Arquivo para 2 de setembro de 2016

DILMA CONCEDE ENTREVISTA À IMPRENSA INTERNACIONAL

     Escute e veja a entrevista que a presidenta Dilma Vana Rousseff, concedeu à imprensa internacional. Depois da experiência conceba a você mesma (o) a ultrapassagem de sua consciência política.

ÍNTEGRO E COMBATIVO JORNALISTA ALTAMIRO BORGES MOSTRA OS 20 PRINCIPAIS CORRUPTOS ACUSADOS NA LAVA JATO QUE VOTARAM PELO GOLPE COMO PROTEÇÃO

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E ainda tem “midiota” – a pobre figura manipulada cotidianamente pela imprensa – que acredita que o impeachment da presidenta Dilma, aprovado no tribunal de exceção do Senado neste fatídico 31 de agosto de 2016, foi desfechado para salvar o Brasil da corrupção. Haja inocência, burrice ou cinismo!

O Jornal do Brasil desta quinta-feira (1) traz um levantamento que mostra que 20 dos 61 senadores que votaram no golpe já foram citados na midiática Operação Lava-Jato, que apura a roubalheira na Petrobras. Outros senadores metidos a éticos estão envolvidos em outros crimes. Vale conferir a lista dos falsos moralista:

1 — Acir Gurgacz (PDT-RO) – É réu em ação penal por falsificação de documentos, “lavagem” ou ocultação de bens e crimes de estelionato, obtenção de financiamento mediante fraude e aplicação de recursos oriundos de financiamento de instituição financeira para finalidades diferentes do que previa o contrato ou lei correspondente. O processo corre sob em segredo de Justiça.

2 — Aécio Neves (PSDB-MG) – O senador tucano é investigado nos inquéritos 4246 e 4244 pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O presidente do PSDB é acusar de receber vantagens ilícitas de empresa contratada pela estatal Furnas Centrais Elétricas. Segundo a denúncia da PGR, recursos irregularmente desviados de Furnas recebiam verniz legal por intermédio de pessoas jurídicas ligadas à irmã do senador tucano. Além disso, ainda de acordo com a acusação, o dinheiro era destinado a contas no exterior, por meio de doleiros, o que configura evasão de divisas. Seu nome faz parte da lista divulgada pela empreiteira Odebrecht que contém 300 nomes mencionados nos documentos apreendidos pela Polícia Federal durante a 23ª fase da Operação Lava Jato.

3 — Aloysio Nunes (PSDB-SP) – O senador é investigado por caixa-dois em inquérito cujo número não é divulgado na página do Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação foi aberta com base em depoimentos de delação premiada do presidente da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa, investigado na Operação Lava Jato. Inicialmente, o pedido foi encaminhado ao ministro Teori Zavascki, relator dos inquéritos da Lava Jato no STF.

4 — Ataídes Oliveira (PSDB-TO) – Nas eleições de 2010, a construtora que pertence ao senador realizou doação acima do limite permitido para a campanha do ex-governador Siqueira Campos (PSDB). O parlamentar foi condenado em primeira e segunda instâncias e recorre no TSE, onde conseguiu efeito suspensivo em ação cautelar.

5 — Benedito de Lira (PP-AL) – É alvo de inquéritos abertos com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investigam esquema de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras.

6 — Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) – Teve o mandato de governador cassado em ação de investigação judicial por abusos de poder econômico e político, captação ilícita de sufrágio e conduta vedada a agente público. Foi também condenado a pagamento de multa. Recorreu, mas decisão foi mantida. Faz parte da lista divulgada pela empreiteira Odebrecht que contém 300 nomes mencionados nos documentos apreendidos pela Polícia Federal durante a 23ª fase da Operação Lava Jato.

7 — Ciro Nogueira (PP-PI) – Responde ao Inquérito 3989, da Operação Lava Jato, pelos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção passiva. O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa citou Ciro como responsável pela indicação da distribuição dos repasses a políticos do PP após a morte do ex-deputado José Janene. O senador ainda responde ao Inquérito 3910 por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e tráfico de influência. Nesse caso, Ciro e sua esposa, a deputada Iracema Portella (PP-PI), são suspeitos de usar notas frias no aluguel de veículos de uma locadora pertencente a um deputado estadual, de quem o casal é amigo. O senador afirma que “confia no trabalho da Justiça e que a verdade prevalecerá após a conclusão das investigações”.

8 — Edison Lobão (PMDB-MA) – O Tribunal detectou irregularidades na aplicação dos recursos de um convênio entre o estado do Maranhão e a União, que visava melhorar condições de assistência básica de saúde na região. Parte dos recursos foi utilizada para pagar exame, consulta e tratamento médico domiciliar do senador, então governador do estado. O ex-ministro de Minas e Energia é investigado nos inquéritos 3986, 3977 e 3989, todos da Lava Jato. O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou que mandou entregar R$ 2 milhões à ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney para campanha de 2010, a pedido de Lobão. De acordo com o ex-diretor, o dinheiro foi entregue pelo doleiro Alberto Youssef.

9 — Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) – Ex-ministro da Integração Nacional, o senador é investigado pela Operação Lava Jato no Inquérito 4005 pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Em delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que Fernando pediu ao doleiro Alberto Youssef R$ 20 milhões para a campanha ao governo de Eduardo Campos (PSB), em 2010. Ele também é investigado nos inquéritos 3958, 4064 e 4139 por crimes contra a Lei de Licitações, peculato (desviar ou apropriar-se de recursos públicos), corrupção passiva, crimes de responsabilidade e lavagem de dinheiro. “O parlamentar prestará as informações devidas quando for convocado”, responderam seus assessores.

10 — Fernando Collor (PRTB-AL) – Foi alvo de inúmeras denúncias de corrupção durante sua inteira carreira política. Único presidente da história do Brasil a sofrer um processo de impeachment, em 1992. Teve indeferido o registro de candidatura a prefeito de São Paulo nas eleições de 2000. Seu nome também aparece na Lava Jato.

11 — Flexa Ribeiro (PSDB-PA) – É alvo de inquérito que apura a prática de crimes contra a administração pública. De acordo com a acusação, o parlamentar participou de esquema de fraude em contratos entre o Governo do Estado do Pará e empresas para realização de obras, construção e serviços de engenharia, que desviou dinheiro público a fim de financiar campanhas eleitorais.

12 — Gladson Cameli (PP-AC) – É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras.

13 — Jader Barbalho (PMDB-PA) – Em 2001, Jader renunciou ao mandato de senador após ser acusado de desviar recursos do Banco do Estado do Pará (Banpará), da Sudam e do Ministério da Reforma Agrária. Chegou a ser preso por 16 horas pela Polícia Federal sob a suspeita de integrar quadrilha acusada de desviar mais de R$ 1 bilhão desses órgãos. Por isso, desde 2004 foi réu na Ação Penal 374 por emprego irregular de verbas públicas. Complementaram a investigação as ações penais 398, 397, 498 e 653 por peculato e crimes contra o sistema financeiro. No fim do ano passado, Jader entrou na mira da Operação Lava Jato. O ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró – preso desde janeiro de 2015 – afirmou em delação premiada que pagou propina de US$ 6 milhões aos senadores Renan Calheiros (AL) e Jader Barbalho (PA), ambos do PMDB, em 2006. A suspeita resultou na abertura de um inquérito contra o ex-governador paraense.

14 — José Agripino (DEM-RN) – Responde em inquérito aberto pelo STF para apurar o recebimento de propina da empreiteira OAS nas obras de construção do estádio Arena das Dunas, em Natal, para a Copa do Mundo de 2014. Faz parte da lista divulgada pela empreiteira Odebrecht que contém 300 nomes mencionados nos documentos apreendidos pela Polícia Federal durante a 23ª fase da Operação Lava Jato.

15 — Marta Suplicy (PMDB-SP) – Em uma delação premiada, alguns executivos da empresa investigada Odebrecht, informaram que Marta Suplicy teria recebido cerca de R$ 500 mil para a sua campanha pelo senado, em 2010, provenientes de um caixa dois. Na época, concorria pelo PT, sigla a qual deixou o ano passado, após afirmar que não conseguiria conviver com tantas corrupções. Ela então passou a assumir a legenda do PMDB, filiando-se ao partido.

16 — Paulo Bauer (PSDB-SC) – Foi mantida a condenação por improbidade administrativa de ressarcimento de despesas efetuadas com verbas públicas em decorrência de gastos realizados com campanha publicitária contratada pela Secretaria Estadual da Educação, quando era o secretário responsável, a qual atribuíram escopo de promoção pessoal do administrador público.

17 — Renan Calheiros (PMDB-AL) – O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), acumula 11 inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro, desvio de dinheiro público e falsidade ideológica. Destes, nove são relacionados ao esquema de corrupção apurado pela Lava Jato e um decorre da Operação Zelotes, que investiga fraudes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais. Em recente delação premiada, o lobista Fernando Baiano, operador do PMDB no esquema roubo da Petrobras, e o ex-diretor da estatal, Nestor Cerveró, acusaram Renan de ter recebido mais de US$ 6 milhões em propina por um contrato de afretamento do navio-sonda. O senador ainda é suspeito de ter recebido R$ 2 milhões do doleiro Alberto Youssef para evitar a instalação da CPI da Petrobras.

18 — Romário (PSB-RJ) – O senador é investigado nos inquéritos 4303 por crimes contra o meio ambiente e 4271 por difamação e injúria. Com base em mensagens no celular do empreiteiro Marcelo Odebrecht, a Procuradoria-Geral da República enviou petição ao Supremo para abrir inquérito contra o senador, suspeito de receber caixa dois de campanha na eleição de 2014. De acordo com as investigações, o ex-jogador é suspeito de receber R$ 100 mil da empreiteira Odebrecht, após a eleição vitoriosa para o Senado, em 2014.

19 — Romero Jucá (PMDB-RR) – O senador é alvo de quatro investigações. No Inquérito 3989, da Lava Jato, Jucá responde pelos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção passiva. Ele também é investigado nos inquéritos 3297, 2116, 2963 por crimes eleitorais, de responsabilidade e contra a ordem tributária, apropriação indébita previdenciária e falsidade ideológica. Um dos procedimentos diz respeito à origem e ao destino de R$ 100 mil jogados para fora de um carro por um de seus auxiliares momentos antes de ser abordado pela polícia. O ato ocorreu durante a campanha eleitoral de 2010. O assessor disse que o dinheiro seria usado na campanha de Romero Jucá.

20 — Valdir Raupp (PMDB-RO) – É réu no processo que tramita há mais tempo no Supremo, entre aqueles que envolvem parlamentares. O ex-governador de Rondônia é réu na Ação Penal 358, por peculato, desde 2003. Raupp é acusado de liderar um esquema que, segundo a denúncia, desviou R$ 10 milhões do governo estadual para grupos de comunicação em troca de apoio político. O senador é réu em outras duas ações penais (383 e 577) por crimes eleitorais e contra o sistema financeiro nacional. É investigado pela Lava Jato nos inquéritos 3982 e 3989, por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção passiva. Ele ainda é alvo do Inquérito 4129 por peculato e formação de quadrilha.

O caso do “evangélico” Magno Malta

Está lista talvez explique porque o senador Romero Jucá, o “homem-forte” do usurpador Michel Temer, tenha confessado no áudio vazado de uma conversa com Sérgio Machado, ex-parlamentar do PSDB e do PMDB e ex-diretor da Transpetro, que era preciso acelerar o impeachment da presidenta Dilma para “estancar a ferida” das investigações da Lava-Jato.

Ou seja, o “golpe dos corruptos” teria como objetivo principal proteger os bandidos que agora tomaram de assalto o Palácio do Planalto. Mas a lista do JB traz apenas uma parte dos moralistas sem moral – os citados na Lava-Jato. Outros estão envolvidos em outros casos escabrosos de desvio de dinheiro público.

Um caso emblemático é o do senador Magno Malta (PR-ES), que se diz evangélico, mas adora disseminar ódio e preconceito. Na votação desta quarta-feira no tribunal de exceção do Senado, ele insinuou que a presidenta Dilma Rousseff é mentirosa. “Quem mentiu no processo eleitoral? Foi a senhora ou seus marqueteiros?”, provocou.

Os fascistas que militam nas redes sociais foram ao orgasmo, elogiando sua postura arrogante. Mas o falso moralista poderia aproveitar seu momento de glória para responder as novas acusações que surgiram sobre sua atuação “política” – e já são muitas no seu currículo. Em meados de agosto, a Folha publicou uma denúncia que até hoje está sem resposta. Vale conferir:

E-mails indicam repasse de R$ 100 mil a senador Magno Malta

Por Reynaldo Turollo Jr.

Trocas de e-mail entre dirigentes de uma das maiores fabricantes de móveis de cozinha do país trazem indícios de repasse não declarado de R$ 100 mil para o senador Magno Malta (PR-ES). Os e-mails, obtidos pela Folha, são de 8 de setembro de 2014.

Outras mensagens entre funcionários e a direção da Cozinhas Itatiaia indicam que Malta viajou no avião particular da empresa em 2012 e 2013.

Malta, da bancada evangélica no Senado, nega ter recebido dinheiro da Itatiaia e afirma que voou no avião da firma para fazer palestras.

Os e-mails são conversas das quais participam o presidente da Itatiaia, Victor Penna Costa, o filho dele, Daniel Costa – que era gerente financeiro à época – e o então assessor da firma Hugo Gabrich.

Em um deles, o presidente da empresa diz que precisa pagar R$ 400 mil para “consultoria” de Gabrich. O assessor responde: “Estou entregando a NF [nota fiscal] que cobre o montante de R$ 500 mil conforme orientação do dr. Victor. Impostos serão incluídos na NF, totalizando R$ 575 mil.”

Na nota emitida pela Vix Consulting, de Gabrich, a contratante é a Itatiaia. O acerto mostra que a contratante pagou os R$ 75 mil de impostos para a Vix –o que sugere que a nota foi encomendada.

Na sequência dos e-mails, Costa manda o filho depositar para a Vix Consulting somente R$ 475 mil. “Os outros 100.000 são para compensar a retirada em dinheiro de R$ 100.000 do Malta. Não sei como foi contabilizado [a saída desse valor da empresa]”, escreve o presidente da firma.

O filho dele, então, pergunta: “Quem realizou o pagamento do Malta? Existe NF, foi declarado a doação?”.

Victor encerra: “Não existe NF, não declaramos. Está em aberto, talvez como adiantamento para mim. Veja com Lailton [tesoureiro da empresa]. Favor apagar todos os e-mails sobre este assunto”.

Procurado, Gabrich afirmou que sua empresa fez nota fria para justificar pagamentos não declarados da Itatiaia.

O destino do restante do valor da nota (R$ 400 mil) não aparece na troca de e-mails.

A pedido da reportagem, as origens das mensagens foram analisadas pelo perito em ciências forenses Reginaldo Tirotti. O especialista atestou a autenticidade delas, identificando a sequência de códigos gerados pelos remetentes das mensagens.

A Itatiaia foi fundada em 1964 e tem duas fábricas, em Ubá (MG) e em Sooretama (ES).

Em outro e-mail, de 8 de julho de 2014, um ano após a Itatiaia inaugurar a unidade capixaba, que recebeu incentivos fiscais, Gabrich descreve a Victor Costa o cenário político no Espírito Santo.

Menciona candidatos “viáveis” ao governo, fala de Malta, que “fechou aliança com o governador Casagrande”, da mulher dele, Lauriete, que “não disputará a reeleição para deputada federal”, e do “nosso deputado estadual, o Marcelo Santos – PMDB”.

“Não tenho dinheiro para todos”, responde o presidente da Itatiaia. “Não posso dar mais para deputado estadual que para senador.”

Gabrich diz: “O Magno não é candidato agora a nada.”

A Folha obteve também uma troca de mensagens entre Gabrich e Malta, que usa seu e-mail pessoal. Gabrich fala dos R$ 100 mil da Itatiaia e o senador responde: “Amigo não tenho conhecimento de nada dessas coisas.. Mas dia 16 estarei de volta a Brasília [sic]”.

O ex-assessor da Itatiaia envia, então, cópia de conversas da direção da empresa que citam o político, que rebate: “Somos amigo Hugo.. Sempre fomos. Dia 16 te espero para o almoço no gabinete kkkk a rabada lembra?? [sic]”.

JATINHO

Outros e-mails mostram que o senador usou avião particular da Itatiaia ao menos duas vezes: em 20 de julho de 2012, de Vitória a Aracaju (SE), e em 28 de fevereiro de 2013, no trajeto Brasília-São Paulo.

Em 22 de fevereiro daquele ano, uma secretária da Itatiaia agenda um voo para Costa, Gabrich e o senador. Em 28 de fevereiro, Malta vai com Gabrich ao BNDES –a reunião não constou da agenda oficial, informou o banco.

Sobre a viagem a Aracaju, há um e-mail enviado ao presidente da Itatiaia pelo então diretor Beto Rigoni, que relata problemas no trajeto.

“Eram 7 pessoas quando só cabem 4 no avião. O Yunes [piloto] tinha duas opções: dar duas viagens ou colocava todos dentro na aeronave. Como o senador pressionou ele bastante, ele […] seguiu para Aracaju em 8 pessoas dentro do avião (além da insegurança, fizeram uma ‘festa no ar’).”

“Nós precisamos começar a cortá-lo. Os acionistas também não querem tanta proximidade”, responde Costa.

OUTRO LADO

Em nota, o senador Magno Malta negou ter recebido dinheiro da Cozinhas Itatiaia.

“O senador, que vive grande exposição em virtude do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff, responde com transparência e com a consciência de não ter cometido nenhum crime.”

Os voos no jatinho, “que não são nenhuma ilegalidade”, foram para palestras sobre “o combate à pedofilia, a redução da maioridade penal e a luta contra a legalização do uso da maconha”.

A reunião no BNDES com funcionário da Itatiaia e o ex-diretor do banco Guilherme de Lacerda foi para atrair empregos para seu Estado, afirmou o senador.

Victor Costa, presidente da Itatiaia, disse que Malta não foi beneficiado. “O senador não recebeu esse dinheiro. Esse dinheiro está parado comigo, declarado”, afirmou, em nota à Folha.

Sobre os voos, Costa disse que emprestava o avião da empresa para o senador “poder fazer alguns trabalhos para a igreja”. “Época em que eu me tornei crente”, afirmou.

     Observação nossa. Ainda tem os senadores do Amazonas Eduardo Braga e Omar Aziz. O deputado “mais corrupto de todos” sengunfo Sérgio Machado, o amazonense Pauderney Avelino do DEM. 

A ILUSTRE, TALENTOSA E CORAJOSA JORNALISTA HELENA STHEPHANOWITZ MOSTRA QUE TEMER COMETEU CRIME DE RESPONSABILIDADE AO FALAR COM MINISTROS

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Na primeira reunião ministerial após a consumação do golpe parlamentar que o levou a ser empossado presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP) narrou uma conduta que pode ser enquadrada como crime de responsabilidade punido com o afastamento da presidência. Além de confirmar a conspiração com parlamentares para derrubar Dilma mediante oferta de vantagens, através de cargos, aos jurados do impeachment.

Ao falar sobre o que não toleraria de seus ministros e dos parlamentares que os indicaram, citou o episódio da segunda votação final no processo de impeachment, decisão que absolveu a presidenta Dilma Rousseff da pena de ficar inelegível. Disse Temer a seus ministros:

“Hoje nós tivemos um pequeno embaraço na base governamental em face de uma divisão que lá se deu. É outra divisão também inadmissível. Se é governo tem que ser governo. Quando não concorda com uma posição do governo, vem pra cá e conversa conosco pra nós termos uma ação conjunta. O que não dá é para aliados nossos se manifestarem lá no plenário sem ter uma combinação conosco. Porque convenhamos, se tivesse uma combinação conosco talvez nós pudéssemos dizer: ‘Olha aqui, nós vamos fazer um gesto de boa vontade, vamos abrir mão disso, vamos permitir que Sua Excelência tenha condições de não ser inabilitada’. Mas seria um gesto nosso, não pode ser uma espécie de derrota do governo”.

O problema é que o atual ocupante da presidência sem voto popular não estava se referindo a nenhum projeto do Executivo encaminhado ao Legislativo. Referiu-se a um julgamento de exclusiva competência do Legislativo, onde cada senador deveria fazer o papel de jurado e deveria julgar com seu voto de acordo com sua livre consciência e convencimento, não cabendo nenhuma “combinação com o governo para ação conjunta”, principalmente quando o objeto do julgamento era justamente quem ficaria no governo.

A fala de Temer caracteriza crime de responsabilidade, conforme a Lei 1.079/1950, em pelo menos três itens (grifos meus):

(…)

Art. 4º São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentarem contra a Constituição Federal, e, especialmente, contra:

(…)

II – O livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário e dos poderes constitucionais dos Estados;

(…)

Art. 6º São crimes de responsabilidade contra o livre exercício dos poderes legislativo e judiciário e dos poderes constitucionais dos Estados:

(…)

2 – usar de violência ou ameaça contra algum representante da Nação para afastá-lo da Câmara a que pertença ou para coagi-lo no modo de exercer o seu mandato, bem como conseguir ou tentar conseguir o mesmo objetivo mediante suborno ou outras formas de corrupção;

(…)

6 – usar de violência ou ameaça, para constranger juiz, ou jurado, a proferir ou deixar de proferir despacho, sentença ou voto, ou a fazer ou deixar de fazer ato do seu ofício;

A continuar assim, poderá ficar difícil para Temer conseguir virar o ano na presidência. E caso não consiga, fica aberta a possibilidade de “o mercado” eleger Henrique Meirelles presidente da República pelo voto indireto do Congresso.

Assista à primeira reunião ministerial de Temer oficialmente presidente. Ele fala da “combinação” necessária entre parlamentares e governo federal a partir de 16m47s

E AS MANIFESTAÇÕES CONTRA O GOLPE EM DEFESA DA DEMOCRACIA CONTINUAM PELO BRASIL AFORA

14233017_1187966641225540_790253477441536575_nSó em São Paulo foi o quarto dia de manifestação contra o golpe que beneficiou o inexpressivo Temer para executar o plano de destruição do Brasil das direitas aberrantes que perambulam sem qualquer sentido social. Em Curitiba mais manifestação levando mais de 10 mil participantes. Em Juiz de Fora novamente o povo foi às ruas bradar democraticamente o Fora Temer.

14192122_712086938949454_4480200932020611776_n 14142063_712086648949483_8966073268154827852_n 14192180_712119125612902_357918044486444317_n 14199260_712119172279564_8607440862139271889_n 14199526_712086868949461_6573451701358718895_n 14212163_712086805616134_9171449405193197322_n 14199726_712119478946200_3042159846540471463_n 14212589_712119398946208_2681459168813496547_n 14232387_712119212279560_7578704205113408281_nO mais importante para a luta democrática é que as manifestações não estão ocorrendo nas capitais. As cidades do interior também estão mobilizadas na luta contra a ditadura das direitas abomináveis. Várias cidades se manifestaram ontem, dia 1° de setembro da Semana da Pátria. A Pátria que teve sua democracia violada pela fúria capitalista dos golpistas que não suportam conceber a distribuição de renda e a melhoria das classes mais necessitadas da participação do Estado como agente de promoção social e bem-estar.

Vejam e ouçam os vídeos.

Cinco motivos para gritar ‘é golpe, fora Temer!’

Rovena Rosa/ Agência Brasil

O golpe é uma articulação entre as elites mais atrasadas do Brasil, um verdadeiro golpe de classe contra os interesses dos trabalhadores e minorias.

Ana Luíza Matos, Guilherme Mello e Pedro Rossi

1- NÃO HOUVE CRIME DE DILMA.

Talvez o maior motivo para gritar GOLPE é o fato de que só pode haver impeachment de um governante caso ele tenha cometido CRIME DE RESPONSABILIDADE. Ao contrário do que muitos foram levados a acreditar, Dilma não foi julgada por atos de corrupção. Diga-se de passagem, ela nunca foi acusada de tais atos, ao contrário dos que a julgaram, como bem apontou quase toda imprensa internacional (http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,ny-times-impeachment-e-liderado-por-politicos-acusados-de-corrupcao,10000026184 ). Também não foi julgada por ter feito um mau governo, até por que esse fato se corrige nas urnas, não através de impeachment.

A acusação que levou ao impeachment da presidenta Dilma foi a edição de três créditos suplementares, de valores irrisórios no gasto público total, que não aumentaram o gasto público  e que estavam totalmente respaldados pela lei até o momento de sua edição (link:http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/209483/Planejamento-decretos-de-Dilma-n%C3%A3o-aumentaram-despesas.htm ).  Tanto é assim que até o Ministério Público Federal, ao investigar o caso, admitiu que não havia crime de responsabilidade cometido pela presidenta da República (link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,para-mp-pedaladas-do-governo-dilma-nao-sao-crime,10000062862 ). No caso das chamadas “pedaladas fiscais”, além de não configurarem crime de responsabilidade (como bem disse o MPF), foram atos praticados por ao menos 17 governadores em seus mandatos, dentre eles o relator do impeachment Antônio Anastasia (PSDB) e o governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB)  (https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/237368/17-governadores-cometeram-pedaladas-fiscais.htm )

O pretexto dos créditos suplementares é tão supérfluo quanto irrelevante. Em 2015, o governo fez o maior ajuste fiscal da história (http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2015/05/governo-federal-anuncia-o-maior-corte-no-orcamento-da-historia.html ). Como bem disse o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, foi um ano marcado pela contenção de gastos e pelo ajuste recessivo, pagando ao final do período TODAS as contas em atraso do governo federal. A retórica de que o desleixo fiscal levou à crise econômica é absurdamente falsa. A crise econômica levou à crise fiscal, e o rigor fiscal de Dilma foi o combustível da crise.

2 – O VICE É UM TRAIDOR.
Nem o então político americano Frank Underwood da série House of Cards conspirou tão abertamente contra um presidente eleito, a ponto dos criadores da séria fazerem piada com a política brasileira e o vice golpista (http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2016/03/17/house-of-cards-faz-piada-com-crise-politica-brasileira/ ).  Desde o ridículo episódio da carta pública em que Temer reclamava da “desconfiança infundada” da presidenta (http://veja.abril.com.br/politica/em-carta-a-dilma-temer-reclama-de-falta-de-confianca/ ), passando pela divulgação “não intencional” de um vídeo falando como presidente mesmo antes da votação do golpe (https://www.youtube.com/watch?v=qgA5EfA4-V8), o golpista não teve nenhuma vergonha de puxar o tapete de Dilma ao longo de todo processo de impeachment.

3- EDUARDO CUNHA É O LIDER POLÍTICO DO GOLPE.  

O herói do golpe foi eleito presidente da Câmara com o apoio do PSDB e do “centrão” para desestabilizar o governo em conchavo com Temer e a oposição. Ele aceitou o processo de impeachment como mera retaliação ao PT, que havia anunciado que votaria pela cassação do deputado (http://www.valor.com.br/politica/4339938/irritado-com-pt-cunha-aceita-abrir-processo-de-impeachment-de-dilma ), notoriamente corrupto e portador de contas ilegais fora do país (http://noticias.r7.com/brasil/contas-de-cunha-na-suica-tem-mais-de-r-20-milhoes-01102015 ). Ter em Eduardo Cunha o mentor político do impeachment é uma mancha que os golpistas terão que carregar o resto da vida.

4- O GOLPE É O REFUGIO DOS CORRUPTOS E OLIGARCAS.

Mudar o governo foi uma estratégia de conveniência dos corruptos para “estancar a sangria”, como disse o ex-ministro interino golpista Romero Jucá (http://jovempan.uol.com.br/noticias/brasil/politica/ministro-de-temer-juca-fala-em-estancar-sangria-da-lava-jato-em-conversa-com-investigado-revela-jornal.html ). Hipócrita, o golpe “contra a corrupção” produziu um governo recheado de investigados pela operação Lava Jato (http://oglobo.globo.com/brasil/entre-ministros-nomeados-por-temer-nove-envolvidos-na-lava-jato-19298825 ). Além de vários corruptos, a totalidade dos ministros de Temer são homens, brancos, velhos e ricos (http://veja.abril.com.br/blog/sergio-praca/michel-temer/os-17-homens-brancos-de-michel-temer/ ).

5 O GOLPE TEM MOTIVAÇÕES ECONÔMICAS E VISA DESTRUIR DIREITOS.

O governo interino mal assumiu o poder e já mostrou a quem serve. A lista de retrocessos é longa: “Privatizar tudo o que for possível” (http://oglobo.globo.com/brasil/programa-de-temer-preve-privatizacao-de-tudo-que-for-possivel-19193319 ), desmontar o SUS (http://extra.globo.com/noticias/economia/governo-temer-cria-grupo-de-trabalho-para-revisao-do-sus-20011026.html ), reduzir salários, desvincular as aposentadorias do salário mínimo (http://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/governo-quer-desvincular-aposentadorias-do-inss-do-salario-minimo/ ), entregar o pré-sal para os estrangeiros (http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/214491/Aécio-defende-projeto-de-Serra-para-abrir-o-pré-sal.htm ), desvincular recursos da educação e saúde, reformar a previdência para aumentar o tempo de trabalho (http://correiodopovo-al.com.br/index.php/noticia/2016/08/30/medo-das-eleicoes-temer-fara-reforma-da-previdencia-apos-outubro) , flexibilizar os direitos trabalhistas (http://falandoverdades.com.br/reforma-trabalhista-de-temer-da-mais-poder-ao-patrao-para-negociar-e-tira-direitos-do-trabalhador/) , retroceder na reforma agrária e na demarcação de terras indígenas (http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/172618-temer-diz-a-ruralistas-que-vai-revisar-desapropriacoes-e-demarcacoes-aceleradas-por-dilma.html#.V8cs6o-cHcs ), etc. Todas mudanças que favorecem os ricos em detrimentos dos pobres e dos trabalhadores, que acabarão pagando “a conta” da crise, mesmo sem perceberem. Assim, quer-se consolidar o projeto do golpe, que é implementar um modelo privatista e concentrador do ponto de vista social.

Por fim, cabe lembrar que o golpe não é apenas parlamentar, mas uma articulação entre as elites econômicas e políticas mais atrasadas do Brasil, um verdadeiro golpe de classe contra os interesses dos trabalhadores e das minorias no Brasil. A participação de setores da mídia e do judiciário foi fundamental para consolidar o golpe, em particular ao criar uma narrativa supostamente neutra e repetida em uníssono diariamente para a população de que o golpe era justificado, e democrático e necessário (http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,o-fim-do-torpor,10000073087). Basta perceber que aqueles veículos da grande mídia que olham o processo político de fora não tem dúvida: foi golpe (https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/222613/Imprensa-internacional-denuncia-o-golpe-no-Brasil.htm )!
E Fora Temer!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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