Arquivo para 4 de julho de 2017

O TALENTOSO FOTÓGRAFO LULA MARQUES CLICOU O CELULAR DE AÉCIO, NO PLENÁRIO, COM A MENSAGEM DE SUA MULHER: “SERENIDADE”. ELE ACATOU O PEDIDO?

LINDBERGH MOSTRA O SENADO QUE REFLETE AÉCIO E AÉCIO QUE REFLETE ESSE SENADO

O ANALFABETO LEGISLATIVO PERGUNTOU: COM QUE CARA AÉCIO VAI VOLTAR AO SENADO? O SÁBIO RESPONDEU: COM A CARA DE SEUS COMPARSAS. NÃO DEU OUTRA

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  Produção Afinsofhia.

 O senador Aécio, Mineirinho, que para o ministro Marco Aurélio tem uma “carreira elogiável”, voltou, em função da maioria de assemelhados, para onde não saiu. Antes de sua não volta, alguns analfabetos legislativos, os que não tem qualquer informação psicanalista sobre essas figuras, perguntava, acreditando em sua dose de moralismo pseudo-cristão: Com que cara Aécio vai voltar ao Senado? E, por força desse analfabetismo, sofria com uma falsa fantasia.

 Porém, como não só de analfabetos legislativo vive a democracia brasileira, a maior parte da sociedade já sabia qual a cara de Aécio: a cara de seus assemelhados. Como o Congresso Atual atual é o pior de sua história, não podia ser diferente: todos são figuras-reflexos de todos. Entre outras acusações o “carreira elogiável”, Aécio foi pego com a mão na mala em gravação da Polícia Federal. Foram R$ 500 paus que seriam entregue a seu primo Frederico, também em liberdade depois de haver sido preso.  

   Aécio, que agora respondeu ao analfabeto legislativo, se comportou diante dos seus assemelhados como lhe proporciona sua estrutura psicológica: muita encenação, muito blá,blá de quem foi vítima, muita acusação ao “criminoso confesso”, Joesley, o que lhe rendeu muitos efusivos aplausos. Claro que aplausos com tom otimista de quem acredita que se liberaram um cara com provas consistentes, com a mão na mala, claro que também vão liberar os que não deram essa mancada. Imaginam piamente eles honestos senadores.

   “Não cometi crime algum, não aceitei recursos de origem ilícita, não prometi vantagens indevidas a quem quer que fosse e tão pouco atuei para obstruir a justiça. Fui vítima de uma armadilha engendrada por um criminoso confesso cujas penas passariam de mais de 2 mil anos de cadeia”, disse o inocente senador “brasileiro nato, chefe de família e carreira elogiável”, como afirmou o ministro Marco Aurélio. 

     Mas Aécio, Mineirinho, não é arrogante e desagradecido. Por essas qualidades de senador honesto, retribuiu o reconhecimento do ministro Marco Aurélio.

      “Foi o ilustre ministro Marco Aurélio que em sua decisão tratou de trazer luzes ao que diz a Constituição”, agradeceu o inocente Aécio.

MANIFESTAÇÕES DE PROCURADOR DA LAVA JATO VIOLAM REGRAS DO CNMP

zanin

Do site abendaverdade.

4 d julho d 2017

O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima tem reiteradamente postado em sua página do Facebook manifestações desrespeitosas e de nítido caráter político contra o ex-Presidente Luiz Inacio Lula da Silva. Não é de hoje que Lima age assim, marcando suas preferências ideológicas a partir de ataques à honra e à imagem de Lula, chegando a questionar sua aptidão para exercício da presidência da República. Tal comportamento viola as regras de conduta estabelecidas pelo Conselho Nacional do Ministério Público, como explicitado nas Recomendações de Caráter Geral do CNMP nº 01, de 3 de novembro de 2016.

O princípio da presunção de inocência contém regra que veda qualquer tratamento discriminatório e a exposição pública de qualquer cidadão, principalmente, se vexatória. Houve total desrespeito às atribuições inerentes ao cargo, o que nos levou a protocolar hoje (4/7) representação no CNMP contra Lima, a fim de que aquele órgão verifique eventual desvio funcional e violação às suas Recomendações por parte do procurador da República.

Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira

Clique AQUI para ver o documento completo.

JEFERSON MIOLA: MORO ENCALACRADO: OU TRANSFORMA LULA EM DEUS OU INCENDEIA O PAIS

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Diante do processo judicial aberto a partir do infame power point do procurador [e vendedor de palestras e sermões] Deltan Dallagnol, a defesa do Lula fez um exercício sui generis da labuta advocatícia: além de provar a inocência, provou também a ausência de culpa do ex-presidente.

Quase uma centena de testemunhas do processo desconheceu qualquer relação do Lula com o apartamento triplex. A única exceção ficou por conta do empreiteiro dono da OAS Léo Pinheiro, presidiário que, atendendo exigência da Operação, forjou acusações contra Lula – a jóia da coroa da força-tarefa da Lava Jato – na expectativa de trocar vilania por redução da longa pena de prisão que terá de cumprir pelos crimes de corrupção que cometeu.

A defesa do Lula fez as diligências que Deltan Dallagnoll e seus colegas, cegos e possuídos pela caçada obsessiva ao Lula, não se deram ao trabalho de fazer. Os advogados demonstraram não só que o ex-presidente nunca teve nenhum vínculo formal ou informal com o imóvel como, ainda, que a Caixa Econômica Federal é a verdadeira detentora de direitos sobre o apartamento em questão.

Este processo contra o Lula é uma fraude jurídica de péssima qualidade, que foi montado com o exclusivo objetivo de condená-lo, para implodir sua candidatura presidencial.

Se condenar Lula sem provas e sem fundamentos legais, apenas baseado nas ridículas alegações e na obsessão condenatória do “palestrante” Dallagnoll, Moro pagará um altíssimo preço.

Decorridos mais de três anos de perseguição implacável a Lula, a força-tarefa da Lava Jato não conseguiu encontrar absolutamente nenhuma prova para sua condenação, pelo simples motivo de que não existe prova; porque não existe ilegalidade na conduta do ex-presidente. 

Inicialmente, eles optaram pela tese do “domínio do fato”, a mesma teoria que Moro, na época em que atuou como juiz auxiliar da juíza do STF Rosa Weber no julgamento do chamado “mensalão”, fabricou para condenar sem provas o ex-ministro José Dirceu. O emprego inadequado desta teoria no caso foi vigorosamente combatido e invalidado pelo seu autor, o jurista alemão Claus Roxin.

Apelaram, então, para a exótica tese que o “palestrante” Dallagnol aprendeu nos EUA, a “teoria da abdução das provas”, ensinada pelo seu orientador em Harvard, Scott Brewer, que sublima as chamadas “provas indiciárias”, que tem muito de indícios e convicções, porém zero de provas.

Na falta de causa concreta para condenar Lula, só resta a Moro apelar à metafísica. Caso contrário, o plano original da Lava Jato será falho e todo o trabalho de destruição do país enquanto Nação e de entrega da soberania do Brasil terá sido em vão. 

Sérgio Moro é apenas um juiz que busca uma justificativa formal para condenar Lula. Na falta de qualquer base material ou jurídica concreta, Moro terá de apelar para a “teoria do criacionismo” para acusar Lula de ter sido o criador de um país moderno; de um país de igualdade, de democracia, de igualdade, de pluralidade, de oportunidades para todos, de direitos; um país, enfim, altivo, desenvolvido, avançado; mundialmente reconhecido e reverenciado. 

Moro está encalacrado: ou condena Lula, convertendo-o numa espécie de Deus criador do Brasil moderno, ou incendeia o país. 

Lula é o fator essencial de desestabilização dos planos da burguesia para a continuidade do golpe. Lula é o grande dilema que a classe dominante enfrenta. Ele compromete a continuidade do golpe no próximo período e as escolhas que a elite fará.

O arranjo da classe dominante por cima, para manter esta indecência desta cleptocracia – governo de ladrões, em grego – liderada por Temer e sua quadrilha, encontra em Lula uma série ameaça.

Não estava nos cálculos da classe dominante tamanha dificuldade para o aniquilamento do Lula na Lava Jato. O impasse enfrentado pelo juiz Sérgio Moro é o impasse que enfrenta o pacto golpista de dominação burguesa contra a maioria do povo brasileiro.

HOMENAGEM DO PT AO HONESTO PRESO-CORRUPTO GEDDEL

VÍDEO XÓ VAMPIRÃO!

TRUMP, TEMER E A LÓGICA DO ESPANTALHO, FLÁVIO AGUIAR, NO BLOGUE DO VELHO MUNDO

espantalho.jpg

Durante 15 anos vivi num sítio em Itapecerica da Serra, nas vizinhanças de São Paulo. Ali me deparei e empreguei, pela primeira vez, com a “lógica do espantalho”. 

A casa do sítio tinha um janelão que ia do teto ao chão, sem cortinas, refletindo a mata em frente. Aquilo atrapalhava os pássaros. Estes são muito parecidos com os humanos: pensam que o espaço é deles, e se engalfinham em disputas de territórios, cantos e beleza. Em geral, eles, como muito humanos, não têm visão bifocal, de profundidade: veem o mundo como se fosse uma tela bidimensional. Para eles, este é um detalhe da sua natureza; para os humanos, da sua formação cultural.

Volta e meia, um pássaro dos pequenos – perseguido por outro, dos grandes – olhava para o janelão e via a mata refletida. Pensava que ali estava uma saída, atirando-se de encontro ao vidro – e morrendo pela pancada, que lhe provocava uma parada cardíaca. Um ou outro eu consegui reanimar. Mas para a maioria o resultado era irreversível.

Foi então que tive a ideia de pôr, por atrás do janelão, um espantalho. Com ajuda de um mancebo (aquele treco antigo, feito para pendurar casaco no cabide, pôr sapatos nos pés e ainda ter lugar para abotoaduras e um chapéu no alto) construí um espantalho. Os pássaros deixaram de se ligar no suposto espaço livre refletido no janelão, para prestar atenção no espantalho. Salvei vidas. E assim me deparei com esta lógica do espantalho.

Ela pode, no entanto, ter outros fins, como meio de distrair seu alvo do que está realmente acontecendo. No campo, o espantalho virou um aposto do passado, em pequenos sítios, diante do avanço da monocultura destruidora e dos agrotóxicos. Mas na presidência de uma República, ele ainda se revela muito eficiente.

JOYCE N. BOGHOSIAN/TWH/LULA MARQUES/AGPTFiguras patéticas, Trump e Temer querem nos impedir de transpor a janela para um futuro possível e melhor

Temos dois espantalhos no continente americano: ao norte, Trump; ao sul, Temer. Trump é mais dinâmico; Temer, mais empalhado.

Aquele se agita, publica twitters ferinos e furibundos, em que agride repórteres adversos, com declarações espantosas, verdadeiras diatribes contraditórias, ameaça a Coreia do Norte enquanto o porta-aviões de sua ameaça navega na direção contrária. Nega que o aquecimento global tenha a ver com a atividade predatória das grandes corporações. E assim prende a atenção para sua personalidade, enquanto ele e sua equipe vão fazendo o verdadeiro dano, que é comprometer o futuro do seu país e da humanidade, com suas medidas de pisar nos pobres e salvaguardar os ricos.

Mutatis mutandis, com Temer acontece o mesmo. Ele se agita cada vez menos. Mas ainda assim se agita. Em relação ao G-20 próximo, em Hamburgo, diz que vai mas não vai. Depois diz que não vai mas vai. E fica este agito em torno de sua figura patética, enquanto vai destruindo o futuro – além de querer destruir o passado – da nossa nação. 

O repúdio ao espantalho político é legítimo – mas não deve nos tolher a visão da janela que nos querem impedir de transpor, e que, ao contrário daquela de minha casa, não contém uma imagem ilusória, mas sim a de um futuro possível e melhor.

registrado em: Trump Twitter cnn polêmicas Temer G-20 vexame internacional crise eua x coreia do norte aquecimento global

CONJUR: “NÃO CABE RECLAMAÇÃO CONTRA CAUTELAR QUE DESRESPEITA ACORDO DE DELAÇÃO”, DIZ FACHIN, TEXTO DE PEDRO CANÁRIO

Não cabe reclamação ao Supremo Tribunal Federal contra decisões judiciais que desrespeitem cláusulas de acordo de delação premiada homologados pela corte. Foi o que decidiu o ministro Luiz Edson Fachin ao negar liminar para suspender cautelares impostas pela Justiça Federal ao Grupo J&F, dono da JBS.

Reclamação não pode ser usada como recurso, diz Fachin, em liminar.
Marcelo Camargo/Agência Brasil

“A Corte exige relação de aderência estrita entre a decisão reclamada e o paradigma invocado, sob pena de conferir-se contorno recursal à via reclamatória”, escreveu Fachin, em decisão da sexta-feira (30/6). Segundo o ministro, a jurisprudência do Supremo é clara em não aceitar reclamações como se fossem recursos e nem para que a corte reexamine decisões judiciais.

A reclamação foi ajuizada pelos executivos da JBS que fizeram acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República, homologado pelo ministro Fachin. Entre as cláusulas do acordo, há a previsão de perdão judicial para todas as ações penais a que os executivos respondam e, no caso de investigações em andamento, o trancamento do inquérito.

Segundo o pedido feito na reclamação, o juiz federal Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, desrespeitou o acordo ao impedir que a empresa vendesse ações e ativos no mercado financeiro. Em decisão cautelar, o magistrado proibiu a JBS de vender suas filiais no Paraguai, no Uruguai e na Argentina por “fragilidade das provas” apresentadas na delação premiada.

Para a defesa da JBS, a decisão da Justiça Federal de Brasília desrespeitou o acordo de delação por ter continuado com medidas investigativas e por ter imposto medidas que afetam a atividade da empresa. Segundo a reclamação, com o acordo, a empresa se dispôs a pagar multas penais, o que impediria restrições à sua atuação no mercado de capitais.

Entretanto, segundo o ministro Fachin, a defesa não mostrou a urgência da necessidade de se cassar a decisão do juiz de primeiro grau. Tanto que a decisão é do dia 19 de junho e a reclamação só foi ser ajuizada no dia 29 de junho, anotou o ministro. Ele também observou que o pedido da defesa de levantamento das cautelares já conta com parecer favorável do Ministério Público Federal. Portanto, conceder a liminar na reclamação seria transformá-la num recurso ordinário.

“A interpretação acerca dos efeitos jurídicos decorrentes da cláusula de imunidade, no caso concreto, escapa das balizas da via reclamatória”, escreveu Fachin. “O juízo reclamado explicitou que medidas cautelares podem ser dirigidas a pessoas que não sejam investigadas, bem como que, além dos fatos objetos do acordo homologado, teria curso apuração de fatos supostamente perpetrados após o ato negocial.”

Clique aqui para ler a liminar.
Rcl 27.557

 

 é editor da revista Consultor Jurídico.

CAMPANHA INTERNACIONAL PEDE LIBERTAÇÃO IMEDIATA DE LÍDER ARGENTINA MILAGROS SALA, REDAÇÃO BRASIL DE FATO

A militante argentina Milagro Sala, presa há mais de 500 dias - Créditos: Telesur
A militante argentina Milagro Sala, presa há mais de 500 dias / Telesur

Uma campanha internacional que pede a libertação da líder popular argentina Milagro Sala, lançada nesta segunda-feira (3), já reúne mais de 12 mil assinaturas. A petição online Liberen a Milagro exige que o presidente da Argentina, Mauricio Macri, cumpra uma resolução das Organizações das Nações Unidas (ONU), que ordena a liberação imediata da militante.

A iniciativa da campanha digital é do Comitê pela Liberdade de Milagro Sala, que reúne diversas organizações populares da Argentina.

A ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) apoiou a causa. “Milagro, mulher, indígena. Presa política por lutar pelos direitos de sua comunidade”, postou a ex-presidenta no Twitter.

Milagro,mulher, indígena.Presa política por lutar pelos direitos de sua comunidade #LiberenAMilagro https://t.co/ze8O5EFhUY

— Dilma Rousseff (@dilmabr) July 3, 2017
Além de Dilma, outros brasileiros como o cantor Chico Buarque e o teólogo Leonardo Boff assinam a petição. A lista de personalidades que apoiam a campanha ainda conta com o fundador do WikiLeaks Julian Assange; Estela Carlotto, da organização das Avós da Plaza de Mayo; Lita Boitano, do movimento de Familiares de Presos e Desaparecidos por Razões Políticas; e centenas de jornalistas, atores, acadêmicos e dirigentes políticos.

A campanha também inclui uma série de atividades que ocorrerão esta semana em frente a tribunais argentinos, para exigir que o Supremo Tribunal ordene a libertação de Milagro. O lançamento da campanha acontece simultaneamente ao início do período de sessões extraordinárias da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) em Lima, no Peru.

Quem é Milagro Sala?

Deputada do parlamento do Mercosul e uma das lideranças da organização Tupac Amaru, na província de Jujuy, no norte da Argentina, a indígena Milagro Sala tem 63 anos e está presa há mais de 500 dias.

Ela foi detida em um protesto contra cortes em programas sociais do governo no dia 16 de janeiro de 2016, pouco mais de um mês depois da posse de Macri. Além de Milagro, outros dez militantes também foram detidos na ocasião e permanecem presos.

Desde o protesto, a parlamentar do Mercosul permaneceu presa preventivamente por associação ilícita, supostos desvios de dinheiro público em cooperativas e por tentativa de homicídio.

Em agosto, ela fez uma greve de fome por cinco dias em protesto ao cerceamento de comunicação à que foi sancionada pelo Serviço Penitenciário provincial Carlos Morales.

Além da ONU, a CIDH e a Organização de Estados Americanos (OEA) também consideraram arbitrária a prisão da líder argentina, mas, até o momento, as resoluções foram ignoradas pelas autoridades governamentais, judiciais e legislativas do país.

Edição: José Eduardo Bernardes.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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