Arquivo para 13 de dezembro de 2016

XADREZ DOS SENHORES DA GUERRA CONTRA o PACTO NACIONAL”, TEXTO DE LUIS NASSIF

Peça 1 – o vazamento da delação da Odebrecht

O Procurador Geral da República Rodrigo Janot ordenou abertura de sindicância para investigar o vazamento da delação do lobista Cláudio Monteiro, da Odebrecht.

É blefe. Como é blefe a desculpa de que há várias fontes de vazamento, não sendo possível apurar a origem do vazamento.

Dado o alto grau de octanagem da delação – que deixa em suspenso todo o mundo político – só há duas explicações para o fato do PGR não ter montado um sistema severo de controle sobre os documentos:

Hipótese 1 – o vazamento partiu da própria PGR.

Hipótese 2 – o vazamento partiu de operadores da Lava Jato, para rebater tentativas de interferência do PGR sobre a operação.

Nos dois casos, o ponto em comum é a aliança cada vez mais explícita do PGR com o PSDB.

Pela Hipótese 1, Janot estaria empenhado em implodir o esquema Michel Temer no governo para abrir espaço para o PSDB.

Pela Hipótese 2, Janot estaria interferindo na Lava Jato visando proteger as lideranças tucanas.

Há um conjunto de evidências reforçando essas hipóteses.

A primeira evidência está na ofensiva de Janot visando manter a OAS fora da delação.

Desde o início, a estratégia traçada pelos tucanos – verbalizada várias vezes por FHC e pelas tentativas de anistia ao caixa 2 lideradas por Aécio Neves – consistia em dividir as propinas em dois grupos. O primeiro grupo seria o financiamento de campanha através do caixa 2. O segundo, a corrupção propriamente dita, que consiste no recebimento de percentuais das obras feitas.

A delação da Odebrecht mirou apenas o caixa 2. A da OAS entraria pelo universo das propinas, inclusive relatando o sistema de pagamentos aos governos Geraldo Alckmin e José Serra – que, aliás, obedecia à mesma tabela de 5% cobrada por Sérgio Cabral.

Janot já brecou duas vezes as delações.

A segunda evidência no fato de, dispondo de uma enorme relação de políticos denunciados – incluindo José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves -, na segunda-feira Janot ter tirado da gaveta a denúncia contra o presidente do Senado Renan Calheiros.

Qual a lógica, em um momento em que tanto Senado quanto Supremo Tribunal Federal negociam uma distensão?

Aí, entramos na peça 2 do Xadrez, a disputa pelo pós Temer.

Peça 2 – pacto político ou guerra

O governo Temer definitivamente naufragou.

Há três perspectivas em vista.

1. Um grande pacto político que consiga brecar a crise e prepare a transição para eleições diretas.

2. A queda de Temer e a eleição indireta de um novo presidente.

3. A manutenção de um Temer repaginado, definitivamente sob a tutela do PSDB.

A primeira hipótese não interessa ao PSDB – e, por extensão, a Janot. Ao PSDB porque todas as pesquisas de opinião mostram o partido sem um candidato competitivo. A Janot porque a recomposição política – em torno de um pacto – significaria o fim da eleição direta para PGR pelo Ministério Público Federal. Janot será reconhecido no futuro, pela categoria, como o coveiro da lista tríplice.

Restam as duas hipóteses seguintes.

A menos pior das alternativas – para o PSDB – seria manter Temer como boneco de ventríloquo e operar por trás a implementação do saco de maldades do desmonte do estado social e nacional. A segunda alternativa, mais custosa, seria o PSDB assumir em uma eleição indireta.

Em ambas as situações, a aliança PSDB-Globo-PGR  teria que enfrentar a competição dos dois principais operadores do Senado, Renan e Romero Jucá.

As ideias ainda estão no ar, sem estarem completamente assentadas, mas há uma conjunção ampla de indícios apontando na mesma direção de inviabilizar diretas e pactos:

·      Na segunda, Janot atirou em Renan.

·      Não por coincidência, na terça o Globo lançou a campanha “indiretas, já” e focou em Romero Jucá os ataques mais fortes de seu editorial. Defendeu a Constituição contra “artificialismos” – no caso, eleições diretas, que embutem esse “artificialismo” extravagante de devolver o poder ao voto.

·      No Estadão, as lideranças tucanas propõem a Temer jogar ao mar seus auxiliares restantes e casar de papel passado com o PSDB.

Não se surpreenda se o próximo alvo da PGR for Jucá, enquanto mantém em banho maria as investigações sobre a tríade tucana.

Peça 3 – o avanço do estado de exceção

Assim como o impeachment abriu uma caixa de Pandora que colocou em curto circuito todos os controles institucionais, a escalada do arbítrio ganhou vida própria.

Nos últimos dias o Exército ocupou Recife, devido a uma possível greve de soldados. Nas TVs locais, o comandante do Exército fala sobre a quantidade de soldados disponíveis para policiamento ostensivo nas principais capitais, incluindo Brasilia.

Em todos os estados, a cada dia aumenta a violência da repressão da Polícia Militar.

Está se tornando o novo normal.

No Paraná, o juiz Sérgio Moro prossegue em suas manipulações autoritárias, com o uso abusivo do poder que lhe foi conferido. Questionado pelos advogados de Lula sobre a tentativa do procurador de induzir à resposta da testemunha, simplesmente cassou o direito dos advogados de defesa. Tomou o partido da acusação sem a menor preocupação em disfarçar.

Há toda uma discussão no direito administrativo sobre o poder-dever ou dever-poder na administração pública.

Há um conceito unânime, entre os administrativistas, da prioridade do interesse público sobre o interesse particular. Ao Estado cabe atender o interesse público. O poder do agente público é um mero instrumento para o atendimento do objetivo maior, que é interesse público. Sendo assim, o poder deve se submeter aos princípios da dignidade da pessoa humana (https://goo.gl/XHlhX7).

São conceitos civilizatórios, como diria nosso “iluminista” Ministro Luís Roberto Barroso. Perdão, me enganei! O “iluminismo” apud Barroso diz que o caminho da civilização é o estado de exceção. Sobre ele, falamos mais abaixo.

Peça 4 – os dois caminhos possíveis

Há dois caminhos possíveis para o pós-Temer.

O inevitável será o grande acordo nacional, em um ponto qualquer do futuro, que garanta o enfrentamento da crise econômica e defina as bases para o novo tempo político – cujo desfecho serão as eleições diretas. A incógnita, no caso, é saber em que ponto do futuro e em que nível de esgarçamento social e econômico baixará o bom senso.

O alternativo  é o aprofundamento do desmonte do Estado sendo empurrado goela abaixo do país por um governo sem a legitimidade dos votos.

Trata-se de uma tática suicida – em termos de país e em termos de estratégia -, que demonstra bem a truculência e miopia dessa parte da elite brasileira que se rendeu ao protagonismo midiático.

A insistência no desmonte do Estado aprofundará ainda mais a crise.

Só quando o quadro estiver totalmente caótico, se entenderá que o único caminho será o do grande pacto que permita as saídas tradicionais: um grande programa de investimentos públicos, retomada do papel dos bancos públicos para renegociar as dívidas acumuladas do setor privado, oxigênio para os estados, retomada da cadeia do petróleo e gás, interrompendo o trabalho de destruição da economia comandado pelo Ministério Público Federal e a legitimação política para uma política isonômica de equilíbrio fiscal.

E se o tecido social chegar a tal nível de esgarçamento que leve a uma semi-guerra civil, acelerando a entrada dos militares no jogo? E se surgir um Napoleão no meio do caminho, não um maluco como Bolsonaro, mas um general articulado?

Os mediadores

A decisão final dependerá do papel dos mediadores. E quem serão os mediadores?

Os possíveis interlocutores do Senado estão sendo bombardeados por Janot e pela Globo.

O Supremo definitivamente perdeu a condição de mediação.

Lá, o Ministro Luís Roberto Barroso – aquele que em cada três entrevistas menciona seis  vezes a palavra “iluminismo” –  tornou-se o principal avalista  do estado de exceção.

Ontem, no Estadão, (https://goo.gl/eTNMdf) Barroso vestiu-se com o desprendimento dos sábios iluministas, como quem seleciona o grande gesto da mesma maneira que escolhe uma gravata da moda, e mencionou as críticas que têm recebido, considerando inevitáveis a quem, como ele, pretende “avançar com certas doses de iluminismo em locais onde ele ainda não chegou”.

Como não é de ferro, teve seu momento de Carmen Lúcia, com a frase “viver não é esperar a tempestade passar, mas aprender a dançar na chuva”. E aceitou estoicamente as incompreensões de que tem sido alvo: “Vai ficando cada dia mais difícil, porque você vai colecionando pessoas que vão ficando desagradadas. Mesmo assim, a gente tem que ‘empurrar’ a história e fazer aquilo que acha certo”.

Mencionou, como alvo das incompreensões, suas bandeiras iluministas sobre aborto e relações homoafetivas, que o deixam mal apenas nos grotões, não nos salões da sociedade e da academia.

Ora, o problema desse agente da história – e do Supremo – não é o das decisões contramajoritárias – que deveriam ser o foco de sua atuação –, mas a falta de coerência, a maneira como se curvou ao clamor da turba e da mídia e se tornou um dos principais agentes do atraso mais anacrônico, o direito penal do inimigo e o desmonte da precária rede de proteção social que o país construiu.

Não se trata de um iluminista, mas de uma luminária que não consegue projetar sua luz além dos limites estreitos do seu grupo social.

A desordem institucional do país, aliás, teve início quando o Ministro Teori Zavascki ordenou a prisão de um senador, Delcídio do Amaral, atropelando a Constituição, como lembrou o cientista social Marcos Nobre em sua coluna no Valor ( https://goo.gl/i6z9Cy). A partir daí, desandou de vez o estado de direito, abrindo espaço para arbitrariedades de todos os níveis e para uma ampla subversão nas próprias instituições, da qual o exemplo mais candente é a autonomia de vôo e as seguidas provocações da força tarefa da Lava Jato ao PGR Janot.

Portanto, conte-se pouco com o Supremo para a tarefa de mediação.

Peça 5 – o caminho do acordo

A batalha civilizatória real, que decidirá nosso futuro como nação, dependerá das lideranças razoáveis começarem a desenhar o caminho do grande acordo, cuja celebração maior se dará nas eleições diretas e nos pactos a serem firmados no segundo turno.

Que as lideranças responsáveis do PT, do PSDB, do Senado e da Câmara, que os Ministros responsáveis do Supremo comecem a desarmar suas hostes e a desenhar os termos do grande pacto.

Haverá dificuldades de monta.

Uma delas, o PSDB-mídia aceitar a inevitabilidade da volta do protagonismo de Lula. O maior prejuízo imposto ao país não foi a destruição de Lula como liderança de esquerda, mas do mediador que conseguiu civilizar os movimentos populares, conter a esquerda mais radical e compor com as forças políticas e econômicas tradicionais. Lula é a única pessoa capaz de unificar todas as esquerdas e convencê-las da importância do pacto.

Outra dificuldade será o PT e as forças de esquerda aceitarem o protagonismo de FHC. Em que pese seu oportunismo e mesquinharias, tantas vezes demonstradas ao longo da campanha do impeachment, FHC ainda é a esperança de bom senso na frente golpista. Também é a única voz do PSDB com influência no mercado e no meio empresarial.

No Senado, se não forem queimados pela ação oportunista de Janot, e se a saída buscada não for a do estado de exceção, Renan Calheiros e Romero Jucá são interlocutores políticos de peso.

O empresariado precisará se recompor em torno de lideranças responsáveis. Há instituições que não perderam a respeitabilidade, como o IEDI (Instituto de Estudos de Desenvolvimento Industrial), a Abimaq (Associação Brasileira de Máquinas), a ABDIB (Associação Brasileira da Indústria de Base) entre outras, como o Instituto Ethos. A FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) terá que se desvencilhar do oportunismo rasteiro de seu presidente Paulo Skaf.

Não haverá como fugir do grande pacto, que desembocará em eleições diretas civilizadas, nas quais será possível aos dois lados explicitar seus conceitos e doutrinas, clarificar seus projetos de país, explicitar pontos em comum na grande agenda nacional.

. A única incógnita é o tamanho necessário da crise para eliminar resistências e promover a pacificação.

Espera-se que seja antes de se ter o país transformado em escombros, envolto nas guerras bárbaras.

“O QUE ADIANTOU?”, TEXTO DE GILBERTO MARINGONI

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O que adiantou prometer cumprir contratos?
O que adiantou inventar Henrique Meirelles e colocá-lo no Banco Central?
O que adiantou chamar Michel Temer, Jucá, Geddel, Kassab, Eliseu Padilha, Levy, Crivella, Palocci, Cristovam, Helio Costa, Jobim, Moreira Franco e tantos outros para o ministério?
O que adiantou fazer a política que eles queriam?
O que adiantou manter juros na estratosfera e alimentar o rentismo com carne fresca?
O que adiantou adular e financiar a Globo e suas congêneres?
O que adiantou chamar o pessoal do agronegócio de “heróis nacionais”?
O que adiantou dizer que não era de esquerda?
O que adiantou não colocar nenhum jurista pelo menos de centro no STF?
O que adiantou dizer que “os bancos nunca ganharam tanto”?
O que adiantou não dar asilo para Edward Snowden?
O que adiantou colocar o BNDES para financiar os monopólios?
O que adiantou não constitucionalizar as leis sociais?
O que adiantou paralisar a reforma agrária?
O que adiantou fechar os olhos para a matança indígena?
O que adiantou aprovar a lei antiterrorismo?
O que adiantou dar uma de bom moço?
O que adiantou…?

REFERENDO POPULAR PARA A PEC 55 PASSA A SER A BANDEIRA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS

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 Da redação da Rede Brasil Atual.

São Paulo – Apesar da aprovação em caráter terminativo da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55 pelo Senado, movimentos sociais saíram às ruas para protestar durante todo o dia de hoje (13). Manifestações organizadas por estudantes, profissionais da educação, da saúde, Frente Povo sem Mede e Frente Brasil Popular ocorreram em diversas capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. A intenção é manter o clima de resistência até o início do ano e levar a bandeira do referendo, para que a PEC 55 só possa ser validade se for aprovada por consulta popular.

O principal ato de São Paulo reuniu hoje dezenas de organizações. A movimentação começou no final da tarde na Praça do Ciclista e seguiu em marcha pela Avenida Paulista. O coordenador nacional do coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, afirmou que a PEC é o maior retrocesso aprovado no país desde o fim da ditadura militar. “Congelar gastos sociais por 20 anos é inconcebível. Nenhum lugar do mundo se fez isso. É deixar o Estado brasileiro de joelhos para o rentismo financeiro. Ainda mais de iniciativa de um governo totalmente lameado de corrupção, sem legitimidade, fruto de um golpe e de um parlamento desmoralizado, sem autoridade para decidir nada em nome do povo brasileiro”, afirmou, em entrevista ao Mídia Ninja.

“Vai haver reação. Hoje, as pesquisas já mostraram que apesar de toda a propaganda do governo, a maioria do povo é contrário à PEC. O que o Parlamento decidiu vai em sentido contrário aos anseios da população”, observou Boulos. “E a reação só vai se ampliar. O Brasil se encaminha para o aprofundamento do conflito social no próximo período, disso não há menor dúvida.”

O também coordenador da Frente Povo sem Medo enalteceu o papel das manifestações desta terça-feira como forma de deixar um recado de que a sociedade não deixará a resistência. “As pessoas estão começando a perceber que a alternativa é a mobilização. Vamos lutar para que haja um referendo para o povo decidir. Esses 53 senadores que votaram pela PEC não falam pelo povo brasileiro”, defendeu Boulos.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, afirma, em matéria no portal da central, que a situação caótica é o resultado de uma gestão ilegítima e sem projeto para o país. “A inabilidade do golpista Temer, mais acostumado a agir nas sombras, parece não fazer a menor ideia do estrago que está causando aos trabalhadores, especialmente os mais pobres”, diz. Para ele, não resta outra saída se não eleições diretas para determinar qual caminho os brasileiros desejam para um país “em que a maioria se declarou contra a PEC 55, mas não foi ouvida”.

Fiesp

O ato caminhava para o ponto de dispersão, no cruzamento das avenidas Paulista e Brigadeiro Luis Antonio, quando um pequeno grupo se descolou da manifestação e ocupou o saguão de entrada da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), uma das protagonistas do movimento que levou ao golpe parlamentar e o impeachment de Dilma Rousseff.

Atirando rojões contra o a sede da entidade e gritando “Fiesp, golpista, não passarão”, o grupo derrubou uma grade e tentou avança para dentro do prédio, só sendo contido por seguranças locais, que fecharam os portões. A polícia não interveio. A ocupação durou poucos minutos e o grupo voltou à passeata.

Antes da dispersão, em coro, um jogral selou o compromisso das frentes de mobilização popular para seguir no enfrentamento dos ataques aos direitos civis, trabalhistas e humanos pelo governo Temer. “Nas ruas vamos lutar para revogar esta PEC. Esse congresso não tem legitimidade, não vamos deixar passar esse governo. Hoje em São Paulo, em Brasília, no Rio, é só mais um dia da resistência que está por vir. O povo está nas ruas e não tem medo. Fora Fiesp, Fora Temer. Diretas já!”

 
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SENADORES-CAPACHOS DO CAPITAL PREDADOR CONTRA O TRABALHADOR APROVAM A PEC 55 QUE REPRESENTA 20 ANOS DE SOFRIMENTO DO POVO BRASILEIRO

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Capacho, como se sabe, é tapete. Tapete é um objeto que se coloca na porta das casas para que o visitante não suje o recinto. Celso Laffer, alcunhado de intelectual, ministro de Fernando Henrique, ao visitar os Estados Unidos Tirou os sapatos ao adentrar no recinto oficial. O que significou, não simbolicamente, que um representante do governo brasileiro tinha os sapatos sujos e deveria tirá-los para não sujar o ambiente. O dublê de ministro de Temer, Serra, também teve gesto semelhante.

        De formas, que o capacho é sempre um objeto onde se limpa a sujeira para preservar a ‘saúde’ de outro. Porém, o que acentua a irrelevância do capacho para si mesmo, é o ato dele ser fortemente pisado, para que a sujeira seja extirpada. Aqui o capacho aparece com a função de esconder a sujeira do pisante-limpador. O pisante-limpador esconde sua sujeira para não ser descoberto pelo dono ambiente, se querendo visto como alguém higiênico.

     Assim, o capacho tem duas funções: uma para limpar os sapatos daquele que lhe pisa, e outra para ocultar o objetivo do que lhe pisa diante do proprietário do ambiente. Foi na redução dessas duas funções que os 53 senadores-capachos aprovaram a PEC 55, filha bastarda do golpista-mor, Temer, acusado de corrupção na delação da Odebrecht, já em fim daquilo que jamais iniciou: governo.

    Os senadores-capachos ao aprovarem a “PEC do fim do mundo”, deixaram o capital limpar sua sujeira sobre eles, e, ao, mesmo tempo, dissimular os reais objetivos deletérios contra a sociedade brasileira dessa aprovação limpeza de sujeira que corresponde a 20 anos de atraso para o país em benefício das riquezas das classes dominantes nacionais e estrangeiras. Que coloca o trabalhador em posição de mendicância.

   Todos os 53 senadores desempenharam os seus papeis de capachos de acordo com a ‘saúde’ do capital, mas houve um que se destacou no estilo capacho-mor: Renan Calheiros, presidente do ofendido Senado. Réu no Supremo Tribunal Federal (STF) e com denúncia promovida pela Procuradoria-Geral da República, que pediu sua prisão e cassação de mandato, ele, para conseguir tempo hábil para votação, abriu três sessões extraordinária no mesmo dia, configurando violação da Constituição.

     A oposição vai recorrer no STF. Não esquecer que essa Corte já liberou Renan mostrando que ele é bem articulado nela. E lembrar sempre que o Congresso Nacional tem em seu corpo mais de 200 capachos – deputados e senadores – citados em corrupção.

   Segundo os capachos a PEC deverá ser promulgada até o fim da semana.   

         Leia a lista dos senadores-capachos, onde mostra, como sempre, as presenças pertinentes e inconfundíveis dos dois senadores reacionários do Amazonas Eduardo Braga (PMDB) e Omar Aziz (PSD). Dois dos responsáveis pelos mais de 30 anos de atraso do estado.

 

53 senadores que votaram a favor da PEC 55/2016

 16 senadores que votaram contra a PEC 55/2016

1- Aécio Neves – PSDB-MG 1 – Angela Portela – PT-RR
2 – Aloysio Nunes – PSDB-SP 2 – Dário Berger – PMDB-SC
3 – Alvaro Dias – PV-PR 3 – Fátima Bezerra – PT-RN
4 – Ana Amélia – PP-RS 4 – Gleisi Hoffmann – PT-PR
5 – Antonio Anastasia – PSDB-MG 5 – Humberto Costa – PT-PE
6 – Antonio Carlos Valadares – PSB-SE 6 – João Capiberibe – PSB-AP
7 – Armando Monteiro – PTB-PE 7 – Jorge Viana – PT-AC
8 – Ataídes Oliveira – PSDB-TO 8 – José Pimentel – PT-CE
9 – Benedito de Lira – PP-AL 9 – Kátia Abreu – PMDB-TO
10 – Cidinho Santos – PR-MT 10 – Lídice da Mata – PSB-BA
11 – Ciro Nogueira – PP-PI 11 – Lindbergh Farias – PT-RJ
12 – Cristovam Buarque – PPS-DF 12 – Paulo Paim – PT-RS
13 – Dalirio Beber – PSDB-SC 13 – Paulo Rocha – PT-PA
14 – Deca – PSDB/PB 14 – Regina Sousa – PT-PI
15 – Edison Lobão – PMDB-MA 15 – Roberto Requião – PMDB-PR
16 – Eduardo Amorim – PSC-SE 16 – Vanessa Grazziotin – PCdoB-AM
17 – Eduardo Braga – PMDB-AM  
18 – Elmano Férrer – PTB-PI  
19 – Eunício Oliveira – PMDB-CE  
20 – Fernando Bezerra Coelho – PSB-PE  
21 – Flexa Ribeiro – PSDB-PA  
22 – Garibaldi Alves Filho – PMDB-RN  
23 – Gladson Cameli – PP-AC  
24 – Hélio José – PMDB-DF  
25 – Ivo Cassol – PP-RO  
26 – José Agripino – DEM-RN  
27 – José Aníbal – PSDB-SP  
28 – José Maranhão – PMDB-PB  
29 – José Medeiros – PSD-MT  
30 – Lasier Martins – PDT-RS  
31 – Lúcia Vânia – PSB-GO  
32 – Magno Malta – PR-ES  
33 – Marta Suplicy – PMDB-SP  
34 – Omar Aziz – PSD-AM  
35 – Otto Alencar – PSD-BA  
36 – Pastor Valadares – PDT-RO  
37 – Paulo Bauer – PSDB-SC  
38 – Pedro Chaves – PSC-MS  
39 – Pinto Itamaraty – PSDB-MA  
40 – Raimundo Lira – PMDB-PB  
41 – Reguffe – Sem Partido-DF  
42 – Ricardo Ferraço – PSDB-ES  
43 – Roberto Muniz – PP-BA  
44 – Romero Jucá – PMDB-RR  
45 – Ronaldo Caiado – DEM-GO  
46 – Sérgio Petecão – PSD-AC  
47 – Simone Tebet – PMDB-MS  
48 – Tasso Jereissati – PSDB-CE  
49 – Telmário Mota – PDT-RR  
50 – Valdir Raupp – PMDB-RO  
51 – Vicentinho Alves – PR-TO  
52 – Waldemir Moka – PMDB-MS  
53 – Wellington Fagundes – PR-MT  
OBS: O presidente do Senado, Renan Calheiros, se absteve de votar.

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“TEMER É CARTA FORA DO BARALHO”, AFIRMA PROFESSOR DA UFABC, IGOR FUSER EM ENTREVISTA NA TVT

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  Veja e ouça o vídeo e confirme sua consciência democrática que repele o golpe. 

LAVA JATO VOLTA A ATACAR LULA COM RELATORIO SEM QUALQUER BASE NA REALIDADE

O ex-presidente Lula sempre agiu dentro da lei antes, durante e depois de dois mandatos exercidos como presidente da República eleito pelo povo brasileiro. O ex-presidente jamais solicitou ou recebeu valores indevidos. As acusações absurdas e sem provas feita por um delegado que já declarou em redes sociais querer  “parar” o ex-presidente parecem ter o objetivo político de tirá-lo das eleições de 2018.

Lula não é nem nunca foi proprietário dos citados imóveis. O ex-presidente aluga o apartamento vizinho ao que ele mora, em São Bernardo do Campo, e possui a comprovação do pagamento dos aluguéis. Alugar um imóvel é obviamente diferente de ser proprietário, como milhões de brasileiros que pagam aluguel sabem.

O Instituto Lula nunca construiu uma nova sede. Ele sempre funcionou em um sobrado adquirida em 1990 pelo Instituto de Pesquisas e Estudos do Trabalhador, entidade que precedeu o Instituto Cidadania, que depois virou Instituto Lula. Nem o Instituto Lula, nem Lula, jamais foram proprietário do referido terreno que segundo a PF seria para a sede do Instituto Lula, mas que nunca foi sede do Instituto e que é de propriedade de particulares sem qualquer relação com o ex-presidente.

AUTOAFIRMAÇÕES MORAIS DE FIGURAS HONRADAS ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA CITADAS NAS DELAÇÕES DA ODEBRECHT

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Com os vazamentos das delações dos executivos da Odebrecht em que aparecem figuras ditas públicas profissionais de partidos políticos, nomes já conhecidos há muito meses passados quando a lista da empresa correu solta pela internet, ocorreu o já esperado: as figuras se pronunciaram em enunciados defensivos.

As figuras representativas dos partidos reacionários que idealizaram, elaboraram e executaram o golpe junto com a mídia acéfala e parte do judiciário, expressaram autoafirmações morais própria de quem é honrada e acima de qualquer suspeita. Como são autoafirmações morais que expressam o que essas figuras, que se dizem democratas, acreditam de si, e querem também que a sociedade acredite em suas autoconsciências, posto que a opinião pública, para elas, é que as mantém no poder legislativo ou executivo, apresentamos aos nossos leitores as autoafirmações de algumas dessas figuras que aparecem nas delações da Odebrecht.

Todas as autoafirmações morais saltam como repúdio veemente de seus autores contra as delações.

Geraldo Alckmin (PSDB/SP), governador do estado de São Paulo, vulgo, Santo.

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“Tenho 40 anos de vida pública pautada pela honestidade”.

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Arthur Neto (PSDB/AM), prefeito de Manaus, vulgo Kimono.

“E a conclusão a que chego é que a direção da Odebrecht, essa capitã do ‘petrolão’ e de toda corrupção daí derivada, bem pode ser a tentativa final de melar a operação Lava Jato”.

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Renan Calheiros (PMDB/AL), senador e presidente do Senado, vulgo Justiça.

“Há mais de uma década sou investigado e não encontraram nada contra mim”.

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Romero Jucá, senador (PMDB/RO), vulgo Caju.

“É um vazamento criminoso. O PMDB condena e repele a irresponsável divulgação de declarações que não refletem a verdade dos fatos”.  

DIÁRIO DA INCLUSÃO SOCIAL – “CONHECENDO A PARALISIA CEREBRAL (PC)”, ARTIGO ESCRITO PELA PSICÓLOGA TALITA CAZASSUS

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De acordo com o Departamento de Neurologia Infantil da Universidade de São Paulo (2007), a Paralisia Cerebral (PC) é uma das patologias neurológicas mais comuns na infância, acarretando grande impacto social. Embora exista dificuldade em estabelecer parâmetros de diagnóstico uniformes, estima-se que haja uma incidência de cerca de 26 mil novos casos por ano no Brasil, com sete casos a cada mil nascimentos (Lima; Fonseca, 2004).
Segundo Hansen (2003), a paralisia cerebral é a sequela de uma agressão encefálica que se caracteriza primordialmente por um transtorno persistente do tônus, da postura e do movimento, que surge na primeira infância. Deve-se não só a esta lesão não evolutiva do encéfalo, mas, também, à influência que a referida lesão exerce sobre a maturação neurológica.

Embora a PC seja incurável, é essencial que a interação entre paciente, familiares e profissionais seja estabelecida precocemente, para que a adequada orientação aconteça na intenção de prevenir e minimizar as sequelas deixadas pela lesão, interferindo assim, positivamente, no desenvolvimento físico e emocional da pessoa acometida (Nobre; Montilha; Temporini, 2008).

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Em 1843, o ortopedista inglês William Little fez os primeiros relatos de uma encefalopatia crônica da infância que afetava crianças nos primeiros anos de vida. O mesmo identificou diferentes causas e características, principalmente por rigidez muscular, em especial nos membros inferiores, e em menor grau nos membros superiores, tendo relacionado estas alterações com fatores determinantes para lesões cerebrais irreversíveis. A maioria das crianças analisadas havia nascido prematuramente ou por partos complicados que ocasionavam hipóxia perinatal, ou seja, a pouca oxigenação danificaria tecidos cerebrais responsáveis pelos movimentos. Tal condição foi denominada “Síndrome de Little”, atualmente descrita como Diplegia Espástica (Diament, 1996).

Leia também:

Quem são as pessoas consideradas pessoas com deficiência?

Experiências com a inclusão escolar

Leite e Prado (2004) afirmam que foi Freud, médico e fundador da psicanálise, que durante seus estudos sobre a Síndrome de Little, sugeriu que a doença poderia ocorrer também antes do nascimento e que as dificuldades durante o parto poderiam ser os primeiros sintomas e não necessariamente a sua causa. E, embora tenha sido Freud quem sugeriu a expressão “paralisia cerebral infantil”, segundo os autores, mais tarde foi Phelps, médico responsável por desenvolver um dos primeiros programas para a paralisia cerebral nos Estados Unidos, quem generalizou o termo para diferenciá-lo de paralisia infantil, nome dado à paralisia causada pelo vírus da poliomielite.

Na literatura encontramos várias definições para paralisia cerebral. Ferrarreto e Souza (1998, p. 5) propuseram o seguinte conceito aceito pela Sociedade Internacional de paralisia cerebral:

Paralisia Cerebral é o termo usado para designar um grupo de desordens motoras, não progressivas, porém sujeitas a mudanças, resultante de uma lesão no cérebro nos primeiros estágios do seu desenvolvimento.

Uma definição que defende a condição de hereditariedade para a paralisia cerebral, é a de Schwartzman (1993, p. 53):

A Paralisia Cerebral é definida por um prejuízo permanente do movimento ou da postura que resulta de uma desordem encefálica não progressiva. Esta desordem pode ser causada por fatores hereditários ou eventos ocorridos durante a gravidez, parto, período neonatal ou durante os dois primeiros anos de vida.

Outra definição é a formulada por Eicher (1993 apud Hansen, 2003, p. 24):

A Paralisia Cerebral é a sequela de uma agressão encefálica, que se caracteriza primordialmente por um transtorno persistente, porém não invariável, do tônus, da postura e do movimento, que surge na primeira infância e que não é somente secundária a esta lesão não evolutiva do encéfalo, mas se deve também à influência que a referida lesão exerce sobre a maturação neurológica.

Estas definições procuram estabelecer as características básicas do que entendemos por PC. Pode-se perceber que o termo paralisia cerebral tem sido empregado para se referir a um grupo muito heterogêneo de condições, tendo como etiologia causas múltiplas. A causa manifesta-se, principalmente, por uma desordem do movimento e da postura. Este prejuízo motor é o que predomina dentre os sintomas e sinais apresentados pelos pacientes, porém quase nunca é o único.

cpiadeparalisiadocerebro1Embora o termo paralisia cerebral tenha se tornado clássico, Costa (2005) o considera inadequado, uma vez que significaria uma ausência total das atividades físicas e mentais. Segundo o autor, para que não haja nenhuma associação com a capacidade intelectual do indivíduo, desde os anos 80 um novo termo passou a ser bastante utilizado no meio médico: Incapacidade Motora Cerebral (IMC). No entanto, como o nome paralisia cerebral ainda é muito popular e com esta denominação surgiram vários trabalhos acadêmicos, sociedades, livros, escolas e instituições, ainda se justifica a sua permanência.

Texto retirado do livro “Famílias com crianças em situação de deficiência: desafios e possibilidades” das autoras Ana Paula Pertussati Teperino, Maria Alexina Ribeiro e Erenice Natália Soares de Carvalho da Paco Editorial/2016.

Por Ana Paula Pertussati Teperino

 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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