Arquivo para 11 de setembro de 2016

DEPUTADO CHICO ALENCAR (PSOL/RJ) DIZ QUE A NÃO CASSAÇÃO DE CUNHA “SERA A EXECRAÇÃO PÚBLICA CONTRA A CÂMARA”. E TARAS GOLPISTAS PODEM SE SENTIR EXECRADOS?

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        Amanhã, dia 12, será o dia marcado para a votação da cassação do biréu Eduardo Cunha por decoro parlamentar por haver mentido durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás quando afirmou que não possuía contas na Suíça, quando possuía, conforme foi mostrado pelas investigações e os documentos enviados pela Justiça suíça a Procuradoria-Geral da República.

       Segundo os parlamentares progressistas, os comparsas de Cunha deverão usar todos os tipos de recursos, como manobras, para impedir a cassação do amigo do golpista-mor, Temer, ou diminuir sua pena. Poderá ocorrer o que ocorreu com Dilma e os parlamentares cassá-lo, mas não tirarem seus direitos políticos. Porém, alguns parlamentares progressistas acreditam que Cunha não escapará. Ele perderá o mandato.

       Para o deputado Chico Alencar (PSOL/RJ) a não cassação de Cunha poderá levar a Câmara Federal “a execração pública”. O deputado raciona fora do real parlamentar. Não percebe que a maioria dos parlamentares é composta por execrações sensórias, cognitivas e éticas. Daí não estarem nem aí para o que a opinião publica quer. Suas taras parlamentares ficaram bem explícitas no momento da sessão teratogênica do golpe contra o governo Dilma e ao Estado de Direito Democrático.

       “Não cassar Cunha seria uma vergonha. Vai ser uma execração pública geral contra a Câmara e especialmente contra os deputados que coonestarem esse procedimento espúrio.

     Tudo farão para protelar. Se conseguirem, segunda-feira pode ser mais um dia da vergonha nacional e essa legislatura decretar a sua própria falência. Rodrigo Maia pode dar margem à sobrevivência de Cunha se não tiver uma postura firme”, afirmou Chico.

      Ele também falou sobre o ato dos comparas de Cunha recorrem ao fatiamento aprovado por Renan no Senado em relação A Dilma com o objetivo de auxiliar Cunha, seu parceiro.

       “Não foi à toa que Renan negociou isso, pensando inclusive nele próprio e em aliados do PMDB, incluindo o Cunha. Mas vamos mostrar que não há menor possibilidade de cassação de mandato parlamentar ser comparada com o rito de impeachment presidencial. AS leis que regulam os dois casos são totalmente diferentes”, analisou Chico.

“ISSO, DEFINITIVAMENTE, NÃO É JUSTIÇA, É UM CIRCO, UM SHOW DO RATINHO PARA ANIMAR OS CANALHAS”, ESCREVEU O EX-MINISTRO DA JUSTIÇA, EUGÊNIO ARAGÃO SOBRE O GOLPE

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A semana que passou foi seguramente das mais tristes em minha vida de 57 anos.

Comparo à tristeza do falecimento de um pai maravilhoso que tive, do falecimento de minha amorosa mãe que tanto me ensinou, à prisão injusta e infame de José Genoíno, um dos mais consequentes, consistentes, coerentes e honestos políticos que conheci na minha vida e à perda da confiança que depositei no atual procurador-geral da república, que mostrou não ter o tamanho e a coragem que pensei que tivesse quando movi montanhas para auxiliar em sua indicação.

A cassação ignóbil do mandato popular de Dilma à traição, para satisfazer a ganância, a ambição desmedida e o ódio pelo que ela e seu governo significam para uma corja de politiqueiros desqualificados lembra-me a paixão de Cristo, traído por seu discípulo por dinheiro, entregue ao ódio de Caifás, o sumo sacerdote de Jerusalém, e deixado à própria sorte por Pôncio Pilatos, que o fez crucificar ao lado de bandidos.

Nos dias atuais, é o STF e o PGR que assumem o papel de Pilatos. Não mexeram um dedo para poupar uma pessoa que sabiam inocente, honesta, corajosa e sem qualquer compromisso com a bandidagem que diariamente a chantageava.

Pelo contrário: praticaram verdadeiro populismo judicial ao manejarem um inquérito fajuto por obstrução de justiça contra si às vésperas da votação da admissibilidade do processo pelo senado, para misturá-la aos bandidos aos quais nunca deu trégua como governante.

No governo, vi como usavam vazamentos de depoimentos que comprometiam a governabilidade, muitos sem qualquer substância jurídica. Vazamentos seletivos, em momentos calculados, que só se destinavam a colocar gasolina na fogueira.

Depois, quando houve um “descontrole” do noticiário alimentado pelos vazamentos seletivos a atingir atores do outro lado do rio, passou a haver a indignação seletiva de quem antes aplaudia vazamentos contra inimigos.

Finalmente, ao se dar o nefasto resultado da condenação da presidenta, com a esperta exclusão da pena de perda dos direitos políticos, passou-se a urdir a seletividade da aplicação da doutrina já previamente estabelecida na obra dos algozes de Dilma…

Isso, definitivamente, não é justiça, é um circo, um show do ratinho para animar os canalhas e os que são providos de dois ou menos neurônios apenas.

Mas domingo o sol voltou a raiar entre as espessas nuvens. A manifestação de mais de 100.000 cidadãos corajosos que não se deixaram intimidar pelo aparato golpista alimentou-me com a esperança por dias melhores.

Como disse Dilma ao se despedir por ora, VOLTAREMOS. E não esperem os mesmos erros. Aprendemos que conchavo com o inimigo de classe só pode levar a isso: traição, descompromisso com a causa pública e pilhagem do patrimônio que é de todos nós.

Não haverá perdão aos omissos e aos traidores, a história será severa em seu julgamento que começa agora. Serão reconhecidos, sim, os que lutaram e resistiram sem pensar na causa própria, os que se imolaram pela democracia.

E cabe a cada um de nós zelar com carinho e honestidade por essa narrativa, que não é nossa, mas do povo brasileiro, que teve seu voto pisoteado com sapatos Salamander e Gucci de políticos corruptos, como em 1964 pisotearam-nos com os coturnos de militares feitos instrumentos dessa mesma casa grande.

Avante Brasil, perdemos uma batalha, mas não a Guerra e eles terão seu Estalingrado mais cedo ou mais tarde, porque somos muitos e temos a vontade de projetar este País à posição das grandes nações do mundo e não reduzi-lo a um anão feito marionete dos grandes.

Militantes contra o golpe de 1964 explicam semelhanças com o momento atual do Brasil

reprodução

Um sindicalista, um ex-integrante da luta armada e dois jornalistas contam porque o impeachment de Dilma é um golpe.

Rafael Tatemoto – Brasil de Fato

A fragilidade e a inconsistência dos argumentos que embasaram o impeachment de Dilma Rousseff (PT) levaram muitos a classificar o processo como um golpe. Nos primeiros dias de governo não-eleito, Michel Temer (PMDB) já dá mostras de qual será sua agenda.

O Brasil de Fato conversou com quatro pessoas que, de alguma forma, resistiram ao governo dos militares, instalado no país em 1964. Um sindicalista, um ex-integrante da luta armada e dois jornalistas relatam porque consideram o impeachment de Dilma um golpe e comparam o atual momento do Brasil com a Ditadura dos quartéis.

Confira a versão em áudio da reportagem (para baixar o arquivo, clique na seta ao lado de compartilhar):

Anton Fon Filho, 69 anos, advogado e ex-integrante da Aliança Libertadora Nacional

Eu tinha 16 anos quando o Golpe de 64 veio. Logo em seguida, em setembro do mesmo ano, com 17 anos, entrei no Partido Comunista Brasileiro: antes disso não havia militado. Depois, integrei a Ação Libertadora Nacional, participando de seu Grupo Tático Armado. Fui preso em dezembro de 1969, e fiquei até dezembro de 1979.

As ditaduras são momentos de absoluta agressividade repressiva e de absoluto desrespeito aos direitos humanos. Elas têm objetivos muito bem determinados. O da Ditadura Militar brasileira foi favorecer os interesses do capital financeiro norte-americano.

Esses sinais indicam uma proximidade entre o que se passou naquele período e o que se passa agora. Em primeiro lugar, por conta da repressão. Nós estamos vendo como, imediatamente após a aprovação pelo Senado, a Polícia Militar dirigida pelos governos fascistas do PSDB se lançaram contra manifestações pacíficas. E também como o próprio governo vem lançando políticas, não só somente para violar os direitos dos trabalhadores, do povo mais pobre, mas também para favorecer os interesses das grandes empresas estrangeiras, principalmente petrolíferas.

Esse golpe [atual], em resumo, rompe o pacto que foi firmado em 1988. O que está sendo colocado agora exige de todos nós que, imediatamente, nos vejamos diante da necessidade de fazer uma luta pela restauração democrática, através de uma Assembleia Nacional Constituinte, livre, soberana e exclusiva para se firmar um novo pacto.

Chico Malfitani, 65 anos, jornalista, publicitário e fundador da Gaviões da Fiel

Minha luta contra a Ditadura começou como estudante, depois como fundador da Gaviões – criada em 1969, no auge da Ditadura – e como jornalista, na revista Veja, dirigida por Mino Carta, entre 1974 e 1979. Como jornalista, tentei ao máximo denunciar a Ditadura Militar, em uma época que havia censura prévia dentro da redação. Na Veja, a gente escrevia as reportagens e tinha um sujeito, agente da Polícia Federal, em uma mesa com dois carimbos: “vetado” e “aprovado”. Ele decidia o que os leitores podiam ler ou não.

Como repórter da Globo, em 80 e 81, também. Dentro do espaço que tínhamos na época, fizemos a cobertura das primeiras greves de metalúrgicos, do surgimento de Lula. Foi na Globo que percebi que, como jornalista, ao invés de estar ajudando para mudar esse sistema de concentração de renda injusto no Brasil, eu estava ajudando a manter.

A mídia, como estamos vendo hoje, é absolutamente parcial. O jornalismo é muito mais agente de manutenção do que da mudança. Quando eu trabalhei no Jornal Nacional, tudo de ruim acontecia fora do Brasil. Aqui, era a versão oficial de Brasília, otimista. A opinião pública estava anestesiada. Os problemas não eram revelados. Isso está se repetindo: a partir do governo Temer, o Brasil vai voltar a ser lindo e maravilhoso.

A Ditadura foi o período mais obscuro da história do país. Houve uma concentração de renda brutal – o país cresceu, mas para os ricos -, sem liberdade de expressão e de opinião.

[O impeachment contra Dilma] é uma repetição de 64 de uma maneira muito mais sofisticada e planejada. Houve um golpe em diversas frentes: jurídica, midiática e policial. Você vê a justiça investigando apenas um lado. A mídia é responsável por isso: a Globo teve um papel importantíssimo. E o pior, com a entrega das nossas riquezas do Pré-sal, a única coisa que falta ser tomada pelos estrangeiros e que poderia garantir um futuro para o país. É um programa de governo que vai mudar as conquistas trabalhistas, vai privatizar tudo. Esse programa jamais ganharia uma eleição, por isso teve golpe.

As manifestações que os jornalistas celebravam – “o povo acordou” – serão criminalizadas: “são os vândalos”. Temos um longo período pela frente. Primeiro, é preciso somar e acumular forças. Trabalhar para que a população entenda o que será tomada dela.

Sebastião Neto, 65 anos, metalúrgico e sindicalista, membro da Oposição Sindical em São Paulo

A vida inteira fui da Oposição Metalúrgica. Fui preso em 1969, com 18 anos de idade. Passei sete anos na clandestinidade.

No nosso caso particular, nós enfrentamos uma aliança entre o empresariado, a Ditadura e os pelegos, nomeados como interventores – que nos entregavam para a polícia ou o patrão. No mundo do trabalho, você estava arriscando sua família e seu emprego. Não se deixava de fazer o enfrentamento, mas não podia se expor muito. Estávamos dentro da fábrica, tentando organizar sem perder o emprego, tentando não ser identificado. Do AI-5 até 1978, nós desaparecemos de cena. Nós tivemos quatro mortes na categoria: Olavo Hansen, em 1970; Luiz Hirata, em 71; Manoel Fiel Filho; em 76 e Santo Dias, em 79. Os três primeiros mortos sob tortura e o último na porta da fábrica Sylvânia, em greve.

[O que ocorreu no Congresso] é um golpe. As pessoas votam e uma maioria parlamentar derruba. Por outro lado, não dá para se passar de vítima. Houve a aplicação de um programa [em 2015] que não era coerente com o que havia sido anunciado. As pessoas não saíram as ruas para defender o governo porque não se sentiam representadas. Isso não nos traz nenhuma satisfação, é um desastre total. Você vota e não vale seu voto, vale o voto de 300 picaretas, que decidem que não pode ser mais governo. É um drama enorme para a esquerda. Do ponto de vista político, há o risco de minha geração ver 40, 50 anos de militância indo pro brejo. Para os trabalhadores, só podemos esperar dias piores. Não temos nenhuma ilusão: é o primeiro tempo contra a Alemanha, já está 5 x 0 para os caras. É uma situação muito difícil de recomposição. Eu gostaria de ter palavras de incentivo, mas nós voltamos para o que fizemos a vida inteira: militar e resistir. Vamos passar um bom tempo na resistência. Nós temos que reconquistar o povo

Rose Nogueira, 70 anos, jornalista e integrante do Grupo Tortura Nunca Mais

Eu tinha muito pouco engajamento. O que eu fiz foi emprestar meu apartamento para algumas reuniões, não muitas. Meu marido e eu fomos presos. Eu tinha um bebê de 33 dias. Fiquei presa nove meses. Me deram injeção à força para cortar o leite.

Faz parte dos direitos humanos – está nos escritos de São Tomás de Aquino, na Carta dos Direitos do Homem da Revolução Francesa, na Declaração da ONU – o direito de resistência à tirania. Alguém questiona a Resistência Francesa? Existiu uma Resistência Brasileira, muito bonita e forte e que ajudou na conquista e na construção da democracia. As Diretas Já foram resistência de massa. O que nós fizemos foi resistir à tirania, cada um à sua maneira. Todas as formas de resistência à tirania são legítimas.

A resistência à Ditadura cresceu e se tornou de massas. A história é um processo, não um evento.

Eu vejo [o processo contra Dilma] como golpe. É um golpe de Estado por forças reacionárias e conservadoras. Quando a gente vê que grande parte dos senadores são investigados ou processados por corrupção, que moral é essa? Meu sentimento foi de profunda tristeza e decepção.

Acabei de ver uma notícia de que o governo atual vai suspender a Farmácia Popular, além de outros programas. O que é isso? É penalizar os mais vulneráveis. Tem um componente muito cruel, no momento em que o mundo está abandonando o neoliberalismo, ele está sendo imposto no Brasil de forma arbitrária

[A violência policial contra as manifestações] me lembra a mesma repressão [da Ditadura]. Achei um horror, descabida, exagerada. Depois da manifestação de domingo (4), inteiramente pacífica, a polícia apareceu para reprimir, atirando a esmo. Parece coisa orquestrada. Depois ficamos sabendo da prisão dos jovens. A acusação está no condicional: “iriam praticar crimes”. Que crimes? O juiz, no dia seguinte, disse que as prisões foram irregulares e mandou soltar. No tempo da ditadura era isso. Eu fui acusada em três artigos da Lei de Segurança Nacional, somando dava 36 anos de prisão. Fomos absolvidos depois de dois anos, mas já tinham destruído nossas vidas.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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