Arquivo para 16 de dezembro de 2016

O “LÍDER DO BRASIL” O “BRASILEIRO DO ANO” TEM DE APROVAÇÃO 6%, E DE REJEIÇÃO 72%, SEGUNDO CNI/IBOPE. É HORA DE IR À ESQUINA PARA VER PAPAI NOEL COM SEU SACO VAZIO

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Como diz aquele sociólogo brechteano: “Esperava o quê, de um golpista? Queria cumplicidade do povo brasileiro? Tá doido, meu?”.

          Bem que os seus iguais tentaram passar um verniz. Só que o verniz é sintético. Não o verniz tradicional apurado dias e mais dias no álcool. O verniz de seus iguais é como cenário de espetáculo teatral burguês: só para conceber a ilusão da cena.

            O janota, insosso, Dória, lhe envernizou como o “Líder do Brasil”. O sociólogo perguntou: “Que Brasil?”. A “QuantoÉ”, o “Brasileiro do Ano”. O sociólogo, perguntou: “Que brasileiro? Chico? Zé? Raimundo? Que ano? O ano que não existiu, já que o golpe dissipou? Ora, me deixa em paz que eu mereço. Não sou globotário”.

          Temer foi envernizado, como Moro, pela “QuantoÉ”. Temer acreditando que a premiação poderia lhe conceder alguns ganhos com os brasileiros que ele não representa. Moro, como bom vaidoso, também entrou na onda de amado pelo povo representado pela mídia acéfala. As duas entidades premiadoras fizeram parte do golpe Empresa Lide de Dória, a “QuantoÉ”.

         Resultado da premiação-bíblica “diz-me quem de premia que te direi quem és”: pesquisa CNI/IBOPE mostra o “Líder do Brasil” e “Brasileiro do Ano” com 6% de aprovação e 72% de rejeição.

           E o chato do sociólogo, pergunta: “Com esse corpo um golpista pode continuar no poder (?)?”.

 

 

 

 

PASTOR (?) MALAFAIA, APESAR DA COERCITIVA, SENTIU A MORAL-BÍBLICA DO “DAI A CÉSAR O QUE É DE CESAR E A DEUS O QUE É DE DEUS”

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      Não precisa ter estudado Nietzsche para saber que quem muito fala de si na verdade quer se esconder. Assim, como quem muito fala de Deus na verdade que esconder seus pecados. Verdade moral-religiosa que muitos ditos crentes não aceitam. Preferem ser enganados, pois postulam que o logro, quando como justo fim, conduz o logrado (drogado pelo fanatismo= obstrução da percepção e da cognição) ao paraíso.

       Daqui saltam duas vertentes de paraíso. O paraíso que o logrado (drogado-fanático) almeja, que só será alcançado pela intermediação de um personagem que se toma como representante de Deus na Terra, e o paraíso que o logrador persegue. Aqui salta a diferença: o logrador que o paraíso na Terra.

       Só que o paraíso que ele persegue, como diz Marx, sobre o capitalismo em sua Contribuição à Crítica da Economia Política, “o dinheiro não é só um objeto da paixão de enriquecer, ele é o próprio objeto. Essencialmente, esta paixão é a auri sacra fames (a maldita sede de ouro”. O amor pelo dinheiro faz do amante o próprio dinheiro.

      O pastor (?) Malafaia foi preso em ação coercitiva pela Polícia Federal que desencadeou a Operação Timóteo, nada a ver com cantor Agnaldo Timóteo. Ele é acusado de participar de usar a conta da igreja que frequenta como pastor para enriquecimento ilícito.

       Malafai sempre fez questão de se mostrar um “santo” acima de qualquer suspeita. Companheiro de Eduardo Cunha, vulgo Caranguejo, projetos vários impropérios contra Lula e Dilma. No caso da presidenta, foi um militante da direita para que o golpe ocorresse. Sempre se bem na foto dos honestos.

       Daí, que observando a ação da PF, quem acredita que quem muito tagalera o nome de Deus tenta esconder seus pecados, acertou em relação à Malafaia que realizou com seus atos dissimulados de honesto, a potência de Cristo: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”

         Se Malafaia queria superioridade, conseguiu pecuniariamente se assemelhar ao imperador César.

 

 

 

DIÁRIO DA INCLUSÃO SOCIAL – O MUNDO NA VISÃO DE UM RAPAZ COM SÍNDROME DE DOWN, ARTIGO DA PSICÓLOGA TALITA CAZASSUS

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O Caiquinho, o nosso menino Down, adora tirar fotos! Todas elas refletem um mundo único e especial; repleto de sonhos, manias, hobbies e, claro, muitas selfies! Por isso, decidimos compartilhá-las com vocês. Confiram!

As fotos acima representam um hobbie muito especial do Caiquinho: fazer pulseiras de elástico! Ele gosta tanto disso que é capaz de ficar horas a fio ocupado com o ofício. E a produção é em massa mesmo…basta olhar a quantidade de pulseiras dentro da caixa rsrsrs…

Outro tipo de foto muito recorrente no celular dele é a do desenho de aranhas que ele já faz há muitos anos. Observe que ele desenha sempre no centro da página e em duplas… uma das manias dele!!!

Pés…muitos pés!!! O Caiquinho adora tirar fotos do pé dele. Isso porque ele possui uma relação bem diferente com seus pezinhos… é como se  tivessem vida própria!


Leia também:

Síndrome de Down e Autismo: compartilhando experiências

Por que nem todo Down é igual?


O Caiquinho também adora animais e sempre registra uma fotinho deles! Os animais registrados nas fotos são a sua cachorrinha Sophie, o seu gato grandão Kiko e o gato Xiru, da irmã.

Ah, ele também fotografa seus momentos de estudo!!! Nas fotos muitas canetinhas e a tarefa dele de português do Kumon.

As fotos acima retratam objetos que fazem parte do cotidiano dele. Acho que deu para perceber que ele tem uma certa fixação por aranhas, né?! Além de desenhá-las, ele coleciona versões em brinquedos de todos os tipos e tamanhos. Já o carrinho da polícia federal representa um grande sonho dele: ser policial! E a foto que ele tirou da mesa representa um de seus vícios: bolo de chocolate!!! Além do complexo de vitamina D que toma todos os dias.

E claro que não poderiam faltar elas: as selfies!!!


Por Talita Cazassus Dall´Agnol


TEMER CONTINUA SENDO CITADO PELA ODEBRECHT. AGORA, FOI MÁRCIO FARIA, IMPORTANTE EXECUTIVO DA EMPRESA, QUE AFIRMOU TER PROPINADO O GOLPISTA-MOR

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Com essa delação de Márcio Faria, Temer aumenta o número de vez citado na Lava Jato versão Odebrecht. Agora, são 44. O executivo da empresa afirmou em delação que propinou Temer e Eduardo Cunha, porque o golpista-mor havia prometido contratos na Petrobrás.

Simples de entender. Simplíssimo porque se trata de golpistas. No ano de 2010, Márcio Faria da Silva, foi ao escritório político de Temer, em São Paulo, para realizar ritual da propina. Participaram do ritual da propina Eduardo Cunha, vulgo Caranguejo, e o lobista João Augusto Henrique, coletor das propinas do PMDB na Petrobrás.

Diante da denúncia propinal, Temer, através de sua assessoria, tentou tirar as broncas afirmando que Márcio Faria foi ao seu escritório porque queria lhe conhecer (conhecer Temer, é mesmo que amazonense quere conhecer farinha) e  Eduardo Cunha, o caranguejo, fez a ponte de contato. Ou, a pinguela para o futuro golpe. Segundo a nota, Temer, na reunião não tratou de questão financeira, mas somente formalidades.

Temer não sabe que no mundo dito humano todas as ideias e coisas têm formas para proteger o conteúdo. Daí que quando se usa o termo formalidades para se desembaraçar de uma acusação, a desconfiança salta aos olhos, já que as formas das formalidades não podem ser negadas.

Temer, como a maioria dos representantes do chamado mundo jurídico, é expert em fazer uso dúbio das palavras. Fazem das palavras clichês cujo único propósito é engabelar os incautos.

Temer não atenta que um executivo da Odebrecht não iria a seu encontro para brincar de formalidades: “Agora é tua vez de apresentar tua formalidade”. Depois da brincadeira de formalidades, delatar essas formalidades transformadas (olha a forma aí) magicamente em dinheiro.

Para fortalecer a tirada de broncas, a informação palaciana manda Eduardo Cunha, o carangueja, segurar à parada.

“Se, depois da conversa de apresentação do empresário com Temer, Eduardo Cunha realizou qualquer acerto ou negócio valores para a campanha, a responsabilidade é do próprio Eduardo Cunha”, afirmou o assessor de Temer.

Como diária o filósofo social Rui Brito: nessa onda os dois estão certos.

Veja e ouça as declarações de concreta relação de Temer para com Eduardo, o caranguejo.

DOM PAULO: HUMANISMO E CORAGEM

Wikimedia Commons

 Por Lasdilau Dowbor, para Carta Maior.

   Há homens que se distinguem pela coerência e pelo humanismo. E ambos se testam em momentos quando as pressões são fortes, e seria mais fácil fechar os olhos. Os meus caminhos se cruzaram com Dom Paulo em três circunstâncias, e sobre elas gostaria de deixar aqui o meu depoimento.

 
Em 1970, fui preso por uma equipe da Operação Bandeirantes. Como integrante de um grupo de luta armada contra a ditadura, tive direito ao tratamento completo durante várias semanas. Deixem me dizer que considero plenamente legítimo participar de um movimento mesmo armado, quando se trata de se opor a uma ditadura militar, que não tem outra legitimidade senão a força das armas. E francamente, éramos poucos e frágeis frente ao poderio militar. Mas há coisas, como os próprios assassinatos e tortura, que não se aceitam.  É significativo que hoje os responsáveis das violências na época mentem e se escondem, enquanto os que atuaram na luta pela redemocratização do país reivindicam com clareza e dignidade a sua participação.
 
Depois de várias semanas, fui transferido para o DOPS, sendo interrogado por diversas equipes que vinham a São Paulo. Um dia tirado da cela para encontrar uma visita familiar. Me levaram para uma salinha, e vi entrar o meu cunhado, que morava no Canadá, casado com a minha irmã. Pudemos conversar alguns minutos, em duas cadeiras frente a frente, com um membro da repressão de cada lado, quatro cadeiras coladas. Advertiram que não podíamos trocar nenhuma palavra que não fosse em português. Trocamos algumas frases, ele viu o sangue que escorria pelo meu tornozelo, pois eu estava de chinelo, e vieram-lhe lágrimas aos olhos. Logo depois foi levado embora, e eu voltei para a minha cela.
 
Levou tempo para eu, depois de libertado, juntar as peças. Através de contatos que desconheço, Dom Paulo veio a saber da minha prisão, até então não declarada, pois como preso clandestino podiam me eliminar sem se responsabilizar. Através do núncio apostólico do Canadá, entraram em contato com a minha irmã, e conseguiram que o meu cunhado viesse me ver. Tive depois o relato da confusão que se gerou no próprio aparato repressivo, pois do momento que uma pessoa de fora tinha tido um contato formal comigo, a minha prisão ficava oficializada, dificultando a minha eliminação.

 
E vim a entender também o interesse dos policiais em permitir o contato: achavam que eu controlava o dinheiro do meu grupo político, e que eu iria passar os dados para o meu cunhado, onde a absurda conversa com dois policiais, um de cada lado, colados na nossa curta conversa. Na realidade, estou convencido que hoje estou vivo graças a este discreto e arriscado trabalho em rede que se constituiu, buscando salvar pessoas das mais variadas formas, trabalho muitas vezes anônimo, cada um contribuindo da forma que podia. Mas visto hoje, está claro que a atividade da igreja e de Dom Paulo em particular para salvar pessoas era uma caminhada arriscada no fio da navalha, no limite das imprevisíveis reações do sistema repressivo.
 
Uma segunda ocasião em que pude ficar grato a Dom Paulo, foi com a minha entrada PUC de São Paulo, como professor. A PUC se tornara um abrigo para muitos professores perseguidos por serem de cabeça um pouco mais aberta, ou porque não toleravam a ditadura instalada. Inúmeros foram expulsos das suas universidades, em particular da USP, sob pretexto de serem subversivos, comunistas ou terroristas, no jargão da época. A realidade é que a PUC foi a instituição, por decisão de Dom Paulo, que acolheu estes professores, apesar de todas as pressões dos militares.
 
O resultado é que fui aceito de braços abertos, em 1981, já após a anistia, ao voltar do exílio, numa universidade onde trabalhavam Paul Singer, Florestan Fernandes, Francisco de Oliveira, Paulo Freire e muitos outros grandes nomes que tanto contribuíram para manter viva uma ciência contestadora dos rumos que o país tomou durante a ditadura. É bom lembrar que Paulo Freire fora preso por alfabetizar os pobres de Pernambuco, o que dá uma medida do absurdo a que chegava a ditadura. É bom lembrar ainda que todas estas pessoas, aqui qualificadas de terroristas, quando exiladas foram recrutadas por universidades de primeira linha inclusive nos Estados Unidos.
 
No meu caso, eu que já tinha quatro diplomas universitários recebidos na Suíça e na Polônia, e que tinha sido consultor do Secretário Geral das Nações Unidas, fui impedido de trabalhar em universidades oficiais pois o Ministério da Educação se recusou a reconhecer os meus diplomas, por pressão do então SNI. Formalmente, no Brasil, eu era um secundarista. Levei sete anos para em 1988 ter o meu diploma revalidado. A PUC foi a única instituição a me contratar em 1981 sem que eu pudesse formalmente apresentar as minhas qualificações acadêmicas. Pediram a Paul Singer que lesse a minha tese de doutorado, e o seu parecer científico favorável foi o suficiente. Na realidade, o aporte de Dom Paulo nesta área, é que um conjunto de professores que mantinham a chama acesa da contestação puderam manter a liberdade de dizer o que pensam, e transmitir outro tipo de conhecimentos que eram proibidos tanto em outras universidades como na mídia.
 
Uma terceira ocasião em que pude cruzar, não diretamente, mas pelo impacto das suas iniciativas, com Dom Paulo, foi no meu trabalho para a agência da Unicef, em uma série de missões no Panamá, na África do Sul recém libertada, na Guatemala, Nicarágua e outros países. Neste caso me tornei propagador de uma das iniciativas mais importantes que se constituiu para a proteção da infância, a Pastoral da Criança, hoje um gigante que envolve centenas de milhares de pessoas, e se tornou responsável por grande parte da queda da mortalidade infantil tanto no Brasil como em uma série de países da América Latina e da África. Foi ajudando a implementar políticas para proteção de infância de risco em diversas regiões, que me dei conta a que ponto as políticas sociais têm a ganhar quando as políticas públicas não substituem as de organizações da sociedade civil, mas aproveitam a sua capilaridade e inserção social para se tornarem mais produtivas.
 
Destas atividades iria resultar, em grande parte, a minha visão hoje da importância das políticas participativas para o desenvolvimento. Como economista que sou, ver os impressionantes avanços que se conseguiu com a Pastoral, mas também com outras iniciativas como o movimento Um Milhão de Cisternas no Nordeste através da ASA (Articulação do Semi-Árido), e de inúmeras organizações em que as comunidades tomam de certa forma em suas mãos o seu próprio desenvolvimento, é um ensinamento permanente.
 
Na realidade, mesmo nas condições mais difíceis, é vital a presença de pessoas que não se dobram, mantêm a dignidade, asseguram a sua solidariedade ainda que enfrentando os riscos. Eu, francamente, acho que Dom Paulo foi uma pessoa feliz.

Créditos da foto: Wikimedia Commons


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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