Arquivo para 25 de agosto de 2017

LULA E DILMA MOVIMENTANDO A POTÊNCIA DEMOCRÁTICA NO RECIFE

LUIS NASSIF – APELO AOS BRASILEIROS DE BOA VONTADE

Atenção, Anfavea. Essa negociata que estão fazendo com o setor elétrico vai bater direto nos seus custos. Pretendem ampliar o que o governo Fernando Henrique Cardoso fez lá atrás. O Brasil tinha a energia mais limpa e barata do mundo, por conta de hidrelétricas já amortizadas. E FHC definiu a descontratação dessa energia, elevando substancialmente o valor das tarifas e inviabilizando diversos setores eletro intensivos, além de acabar com um grande trunfo que o país dispunha, na competição internacional.

Esse quadro voltou, reverteu nas últimas renovações de concessão.

O que se pretende, agora, é descontratar o que resta dessa energia, especialmente nas usinas da Eletrobrás, jogando os preços nas alturas, como ocorreu nos anos 90.

​Significa que seus automóveis ficarão mais caros. Tudo bem, podem importar. Mas o mercado de consumo será cada vez mais fraco, já que sem energia competitiva, a indústria irá degringolar mais ainda.

Atenção, sojicultores: a bancada do agronegócio está rifando seu futuro.

Sabe as três hidrelétricas do Tapajós? Pois é, além da geração de energia garantiriam a navegabilidade do rio e o escoamento de toda a safra do norte do Mato Grosso ao Pará. Vocês se lembram daqueles estudos do Departamento de Agricultura dos EUA, estimando que a soja norte-americano iria para o beleléu quando fosse resolvido o problema da logística da região, pois é o único bioma que permite três safras por ano? Pois é, os gringos conseguiram virar o jogo com o desmonte do setor elétrico e o governo Temer rifando as grandes empresas do setor e, com elas, a possibilidade de hidrelétricas e de rios navegáveis. E, além disso, com o fim do Luz para Todos, esqueçam aquela história de universalizar o acesso à energia elétrica no campo.

Atenção, ambientalistas, sabe aquela história da energia mais limpa do planeta? Pois com as mudanças que estão ocorrendo no setor elétrico, haverá apenas termoelétricas abastecidas com o gás e o petróleo que as multinacionais irão extrair do pré-sal. Sabem aquela história da barba e do cabelo? Numa ponta, garantem os poços do pré-sal. Na outra, matam a competição da energia hidrelétrica e das renováveis.

Atenção, Forças Armadas, sabem aquela história de que energia é soberania? Pois é, o setor elétrico será entregue aos chineses, o petróleo aos americanos. E o projeto Amazônia Azul será bancado pela IV Frota, já que os ativos a serem defendidos serão os deles.

Atenção, Sergio Moro e procuradores do Power Point, sabem aquela história da maior ação contra a corrupção do planeta, da história da humanidade? Conseguiram o recorde de entregar o país à mais irresponsável organização criminosa.

Anos atrás, quando a Xerox bancou um centro esportivo e uma escola em uma favela do Rio, o tráfico fazia a segurança da escola, pois entendia a importância da iniciativa para o futuro de seus filhos. A quadrilha que vocês ajudaram a colocar no poder não tem sequer essa sensibilidade dos narcotraficantes. Eles jogaram no chão os preços dos ativos do setor elétrico e de petróleo para vende-los na bacia das almas. É estelionato! Estão rifando o país, o futuro, estão comprometendo a vida dos nossos, dos seus filhos.

Não dá para assistir inertes a essa queima, porque não tem volta. Depois que completarem a obra, como desfazê-la?

Atenção, Anfavea, Abimaq, Abdib, atenção ruralistas, ambientalistas, Forças Armadas, brasileiros com responsabilidade em relação ao futuro: movam-se! Pelo amor de Deus! Por respeito ao país!

LULA E A ESPERANÇA

 por Urariano Mota

A maior liderança popular do Brasil – mais de um brasileiro diria que de toda América Latina, e mais de um latino diria que de todas Américas, e mais de um pernambucano diria que de todo o mundo -, ou em resumo com modéstia, o ex e futuro presidente Lula está de volta ao Recife. De volta, é só um modo de dizer. Ninguém reencontra o mesmo rio, mas me refiro a outro sentido também. Quero dizer, Lula encontra um Pernambuco devastado, numa decadência profunda que é bem o retrato do Brasil. Aqui, em matéria de desgraça humana e material, Pernambuco reflete todos os lugares brasileiros. E acompanha, quando não lidera, as consequências do  golpe que sofremos, de anulação de todos os direitos e garantias.

É nesta cidade do Recife que Lula vai ao comício hoje à noite. É nesta terra, onde por felicidade e fado suportamos a tempestade do desgoverno Temer, que Lula procurará dividir conosco o recomeço de um novo tempo. E no entanto é curioso o quanto alguns intelectuais, na pureza das mais puras concepções, não veem a urgência desta empreitada. Eu me refiro, entre outros, a Vladimir Safatle, que tem feito um trabalho de plantar urtigas no mato a ser limpo. Hoje, no artigo “Não haverá 2018”, ele nos ensina do alto do posto de filósofo acadêmico:

​“Neste sentido, pautar todo debate político atual a partir do que fazer em 2018 é simplesmente uma armadilha para nos prender em uma batalha que não ocorrerá, para nos obrigar a naturalizar mais uma vez uma forma de fazer política, com seus ‘banhos de Realpolitik’, razão mesma do fracasso da Nova República e dos consórcios de poder que a geriram.

Melhor seria se estivéssemos envolvidos em um luta clara pela recusa dos modelos de ‘governabilidade’ que nos destruíram”.

Antes, ele havia sido mais claro ou menos cauteloso:

“ Como se fosse apenas um acaso, no dia seguinte à aprovação da reforma trabalhista o Brasil viu o artífice deste reformismo conciliatório, Luiz Inácio Lula da Silva, ser condenado a nove anos de prisão por corrupção….” 

Nesta semana, em vídeo ele se estendeu mais aqui.

 

Nele, podemos concluir que o filósofo é arrogante. Como podemos descartar a bandeira que é a volta de Lula? È no mínimo um erro achar que do interior do nosso complexíssimo saber poderemos pautar a realidade. Por um lado, Safatle fala da esquerda como se fosse o “grilo falante”, a consciência moral e última da esquerda. Mas de fora, à parte, numa gauche lunar. Isso enquanto cita de passagem Tocqueville. Por outro lado, é tão pretensioso, que vaticina, profetiza que não haverá 2018. Ele quer parar o tempo? Não seria mais prudente conhecer Alceu Valença na composição Embolada do Tempo?

 

Era bom e de melhor filosofia que o intelectual circulasse na periferia de São Paulo, nos grupos de poetas da periferia, no seio dos movimentos sociais que não desceram suas bandeiras. E, naturalmente, que voltasse à leitura da poesia, do romance, para não se conformar à perspectiva da nossa derrota como um destino.

Enfim, queiram os iluminados ou não, Lula está de volta. E seja o que o povo quiser.  

BLOG DE URARIANO MOTA

 

LULA, EM IPOJUCA, PROTESTA CONTRA O DESMONTE DA INDUSTRIA NO NORDESTE

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta sexta-feira (25) de ato em defesa da indústria nacional com trabalhadores da indústria naval no…
LULA.COM.BR
 Nós tínhamos como compromisso de que o Nordeste não aparecesse mais nos jornais pela mortalidade infantil, pela criminalidade, pela seca, pelo analfabetismo. É por isso que trouxemos a refinaria de Pernambuco, do Ceará, do Maranhão, do Rio Grande do Norte. As pessoas eram tiradas do corte de cana para vir trabalhar no estaleiro de Suape. Cortador de cana virou mecânico, soldador. Menina de 18 anos que cortava cana passou a ter qualificação profissional”, ressaltou Lula.

ADVOGADOS DE LULA PROTOCOLAM DEFESA SOBRE SÍTIO DE ATIBAIA

Site Lula.com.br

Nota à imprensa

Na condição de advogados do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva fizemos hoje (24/08) o protocolo de resposta à acusação relativa à Ação Penal nº 5021365-32.2017.4.04.7000, que tramita perante a 13ª. Vara Federal Criminal de Curitiba. Na mesma oportunidade apresentamos exceção de incompetência, porque não há qualquer razão jurídica para a ação tramitar perante aquele órgão judiciário e, ainda, exceção de suspeição, diante de inúmeros e graves fatos envolvendo o juiz federal Sérgio Fernando Moro que evidenciam que ele perdeu a imparcialidade para julgar o ex-Presidente Lula.

Nessa ação penal Lula é acusado da prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro porque, segundo a denúncia, teria recebido, por meio dissimulado, vantagens indevidas das empresas Odebrecht e OAS, consistentes em reformas realizadas em um sítio situado na cidade de Atibaia (SP), que teriam sido pagas com recursos provenientes de 7 contratos firmados entre essas empreiteiras e a Petrobras — sendo 4 contratos da Odebrecht e 3 contratos da OAS. As reformas também envolveriam, segundo a denúncia, recursos provenientes do contrato firmado entre a empresa Schahin e a Petrobras para a construção da sonda Vitória 1000.

A resposta à acusação mostra, dentre outras coisas, que também nessa ação penal não existe qualquer elemento mínimo que permita cogitar que Lula praticou qualquer dos crimes indicados pelo órgão acusador, não havendo justa causa para o seu prosseguimento, pois:

1- O crime de corrupção passiva (CP, art. 317) pressupõe que o funcionário público pratique ou deixe de praticar ato de sua competência (ato de ofício) em troca do recebimento de vantagem indevida. No entanto:

1.1.                  A Força Tarefa da Lava Jato não indicou qualquer ato da competência do Presidente da República (ato de ofício) que Lula tenha praticado ou deixado de praticar que pudesse estar relacionado com reformas realizadas em 2009 em um sítio de Atibaia e, muito menos, em 2014, quando ele não exercia qualquer cargo público;

1.2.                   A nomeação e a manutenção de Diretores da Petrobras são da competência exclusiva do Conselho de Administração da companhia, segundo a Lei das Sociedades Anônimas e, ainda, do Estatuto da petrolífera, e não da Presidência da República;

1.3.                   Paulo Roberto Costa, Nestor Cerveró e Renato Duque eram funcionários de carreira da Petrobras e foram nomeados Diretores da petrolífera por decisões unânimes do Conselho de Administração da Petrobras, ou seja, também pelos conselheiros eleitos pelos acionistas minoritários e pelos funcionários;
1.4.                  Esses ex-Diretores da Petrobras já foram ouvidos pelo juiz Sérgio Moro e jamais afirmaram qualquer conduta de Lula em detrimento da Petrobras ou que pudesse estar relacionada aos delitos apontados na denúncia;

2 – A própria denúncia informa (página 112 e nota de rodapé 410) que ainda deveria estar sob investigação a propriedade do sítio de Atibaia, ou seja, reconhece que a Força Tarefa da Lava Jato não dispunha de elementos para oferecer a acusação contra Lula; a mesma peça, no entanto, de forma totalmente contraditória e inexplicável, a Força Tarefa acusa o ex-Presidente de ser o “proprietário de fato” do sítio e de ter sido beneficiado por reformas nesse imóvel; 2.1.O inquérito policial instaurado em 19/02/2016 para investigar a propriedade do sítio (IPL 0184/2016-4) foi encerrado sem qualquer conclusão sobre esse tema sob o argumento de que “foi oferecida denúncia pelo MPF em face de LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA” e, diante disso, “não cabe mais a esta autoridade, em nível de apuração preliminar, dar sequencia a essas investigações”, segundo o Delegado de Polícia Federal Dante Pegoraro Lemos — reconhecendo que, para acusar Lula, a Força Tarefa da Lava Jato de Curitiba atropelou as investigações;

3- A Força Tarefa da Lava Jato de Curitiba também afirma na denúncia que Lula ocuparia posição de comando em organização criminosa que agiu em detrimento da Petrobras embora o Procurador Geral da República tenha pedido a abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal para apurar esses fatos (Inq. 4.325),  ainda pendente de conclusão — desrespeitando a competência da Suprema Corte e a atribuição do chefe do Ministério Público da União apenas para ofender Lula e sua história.

A peça ainda registrou que “No tocante ao mérito da imputação, a Defesa cinge-se, por ora, máxime diante da manifesta parcialidade do julgador, em reafirmar a inocência do ex-Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, virtude que restará cabalmente reconhecida em julgamento realizado por órgão imparcial e independente”.

LUIS NASSIF: OS CRIMES SEM APURAÇÃO DA LAVA JATO, POR MARCELO AULER

O que acontece quando uma operação, como a Lava Jato, recebe licença para matar de um Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) – Luís Roberto Barroso, admitindo o estado de exceção?

O Jornal GGN foi ouvir o repórter Marcelo Auler sobre o que significa pessoas dotadas de poder de Estado, procuradores e delegados, terem autorização para andar à margem da lei.

Auler escancara o grande escândalo da Lava Jato. No começo da operação, a Polícia Federal do Paraná colocou uma escuta ilegal na cela dos detidos. Descoberta, há três anos ocorreu um jogo de ilegalidades, visando esconder os dados. Dois membros da PF que ousaram investigar foram perseguidos, a ponto de serem obrigados a solicitar aposentadoria, em cenas de expurgo que lembra os períodos da ditadura.

​As investigações de Auler começaram em julho de 2015. Auler descobriu que a cúpula da PF do Paraná, com o delegado Igor Romário à frente, mandou instalar grampo para saber o que os presos conversavam.

As primeiras prisões ocorreram de 16 a 18 de março de 2014. No diaq 31 de março o grampo foi descoberto pelo doleiro Alberto Yousseff e apreendido pela polícia em 10 de abril. Nesse dia, um delegado da Polícia Civil recebeu a informação de que haviam encontrado o grampo. Avisou a PF e, aí, teria batido o desespero. O delegado Márcio Anselmo teria ido à sala de outro delegado e desabado que “estamos ferrado”. Anselmo desmente a frase.

Com a informação vazando, foi aberta uma sindicância conduzida pelo delegado Maurício Moscardo Grilo. Foi sindicância dirigida, que procurou explicar que o grampo havia sido colocado na cela por ocasião da prisão de Fernandinho Beira Mar.

Um ano depois entrou em cena o delegado Mário Renato Fanton, incumbido de investigar a denúncia dos delegados de Curitiba, a respeito do vazamento de manifestações suas, no Facebook, enaltecendo Aécio Neves e criticando Dilma Rousseff. Julgaram que o culpado fosse o delegado Paulo Renato de Souza Herrera, crítico dos métodos adotados pelos colegas na Lava Jato. Seguiu-se a denúncia, a abertura do inquérito 727, e uma enorme pressão sobre o delegado, que acabou se afastando da PF por problemas psicológicos. Foi acusado de receber dinheiro pelo dossiê.

Encarregado de apurar o caso, o delegado Mário Renato Fanton se dá conta de que o inquérito 727 estava sendo dirigido erradamente. Não existia o tal dossiê. No decorrer das investigações, Fanton se deu conta de outros fatos estranhos, especialmente nas investigações sobre o grampo.

No seu relatório, Moscardi havia se baseado no parecer de Dalmey Werlang, agente que trabalhava no núcleo de inteligência policial, especialista em grampos ambientais, que sustentava que o equipamento era antigo e estaria lá desde a prisão de Beira Mar.

De algum modo, Fanton percebeu os erros do relatório. Pressionado, Dalmey admitiu ter colocado a escuta na cela a mando do delegado Igor Romário. Depois, repetiu a denúncia na CPI aberta para investigar a escuta. A corregedoria abriu nova sindicância, entregue ao delegado Alfredo Junqueira. Uma perícia no equipamento de Dalmey revelou 260 horas de gravações. Dalmey sugeriu que a mesma perícia fosse realizada no servidor do departamento, mas não o ouviram.

Seguiu-se um jogo de esconde-esconde, com procuradores e delegados atropelando a lei, inventando álibis e perseguindo implacavelmente quem ousasse entrar mais fundo na história.

Surgiu a versão inverossímil de que havia 9 celulares nas celas, através dos quais poderia ter ocorrido as gravações. Ora, quando alguém é preso, a primeira providência é tirar seu celular.

No final do ano passado, outra irregularidade graúda foi apontada por Meire Posa, ex-contadora de Yousseff. Ela acusou diretamente o delegado Márcio Adriano Anselmo de uma série de irregularidades, entre as quais a de forjar uma busca e apreensão de documentos para esquentar documentos que ela já havia entregue a ele, e não foram registrados. O juiz Sérgiuo Moro trancou as investigações a pedido dos procuradores Regionais da República  da 4a Região Antônio Carlos Welter e Januário Paludo

Todos os que ousaram apurar os ilícitos da Lava Jato foram implacavelmente perseguidos pela Polícia Federal e por procuradores, denunciando-os sem provas.

Dalmey e Fanton precisaram se afastar da PF por problemas psicológicos, tal a perseguição. Dalmey está tentando se aposentar, mas está impedido. Fanton foi proibido por seu médico de sequer abordar o tema.

A maneira da PF varrer a sujeira para baixo do tapete foi afastar um a um os integrantes iniciais da Lava Jato. Acusado de um sem-número de irregularidades, Márcio Anselmo tornou-se corregedor da PF do Espírito Santo. Ou seja, o delegado incumbido de apurar irregularidades dos colegas. A delegada Erika Marena foi transferida para Santa Catarina.

Nem a corregedoria do MPF, nem a Procuradoria Geral da República ousaram investigar o caso. Os crimes foram varridos do mapa, os que ousaram apurar foram punidos.

 

LIANA CIRNE LINS, PROFESSORA DE DIREITO E DOUTORA EM DIREITO PÚBLICO, MOSTRA, EM VÍDEO, AS INCONSISTÊNCIAS DA DENÚNCIA DE MORO CONTRA LULA E QUE INOCENTAM O PRESIDENTE


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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