Arquivo para 19 de dezembro de 2016

“ESTÃO FAZENDO A BARBA, CABELO E O BIGODE EM MORO”, TEXTO DE ROGÉRIO MAESTRI, E QUE AINDA AFIRMA QUE ZANIN, ADVOGADO DE LULA, CONHECE A PSIQUE DO JUIZ

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Estão fazendo a barba, cabelo e o bigode em Moro.

O advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, além de ser um bom advogado entendeu a psique de elementos de inclinação autoritária como o Juiz Moro.

Na verdade pessoas que não sabem se relacionar muito bem, muitas vezes para poder firmar posições pessoais procuram cargos em que o diálogo sempre é assimétrico, como por exemplo, o cargo de juiz. Entretanto a maior parte destes juízes seguem os preceitos da lei orgânica da magistratura que é uma espécie de freio aos magistrados para que estes pelo menos mantenham formalmente uma postura imparcial.

Embora os preceitos da lei orgânica não impeçam que um juiz saia do normal a que um magistrado deva seguir, aqueles que têm um viés autoritário beirando a comportamentos que impropriamente são denominados fascistas, a lei não veda por completo atitudes que transbordam o limite do razoável.

Todos os advogados anteriores que se viu nos processos da Lava Jato, se curvavam as pequenas ilegalidades de Moro, que como não eram questionadas ficavam no terreno das pequenas ilegalidades que geralmente nos autos do processo é de difícil constatação.

Zanin Martins entendendo a psique de Moro resolveu de forma legal e civilizada não deixar passar nenhuma das pequenas ilegalidades de Moro, contestando na raiz qualquer pequeno desvio. Estas contestações legais e civilizadas são registradas nos autos como tais, não cabendo ao advogado nenhuma repreensão, porém na prepotência de Moro elas se tornam um desacato a sua personalidade e o mesmo começa a retrucar passando do limite das pequenas ilegalidades. A cada ultrapassagem dos limites, de novo o advogado protesta, e como neste momento o juiz começa a perder as estribeiras, maiores são suas ilegalidades no processo.

Para Moro resta pouco a fazer, ou ele vence seus próprios instintos ou segue a diante acumulando fatos registrados que numa fase recursal ficarão patentes como grandes ilegalidades, fazendo que tribunais superiores não possam ignorar pois as mesmas ferem as leis claramente.

O que está ocorrendo é que na Batalha Moro versus Zanin está sendo ganha pelo segundo, ficando cada dia o primeiro mais deixando suas características pessoais transparecerem e inviabilizando até uma condenação em primeira instância. Como se dizia no passado, estão fazendo a barba, o cabelo e o bigode, ou seja, serviço completo.

NOVA AÇÃO CONTRA LULA, MARISA E ADVOGADO REFORÇA PERSEGUIÇÃO E FALTA DE ISENÇÃO DE AUTORIDADES

 

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 Do site abemdaverdade. 

O despacho proferido hoje (19/12) pelo juiz Sergio Moro, recebendo a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal no dia 14/12 contra o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sua esposa Marisa Letícia Lula da Silva e o advogado de ambos, Roberto Teixeira, não muda a realidade dos fatos. Lula e sua esposa jamais foram beneficiados por qualquer dos dois imóveis indicados na denúncia e muito menos receberam qualquer vantagem indevida proveniente de contratos firmados pela Petrobras. E o advogado Roberto Teixeira agiu sempre dentro do estrito dever profissional e com a observância de todos os deveres éticos inerentes à profissão.

O imóvel em questão, situado na Rua Haberbeck Brandão (SP), foi oferecido ao Instituto Cidadania, que antecedeu o Instituto Lula e não houve interesse na sua aquisição. A denúncia afirma que o imóvel “foi recebido pelo ex-presidente da República LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA em 29/09/2010” sem indicar em que circunstâncias isso teria ocorrido. O Instituto Lula funciona no endereço que foi comprado em 1990 pelo Instituto de Pesquisa e Estudos do Trabalhador (IPET) e o ex-Presidente jamais teve a posse ou a utilização do imóvel situado na Rua Haberbeck Brandão.

Em relação ao apartamento vizinho àquele de propriedade de Lula e de sua esposa, o casal aluga o imóvel e paga aluguel, com o recolhimento dos impostos, negócio de âmbito estritamente privado e sem qualquer relação com a Operação Lava Jato.

A presente decisão do juiz Moro é mais um ato a reforçar a realidade de que agentes do Estado, sem qualquer isenção, usam processos judiciais para perseguir Lula, seus familiares e advogados, em um fenômeno identificado por “lawfare” e denunciado por especialistas e profissionais do Direito em vários outros países.

O que se observa é a ânsia desmesurada e crescente de prover acusações a Lula em tempo recorde. A denúncia hoje recebida é proveniente de um inquérito policial no qual o ex-Presidente e seu advogado tiveram apenas dois dias para se manifestar e em menos de um dia útil já estavam indiciados. A denúncia foi oferecida três dias úteis depois e o recebimento da peça acusatória se deu 4 dias úteis depois.

Não houve qualquer investigação isenta, mas uma sequencia de fatos produzidos para sustentar a abertura de inúmeros procedimentos frívolos e sem materialidade contra Lula, com o único intuito de impedir o sucesso de suas atividades políticas. A retaliação e a vingança também orientaram essa nova ação, como se verifica na nota do MPF que acompanhou a denúncia e o pronunciamento recente do Procurador Geral da República. Para tornar o processo mais verossímil e simultaneamente fragilizar a defesa, agora inserem também um de seus advogados.

Na audiência da última sexta-feira (16/12), em Curitiba, Moro permitiu a uma testemunha que insultasse Lula e a mim, como seu advogado, chamando-nos de “lixo”. O magistrado ainda prosseguiu com provocações e ataques à minha honra profissional, deixando evidente o espírito de perseguição e falta de imparcialidade que norteia suas ações.

OUÇA AQUI O QUE O MORO E A GLOBO NÃO MOSTRAM PARA VOCÊ:http://www.averdadedelula.com.br/pt/2016/12/19/ouca-aqui-o-que-o-moro-e-a-globo-nao-mostram-para-voce/

Cristiano Zanin Martins

JURISTAS DENUNCIAM ABUSOS E CRITICAM E CRITICAM ATUAÇÃO DE MORO COMO JUIZ

 Do site Lula.com.br

O juiz Sérgio Moro e os advogados da Defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva travaram discussões em que o magistrado levantou a voz em mais de uma de oportunidade durante a oitiva das testemunhas de acusação do processo movido pelo MPF-PR.

Na grande imprensa, tais fatos foram retratados como se fossem fruto de uma estratégia da Defesa de Lula para desestabilizar e colocar sob suspeição Sérgio Moro. Roberto Veloso, um juiz que preside uma entidade de classe dos magistrados federais, que já foi ao Congresso Nacional defender os salários de magistrados acima do teto constitucional, colega e admirador confesso de Moro, saiu em sua defesa em um jornal carioca. 

Longe dos holofotes da imprensa, porém, a verdade é que a postura de Sérgio Moro – e não apenas no processo envolvendo o ex-presidente Lula, mas em toda a sua carreira – sempre foi e vem sendo muito criticada por juristas e operadores do Direito que atuam no âmbito da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde trabalha Moro.

Tome-se criminalista Alberto Toron, por exemplo, professor licenciado da Faculdade de Direito da USP e ex-presidente da Comissão Nacional de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ele assistiu às imagens do processo de Lula no momento em que o defensor Juarez Cirino dos Santos levanta uma questão de ordem porque o procurador que está interrogando a testemunha passa a pedir a opinião do depoente acerca de fatos que ele presenciou. Cirino, dessa maneira, protesta, visto que a lei proíbe que se peça opinião a uma testemunha, pode-se apenas solicitar que ela narre fatos. Sérgio Moro, então, não apenas rejeita a questão de ordem do defensor, como também levanta a voz e acusa-o de estar desrespeitando o juízo.

“É direito e dever do advogado não apenas falar no momento em que lhe é dada a palavra, mas em todas as oportunidades nas quais ele tiver que protestar contra um ato ou atitude que ele considere violador de direitos e garantias de seu cliente. O juiz não pode cercear essa prerrogativa”, explica o jurista. “A atitude do juiz (Sérgio Moro), no entanto, não me surpreende. Vivi algo semelhante com o mesmo magistrado, em janeiro de 2015, quando ele passou a responder minhas perguntas dirigidas à testemunha, atropelando-a.” 

Toron se refere ao episódio que pode ser visto abaixo, ocorrido em fevereiro do ano passado. O advogado fazia perguntas a uma testemunha quando o juiz Sérgio Moro tentou passar a responder por ela, o que gerou o protesto de Toron. Na sequência, há uma discussão entre os dois, em que o advogado afirma que há um sentimento geral entre os operadores do Direito de que Sérgio Moro atua nos processos em parceria com o MInistério Público, e não como um juiz imparcial. Assista:

 

Já o penalista Eduardo Levy Picchetto, da Comissão de Prerrogativas da OAB-SP, explica o motivo que levou o defensor Cirino a se sublevar contra a pergunta opinativa do procurador. Perguntas opinativas são perguntas investigatórias, a serem feitas em outro momento do processo, quando se busca desvendar enredos, e não no momento em que se ouve uma testemunha no tribunal, que está ali exclusivamente para esclarecer fatos. “Essas perguntas investigatórias não podem servir para construir qualquer tipo de prova. A Defesa fez bem em propor impugnações por meio de questões de ordem, já que tais questionamentos não possuem standart probatório, não trazem o rigor de prova necessário, pois são especulativas”, explica o jurista.
 
Picchetto enxerga uma postura inadequada de Sérgio Moro perante as partes no processo: “Existe um conflito posto entre o magistrado e o advogado de Defesa. O juiz não tem que gostar ou não – muito menos levantar a voz, gritar – diante de uma questão de ordem. Deve enfrenta-la, consignar em at e dar curso normal ao processo. O rompante do juiz fere o dever de urbanidade que ele deveria sempre observar.”

Para Pedro Serrano, professor de Direito Constitucional da PUC-SP, mestre e doutor em Direito do Estado com pós-doutorado pela Universidade de Lisboa, toda a maneira de proceder processualmente adotada pelo juiz Sérgio Moro se encaixa em um momento atual do fazer jurídico no Brasil que coloca o advogado em posição minorada em relação ao juiz e ao Ministério Público, reduzindo os direitos e garantias individuais do cidadão comum.

“Eu acho que a advocacia no Brasil está em um momento em que vem sendo desrespeitada cotidianamente. O Direito de Defesa estão sendo agredidos e amesquinhados diariamente”, defende o professor. “Não só o juiz Moro procede assim. Há no país uma jurisprudência punitivista, de exceção, que nos leva a ter a quarta maior população aprisionada do mundo”, conclui. 

Finalmente, Airton Jacob Gonçalves Filho, advogado criminalista, professor universitário e membro associado ao IDDD (Instituto de Defesa do Direito de Defesa) e ao IBCCRIM (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais), afirma: “Sérgio Moro deveria pedir desculpas ao professor Cirino (defensor de Lula, que também é professor da UFPR, Universidade Federal do Paraná), uma das figuras mais respeitadas no Direito Penal no Brasil.”

De acordo com ele, dentro de um processo penal, o que se busca é garantir uma defesa plena para aqueles que são acusados. O compromisso do advogado jamais é se preocupar em agradar ou desagradar um juiz. “É natural que o advogado faça pedidos “pela ordem”, além de ter previsão legal, é o que se espera que faça o advogado, sob o risco do réu ser considerado indefeso. Mas o que realmente existe no caso é algo que vai além. A verdade é que há um conhecido excesso punitivo do juizado da 13ª Vara Federal de Curitiba, que é tristemente conhecido por todos que ali atuam ou já atuaram.”

Na mesma linha de raciocínio, Yuri Felix, professor de Processo Penal da rede de ensino jurídico LFG e ouvifdor do IBCrim afirma que é de conhecimento do mundo jurídico a prática autoritária deste juiz (Sérgio Moro), “prática esta que o grande publico toma consciencia neste momento, mas os operadores do Direito que já conheciam de longa data. Estamos diante de um desrespeito à Constituição Federal, no momento que a palavra da Defesa é casada de maneira tão abrupta. Muitos dirão que a Defesa se exaltou por um lado ou outro, mas a Defesa fala em nome da libersade, e a liberdade é a regra no ordenanento constitucional vigente em nosso país.”

UM APARATAMENTO ALUGADO E UM TERRENO QUE NUNCA FOI DO INSTITUTO LULA – AS NOVAS INVENÇÕES DA LAVA JATO CONTRA LULA

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Do site Lula.com.br

Sérgio Moro aceita mais uma denúncia capenga e sem provas dos procuradores da Lava Jato.

O Instituto Lula reafirma que nunca teve outra sede a não ser o sobrado onde funciona até hoje, adquirido em 1990 pelo Instituto de Pesquisas e Estudos do Trabalhador (IPET). O Instituto sempre recebeu doações legais, declaradas e dentro da lei. O ex-presidente Lula nunca solicitou vantagens indevidas e sempre agiu dentro da lei antes, durante e depois da presidência da República.

A Lava Jato, que começou investigando desvios na Petrobras, se tornou uma perseguição ao ex-presidente Lula, aceitando ações capengas e sem provas sobre um apartamento que o ex-presidente aluga e um terreno que jamais foi pedido ou usado pelo Instituto Lula para justificar uma perseguição política que tem como objetivo impedir que Lula seja candidato em 2018. O ex-presidente continuará a se defender na Justiça.

XADREZ DA TACADA FINAL DO GOLPE DA CONSTITUINTE

Capítulo 1 – o sentimento de salve o Brasil

No Brasil real, meu amigo Vinicius, de 16 anos, criou um grupo no WhatsApp com o título “Salvar nosso Brasil”. O histórico trabalhista Almino Afonso, no meio da conversa deixa escapar um “precisamos salvar nosso país”. Minha tia Clélia reza todo dia para Deus salvar o Brasil, embora não saiba exatamente como e de quem. O jurista Celso Antônio Bandeira de Mello diz, no meio do almoço, que precisamos salvar o Brasil. Pelo Twitter, o governador maranhense Flávio Dino repete a mesma expressão.

Testemunhei todos esses apelos em menos de meio dia. Em todos os pontos do país há um sentimento difuso de que o Brasil derrete, se desmancha, em um suicídio lento e ritual. E a angústia de querer e nada poder fazer, porque o destino do Brasil não está nas mãos do Brasil real, mas de uma realidade virtual montada em Brasília.

Capítulo 2 – o Brasilguai da estufa Brasília

Em um reino distante chamado Brasilguai, nos limites entre um Brasil que já era e simulando um Paraguai que já foi, a realidade é envolta em manchetes feéricas e em redes sociais onde borbulham babas de ira e sangue, compondo o cenário em que as mais altas autoridades disputam os clicks da turba e as dobras do poder.

É o pessoal da corte, do país improdutivo que vive em uma estufa onde são cultivadas as intrigas, os jogos de lisonja e de poder, um mundo invertebrado, em que as carreiras são construídas por artimanhas, puxadas de tapete e de saco, palco de cenas desse nível:

·      A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) brada: “Onde um juiz é destratado, eu também sou” (https://goo.gl/rC9FJd). Recebe 1.450 cliques no Facebook.

·      O Procurador Geral da República adapta o brado: “Atacar um procurador é atacar todo o Ministério Público”, e corre a se informar sobre a quantidade de cliques que a frase irá merecer.

·      O decano, que não é de ferro, aproveita e se exibe em um self em um shopping da moda, sabendo que o discurso anticorrupção é o creme de leite que, com sua densidade, disfarça qualquer massa de má consistência.

·      Não se sabe se o presidente do Senado aproveitou o mote e bradou: “Quem ataca um senador, ataca o Senado”. Se não gritou, pensou. Se pensou e não realizou, perdeu o direito aos clicks.

·      E, como a realidade virtual não está sujeita às limitações enfadonhas da realidade, o Ministro da Justiça declara seu modesto plano de ação: erradicar toda a maconha do continente. A julgar pelos selfies que tirou no Paraguai desbastando uma a uma as mudas de cannabis.

É esse simulacro de país virtual que comanda o Brasil real, um país que poucos anos atrás ambicionava o status de nação moderna. É lá, que se desenrola essa ópera que não é bufa, por trágica, cujos próximos capítulos descreveremos a seguir.

Capítulo 3 – um apanhado do momento atual

No Brasilguai, ora são denúncias contra Michel Temer, ora loas a um simulacro de pacote econômico, ora o Procurador Geral investe contra o presidente do Senado, ora o Ministro do Supremo contra a Lava Jato; o PGR e o Ministro se acusam mutuamente do objetivo comum de blindar o presidenciável tucano, enquanto associações de juízes e de procuradores pressionam o Congresso e procuradores e juízes cometem “estudantadas”, mostrando menos maturidade que os secundaristas do Brasil real.

Enfim, um retrato claro da balbúrdia institucional que se instalou no país improdutivo, aquele que não gera riquezas, mas consome o futuro e deixou de cumprir com sua responsabilidade constitucional.

Para não perder o fio da narrativa, o leitor deve se fixar apenas no roteiro principal, que consiste no desmonte do Estado. Idas e vindas são apenas variações em torno do tema principal. Aí se dará conta de que o que era intuído há alguns meses, hoje em dia é ação consumada e ostensiva, mostrando a coerência da narrativa central:

·      O jogo político da Lava Jato em benefício do PSDB. Mais de dois anos de operação e nenhuma exceção sequer para confirmar a regra.

·      O desmonte do Estado.

·      O desmonte de garantias individuais, sociais e ambientais com o avanço do estado de exceção.

·      A porteira aberta para os negócios do Congresso. Deputados preparam a volta do jogo, ruralistas liquidam com regras ambientais, o senador Romário avança uma trapaça com APAEs e Sociedades Pestalozzi, o governo ameaça rever as reservas indígenas.

Essa imoralidade ampla e irrestrita é aceita pelo polo condutor do golpe como uma espécie de dano colateral inevitável para se alcançar os objetivos finais: o desmonte total do Estado nacional, das políticas sociais e dos modelos de atuação proativa do Estado, substituindo a ação política pelo modelo tecnocrático-jurídico globalizante, já identificado em várias obras acadêmicas.

Antes de avançar neste Xadrez, aliás, é útil a leitura sobre as estratégias em torno do chamado “capitalismo de desastre”.  Trata-se da fórmula já incorporada às estratégias globais, conforme você poderá conferir aqui (https://goo.gl/5NmavZ) e no ”Xadrez da Teoria do Choque e do Capitalismo de Desastre” (https://goo.gl/V4XdVZ)).

A partir daí, fica mais fácil entender a tacada final do golpe: a tentativa de Constituinte exclusiva com a atual composição do Congresso.

Capítulo 4 – O golpe final da Constituinte

Em um Congresso integrado por trânsfugas, fisiológicos, conservadores e preconceituosos de toda espécie, não há maior ameaça aos setores populares e modernizantes que o deputado carioca Miro Teixeira e sua proposta de Constituinte (https://goo.gl/xsvtfp).

Miro é um Cristóvão Buarque profissional. Hoje, é o principal homem da Globo no Congresso.

Discreto, só interfere no jogo em momentos decisivos, como foi na CPMI de Carlinhos Cachoeira, quando a mídia, especialmente a revista Veja, entraram na linha de fogo.

Sua proposta de uma Constituinte com os atuais integrantes do Congresso é, de longe, a maior ameaça aos direitos sociais desde que o golpe foi desfechado.

A pretexto de discutir a reforma política, o fator Miro Teixeira se impõe com essa tese esdrúxula de uma Constituinte com o Congresso atual.

O parágrafo 2 do artigo 101 define o que não poderá ser deliberado, de tal maneira que abre espaço para transformar o pior Congresso da história em poder constituinte (https://goo.gl/yMNMg0).  O tal parágrafo diz que a Assembleia nacional Constituinte deliberará “preferencialmente” sobre reforma política. Não é exclusivamente: é preferencialmente. E veda apenas as propostas abolindo  I- o Estado democrático de Direito II- a separação dos Poderes; III- o voto direto, secreto, universal e periódico; IV- a forma federativa de Estado V- os direitos e garantias individuais e VI- o pluralismo político.

Ou seja, não avançando até esse limite, tudo pode.

Tendo a demolição do Estado de bem-estar como peça central, entram-se nas variáveis, a principal das quais é o destino do governo Michel Temer.

Capítulo 5  – as peças do jogo principal

Como o processo atual é essencialmente dinâmico, vamos, primeiro, a uma avaliação do estágio atual dos principais personagens, para entender o papel de cada um no jogo:

Núcleo duro

O núcleo duro continua integrado pela Globo e o mercado. O Ministério Público Federal, através do PGR, e o PSDB tornaram-se meros caudatários. O endosso da opinião pública à Lava Jato é pontual e tem prazo de validade, como em todo processo catártico.

A Globo implementou um discurso único para seus comentaristas, de ataque continuado ao sistema político e de exaltação permanente à Lava Jato. Joga com Michel Temer, mas aguarda sua queda. Manobra com a Lava Jato para queimar Renan Calheiros e manter Lula sob fogo cerrado, enquanto prepara o próximo tempo do jogo.

A PGR e o Judiciário

A cada movimento vai ficando claro que o PGR não possui dimensão política para atuar como organizador do golpe. Teve papel decisivo no golpe, sim, como antecipado pelo GGN. Mas é um mero seguidor de script desenvolvido por instâncias profissionais.

Com a narrativa midiática-ideológica vitoriosa, construindo a figura do inimigo interno (PT-Lula) e apresentando a fórmula salvadora (o desmonte do Estado), cria-se o movimento de manada e os fatos acabam se sucedendo por inércia: Ministros do STF intimidados ou deslumbrados, procuradores e juízes de inquéritos paralelos procurando mostrar serviço e a escalada rápida do estado de exceção, com juízes arremetendo contra qualquer coisa que cheire esquerda.

O PSDB

Não tem mais protagonismo algum. Na condição de terceirizado do mercado, é o que resta do quadro partidário. Por esse papel supletivo, é poupado, do lado da mídia, registrando as menções dos delatores, mas não insistindo na repercussão; do lado da Justiça, postergando os resultados dos inquéritos.

Por exemplo, o Ministro Gilmar Mendes e o Procurador Janot, não se bicam, mas estão na mesma missão de poupar o PSDB. Quando um dos dois atua em benefício do PSDB, o outro se sente aliviado e aproveita para espicaçar o adversário-parceiro.

Ao mesmo tempo em que preserva o PSDB, Janot investe pesadamente contra o presidente do Senado Renan Calheiros e estimula perseguição implacável a Lula, concentrando inquéritos e denúncias divulgados em momentos estratégicos, como agora, diluindo um pouco as delações da Odebrecht.

As forças políticas

Não se ataca Renan por seu histórico, mas por ser o general maior da resistência do Senado aos esbirros do MPF e do Judiciário. Na verdade, o bastão político está entregue, hoje em dia, ao comando solitário de Renan no Senado, e à liderança de Lula no Brasil real. O apoio de Renan à PEC  55 foi estratégico, para manter o Senado no jogo. Mas não infunde confiança no comando do golpe, que sabe que Renan tem voo próprio.

É por aí que se entende a sequência de ataques aos dois polos.

Michel Temer, o breve

Um a um o golpe vai decepando cada braço político de Temer. Eliseu Padilha e Moreira Franco estão com os dias contados. Romero Jucá será o próximo alvo do MPF. Aguarda-se apenas o autor da bala de prata: se as delações da Odebrecht ou de Eduardo Cunha.

Consumada, restarão dois destinos inglórios para Temer:

1.     O impeachment através do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

2.     A interdição, com o PSDB assumindo o controle do governo e mantendo um presidente decorativo.

Tivesse dimensão política mínima, se poderia esperar uma saída histórica, tipo comandar uma tentativa de salvação nacional através da convocação de lideranças de todos os poderes e partidos. O momento demanda saídas assim. Mas Temer jamais deixará de ser um mero mercador das pequenas demandas fisiológicas.

Assim, se entrará na próxima tentativa do golpe sem ninguém que possa exercer o papel de algodão entre cristais.

Capítulo 6  – a desestabilização do PMDB

Para que a proposta da Constituinte seja aceita, e os princípios defendidos pela Globo-Miro empurrados goela abaixo do Congresso, há a necessidade de sucessivos choques que criem um estado de desorientação tornando os parlamentares receptivos a propostas salvadoras de seus mandatos.

Mas no meio do caminho tem uma baita crise econômica, trazendo ampla desorganização econômica, social e política, podendo se desdobrar em várias alternativas.

Como Temer está enfrentando a borrasca?

A ofensiva neoliberal esbarrou em um problema lógico.

Precisa contar com a desordem geral, a falta de perspectiva para apresentar as propostas salvadoras, que consistem na redução radical do papel do Estado.

No entanto, só se conseguirá sair da crise com uma intervenção decidida do Estado, através dos investimentos públicos e de um amplo envolvimento dos bancos públicos comandando o processo geral de renegociação dos passivos de empresas e pessoas físicas.

O jogo consiste em ir até às últimas instâncias com o desmonte, através da implementação de medidas irreversíveis. Mas como administrar a crise, sem criar um caos de tal ordem que abra espaço para aventureiros?

O pacote contra a crise anunciado por Michel Temer é de um ridículo, que nem a pós-verdade da mídia conseguiu disfarçar. Fizeram a xepa, abrindo as gavetas da Fazenda e do Planejamento e retirando de lá propostas irrelevantes.

Qual o sentido de apresentar como grande saída contra a recessão a diferenciação de preços para compras à vista e por cartão, ou a redução em um ponto da multa do FGTS (https://goo.gl/PCkoL3)?

Só a paixão repentina do Estadão por Temer para encontrar alguma eficácia nesse pacote e tratar essa bobagem como “uma boa surpresa” (https://goo.gl/9eIklw), algo que nem a Globo ousou endossar.

Considerações parciais

Esses são os dados do momento.

Por outro lado, o agravamento da crise produzirá um sentimento cada vez maior de urgência para a busca de saídas. Dependendo das circunstâncias, poderá levar ao entendimento ou ao endurecimento final do regime.

O grande problema desses personagens fakes do Brasilguai é a incapacidade total de entender o dinamismo dos processos sociais, políticos e econômicos. Assim como a parte mais superficial do mercado financeiro, esses personagens projetam o futuro a partir dos dados do presente, sem nenhuma sofisticação analítica para perceber o dinamismo dos processos.

Vamos a alguns exercícios simples de futurologia

1.     Ministério Público e Judiciário

Daqui a alguns anos o mundo político estará pacificado. Seja qual for o partido no poder, ou mesmo uma ditadura, a reação será o embate com o MPF e o Judiciário, pela simples razão de que nenhum sistema político conseguirá funcionar minimamente com a margem de arbítrio conquistada pelo MPF, Tribunal de Contas e outras instituições do funcionalismo público. Em caso de ambiente democrático, não haverá o embate direto, mas o estrangulamento orçamentário gradativo e as restrições aos salários e vencimentos da categoria. Será o fim da era dos concurseiros. Em caso de ditadura, basta bater a bota para colocar os bravos para correr.

2.     Ascensão social

O que ocorrerá com essa multidão que ascendeu socialmente, que conquistou comida na mesa e filhos nas universidades? Aceitará passivamente o recuo para as profundezas da miséria? É evidente que não, o que acarretará distúrbios populares cada vez mais intensos.

3.     A Lava Jato

Na Itália, quando a opinião pública se deu conta do estrago produzido na economia pelas Mãos Limpas, a operação morreu. A destruição da economia formal abriu espaço para um crescimento sem paralelo da máfia, que hoje domina perto de 30% da economia italiana. O que ocorrerá com o aprofundamento da crise, quando cair a ficha que não foi a corrupção, mas o álibi da corrupção fornecendo os instrumentos para uma destruição consciente da economia pelo MPF?

4.     Os movimentos sociais

Na era Lula-Dilma os movimentos sociais foram institucionalizados. Passaram a acreditar no jogo democrático, nas ações visando legalizar terras devolutas e a pressionar por políticas públicas. O que ocorrerá com eles se passarem a ser reprimidos pela Polícia Militar e pelas Forças Armadas?

5.     As Forças Armadas

No momento, comportam-se profissionalmente. O modelo de confronto, no entanto, demandará cada vez mais sua intervenção. Como reagirão os militares se novamente colocados como guardiões do regime, em um jogo em que os principais atores civis e públicos estão envolvidos em suspeitas de corrupção? Continuarão aceitando as ordens passivamente?

Enfim, são perguntas óbvias para personagens públicos absolutamente medíocres. Apenas so papel didático da crise se poderá esperar alguma surpresa.

“NADA MAIS JUSTO QUE USAR O TRIPLEX NA ELEIÇÃO”, DIZ ZELADOR QUE XINGOU DEFESA DE LULA

 Texto da brilhante, corajosa e honrada jornalista Cíntia Alves do site do Nassif.

  Jornal GGN – O ex-zelador do Condomínio Solaris José Afonso Pinheiro admitiu o ao juiz Sergio Moro que usava os boatos de que Lula era o dono de um apartamento triplex – que a Lava Jato afirma ter sido pagamento de propina da OAS – para tentar ganhar a eleição para vereador em Santos, em outubro passado.

Pinheiro foi demitido do Condomínio em abril de 2016, quando o caso envolvendo o ex-presidente da República passou para as mãos da Lava Jato. Exaltado por conta da “crise” e se dizendo prejudicado

Jornal GGN – O ex-zelador do Condomínio Solaris José Afonso Pinheiro admitiu o ao juiz Sergio Moro que usava os boatos de que Lula era o dono de um apartamento triplex – que a Lava Jato afirma ter

Jornal GGN – O ex-zelador do Condomínio Solaris José Afonso Pinheiro admitiu o ao juiz Sergio Moro que usava os boatos de que Lula era o dono de um apartamento triplex – que a Lava Jato afirma ter sido pagamento de propina da OAS – para tentar ganhar a eleição para vereador em Santos, em outubro passado.

Pinheiro foi demitido do Condomínio em abril de 2016, quando o caso envolvendo o ex-presidente da República passou para as mãos da Lava Jato. Exaltado por conta da “crise” e se dizendo prejudicado pelo escândalo, o ex-zelador se exaltou com a defesa de Lula quando passou a ser questionado sobre como entrou para a política. Ele foi convidado a se filiar ao PP e adotou em sua campanha o slogan “Afonso do Triplex”.

“Eu perdi meu emprego, perdi a minha moradia, e aí você vem querer me acusar, falar alguma coisa contra mim? Como é que você sustentaria a sua família? Você nunca passou por isso! Quem é você para falar alguma coisa contra mim? Vocês são um bando de lixo! Isso que vocês são. O que vocês estão fazendo, fizeram com nosso país, isso é coisa de lixo!”, disparou a testemunha.

Moro disse, então, que respeitava a opinião de Pinheiro, mas pediu um pouco mais de “calma” e objetividade nas respostas.

O advogado Cristiano Zanin Martins retomou o interrogatório, tentando produzir provas de que Pinheiro não é uma testemunha que tenha compromisso com a verdade, uma vez que tem interesse em explorar politicamente o caso envolvendo Lula.

Quando Zanin perguntou se nas conversas com o PP, já teria ficado acertado que o triplex seria citado na campanha, Pinheiro respondeu. “Nada mais justo. Eu era o afetado, eu que fui prejudicado. Nada mais justo que usar o triplex como outros candidatos usam outro nome qualquer. Nada mais justo que as pessoas saberem que eu era o zelador do triplex.”

Zanin tentou obter mais detalhes sobre atuação política de Pinheiro, mas Moro interrompeu a audiência e ameaçou indeferir as perguntas: “Tá uma linha um pouco ofensiva mesmo e acho que a testemunha já respondeu. Qual a relevância disso?”, indagou. O advogado de Lula não quis explicar qual a estratégia da defesa e reafirmou seu direito de deixar as perguntas registradas.

Moro impediu que o ex-zelador respondesse as seguintes perguntas: quem apoiou para o cargo de prefeito de Santos em 2016; na campanha, fez referências ou discursos citando Lula; participava de coligações políticas de oposição ao PT?

O juiz da Lava Jato disse que, de seu ponto de vista, a defesa de Lula estava “sugerindo que a testemunha está mentindo em juízo por causa da campanha eleitoral. É ofensivo!”

Mais à frente, Pinheiro disse que Marisa Letícia visitou o triplex no Guarujá se comportando como se fosse proprietária, e não apenas interessada no imóvel. “Eu tenho mais de 20 anos de experiência como zelador e você percebe quando a pessoa se apresenta como proprietária ou alugante. Eu não sou ignorante.”

Zanin rebateu: “Você viu documento que prova que Lula era dono?”

O procurador da Lava Jato tentou impedir a resposta: “Ele já disse que [Marisa] se comportava como dona. Essa pergunta era irrelevante!”

Moro permitiu a resposta, e Pinheiro admiti: “Não, não vi documento.”

A testemunha também admitiu que corretores “falavam verbalmente, sem documentos”, que Lula era dono do apartamento 164-A para tentar alavancar as vendas no Condomínio. “Não me deram [explicações] e eu nunca perguntei [por que faziam isso], nunca me interessei por esses detalhes”, disse o ex-zelador.

Em outra situação, o procurador também quis impedir que a testemunha respondesse que recebeu orientação para não dizer que Lula era dono do triplex, pois estava em nome da OAS.

Ao final, Moro reiterou que Pinheiro não estava sendo acusado de nada e “lamentou” que ele tenha perdido o emprego ou que tenha sido “ofendido” pelo advogado de Lula.

Quando a audiência estava encerrada, foi possível ouvir uma voz questionar Moro se ele também não lamentava que a defesa de Lula tenha sido desrespeitada durante a oitiva, ao que o juiz respondeu que não, porque o advogado escolheu adotar uma linha ofensiva. Para Moro, inclusive, chamar a defesa de “lixo” foi apenas “um pouco de excesso da testemunha”.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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