássicos, o melhor regime para conduzir o destino das nações e o da Humanidade.

Como ensina Paxton, na maioria das vezes os grupos fascistas iniciais sobrevivem para uma segunda fase, quando, como movimentos ou ainda como mera tendência, discurso ou doutrina – muitas vezes ainda não oficialmente elaborada – passam a se infiltrar e impregnar setores do Estado.

Esse é o caso, por exemplo, de “nichos” nas forças de segurança, no Judiciário e no Ministério Público, que passam então, também, a prestar dedicada “colaboração” ao mesmo objetivo de “limpeza” e “purificação” da Pátria.

Com o decisivo apoio de uma imprensa – normalmente dominada por três ou quatro famílias conservadoras, milionárias, retrógradas, entreguistas – que atua como instrumento de “costura” e “unificação” do “todo”, por meio da pregação constante dos objetivos a serem alcançados e da permanente glorificação, direta ou indireta, do “líder” maior do processo.

Não por acaso, Mussolini e Hitler foram capa da revista Time, o primeiro em 1923, o segundo em 1938, e de muitas outras publicações, em seus respectivos países, quando ainda estavam em ascensão.

Não por acaso, nas capas de jornais e revistas, principalmente as locais, eles foram precedidos por manchetes sensacionalistas e apocalípticos alertas sobre o caos, a destruição moral e o fracasso econômico.

Mesmo que em alguns países, por exemplo, a dívida pública (líquida e bruta) tenham diminuído desde 2002; a economia tenha avançado da décima-quarta para a oitava posição do mundo; a safra agrícola tenha duplicado; o PIB tenha saído de 504 bilhões para mais de 2 trilhões de dólares; e, apesar disso, tenha sido reunida, entre dinheiro pago em dívidas e aplicações em títulos externos, a quantia de 414 bilhões de dólares em reservas internacionais em pouco mais de 12 anos.

Da fabricação do consentimento que leva ao fascismo, e às terríveis consequências de sua imbecilidade ilógica e destrutiva, não faz parte apenas a exageração da perspectiva de crise.

É preciso atacar e sabotar grandes obras e meios de produção, aumentando o desemprego e a quebra de grandes e pequenas empresas, para criar, por meio do assassinato das expectativas, um clima de terror econômico que permita tatuar a marca da incompetência na testa daqueles que se quer derrubar e substituir no poder, no futuro.

Criando, no mesmo processo, “novas” e “inéditas” lideranças, mesmo que, do ponto de vista ideológico, o seu odor lembre o de carniça e o de naftalina.

Como se elas estivessem surgindo espontaneamente, do “coração do povo”, ou dos “homens de bem”, para livrar a nação da “crise” – muitas vezes por eles mesmos fabricada e “vitaminada” – e salvar o país.

Afinal, é sempre com a velha conversa de que irá “consertar” tudo, corrigindo a desagregação dos costumes e os erros da democracia, que sempre apresenta como irremediavelmente, amplamente, podre e corrompida até araiz – como Hitler fez com a República de Weimar – que o fascismo justifica e executa seu projeto de conquista e de chegada ao poder.

É com a desculpa de purificar a pátria que o fascismo promulga e muda leis – muitas vezes ainda antes de se instalar plenamente no topo – distorcendo a legislação, deslocando o poder político do parlamento para outros setores do Estado e para “lideres” a princípio sem voto.

É por meio de iniciativas aparentemente “populares”, que ele desafia a Constituição e aumenta o poder jurídico-policial do Estado no sentido de eliminar, impedir, sufocar, o surgimento de qualquer tipo de oposição à sua vontade.

Para manter-se depois, de forma cada vez mais absoluta, no controle, por meio de amplo e implacável aparato repressivo dirigido contra qualquer um que a ele venha a oferecer resistência.

Aprimorando um discurso hipócrita e mentiroso que irá justificar a construção, durante alguns anos, de um nefasto castelo de cartas, do qual, no final do processo, sobrarão quase sempre apenas miséria, desgraça, destruição e morte.

É aí que está a imbecilidade ilógica do fascismo.

Tudo que eventualmente constrói, ele mesmo destrói.

Não houve sociedade fascista que tenha sobrevivido à manipulação, ao ódio e ao fanatismo de seus povos, ou ao ego, ambição, cegueira, loucura e profunda vaidade e distorção da realidade de “líderes” cujos sonhos de poder costumam transformar-se – infelizmente, depois de muito sangue derramado – no pó tóxico e envenenado que sobra das bombas, das granadas e das balas.

 

TEMER É GOLPISTA; POPULAR SÓ QUEM É DEMOCRATA; COMO QUERER POPULARIDADE SE CHEGOU AO JABURU COM TRAIÇÃO E SORDIDEZ. DEMOCRATA É AQUELE QUE É PARTE E DEVIR POVO: DILMA E LULA

“O erro fundamental de Stalin é a falta de confiança nos camponeses” (Mao Tsé-Tung)

“Nós somos os pobres” (Lema de Manifesto na África do Sul)

O golpista, degenerado, traidor habitante do jaburu vendo que o golpe político-jurídico-parlamentar-midiático está indo pro “beléu”, tenso, instruiu sua assessoria para ver como estava sua popularidade, dia 16 de julho. Pediu que convocassem a imprensa  para cobrir a ida dele à escola do filho, o milionário Michelzinho para buscá-lo no seu primeiro dia de aula, numa escola da elite brasiliense, na Asa Sul da capital Federal.

A cobertura dessa ida à escola era para ver como estava a popularidade, imaginem, caro leitor, ver a popularidade de um golpista. A popularidade dele provocou foi uma grande confusão, tendo gente deles, da elite, reclamado contra o aparato de segurança: “todo dia vai ser essa palhaçada”, bem que os palhaços não merecem comparação    com golpista, porque se existe artista querido é o palhaço. O povo adora o palhaço de circo. Adora uma lona.

Não há governo golpista no mundo que esteja ligado ao povo, à população. “Populus do latim, uma comunidade humana caracterizada pela vontade dos indivíduos que a compõem de viver sob a mesma ordenação jurídica.” No caso brasileiro, essa comunidade foi constituída por 54,5 milhões de eleitores, cidadãos, que escolheram legitimamente uma presidenta e a empossaram no Palácio do Planalto. Essa presidenta contrariou interesses do capital e por isso foi golpeada e o impostor, agora quer ser popular. Está tão preocupado que não entende que popularidade transcende o povo. Popularidade é algo construído numa simbiose do líder, do comandante e seus concidadãos. Ela acontece numa relação espontânea, livre, sem ordenamento, teste, medição. Temos na história do Brasil alguns exemplos: Getúlio Vargas, João Goulart, Brizola, JK. E na atualidade, dois fenômenos que nós detectamos, primeiramente com o presidente, Doutor Honoris Causa de várias Universidades mundo afora, Luis Inácio Lula da Silva com o fenômeno TRANSLULAÇÃO. E, também, neste momento, com a presidenta Dilma que tem levado às manifestações de rua um mar de seguidores e defensores de seu mandado, da democracia e soberania brasileira.

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Dilma e Lula não precisam convocar a imprensa golpista para irem a eventos, para que o povo os vejam. Não fazem poses, não apontam câmera pra dizer “filho, olha! estamos aqui! Imaginem, hoje se Dilma fosse buscar na escola sua neta. Primeiro, que ela não se prestaria isso, pois as questões da República, de trabalho, não permitiriam que uma atividade dessa a tirassem do palácio para se mostrar ao povo. Agora, para quem não tem o que fazer, sair no horário de trabalho para pegar filho na escola só  cabe  a um golpista mesmo.

Em Brasília, onde está o povo? Ele está em toda parte, menos na Asa Sul. Se o golpista queria ver sua popularidade, nem os seus o reconheceram. Mas eles não são povo. Ali está parte da elite que apoiou o golpe e não tem como ser popular porque lá não está o povo. O povo, golpistas, está nas cidades satélites. Os candangos estão longe, muito longe de vocês porque eles não os consideram, mas estão muito próximos da presidenta Dilma porque ela é do povo, como o céu é dos pássaros e dos anjos, de acordo com a linguagem que os criou.

Ser popular é para poucos. Só para aqueles que o povo reconhece como seu líder, seu representante e no caso da democracia representativa que o escolhe pelo voto direto e vence as eleições. O que não é o caso do traidor,  Temer e seus asseclas, como Aécio Cunha que fala com o impostor em reforma política. Esse candidato derrotado por Dilma não tem personalidade, caráter para propor neste momento nada, porque como Temer é golpista, impopular e citado na lista de Furnas, Lava Jato e afins.

Como Temer continua rio abaixo, há muita sordidez rolando. Tramas, acordos, conchavos. Eduardo Caranguejo intimidando, ameaçando e o golpista Temer temendo, tenso e como todo golpista, impopular.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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