Arquivo para 24 de dezembro de 2016

DESEJO DE BOAS FESTAS DE LULA AOS BRASILEIROS DEMOCRATAS: “A LUTA CONTINUA!”

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CARTA DE NATAL AO PROFESSOR YVES GANDRA, ARTIGO DE SÉRGIO SARAIVA DO SITE OFICINA DE CONSERTOS GERAIS E POESIA

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Prezado professor Ives Gandra, primeiramente: “fora Temer”.

Permita-me tecer alguns comentários a respeito de seu artigo na Folha desta antevéspera do Natal de 2016 – ”Balanço de um ano complicado”.

Um texto humano, essencialmente humano.

Humano no que tem de autoengano. Tomo por autoengano o que alguns poderiam considerar má-fé. Nestas épocas natalinas, estamos todos repletos de boa-vontade para com o próximo.

Prezado professor, concordo com o senhor que o Judiciário tornou-se um dos nossos fatores de instabilidade institucional. Quando um juiz de primeira instância grampeia e divulga diálogos da Presidência da República e um Ministro do STF se arvora em Poder Moderador a decidir quem pode ou não ser ministro de Estado, é porque revogamos o princípio civilizatório da independência e harmonia entre os Poderes previsto na nossa Constituição Cidadã.

E provavelmente pararemos por aqui nas nossas concordâncias.

Aos problemas econômicos atuais, o senhor dá o diagnóstico de que seriam a “consequência da equivocada política dos presidentes anteriores, que não perceberam ser impossível promover uma efetiva ação social se as empresas não gerarem empregos e tributos”.

Suponho que os presidentes anteriores sejam os dois petistas.

Não sei de onde o senhor tira tal ideia de que durante esse período não houve geração de empregos. Ao final de 2014, a taxa de desemprego no Brasil foi de 4,3% – pleno emprego. E a renda média do trabalho havia subido 2,7% e atingira R$ 2.104,16. Justiça social em porcentagens e valores.

Só para comparação, o desemprego de 2016 está estimado em 11,8% e a renda média do trabalho caiu 4,2% – já descontada a inflação – e era de R$ 1.972,00, ao final do primeiro trimestre deste ano.

Tal regressão não coincide com nenhuma medida de governo petista que, creio eu, o senhor chamaria de equivocada, ou seja, “um modelo apenas distributivista”. Eu chamo de equivocadas as isenções de encargos tributários e trabalhistas dadas aos empresários que, ao fim, realizaram lucros e não crescimento econômico. Como equivocada foi a decisão em 2013 de abandonarmos taxas de juros então em patamares minimamente civilizados. Mas creio que o senhor não se refere a elas no seu diagnóstico da crise.

Tal regressão coincide com a “insurreição burguesa” insuflada pelo poder econômico, tão bem caracterizado pelo “pato da FIESP” – o pato deles somos nós, pelas capas da revista Veja e pelos derrotados nas eleições de 2014. Eleições que, pela quarta vez consecutiva, haviam decidido por um governo petista.

Insurreição onde “os brancos” mandaram o país à merda.

Diz o senhor que “é certo que a Federação não cabe no PIB”. Que parte deixaremos de fora, então? Qual a cor da pele e a classe social dos que o senhor imagina que deverão ser excluídos do PIB? Ficaremos de fora nós, como eu e o senhor, os brancos de classe média acima? Creio que o senhor entendeu minha ironia. Não irei a mais, nesse tema.

Aquele a quem o senhor chama de presidente da República, e que eu chamo de golpista, não foi “obrigado a dialogar com uma base de apoio contaminada”. Ele é parte da contaminação da base de apoio que desferiu o golpe parlamentar que derrubou a presidente eleita. 54 milhões de votos populares passados na bunda de personagens da integridade moral de Cunhas e Gedéis, para ficar em dois. Mandaram a cidadania à merda.

Lembra-se da Copa de 2014, professor? Quando “os brancos brasileiros” mandaram a presidente tomar no cu. Os “brancos brasileiros”, em termos participação política, parecem ser incapazes de deixar a fase anal. Em transmissão direta pela televisão, “os brancos brasileiros” mostram ao mundo quem são “os brancos brasileiros”.

A presidente estava lá, vilipendiada, mas altiva, cumprindo seu papel de representar o Estado e a Nação. Pois bem, nas Olimpíadas deste ano, onde estava aquele que o senhor chama de presidente?

Desculpe o trocadilho, mas aquele a quem o senhor chama de presidente não me representa.

Aquele a quem o senhor chama de presidente da República eu chamo de fujão e não pode comparecer em público de velórios a inaugurações. Escreve cartinhas de corno e recebe senhores em palácio na calada da noite. Diz depois, até ser desmentido, não se lembrar de tais encontros.

Quanto ao sucesso da “Operação Lava Jato”, concordaremos parcialmente. Até porque se trata de uma operação parcial e interessante. Prendeu a parcela que interessava, deixou de fora a parcela que não interessava.

Como lembra-nos Stanislaw Ponte Preta: ou restabelece-se a moralidade ou que nos locupletemos todos. Sabedoria cruel. Quando somente metade dos ladrões é presa e a outra metade resta não incomodada, essa metade que resta roubará o dobro. E tudo ficará igual – na melhor das hipóteses.

Recorde o prezado professor que o líder da Lava Jato foi flagrado confraternizando em festa com figura das mais suspeitas – denunciada várias vezes por corrupção e jamais investigada. Eram tais sorrisos e demonstrações de afeto e cumplicidade que houve quem maldasse amor romântico entre ambos. Fosse isso, teriam meu inteiro apoio. Só que não, não é mesmo, professor?

Por fim, professor, poderia zombar de seu otimismo e atribuí-lo à falta de informação. Mas seria eu o desinformado, se assim o fizesse.

O Brasil é maior que a crise e dela sairá. Não, como o senhor imagina, por ter as características de um besouro que voa desafiando leis da física – que, aliás, não desafia. Mas porque, como um besouro, está acostumado a rolar bosta.

No mais, prezado professor, desejo-lhe, além de um bom Natal – não digo “santo” para não associar o Natal com as propinas da Odebrecht – um grande 2018. Vida e saúde – até para se arrepender.

OS VAZAMENTOS E A PÓS-VERDADE DA LAVA JATO, ARTIGO DO INTELIGENTE, INVEJADO E INTRÉPRIDO JORNALISTA LUIS NASSIF

O Ministério Público Federal está empenhado em demonstrar que não apenas não vaza, como não tem interesse em vazamentos – apesar do vazamento ser peça central na estratégia da Lava Jato, como comprova trabalho do juiz Sérgio Moro sobre a Operação Mãos Limpas.

Recentemente, o Procurador Geral da República Rodrigo Janot bradou inocência. Outros procuradores surgiram com alegações cartesianas sobre a razão do vazamento não interessar a eles.

O procurador Deltan Dallagnol divulgou em seu Facebook artigo da procuradora de Justiça Luciana Asper, analisando os vazamentos de delações premiadas. É uma boa maneira de apurar como o MPF monta suas narrativas de defesa, depois de se saber, à exaustão, como monta suas narrativas condenatórias. E um bom exemplo da profundidade da lógica que impressiona Dallagnol.

Vamos comparar o artigo da procuradora com o vazamento da delação de Marcelo Odebrecht, segundo a Folha de São Paulo (https://goo.gl/fOLplp).

A matéria é um cozidão de fatos conhecidos com obviedades ao alcance de todos. Mas descreve, com todas as letras, uma informação que diz constar da delação de Marcelo Odebrecht (que está em curso): “O ex-presidente e herdeiro do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, relatou a procuradores da Lava Jato que uma espécie de conta que a empresa mantinha em nome de Luiz Inácio Lula da Silva tinha o objetivo de manter o petista influente depois que saísse da Presidência da República”.

A reportagem é de repórteres com amplo acesso aos procuradores. Além de informações de conhecimento geral, traz um pouco do estilo Lava Jato: diz que três delatores afirmaram que a Odebrecht pagou R$ 12 milhões pela nova sede do Instituto Lula. “Um ponto a ser esclarecido nas apurações é o fato de a sede do instituto não ter sido instalada no terreno da rua Dr. Haberbeck Brandão, na zona sul, mas em um edifício no bairro do Ipiranga”. Mas isso é um mero detalhe.

Vamos ver como essa reportagem se insere no teste “a quem interessa” proposto pela promotora:

“A quem interessa vazar colaborações premiadas?

1.      Ao Ministério Público?

– Há um número restrito de colegas trabalhando na operação lava jato, já que todos os outros jurisdicionados também precisam de sua atuação e os prazos correm. 
– Há uma dedicação árdua de muitos meses de negociação para se fechar os termos de uma colaboração premiada e são centenas de investigados procurando celebrar o acordo. 
– Quando se consegue fechar o termo, dali saem importantes linhas de investigação: quem serão os próximos investigados?; quais serão as próximas buscas e apreensões, escutas e diversas diligências que, para terem resultado, dependem do SIGILO?

Uma vez vazadas, estas estratégias caem por terra porque os investigados vão destruir ou ocultar indícios e provas. Qual seria o interesse em se colocar todo este trabalho e linha de investigação no lixo? Qual seria a vantagem de destruir o caminho necessário para a responsabilização dos culpados?

Resposta – como bem detalhado no trabalho de Sérgio Moro sobre a Operação Mãos Limpas, a vantagem seria criar um movimento de opinião pública que consolide a presunção de culpa do réu. Muitas vezes, para contornar a falta de provas objetivas.

OU 2. Aos que insistem em buscar uma terceira via para a lava jato?

Hoje os envolvidos na lava jato vislumbram em regra duas opções: 

A)     submeter-se ao curso normal do processo, devolver o dinheiro identificado como desviado e suportar anos e anos de cadeia; ou

B)     colaborar trazendo informações que elucidem ainda mais os crimes de corrupção, devolver 100% do dinheiro roubado e ainda assim ir pra a cadeia, mesmo que por um tempo menor – a cadeia ainda é regra.

Para quem estava acostumado com a certeza da impunidade nenhuma destas duas opções parece muito interessante, de modo que poderiam, pelo menos hipoteticamente, estar buscando, com muita criatividade, uma TERCEIRA VIA: a tão almejada IMPUNIDADE. Poderia ter a ideia de se apresentar como “colaborador”, vazar para grandes veículos da imprensa o teor da colaboração, imputar aos investigadores os vazamentos e com isso tentar minar o imenso apoio popular e credibilidade da força tarefa, criando um espaço de menos resistência para aprovação de leis de “abuso de autoridade” que poderiam inviabilizar a continuidade dos trabalhos de investigação, impor “práticas impróprias” agora aos investigadores e quem sabe conseguir as tão almejadas anulações pontuais das investigações ou condenações na Justiça, renascendo o que já parecia uma opção distante: IMPUNIDADE.

(…) O que parece um “truque de mestre” para uns, pode ser “subestimar a inteligência” para outros. Nas suas rodas de conversa, perguntem: “a quem interessa vazar as colaborações premiadas?” e deixe que cada um tire suas próprias conclusões.”

Resposta – segundo o juiz Sérgio Moro, em discurso nos Estados Unidos, é o apoio da opinião pública que protege a Lava Jato de sabotagens (https://goo.gl/JHD9SB). E os vazamentos se constituem no ponto central da estratégia de ganhar a opinião pública. Logo, interesse diretamente ao MPF.

Conclusão

Basta conferir o vazamento da delação de Marcelo Odebrecht. Interessaria a ele, depois de tanto custo imposto à Odebrecht, correr o risco de melar a delação por conta de vazamentos?

Os vazamentos são peças essenciais da Operação Lava Jato. Há procuradores sinceramente convencidos de seus malefícios sobre a corporação. E aqueles que, tendo o “complexo de vira-latas” apelam para a velha malandragem brasileira, de culpar a vítima.

Ao Procurador Geral, como não dispõe de nenhum ascendência mais sobre a tropa, resta lamentar e culpar os outros. É a maneira de se livrar da responsabilidade de não dar contas dos seus.

Afinal, foi o próprio Janot que permitiu a midiatização do trabalho do Ministério Público, criando poços de vaidade – como Deltan Dallagnol – que, já hoje em dia, conspiram contra a seriedade do trabalho de toda a corporação.

Aliás, o álibi do vazamento para anular delação foi utilizado apenas uma vez: um vazamento sem a menor relevância para a revista Veja, que foi utilizado como álibi por Janot suspender o acordo com o presidente da OAS, cuja delação ameaçava comprometer próceres tucanos e a não confirmar a novela da venda do tríplex para Lula.

DILMA REALIZA CONFERÊNCIA NA ARGENTINA, RECEBE PRÊMIO DOUTOR HONORIS CAUSA E DE QUEBRA AFIRMA QUE DELATOR DA ANDRADE GUTIERREZ, FERNANDO, DEVE PAGAR POR MENTIRA

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  A presidenta Dilma Vana Rousseff como uma mulher engajada, inteligente e respeitada nacional e internacionalmente, não deixou de produzir política. Todo momento concede entrevistas para órgão internacionais analisando o mundoatuala e falando, como não poderia ser diferente para uma democrata, sobre o golpe que a democracia sofreu através da ambição e antipatriotismo das forças mais perversas que parasitam o Brasil em todos os quadrantes da sociedade brasileira.

  Dessa vez, a presidenta foi até a Argentina, país que também sofre com um desgoverno antipopular e entreguista, como fazem os golpistas entregando as riquezas do Brasil ao capital internacional, mormente ao capital noete-americano, a convite do Conselho Latinoamericano de Ciências Sociais (Clacso) e pela Universidade Metropolitana (UTEM), e também concedeu entrevista ao jornal La Nacion.

      Durante a entrevista, entre outros temas, Dilma Vana Rousseff, a brasileira que a misoginia sofreu ao lhe ver presidenta, falou sobre o comportamento sórdido de Fernando Azevedo, ex-presidente da Empresa Andrade Gutierrez que durante depoimento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou que sua empresa havia depositado R$ 1 milhão para a chapa Dilma/Temer. Porém, quando foi descoberto que ele havia doado R$ 1 milhão, em cheque nominal para Temer, ele mudou sua afirmação. Diante da sordidez, a presidenta entrou com processo contra ele para que ele seja responsabilizado pelo ato sórdido.

      “Ele disse que se equivocou, e nós estamos pedindo que pague por isso. Pedimos que anulem a delação de Azevedo, porque ele deliberadamente tentou comprometer minha campanha.

        Qual é moral da história? Que o delator nem sempre está delatando a verdade, e sim muitas vezes usa sua delação para fazer jogos políticos. Então, a delação tem que ser tratada como manda a lei: um indício, e não como uma prova definitiva. O que se passa no Brasil é que quando há uma delação ela é tratada como prova definitiva”, observou Dilma, a presidenta de mais de 54 milhões de brasileiros.

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Depois foi correr para o abraço da homenagem da entrega do prêmio de doutora honoris causa.

A canalha se rasga de despeito, inveja e ódio. Fazer o quê? Rastejar empurrada pela força de sua imoralidade.

Veja e ouça o vídeo da premiação.

“LAVA JATO, LADO B: TUDO O QUE A GRANDE MÍDIA NÃO DIZ SOBRE O TRIPLEX”, MATÉRIA DA INTELIGENTE, DENODADA E INSIGNE JORNALISTA CÍNTIA ALVES, PARA GGN

Jornal GGN – Cumprindo a missão editorial de mostrar o que a grande mídia esconde por interesse variados, o GGN faz a cobertura da ação penal em que Lula é acusado de receber um apartamento no Guarujá da OAS, como forma velada de pagamento de propina, evidenciando alguns pontos marginalizados pelos jornais (não por falta de relevância, diga-se). 

A série indicada abaixo começa quando o Ministério Público Federal convoca uma coletiva de imprensa para fixar Lula no topo da cadeia de comando dos esquemas de corrupção desnudados pela Lava Jato – mas o leitor pode utilizar a busca avançada do portal para conferir o histórico de notícias que precede esse fato.

A força-tarefa do MP, coordenada por Deltan Dallagnol, acusou Lula de ter recebido e ocultado a posse do apartamento 164-A do Condomínio Solaris e de ter sido beneficiado com pouco mais de R$ 1 milhão investidos na manutenção de seu acervo presidencial, também custeada pela OAS.

Os recursos para esses “favores” a Lula teriam saído de um caixa geral do PT que a empreiteira abastecia com propina contabilizada a partir de três contratos com a Petrobras, por obras nas refinarias Abreu e Lima e Getúlio Vargas. O MPF também sustenta que a propina da OAS ajudou Lula a manter sua base aliada no governo, enquanto o petista foi presidente.

Antes de o julgamento começar, o GGN mostrou que os procuradores ouviram diversas testemunhas que admitiram que não possuem provas documentais de que Lula possui um triplex. Ao contrário disso, algumas dessas testemunhas admitiram que só ficaram sabendo do caso depois que saiu na grande mídia.

Até aqui, mais de 20 testemunhas convocadas pela acusação já foram ouvidas, mas nenhum elemento que corrobore com as delações contra Lula veio à tona. Além de delatores que abordaram o papel do ex-presidente nas articulações políticas de sua gestão, o MPF priorizou funcionários da OAS e da Tallento, empresa que fez a reforma do triplex, no intuito de validar os “boatos” de que o ex-presidente era o dono da unidade. 

Alguns episódios foram marcantes, como as audiências com réus delatores da Lava Jato que foram impedidos pelo juiz Sergio Moro de abordar o elo suspeita entre a força-tarefa de Curitiba e investigadores dos EUA. A reportagem confirmou com a Procuradoria Geral da República que a equipe de Dallagnol tem feito colaboração internacional sem nenhuma fiscalização de autoridades brasileiras. Outro, mais recente, foi a oitiva do ex-zelador do Solaris, que chamou Lula e seus advogados e “bando de lixo” e ainda recebeu um pedido de desculpas por parte de Moro.

A agenda do magistrado para o início de 2017 já está recheada de oitivas que, pelo cronograma, se estendem até março.

Abaixo, os principais links da cobertura do GGN sobre o caso triplex, até aqui:

Lava Jato acusa Lula de ser o chefe de toda corrupção no governo federal

Lava Jato quer encerrar a novela com minha morte política, diz Lula

Moro tem “dúvidas relevantes” e “lamenta”, mas transforma Marisa e Lula em réus

É provável, ouvi o boato, não comprou mas é dono: as pérolas da Lava Jato no caso triplex

Para entender, com detalhes, o processo contra Lula nas mãos de Moro

Moro nega perícias que comprovariam que Lula não recebeu dinheiro da OAS

Defesa de Lula diz na cara de Moro que ele age como acusador e afronta as leis

Moro diz que defesa de Lula quer produzir provas demais, só para adiar o julgamento

Propina na gestão FHC põe em xeque delação de Delcídio, principal detrator de Lula

Moro violou também o Estatuto dos Advogados durante audiências, diz defesa de Lula

Moro violou artigo 212 do Codigo Penal em audiência contra Lula

Doleiro nega a Moro que Lula recebeu dinheiro da Petrobras

Sócio da empresa que reformou triplex diz que Lula não é dono

Moro impede testemunha de falar sobre elo suspeito entre Lava Jato e EUA

Mídia esconde que Moro violou Código Penal em processo contra Lula

Lula não negociou cargo, não pediu propina nem sabia de esquema na Petrobras, diz Cerveró

Batochio: Lava Jato usa delator de plantão para preencher falta de provas contra Lula

Não vou colocar em risco um acordo com os EUA por “capricho da defesa” de Lula, diz Moro

Moro rejeita 2 testemunhas de Lula no exterior, mas aceita 7 de Cláudia Cruz

FHC será intimado por Moro para testemunhar no caso triplex

EUA ajudaram a Lava Jato a monitorar Lula e Dilma, suspeita advogado

Aos berros, Moro diz que tem “poder” para “cassar a defesa” de Lula

Moro permite que dados do sítio sejam usados contra Lula no caso triplex

Reportagem confirma apoio secreto da Lava Jato aos Estados Unidos

Mídia diz que advogados de Lula “radicalizam”, mas esconde abusos e erros de Sergio Moro

Moro é denunciado por vazamento ao Estadão de processo sigiloso

Foto com Aécio, premiações, eventos com tucanos: as violações de Moro ao Código de Ética

“Nada mais justo que usar o triplex na eleição”, diz ex-zelador que xingou defesa de Lula

Moro é denunciado à OAB por permitir xingamentos à defesa de Lula

Testemunha admite que Lava Jato usou “boatos” contra Lula no caso triplex

Moro ultrapassa os limites e não é só com a defesa de Lula, afirmam advogados

Blog divulga vídeo em que Moro provoca defesa de Lula

Não é só com Lula: Moro também foi chamado de parcial e bateu boca com defesa da OAS.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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