Arquivo para 8 de setembro de 2016

DA PONTE JORNALISMO: ALCKMIN INFILTROU PM EM TINDER PARA PRENDER MANIFESTANTES

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Balta o dedoduro

Matéria dos jornalistas Fausto Salvadori e Maetê Berna.

ão Paulo – Além de provas forjadas, torturas e declarações inventadas, a prisão no domingo (4) de 26 manifestantes anti-Temer pela PM do governador Geraldo Alckmin (PSDB) pode ter se valido de uma outra técnica típica dos regimes totalitários: a infiltração de agentes disfarçados do governo com o objetivo de neutralizar movimentos de oposição.

Dos 26 manifestantes presos, 18 foram detidos no Centro Cultural São Paulo (CCSP), na Liberdade, região central de São Paulo, quando se preparavam para ir à manifestação na Avenida Paulista. Eles acreditam que foram denunciados à PM por um participante do grupo que se identificava como Baltazar Mendes, o Balta. Enquanto os demais detidos eram presos e conduzidos ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) em duas viaturas e num ônibus, Baltazar foi levado sozinho numa outra viatura e nunca chegou à delegacia.  Para os manifestantes, Balta era um P2 – nome dado aos policiais do serviço reservado da Polícia Militar, que atuam em investigações, sem farda e com identidades falsas.

Balta mantinha uma página no aplicativo de paquera Tinder, em que adotava o típico perfil de um esquerdomacho – um cara que se vangloria de ter posições políticas progressistas para se dar bem com as mulheres. Logo abaixo do rosto barbado de Balta, vinham um breve manifesto louvando a liberdade e a igualdade e, no final, uma citação em inglês (“Democracia é o caminho para o socialismo”) atribuída ao filósofo e revolucionário alemão Karl Marx. A citação indica que o suposto PM não fez direito sua lição de casa, já que Marx nunca disse isso.

Uma das conversas de Tinder lida pela reportagem da Ponte mostra que Balta não perdia tempo. Logo após se apresentar, o rapaz já começava a perguntar a respeito das manifestações anti-Temer.

Os jovens detidos no CCSP contam que faziam parte de um grupo informal, com cerca de 40 membros, organizado dois dias antes, via Whatsapp, entre pessoas que haviam se conhecido nas passeatas contrárias ao presidente Michel Temer (PMDB) . “A gente formou um grupo para se encontrar, mas tinha muita gente que não se conhecia. Esse grupo foi feito justamente para juntar uma galera pra ir pro ato, pra ficar um grupo grande e de certa forma servir de proteção, por causa da repressão policial que estava tendo”, contou D., uma estudante que pediu para não ser identificada.

A Ponte teve acesso a parte das mensagens trocadas nos grupos de Whatsapp e em nenhuma delas encontrou menção a planos de praticar atos de violência ou desordem, como alegou o comando da PM ao justificar a prisão dos jovens. A maioria dos membros está na faixa dos 20 anos e alguns eram membros do movimento de estudantes secundaristas. Com 37 anos, Balta chegou ao grupo por intermédio de outra militante, também mais velha do que os demais. “Ele estava de xaveco com uma amiga minha, e foi ela quem trouxe Balta para o grupo”, explica G., outro dos manifestantes detidos.

A estudante D., que escapou por pouco de ser detida, porque no momento da abordagem havia entrado com duas colegas no banheiro do CCSP, conta que Balta foi quem deu a ideia de mudar o local de encontro do grupo. Até o início da manhã de domingo, o combinado era a estação da Luz. “Ele que sugeriu que fôssemos para lá”, diz.

Por acaso

Um dia após a prisão dos jovens, o coronel Dimitrios Fyskatoris, comandante do Comando de Policiamento da Capital (CPC), afirmou em entrevista coletiva que a detenção no CCSP ocorreu por acaso. Policiais militares que passavam pelo local teriam visto os manifestantes reunidos “em atitude suspeita” e resolveram abordá-los. Perguntado se a ação foi antecedida por uma investigação, o coronel foi categórico. “Não houve nenhum ato prévio, essas pessoas foram abordadas na rua”, disse.

Jovens presos

Alguns fatos desmentem a versão do comandante. Todos os estudantes ouvidos pela reportagem contaram que a abordagem foi feita com um gigantesco aparato policial, formado por uma dezena de viaturas, um ônibus e um helicóptero. “Não tem como isso ter sido por acaso”, disse um dos detidos. E mais: no momento em que a polícia chegou ao endereço, os manifestantes estavam reunidos na passarela diante da entrada do CCSP, um local que não é visível da rua.

Sem encontrar indícios de crimes contra os estudantes, os policiais apelaram para torturar os jovens e plantar provas, segundo o relato das vítimas. “Um dos policiais estava me revistando, disse que me conhecia e me deu um soco na costela. Foi pegar uma barra de ferro que estava do outro lado da avenida e deixou no chão, na minha frente, e falou ‘é sua’”, conta G.

Se o jeito como a prisão ocorreu já bastava para deixar claro aos manifestantes que havia um PM infiltrado no grupo, o comportamento que Balta adotou a seguir conseguiu chamar todas as atenções para ele. Enquanto a maior parte dos membros do grupo estava presa, sem acesso aos seus telefones celulares, Balta mostrou que estava livre ao mandar mensagens pedindo para que os administradores o removessem do Whatsapp e apagassem suas mensagens.

Às 19h30, quando todos os detidos já estavam no Deic, incomunicáveis para pais ou advogados, fez uma atualização no Facebook sem mencionar nada sobre as prisões dos “colegas”.

Criado em dezembro de 2014, o perfil de Balta no Face não tinha imagens dele nem de qualquer outra pessoa. Há fotos de paisagens e alguns pontos turísticos clichê, como a Torre Eiffel.

Nos poucos textos que escreveu ao longo de dois anos, sem mencionar amigos, parentes ou acontecimentos pessoais, aparecem alguns posts curtos que tentam passar a impressão de um sujeito politizado.

Na tarde de terça-feira (6), a Ponte entrou em contato com Balta via Whatsapp e perguntou se ele era policial. Ele negou.

‘Pessoas que não entendem a nossa luta’

Os abusos feitos pelos policiais militares no CCSP continuaram depois no Deic. Além de manter os jovens incomunicáveis, impedindo-os de falar com advogados ou parentes por até oito horas, o delegado Fabiano Fonseca Barbeiro, da 1ª Delegacia de Investigações Gerais, aceitou a versão apresentada pela PM de que os manifestantes fariam parte de um grupo organizado e violento. No final, mesmo sem provas, autuou os 21 jovens, mais outros cinco que haviam sido presos no início da manifestação da Paulista, por formação de quadrilha e corrupção de menores.

No dia seguinte, o comando da PM chegou a divulgar que os manifestantes teriam confessado fazer parte de uma conspiração para promover vandalismo. Na mesma coletiva de imprensa, Fyskatoris declarou: “Essas pessoas declararam, sim, porque eu tenho registro da declaração delas, que faziam parte de um grupo que estava reunido para praticar atos de desordem na cidade, que eram parte de várias células que estavam espalhadas pela cidade”. Os tais “registros da declaração”, porém, não foram apresentados à imprensa nem à Justiça.

Justiça que, ainda na segunda-feira (5), repudiou as prisões feitas pela polícia. Em sua decisão, o juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo ordenou a liberação dos detidos e comparou a ação da polícia com a ditadura militar. “O Brasil como Estado Democrático de Direito não pode legitimar a atuação policial de praticar verdadeira ‘prisão para averiguação’ sob o pretexto de que estudantes reunidos poderiam, eventualmente, praticar atos de violência e vandalismo em manifestação ideológica. Esse tempo, felizmente, já passou”, afirmou. E ainda determinou abertura de inquérito para apurar denúncia de violência policial praticada contra um dos jovens.

Depois que a Justiça frustrou as intenções da polícia e liberou os jovens, Balta resolveu sumir. Na terça (6), deixou um último recado no Facebook agradecendo às orações e avisando que daria um tempo por causa de “pessoas que não entendem a nossa luta”.

No mesmo dia, apagou todos os perfis nas redes sociais. Deu adeus a seus contatos no Tinder, inclusive duas mulheres com quem estava, a duras penas, tentando combinar um ménage à trois (“forçando uma barra, sabe?”, segundo uma delas). Disse que voltaria a Lavras (MG), sua suposta cidade natal, para cuidar do pai doente.

E, por fim, pediu: “Rezem por mim”.

Governo não comenta

A participação de policiais infiltrados em ações contra as manifestações anti-Temer foi um dos temas abordados numa reunião do secretário da Segurança Pública de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, com o deputado federal Paulo Teixeira, o ex-senador petista Eduardo Suplicy, o deputado estadual Alencar Santana e o vereador Nabil Bonduki, todos do PT, realizada na sede da pasta, também na terça.

“O secretário ficou incomodado quando perguntei sobre atuação de P2”, contou Alencar. O deputado disse que fez a indagação duas vezes, mas em ambas Mágino teria se esquivado. “O cenário é preocupante. Há um endurecimento da PM e da Polícia Civil”, concluiu o deputado.

Ponte fez duas perguntas para as assessorias de imprensa da PM e da Secretaria da Segurança Pública, comandada pela CDN Comunicação.

1. A PM usou policiais infiltrados para conseguir a prisão dos 21 jovens no CCSP no último domingo?

2. O coronel Dimitrius Fikatorius mentiu ao dizer na última coletiva que os jovens do CCSP foram presos numa abordagem motivada por “atitude suspeita”?

Até agora, não houve resposta.

HOJE, ÀS 17 HORAS, MOVIMENTOS POPULARES, EM SÃO PAULO, REALIZAM ATO CONTRA O ILEGÍTIMO E INESPRESSIVO GOLPISTA TEMER E PELAS DIRETAS JÁ

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A partir das 17 horas, no Largo da Batata, os movimentos populares comandados pela Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo, MTST, CTB, CUT iniciam o ato contra o desgoverno do ilegítimo e inexpressivo golpista Temer. Depois da concentração os manifestantes iniciarão caminhada em direção à casa do golpista-mor que fica no bairro Alto de Pinheiros.

“O povo não sairá das ruas enquanto Temer, e a sinistra quadrilha de golpistas, que assaltou o Palácio do Planalto, não for afastada do poder. A soberania popular é quem deve decidir os rumos do país por meio de eleições diretas.

Ao contrário do que propaga cinicamente seu governo ilegítimo, embora tenha apoio da burguesia e do imperialismo, Temer no poder não significa pacificação nacional, mas radicalização da luta política. A pacificação nacional só será alcançada quando o povo reconquistar o sagrado direito de definir o destino do país através do voto”, analisou Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

ATO SACRO-DEMOCRÁTICO DO GRITO DOS EXCLUÍDOS INCLUI MAIS DE 5 MIL PESSOAS EM MANAUS

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Neste 7 de Setembro de 2016 realizou-se em todo o Brasil mais um Grito dos Excluídos e das Excluídas com o tema principal, “Vida em primeiro lugar.”

Na não cidade de Manaus o ato sacro-democrático incluiu  mais de 5 mil pessoas na caminhada daquela que um dia foi a Santa Casa de Misericórdia de Manaus até a Praça do bairro de São Raimundo. Falamos daquela que um dia foi um hospital. Uma casa de saúde. Casa de Misericórdia. Hoje é só abandono. O prédio é históricos mas as iniciativas governamentais são farsas. Entra governo estadual, municipal, fazem inúmeras reuniões, nomeiam o comendador para administrar a  Misericórdia e o hospital não funciona. O resultado é o que manifestantes falaram. A Saúde em Manaus vai bem. O que não vai bem é o atendimento aos doentes. Falta hospitais, atendimento e já foi decretado estado de calamidade pública. Do jeito que está é melhor o doente permanecer em casa do que procurar socorro médico hospitalar.

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O ato que é coordenado pela Arquidiocese de Manaus e pela Cáritas Arquidiocesanas e contou com a participação de pessoas das diversas denominações religiosas. Tinha católicos, batistas, adventistas, metodistas, evangélicos, umbandistas, candomblecistas, muçulmanos, budistas, dentre outras manifestações religiosas. Contou ainda com a participação de várias entidades, indígenas e seus representantes que tem como política a defesa da vida contra a morte.

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No trajeto os coordenadores faziam paradas para refletir sobre determinados temas como: Falta de moradias, expulsão de locais onde famílias residiam há vários anos e indenizações irrisórias. Expuseram temas como a falta de saneamento básico na cidade de Manaus. Continua faltando água em vários bairros da não cidade bem como a inexistência do serviço de tratamento de esgoto. Denunciaram uma cidade cheia de buracos-crateras, transporte coletivo desumanizante.

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Por se tratar de um ato sacro-democrático em vários momentos da caminhada o povo gritou em uníssono: Fora Temer, Fora Golpista, Diretas Já, Dilma Guerreira do povo brasileiro. Aproveitaram também para escrachar outros políticos e partido golpistas.

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Foi dada oportunidade para crianças se manifestarem. Uma delas, uma menina falou das dificuldades vividas com a exploração do trabalho infantil e o convívio com violência sexual e o estupro praticado muitas vezes pelos próprios pais das meninas. Por se tratar de um grito, isso é muito sério e a sociedade não pode esconder esse mal que além de pais envolve políticos da não cidade de Manaus.

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O ato foi encerrado na Praça de São Raimundo em frente da Igreja católica com apresentações teatrais, manifestos, celebrações e a leitura do poema do prospecto da mais nova produção do Teatro Maquínico da Associação Filosofia Itinerante – AFIN, “A farsa da verdade golpista” que diz no seu grito às margens do igarapé de São Raimundo o seguinte:

Respeitável público

Vamos contar uma história

Que fala de verdade e mentira

Onde a mentira se diz verdade

Mas a verdade não se retira

Porque sem verdade

A democracia não respira

“Política”, “Justiça” e “mídia”

Unidas em golpe e corrupção

Feriram a democracia

Em seu corpo Constituição

Ao afastarem a presidenta

Porque ela não protege ladrão.

Mas o povo não concorda

Com essa cruel armação

Quer de volta a presidenta

Que ele escolheu na eleição

Por isso quer os golpistas fora

Julgados, condenados  na prisão.

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USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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