Arquivo para 19 de setembro de 2016

O ESPETACULOSO, O MESSIANISMO, MEU PIRÃO PRIMEIRO JÁ FEZ SUAS VÍTIMAS: DILMA, A DEMOCRACIA E A SOBERANIA BRASILEIRA, MAS HÁ ALGO POR TRÁS DISSO

foto: paulo pinto/agencia pt

Esses caras não brincam em serviço. A direitaça brasileira remanescentes de 1964  está atuante. Ela só não dominava todo o poder político porque no Executivo desde 2002 até agosto de 2016 estava com uma coligação de partidos comandados pelo PT, PCdoB, PDT, PMDB na presidência da República com Lula e Dilma.

Mas não adianta ganhar a eleição para presidente se é eleito um congresso conservador, vendido, corrupto cheio de picaretas como o atual.

Para tirar os governos populares essas cangues fizeram de tudo. Criaram escândalos, teve o Mensalão, prenderam Dirceu, Jenoíno e outros políticos do PT. Só do PT.

Para desestabilizar Dilma dentre muitas iniciativas que já apresentamos e os brasileiros conhecem, essa operação Lava Jato já deve ter chegado na sua 40ª operação. O xarope agora à tarde deu lá as estatísticas dos denunciados e dos presos. Disse inclusive que Lula pode não ser preso, nos contradizendo que Lula está preso: no coração do povo brasileiro.

Essa jogada do xarope, que segundo a jornalista Mônica Bergamo se referiu hoje, de que os ministros do STF criticaram, merece uma reflexão.

Contra Lula não há nenhuma prova, só convicção. Lula é o candidato dos Partido dos Trabalhadores em 2018. A direita não tem pessoa confiável. Serra está sem memória, como Chanceler não sabe quais são os países que compõem os BRICS, Aécio é expulso de manifestação que ele ajuda a convocar. O jeito é denunciar Lula, torná-lo réu e deixar o caminho para os golpistas. Só que há vários planos. O primeiro é que Lula não será condenado e será o candidato do povo brasileiro.

A Lava Jato foi criada para ajudar no golpe; já cumpriu parte dele, mas há muitos denunciados como Temer, Aécio, Renan, Quadrilha, Gedel, Caranguejo e todos os golpistas que compõe a turma do Jaburu. 

A Satiagaha foi encerrada por uma falha muito menor do que as que os pastores de Curitiba já praticaram, por exemplo, divulgar diálogo de uma presidenta da República.

Sabe quem torce agora para que os messiânicos encerrem a Lava Jato? Os golpistas. Todos.

Lula não tem crime. Se não tem crime não há provas. 

Os golpistas têm crime, mas as provas não são apresentadas e nem são denunciados.

Eles torcem, sonham com o fim da Lava Jato. Só que o pesadelo deles continuará por que Lula são milhões de brasileiros que estarão sempre do seu lado, porque seu lado é o da classe trabalhadora, seu lado é ao lado da vendedora, da ambulante Débora, que ontem, numa atitude nazi-fascista da polícia do governador psdbista Ackimin, torturou, humilhou a trabalhadora e todos os trabalhadores, pois é indigno o que os policiais fizeram com a trabalhadora em São Paulo.

Por isso, somos a favor de que a Lava Jato investigue os corruptos, os ladrões e não direcione mais seu pawerponte para Lula, mas para Aécio e todos os golpistas citados por Sérgio Machado e por Eduardo Cunha que começou a entregar seus ex-seguidores.

ERA AVIÃO DA PONTE AÉREA RIO/SÃO PAULO, EDUARDO CUNHA ESTAVA. NÃO DEU OUTRA: PROTESTO

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Veja ouça o vídeo gravado por uma passageira que chama o golpista, gêmeo de Temer, de ladrão e almeja que ele “apodreça na cadeia”. Se a justiça se fizer e ele for preso, é lógico. Visto que os golpistas conseguiram metade do que queriam, a partir dele, usurpar o governo Dilma. E aoutra metade é inviabilizar a candidatura de Lula para a presidência em 2018. Uma certeza que nem o complexo místico oceânico como diz a psicanálise, dos compulsivos-jurídicos pode impedir.  

INTERROGATÓRIO DE DELCÍDIO MOSTRA COMO A LAVA JATO FORMA SUA CONVICÇÃO

 

  Artigo escrito pela honesta e inteligente jornalista Cíntia Alves.

 Jornal GGN – Na sexta, dia 16 de setembro, o Estadão publicou no Youtube o vídeo do último depoimento do ex-senador Delcídio do Amaral à Lava Jato. Este vídeo serve como um bom exemplo de como a força-tarefa usa a “teoria do fato” para colocar Lula no topo da pirâmide de toda a corrupção existente no plano federal. A teoria foi tratada em artigo de Luis Nassif, aqui noGGN, nesta segunda (19).

Em “Xadrez do não temos provas, mas temos convicções” consta a seguinte definição da teoria: “Antes de começar a investigar os investigadores montam uma hipótese de partida, e apegam-se a ela como se fosse matéria de fé. Julgam que qualquer correção da rota inicial poderá ser interpretada como erro. Insistindo na narrativa inicial, acabam forçando a barra, minimizando informações que não a confirmem, e forçando a busca de evidências que a reforcem.”

No caso de Delcídio – principal delator da Lava Jato contra Lula – essa “forçada de barra” está estampada na maneira como o representante do Ministério Público Federal conduz o interrogatório. 

Em diversos momentos, o interrogador não aprofunda denúncias que fujam de Lula – inclusive as que remetem ao governo FHC – e, quando faz perguntas sobre o ex-presidente, é sempre com a intenção de confirmar que ele sabia de tudo o que o ocorria na Petrobras, desde o início, e que a distribuições de cargos tinha um objetivo claro: arrecadar dinheiro para partidos

 

De acordo com o Estadão, o depoimento ocorreu em parceria com a Procuradoria Geral da República, onde há investigações sobre organização criminosa e obstrução de Justiça envolvendo Lula.

Delcídio chamava o procurador constantemente de “doutor Januário”, que pode ser Januário Paludo. Segundo o portal do Ministério Público Federal, ele integrou a equipe da Lava Jato em Curitiba, coordenada por Deltan Dallagnol, e agora atua como “colaborador”. 

O INTERROGATÓRIO

A primeira coisa que doutor Januário quis saber de Delcídio, dado seu protagonismo nos anos Lula e Dilma, foi a maneira como o governo foi configurado para acomodar aliados políticos a partir de 2003. Foi quando o ex-senador tentou explicar o impacto do mensalão (AP 470) no processo.

Segundo Delcídio, para facilitar a compreensão, o governo Lula precisava ser dividido em “duas etapas”. “Primeiro, quando começa o governo, o PT e partidos que apoiaram Lula desde o início – PL, PDT, PCdoB – eles, nos primeiros dois, três anos de governo Lula, tiveram protagonismo grande dentro da estrutura de cargos não só da Petrobras como de todo o governo. No caso específico da Petrobras, existia à época dois diretos, Renato Duque e depois o Nestor Cerveró. O Rogério Manso, que era diretor de abastecimento de Fernando Henrique Cardozo, continuou [mexendo com refinarias, oleodutos, comercialização de combustíveis]. Aparentemente era estranho que um diretor de abastecimento do governo FHC continuasse no governo Lula, mas houve acordo na época, com Antonio Palocci, no sentido de que Manso fosse mantido.”

O doutor Januário não quis saber detalhes do acordo para manter o ex-diretor de FHC na Petrobras. Prosseguiu questionando se já nos idos de 2003, os partidos que recebiam diretorias na estatal sabiam que podiam usá-los com “objetivos arrecadatórios”. É quando Delcídio volta a insistir na divisão do governo Lula em períodos antes e pós-mensalão, e deixa dois pontos bem claros: 

1. A corrupção passou a ser “sistêmica” quando o PMDB entrou na jogada, para dar sustenção ao governo na crise do mensalão.

2. O esquema de pagamento de propina de empresários interessados em obter contratos vultosos já existia antes da chegada do PT ao poder.

Disse Delcídio: “Há duas etapas muito claras. Na primeira fase do governo, não havia essa movimentação ou essa operação do ponto de vista de estrutura de campanha. Podiam existir situações episódicas, mas não era operação sistêmica. Isso aconteceu de 2005 para cá, aí sim os diretores passaram a exercer protagonismo político e gerencial muito mais intenso que na primeira etapa. E porquê eu faço esse registro, se o senhor me permitir…”

Neste trecho, Delcídio foi interrompido pelo procurador, que sentenciou: “Mas era sabido, desde o início do governo, que os diretores nomeados deveriam arrecadar dinheiro para os partidos que sustentavam a base. Isso era sabido por quem? Essa é a pergunta.”

Delcídio respondeu e, a partir daí, passou a colocar suas falas nos trilhos que levam a Lava Jato a Lula.

“Nesse início”, comentou, “isso [o esquema na Petrobras com fins arrecadatórios] era muito restrito. Era um grupo muito pequeno que tinha conhecimento ou ação sobre esse processo. O senhor viu que pela configuração que praticamente toda a diretoria da Petrobras [no início do governo Lula  era puro-sangue, do PT. Era muito restrito à estrutura maior partidária e evidentemente à própria presidência da República e à presidente Dilma, que era ministra de Minas e Energia. Tudo passava por ela também. Quando houve esse movimento…”

O procurador novamente interrompeu para saber “quem fazia parte desse grupo restrito?” que tinha conhecimento de que o PT usava a Petrobras para formação de caixa dois de campanha.

“No caso do PT, era o presidente do partido à época, e o tesoureiro, que era o Delúbio [Soares]. Lula participou ativamente dessas definições todas. A ação de Lula na Petrobras foi mais intensa, não só sob o ponto de vista da arrecadação, mas porque a Petrobras foi usada na agenda de desenvolvimento.”

Depois de listar Dilma, Lula, Delúbio e José Genoíno (que assumiu a presidência do PT após José Eduardo Dutra ser alçado ao comando da Petrobras), Delcídio ficou alguns segundos em silêncio e se corrigiu sobre Dilma: “Não sei se Dilma participou ativamente das indicações [dos cargos], não posso garantir, mas ela poderia presumir o que estaria por trás das indicações. Mas não sei se ela tinha total ciência da amplitude das ações dos diretores nomeados. Acredito que ela presumia.”

“Havia então essa indicação, já no início do governo, de intuito arrecadatório. Assim: propina, é isso?” Lula, então, sabia do que acontecia desde o início, questionou mais uma vez o procurador.

Delcídio, então, tentou concluir sua tese a respeito do impacto do mensalão no governo Lula. Disse que somente após a crise é que Lula admitiu que a ideia de José Dirceu de levar o PMDB para a base aliada do governo seria essencial a sobrevivência do mesmo. Inclusive para evitar um processo de impeachment. Quando PMDB e PP ganharam espaços antes ocupados por indicados do PT é que se “escancarou” a corrupção na estatal.

“Aí a máquina opera para atender partidos importantes da base para garantir a dita governabilidade. As coisas ficam mais escrachadas”, disse.

Mas emendou, em seguida, que “essa questão de arrecadação na Petrobras não vem desse governo. Vem de outros. Esse governo sistematizou e colocou as diretorias a serviço de partidos da base para garantir a sustentabilidade política do governo. Por que chegou a esse nível? Não só por razões políticas, mas porque a Petrobras foi usada como vetor de desenvolvimento do País. Entra o discurso do pré-sal, do modelo de partilha, do discurso do petróleo é nosso, não à privatização, do conteúdo nacional, das construções de estaleiros. Criaram um volume de projetos na companhia que ela se tornou a grande arrecadadora.”

Em suma, é pela importância dessa agenda para o sucesso do governo que Delcídio supõe que o ex-presidente sabia de tudo o que ocorria na Petrobras. “A Petrobras no governo Lula era espécie de ícone na estrutura de governo. Então merecia atenção especial e atuação particular dele no processo.”

E seguiu assim o diálogo:

Procurador: De que forma Lula comandava esse processo. Através de quem?

Delcídio: Na verdade, ele conversava com certa frequência com os diretores e o presidente. Eu tive muito pouco contato, estive em poucas reuniões. Mas quem fala com o presidente da República é o presidente da Petrobras, que não responde ao Ministério de Minas e Energia.

Procurador: E como se dava o processo arrecadatório de propina?

Delcídio: Isso era o partido que executava. Evidente que ele [Lula], como conversava com outros partidos, tinha acompanhamento em tempo real de como os partidos agiam na Petrobras. Ele tinha ciência. Não entrava na execução, mas ele sabia o que estava acontecendo.

Para sustentar sua tese, em outra passagem, Delcídio disse que as substituições na Petrobras ocorriam quando as lideranças partidárias informavam seus interesses ao chefe da Casa Civil. “Este agendava reunião com Lula para discutir os temas. Petrobras não tem como não passar pelo presidente.”

Tanto que Lula tinha conhecimento de quanto cada diretor arrecadava”, aponta Declídio, no caso do PT. Dos outros partidos, uma ideia dos valores, até porque ele conversava com os empresários. Ele tinha uma noção pelo tamanho dos negócios, mesmo não tendo detalhes.”

Delcídio, nesse depoimento, também qualificou o Petrolão como um esquema com o objetivo de “perpetuar o PT no poder”, exatamente como fizeram os procuradores da Lava Jato na denúncia contra Lula no caso do triplex.

O procurador só se deu por “satisfeito” quando Delcídio comentou os episódios do mensalão, da ameaça do impeachment de Lula e estendeu a corrupção sistêmica do PT e aliados para outros setores, como o de energia, com o PMDB reina desde que chegou à base aliada. O mesmo argumento foi usado pelo MPF quando da criação da “propinocracia”.

                   Veja e ouça o vídeo do interrogatório de Delcídio.

A GRANDE DOR DOS PERSEGUIDORES DE LULA É QUE ELES GOSTARIAM DE CONTAR COM O RESPEITO DOS QUE TEM SUPERIORIDADE SENSITIVA, INTELECTIVA E ÉTICA. O QUE É IMPOSSÌVEL

14264011_1071168102952189_9097750136948809437_n                                        “Você queria mesmo era ser um sanhaçu.

                                        Fazendo fiu e voando pelo azul.

                                        Mas nesse jogo lhe encaixaram

                                        E é uma loucura.

                                        Lá vem padeiro

                                        Pão na boca é que te cura”.

   Ednardo

Toda pessoa produz sua realidade-pessoal através de suas experiências no mundo objetivo. Constituído de duas faculdades proeminentes, a sensível e a racional, ela é apanhada pela matéria exterior que depois de sensibilizar seu sistema nervoso central, circula como fluxos energéticos no cérebro onde se localiza a área da mente-razão. Aí são constituídas as representações resultantes dessa experiência. Imagens visuais e sonoras que irão contribuir para a formação de seu eu-ego expressado como vontade, inteligência, memória, imaginação, recognição em forma exterior de linguagem.

Como a experiência ocorre em um mundo produzido por valores econômico, social, histórico, psicológico, antropológico, estético, religioso, moral, indicadores das relações sociais, o eu-ego do indivíduo será resultante dos agenciamentos coletivos de enunciação que ele vivenciará na família, escola, vizinhança e outros territórios implicantes de sua formação. Se ele for agenciado em uma família com corpos-afetivos que lhe convidem para vivenciar o mundo como seu habitat natural-ontológico, e não como ameaça, ele desenvolve em si o sentido social e racional de humanidade por se encontrar continuamente em alteridade, responsabilidade e solidariedade com o outro.

Porém, se ele sofrer agenciamento coletivo de enunciação em uma família neurótica, que é fundamento da família burguesa, ele não desenvolverá em si o sentido crítico de si mesmo e do mundo. Ele será um sujeito-sujeitado, como diz o filósofo Guattari, que não suspeitará que fora agenciado com valores para servir ao pensamento dogmático do estado paranoico dominante. Ele será o reflexo recognitivo dos dizeres que lhe mostraram e lhe impuseram como verdade.

Sua escolha profissional será o resultado do agenciamento que sofreu para sustentar o que ele encontra na objetividade como prolongamento de sua subjetividade. Se for uma instituição com signo-capturador incontestavelmente patriarcal, ele se sentira protegido e satisfeito como alguém que está contribuindo com seu saber para a segurança e proteção dessa instituição.

Temos então, segundo o filósofo Nietzsche*, dois tipos de espíritos. O primeiro, o homem do espírito livre. Aquele que se movimenta livremente, por isso examina tudo que se coloca em suas perspectivas. Um espírito cuja ação e avaliação não decorre de uma imposição como tradição moral autoritária que obriga à execução de práticas sem reflexão. Só porque a ordem saiu de uma autoridade imposta.

O homem do espírito livre é um ser aberto a novas experiências. Tem um mundivisão como vontade de potência que lhe faz um trabalhador-social de novas formas de sentir, ver, ouvir e pensar. É um homem em liberdade como devir-continuo. Daí ser um homem ético, já que a ética não se resume a regras e normas que chegam como tradição em forma de costumes morais. A ética é sempre vivência de aumento de potência de agir, como nos fala Spinoza.

Já o homem do espírito cativo é traspassado por uma visão de mundo estreita que acaba em suas relações com a família, com sua classe, com seus amigos e colegas de profissão que servem de preservação desse mundo estreito. Nada além, porque não há nele a suspeita da necessidade da produção contínua de novas formas de existência. Para ele o mundo é o que lhe mostraram e falaram. Ele como burguês, como diz o filósofo Sartre, é uma insuportável consequência dos valores que lhes foram agenciados. Tudo nele é a recognição dos mesmos códigos que estruturam a semiótica dogmática do poder.    

Assim, se entende que o social e racional que fundamentam a humanidade do homem do espírito livre, no homem do espírito cativo esses corpos surgem como uma produção idealista de seus produtores-neuróticos, já que saem de uma consciência mistificada mitificada e não produzida pela experiência direta com a matéria.

Daí, a consciência do homem cativo ser nada mais do que abstração mistificada e mitificada. Por tal ele precisa se modelos elaborados nestes estratos abstratos de sua mente. Tanto modelo para si, como Deus, que sai da imago inconsciente-pai, como se quer também modelo para o outro. Muitas vezes para seus filhos. Cópia desdobrada do modelo que tomou para si, já que sua existência não foi criada a partir de si mesmo como ser em liberdade.

Como consciência mistificada e mitificada, de sujeito-sujeitado, ele cogita fantasiosamente que seus atos sejam apreciados por pessoas livres com superioridades sensitiva, intelectiva e ética, o que é impossível. As pessoas livres não compõem com a dor dos cativos. São superiores. Não necessitam de aplausos. São seguras e compromissadas ontologicamente. São as que amam Lula por ele ser um homem livre que se movimenta em sua contínua transcendência-politica.

Os espíritos livres jamais comporão com o ódio, a inveja e a vingança dos cativos, sujeitos-sujeitados, que perseguem Lula, porque Lula diz Sim a Vida e eles dizem Não.

*O livro de filosofia política do filósofo Marcos José, “Tagarelando em Nietzsche”, trata exclusivamente desses dois tipos de espíritos.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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