Arquivo para 9 de fevereiro de 2017

LULA NA MISSA DE SÉTIMO DIA DE SUA QUERIDA COMPANHEIRA, MARISA LETÍCIA: “MARISA DEIXOU MUITA SOLIDARIEDADE E MUITA DIGNIDADE”

Foi realizada na noite desta quinta-feira, na Igreja Matriz de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, a missa de 7° dia da morte em memória da ex-primeira-dama Marisa Letícia.

O ex-presidente Lula e sua família receberam o carinho de amigos e personalidades, como o jornalista Juca Kfouri, os senadores Lindberg Farias (PT-RJ) e Vanessa Graziotin (PCdoB-AM), o vereador Eduardo Suplicy (PT-SP) e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, entre outros.

A missa foi celebrada pelo bispo de Santo André, Don Pedro Cipolini. Ele lembrou que a Matriz de São Bernardo tem importância histórica para os trabalhadores da região, já que recebeu, durante as greves das décadas de 1970 e 1980 – lideradas por Lula – todos os metalúrgicos participantes do movimento, chegando a sediar uma assembleia da categoria.

Após o término da cerimônia, o ex-presidente, bastante emocionado, falou aos presentes. Chamou sua companheira de vida de “árvore frondosa que deixou muitos frutos” – referindo-se aos filhos e netos do casal.

Lula aproveitou também para agradecer aos presentes, tanto na missa quanto no velório de dona Marisa, realizado no último sábado (4). Por fim, já entre lágrimas, o ex-presidente afirmou que “Marisa deixou muita dignidade e muita solidariedade”.

Dona Marisa foi internada no Hospital Sírio-Libanês no dia 24 de janeiro, depois de ter passado por um pronto-socorro em São Bernardo do Campo, em virtude de um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Seu passamento se deu no último dia 2. A ex-primeira-dama tinha 66 anos e era casada com Lula há mais de 40 anos. O casal teve três filhos: Fábio, Sandro e Luís Cláudio. Dona Marisa tinha ainda um filho de seu primeiro casamento, Marcos, que foi adotado pelo ex-presidente.

Clique aqui para ver mais fotos da Missa de 7º Dia em memória de Marisa Letícia Lula da Silva

“O CASO GUTTENBERG E O CASO MORAES”, ARTIGO DO TALENTOSO E ENGAJADO JORNALISTA FLÁVIO AGUIAR

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As paralelas, a gente sabe, só se encontram no infinito. E assim deve ser visto o caso das paralelas entre o ex-ministro Karl zu Guttenberg, da Alemanha, e o atual ministro da Justiça, futuro do STF, Alexandre de Moraes.

Ambos foram acusados de plágio. O de Guttenberg, é verdade, era bem mais grave: páginas e páginas copiadas, sem citar a fonte. Até agora, no caso Moraes, a acusação se prende a linhas e linhas, mas também sem citar a fonte.

No caso Guttenberg, as decisões foram fulminantes. Renunciou ao cargo do ministro, perdeu o título de doutor, ficou mais por baixo que poça sob tapete de banheiro, para não citar outras expressões mais chulas.

O caso Moraes vai dar em algo? Duvido. No caso Guttenberg a mídia alemã caiu-lhe em cima. Vai a mídia conservadora brasileira fazer o mesmo? Ora, ora, só no dia em que nevar em Belém do Pará.

A mídia conservadora no Brasil está disposta a empurrar aquele que considerava um ministro inadequado para o cargo que considera de um ministro do STF conveniente. Para quê? Para estancar os efeitos de quaisquer apurações de corrupção contra os que considera inabaláveis colunas da “sua” república, mantendo as acusações – mesmo as mais infundadas – apenas contra os políticos de esquerda, em particular, Lula.

Há uma visível queda de braço, nos bastidores da República do Cunha, entre os que querem proteger a impunidade dos políticos conservadores citados na Operação Lava Jato e arredores, e a ambição da República de Curitiba, com Moro e Dallagnol à frente. Vai ser uma disputa emocionante.

A República de Curitiba cumpriu seu papel apenas parcialmente. Não conseguiu reunir provas convincentes contra Lula e família. Mas conseguiu acuar o presidente mais popular do Brasil, fazendo dele o novo Tiradentes da nossa história, empurrando-o para a aura do martírio. Para tanto, contou com a aliança firme das empresas de comunicação, capitaneadas pela Globo, que foi e continua sendo copiada pelas demais.

Porém, se a República de Curitiba for deixada à solta, é capaz de sua sede de poder ir longe demais, desestabilizado de vez o fragilíssimo governo Temer. A queda deste pode mergulhar o projeto golpista num caos imprevisível, com a eleição de um presidente por um Congresso completamente desacreditado atém mesmo perante a mídia que hoje defende este status quo.

Por isto a mídia conservadora precisa investir em estancar a até agora decantada em prosa e verso Operação Lava Jato. Motivos não faltam para tanto. A antiga República do Galeão, de 54, dez estrepolias: torturou à vontade. e criou uma antecipação curiosa destes tempos de pós-verdade, quando conseguiu que a Tribuna da Imprensa, de Carlos Lacerda, imprimisse uma edição de jornal com um único exemplar. Esta, que deveria estar no Guinness, era só para que Gregório Fortunato, o infeliz guarda-costas de Getulio, lesse, com a manchete de que seu protetor, Benjamin Vargas, irmão do presidente, fugira para o Uruguai, o que era mentira. Hoje em dia os próceres da Lava-Jato municiaram a mídia com acusações e acusações sem provas, mas com convicção, que foram reproduzidas ad nauseam.

Resta ver quem vai ganhar nesta queda de braço. No meio dela, Alexandre de Moraes é um peão, apenas, mas que pode ter poderes de bispo para blindar seus aliados no governo o Temer. Zu Guttenberg caiu. Mas aqui era a Alemanha, o governo era de Merkel, e a Universidade  era a de Bayreuth. No caso de Moraes, trata-se do Brasil, o governo Temer, e a universidade é a USP.

A ver.

CONTRATO DE ARMAZENAGEM DE ACERVO COMO “MATERIAL DE ESCRITÓRIO” FOI RESPONSABILIDADE DA GRANERO, DIZ EXECUTIVO

Do site Lula.com.br

O empresário Emerson Granero, diretor executivo da empresa Granero, em depoimento prestado nesta quinta-feira (9), disse que o contrato firmado entre a sua empresa e a construtora OAS, referente ao acervo presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva armazenado em dez containers na empresa como “material de escritório”, é um contrato padrão elaborado pela Granero com esses termos. O executivo falou como testemunha de defesa no processo movido pelos procuradores da Operação Lava Jato contra Paulo Okamotto (presidente do Instituto Lula), o ex-presidente Lula e Dona Marisa Letícia. Na ação, o Ministério Público Federal acusa Lula de ter recebido vantagem ilícita da OAS na forma de armazenamento do acervo presidencial (que os procuradores erroneamente chamam de “bens pessoais do ex-presidente”) sem cobrança de remuneração para tanto.

Falando ao juiz de primeira instância Sérgio Moro, Granero assumiu que foi uma desatenção a sua empresa denominar como “material de escritório” o acervo presidencial, e ninguém dentro da Granero percebeu que poderia haver um problema para a empresa por esse equívoco na denominação do contrato. 

Os procuradores da Lava Jato utilizam este termo no contrato para dizer que houve lavagem de dinheiro nos pagamentos de R$ 21 mil feitos pela OAS para a Granero, sem nenhuma forma de ocultação financeira, para armazenagem do acervo presidencial privado.

Na realidade, porém, conforme Granero teve a oportunidade de esclarecer em juízo nesta quinta, o Instituto Lula, desde quando tinha o nome de Instituto Cidadania, sempre pagou a armazenagem do material na Granero, que mantinha o material guardado em área climatizada. Atualmente, os objetos encontram-se confiscados pela Polícia Federal, que não mantém os padrões adequados de armazenamento do acervo histórico.

Granero afirmou ainda que não houve nenhum pedido de sigilo ou ocultação desse contrato, nem que teve nenhuma tratativa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a respeito do assunto. 
 
Assim que Lula deixou a presidência da República, Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, já informou que não tinha recursos para pagar toda a armazenagem. Depois, informou que, após algumas semanas, ele encontrara um apoiador (OAS) que iria entrar em contato com a Granero. Entre o fim de janeiro e início de fevereiro de 2011, um executivo da OAS chamado Mateus Coutinho entrou em contato com a Granero, colocando-se como empresa apoiadora e fechou um contrato entre as duas companhias para o pagamento da armazenagem. 

FHC DESMONTA TESE DA LAVA JATO SOBRE ACERVO PRESIDENCIAL DE LULA

Do site Lula.com.br

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso depôs nesta quinta-feira (9) para o juiz de primeira instância Sérgio Moro na ação penal que a Lava Jato move contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ex-primeira-dama Dona Marisa Letícia e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto. Fernando Henrique, elencado como testemunha de defesa, depôs em especial sobre o acervo presidencial, que a Lava Jato chama de “objetos pessoais” de Lula e coloca em sob julgamento no processo que move contra o ex-presidente petista.

FHC afirmou que a troca de presentes entre presidentes e líderes de nações são formais e acabam por gerar um acervo presidencial. De acordo com uma lei federal, cuja regulamentação foi estabelecida durante o governo do ex-presidente, o acervo pessoal é considerado de interesse público no Brasil. Assim, o fato é que, de acordo com FHC, o acervo de cada ex-presidente acaba por se tornar “um problema” para o ex-mandatário, já que este passa a possuir uma coleção de objetos que são de interesse público mas que geram demandas pessoais de depósito. “Um problema imenso. Como o acervo é de interesse público, você (qualquer ex-presidente) apela para doadores, porque você é obrigado a manter a coleção de objetos, mas não tem recurso para manter., explicou Fernando Henrique”.

FHC afirmou que faz uso da Lei Roaunet para manter o acervo que lhe cabe, e que tal material pode até, se o ex-presidente quiser, ser vendido, após ser oferecido, antes, ao Tesouro Nacional.Em que pese tal opção legal, Fernando Henrique disse: “Claro, eu não vendi nada”. Lula também não vendeu.

Em seu depoimento, o ex-presidente disse que seu acervo é “enorme”, com milhares de documentos, muitos mantidos em locais refrigerados. Ele contou também que, em virtude de seu histórico acadêmico, é muito preocupado com a preservação desse material. O acervo de Lula, colecionado em mais de uma dezena de containers, hoje está arrestado pela Operação Lava Jato e manipulado por pessoas sem experiência  em preservação ou catalogação de documentos históricos.

FHC esclareceu que o acervo não incide legalmente como patrimônio pessoal. Quando perguntado se isso é adicionado ao imposto de renda, ele esclareceu que  tal material não entra na sua declaração de bens, e que o valor desses objetos é histórico, não patrimonial. E que empresas, como a Odebrecht, contribuíram para seu Instituto, não havendo nada de ilegal nessas contribuições, ao contrário do que faz crer as acusações dos procuradores da Lava Jato, feitas exclusivamente contra o ex-presidente Lula. FHC confirmou que houve uma reunião com empresários quando ainda era presidente, e que dela participou Emílio Odebrecht, mas que não se pediu doações nessa reunião, apenas foi verificado se havia espaço para a criação de um instituto. Na ação a que responde o ex-presidente petista, os procuradores do Ministério Público Federal do Paraná acusam Lula de receber vantagens indevidas da construtora OAS, já que a empreiteira pagava 21 mil reais por mês para o armazenamento do acervo presidencial em estoques na empresa Granero.

As declarações de Fernando Henrique Cardoso confirmam o que diz a defesa do ex-presidente: o acervo presidencial não são bens pessoais, não configurando vantagem indevida a sua manutenção, que é uma obrigação legal dos ex-presidentes.
Reverência

No início da sessão, o Juiz Sérgio Moro deu um “bom dia especial ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”.  Moro também agradeceu FHC duas vezes pelo depoimento e se desculpou com o ex-presidente tucano em três oportunidades, pelo tipo de pergunta que FHC tinha que responder e pela duração do depoimento. Fernando Henrique Cardoso foi tratado como “excelência” e se desculpou por “falar demais”. Moro disse que o depoimento foi “muito interessante”.

Ainda em juízo, FHC explicou como montou sua base de apoio, o chamado “presidencialismo de coalizão”, formando com aliados uma base parlamentar maior do que aquela com a qual o ex-presidente foi eleito. Ele disse não ter conhecimento nem de cartelização, nem de casos de desvios citados por Nestor Cerveró. “Um presidente não tem como saber de tudo”, afirmou FHC. “Um ex-presidente ouve muita maledicência de um contra o outro que não pode levar ao pé da letra'”.

12 ILEGALIDADES CONTRA LULA DEVEM IMPEDIR MORO DE CONDUZIR PROCESSOS CONTRA O EX-PRESIDENTE, ARTIGO DO DEPUTADO PAULO TEXEIRA

por Paulo Teixeira

Moro não tem condições de continuar à frente do processo que tramita em Curitiba e envolve o Presidente Lula.

Sergio Moro é um juiz parcial, que tem dirigido o processo como meio político de derrotar Lula, usando o sistema penal para destruir Lula e sua família por considerá-los inimigos.

É fundamental que o poder judiciário impeça o juiz Moro de continuar à frente desse processo em razão das seguintes ilegalidades:

1) Moro é um juiz de primeiro grau com jurisdição nacional, um juiz de uma causa só.

2) A condução coercitiva do presidente Lula foi uma ilegalidade. Lula nunca se recusou a atender qualquer convocação judicial, única condição que permitiria pela lei a condução coercitiva. Tramita no Supremo Tribunal Federal uma Arguição por Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) questionando a constitucionalidade desta medida. A condução coercitiva teve o objetivo político de sujar a honra do presidente Lula e foi articulada com parte da mídia. Foi uma violência contra a família do presidente, sua esposa Dona Marisa e seus filhos. Moro foi covarde. Ele não agiu assim com as famílias de outros investigados. A condução coercitiva, o envolvimento dos filhos e o vazamento de conversas de caráter privado sem dúvida contribuíram para a morte de Dona Marisa Letícia.

3) A quebra do sigilo telefônico do presidente Lula e de seus familiares, bem como a divulgação dos áudios, caracteriza ilegalidade uma vez que a lei prevê a utilização desse meio somente se outros meios de prova forem utilizados, o que não ocorreu. Moro quebrou o sigilo de Lula e Marisa e divulgou para as redes de televisão com o único objetivo de condená-los no tribunal da opinião pública. Moro também quebrou o sigilo telefônico do escritório de advocacia dos defensores do presidente Lula, o que configura outra ilegalidade.

4) Habituado a agir acima da lei, Moro praticou nova ilegalidade ao obter e divulgar uma conversa do presidente Lula com a presidenta Dilma Rousseff , cujo foro era o STF. Além da quebra ilegal do sigilo, Moro cometeu um segundo crime ao divulgar para a imprensa o teor da conversa entre eles.

5) Ao prestar informações ao Supremo Tribunal Federal, no momento em que pediu desculpas pelas ilegalidades praticadas, Moro emite opiniões sobre o presidente Lula como se fizesse parte da acusação, e não na condição de juiz.

6) Ao responder representação ao Ministério Público o juiz Moro chama Lula de “Príncipe da Idade Média”, perdendo novamente a imparcialidade.

7) Ao receber a denúncia, Moro antecipa um julgamento sobre o presidente Lula quando alega “envolvimento consciente ou não do ex-presidente no esquema criminoso”. Com isso, declina do papel de juiz, flerta com o ofício dos psicólogos e, antes mesmo de garantir o exercício do direito de defesa e aguardar o julgamento, antecipa o desejo de condenação.

8) Nas audiências presididas por Moro, o juiz mantém uma postura de deboche e permite que testemunhas ofendam o presidente Lula.

9) Moro participa de inúmeros eventos sociais e revela intimidade com adversários e personagens antagônicas do presidente Lula, como no caso da conversa íntima com o senador Aécio Neves durante homenagem da revista IstoÉ.

10) Participa de lançamentos de livros que tecem críticas ao presidente Lula e enaltecem o próprio juiz Sérgio Moro.

11) Colabora para criar na opinião pública uma sensação de condenação prévia, tratando o presidente Lula sempre como condenado, e não como réu.

12) Em artigos sobre a operação Mãos Limpas, Sérgio Moro defende que a aliança com a mídia fortalece a atividade do juiz, o que explica os inúmeros vazamentos praticados pela Lava Jato.

Essas informações foram retiradas do Habeas Corpus impetrado junto ao Desembargador Presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região em favor de Luiz Inácio Lula da Silva e Marisa Letícia Lula da Silva pelos advogados Cristiano Zanin Martins, Roberto Teixeira, Roberto Battochio e Juarez Cirino dos Santos.

Conclui-se, diante do exposto, que Sérgio Moro não tem condições legais de continuar como juiz dessa causa. O julgamento foi gravemente contaminado  pela parcialidade do juiz. Sérgio Moro está inebriado pela fama que o caso lhe deu, retirando-lhe a venda simbólica que fecha os olhos da justiça e permitindo desequilíbrio da balança a favor da acusação, que deveria ser papel do Ministério Público, mas tem sido exercido por Moro.

A aprovação do novo Código de Processo Penal corrigirá essa distorção ao proibir, doravante, que o juiz de instrução seja o mesmo a julgar o mérito da causa.

A continuidade do juiz Sérgio Moro neste processo indicará um modelo inadmissível a ser seguido pelos demais juízes brasileiros.

Paulo Teixeira é deputado federal (PT/SP)

 

MORO, QUE SE DIZ CRISTÃO, DEPOIS DE AFRONTAR DEUS INDEFERINDO PEDIDO DE LULA PARA NÃO DEPOR NO DIA DA MISSA DE SÉTIMO DIA DE SUA MULHER, VOLTOU A AFRONTAR DEUS OBRIGANDO MARISA A RESSUSCITAR PARA DEPOR

Resultado de imagem para pinturas clássicas de deus

Resultado de imagem para imagens do juiz MoroComo já foi divulgado amplamente pela mídia democrática, os advogados de Lula entraram com pedido a Moro para que Lula não fosse convocado a depor no dia da missa de sétimo dia de sua mulher Marisa Letícia, mas Moro, como um fervoroso cristão das palavras, indeferiu o pedido e manteve a data. Um ato que mostra o seu grau de cristandade e seguidor dos mandamentos de Deus, como “amar teu próximo”. Mas como tem o “como a ti mesmo”, a reflexão escapa do metafísico e entra no universo do concreto das relações sociais.

      Em nome de sua justiça, ou de seu entendimento de justiça dita humana, Moro não deu bola para as pregações de Deus. Não quis saber que Lula participaria de um cerimonial sagrado de cunho teológico. Para qualquer entendedor mediano o juiz se tomou como mais juiz que Deus.

       Mas Moro não permaneceu nessa posição que para alguns é pecado, para outros, heresia e para outros, blasfêmia. Ele, em sua propensão a outro deus, intimou dona Marisa Letícia a depor também nos mesmos termos de seu marido Lula. E mais, como dona Marisa Letícia faleceu, a intimação sugere, para os verdadeiros fieis que ela deve ressuscitar.

                          moro capa

    A questão teológica-fúnebre levantada pela intimação de dona Marisa Letícia cria uma espécie de desespero nos moldes do filósofo Kierkeggard. Todos os amigos de dona Marisa Letícia gostariam que ela ressuscitasse, mesmo que fosse pelos poderes de Moro. Diante do fenômeno transespiritual/material, até passariam a tecer loas ao juiz que persegue Lula.

    Porém, Moro é um simples mortal. Mesmo que ele se coloque em uma posição de propensão a Deus, ele não tem qualquer cacoete teológico que lhe possibilite alcançar a sublimidade metafísica de Deus na forma de seus três principais atributos: Onisciência, Onipotência e Onipresença.

    Ele pode até se acreditar onipresente através das leis que usa, ser onisciente através dos inquéritos que avalia e onipotente através do ato de mandar prender excluindo a presunção de inocência, mas nada disso é Divino. Tudo, como diz o filósofo da Vida, Nietzsche, como humano, demasiado humano, onde não há nada de humano.  

      De formas, que embora, Moro, se sinta poderoso, ele não tem qualquer poder para ressuscitar os mortos.

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   Cópias dos documentos extraídos do Blog Cidadania, do advogado e jornalista Eduardo Guimarães.   

“O FILHO PODE ESCOLHER COM QUEM MORAR?”, TEXTO DA ADVOGADA LINDA OSTJEN

Advogada em Porto Alegre

Um dos efeitos do divórcio é a relação que temos como os nossos filhos. E não é rara a pergunta: – Dra, quando o meu filho pode escolher onde morar?

A lei determina que a guarda do menor permanecerá com aquele que reunir maiores condições de cuidar dos filhos, de maneira a atender o princípio do “ao melhor interesse da criança”.

Não há na lei um dispositivo que defina a idade em que o filho poderá escolher com qual dos genitores deseja morar. O art. 3 do código civil dispõe que “são absolutramente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil os menores de 16 anos e o Parágrafo 1 e 2 , do artigo 28 do ECA (Estatuto da criança e do Adolescente) dispõe que “Sempre que possível a criança ou o adolescente será previamente ouvido por equipe interprofissional, respeitado o seu estágio de desenvolvimento e grau de compreensão sobre as implicações da medida e a sua opinião devidamente considerada”e “Tratando-se maior de 12 anos de idade, será necessário seu consentimento colhido em audiência.”

Portanto, o genitor poderá ingressar com Ação judicial de alteração de guarda, e os filhos já houverem completado 12 anos de idade, serão ouvidos perante o juiz para que revelem sua preferência em relação à guarda, ou seja, poderão dizer se desejam permanecer residindo com a mãe ou se desejam passar a morar com o pai.

O juiz levará em consideração a vontade do menor, observando o grau de discernimento e, desde que no processo não haja nenhuma contraindicação, obedecendo ao princípio do melhor interesse da criança, poderá alterar a guarda.

Linda Ostjen

 

LULA 2018 VIVAÇO! QUATRO INSERÇÕES QUE SERÃO DIVULGADA NAS TVs: “SÓ ELEIÇÕES DIRETAS MUDA O BRASIL”

Veja e ouça e potencialize sua consciência democrática.

 

BOTAFOGO DE GARRINCHA SE CLASSIFICA E ‘BOTAFOGO’, RODRIGO MAIA É DENUNCIADO PELA PF POR RECEBER 1 MILHÃO DA OAS

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 Na primeira, em seu estádio, o Fogão ganhou de 2×1 do Colo-Colo do Chile. Ontem ele foi ao Chile para a segunda partida. Precisava só do empate, mas logo no início do pebol seu zagueiro fez contra. Desespero de sua torcida estrela solitária que, na verdade, não tem nada de solitária.

  Veio a segunda etapa e o fogão – que fora durante a semana censurado pelos invejosos e coxinhas do pebol – não deu bola para o azar. Queria o empate de qualquer forma, mas não podia a reganhar a zaga, porque se o Colo-Colo faz mais um a vaca talvez fosse pru brejo. Mas vaca já havia voltado do brejo e não queria nem ouvir falar sobre o brejo.

    Foi então que lá para os 30 e tantos minutos, Pimpão, pimpou o arco do goleiro chileno. Loucura da galera que acompanhava no estadio do Fogão, lá Rio, e também, no estádio do Colo-Colo. Aí, não deu outra: os torcedores, inicialmente do time da casa, começaram a jogar objetos no campo, e a torcida do Fogão fez a tabelinha; também participou do lançamento de objetos. 

    Como diz o pedagogo Abdiel Moreno, resulta resultado: a partida foi paralisada para que os ânimos fossem acalmados. Tudo em ordem? Tudo. Então vamos a peleja. O juiz, para o desespero do time do Fogão e sua torcida, o juiz acresceu 7 minutos. Porém, Mané Garrincha estava presente: terminou a partida e o Fogão passou para segunda fase da Libertadores

     Enquanto isso, lá naquela cidade onde se encontram as piores representações das agremiações partidárias, inimigas da democracia, e compulsivas por grana pública, Brasília, foi anunciado que a Polícia Federal havia denunciado o Botafogo’, Rodrigo Maia por receber R$ 1 milhão da empresa OAS.

    O inquérito concluído pela Polícia Federal no âmbito da Lava Jato, teve como suporte as mensagens trocadas, pelos celulares do presidente da empresa, Leo Pinheiro e Rodrigo Maia, o ‘Botafogo’. A propina de R$ 1 milhão era para o ‘Botafogo’, defender os interesses da empresa OAS no Congresso.

     Como trata-se de uma Câmara Federal compostas de vários parlamentares acusados de corrupção, cúmplices de Eduardo Cunha na trama para assaltar o governo Dilma Vana Rousseff, eleita com mais de 54 milhões de votos democráticos, Rodrigo Maia, foi reconduzido ao cargo de presidente da Casa, posto resultante do golpe. Sua eleição contou com a ajuda de deputados do PT.

     Diante dos dois fatos, o torcedor-eleitor botafoguense rejeita o uso do nome de seu time em propineiro, e, em seguida, cai na comemoração garrincheira.

      Valeu, Fogão!

“A MISSÃO ANTI-LULA DE ALEXANDRE DE MORAES”, TEXTO DO BRILHANTE E COMPROMETIDO COM A DEMOCRACIA JORNALISTA PAULO MOREIRA LEITE

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Até hoje os brasileiros permanecem privados de explicações racionais e informações confiáveis sobre o critério real que levou Luiz Fachin a assumir a relatoria da Lava Jato, pois nem o elementar caráter aleatório de uma escolha por sorteio pode ser assegurada. Neste ambiente, a situação de Alexandre Moraes, o candidato a ocupar a vaga de Teori Zavaski pelos próximos 25 anos, configura uma situação mais grave e permanente.   

Representa uma iniciativa leviana, do ponto de vista jurídico, e irresponsável, do ponto de vista político. A finalidade escancarada é garantir proteção judicial ao governo Temer e seus aliados, em situação de risco de morte política, numa conjuntura em que as grandes empreiteiras começam a falar e Eduardo Cunha apenas começou a abrir a boca. Caso venha a ser aprovado pelo Senado — nunca é demais sonhar com um derradeiro gesto de dignidade política por parte de uma instituição que deu tantas provas de fraqueza e subserviência a interesses espúrios  — Alexandre Moraes irá cumprir a tarefa prioritária para a qual está escalado.

Não se trata de paralisar a Lava Jato, como gostam de dizer os aliados de Sérgio Moro e Rodrigo Janot, mas acima de tudo construir uma fronteira de segurança em torno das denúncias de corrupção. Desde sempre, a questão é  assegurar a permanência do caráter seletivo e dirigido contra o Partido dos Trabalhadores e seus aliados, foco que faz parte da essência das investigações, condenações e prisões desde o início.

O nome disso é anti-Lula e seu calendário é 2018.

A compreensão dessa perspectiva explica a aceitação — crescente, é preciso admitir — por parte da autonomeada elite brasileira de uma indicação que deveria ser um escândalo, mesmo que se possa lembrar que havia uma alternativa ainda pior, marcada por um pretendentes que era um rebento tardio da Inquisição e das fogueiras de intolerância.  

São 2+2= 4: por uma questão regimental, a ocupação da atual vaga do STF equivale ao direito automático de atuar como revisor da Lava Jato. O indicado poderá valer-se de todos argumentos — inclusive legítimos no plano teórico —  para salvar aqueles que não deseja enviar para a fogueira.

Em outra circunstância, com outros fundamentos e princípios, este foi um papel que, em 2012, na AP 470, Ricardo Lewandovski exerceu com grande dificuldade e resultados as vezes elogiáveis, mas insignificantes na prática. Na Lava Jato, a revisão se prestará a outra coisa: salvar aqueles que, pelos serviços prestados à ordem atual das coisas desde que os tempos de Pedro Álvares Cabral têm direito a aguardar por um lugar no bote salva-vidas  em pleno naufrágio — qualquer que seja sua culpa ou responsabilidade. É uma tarefa que exige sangue frio e nenhum pudor. Qualquer que seja a gravidade das denúncias, infinitamente maiores do que tudo o que se viu até aqui, convém não esquecer que a  fase mais barulhenta do circo midiático já passou.

Nesta conjuntura, nenhuma iniciativa será esquecida para consolidar do Estado de exceção, o que implica em transformar a mais alta corte de Justiça num tribunal pomposo na forma e vazio  pelo conteúdo.

A passagem de Alexandre Moraes pela Secretaria de Segurança Pública do governo de São Paulo foi marcada pela violência da Polícia Militar, com a criminalização crescente dos movimentos sociais. Sua permanência no ministério da Justiça jamais será esquecida em função da incapacidade de apresentar uma única proposta ideia útil para enfrentar um morticínio que sinalizou o colapso do sistema prisional brasileiro. Alexandre Moraes passou a ter direito a uma cadeira na tribuna de honra da coalizão golpista após uma declaração descarada que anunciava, com 24 horas de antecedência,  a prisão de Antônio Palocci, comportamento que motivou uma investigação da Comissão de Ética da Presidência da República que não deu em nada. Disse aos jornalistas, em tom de festejo: “esta semana, (vocês) vão se lembrar de mim”, declarou, de passagem por Ribeirão Preto, terra natal do primeiro ministro da Fazenda de Lula — hoje uma das grandes apostas para a destruição política do mais popular político brasileiro.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

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